11 resultados nos descritores e sumários · 226 no texto integral

  1. TCASsó sumário

    398/22.0BELRS

    Relator: TERESA COSTA ALEMÃO

    concluir que a liquidação de IRC não se encontra legitimada na medida em que inexiste qualquer actividade desenvolvida que seja passível de tributação e, consequentemente, facto tributário

  2. TCASsó sumário

    130/11.3BELRA

    Relator: VITAL LOPES

    cedência de um estabelecimento formalizada como gratuita e definitiva quando envolva a transferência de activos valiosos, como são as convenções médicas de saúde, constitui um indício sério e credível ... contrato de cedência não corresponde à realidade; 2. Em tal situação, mostra-se legítima a correcção do valor do negócio pela AT. 3. Já não é legítima, no contexto

  3. TCANsó sumário

    00477/09.9BEPNF

    Relator: Vital Lopes

    competindo-lhe fazer a prova de que estão verificados os pressupostos legais que legitimam a sua actuação, ou seja, de que existem indícios sérios, seguros e consistentes ... nada de seguro e consistente vem relatado que permita estabelecer um nexo entre a actividade ilícita do emitente e as operações facturadas ao utilizador. 3. A circunstância de os cheques

  4. TCANsó sumário

    00560/12.3BECBR

    Relator: Vital Lopes

    pendência da competente decisão no subprocedimento de suspeição, o Sr. Inspector visado está legitimado (mesmo obrigado funcionalmente) a praticar actos instrutórios no procedimento tributário de liquidação (art.º50 ... sede de IRS. 7. O referido regime de transparência fiscal assenta, essencialmente, na actividade prosseguida pelos sócios da sociedade, actividade esta que constando da lista a que se alude

  5. TCAScitado por 1só sumário

    3279/00

    Relator: Francisco Rothes

    compete apenas fazer prova de que estão verificados os pressupostos legais que legitimam a sua actuação no sentido da correcção do lucro tributável, competindo ao contribuinte o ónus da prova ... deixado de apresentar declarações fiscais e de entregar o IVA liquidado, tinham cessado a actividade, motivo por que concluiu que as facturas por eles emitidas não titulavam operações reais, não

  6. TCASsó sumário

    997/07.0BESNT

    Relator: ANA PINHOL

    sede de recurso é legítimo às partes juntar documentos com as alegações quando a sua apresentação não tenha sido possível até esse momento (superveniência objectiva ou subjectiva), quando se destinem ... mínimo do contrato de trespasse, os juros emergentes de empréstimos contraídos e aplicados na actividade do estabelecimento, não podem deixar de ser aceites fiscalmente por serem indispensáveis para a realização

  7. TCASsó sumário

    01199/03

    Relator: Gomes Correia

    devendo ela efectuar a liquidação se não existirem indícios suficientes daqueles. V)- Não é legítima a dúvida alicerçada numa escrita que não merece qualquer credibilidade por falta de elementos minimamente ... falta de outros elementos colocados à disposição da AF e directamente recolhidos da actividade do contribuinte