142 resultados nos descritores e sumários · 1000+ no texto integral

  1. TRC

    2029/18.3T8LRA.C1

    Relator: MOREIRA DO CARMO

    esta 2ª R.; 3. Se os promitentes vendedores prometem vender uma fracção, inserida num conjunto comercial de lojas, com determinadas características, e depois a fracção apresenta outras muito diferentes ... devolução do sinal prestado em dobro, por cada um deles, gera uma obrigação conjunta e não solidária; 7. O promitente comprador fiel pode pedir juros sobre a indemnização

  2. TRE

    32/04.0TAENT.E1

    Relator: JOÃO GOMES DE SOUSA

    partir daí começaram a utilizar a conta conjunta do casal para o giro comercial daquela sociedade. Foi peremptória em afirmar que a decisão de não entregar os “descontos” coube ... sociedade com o seu próprio salário, bem como utilizando a conta conjunta do casal no giro comercial da “S., Lda.”. Ademais, MV e IC, funcionárias da “S., Lda.”, de forma

  3. TCANcitado por 2só sumário

    01070/08.9BECBR

    Relator: Ana Patrocínio

    gozo do prédio, a exploração de um estabelecimento comercial ou industrial nele instalado: implica a transferência, em conjunto, das instalações, utensílios, mercadorias ou outros elementos que integram o estabelecimento ... onerosa, para outrem, juntamente com o gozo do prédio, da exploração de um estabelecimento comercial nele instalado, estamos perante um verdadeiro trespasse de um estabelecimento comercial (farmácia). IV – Estando previsto

  4. TCAScitado por 1só sumário

    06375/13

    Relator: PEDRO VERGUEIRO

    fruição do imóvel que impliquem uma exploração activa daquele. IV) E função deste conjunto de elementos - os termos do acordo descrito nos autos e a contabilidade da Recorrente, deparamos ... estabelecimento, ou seja, um conjunto de bens organizados com estabilidade e autonomia, com vista a realização de uma actividade produtiva, de natureza comercial ou industrial. * O Relator Pedro Vergueiro

  5. TRG

    2601/14.0T8VNF-B.G1

    Relator: PEDRO DAMIÃO E CUNHA

    direito de crédito sobre os Executados). 2. Um Estabelecimento Comercial pode ser objecto de um penhor, no seu conjunto, como unidade económica ou universalidade jurídica, mas nada impede, em princípio ... entanto, importa atender a que nem todos os elementos componentes do Estabelecimento Comercial podem ser autonomizados e, assim, separados para o efeito de sobre eles ser constituído uma garantia real

  6. TCAScitado por 1só sumário

    1151/11.1BELRS

    Relator: ANA PINHOL

    quando a operação de transmissão onerosa de um conjunto de elementos corpóreos e incorpóreos organizados para a prática de uma actividade comercial ou industrial for acompanhada do direito ao arrendamento

  7. TRG

    5728/15.8T8VNF.G1

    Relator: SANDRA MELO

    Sociedades Comerciais, não o podendo fazer em conjunto, visto que esse exercício em conjunto traz inconvenientes à gestão da sociedade, no mundo comercial, onde imperam as necessidades de celeridade, agilização ... quota inserida em herança jacente carecem de poderes para, por si, mesmo em conjunto (e sem ser através de representante comum) exercerem os direitos dos sócios, e logo estão também

  8. TCASsó sumário

    08175/11

    Relator: PAULO CARVALHO

    elementos que faz parte do estabelecimento comercial. 2- O estabelecimento comercial é uma organização de factores produtivos, é o conjunto de bens posto à disposição da empresa pelo empresário, entre ... embora possa ser negociada separadamente como qualquer bem do estabelecimento), ela pertence ao estabelecimento comercial, é um dos seus elementos. Sendo o estabelecimento um bem da herança, manter

  9. TRCsó sumário

    1896/23.3T8CLD.C1

    Relator: LUÍS CRAVO

    ajuizado, se ficou apurado existir no local um estabelecimento comercial único da locatária, o qual se divide e estende pelo conjunto das três “lojas” arrendadas pela mesma senhoria, contíguas ... locatária tem nesta “loja” o armazenamento ou depósito de mercadorias do seu (único) estabelecimento comercial, e um espaço de escritório do mesmo, sendo estas também vertentes do comércio

  10. TCASsó sumário

    405/21.3BESNT

    Relator: RUI PEREIRA

    pública, pelo que face ao quadro legal actualmente vigente, o SEE é constituído pelo conjunto das unidades produtivas do Estado, organizadas e geridas de forma empresarial, o qual integra ... sociedade de responsabilidade limitada nos termos da lei comercial, nas quais o Estado ou outras entidades públicas possam exercer, isolada ou conjuntamente, de forma directa ou indirecta, influência dominante

  11. TCANsó sumário

    00277/07.0BEMDL

    Relator: Helena Ribeiro

    obrigação de pagamento dos juros ser ou não qualificável como “ato comercial” à luz do Código Comercial. VII- Ás obrigações vencidas no âmbito dos contratos de empreitadas de obras públicas ... juros comerciais fixados em portaria conjunta do Ministro das Finanças e da Justiça, nos termos do § 3º do art. 102.º do Cód. Comercial. * * Sumário elaborado pelo relator

  12. TCANsó sumário

    04728/04 - Viseu

    Relator: Mário Rebelo

    qualificação jurídica que os sujeitos dão aos seus negócios. 2. O trespasse de estabelecimento comercial ou industrial é um contrato pelo qual se transfere, de forma definitiva e onerosa ... próprio estabelecimento comercial, isto é, a compra e venda da globalidade do estabelecimento. 4. Não há trespasse quando a transmissão seja desacompanhada da transferência, em conjunto, das instalações, utensílios, mercadorias

  13. TRE

    3001/07-2

    Relator: FERNANDO BENTO

    meios de prova produzidos. II - Estabelecimento comercial é um complexo unitário de bens e direitos afectos à exploração mercantil; um conjunto de elementos heterogéneos aglutinados numa organização aviada e funcionalizada ... vocacionada para a maximização do lucro do comerciante. III – A cedência de um estabelecimento comercial sem ser possuidor de licença de utilização configura cumprimento defeituoso do contrato, a menos