40 resultados nos descritores e sumários

  1. TRCcitado por 1

    4/08.5TBFVN.C1

    Relator: GONÇALVES FERREIRA

    ocupação ilegítima, são susceptíveis de integrar dano não patrimonial. II- O conceito de boa em matéria de acessão é de natureza psicológica, tal como no domínio da posse ... Não constrói de boa o interventor que tem conhecimento da existência de um marco a dividir o seu prédio daquele onde efectua a construção

  2. TRCcitado por 1

    202/11.4TBIDN.C2

    Relator: MOREIRA DO CARMO

    contrário (art. 350º, nº 2, do CC), a cargo dos AA. 2. Essa mesma boa só se verifica se o possuidor ignorava ao adquiri-la que lesava o direito ... não se provou, então falha a comprovação que a posse dos AA era de boa . 3. Para efeitos de acessão industrial imobiliária, não pode ser interpretado como autorização tácita

  3. TRG

    6492/17.1T8BRG.G1

    Relator: CONCEIÇÃO SAMPAIO

    protege os terceiros adquirentes de boa contra os efeitos retroativos da declaração de nulidade e da anulação do negócio jurídico, operando como uma exceção ao princípio da retroatividade ... bens móveis sujeitos a registo; (ii) aquisição onerosa; (iii) por um terceiro de boa ; (iv) registo da aquisição do terceiro; (v) anterioridade do registo de aquisição em relação

  4. TRC

    620/14.6T8CTB.C1

    Relator: ANTÓNIO DOMINGOS PIRES ROBALO

    fundamentais do tomador do seguro/ segurado e que se funda no princípio geral da boa-. II - Agir de boa- é agir com diligência, zelo e lealdade correspondentes ... necessidade das partes actuarem, tanto nos preliminares como na formação do contrato, de boa- (artigo 227.º, n.º 1, 1ª parte do CC), mas sim realçar a necessidade

  5. TRC

    42/2001.C1

    Relator: CARLOS QUERIDO

    artigo 17.º do Código do Registo Predial, a boa traduz-se no desconhecimento sem culpa por parte do terceiro, da desconformidade entre a situação registral e a situação ... Código Civil só deve aplicar-se quando o terceiro de boa não tenha actuado com base no registo, isto é, quando o negócio nulo ou anulável não tenha sido

  6. TRC

    3361/18.1T8VIS.C1

    Relator: VÍTOR AMARAL

    contratual tendente à celebração do contrato de seguro, assume papel essencial o princípio da boa-, desde logo por o contrato de seguro ser tradicionalmente considerado como contrato uberrima bona ... fides. 4. - O princípio da boa- revela determinadas exigências objetivas de comportamento impostas pela ordem jurídica, exigências essas de razoabilidade, probidade e equilíbrio de conduta, num campo normativo onde

  7. TRCsó sumário

    1642/2000

    Relator: FERREIRA DE BARROS

    mediante contratos de mútuo nulos por falta de forma, são de reputar possuidores de boa porque convencidos que, no momento da entrega, não lesavam o direito dos AA., tendo ... juros do dinheiro correspondentes ao período em que se mantiveram no estado de boa . III - Nestes termos, devem os juros ser calculados a contar da data

  8. TRC

    2628/17.0T8VIS-A.C1

    Relator: MOREIRA DO CARMO

    isso, lhe ser impossível satisfazer essa exigência contratual, constitui violação da boa , tornando a correspondente estipulação contratual proibida e, por isso, nula, à luz das disposições combinadas dos arts ... patentemente inexequível e obviamente desproporcional e, como tal, manifestamente violadora dos limites impostos pela boa , a conduzir (art. 334º do CC) a um abuso de direito por parte

  9. TCANsó sumário

    01559/05.1BEPRT

    Relator: Carlos Luís Medeiros de Carvalho

    serem demandados para efectivar a sua responsabilidade extracontratual fundada na violação do princípio da “boa ”, princípio geral esse que tem actualmente expressa consagração ... princípios procedimentais, mormente, aos princípios da proporcionalidade, da igualdade, da justiça e da boa . XVI.Não se pode aceitar como válida, nos termos dos normativos e princípios em referência

  10. TCASsó sumário

    3557/15.8BEBRG

    Relator: ANA CRISTINA LAMEIRA

    revelava, no caso em concreto, como desproporcionada ou contrária à boa-. Ou ainda que a Recorrente/Autora agiu em todo este processo de boa-, não bastando, para essa conclusão

  11. TRC

    1548/08.4TBGRD.C1

    Relator: JUDITE PIRES

    desde os preliminares até à conclusão do contrato, devem agir segundo as regras de boa , conforme exigido pelo artigo 227º do Código Civil, cuja responsabilidade não é afastada pelo ... culposo - é gerador de responsabilidade pré-contratual, constituindo a parte violadora dos deveres de boa na obrigação de indemnizar a parte lesada de todos os danos

  12. TRC

    130/12.6TBFND-I.C1

    Relator: MARIA DOMINGAS SIMÕES

    preceito). IV - Daqui decorre que no caso do transmissário posterior de boa- constituir hipoteca sobre bem alienado pelos devedores insolventes que se encontre no património do terceiro adquirente ... força do disposto no antes citado art.º 47º, nº 1, o terceiro de boa- titular de direitos sobre o bem transmitido, adquire, por força do reingresso

  13. PGR-CC

    Parecer n.º 3/2018

    Relator: JOÃO CONDE CORREIRA

    prejuízos elevados; a exigência do adimplemento das obrigações assumidas afetar gravemente os princípios da boa-; e a alteração não estar coberta pelos riscos do contrato; 6.ª Em virtude ... prejuízos elevados, a exigência do cumprimento das obrigações assumidas afetar gravemente os princípios da boa- e a alteração não estiver coberta pelos riscos do próprio contrato

  14. TRG

    2422/23.0T8GMR.G1

    Relator: GONÇALO OLIVEIRA MAGALHÃES

    devida, que funciona como condição suspensiva da transmissão da propriedade. XXIII - O conceito de boa- para efeitos de acessão (art. 1340/4 do Código Civil) deve ser interpretado em harmonia ... divisória dos prédios, a sua intervenção consciente em domínio alheio exclui o requisito da boa-, impossibilitando a aquisição da parcela por via da acessão industrial imobiliária