710 resultados nos descritores e sumários · 1000+ no texto integral

  1. TRC

    282/06.4GATUB.C1

    Relator: BELMIRO ANDRADE

    prova, limitando-se reciprocamente. 2. Ambas devem ser fundamentadas na apreciação crítica e racional dos meios de prova. 3. Acabando a livre convicção positiva onde surge a dúvida razoável ... dúvida razoável quando o tribunal estabelece a convicção positiva ancorada numa análise objectiva e racional dos meios de prova validamente produzidos e valorados em conformidade com os critérios legais

  2. TRC

    1065/05

    Relator: SILVA FREITAS

    outras, bem como indicar os critérios utilizados na apreciação daquelas provas e o substrato racional que conduziu à convicção concretamente formada. D. A obrigatoriedade da indicação na decisão sobre ... Recurso a verificação de que na sentença se seguiu um critério lógico e racional na apreciação das provas. E. Torna-se necessário revelar o processo racional que conduziu à expressão

  3. TRG

    417/06-1

    Relator: MARIA AGUGUSTA

    circunscreva ao uso dos meios necessários para fazer cessar a agressão, ou seja, a racionalidade do meio empregue; - que a defesa se circunscreva ao uso dos meios necessários para fazer ... cessar a agressão, ou seja, a racionalidade do meio empregue; - o “animus deffendendi”. III – Quando a lei fala em que a agressão tem que ser actual quer significar

  4. TCONSTsó sumário

    95-081

    Relator: FERNANDA PALMA

    legislador trate diferentemente as situações jurídicas. A igualdade só proíbe diferenciações destituídas de fundamentação racional à luz dos próprios critérios axiológicos constitucionais. Pelo que é indispensável apurar se a diferenciação ... tratamento está desprovida de fundamento racional, isto é, se deve ter-se por arbitrária, a qual não se verifica a diferenciação tem fundamento racional, resultando da própria "natureza das coisas

  5. TCANcitado por 1só sumário

    00094/09.3BEPRT

    Relator: Ricardo de Oliveira e Sousa

    realidade material sempre permaneceria inalterada. III- E se assim é, então não existe justificação racional para, nestas condições de inoperância, conferir eficácia invalidante ao ato impugnado nos autos, tendo aqui