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  1. TREcitado por 2

    853/09.7TBEVR.E1

    Relator: PAULO AMARAL

    indemnização por danos não patrimoniais não pode ser simbólica; antes deve tornar digna a compensação que é atribuída. II- Os elementos fornecidos pela Portaria n.º 377/2008 não são vinculativos ... escolher o melhor critério para determinação do montante dos danos patrimoniais futuros. III- Se foram efectuados pagamentos pela segurança social, por causa de um acidente de viação, mas esses pagamentos

  2. TREcitado por 1

    629/09.1TBFAR.E1

    Relator: BERNARDO DOMINGOS

    testamento. Mas tendo como causa próxima uma deliberação social que na perspectiva do requerente pode levar à delapidação do património da empresa, em benefício de terceiros, o procedimento adequado

  3. TRCcitado por 12

    1094/14.7TBLRA.C1

    Relator: MOREIRA DO CARMO

    para descobrir a real intenção das partes. 4. Devendo recorrer-se a vários indícios socialmente típicos para descortinar a intenção das partes, tais como: o indício necessitas; o indício affectio ... iminência do assédio dos credores ou execução do património, de outra sociedade para a qual se transfere o património da primeira, continuando a ter-se o domínio de facto

  4. TRE

    632/19.3T8STB.E1

    Relator: EMÍLIA RAMOS COSTA

    punir uma infração disciplinar (animus persecutório). VIII – É adequada a indemnização por danos não patrimoniais no valor de €10.000,00 relativa ao comportamento da entidade empregadora, que se prolongou ... insónias. IX – Quando o pagamento das retribuições intercalares é da competência da segurança social, compete a esta também o pagamento dos respetivos juros, visto que, nesse caso, não

  5. TRC

    423/14.8TBCBR.C1

    Relator: MOREIRA DO CARMO

    responsabilidade do gerente-liquidatário social para com credor da sociedade, nos termos do art. 78º, nº 1, do CSC, depende da verificação de: violação de normas de protecção dos credores ... passou a esta terceira sociedade todo o património móvel daquela, tais como móveis, computador e os produtos próprios para comercialização, sem autorização social, e sem que esta terceira sociedade tenha

  6. TRCcitado por 1

    687/05.8TBCNT.C1

    Relator: ISAÍAS PÁDUA

    cônjuge declarado único ou principal culpado deve reparar os danos não patrimoniais causados ao outro cônjuge pela dissolução do casamento. II – É pacífico na doutrina e na jurisprudência o entendimento ... fosse decretado o divórcio. III – Como danos não patrimoniais resultantes da dissolução do casamento costuma apontar-se a desconsideração social que, sobretudo em certos meios mais fechados da nossa sociedade

  7. TRC

    682/15.9T8FND-A.C1

    Relator: FONTE RAMOS

    quem incumba a administração ou liquidação da entidade ou património em causa, designadamente os titulares do órgão social que para o efeito for competente; e são responsáveis legais as pessoas ... administrador - pessoa que tem a seu cargo a condução geral de um determinado património; pessoa que administra, governa, dirige um organismo ou empresa, gere bens ou negócios-, sendo que, normalmente

  8. TRCcitado por 1

    3441/05

    Relator: ISAÍAS PÁDUA

    contribuições em dívida à Segurança Social os mesmos gozam de privilégio mobiliário e de privilégio imobiliário sobre os bens imóveis existentes no património das entidades patronais, nos termos do disposto ... trabalhadores independentes são equiparados às entidades empregadoras ou entidades patronais do regime de segurança social dos trabalhadores por conta de outrem, pelo que é aplicável aos créditos da segurança social

  9. TRE

    2686/04-1

    Relator: ORLANDO AFONSO

    RGIT. II - Ainda que as quantias devidas à Segurança Social e não entregues, não tenham sido integradas no património pessoal do arguido ou no da empresa, não deixaram ... responsabilidade civil do arguido pela não entrega das quantias devidas à Segurança Social é uma responsabilidade por facto ilícito diversa da responsabilidade pelo pagamento das multas e coimas aplicadas