Diário da República, 1.ª série
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
- Data
- 2026-06-24
- Tipo
- Resolução do Conselho de Ministros
- Emitente
- PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS
Sumário
Aprova a Estratégia «Água Que Une»
Texto integral (12 327 palavras)
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
Sumário: Aprova a Estratégia «Água Que Une».
A gestão eficiente e sustentável da água constitui um desígnio inalienável para que o País possa
enfrentar com sucesso os desafios decorrentes da redução das disponibilidades hídricas e da ocorrência
de situações de escassez, bem como do aumento da intensidade da precipitação e da consequente
geração de cheias e inundações — fenómenos intrinsecamente ligados às alterações climáticas.
O XXIV Governo Constitucional promoveu a elaboração de uma nova estratégia nacional para a gestão
da água, tendo, para o efeito, criado um grupo de trabalho através do Despacho n.º 7821/2024, de 16 de
julho, da Ministra do Ambiente e Energia e do Ministro da Agricultura e Pescas, composto por represen-
tantes da Águas de Portugal, SGPS, S. A., da Agência Portuguesa do Ambiente, I. P., da Direção-Geral de
Agricultura e Desenvolvimento Rural e da Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva, S. A.
O XXV Governo Constitucional, no seu Programa do Governo, comprometeu-se desde o início com
a aprovação de uma estratégia nacional, intitulada «Água Que Une», centrada na segurança e susten-
tabilidade da gestão dos recursos hídricos em Portugal, modernizando e reformando essa gestão para
dar uma resposta cabal às populações, ecossistemas e atividades económicas.
A presente resolução do Conselho de Ministros aprova a Estratégia «Água Que Une», elaborada
pelo referido grupo de trabalho e que foi sujeita a ampla discussão e participação pública, envolvendo
entidades públicas, municípios, entidades privadas e especialistas nas várias matérias em causa,
visando prosseguir quatro objetivos estratégicos: (i) fomentar uma gestão integrada e inteligente da
água, incidindo sobre o modelo de operação dos sistemas e promovendo a inovação e a digitalização;
(ii) reforçar a coesão territorial, fomentando uma gestão da água que atente nas especificidades do
território; (iii) diminuir a vulnerabilidade à escassez hídrica, reforçando a resiliência de todas as regiões
do País, em especial nos territórios com maior stress hídrico, e (iv) reforçar a sustentabilidade ambien-
tal, através da implementação de caudais ecológicos e garantia do bom estado das massas de água.
Para tal, a execução da Estratégia «Água Que Une» assentará em três eixos fundamentais de
atuação, sendo que cada um tem ínsito um conjunto de tipologias de medidas. Em primeiro lugar, o eixo
da Eficiência, com o foco na otimização das infraestruturas e poupança de água, através da redução de
perdas nas redes, promoção da utilização de água residual tratada e reabilitação e otimização dessas
infraestruturas. Em segundo lugar, o eixo da Resiliência, dirigido ao aparecimento de novas infraestruturas
e soluções, aumentando a capacidade de armazenamento, construindo barragens, interligações e novos
sistemas e restaurando ecossistemas e continuidade fluvial. Em terceiro lugar, o eixo da Inteligência,
assegurando uma gestão integrada da água, promovendo a digitalização e monitorização e robustecendo
o modelo económico-financeiro, contribuindo para uma modernização institucional e tecnológica.
A orientação da execução segundo estes três eixos fundamentais é realizada através de nove
programas estruturantes que constam da Estratégia «Água Que Une».
Adicionalmente, as medidas previstas no âmbito do PTRR — Portugal Transformação, Recupera-
ção e Resiliência estão totalmente alinhadas com a Estratégia «Água Que Une», o que evidencia a sua
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
relevância estrutural, em particular, no que diz respeito às medidas orientadas para (i) o aumento da
eficiência, através da redução de perdas nas redes de abastecimento e de rega e da promoção da reuti-
lização de águas residuais tratadas; (ii) o reforço da resiliência, mediante o aumento da capacidade de
armazenamento, captação, distribuição e reabilitação de reservatórios; (iii) a modernização da gestão,
com a intensificação da monitorização em tempo real, e (iv) o fortalecimento das infraestruturas e das
capacidades social e económica do País. Em conjunto, estas medidas contribuem para a recuperação
sólida, equitativa e duradoura de Portugal, transformando a capacidade do País para salvaguardar as
populações, valorizar o território e garantir o funcionamento contínuo dos sistemas públicos e privados
essenciais, garantindo, simultaneamente, a redução de vulnerabilidades e o reforço da resiliência para
responder a crises futuras.
Através do Decreto-Lei n.º 123/2026, de 24 de junho, foi aprovado o regime jurídico especial relativo
à execução da Estratégia «Água Que Une», nos termos do qual foi atribuída à AdP AQUA — Gestão Ambiental
1/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
de Recursos Hídricos, S. A. (AdP AQUA), empresa integrada no grupo Águas de Portugal, a competência
para coordenar e dirigir a respetiva execução, encontrando-se no referido diploma plasmadas as suas
competências e as demais normas necessárias à sua adequada instalação e operação.
Assim:
Nos termos da alínea g) do artigo 199.º da Constituição, o Conselho de Ministros resolve:
1 — Aprovar a Estratégia «Água Que Une», em anexo à presente resolução e da qual faz parte
integrante (Estratégia), estando disponível para consulta no sítio na Internet da Agência Portuguesa
do Ambiente, I. P.
2 — Determinar que a gestão, a execução e a coordenação da execução da Estratégia, bem como
o desenvolvimento de ações estruturantes em matéria de segurança hídrica, resiliência climática, uso
articulado e consensualizado da água para consumo humano, agrícola e industrial e desenvolvimento
territorial sustentável, cabem à AdP AQUA, nos termos e com as competências previstos no Decreto-
-Lei n.º 123/2026, de 24 de junho.
3 — Estabelecer que a assunção dos compromissos e encargos para a execução das medidas
e iniciativas que decorrem do anexo a que se refere o n.º 1 depende da existência de dotação disponível
por parte das entidades públicas competentes.
4 — Determinar que a presente resolução entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação.
Presidência do Conselho de Ministros, 30 de abril de 2026. — O Primeiro-Ministro, Luís Montenegro.
ANEXO
(a que se referem os n.os 1 e 3)
Estratégia «Água Que Une»
ENQUADRAMENTO
Um compromisso nacional com uma visão integrada.
A água é um recurso estratégico que desempenha um papel fundamental na sustentação da vida,
regulando ecossistemas, garantindo o bom funcionamento da economia e sociedade e o bem-estar
da população.
Portugal precisa de uma nova geração de instrumentos para assegurar uma gestão sustentável,
eficiente e integrada dos recursos hídricos, considerando os diferentes desafios que estão no horizonte,
com destaque para a tendência de redução da disponibilidade hídrica e a ocorrência mais frequente
de situações de seca associadas a eventos de escassez de água relacionadas com a intensificação
das alterações climáticas.
Tendo como objetivo elaborar uma nova estratégia nacional para a gestão da água, foi criado em
julho de 2024, por despacho conjunto da Ministra do Ambiente e Energia e do Ministro da Agricultura
e Pescas (Despacho n.º 7821/2024, de 16 de julho), um grupo de trabalho multidisciplinar, composto
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
pela Águas de Portugal, Agência Portuguesa do Ambiente, Direção-Geral de Agricultura e Desenvolvi-
mento Rural e Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva. Foi estabelecida a seguinte
orientação de prioridades:
a) Aumento da eficiência hídrica e promoção do uso racional da água;
b) Redução das perdas de água nos sistemas de abastecimento público, agrícola, turística, industrial;
c) Promoção da utilização de água residual tratada;
d) Otimização da exploração das infraestruturas existentes, através da promoção da multifun
cionalidade do seu uso e do reforço da resiliência e redundância dos sistemas hidráulicos;
e) Aumento da capacidade de armazenamento das infraestruturas existentes;
2/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
f) Criação de novas infraestruturas e origens de água, onde se incluem infraestruturas de armaze-
namento, regularização e captação de água, unidades de dessalinização e, em último recurso, a inter-
ligação entre bacias hidrográficas.
Pretende-se que a nova estratégia — designada Água Que Une — tenha uma lógica prospetiva
e orientadora para a revisão e atualização do quadro de planeamento que o Governo pretende efetuar,
considerando que a água constitui «um único recurso» estratégico, que não pode continuar a ser gerido
de forma fragmentada e pouco eficaz.
Esta estratégia pretende dar suporte à revisão do Plano Nacional da Água (PNA 2025-2035)
e à criação do Plano de Armazenamento e Distribuição Eficiente de Água para a Agricultura (Plano
REGA), assim como a articulação com outros instrumentos já em vigor, como por exemplo o Plano
Estratégico de Abastecimento de Água e Gestão de Águas Residuais e Pluviais (PENSAARP 2030)
e outros em desenvolvimento ou em revisão.
Para a elaboração da Estratégia «Água Que Une», o grupo de trabalho desencadeou um conjunto
de auscultações a entidades e organizações nacionais e regionais com relevo na gestão da água e dos
territórios, visando identificar soluções potenciadoras do sucesso da mesma.
Realizaram-se cinco reuniões regionais — Odemira, Faro, Santarém, Castelo Branco e Vila
Real — e uma reunião nacional, em Lisboa, congregando entidades das áreas da academia, admi-
nistração pública, agricultura, associações empresariais, autarquias, entidades gestoras de serviços
de abastecimento de água, entidades públicas dos setores da água, do ambiente, da agricultura e do
turismo, empresas de setores relacionados com produção agrícola e turismo e ONGA, entre outras.
No total, foram ouvidas mais de 180 pessoas e analisados diversos contributos recebidos por e-mail.
Em complemento, e em conjunto com o Centro de Investigação em Ambiente e Sustentabilidade da NOVA
FCT, foram realizadas três sessões para discussão de aspetos específicos relativos à governança da água
visando, através da auscultação e envolvimento de mais de 50 especialistas de diversas áreas, responder
às exigências futuras de gestão do recurso num contexto de crescente escassez e potencial conflitualidade.
A Estratégia «Água Que Une» apresenta uma abordagem integrada e multissetorial para a gestão
da água em Portugal, alinhada com as prioridades governamentais e focada no desenvolvimento sus-
tentável e na resiliência climática.
Assumindo uma visão mais holística e integrada sob a orientação de uma estratégia nacional,
a Água Que Une tem como ambição identificar orientações e medidas para maior segurança e susten-
tabilidade na gestão da água em Portugal.
Segurança no sentido de garantir o abastecimento de água às populações, à agricultura e aos
restantes setores económicos, prevenindo o impacto das secas, das cheias e das alterações climáticas,
evitando crises e custos acrescidos.
Sustentabilidade para proteger os ecossistemas e os recursos naturais, garantindo uma gestão
mais integrada da água, compatibilizando preocupações ambientais, económicas e sociais.
OBJETIVOS
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
A estabilização de uma estratégia para uma gestão multissetorial, robusta e integrada da água,
que garanta maior resiliência a todas as regiões de Portugal continental, visa:
Fomentar uma gestão integrada e inteligente da água:
Promover a inovação e a digitalização, a participação dos utilizadores e o modelo de operação
profissionalizado e eficaz dos sistemas para uma gestão integrada e inteligente da água;
Reforçar a coesão territorial:
Promover uma gestão integrada da água em Portugal continental que atente às especificidades
do território e que contribua para a coesão social, o equilíbrio ecológico e a viabilidade dos setores
económicos;
3/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
Diminuir a vulnerabilidade à escassez hídrica:
Reforçar a resiliência em todas as regiões de Portugal continental e diminuir a vulnerabilidade
à escassez de água, em especial nos territórios com maior stress hídrico, integrando também medidas
de resposta a fenómenos extremos como secas e cheias;
Reforçar a sustentabilidade ambiental:
Reforçar a sustentabilidade ambiental através do restauro fluvial, implementação de caudais
ecológicos e garantia do bom estado das massas de água.
PRINCÍPIOS DE BASE
A Estratégia «Água Que Une» rege-se por um conjunto de princípios que visam facilitar a concre-
tização dos objetivos propostos, tendo como base a gestão integrada dos recursos hídricos:
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
4/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
DE ONDE PARTIMOS
Para suportar o desenvolvimento da estratégia, com recurso à informação existente e àquela
partilhada pelas diversas partes interessadas, foi feito o seguinte retrato da água em Portugal:
Disponibilidades de água, consumos e escassez hídrica
As disponibilidades de água 1 em Portugal continental são superiores às necessidades. No entanto,
existe uma grande variabilidade regional, sazonal e interanual do regime hidrológico no País, sobretudo
nas regiões a sul, Alentejo e Algarve.
As necessidades ecológicas são cerca de 10 % das disponibilidades hídricas.
Atualmente, as águas subterrâneas representam 12 % da água captada para todos os usos, tendo
a restante origem nas águas superficiais.
Destaca-se que 53 % dos volumes captados têm origem em bacias transfronteiriças.
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
5/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
As projeções associadas ao cenário climático RCP 4.5 apontam para uma redução das disponibi-
lidades médias nacionais em 6 % em 2040. No que respeita aos consumos pelos setores de atividade,
as projeções indicam um aumento de 26 %.
Em Portugal continental, 73 % da água captada atualmente destina-se à agricultura. Existem
atualmente 357 mil hectares de área de regadio público. Em 2040, prevê-se que a agricultura seja res-
ponsável por 75 % dos volumes captados. No gráfico seguinte, são apresentados os volumes captados
atuais e futuros (2040) por setor de atividade.
** Volumes atuais consumptivos por setor em ano médio — Fontes: (a) Urbano, indústria e pecuária, APA, 3.º ciclo PGRH;
agricultura, EDIA/DGADR 2024.
*** Necessidades de água futuras por setor em ano médio — Fontes: (a) Urbano, indústria e pecuária, APA, 3.º ciclo
PGRH; Agricultura, EDIA/DGADR. No que respeita à agricultura, o cenário prevê 120 mil hectares de regadio (28 mil ha novos
regadios + 21 mil ha EFMA (em curso) + 20 mil ha (outros empreendimentos existentes) e aumento da ocupação de regadios
públicos até 90 % da capacidade.
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
6/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
Através da análise do índice de escassez (WEI+) 2, torna-se evidente a assimetria regional da
escassez hídrica em Portugal continental. Em algumas regiões, observa-se que, atualmente, mais de
50 % das disponibilidades estão já a ser solicitadas, projetando-se o agravamento da situação, espe-
cialmente a sul do Tejo.
Projeta-se que o índice de escassez tenderá a agravar-se 3 com o efeito conjugado das alterações
climáticas e do aumento da procura, como se evidencia na tabela abaixo.
WEI+
Região Hidrográfica Projeção de evolução 1
1989-2015
RH1 Minho e Lima 3% +0,74%
RH2 Cávado, Ave e Leça 43% +1,55%
RH3 Douro 39% +1,03%
RH4 Vouga, Mondego e Lis 42% +1,34%
RH5 Tejo e Ribeiras do Oeste 48% +3,64%
RH6 Sado e Mira 74% +21,69%
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
RH7 Guadiana 51% +33,02%
RH8 Ribeiras Algarve 66% +11,77%
1
WEI+ no RCP 4.5, para período 2041-2070. Fonte: Roteiro Nacional de Adaptação 2100, APA
Armazenamento de água e interligações existentes
Em Portugal continental, existem perto de 13 600 barragens e açudes, das quais 260 são grandes
barragens 4. Nas barragens monitorizadas pela Agência Portuguesa do Ambiente, que correspondem
a cerca de 30 % do total, a capacidade máxima de armazenamento atual é de 15 118 hm3. Nas barra-
gens monitorizadas pela Direção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural, a capacidade máxima
de armazenamento atual é de 7014 hm3.
7/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
As barragens e interligações desempenham um importante papel de regularização face à variabi-
lidade do regime hidrológico, contribuindo para a resiliência e segurança hídrica. Contudo, muitos dos
sistemas existentes necessitam de intervenções profundas, como sistemas de vídeo-alerta, sistemas
para a libertação de caudais ecológicos, órgãos de segurança e reforço da integridade estrutural.
Perdas de água
As perdas de água nos grandes aproveitamentos hidroagrícolas públicos situam-se, em média,
nos 25 %.
A água não faturada no abastecimento urbano é, em média, de 27,1 % (sistemas em baixa) e de
5 % (sistemas em alta).
Origens de água não convencionais
Em Portugal, apenas 1,2 % de água residual é reutilizada para fins compatíveis como regas e lava-
gens, apesar dos esforços desenvolvidos nos últimos anos para acelerar a sua utilização.
A primeira estação de dessalinização de água do mar para abastecimento público de água em Por-
tugal continental, a construir no concelho de Albufeira, deverá estar concluída entre final de 2027 e início
de 2028, permitindo produzir 16 hm3/ano de água potável, com potencial de expansão até 24 hm3/ano.
Sobre a governança
Os diálogos sobre governança da água, realizados em três sessões que reuniram mais de 50 especia
listas de diversas áreas, traduziram-se em diversas observações, as quais se sintetizam nos seguintes
pontos essenciais:
Atualmente, a água é mal gerida e perde-se. Há demasiados planos contraditórios e ineficazes,
e falta uma visão estratégica e operacional;
É urgente criar uma autoridade específica e independente para coordenar a política da água,
garantindo continuidade e integração entre setores. Em situações de escassez e múltiplos usos, a polí-
tica deve ser supraministerial, embora os instrumentos possam continuar setoriais. Os mecanismos
de conciliação existem, mas precisam de sair do papel, com um foco em planeamento, fiscalização
e monitorização;
É necessário robustecer a Autoridade Nacional da Água, dotando-a de prioridade política e capaci-
dade técnica, com competências para recolher e tratar dados essenciais ao planeamento e licenciamento;
A perspetiva ambiental deve evoluir da simples «proteção» para a «recuperação e regeneração»
dos recursos hídricos;
A Lei da Água apresenta soluções avançadas, mas a sua implementação tem falhado, nomeadamente
no que respeita aos mecanismos de transação de títulos, que embora considerados não são aplicados, às
associações de utilizadores que não existem e a projetos multifuncionais que têm ficado pelo caminho;
O País precisa de uma estratégia clara para o território, com planeamento adequado e uma gestão
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
adaptativa baseada em licenciamento e monitorização eficazes;
É fundamental reorganizar a administração em torno de uma visão unificada da água como bem
estratégico, abandonando políticas setoriais desconexas. Sem planeamento estratégico sólido e meios
para recolher informação, o País continuará a confundir planeamento com mera obrigação de reporte.
AGIR
Do propósito ao pragmatismo.
A Estratégia «Água Que Une» incorpora orientações de planeamento para os instrumentos de gestão
da água, apontando caminhos para a concretização dos objetivos enunciados, nomeadamente fomentar
uma gestão integrada e inteligente da água, reforçar a coesão territorial, diminuir a vulnerabilidade à escas-
sez hídrica e reforçar a sustentabilidade ambiental, de acordo com as prioridades definidas pelo Governo.
8/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
A estratégia foi elaborada com base em critérios de racionalidade, eficiência e sustentabilidade,
integrando contributos dos diferentes stakeholders, e representa um compromisso nacional para garantir
uma gestão integrada e sustentável da água, através de uma abordagem multissetorial, promovendo
a sustentabilidade das massas de água e do ambiente e o bem-estar da população.
As linhas de orientação consideram três eixos de medidas — eficiência, resiliência e inteligência —
agregando 294 medidas, cuja identificação consta em anexo.
A implementação desta estratégia visa garantir a resiliência hídrica e promover a água como um
motor de desenvolvimento sustentável em Portugal, envolvendo ações nacionais e de âmbito regional.
As medidas de âmbito nacional, que representam aproximadamente 14 %, estão maioritaria-
mente associadas aos eixos de inteligência e resiliência. As restantes medidas são de âmbito regional
e inserem-se principalmente nos eixos de eficiência e resiliência.
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
9/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
Medidas de âmbito regional
EIXO DA EFICIÊNCIA
Compromisso: promover o uso racional e eficiente da água.
Foco: otimizar recursos existentes.
Em consonância com as prioridades definidas, foram identificadas três tipologias de medidas, redução
de perdas de água, promoção da utilização de água residual tratada para usos não potáveis (agricultura,
indústria, turismo e usos urbanos) e reabilitação e otimização da exploração das infraestruturas existentes.
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
Foram identificadas 111 medidas (fundamentalmente de âmbito regional), com investimento
de cerca de 1814 milhões de euros até 2035, que irão permitir diminuir as ineficiências hídricas em
328 hm3 de água, aumentar a segurança hídrica em mais 310 hm3 e disponibilizar mais 122 hm3 de
água residual tratada.
Neste eixo destaca-se em particular:
Programa de Ação para a Redução de Perdas de Água, com vista ao controlo e redução de perdas
nos sistemas em baixa de abastecimento de água potável. Neste programa inserem-se as ações para
a reabilitação/otimização dos sistemas de abastecimento (cujas perdas atingem cerca de 81 hm3),
assim como a promoção de tarifas adequadas que sustentem a viabilidade económica e financeiras
das entidades gestoras;
10/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
Programa para a Eficiência dos Empreendimentos Hidroagrícolas, que integra diversas medidas
de beneficiação e modernização de empreendimentos públicos, provendo uma governança global, mais
eficaz, eficiente e resiliente dos recursos hídricos. Destacam-se, em particular, os aproveitamentos do
Vale da Vilariça, do Baixo Mondego, de Idanha-a-Nova, do Mira, de Silves-Lagoa-Portimão e do Alvor;
Programa Água +Circular, para a promoção da utilização de água residual tratada, que assenta
no Plano de Ação para a Reutilização do Grupo AdP e em iniciativas lideradas por entidades gestoras
em baixa e pelo setor privado.
EIXO DA RESILIÊNCIA
Compromisso: passar da contingência para a resiliência.
Foco: aumentar a resiliência territorial face aos efeitos das alterações climáticas.
Este eixo visa o aumento da disponibilidade/garantia hídrica para os usos consumptivos, a pro-
teção de pessoas e bens contra inundações e a reabilitação dos ecossistemas.
O eixo encontra-se estruturado em três tipologias de medidas de âmbito nacional e regional,
nomeadamente as destinadas ao aumento da capacidade de armazenamento das infraestruturas
existentes; construção de novas barragens, interligações e novos sistemas, e restauro de ecossistemas
e continuidade fluvial.
As duas primeiras tipologias visam reforçar a resiliência dos sistemas de abastecimento, a segu-
rança do abastecimento e a capacidade de resposta em períodos críticos. Incluem-se nestas medidas
o alteamento de barragens, a construção de novas barragens assim como outras origens de água,
nomeadamente unidades de dessalinização, assim como interligações de sistemas.
A estratégia reforça também o compromisso com a sustentabilidade ambiental, reconhecendo
a água como um elemento fundamental para a conservação dos ecossistemas, o bem-estar das popu-
lações e a proteção de pessoas e bens contra inundações.
Neste eixo destaca-se:
Programa para o Reforço do Armazenamento de Água, que inclui o aumento da capacidade das
barragens existentes e a construção de novas barragens, que permitirá reforçar as disponibilidades
hídricas, assegurando a resposta às necessidades de usos consumptivos. Prevê-se o estudo de 14 novas
barragens, assim como a intervenção em 12 barragens existentes;
Programa ZILS/H2O para a gestão integrada e sustentável do abastecimento ao polo industrial
de Sines, que assenta num modelo de operador único público que permita gerir de forma integrada as
diversas origens de água disponíveis e garanta a equidade e competitividade nos serviços prestados;
Programa para a Resiliência Hídrica do Tejo, que reforça a autonomia nacional e a valorização
económica e ambiental da região através de um conjunto de medidas que inclui: a construção da bar-
ragem do Alvito e a otimização da exploração das barragens existentes; a promoção da utilização de
água residual tratada; a implementação do Programa EPAL 2040, com reforço da captação da Valada
e a partilha de infraestruturas para reforço de abastecimento ao regadio;
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
Projeto de valorização agrícola dos recursos hídricos no Vale do Tejo e Oeste, que pretende moder-
nizar e beneficiar cerca de 44 000 ha, integrando cerca de 24 000 ha de regadios privados;
Programa ProRios 2030, como um novo instrumento de natureza operacional, agregando e con-
solidando as medidas de conservação, reabilitação e restauro de rios e ribeiras.
De forma particular, destacam-se ainda a implementação de interligações entre sistemas, como
medida relevante para uma gestão mais eficiente e flexível dos recursos hídricos e para promover
o equilíbrio entre regiões com diferentes disponibilidades (neste âmbito, prevê-se o estudo da ligação
do Tejo ao sistema do Alqueva e deste aos sistemas do Sado/Mira e ao barlavento algarvio) e a pro-
moção da dessalinização como solução complementar às origens naturais para mitigação de riscos
futuros de escassez hídrica em regiões mais vulneráveis, em particular no Algarve.
11/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
Releva-se, também, para o controlo do risco de cheias a necessidade de infraestruturas de pro-
teção e a aplicação de soluções de base natural para a estabilização das margens das linhas de água.
Estão consideradas 139 medidas, com investimento de cerca de 3836 milhões de euros até 2035,
que irão permitir aumentar a segurança hídrica em mais 437 hm3 e disponibilizar mais 966 hm3 de água
para usos consumptivos.
EIXO DA INTELIGÊNCIA
Compromisso: gestão integrada e participada.
Foco: conhecer para gerir, modernização institucional e tecnológica.
O eixo da Inteligência pretende promover uma governança sustentável e eficiente dos recursos
hídricos, assente numa gestão integrada e dinâmica dos recursos, de base científica, colaborativa
e responsabilizadora.
O eixo encontra-se estruturado em três tipologias de medidas, fundamentalmente de âmbito
nacional, destinadas à promoção da gestão integrada da água, à digitalização e monitorização dos
recursos e ao fortalecimento do regime económico-financeiro.
São propostas 44 medidas, com investimento estimado até 2035 de 238 milhões de euros, de que
se destacam:
Reforço da Autoridade Nacional da Água enquanto regulador ambiental, e da Autoridade Nacional
do Regadio, em meios tecnológicos e recursos humanos;
Programa de Ação para Digitalização Integral do Ciclo da Água, que promove o reforço das tecno-
logias e metodologias para o conhecimento em tempo real do estado das massas de água superficiais
e subterrâneas e dos consumos e utilizações dos recursos hídricos. O programa assenta na moderni-
zação do sistema de informação da água, possibilitando a partilha digital de informação intersetorial
atualizada, o reforço da rede de monitorização dos recursos hídricos, para assegurar a recolha de
dados mais detalhados e abrangentes sobre a qualidade e disponibilidade da água, em articulação com
o Sistema de Informação do Regadio. Aposta, também, na criação do estatuto de «grande utilizador de
água», nomeadamente atribuindo obrigações especiais de reporte e eficiência aos maiores consumidores
para promover práticas mais responsáveis e sustentáveis (a par do estímulo à investigação, inovação
e desenvolvimento tecnológico, onde se inclui, por exemplo, a instalação de sistemas de telemetria,
sensorização e utilização de imagens de satélite);
Revisão do Programa Nacional para o Uso Eficiente da Água (PNUEA), integrando-o no Plano
Nacional da Água e a atualização da Estratégia para o Regadio Público 2014-2020 (DGADR), através
da elaboração do Plano REGA;
No quadro legal: a revisão da Lei da Água e dos diplomas complementares, designadamente
considerando a integração de um regime adaptativo aos eventos extremos, o estímulo à boa gestão
através de incentivos e contraordenações, o repensar a dominialidade (pública) das águas subterrâ-
neas; a revisão e atualização às necessidades atuais do Regime Jurídico das Obras de Aproveitamento
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
Hidroagrícola; a densificação da legislação de Água para Reutilização (ApR); o estímulo à utilização de
lamas de ETAR urbanas e efluentes pecuários na agricultura; a incorporação da eficiência hídrica no
edificado na revisão do Regulamento Geral das Edificações Urbanas;
Fortalecimento do regime económico-financeiro e do financiamento da água, nomeadamente
através da revisão do Regime Económico-Financeiro dos Recursos Hídricos e do reforço da aplicação
do princípio do utilizador-pagador (custos económicos, ambientais e de escassez), da aplicação do
regime tarifário para a sustentabilidade económico-financeira das entidades gestoras, da convergência
para uma tarifa harmonizada no setor urbano em alta e da criação de condições para operacionalização
do mercado de títulos transacionáveis entre utilizadores;
Constituição do Empreendimento de Fins Múltiplos do Médio Tejo e do Mondego, atentas as
múltiplas utilizações existentes nas regiões, com criação de estruturas de gestão especializadas
12/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
e capacitadas (semelhantes à EDIA), que promovam eficiência, equidade e resiliência na gestão dos
recursos e das utilizações.
INVESTIR
Investimento
O investimento previsto até 2035 para as 294 medidas totaliza aproximadamente 5 mil milhões de
euros, com 73 dessas medidas já em fase de implementação. Do total, 38 % são medidas de eficiência,
representando cerca de 32 % do investimento previsto. As medidas de resiliência correspondem a 47 %
do total e absorvem 64 % do investimento estimado. Por fim, as medidas de inteligência representam
15 % das iniciativas e 4 % do montante a investir.
Maturidade N.º medidas
A analisar a viabilidade 3
A estudar 82
Em estudo 55
A executar 81
Em execução 73
Total 294
Fontes de financiamento
As fontes de financiamento serão identificadas com base em critérios de natureza da despesa
e de natureza da solução, designadamente através de subvenções suportadas por fundos nacionais
ou comunitários para investimentos em intervenções diretas em território público (interligações entre
bacias, renaturalização de linhas de água, etc.). Paralelamente devem ser mobilizados empréstimos da
banca comercial, Banco de Fomento e do BEI (por exemplo, para empreendimentos de fins múltiplos)
e também com recurso a capitais próprios (no caso de barragens individuais, redes e sistemas terciá-
rios, intervenções em troços de linhas de água não públicas, entre outros).
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Com a Estratégia «Água Que Une»:
A gestão da água será estabelecida com base numa única política que, atendendo à natureza
estratégica e de soberania nacional do recurso, assegure a compatibilização das diversas origens de
água (convencionais e não convencionais — ApR e dessalinização) e os usos;
O enquadramento económico-financeiro garantirá recursos necessários para suportar investi-
mentos e operação de sistemas que constituem um seguro para as comunidades e a devida resiliência;
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
As diferentes origens de água estarão interligadas física e digitalmente, de modo a otimizar a res-
petiva gestão integrada ao longo do ano hidrológico;
Será potenciado o recurso integrado a origens superficiais e subterrâneas, constituindo as águas
subterrâneas com boa qualidade uma reserva estratégica a ser mobilizada em situações predefinidas;
Existirá um processo ágil e transparente de partilha digital de informação sobre o estado qualita-
tivo e quantitativo das massas de água e sobre o modo como cada utilizador, dos diferentes setores,
contribui para esse estado;
O processo de licenciamento de captações será mais ágil e acessível, e suportado pelo modelo
de gestão operacional de cada bacia ou sub-bacia hidrográfica;
13/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
Existirá um plano de gestão claro e transparente para os usos da água em situações normais e em
situações de escassez, integrando a análise económica dos usos da água e das medidas de combate
à escassez, a análise de risco/fiabilidade e dos benefícios associados;
As principais ETAR estarão adaptadas para responderem à procura de ApR;
Estarão a funcionar interligações de sistemas que permitam servir regiões com défice hídrico
estrutural;
Será promovido o desenvolvimento tecnológico associado aos investimentos de modernização
a executar nos sistemas infraestruturais;
Estarão em funcionamento novos modelos de gestão com a intervenção de diferentes tipos de
utilizadores da água.
Será reforçada a modernização dos sistemas de regadio, promovendo a adoção de tecnologias
avançadas para reduzir perdas de água e otimizar a sua distribuição nos aproveitamentos hidroagrícolas;
Serão desenvolvidos modelos inovadores de gestão dos perímetros hidroagrícolas, permitindo
a participação ativa dos regantes e associações de utilizadores da água, assegurando um equilíbrio
entre as necessidades do setor agrícola e a preservação dos recursos hídricos;
Será promovida a formação especializada para os setores utilizadores da água, capacitando
a administração, empresas, serviços e utilizadores finais.
(em milhões de euros)
Âmbito Investimento
Eixo Promotor Medida Prazo
territorial 2025-2035
Alentejo Eficiência Grupo AdP Redução de perdas na rede da Vila 2025-2030 1,5
Nova de Santo André_AdSA
Alentejo Eficiência Grupo AdP Redução de perdas no sistema de 2026-2027 1,8
abastecimento de água industrial da
ZILS_AdSA
Alentejo Eficiência Grupo AdP Reabilitação do canal de Ermidas- 2025 6,0
-Sado_AdSA
Alentejo Eficiência Grupo AdP Reabilitação da torre de captação de 2035-2037 0,3
Morgavel_AdSA
Alentejo Eficiência Grupo AdP Reabilitação da adutora Morgavel- 2033-2035 4,0
-Monte Chãos_AdSA
Alentejo Eficiência Grupo AdP Construção do sistema de abasteci- 2025-2029 53,5
mento de água de Santa Clara (Ode-
mira)_AgdA
Alentejo Eficiência Grupo AdP Produção de água para reutilização 2024-2040 2,0
(ApR) na ETAR do Grupo AdP
Alentejo Eficiência Grupo AdP Produção de água para reutilização 2024-2040 4,0
(ApR) na ETAR do Grupo AdP
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
Alentejo Eficiência Grupo AdP Reforço da adução a Beja e intervenção 2021-2029 19,3
na barragem e ETA do Enxoé_AgdA
Alentejo Eficiência Grupo AdP Reabilitação e remodelação dos sis- 2025-2029 48,0
temas, de reservatórios e de novas
origens e captações_AgdA
Alentejo Eficiência Grupo AdP Reforço de armazenamento e interliga- 2026-2029 36,9
ção entre sistemas geridos pela AgdA
Alentejo Eficiência Grupo AdP Reabilitação de captações de água_ 2026-2029 3,0
AgdA
Alentejo Eficiência Grupo AdP Expansão do sistema de abasteci- 2026-2027 1,5
mento de Mértola para reforço da
segurança_AgdA
14/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
(em milhões de euros)
Âmbito Investimento
Eixo Promotor Medida Prazo
territorial 2025-2035
Alentejo Eficiência Grupo AdP Aumento da eficiência e fiabilidade 2029 0,1
dos sistemas de adução de São Bar-
nabé_AgdA
Alentejo Eficiência Grupo AdP Reabilitação SAA Montemor-o-Novo 2025-2027 8,0
e adução ao Escoural_AgdA
Alentejo Eficiência Grupo AdP Reforço dos subsistemas de abas- 2030-2037 9,0
tecimento de água de Borba e Alan-
droal_AdVT
Alentejo Eficiência Grupo AdP Reabilitação e ampliação da ETA de 2027-2037 18,0
Monte Novo_AdVT
Alentejo Eficiência Setor agrícola Modernização/reabilitação total 2026-2030 129,0
do Aproveitamento Hidroagrícola
Mira — redução de perdas e reabilita-
ção integral do sistema adutor de Santa
Clara e blocos de rega
Alentejo Eficiência Setor agrícola Modernização do Aproveitamento 2027-2032 1,6
Hidroagrícola Caia (módulos CCG
e reabilitação)
Alentejo Eficiência Setor agrícola Reabilitação e modernização dos Apro- 2027-2032 36,0
veitamentos Hidroagrícolas Campilhas
e Alto Sado
Alentejo Eficiência Setor agrícola Modernização/reabilitação da rede de 2027-2032 7,3
rega do bloco em pressão do Aprovei-
tamento Hidroagrícola Lucefecit
Alentejo Eficiência Setor agrícola Reabilitação de canais e modernização 2027-2032 22,3
de blocos de rega do Aproveitamento
Hidroagrícola Odivelas
Alentejo Eficiência Setor agrícola Modernização dos blocos de rega da 2027-2032 22,5
Barrada, Monte Novo e Vale Zebro. Rea-
bilitação do primeiro troço do canal do
Aproveitamento Hidroagrícola Roxo
Alentejo Eficiência Setor agrícola Reabilitação do canal CGVG, canal 2027-2032 30,0
GPM2 e Distrib. de Sanchares, São
Romão, Várzea da Mó, Vale Matança,
Moncorvo e Palma do Aproveitamento
Hidroagrícola Vale do Sado
Alentejo Eficiência Setor urbano Reabilitação nos sistemas de distri- 2030 30,4
buição e adução de água com vista ao
controlo e redução de perdas (PENSA-
ARP 2030)
Alentejo Eficiência Setor urbano Reabilitação nos sistemas de distri- 2030 32,0
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
buição e adução de água com vista ao
controlo e redução de perdas (PENSA-
ARP 2030)
Alentejo Inteligência Grupo AdP Reforço do sistema de monitorização 2022-2029 0,6
do Sistema de Santa Clara (teleges-
tão)_AgdA
Alentejo Inteligência Grupo AdP Estudo detalhado sobre cenários de 2022-2024 0,0
disponibilidade hídrica na bacia hidro-
gráfica do Mira_AgdA
Alentejo Inteligência Grupo AdP Implementação de telegestão nos 2026-2028 2,5
sistemas da Águas Públicas do Alen-
tejo_AgdA
15/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
(em milhões de euros)
Âmbito Investimento
Eixo Promotor Medida Prazo
territorial 2025-2035
Alentejo Resiliência EDIA Reabilitação dos cursos de água asso- 2026-2029 1,9
ciados aos blocos de rega de Alfundão,
Alvito-Pisão, Beringel-Beja, Cinco Reis
e Trindade e Ervidel
Alentejo Resiliência EDIA Reabilitação dos cursos de água asso- 2026-2029 0,3
ciados aos blocos de rega de Balei-
zão-Quintos, Brinches, Brinches-Enxoé,
Caliços-Machados, Orada-Amoreira,
Monte Novo, Pias, Pias-Brinches, São
Matias/Pedrógão,São Pedro-Baleizão
e São Pedro-Baleizão/Baleizão-Quin-
tos
Alentejo Resiliência Grupo AdP Plano diretor para melhoria das liga- Executado 0,1
ções entre: os sistemas de Monte Novo
e Vigia; e com origem no Alqueva_AdVT
Alentejo Resiliência Grupo AdP Construção de novo sistema de abas- 2027-2037 6,6
tecimento com origem na albufeira do
Alqueva_AdVT
Alentejo Resiliência Grupo AdP Construção de nova captação na albu- 2030-2037 6,1
feira do Caia e conduta de ligação à ETA
do Caia_AdVT
Alentejo Resiliência Grupo AdP Solução integrada com o recurso a três 2027-2032 72,0
origens de água (água superficial, sal-
gada e ApR) para fornecimento de água
à ZILS_AdSA
Alentejo Resiliência Grupo AdP Duplicação da adutora Morgavel- 2024-2026 13,0
-Monte Chãos_AdSA
Alentejo Resiliência Grupo AdP Desassoreamento do açude de Ermi- 2028-2030 0,1
das-Sado_AdSA
Alentejo Resiliência Grupo AdP Aumento e reforço da segurança do 2025-2030 40,7
sistema do litoral alentejano gerido
pela AgdA_AgdA
Alentejo Resiliência Indústria Estudo para novas origens não conven- - A
cionais — ApR e dessalinização — na determinar
zona industrial do Sado para preser-
vação do aquífero Tejo-Sado
Alentejo Resiliência Municípios Ações de desassoreamento e limpeza 2025-2027 4,0
das margens do Rio Sado na ARPSI,
na frente urbana da cidade de Alcácer
do Sal
Alentejo Resiliência Municípios/APA Reabilitação e valorização do rio Gua- 2026-2029 3,0
diana, entre Mértola e Pomarão
Alentejo Resiliência Setor agrícola Nova captação na albufeira de Santa 2027-2032 5,0
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
Clara para o setor agrícola
Alentejo Resiliência Setor agrícola Interligação Alqueva-Mira 2026-2030 27,0
Alentejo Resiliência Setor agrícola Estudo do regime de caudais ecológi- 2030 0,5
cos e de viabilidade técnica de adapta-
ção de órgãos para libertação de caudal
ecológico na barragem de Santa Clara
e Corte Brique
Alentejo Resiliência Setor agrícola Estudo da viabilidade técnica de adap- 2026-2032 2,4
tação de órgãos para libertação de cau-
dal ecológico nas barragens do Pisão,
Pego do Altar, Vale do Gaio, Campilhas,
Fonte Serne, Monte da Rocha, Monte
Gato e Monte Miguéis
16/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
(em milhões de euros)
Âmbito Investimento
Eixo Promotor Medida Prazo
territorial 2025-2035
Alentejo Resiliência Setor agrícola Estudo da viabilidade técnica de 2026-2032 1,0
adaptação de órgãos para libertação
de caudal ecológico nas barragens de
Abrilongo e do Caia
Alentejo Resiliência Setor agrícola Reabilitação dos dispositivos de caudal 2026-2032 0,4
ecológico nas barragens de Laje, Serpa,
Brinches, Amoreira, Loureiro, Álamo
I e II e São Pedro, nos concelhos de
Serpa, Portel e Beja
Alentejo Resiliência Setor agrícola Estudo da viabilidade técnica de adap- 2026-2032 0,8
tação de órgãos para libertação de cau-
dal ecológico nas barragens do Monte
Novo, Vigia e Lucefecit
Alentejo Resiliência Setor agrícola Construção do circuito Ervidel-Sado 2027-2029 25,0
para reforço da capacidade de trans-
porte e resiliência do sistema
Alentejo Resiliência Setor agrícola Reabilitação dos órgãos de segurança 2026-2029 0,3
da barragem do Enxoé e de Monte Clé-
rigo
Alentejo Resiliência Setor agrícola Alteamento da barragem da Vigia 2026-2030 7,5
Alentejo Resiliência Setor agrícola Alteamento da barragem do Pedrógão 2030-2037 0,0
Alentejo Resiliência Setor agrícola Alteamento da barragem do Lucefecit 2026-2029 6,0
Alentejo Resiliência Setor agrícola Alteamento da barragem do Alvito 2027-2032 2,0
Alentejo Resiliência Setor agrícola Completar o Aproveitamento Hidroagrí- 2027-2032 5,0
cola do Xévora com estação elevatória,
reservatório e adutor
Alentejo Resiliência Setor agrícola/APA Estudo de viabilidade da ligação das 2030-2043 A
bacias do Tejo e do Guadiana: Adução determinar
Nisa-Caia
Alentejo Resiliência Setor agrícola/APA Estudo da viabilidade da construção da 2026-2032 A
nova barragem da albufeira da ribeira determinar
de Terges e Cobres
Alentejo Resiliência Setor agrícola/APA Estudo da viabilidade da construção da 2026-2033 A
nova barragem da albufeira da ribeira determinar
de Carreiras
Algarve Eficiência Grupo AdP Reforço da adução do sistema em alta 2023-2036 49,7
para aumento de abrangência de ser-
viço_AdA
Algarve Eficiência Grupo AdP Reforço da ligação do sistema de 2024-2026 30,0
abastecimento em alta Sotavento/
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
Barlavento Algarvio_AdA
Algarve Eficiência Grupo AdP Produção de água para reutilização 2024-2040 27,0
(ApR) na ETAR do Grupo AdP
Algarve Eficiência Grupo AdP Integração de captações subterrâneas 2024-2032 7,0
municipais estratégicas no sistema em
alta_AdA
Algarve Eficiência Grupo AdP Construção da captação do volume 2024 4,9
morto da albufeira de Odelouca_AdA
Algarve Eficiência Grupo AdP Reabilitação da ETA de Fontainhas_AdA 2026-2028 10,0
Algarve Eficiência Grupo AdP Reabilitação e solução de resiliência do 2037-2040 0,0
adutor Funcho-Malhão_AdA
17/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
(em milhões de euros)
Âmbito Investimento
Eixo Promotor Medida Prazo
territorial 2025-2035
Algarve Eficiência Grupo AdP Intervenções nas barragens e no sis- 2031-2034 0,0
tema de adução de Odeleite e Beli-
che_AdA
Algarve Eficiência Setor agrícola Modernização dos Blocos de Silves (2 2027-2032 6,0
e 3) no Aproveitamento Hidroagrícola
de Silves, Lagoa e Portimão
Algarve Eficiência Setor agrícola Conclusão da modernização do Apro- 2027-2032 22,5
veitamento Hidroagrícola do Alvor
Algarve Eficiência Setor agrícola Estudo e implementação, eventual, da 2027-2032 1,3
captação do volume morto da albufeira
do Arade
Algarve Eficiência Setor urbano Reabilitação nos sistemas de distri- 2030 50,4
buição e adução de água com vista ao
controlo e redução de perdas (PENSA-
ARP 2030)
Algarve Resiliência APA Reabilitação de equipamentos da bar- 2027-2029 2,1
ragem do Funcho, com reabilitação
da bacia de dissipação, e estudo para
a viabilidade técnica de adaptação
dos órgãos para libertação de caudal
ecológico
Norte Inteligência APA Estudo das curvas guias das barragens 2026-2027 0,5
de Vilarinho das Furnas e de Alto Lin-
doso + Touvedo
Algarve Resiliência Grupo AdP Reabilitação e construção de reser- 2026-2036 7,3
vas de água tratada do sistema do
Algarve_AdA
Algarve Resiliência Grupo AdP Estudo da viabilidade técnica de adap- 2027 1,0
tação de órgãos para libertação de cau-
dal ecológico na barragem de Odeleite
e Beliche_AdA
Algarve Resiliência Grupo AdP Intervenção na linha férrea para 2040-2042 0,0
aumento da capacidade da albufeira
de Odelouca_AdA
Algarve Resiliência Grupo AdP Construção da solução de tomada de 2024-2026 220,0
água no Pomarão_AdA
Algarve Resiliência Grupo AdP Construção da dessalinizadora (EDAM) 2024-2026 110,3
de Albufeira_AdA
Algarve Resiliência Grupo AdP Ampliação da dessalinizadora (EDAM) 2035-2037 28,8
de Albufeira_AdA
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
Algarve Resiliência Municípios Reabilitação da ribeira do Cadouço 2026-2028 1,0
e da ribeira do Carcavai, no concelho
de Loulé
Algarve Resiliência Municípios Estudo integrado de proteção e ges- 2026-2029 3,0
tão do risco de inundação da cidade
de Tavira
Algarve Resiliência Municípios/APA Conservação e reabilitação da rede 2026-2029 2,0
hidrográfica e zonas ribeirinhas do Rio
Arade e afluentes
Algarve Resiliência Municípios/APA/ICNF Renaturalização e recuperação de 2026-2029 1,0
áreas artificializadas nos sistemas
estuarino-lagunares do Algarve
18/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
(em milhões de euros)
Âmbito Investimento
Eixo Promotor Medida Prazo
territorial 2025-2035
Algarve Resiliência Setor agrícola Construção do adutor do Funcho (Sil- 2025-2028 27,0
ves-Lagoa-Portimão) — redundância
do sistema
Algarve Resiliência Setor agrícola Realização do estudo do regime de cau- 2028-2033 0,0
dais ecológicos e definição dos órgãos
para libertação de caudal ecológico na
barragem da Bravura — PDR2020 do
Arade — PRR (em curso)
Algarve Resiliência Setor agrícola Avaliação da viabilidade da construção 2027-2032 0,2
da barragem da Foupana
Algarve Resiliência Setor agrícola Reabilitação das pequenas infraestru- 2028-2033 1,9
turas hidráulicas no Barrocal Algarvio
Algarve Resiliência Setor agrícola Reforço da resiliência do sistema do 2026-2030 A
Barlavento determinar
Norte Eficiência Águas e Energia do Instalação da unidade de produção de 2022-2028 2,0
Porto ApR e construção do sistema adutor
e distribuidor, no concelho do Porto
Norte Eficiência Grupo AdP Reabilitação da ETA de Pousada para 2026 0,5
alargamento do abastecimento à zona
nascente de Baião_AdDP
Norte Eficiência Grupo AdP Reabilitação (beneficiação) da ETA 2026-2027 2,0
Castelo de Paiva_AdDP
Norte Eficiência Grupo AdP Reforço da origem no Douro para a ETA 2029 A
de Castelo de Paiva_AdDP determinar
Norte Eficiência Grupo AdP Estudo do reforço e otimização do sis- 2023-2027 0,0
tema de abastecimento do município
de Mêda_AdVT
Norte Eficiência Grupo AdP Reabilitação da captação e da ETA 2027-2031 0,8
Barca de Alva para fazer face às cres-
centes necessidades_AdVT
Norte Eficiência Grupo AdP Intervenções para reforço da Captação 2028-2029 0,2
de Lumiares e beneficiação da conduta
e ETA_AdNorte
Norte Eficiência Grupo AdP Reabilitação de 5 % das redes em baixa 2024-2035 15,0
dos sistemas urbanos_AdNorte
Norte Eficiência Grupo AdP Reabilitação de 1,5 % das redes em alta 2024-2035 16,0
dos sistemas urbanos_AdNorte
Norte Eficiência Grupo AdP Reabilitação do Reservatório de Jovim_ 2026-2027 2,8
AdDP
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
Norte Eficiência Grupo AdP Reabilitação da ETA do Ferreira (capta- 2028 0,8
ção, silos cal, linha sólida)_AdDP
Norte Eficiência Grupo AdP Otimização da linha de tratamento da 2025-2030 1,9
ETA Vascoveiro com melhoria da efi
ciência hídrica_AdVT
Norte Eficiência Grupo AdP Reabilitação da captação e da ETA 2030-2037 3,5
Santa Maria de Aguiar para redundân-
cia do Sistema do Sabugal_AdVT
Norte Eficiência Grupo AdP Reabilitação e construção de novos 2025-2027 2,8
reservatórios no sistema em baixa_
AdNorte
19/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
(em milhões de euros)
Âmbito Investimento
Eixo Promotor Medida Prazo
territorial 2025-2035
Norte Eficiência Grupo AdP Reforço da captação e sistema adutor 2027-2031 1,2
do Bestança (Cinfães)_AdNorte
Norte Eficiência Grupo AdP Construção e reabilitação do sistema Até 2045 0,9
de abastecimento de Bastelos_AdNorte
Norte Eficiência Grupo AdP Produção de água para reutilização 2024-2040 0,9
(ApR) em ETAR do Grupo AdP
Norte Eficiência Grupo AdP Remodelação de ETA e ampliação de 2025-2026 2,5
reservatórios_AdNorte
Norte Eficiência Grupo AdP Produção de água para reutilização 2024-2040 1,5
(ApR) nas ETAR do Grupo AdP
Norte Eficiência Grupo AdP Reabilitação dos reservatórios de água 2027-2031 1,6
bruta da ETA de Areias de Vilar_AdNorte
Norte Eficiência Grupo AdP Estudo de ampliação da ETA Rabagão 2025-2026 0,1
para abastecimento a Celorico de Basto
e reforço a Fafe e Póvoa de Lanhoso_
AdNorte
Norte Eficiência Grupo AdP Reativação, reabilitação e reforço 2025-2027 0,5
de novas captações subterrâneas_
AdNorte
Norte Eficiência Grupo AdP Beneficiações e otimização dos siste- 2025-2029 16,0
mas de abastecimento de água (mode-
lação hidráulica)_AdNorte
Norte Eficiência Grupo AdP Produção de água para reutilização 2024-2040 4,0
(ApR) em ETAR do Grupo AdP
Norte Eficiência Setor agrícola Modernização do Aproveitamento 2027-2032 6,0
Hidroagrícola do Vale da Vilariça
Norte Eficiência Setor agrícola Conservação/impermeabilização do 2027-2032 7,5
canal condutor principal e reabilitação
de condutas/canais e equip. manobra
e proteção — Aproveitamento Hidroa-
grícola Macedo de Cavaleiros
Norte Eficiência Setor agrícola Modernização do Aproveita- 2027-2032 10,0
mento — reabilitação do canal primá-
rio do Bloco I, rede de aproximação
à parcela do Bloco II — Elaboração
de estudos e projetos tendo em vista
a instalação de contadores indivi
duais — Aproveitamento Hidroagrícola
Veiga de Chaves
Norte Eficiência Setor agrícola Elaboração de projetos e execução de 2027-2032 4,5
reabilitação/modernização de outros
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
aproveitamentos hidroagrícolas do
Grupo III — Vale Madeiro, Temilobos-
-Armamar e Rego do Milho e IV —
regadio Crasto, Tinhela, Gostei, Prada-
-Vinhais
Norte Eficiência Setor agrícola Reabilitação e modernização das infraes 2026-2030 5,6
truturas públicas de rega — Junta de
Agricultores
Norte Eficiência Setor agrícola Melhorias da estação de bombagem 2026-2030 0,1
e do sistema videovigilância, sistema
de telemetria para hidrantes e melhoria
da sede do Aproveitamento Hidroagrí-
cola de Sabariz Cabanelas
20/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
(em milhões de euros)
Âmbito Investimento
Eixo Promotor Medida Prazo
territorial 2025-2035
Norte Eficiência Setor urbano Reabilitação nos sistemas de distri- 2030 120,0
buição e adução de água com vista ao
controlo e redução de perdas (PENSA-
ARP 2030)
Norte Eficiência Setor urbano Reabilitação nos sistemas de distri- 2030 34,4
buição e adução de água com vista ao
controlo e redução de perdas (PENSA-
ARP 2030)
Norte Eficiência Setor urbano Reabilitação nos sistemas de distri- 2030 24,8
buição e adução de água com vista ao
controlo e redução de perdas (PENSA-
ARP 2030)
Norte Resiliência APA Remoção de infraestruturas hidráulicas 2027-2029 3,5
obsoletas — remoção das ensecadeiras
do rio Côa, no concelho de Vila Nova
de Foz Côa
Norte Resiliência APA Planos de Sedimentos nas Bacias 2027-2029 4,7
Hidrográficas do Douro
Tejo/Oeste Resiliência APA Elaboração do plano específico de 2026-2027 0,5
gestão de inertes em domínio hídrico
do rio Tejo
Norte Inteligência Grupo AdP Reabilitação do parque de caudalíme- 2026-2028 1,1
tros_AdDP
Norte Inteligência Grupo AdP Avaliação das disponibilidades hídri- Até 2045 0,0
cas atuais e futuras nas captações
subterrâneas na região da Águas do
Norte_AdNorte
Norte Inteligência Setor agrícola Instalação de equipamentos/tecno- 2026-2030 0,8
logias auxiliares para fornecer água
à produção nas quantidades neces-
sárias (estações meteorológicas, son-
das de humidade do solo e software de
gestão da rega)
Norte Inteligência Setor agrícola Estudar a possibilidade de aprovei- 2026-2030 1,5
tamento da água das hidroelétricas,
nomeadamente da Barragem de Bem-
posta e Miranda do Douro
Norte Inteligência Todos os setores Garantia do cumprimento das medidas 2025-2045 0,4
de governança previstas nas bases do
Plano Regional de Eficiência Hídrica
para a Região de Trás-os-Montes
e Alto Douro
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
Norte Resiliência Águas e Energia do Plano de Valorização e Reabilitação de 2022-2025 3,6
Porto Linhas de Água do Município do Porto
(PVRLA) e desentubamento de linha
de água (Bairro de Pinheiro Torres), no
concelho do Porto
Norte Resiliência Águas e Energia do Substituição de redes de drenagem 2022-2026 9,0
Porto e aplicação de SuDS no concelho do
Porto
Tejo/Oeste Resiliência APA Substituição da passagem para peixes 2027-2029 3,1
no açude de Abrantes, no rio Tejo
Tejo/Oeste Resiliência APA Reabilitação e manutenção dos diques 2030 1,4
do Vale do Tejo
21/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
(em milhões de euros)
Âmbito Investimento
Eixo Promotor Medida Prazo
territorial 2025-2035
Norte Resiliência EDP Estudo de viabilidade técnica de adap- 2025-2029 0,3
tação de órgãos para libertação de cau-
dal ecológico na barragem da Varosa
Norte Resiliência Grupo AdP Estudo do reforço de origens e reservas 2030-2037 2,1
de água superficiais para aumento da
resiliência dos sistemas_AdVT
Norte Resiliência Grupo AdP Interligações dos sistemas em baixa 2025-2030 17,0
aos sistemas em alta da AdNorte
(Metas PENSAARP 2030)_AdNorte
Norte Resiliência Grupo AdP Interligações dos sistemas em baixa 2027-2031 3,0
aos sistemas em alta da AdNorte (Sub-
sistema Rabagão)_AdNorte
Norte Resiliência Grupo AdP Intervenção transversal de desassorea 2025-2045 1,8
mento com aumento do volume dispo-
nível em todas as albufeiras_AdNorte
Norte Resiliência Grupo AdP Estudo das soluções combinadas para 2025-2030 10,0
reforço do subsistema de Ranhados_
AdVT
Norte Resiliência Grupo AdP Execução da ligação entre os siste- 2027-2029 1,3
mas (em alta) de Balsemão e Lumia-
res_AdNorte
Norte Resiliência Grupo AdP Interligação entre infraestruturas para 2025-2026 2,7
garantia da segurança e resiliência do
abastecimento_AdNorte
Norte Resiliência Grupo AdP Interligações dos sistemas em baixa 2027-2031 5,9
para alargamento da cobertura dos
sistemas_AdNorte
Norte Resiliência Grupo AdP Construção de uma nova barragem 2030-2037 25,5
e dos sistema de adução e tratamento
do sistema do Caldeirão_AdVT
Norte Resiliência Grupo AdP Aumento da capacidade armazena- 2027-2029 5,5
mento das Barragens do Pinhão, Vila
Chã, Sambade e Valtorno_AdNorte
Norte Resiliência Municípios Plano Estratégico de Reabilitação de 2026-2028 0,3
Linhas de Água (PERLA) do concelho
de Valongo e de Amarante
Norte Resiliência Municípios Ações de reabilitação da rede hidrográ- 2026-2027 2,0
fica afetada pelos incêndios em 2022,
no concelho de Murça, Vila Real, Carra-
zeda de Ansiães e Mesão Frio
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
Norte Resiliência Municípios Reabilitação e requalificação ambien- 2026-2029 18,0
tal e paisagística de vários rios e ribei-
ras dos concelhos Chaves, Lousada,
Valongo, Arouca, Vila Flor, Mirandela,
Paredes, Santa Maria da Feira, Vila
Nova de Gaia, Alijó
Norte Resiliência Municípios Reabilitação e valorização do rio Neiva 2026-2027 1,7
nos concelhos de Esposende e Viana
do Castelo, utilizando métodos de
engenharia natural
Norte Resiliência Municípios Reabilitação das margens do rio Lima, 2027-2029 2,5
do rio Vez e valorização do rio Vade, uti-
lizando métodos de engenharia natural
22/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
(em milhões de euros)
Âmbito Investimento
Eixo Promotor Medida Prazo
territorial 2025-2035
Norte Resiliência Municípios Reabilitação da rede hidrográfica do 2026-2029 1,6
rio Coura, utilizando métodos de enge-
nharia natural
Norte Resiliência Municípios Reabilitação e valorização das margens 2025-2027 5,0
do rio Leça e principais afluentes, utili-
zando métodos de engenharia natural
Norte Resiliência Municípios Recuperação e valorização da bacia 2026-2029 11,7
hidrográfica do Ave, utilizando métodos
de engenharia natural
Norte Resiliência Municípios Recuperação e valorização da bacia 2026-2029 15,3
hidrográfica do Cávado, utilizando
métodos de engenharia natural
Norte Resiliência Municípios/APA Intervenções de reabilitação e requali- 2024-2029 21,2
ficação ambiental da rede hidrográfica
da bacia do Douro nos concelhos de
Miranda do Douro, Macedo de Cava-
leiros, Santa Marta de Penaguião,
Valongo, Celorico de Basto, Mesão Frio,
Vimioso, Amarante, Felgueiras, Guarda,
Cabeceiras de Basto
Norte Resiliência Setor agrícola Implementação do Programa Nacio- 2025-2027 100,0
nal de Regadio (2019) — Figueira de
Castelo Rodrigo (Barragem Sta. Maria
Aguiar), AH Moimenta da Beira (Nave),
Parada e Coelhoso, Serrinha-Navalho,
Côa (Sr.ª de Monforte e Pêro Martins),
Coriscada, Vale da Vilariça — Vilarelhos
Norte Resiliência Setor agrícola Construção do bloco de Vale Pereiro 2027-2032 0,5
do Aproveitamento Hidroagrícola Vale
Madeiro
Norte Resiliência Setor agrícola Construção da estação elevatória para 2026-2030 7,5
captar água do rio Sabor para bloco
norte do Aproveitamento Hidroagrícola
do Vale da Vilariça — estudo prévio/
projeto de execução (ABVV) e esta-
ção elevatória para captar água do rio
Rabaçal para as explorações agrícolas
(CMValpaços)
Norte Resiliência Setor agrícola Construção de novas barragens com 2025-2028 82,0
candidaturas aprovadas no 2.º aviso
do PNReg e financiadas. Aumento dos
volumes armazenados e áreas bene-
ficiadas com aptidão para o regadio.
Barragem da Boavista — Moimenta da
Beira; ampliação do bloco norte da Vila-
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
riça — Vila Flor; alteamento da barragem
da Burga e construção da barragem do
Cerejal — Alfândega da Fé; barragem
das Maceiras — Valpaços; barragem
da Veiga — Carrazeda de Ansiães; bar-
ragem de Santulhão — Vimioso
Norte Resiliência Setor agrícola Aproveitamento Hidroagrícola do 2027-2032 62,5
Fresno — Miranda do Douro;
construção da barragem da ribeira da
Laça (Bragança) para reforço do bloco
norte do Aproveitamento Hidroagrícola
do Vale da Vilariça (resulta do estudo
prévio e EIA financiado pelo PDR2020)
23/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
(em milhões de euros)
Âmbito Investimento
Eixo Promotor Medida Prazo
territorial 2025-2035
Tejo/Oeste Eficiência CM Lisboa Utilização de água para reutilização 2022-2027 6,0
(ApR) para rega de espaços verdes
Tejo/Oeste Eficiência Grupo AdP Reabilitação das captações junto ao 2025-2031 2,3
Zêzere (Belmonte) e introdução de pro-
cessos de tratamento complementa-
res_AdVT
Tejo/Oeste Eficiência Grupo AdP Beneficiação e reabilitação das linhas 2030-2037 17,0
de tratamento das ETA da Meimoa,
Santa Águeda e Póvoa_AdVT
Tejo/Oeste Eficiência Grupo AdP Reforço do sistema do Médio-Tejo 2030-2035 16,0
Norte para permitir o abastecimento
(a partir de Castelo do Bode) da região
centro litoral_EPAL
Tejo/Oeste Eficiência Grupo AdP Reforço da capacidade das captações 2030-2035 2,3
do polo das Lezírias_EPAL
Tejo/Oeste Eficiência Grupo AdP Reforço da conduta das Lezírias para 2030-2035 5,0
abastecer uma possível ligação ao
novo aeroporto de Lisboa_EPAL
Tejo/Oeste Eficiência Grupo AdP Reforço do subsistema do Tejo (cap- 2030-2035 28,0
tação de Valada-Tejo e ETA de Vale da
Pedra)_EPAL
Tejo/Oeste Eficiência Grupo AdP Reabilitação das captações subterrâ- 2030-2035 5,0
neas dos Polos de Valadas, Carregado
e Espadanal_EPAL
Tejo/Oeste Eficiência Grupo AdP Reabilitação do aqueduto Tejo, 2030-2035 22,0
a jusante de Vila Franca de Xira_EPAL
Tejo/Oeste Eficiência Grupo AdP Produção de água para reutilização 2024-2040 24,7
(ApR) na ETAR do Grupo AdP
Tejo/Oeste Eficiência Privados Utilização de água para reutilização 2022-2027 1,2
(ApR) para fins industriais
Tejo/Oeste Eficiência Setor agrícola Produção de água para reutilização 2027-2032 2,0
(ApR) na ETAR Alcabrichel
Tejo/Oeste Eficiência Setor agrícola Modernização do Aproveitamento 2026-2030 10,0
Hidroagrícola do Divor
Tejo/Oeste Eficiência Setor agrícola Modernização do Aproveitamento 2027-2032 7,0
Hidroagrícola de Loures (utilização de
ApR — Frielas)
Tejo/Oeste Eficiência Setor agrícola Modernização do Aproveitamento 2027-2032 47,0
Hidroagrícola da Idanha
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
Tejo/Oeste Eficiência Setor agrícola Modernização do Aproveitamento 2026-2030 2,0
Hidroagrícola da Lezíria Grande (con-
celhos de Alenquer, Azambuja, Bena-
vente, Chamusca, Coruche, Salvaterra
de Magos e Vila Franca de Xira)
Tejo/Oeste Eficiência Setor agrícola Modernização e reabilitação dos Apro- 2027-2032 49,0
veitamentos Hidroagrícolas do Vale do
Sorraia (concelhos de Alter do Chão,
Avis, Coruche, Ponte de Sor e Mora)
Tejo/Oeste Eficiência Setor agrícola Modernização do Aproveitamento 2026-2030 7,0
Hidroagrícola do Cela (concelhos de
Alcobaça e Porto de Mós)
24/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
(em milhões de euros)
Âmbito Investimento
Eixo Promotor Medida Prazo
territorial 2025-2035
Tejo/Oeste Eficiência Setor agrícola Reabilitação do Aproveitamento Hidroa 2026-2030 1,0
grícola de Alvorninha, nos concelhos de
Caldas da Rainha, Alcobaça e Nazaré
Tejo/Oeste Eficiência Setor agrícola Reabilitação do Aproveitamento Hidroa 2026-2030 0,8
grícola do Carril (concelhos de Tomar
e Ferreira do Zêzere)
Tejo/Oeste Eficiência Setor agrícola Modernização do Aproveitamento Hidroa 2026-2030 13,0
grícola de Alvega (concelhos de Abrantes,
Constância, Gavião, Mação e Sardoal)
Tejo/Oeste Eficiência Setor agrícola Reabilitação e modernização das redes 2026-2030 16,0
primária e secundária de rega da Lezíria
Norte — fase i, ii, iii, iv e reabilitação
e modernização da bombagem com-
plementar e da tomada de água do
Conchoso e das redes secundárias de
rega dos blocos i, ii e iii do Aproveita-
mento hidroelétrico da Lezíria Grande
de Vila Franca de Xira
Tejo/Oeste Eficiência Setor agrícola Reabilitação e modernização do 2027-2032 20,0
1.º troço CCG, outros canais, E. Filtr.
e bloco da Meimoa — Aproveitamento
Hidroagrícola Cova da Beira
Tejo/Oeste Eficiência Setor urbano Reabilitação nos sistemas de distri- 2030 191,6
buição e adução de água com vista ao
controlo e redução de perdas (PENSA-
ARP 2030)
Tejo/Oeste Resiliência APA Empreitada de defesa da margem 2030 7,8
direita e da margem esquerda com
reparação de rombos no rio Tejo (Porto
de Muge Cartaxo, concelho da Golegã
e Chamusca, em frente à obra dos tra-
vessões no leito do Tejo e a jusante do
açude de Abrantes)
Tejo/Oeste Inteligência Grupo AdP Garantia da capacidade disponível 2025-2030 0,0
das infraestruturas da EPAL, para um
eventual uso por outros setores, até ao
limite da sua capacidade_EPAL
Tejo/Oeste Resiliência A determinar Estudo para a construção da barragem 2025-2035 70,0
do Alvito (Ocreza)
Tejo/Oeste Resiliência A determinar Estudo para a construção do sistema 2025-2035 50,0
reversível entre Fratel, Pracana e Alvito,
com constituição de empreendimento
de fins múltiplos
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
Vouga, Mondego E Lis Resiliência APA Aproveitamento Hidráulico do Mon- 2026-2029 21,9
dego — regularização do rio Pranto,
do rio Ega, do rio Foja e da Ribeira de
Ançã e Vala de Vale Travesso
Vouga, Mondego E Lis Resiliência APA Gestão de cheias do Mondego 2026-2029 6,7
Vouga, Mondego E Lis Resiliência APA Reabilitação de diques — bacia hidro- 2027-2029 4,4
gráfica do Vouga, nas áreas de risco
potencial significativo de inundações
Nacionais Eficiência APA Integração do Programa Nacional para 2026-2027 0,3
o Uso Eficiente da Água (PNUEA) no
Plano Nacional da Água garantindo
uma abordagem mais integrada
25/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
(em milhões de euros)
Âmbito Investimento
Eixo Promotor Medida Prazo
territorial 2025-2035
Tejo/Oeste Resiliência EDP Estudo da viabilidade técnica de adap- 2027-2033 0,7
tação de órgãos para libertação de cau-
dal ecológico na barragem de Santa
Luzia
Tejo/Oeste Resiliência Grupo AdP Reforço do subsistema Centro do Oeste 2027-2030 14,9
com acréscimo da oferta e resiliência
dos sistemas_EPAL
Tejo/Oeste Resiliência Grupo AdP Criação de interligação (em regime 2030-2035 10,0
reversível) do subsistema de Castelo do
Bode com o subsistema do rio Fundeiro
para permitir a resiliência do subsis-
tema do Médio Tejo nas situações de
paragem da ETA da Asseiceira. Uma
vez que se trata de sistema de escoa
mento reversível, o mesmo permitirá
abastecer o subsistema do rio Fundeiro
a partir do subsistema de Castelo do
Bode_EPAL
Tejo/Oeste Resiliência Grupo AdP Criação de ligação alternativa e redun- 2030-2035 10,0
dante à atual captação do Castelo do
Bode_EPAL
Tejo/Oeste Resiliência Grupo AdP Construção de ligação entre os subsis- 2030-2035 15,0
temas de Castelo do Bode e da margem
sul do Rio Tejo_AdVT
Tejo/Oeste Resiliência Grupo AdP Reabilitação da interligação dos sis- 2030-2035 9,0
temas do Tejo e Castelo do Bode ao
Alviela_EPAL
Tejo/Oeste Resiliência Grupo AdP Reabilitação da captação dos Olhos de 2030-2035 16,0
Água; construção de ETA e conduta;
utilização do canal do Alviela_AdVT
Tejo/Oeste Resiliência Grupo AdP Estudo da viabilidade técnica de 2027-2033 0,4
adaptação de órgãos para libertação
de caudal ecológico na barragem da
Marateca_AdVT
Tejo/Oeste Resiliência Municípios Estudo da viabilidade da construção 2025-2030 30,0
de novas barragens Ribeira das Cortes
Tejo/Oeste Resiliência Municípios Reabilitação da passagem para peixes 2027-2030 0,7
do açude de Coruche no rio Sorraia
Tejo/Oeste Resiliência Municípios Garantir a transponibilidade do açude 2026-2033 0,3
junto ao Parque Ribeirinho de Bena-
vente para a fauna piscícola
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
Tejo/Oeste Resiliência Municípios Plano de ação para a reposição da con- 2025-2029 0,8
tinuidade fluvial no rio Alviela
Tejo/Oeste Resiliência Municípios Requalificação da antiga central hidroe 2029-2029 2,2
létrica do Mouchão Parque e instalação
de uma passagem para peixes migra-
dores, no concelho de Santarém
Tejo/Oeste Resiliência Municípios Reabilitação da rede hidrográfica dos 2024-2033 19,9
rios Alcoa e Baça, do rio Grande, do rio
Alenquer, da ribeira do Açafal, do rio
Unhais — zona do Cabecinho, da ribeira
de Pêra, da ribeira de Seiça, troço regu-
larizado do rio Alcoa e troço a troço até
à foz do rio Alviela
26/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
(em milhões de euros)
Âmbito Investimento
Eixo Promotor Medida Prazo
territorial 2025-2035
Tejo/Oeste Resiliência Municípios Estudo da viabilidade técnica de 2027-2033 1,4
adaptação de órgãos para libertação
de caudal ecológico na barragem da
Apartadura e de São Domingos
Tejo/Oeste Resiliência Municípios/APA Restauro fluvial do rio Zêzere, do rio 2027-2033 11,0
Sorraia e do rio Ponsul
Tejo/Oeste Resiliência Municípios/APA Requalificação e renaturalização da 2023-2030 15,3
ribeira de Sassoeiros; regularização
da ribeira da Salgueirinha; requalifica-
ção do rio Almansor e requalificação
da caldeira do Moinho Grande — Albur-
rica — Barreiro
Tejo/Oeste Resiliência Municípios/APA Empreitada de regularização da ribeira 2025-2029 24,6
de Algés
Tejo/Oeste Resiliência Municípios/APA Reabilitação e valorização do rio Lisan- 2025-2027 3,5
dro no concelho de Mafra e renatura-
lização da área envolvente ao ribeiro
dos Carvalhos e à ribeira de Algares,
Projeto Couros — Alcanena
Tejo/Oeste Resiliência Municípios/APA Reabilitação da rede hidrográfica 2026-2029 7,2
para minimizar riscos de inundação
e reparação de danos provocados
pelas cheias e inundações em Tomar,
Sousel e Loures
Tejo/Oeste Resiliência Municípios/APA Estabilização de emergência decor- 2024-2026 3,4
rente dos danos pós-incêndios rurais
registados no mês de agosto 2022 em
Ansião, Alvaiázere, Ourém, Belmonte,
Manteigas e Covilhã
Tejo/Oeste Resiliência Setor agrícola Projeto Valorização Agrícola dos 2028-2030 1 350,0
Recursos Hídricos — Vale do Tejo
e Oeste (possibilidade de articulação
com o Projeto Alviela XXI)
Tejo/Oeste Resiliência Setor agrícola Aumento do armazenamento da bar- 2025-2033 30,0
ragem da Meimoa e estudo da viabi-
lidade da reversibilidade do sistema
hidroelétrico
Tejo/Oeste Resiliência Setor agrícola Estudo para o aumento do armaze- 2026-2030 6,0
namento da barragem Marechal Car-
mona/Idanha — alteamento
Tejo/Oeste Resiliência Setor agrícola Implementação do Programa Nacio- 2025-2028 33,0
nal de Regadio — (2019) — Regadios
Maiorga, Gardunha Sul — Bloco Mara-
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
teca (suportado na barragem de Santa
Águeda)
Tejo/Oeste Resiliência Setor agrícola Constituição do Aproveitamento Hidroa 2026-2030 5,3
grícola Vale Sizandro (587 ha) — aguas
superficiais e APR
Tejo/Oeste Resiliência Setor agrícola Estudo de viabilidade da reabilitação 2027-2035 60,0
das barragens da cascata da Ribeira de
Nisa (com a constituição do Empreendi-
mento de Fins Múltiplos do Médio Tejo)
Tejo/Oeste Resiliência Setor agrícola Estudo de viabilidade da ligação das 2030-2040 100,0
bacias do Tejo e do Guadiana — cap-
tação rio Tejo
27/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
(em milhões de euros)
Âmbito Investimento
Eixo Promotor Medida Prazo
territorial 2025-2035
Tejo/Oeste Resiliência Setor agrícola Estudo para a criação do Aproveita- 2027-2032 8,0
mento Hidroagrícola Fargela e sua
integração com a gestão do Aprovei-
tamento Hidroagrícola Divor (tem DIA
caducada)
Tejo/Oeste Resiliência Setor urbano Construção do Aproveitamento Hidroa 2025-2028 220,0
grícola do Crato
Tejo/Oeste Resiliência Setor agrícola Estudo da viabilidade técnica de adap- 2026-2030 4,2
tação de órgãos para libertação de cau-
dal ecológico na barragem da Alvorni-
nha, da Capinha, de Meimoa, da Idanha,
da Magueija, do Divor, da Toulica, do
Maranhão, de Montargil e de Magos
Tejo/Oeste Resiliência Setor agrícola Estudo da viabilidade técnica de 2026-2030 0,8
adaptação de órgãos para libertação
de caudal ecológico na barragem de
Cabido/Cristãos Novos, Condes (Sou-
sel), da Freixeirinha, de Venda Velha,
Jorge Bastos, Vale de Cobrão/Malhada
Alta e açude de Monte da Barca/Vale
de Poços
Tejo/Oeste Resiliência Setor agrícola Estudo da eficácia do regime de cau- 2026-2030 0,5
dais ecológicos das barragens da
Pouca Roupa, do Açafal, do Carril, de
Veiros e dos Minutos
Vouga, Mondego e Lis Eficiência Grupo AdP Reforço da segurança e eficiência dos sis- 2024-2025 14,1
temas de abastecimento (1.ª fase)_AdCL
Vouga, Mondego e Lis Eficiência Grupo AdP Reforço da segurança e eficiência dos sis- 2025-2030 22,6
temas de abastecimento (2.ª fase)_AdCL
Vouga, Mondego e Lis Eficiência Grupo AdP Eficiência hídrica: captação, reserva 2023-2033 21,8
e controlo de redes_AdRA
Vouga, Mondego E Lis Eficiência Grupo AdP Reabilitação e adaptação do açude de 2027-2035 5,6
Ferrarias e de outros açudes existentes
ao longo do rio Mondego_AdVT
Vouga, Mondego E Lis Eficiência Grupo AdP Reabilitação e beneficiação de reserva- 2025-2030 11,5
tórios da Águas do Centro Litoral_AdCL
Vouga, Mondego E Lis Eficiência Grupo AdP Produção de água para reutilização 2024-2040 3,0
(ApR) na ETAR do Grupo AdP
Vouga, Mondego E Lis Eficiência Grupo AdP Integração de infraestruturas munici- 2028 0,2
pais no Sistema Multimunicipal (cap-
tação e ETA de Folques)_AdCL
Vouga, Mondego E Lis Eficiência Grupo AdP Renovação das redes de abasteci- 2023-2033 4,8
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
mento de Água_AdRA
Vouga, Mondego E Lis Eficiência Municípios Produção de água para reutilização 2025-2026 1,3
(ApR) na ETAR de Nelas III, no conce-
lho de Nelas
Vouga, Mondego E Lis Eficiência Municípios Produção de água para reutilização 2025-2027 1,3
(ApR) ETAR Poente, no concelho de
Mangualde
Vouga, Mondego E Lis Eficiência Municípios/APA Intervenções de emergência para mini- 2027 1,2
mizar o impacte da seca e da escas-
sez de água, no concelho de Penalva
do Castelo, Oliveira de Frades, São
Pedro do Sul, Sátão, Viseu, Mangualde
e Aguiar da Beira
28/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
(em milhões de euros)
Âmbito Investimento
Eixo Promotor Medida Prazo
territorial 2025-2035
Vouga, Mondego E Lis Eficiência Setor agrícola Modernização do Aproveitamento 2026-2030 56,0
Hidroagrícola do Baixo Mondego
Vouga, Mondego E Lis Eficiência Setor agrícola Aproveitamento Hidroagrícola do Baixo 2026-2030 26,0
Mondego — empreitada de construção
e de fornecimento de equipamentos
para emparcelamento rural, integral
do Campo do Conde e obras comple-
mentares
Vouga, Mondego E Lis Eficiência Setor agrícola Modernização do Aproveitamento 2026-2030 15,0
Hidroagrícola do Vale do Lis — Barosa,
Ruivaqueira, V. Marinha Sub-Bloco 2
Vouga, Mondego E Lis Eficiência Setor urbano Reabilitação nos sistemas de distri- 2030 106,8
buição e adução de água com vista ao
controlo e redução de perdas (PENSA-
ARP 2030)
Nacionais Inteligência APA Aumento da monitorização da quanti- 2025-2030 30,0
dade e qualidade dos recursos hídricos
Nacionais Inteligência APA Capacitação da autoridade competente 2025-2030 10,0
e reforço da fiscalização de captações
e situações ilegais nos recursos hídri-
cos
Nacionais Inteligência APA Elaboração dos planos de gestão de 2026-2029 0,8
seca e escassez por região hidrográfica
Vouga, Mondego e Lis Resiliência Energia/ setor agrícola Estudo para avaliar a viabilidade da 2026-2037 35,0
construção do novo Empreendimento
de Fins Múltiplos de Girabolhos
Vouga, Mondego e Lis Resiliência Grupo AdP Construção da conduta para ligação 2025-2027 6,4
do sistema da EDP à ETA Senhora do
Desterro_AdVT
Vouga, Mondego e Lis Resiliência Grupo AdP Ampliação das redes de abastecimento 2023-2033 7,5
de água_AdRA
Vouga, Mondego e Lis Resiliência Grupo AdP Construção de interligações no sistema 2030-2037 3,6
em alta para aumento da flexibilidade
e resiliência dos sistemas_AdVT
Vouga, Mondego e Lis Resiliência Grupo AdP Reforço do abastecimento de água 2026-2029 100,0
aos municípios da região de Viseu
e construção da nova barragem de
Fagilde_AdDP
Vouga, Mondego E Lis Resiliência Municípios/APA Ações de reabilitação da rede hidro- 2022-2026 10,8
gráfica nos concelhos afetados pelos
incêndios de 2022, no concelho de
Celorico da Beira, Gouveia, Guarda,
Carregal do Sal, Mangualde, Nelas,
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
Penalva do Castelo, Oliveira do Hospi-
tal, Sátão, Seia, Tábua, Águeda, Alber-
garia-a-Velha, Aveiro, Castro Daire, São
Pedro do Sul, Sever do Vouga
Vouga, Mondego e Lis Resiliência Municípios/APA Intervenções de reabilitação e requali- 2024-2027 6,5
ficação ambiental da rede hidrográfica
da bacia do Lis
Vouga, Mondego e Lis Resiliência Municípios/APA Intervenções de reabilitação e requali- 2023-2030 23,9
ficação ambiental da rede hidrográfica
da bacia do Mondego
Vouga, Mondego e Lis Resiliência Municípios/APA Intervenções de reabilitação e requali- 2023-2029 15,4
ficação ambiental da rede hidrográfica
da bacia do Vouga
29/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
(em milhões de euros)
Âmbito Investimento
Eixo Promotor Medida Prazo
territorial 2025-2035
Vouga, Mondego e Lis Resiliência Setor agrícola Execução do Programa Nacional de 2025-2028 5,0
Regadio (2019) — Mortágua: Bloco da
Macieira
Vouga, Mondego e Lis Resiliência Setor agrícola Reabilitação da barragem do Lapão — 2026-2030 5,3
Mortágua
Vouga, Mondego e Lis Resiliência Setor agrícola/ambiente Construção do Sistema Primário de 2026 50,0
Defesa do Baixo Vouga Lagunar
Nacionais Inteligência APA Criação do estatuto de «grande utiliza- 2027 0,1
dor de água» com obrigações especiais
de reporte e eficiência
Nacionais Inteligência ADENE Integração da eficiência hídrica em 2025-2027 NA
projetos de nova construção e de rea-
bilitação de edifícios através de normas
legislativas (Revisão do Regulamento
Geral dos Sistemas Públicos e Prediais
de Distribuição de Água e de Drenagem
de Águas Residuais)
Nacionais Inteligência APA Reforço do sistema de vigilância 2022-2027 0,1
e alerta de recursos hídricos
Nacionais Inteligência APA Levantamento LiDAR topobatimétrico 2025-2027 1,5
das ARPSI e elaboração de cartografia
de áreas inundáveis e dos riscos de
inundações
Nacionais Inteligência APA Implementação de modelos de previ- 2022-2027 0,2
são hidrológica
Nacionais Inteligência APA Revisão/atualização do sistema de 2026-2029 2,0
informação dos recursos hídricos
Nacionais Inteligência APA Implementar novas funcionalidades 2025-2030 1,5
que promovam o reporte e a avaliação
dos dados de autocontrolo no SILIAMB
Nacionais Inteligência APA Aplicação para dispositivos móveis 2025-2035 2,0
para comunicação do autocontrolo na
plataforma de licenciamento
Nacionais Inteligência APA Ferramentas de IA na sistematização 2026-2035 2,0
da informação
Nacionais Resiliência APA Atualização do inventário das pressões 2024-2026 0,5
hidromorfológicas e identificação das
barreiras artificiais obsoletas
Nacionais Resiliência APA Avaliação da necessidade e do modo 2024-2027 0,3
de funcionamento das passagens para
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
peixes nas barragens e açudes
Nacionais Resiliência APA PRO~RIOS 2030 — Plano de Ação para 2023-2027 50,0
o Restauro e Revitalização de Rios
e Ribeiras prevendo medidas e inter-
venções nas várias regiões hidrográ-
ficas
Nacionais Resiliência APA Promoção da proteção e controlo das 2026-2029 1,0
áreas de recarga das águas subterrâ-
neas
Nacionais Resiliência APA Prevenir ou controlar os impactes 2026-2029 0,5
negativos das espécies exóticas inva-
soras e introdução de pragas
30/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
(em milhões de euros)
Âmbito Investimento
Eixo Promotor Medida Prazo
territorial 2025-2035
Nacionais Resiliência APA Programa de restauro ecológico de 2025-2035 20,0
zonas húmidas, incluindo sítios Ramsar
Algarve Resiliência APA Estudo da viabilidade da construção da 2025-2026 0,3
barragem do Alportel — para utilização
do setor agrícola e controlo de cheias
de Tavira (RCM 80/2024)
Nacionais Inteligência Entidades responsá- Implementação do Regulamento de 2028-2030 40,0
veis pela exploração Segurança de Barragens nas barra-
gens associadas aos aproveitamentos
hidráulicos — nos aspetos de controlo
de segurança estrutural, hidráulico-
-operacional e ambiental
Nacionais Inteligência ERSAR Revisão dos tarifários no setor urbano - NA
Nacionais Inteligência Grupo AdP Implementação dos perímetros de pro- 2025-2030 1,5
teção de origens de água
Nacionais Inteligência Setor agrícola Reforço das atribuições da Autoridade 2027-2029 -
Nacional do Regadio (alteração do
modelo institucional)
Nacionais Inteligência Setor agrícola Revisão do Regime Jurídico das 2025-2027 -
Obras de Aproveitamento Hidroagrí-
cola — RJOAH (DL n.º 269/82, de 10 de
julho, e legislação conexa)
Nacionais Inteligência Setor agrícola Revisão e adequação do regime tari- 2025-2028 1,0
fário associado aos aproveitamentos
hidroagrícolas
Nacionais Inteligência Setor agrícola Reforço das atribuições do Conse- 2025-2029 -
lho Nacional do Regadio (Portaria
n.º 919/2009, de 18 de agosto)
Nacionais Inteligência Setor agrícola Agregação de aproveitamentos hidroa- 2028-2033 -
grícolas e constituição de novos agru-
pamentos hidroagrícolas
Nacionais Inteligência Setor agrícola Implementar o Programa de Manutenção 2028-2033 15,0
e Conservação, PEI, PES, PO nas barra-
gens associadas aos AH GRUPO I e II —
Regulamento de Segurança de Barra-
gens
Nacionais Inteligência Setor agrícola Elaboração do estudo sobre o impacto 2028-2033 0,1
ecológico e económico dos açudes
e pequenas barragens atendendo às
características hidrológicas e ao cená-
rio de mudanças climáticas
Nacionais Inteligência Setor agrícola Sistema Nacional de Informação do 2028-2033 2,5
Solo — atualização das vulnerabilida-
des associadas ao uso do solo e iden-
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
tificação de medidas de salvaguarda
(erosão, biodiversidade, água no solo,
etc.)
Nacionais Inteligência Setor agrícola Programa «Rega Certa» 2025-2035 10,0
Nacionais Inteligência Todos os setores Programa de Ação para a Digitalização 2025-2035 50,0
Integral do Ciclo da Água
Nacionais Inteligência Todos os setores Realização de campanhas de sensi- 2023-2027 20,0
bilização para a necessidade do uso
eficiente e sustentável da água pelos
vários setores
Nacionais Inteligência Todos os setores Programa nacional de recolha automa- 2025-2030 5,0
tizada de dados de consumo
31/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
(em milhões de euros)
Âmbito Investimento
Eixo Promotor Medida Prazo
territorial 2025-2035
Nacionais Inteligência Todos os setores Articulação de plataformas setoriais 2028-2032 1,0
com os sistemas da APA
Norte Inteligência APA Constituição do Empreendimento de 2025-2035 15,0
Fins Múltiplos da Barragem do Baixo
Sabor e Foz Tua
Norte Inteligência APA Constituição do Empreendimento de 2026-2030 18,8
Fins Múltiplos do Tâmega (Gouvães)
Tejo/Oeste Inteligência APA Constituição do Empreendimento de 2026-2028 NA
Fins Múltiplos (EFM) da Barragem do
Cabril (articulação com os aprovei-
tamentos existentes na cascata do
Zêzere)
Nacionais Inteligência APA Reforço do licenciamento e do regime 2022-2027 NA
económico e financeiro dos recursos
hídricos
Nacionais Inteligência APA Revisão da Lei da Água 2025-2029 NA
Nacionais Resiliência APA/entidades res- Estudo para a definição e implementa- 2023-2027 0,3
ponsáveis pela explo- ção dos caudais ecológicos nas barra-
ração gens a nível nacional
Nacionais Resiliência ICNF/APA Articulação com o Plano Nacional de 2025-2027 0,8
Restauro da Natureza
Nacionais Inteligência APA Revisão do Decreto-Lei n.º 97/2008 2025-2027 NA
para melhor adequação ao combate
à escassez hídrica considerando as
conclusões do estudo realizado sobre
a fiscalidade verde
Nacionais Resiliência Setor agrícola Programa de apoio à construção de 2025-2035 250,0
charcas, reservatórios e pequenas
barragens privadas
1
Volumes médios nacionais anuais em regime modificado; período histórico 1989-2015.
I
Volumes consumptivos por setor e por RH — Fontes: (a) Urbano, indústria e pecuária, APA, 3.º ciclo PGRH; agricultura,
EDIA/DGADR 2024. Exclui hidroeletricidade.
(a) Média dos volumes anuais captados para consumo pelo setor urbano, pecuária, indústria (dados 3.º ciclo PGRH, APA)
e agricultura (dados DGADR) em 2021-2023.
Fontes: (a) Urbano, indústria e pecuária, APA, 3.º ciclo PGRH; Agricultura, EDIA/DGADR 2024. Exclui hidroeletricidade.
O índice de escassez (WEI+) representa o balanço entre a disponibilidade e o consumo. Fonte: WEI+ atual, PGRH do 3.º ciclo,
2
APA, 2024. Os valores do WEI+ serão sujeitos a avaliação e atualização periódicas, conforme previsto no n.º 7 da Resolução do
Conselho de Ministros n.º 62/2024, de 3 de abril.
Resolução do Conselho de Ministros n.º 133/2026
3
Os valores do WEI+ serão sujeitos a avaliação e atualização periódicas, conforme previsto no n.º 7 da Resolução do
Conselho de Ministros n.º 62/2024, de 3 de abril.
4
Barragens com altura superior a 15 metros ou armazenamento superior a 1 hm3.
119948844
32/32
1.ª série
N.º 120
24-06-2026
PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS