Diário da República, 1.ª série
Resolução da Assembleia da República n.º 222/2019
- Data
- 2019-11-07
- Tipo
- Resolução da Assembleia da República
- Emitente
- ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
Texto integral (19 407 palavras)
Resolução da Assembleia da República n.º 222/2019
Sumário: Aprova o Acordo sobre Serviços Aéreos entre a República Portuguesa e a República da
Coreia, assinado em Seul, em 25 de maio de 2018.
Aprova o Acordo sobre Serviços Aéreos entre a República Portuguesa e a República
da Coreia, assinado em Seul em 25 de maio de 2018
A Assembleia da República resolve, nos termos da alínea i) do artigo 161.º e do n.º 5 do ar-
tigo 166.º da Constituição, aprovar o Acordo sobre Serviços Aéreos entre a República Portuguesa
e a República da Coreia, assinado em Seul em 25 de maio de 2018, cujo texto, nas versões au-
tenticadas nas línguas portuguesa, coreana e inglesa, se publica em anexo.
Aprovada em 21 de junho de 2019.
O Presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues.
ACORDO SOBRE SERVIÇOS AÉREOS ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DA COREIA
A República Portuguesa e a República da Coreia (doravante designadas «as Partes»):
Sendo Partes da Convenção sobre Aviação Civil Internacional, aberta à assinatura em Chicago
a 7 de dezembro de 1944;
Desejando contribuir para o progresso da aviação civil internacional;
Desejando organizar, de uma forma segura e ordenada, serviços aéreos internacionais e
promover, o mais amplamente possível, a cooperação internacional no âmbito de tais serviços; e
Desejando concluir um acordo, com o objetivo de estabelecer e explorar serviços aéreos entre
e para além dos seus territórios;
acordam o seguinte:
Artigo 1.º
Definições
1 — Para efeitos deste Acordo entende-se por:
a) «Convenção», a Convenção sobre Aviação Civil Internacional, aberta à assinatura em
Chicago a 7 de dezembro de 1944, e inclui qualquer anexo adotado ao abrigo do artigo 90.º da
referida Convenção e qualquer emenda aos anexos ou à Convenção, ao abrigo dos seus arti-
gos 90.º e 94.º, na medida em que esses anexos e emendas tenham sido adotados por ambas
as Partes;
b) «Tratados UE», o Tratado da União Europeia e o Tratado sobre o Funcionamento da União
Europeia;
c) «Autoridades aeronáuticas», no caso da República Portuguesa, a Autoridade Nacional da
Aviação Civil (ANAC), e, no caso da República da Coreia, o Ministério do Território, Infraestruturas
e Transporte (MOLIT) ou, em ambos os casos, qualquer pessoa ou organismo autorizado a de-
sempenhar as funções atualmente exercidas pelas referidas autoridades;
d) «Empresa designada», qualquer empresa de transporte aéreo designada e autorizada em
conformidade com o artigo 3.º deste Acordo;
e) «Território», em relação a um Estado que tem o significado que lhe é atribuído no artigo 2.º
da Convenção;
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f) «Serviço aéreo», «serviço aéreo internacional», «empresa de transporte aéreo» e «escala
para fins não comerciais» que têm os significados que lhes são atribuídos, respetivamente, no
artigo 96.º da Convenção;
g) «Serviços aéreos acordados», serviços aéreos internacionais regulares nas rotas espe-
cificadas, para o transporte de passageiros, bagagem, carga e correio, separadamente ou em
combinação;
h) «Rotas especificadas», as rotas estabelecidas no anexo deste Acordo;
i) «Capacidade», em relação a uma aeronave, a carga útil dessa aeronave disponível numa
rota ou secção da rota e, em relação a um serviço aéreo acordado, a capacidade da aeronave
utilizada nesses serviços aéreos, multiplicada pelas frequências operadas por essa aeronave num
determinado período numa rota ou secção da rota;
j) «Tarifa», o preço a pagar pelo transporte de passageiros, bagagem ou carga, bem como
as condições que regem a aplicação desses preços, incluindo preços e condições referentes aos
serviços de agência e outros serviços auxiliares, mas excluindo remuneração ou condições para
o transporte de correio;
k) «Taxa de utilização», a taxa aplicada às empresas de transporte aéreo pelas autoridades
competentes, ou por estas autorizada para a provisão de terrenos ou instalações aeroportuários,
ou de instalações de navegação aérea, ou instalações ou serviços de segurança da aviação civil,
incluindo os serviços e instalações conexas para as aeronaves, suas tripulações, passageiros e
carga;
l) «Anexo», o anexo deste Acordo, incluindo o Quadro de Rotas e quaisquer cláusulas ou
notas que constem desse anexo, ou emendado nos termos do artigo 20.º deste Acordo. O anexo
é considerado parte integrante deste Acordo e todas as referências ao Acordo deverão incluir re-
ferências ao anexo, salvo disposição em contrário;
m) «Estados-Membros da Associação Europeia de Livre Comércio», a República da Islândia,
o Principado de Liechtenstein e o Reino da Noruega (sendo Partes do Acordo do Espaço Econó-
mico Europeu) e a Confederação Suíça (ao abrigo do Acordo entre a Comunidade Europeia e a
Confederação Suíça relativo ao Transporte Aéreo);
2 — Referências feitas neste Acordo a nacionais da República Portuguesa deverão ser enten-
didas como uma referência a nacionais de Estados-Membros da União Europeia; e
3 — Referências feitas neste Acordo a empresa(s) de transporte aéreo da República Portuguesa
deverão ser entendidas como uma referência a empresa(s) de transporte aéreo designada(s) pela
República Portuguesa.
Artigo 2.º
Direitos de tráfego
1 — Cada Parte concede à outra Parte os direitos especificados neste Acordo com o objetivo
de explorar os serviços acordados nas rotas especificadas.
2 — Sob reserva das disposições deste Acordo, as empresas de transporte aéreo designadas
de cada Parte deverão, na exploração dos serviços acordados nas rotas especificadas, gozar dos
seguintes direitos:
a) Sobrevoar o território da outra Parte sem aterrar;
b) Fazer escalas no território da outra Parte para fins não comerciais; e
c) Aterrar nos pontos das rotas especificadas no anexo deste Acordo com a finalidade de em-
barcar e/ou desembarcar passageiros, carga e correio, separadamente ou em combinação.
3 — Nada do disposto no n.º 2 deste artigo deverá ser interpretado como conferindo às em-
presas de transporte aéreo designadas de uma Parte o direito de proceder, no território da outra
Parte, ao embarque de passageiros ou correio, transportado mediante remuneração ou fretamento,
destinado a outro ponto no território dessa outra Parte.
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4 — Se por motivo de conflito armado, perturbações de ordem política, ou circunstâncias es-
peciais e extraordinárias, as empresas de transporte aéreo designadas de uma Parte não puderem
explorar serviços nas suas rotas normais, a outra Parte deverá esforçar-se por facilitar a continuidade
desse serviço através de adequados reajustamentos das rotas, conforme mutuamente decidido
pelas Partes.
Artigo 3.º
Designação e autorização de exploração
1 — Cada Parte tem o direito de designar uma ou mais empresas de transporte aéreo, com o
propósito de explorar os serviços acordados nas rotas especificadas no anexo deste Acordo, bem
como de retirar ou alterar tais designações. Essas designações deverão ser feitas por escrito e
transmitidas à outra Parte através dos canais diplomáticos.
2 — Aquando da receção da notificação da designação, bem como da candidatura de uma
empresa de transporte aéreo designada, no formato estabelecido para as autorizações de explo-
ração e permissões técnicas, a outra Parte deverá, no prazo procedimental mínimo, conceder as
autorizações de exploração e permissões apropriadas, desde que:
a) No caso de uma empresa de transporte aéreo designada pela República Portuguesa:
i) Esta se encontre estabelecida no território da República Portuguesa, nos termos dos Trata-
dos UE e seja titular de uma licença de exploração válida em conformidade com o direito da União
Europeia; e
ii) O controlo efetivo de regulação da empresa de transporte aéreo seja exercido e
mantido pelo Estado -Membro da UE responsável pela emissão do seu Certificado de Ope-
rador Aéreo (COA) e a autoridade aeronáutica competente esteja claramente identificada
na designação; e
iii) A empresa de transporte aéreo seja detida, diretamente ou através de participação maiori-
tária, e seja efetivamente controlada por Estados-Membros da União Europeia ou da Associação
Europeia de Livre Comércio e/ou por nacionais desses Estados; e
iv) A empresa de transporte aéreo tenha o seu estabelecimento principal no território do Estado-
-Membro da União Europeia do qual recebeu a sua licença de exploração válida;
b) No caso de uma empresa de transporte aéreo designada pela República da Coreia:
i) Esta esteja estabelecida no território da República da Coreia e se encontre licenciada, em
conformidade com o direito da República da Coreia; e
ii) A República da Coreia detenha e mantenha o controlo efetivo de regulação da empresa de
transporte aéreo; e
iii) A empresa de transporte aéreo seja detida, diretamente ou através de participação maio-
ritária, e seja efetivamente controlada pela República da Coreia, por nacionais da República da
Coreia, ou ambos, e a empresa de transporte aéreo tenha uma licença de exploração válida emitida
pela República da Coreia;
c) A empresa de transporte aéreo designada se encontre habilitada a satisfazer as condições
estabelecidas nas leis e nos regulamentos normalmente aplicados à exploração dos serviços aéreos
internacionais pela Parte que aprecia a ou as candidaturas;
d) A Parte que designa a empresa de transporte aéreo mantenha e implemente as normas
relativas à segurança aérea e à segurança da aviação civil estabelecidas nos artigos 14.º e 15.º
deste Acordo.
3 — Quando uma empresa de transporte aéreo tiver sido assim designada e autorizada, pode
dar início à exploração dos serviços aéreos acordados, desde que cumpra com todas as disposições
deste Acordo que lhe sejam aplicáveis.
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Artigo 4.º
Recusa, revogação, suspensão e limitação de direitos
1 — Cada Parte tem o direito de recusar, revogar, suspender, limitar ou impor condições às
autorizações de exploração ou às permissões técnicas de uma empresa de transporte aéreo de-
signada pela outra Parte, quando:
a) No caso de uma empresa de transporte aéreo designada pela República Portuguesa:
i) Esta não se encontre estabelecida no território da República Portuguesa, nos termos dos
Tratados UE ou não seja titular de uma licença de exploração, emitida por um Estado-Membro da
União Europeia, válida em conformidade com o direito da União Europeia; ou
ii) O controlo efetivo de regulação da empresa de transporte aéreo não seja exercido ou mantido
pelo Estado-Membro da UE responsável pela emissão do seu COA, ou a autoridade aeronáutica
competente não esteja claramente identificada na designação; ou
iii) A empresa de transporte aéreo não seja detida, diretamente ou através de participação
maioritária, ou não seja efetivamente controlada por Estados-Membros da União Europeia e/ou da
Associação Europeia de Livre Comércio e/ou por nacionais desses Estados; ou
iv) A empresa de transporte aéreo não tenha o seu estabelecimento principal no território do
Estado-Membro da União Europeia do qual recebeu a sua licença de exploração válida; ou
v) A empresa de transporte aéreo já esteja autorizada a operar, nos termos de um
acordo bilateral entre a República da Coreia e outro Estado -Membro da União Europeia, e
a República da Coreia consiga demonstrar que ao exercer os direitos de tráfego, em confor-
midade com este Acordo, numa rota que inclua um ponto nesse Estado -Membro da União
Europeia, conseguiria contornar as restrições de direitos de tráfego impostas por esse outro
acordo, ou
vi) A empresa de transporte aéreo tenha um COA emitido por um Estado-Membro da União
Europeia e não haja acordo sobre serviços aéreos entre a República da Coreia e esse Estado-
-Membro da União Europeia, e este último tenha negado direitos de tráfego à(s) empresa(s) de
transporte aéreo designada(s) pela República da Coreia;
b) No caso de uma empresa de transporte aéreo designada pela República da Coreia:
i) Esta não esteja estabelecida no território da República da Coreia ou não tenha uma licença,
em conformidade com o direito da República da Coreia; ou
ii) A República da Coreia não mantenha o controlo efetivo de regulação da empresa de trans-
porte aéreo; ou
iii) A empresa de transporte aéreo não seja detida, diretamente ou através de participação
maioritária, ou não seja efetivamente controlada pela República da Coreia, por nacionais da Repú-
blica da Coreia, ou ambos, e a empresa de transporte aéreo não tenha uma licença de exploração
válida emitida pela República da Coreia;
c) A empresa de transporte aéreo designada não satisfaça as condições estabelecidas nas
leis e nos regulamentos normalmente aplicados à exploração de serviços aéreos internacionais
pela Parte que concede os direitos; ou
d) A Parte que designa a empresa de transporte aéreo não mantenha e não implemente as
normas relativas à segurança aérea e à segurança da aviação civil estabelecidas nos artigos 14.º
e 15.º deste Acordo.
2 — A menos que uma ação imediata seja essencial para evitar novas infrações às leis e
regulamentos das Partes, o direito mencionado no n.º 1 deste artigo apenas deverá ser exer-
cido após a realização de consultas entre as Partes, em conformidade com o artigo 18.º deste
Acordo.
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Artigo 5.º
Aplicação de leis e regulamentos
1 — As leis e os regulamentos de uma Parte relativos à entrada e saída do seu território de
aeronaves utilizadas em serviços aéreos internacionais, ou relativos à exploração e navegação
de tais aeronaves no seu território, deverão aplicar-se às aeronaves das empresas de transporte
aéreo designadas da outra Parte e deverão ser cumpridos por essas aeronaves, tanto à chegada
como à partida ou enquanto permanecerem no território da primeira Parte.
2 — As leis e os regulamentos de uma Parte relativos à entrada, à permanência, ao trânsito
ou à partida do seu território de passageiros, tripulações, bagagem, carga e correio, tais como
os relativos às formalidades de entrada e saída, despacho, emigração e imigração, passaportes,
alfândegas, moeda e controlo sanitário, deverão ser aplicados aos passageiros, tripulações, baga-
gem, carga e correio transportados pela aeronave das empresas de transporte aéreo designadas
da outra Parte enquanto permanecerem no território da primeira Parte.
3 — Na aplicação das suas leis e dos regulamentos previstos neste artigo, nenhuma das
Partes deverá dar preferência à sua própria empresa de transporte aéreo ou a qualquer outra que
explore serviços aéreos internacionais semelhantes, em detrimento de uma empresa de transporte
aéreo designada da outra Parte.
Artigo 6.º
Direitos aduaneiros e outros encargos similares
1 — Numa base de reciprocidade, as aeronaves utilizadas em serviços aéreos internacionais
pelas empresas de transporte aéreo designadas das Partes, bem como o seu equipamento habitual,
as peças sobressalentes, as reservas de combustíveis e lubrificantes, outros consumíveis técnicos
e provisões (incluindo alimentos, bebidas e tabaco), que se encontrem a bordo de tais aeronaves,
deverão estar isentos de todos os direitos aduaneiros, emolumentos de inspeção e outros direitos
ou encargos semelhantes, à chegada ao território da outra Parte, desde que esse equipamento,
essas reservas e provisões permaneçam a bordo das aeronaves até serem reexportados ou utili-
zados na parte da viagem efetuada sobre esse território.
2 — Deverão estar igualmente isentos dos mesmos direitos, emolumentos e outros impostos
similares, em conformidade com o disposto nas leis e nos regulamentos em vigor em cada Parte,
com exceção dos encargos relativos aos serviços prestados:
a) As provisões de bordo embarcadas no território de uma Parte, dentro dos limites fixados pelas
autoridades competentes dessa Parte, e para utilização nos voos de partida de aeronaves utilizadas
nos serviços acordados pelas empresas de transporte aéreo designadas da outra Parte;
b) As peças sobressalentes e o equipamento habitual trazidos para o território de uma das
Partes tendo em vista a manutenção ou reparação das aeronaves utilizadas nos serviços acordados
pelas empresas de transporte aéreo designadas da outra Parte;
c) Combustível, lubrificantes e outros consumíveis técnicos destinados ao abastecimento das
aeronaves, utilizadas nos serviços acordados pelas empresas de transporte aéreo designadas da
outra Parte, mesmo quando estes aprovisionamentos se destinem a ser consumidos na parte da
viagem efetuada sobre o território da Parte em que são embarcados;
d) Estoque de bilhetes impressos, cartas de porte, bem como qualquer material impresso
com o logotipo da empresa e materiais publicitários normalmente distribuídos gratuitamente pelas
empresas de transporte aéreo designadas.
3 — Todo o material referido no n.º 2 deste artigo pode ter de ficar sob a supervisão ou con-
trolo aduaneiro.
4 — O equipamento habitual de bordo, bem como os materiais e provisões existentes a bordo das
aeronaves das empresas de transporte aéreo designadas de qualquer uma das Partes, apenas pode ser
descarregado no território da outra Parte com a autorização das autoridades aduaneiras dessa outra Parte.
Nesses casos, podem ser colocados sob a supervisão das referidas autoridades aduaneiras até serem
reexportados ou de lhes ser dado outro destino, de acordo com os regulamentos aduaneiros em vigor.
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Artigo 7.º
Taxas de utilização
1 — Nenhuma das Partes deverá impor ou permitir que sejam impostas às empresas de trans-
porte aéreo designadas da outra Parte taxas de utilização mais elevadas do que as impostas às suas
próprias empresas de transporte aéreo, que explorem serviços aéreos internacionais semelhantes.
2 — Cada Parte deverá encorajar a realização de consultas sobre as taxas de utilização entre
as suas autoridades de cobrança competentes e as empresas de transporte aéreo que utilizem os
serviços e instalações fornecidas por essas autoridades de cobrança, sempre que possível através
das organizações que representam essas empresas de transporte aéreo. Tais utilizadores deveriam
ser avisados, com uma antecedência razoável, sobre qualquer proposta de alteração das taxas de
utilização, para que estes possam emitir a sua opinião antes que as alterações sejam efetuadas.
Cada Parte deverá incentivar as suas autoridades de cobrança competentes e esses utilizadores
a trocarem informações apropriadas sobre as taxas de utilização.
Artigo 8.º
Trânsito direto
Passageiros, bagagem, carga e correio em trânsito direto através do território de cada Parte e
que não abandone a área do aeroporto reservada para esse fim deverão ser sujeitos apenas a um
controlo simplificado, exceto no que diz respeito a medidas de segurança da aviação civil, controlo
de narcóticos, prevenção de entradas ilegais ou circunstâncias especiais. A bagagem e a carga em
trânsito direto deverão estar isentas de direitos aduaneiros, taxas e de outros impostos similares.
Artigo 9.º
Reconhecimento de certificados e licenças
1 — Os certificados de aeronavegabilidade, os certificados de competência e as licenças
emitidas, ou validadas, em conformidade com as leis e os regulamentos de uma Parte, incluindo,
no caso da República Portuguesa, as leis e os regulamentos da UE, e dentro do seu prazo de
validade, deverão ser reconhecidos como válidos pela outra Parte, para efeitos de exploração dos
serviços acordados, desde que os requisitos a que obedeceram a sua emissão ou validação sejam
equivalentes ou superiores às normas mínimas estabelecidas nos termos da Convenção.
2 — O n.º 1 também se aplica a uma empresa de transporte aéreo designada pela República
Portuguesa cujo controlo de regulação seja exercido e mantido por outro Estado-Membro da União
Europeia.
3 — No que respeita ao sobrevoo ou a aterragens no seu próprio território, cada Parte reserva-
-se, contudo, o direito de não reconhecer os certificados de competência e as licenças concedidos
aos seus nacionais pela outra Parte ou por qualquer outro Estado.
Artigo 10.º
Atividades comerciais
1 — As empresas de transporte aéreo designadas de cada Parte deverão poder:
a) Estabelecer no território da outra Parte escritórios para a promoção do transporte aéreo e
a venda de bilhetes de avião, bem como outras instalações inerentes à exploração do transporte
aéreo, em conformidade com as leis e os regulamentos dessa outra Parte;
b) Trazer para e manter no território da outra Parte, em conformidade com as leis e os re-
gulamentos dessa outra Parte relativos à entrada, à residência e ao emprego, pessoal executivo,
comercial, técnico, operacional e outro pessoal especializado necessário à exploração do transporte
aéreo; e
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c) Vender o seu próprio transporte aéreo, usando os seus próprios documentos de transporte
no território da outra Parte, em conformidade com as leis e os regulamentos dessa outra Parte.
As vendas podem ser efetuadas diretamente ou nos escritórios que representam as empresas de
transporte aéreo designadas, ou através dos seus agentes autorizados.
2 — As autoridades competentes de cada Parte deverão tomar todas as medidas necessárias
de forma a garantir que os escritórios que representam as empresas de transporte aéreo designadas
da outra Parte podem exercer as suas atividades de forma ordenada.
3 — As empresas de transporte aéreo designadas de cada Parte têm o direito de vender
transporte aéreo no território da outra Parte, e qualquer pessoa é livre de comprar esse transporte
na moeda desse território ou em moeda livremente convertível de outros países, em conformidade
com a regulamentação cambial em vigor.
Artigo 11.º
Conversão e transferência de receitas
1 — Cada Parte deverá conceder às empresas de transporte aéreo designadas da outra Parte
o direito de transferir livremente os excedentes das receitas sobre as despesas, auferidos pelas
empresas de transporte aéreo no território da primeira Parte com o transporte de passageiros, ba-
gagem, carga e correio, em qualquer moeda livremente convertível, em conformidade com as leis
e os regulamentos da primeira Parte que estejam em vigor e sejam aplicáveis.
2 — Sempre que exista um acordo especial entre as Partes para evitar a dupla tributação
relativamente a impostos sobre rendimento e capital, deverão prevalecer as disposições desse
mesmo acordo.
Artigo 12.º
Capacidade e concorrência leal
1 — As empresas de transporte aéreo designadas de ambas as Partes deverão beneficiar de
uma oportunidade justa e equitativa para explorarem os serviços acordados nas rotas especificadas.
2 — A capacidade total a oferecer nos serviços acordados pelas empresas de transporte
aéreo designadas das Partes deverá ser acordada e aprovada pelas autoridades aeronáuticas de
ambas as Partes.
3 — Ao explorar os serviços acordados, as empresas de transporte aéreo designadas de cada
Parte deverão ter em conta os interesses das empresas de transporte aéreo designadas da outra
Parte.
4 — Em qualquer rota especificada, a capacidade oferecida pelas empresas de transporte
aéreo de uma Parte, juntamente com a capacidade oferecida pelas empresas de transporte aéreo
da outra Parte, deverá ter em conta as necessidades de transporte aéreo do público nessa rota.
5 — Os serviços acordados oferecidos pelas empresas de transporte aéreo designadas de
ambas as Partes deverão ter como objetivo principal a oferta, com um coeficiente de ocupação
razoável, de capacidade adequada às necessidades reais e previsíveis do tráfego de e para o ter-
ritório da outra Parte. O transporte de tráfego, embarcado ou desembarcado no território da outra
Parte, de e para pontos das rotas especificadas em territórios de outros países que não os que
designam as empresas de transporte aéreo será de caráter suplementar. O direito dessas empre-
sas de transporte aéreo a transportar tráfego entre pontos das rotas especificadas localizados no
território da outra Parte e pontos em países terceiros deve ser exercido, fomentando o desenvol-
vimento ordenado do transporte aéreo internacional, de acordo com princípios gerais aos quais a
capacidade se deve adequar:
a) As exigências do tráfego entre o país de origem e os países de destino final do tráfego;
b) Os requisitos operacionais de serviços aéreos;
c) As exigências do tráfego da área que a empresa de transporte aéreo atravessa, tendo em
consideração os serviços locais e regionais.
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6 — Se as autoridades aeronáuticas das Partes não chegarem a acordo sobre a capacidade
a oferecer, nos termos do n.º 2 deste artigo, a capacidade que as empresas de transporte aéreo
poderão oferecer não poderá exceder a capacidade total, incluindo as variações sazonais, previa-
mente acordada.
7 — Nenhuma das Partes permitirá à sua empresa ou empresas de transporte aéreo designa-
das, quer separadamente, quer em conjunto com qualquer outra empresa ou empresas de transporte
aéreo, abusar de posição dominante, de tal modo que daí resulte ou seja suscetível de resultar o
severo enfraquecimento de um concorrente ou a sua exclusão de uma rota.
8 — Nenhuma das Partes deverá conceder ou permitir a concessão de subvenções ou auxílios
de Estado à sua empresa ou empresas de transporte aéreo designadas, de modo a que possam
afetar negativamente a justa e igual oportunidade das empresas de transporte aéreo da outra Parte
em concorrer na oferta de serviços de transporte aéreo internacional.
9 — Por subvenções ou auxílios de Estado entende-se a atribuição de apoios, direta ou
indiretamente, pelo Estado ou por um organismo público ou privado designado ou controlado
pelo Estado, numa base discriminatória, a uma empresa de transporte aéreo designada. Poderá
incluir, sem limitações, a compensação de prejuízos operacionais; concessão de capital, apoios
não reembolsáveis ou empréstimos em condições privilegiadas; atribuição de vantagens finan-
ceiras pela renúncia a lucros ou à recuperação de montantes devidos; renúncia à remuneração
normal dos recursos públicos utilizados; isenções fiscais; compensação por encargos impostos
pelas autoridades públicas; ou acesso, numa base discriminatória, a instalações aeroportuá-
rias, combustíveis ou outras instalações necessárias à normal operação de serviços aéreos.
10 — Quando uma Parte concede subvenções ou auxílios de Estado a uma empresa de trans-
porte aéreo designada, em relação a serviços aéreos operados no âmbito deste Acordo, deverá
exigir que a empresa de transporte aéreo identifique e apresente, clara e separadamente, essas
subvenções ou auxílios nas suas contas.
11 — No caso das autoridades aeronáuticas das Partes não chegarem a acordo relativamente
à capacidade, ou se surgirem preocupações sobre concorrência, nos termos deste artigo, as ques-
tões deverão ser tratadas ao abrigo do disposto no artigo 18.º deste Acordo.
Artigo 13.º
Aprovação de horários
As empresas de transporte aéreo de cada Parte devem submeter os seus programas preten-
didos às autoridades aeronáuticas da outra Parte com, pelo menos, 60 dias de antecedência em
relação à data prevista para a sua implementação. Qualquer alteração significativa a esses horários
ou às condições da sua operação deverá ser igualmente submetida às autoridades aeronáuticas
para aprovação com, pelo menos, 30 dias de antecedência. O prazo acima indicado poderá, em
casos especiais, ser reduzido mediante acordo das referidas autoridades.
Artigo 14.º
Segurança aérea
1 — Cada Parte poderá solicitar, a qualquer momento, consultas sobre os padrões de segurança
mantidos pela outra Parte relacionados com instalações aeroportuárias, tripulações, aeronaves
ou com as condições da sua operação. Tais consultas deverão realizar-se no prazo de 30 dias a
contar desse pedido.
2 — Se, em consequência dessas consultas, uma Parte concluir que a outra Parte não man-
tém nem aplica efetivamente padrões de segurança nas áreas referidas no n.º 1 deste artigo, pelo
menos iguais aos padrões mínimos estabelecidos de acordo com a Convenção, a primeira Parte
deve notificar a outra Parte dessas conclusões e das medidas consideradas necessárias para a
adequação aos padrões mínimos mencionados, devendo a outra Parte tomar as necessárias me-
didas corretivas. A não aplicação pela outra Parte das medidas adequadas, no prazo de 15 dias
ou num período superior se este for acordado, constitui fundamento para aplicação do artigo 4.º
deste Acordo.
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3 — Nos termos do artigo 16.º da Convenção, fica ainda acordado que qualquer aeronave
operada, pelas empresas de transporte aéreo designadas de uma Parte, em serviços de ou para
o território da outra Parte pode, enquanto permanecer no território da outra Parte, ser objeto de
um exame realizado pelos representantes autorizados da outra Parte, a bordo e no exterior da
aeronave, desde que tal não implique atrasos desnecessários. Sem prejuízo das obrigações refe-
ridas no artigo 33.º da Convenção, o objetivo desse exame é verificar a validade dos documentos
relevantes da aeronave, as licenças da sua tripulação e o estado aparente da aeronave e do seu
equipamento (chamado «inspeção na plataforma de estacionamento»).
4 — Se, em consequência desta inspeção na plataforma de estacionamento ou de uma série
de inspeções na plataforma de estacionamento surgirem sérias suspeitas de que uma aeronave,
ou de que as condições de operação de uma aeronave, não cumprem os padrões mínimos estabe-
lecidos pela Convenção, ou sérias suspeitas sobre falhas de manutenção e aplicação efetiva dos
padrões de segurança estabelecidos, à data, pela Convenção, a Parte que efetuou a inspeção é
livre de concluir, para os efeitos do artigo 33.º da Convenção, que os requisitos de acordo com os
quais os certificados ou as licenças foram emitidos ou validados para a aeronave em questão ou
para a sua tripulação, ou que os requisitos de acordo com os quais é operada a aeronave não são
iguais ou superiores aos padrões mínimos estabelecidos pela Convenção.
5 — Nos casos em que o acesso a uma aeronave, para efeitos de uma inspeção na plataforma
de estacionamento, nos termos do n.º 3 deste artigo, operada por uma empresa de transporte aéreo
designada por uma Parte, seja negado pelos representantes dessa empresa de transporte aéreo
designada, a outra Parte pode inferir que existem sérias suspeitas do tipo mencionado no n.º 4
deste artigo e de tirar as conclusões nele referidas.
6 — Cada Parte reserva-se o direito de suspender ou alterar, de imediato, a autorização de
exploração da empresa de transporte aéreo designada pela outra Parte, caso a primeira Parte
conclua, quer em consequência de uma inspeção na plataforma de estacionamento, de uma série
de inspeções na plataforma de estacionamento, de recusa de acesso para efeitos de inspeção na
plataforma de estacionamento, na sequência de consultas, quer ainda de qualquer outro modo, que
uma ação imediata é essencial à segurança da operação da empresa de transporte aéreo.
7 — Qualquer ação empreendida por uma Parte de acordo com os n.os 2 ou 6 deste artigo
deverá ser interrompida assim que o fundamento para essa ação cesse.
8 — Em referência ao n.º 2 deste artigo, se se determinar que uma Parte continua a não cumprir
os padrões estabelecidos nessa altura nos termos da Convenção, quando o prazo acordado tiver
caducado, o Secretário-Geral da Organização da Aviação Civil Internacional deve ser informado.
O Secretário-Geral deve também ser informado sobre a subsequente resolução satisfatória da
situação.
9 — Caso a República Portuguesa tenha designado uma empresa de transporte aéreo cujo
controlo de regulação seja exercido e mantido por outro Estado membro da UE, os direitos da
República da Coreia, previstos neste artigo, aplicam-se igualmente no que respeita à adoção, ao
exercício ou à manutenção dos requisitos de segurança por esse outro Estado membro da UE, bem
como no que respeita à autorização de operação dessa empresa de transporte aéreo.
Artigo 15.º
Segurança da aviação civil
1 — Em conformidade com os seus direitos e obrigações decorrentes do direito internacional,
as Partes reafirmam que a sua obrigação mútua de protegerem a segurança da aviação civil contra
atos de interferência ilícita constitui parte integrante deste Acordo. Sem limitar a generalidade dos
seus direitos e obrigações decorrentes do direito internacional, as Partes deverão, em especial,
agir em conformidade com o disposto:
a) Na Convenção relativa às Infrações e a Certos Outros Atos Cometidos a Bordo de Aerona-
ves, assinada em Tóquio em 14 de setembro de 1963;
b) Na Convenção para a Repressão da Captura Ilícita de Aeronaves, assinada na Haia em
16 de dezembro de 1970;
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c) Na Convenção para a Repressão de Atos Ilícitos contra a Segurança da Aviação Civil, as-
sinada em Montreal em 23 de setembro de 1971;
d) No Protocolo Suplementar para a Repressão de Atos Ilícitos de Violência nos Aeroportos
servindo a Aviação Civil Internacional, assinada em Montreal em 24 de fevereiro de 1988;
e) Na Convenção sobre a Marcação de Explosivos Plásticos com o Propósito de Deteção,
assinada em Montreal em 1 de março de 1991; e
f) Qualquer outra convenção relativa à segurança da aviação civil, vinculativa para ambas as
Partes.
2 — Nas suas relações mútuas as Partes deverão agir em conformidade com as disposições
sobre segurança da aviação estabelecidas pela Organização da Aviação Civil Internacional deno-
minadas Anexos à Convenção, na medida em que estas disposições sobre segurança da aviação
se apliquem às Partes; estas deverão exigir que os operadores de aeronaves matriculadas no seu
território ou os operadores de aeronaves que nele tenham o seu estabelecimento principal ou a sua
residência permanente ou que estejam estabelecidos no seu território, ou no caso da República
Portuguesa os operadores de aeronaves que se tenham estabelecido no seu território nos termos
dos Tratados da UE e sejam detentores de licenças de exploração válidas em conformidade com
o direito da EU ou, no caso da República da Coreia, operadores de aeronaves que se tenham es-
tabelecido no seu território e sejam detentores de licenças de exploração válidas em conformidade
com o direito aplicável na República da Coreia, e os operadores de aeroportos situados no seu
território, ajam em conformidade com as referidas disposições relativas à segurança da aviação.
3 — As Partes deverão, a pedido, prestar mutuamente toda a assistência necessária com vista
a impedir atos de captura ilícita de aeronaves civis e outros atos ilícitos contra a segurança dessas
aeronaves, respetivos passageiros e tripulações, de aeroportos, instalações e equipamentos de
navegação aérea, bem como qualquer outra ameaça à segurança da aviação civil.
4 — Cada Parte concordará que se exija a esses operadores de aeronaves o cumprimento das
disposições relativas à segurança da aviação, referidas no n.º 2 deste artigo, impostas pela outra
Parte para a entrada, saída ou permanência no território da outra Parte. Para a entrada, saída ou
permanência na República da Coreia, exige-se que os operadores de aeronaves cumpram as dispo-
sições relativas a segurança da aviação civil, em conformidade com o direito em vigor na República
da Coreia. Para a entrada, saída ou permanência, no território da República Portuguesa, exige-se
que os operadores de aeronaves cumpram as disposições relativas à segurança da aviação civil
em conformidade com o direito da UE. Cada Parte deverá assegurar, no seu território, a aplicação
efetiva de medidas adequadas para proteger as aeronaves e inspecionar passageiros, tripulações,
bagagem de mão, bagagem, carga e aprovisionamentos, antes e durante o embarque ou carrega-
mento. Cada Parte também deverá considerar favoravelmente qualquer pedido da outra Parte relativo
à adoção de medidas especiais de segurança, razoáveis, para fazer face a uma ameaça concreta.
5 — Em caso de incidente ou ameaça de incidente de captura ilícita de aeronaves civis ou de
outros atos ilícitos contra a segurança de tais aeronaves, os seus passageiros e tripulações, aero-
portos ou instalações de navegação aérea, as Partes deverão ajudar-se mutuamente, facilitando
as comunicações e outras medidas apropriadas, tendentes a pôr termo, de forma rápida e segura,
a esse incidente ou ameaça de incidente.
6 — Se uma Parte tiver motivos sólidos para crer que a outra Parte não cumpre as disposições
do presente artigo relativas à segurança da aviação civil, as autoridades aeronáuticas da primeira
Parte podem solicitar de imediato consultas com as autoridades aeronáuticas da outra Parte. A não
obtenção de um acordo satisfatório constituirá motivo para aplicação do artigo 4.º deste Acordo. Se
necessário, devido a uma emergência grave, ou para prevenir o não cumprimento das disposições
deste artigo, a primeira Parte pode tomar medidas provisórias em qualquer altura.
Artigo 16.º
Provisão de estatísticas
As autoridades aeronáuticas de uma Parte deverão fornecer às autoridades aeronáuticas
da outra Parte, a pedido destas, as estatísticas que possam ser razoavelmente exigidas para fins
informativos, sujeito às leis e regulamentos de cada Parte.
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Artigo 17.º
Tarifas
1 — As tarifas a serem cobradas pelas empresas de transporte aéreo designadas de uma
Parte nos serviços de transporte aéreo explorados ao abrigo deste Acordo serão estabelecidas
a níveis razoáveis, tendo em devida conta todos os fatores relevantes, incluindo o interesse dos
utilizadores, o custo de exploração, as características do serviço, um lucro razoável e outras con-
siderações de mercado.
2 — As Partes poderão não autorizar a prática de tarifas que possam ser objetáveis. A inter-
venção das Partes estará limitada a:
a) Prevenção de preços e práticas injustificadamente discriminatórios;
b) Proteção dos consumidores face a tarifas excessivamente altas ou restritivas, devido a
abuso de posição dominante; e
c) Proteção das empresas de transporte aéreo face a preços artificialmente baixos, devido a
subvenções ou auxílios governamentais diretos ou indiretos.
3 — Cada Parte poderá exigir, numa base não discriminatória, a notificação ou a submissão
às suas autoridades aeronáuticas das tarifas a aplicar, à partida ou para o seu território, pelas
empresas de transporte aéreo designadas pela outra Parte. Poderá ser exigido, às empresas de
transporte aéreo designadas de ambas as Partes, que notifiquem ou submetam as tarifas com
uma antecedência mínima de 30 dias em relação à data de início da sua vigência. Em casos indivi-
duais, poderá ser autorizada uma antecedência inferior à normalmente exigida, para a notificação
ou submissão.
4 — Nenhuma Parte tomará uma ação unilateral para prevenir o início ou continuação de uma
tarifa proposta a ser cobrada ou cobrada por a) uma empresa de transporte aéreo de cada Parte para
o transporte aéreo internacional entre os territórios das Partes; ou b) uma empresa de transporte
aéreo para o transporte aéreo internacional entre os territórios da outra Parte e um outro qualquer
país. Se cada Parte considerar que qualquer tarifa é inconsistente com as considerações estabe-
lecidas no n.º 2 deste artigo, poderá solicitar consultas e notificar a outra Parte sobre as razões da
sua insatisfação. Tais consultas devem ter lugar, em conformidade com o artigo 18.º deste Acordo.
As Partes cooperarão na obtenção de informações necessárias para uma resolução fundamentada
da questão. Se as Partes chegarem a um acordo, cada Parte envidará todos os esforços para o
cumprir. Sem esse acordo mútuo, a tarifa entrará ou permanecerá em vigor.
Artigo 18.º
Consultas
1 — A fim de assegurar uma estreita cooperação em todas as questões relativas à interpretação
e aplicação deste Acordo, as autoridades aeronáuticas das Partes deverão consultar-se.
2 — Tais consultas, que podem suceder por via presencial ou por correspondência, deverão
ter início no prazo de 60 dias a contar da data de receção pela outra Parte do pedido escrito, salvo
acordo em contrário.
Artigo 19.º
Resolução de diferendos
1 — Se surgir algum diferendo entre as Partes relativo à interpretação ou aplicação deste
Acordo, as Partes deverão, em primeiro lugar, procurar solucioná-lo através de consultas.
2 — Se as Partes não conseguirem resolver o diferendo por via da negociação, poderão
acordar submetê-lo a um órgão ou individualidade. Na ausência de tal acordo, o diferendo
poderá ser submetido, a pedido de qualquer uma das Parte, à decisão de um tribunal arbitral
composto por três árbitros, um nomeado por cada Parte e um terceiro cooptado. Cada uma
das Partes deverá designar um árbitro no prazo de 60 dias, a contar da data em que uma das
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Partes tenha recebido da outra Parte notificação por via diplomática do pedido de arbitragem,
e o terceiro árbitro deverá ser escolhido nos 60 dias subsequentes. Nesses casos, o terceiro
árbitro deverá ser nacional de um Estado terceiro e atuar como presidente do órgão arbitral.
Se qualquer das Partes não designar um árbitro no prazo estabelecido ou se o terceiro árbitro
não tiver sido designado no prazo estabelecido, o Presidente do Conselho da Organização da
Aviação Civil Internacional pode, a pedido de qualquer uma das Partes, designar um ou mais
árbitros conforme o caso o exija.
3 — As Partes devem cumprir qualquer decisão tomada, incluindo qualquer recomendação
interna, ao abrigo do n.º 2 deste artigo.
4 — Se, e enquanto, qualquer uma das Partes ou qualquer empresa de transporte aéreo de-
signada de qualquer uma das Partes não cumprir a decisão tomada ao abrigo do n.º 2 deste artigo,
a outra Parte pode limitar, suspender ou revogar quaisquer direitos ou privilégios que, em virtude
deste Acordo, tenha concedido.
5 — Cada Parte deverá suportar os encargos relacionados com o árbitro por si nomeado. As
restantes despesas do tribunal arbitral deverão ser repartidas em partes iguais entre as Partes.
Artigo 20.º
Emendas
1 — Se qualquer uma das Partes considerar que é conveniente alterar qualquer disposição
deste Acordo pode, em qualquer momento, solicitar consultas à outra Parte, em conformidade com
o artigo 18.º deste Acordo.
2 — Se as Partes acordarem com a emenda, a mesma entrará em vigor nos termos do dis-
posto no artigo 24.º deste Acordo.
Artigo 21.º
Vigência e denúncia
1 — Este Acordo permanecerá em vigor por um período indeterminado, até ser substituído
por acordo mútuo das Partes ou denunciado por qualquer uma das Partes, em conformidade com
o n.º 2 deste artigo.
2 — Qualquer das Partes pode, a qualquer momento, notificar a outra Parte, através de canais
diplomáticos, da sua decisão de denunciar este Acordo.
3 — A denúncia tem de ser notificada à outra Parte e, simultaneamente, à Organização da
Aviação Civil Internacional, produzindo efeitos 12 meses após a data de receção da notificação pela
outra Parte, a menos que o aviso seja retirado, de comum acordo, antes do termo deste período.
4 — Caso a outra Parte não acuse a receção da notificação, esta deverá considerar-se efetuada
14 dias após a sua receção pela Organização da Aviação Civil Internacional.
Artigo 22.º
Registo
Este Acordo e qualquer emenda ao mesmo deverão ser registados junto da Organização da
Aviação Civil Internacional.
Artigo 23.º
Acordos multilaterais
Se um acordo multilateral sobre transporte aéreo entrar em vigor para ambas as Partes,
considerar-se-á este Acordo emendado, de forma a conformar as suas disposições com as dispo-
sições desse acordo multilateral.
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Artigo 24.º
Entrada em vigor
As Partes notificar-se-ão, através de canais diplomáticos, de que foram cumpridos os requisitos
legais internos necessários para a entrada em vigor deste Acordo. Este Acordo entrará em vigor
30 dias após a data da receção da última notificação.
Em fé do que os signatários, devidamente autorizados para o efeito pelos respetivos Governos,
assinaram este Acordo.
Feito em Seul, no dia 25 de maio de 2018, em dois originais, nas línguas portuguesa, coreana
e inglesa, sendo todos os textos igualmente autênticos. Em caso de divergência de interpretação,
prevalece a versão em língua inglesa.
Pela República Portuguesa:
Teresa Ribeiro, Secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação.
Pela República da Coreia:
Cho Hyun, Vice-Ministro dos Negócios Estrangeiros.
ANEXO
Quadro de Rotas
SECÇÃO 1
Rotas a serem operadas em ambas as direções pelas empresas de transporte
aéreo designadas da República Portuguesa
Pontos de origem Pontos intermédios Pontos de destino Pontos além
Quaisquer pontos na República Por- Quaisquer pontos . . . . . Quaisquer pontos na República da Quaisquer pontos.
tuguesa. Coreia.
SECÇÃO 2
Rotas a serem operadas em ambas as direções pelas empresas de transporte
aéreo designadas da República da Coreia
Pontos de origem Pontos intermédios Pontos de destino Pontos além
Quaisquer pontos na República da Quaisquer pontos . . . . . . Quaisquer pontos na República Quaisquer pontos.
Coreia. Portuguesa.
Notas
1 — As empresas de transporte aéreo designadas de ambas as Partes podem, em alguns ou em todos os voos,
omitir escalas em quaisquer pontos intermédios e/ou além acima mencionados, desde que os serviços acordados nas
rotas comecem ou terminem no território da Parte que designou as empresas.
2 — O exercício de direitos de tráfego de quinta liberdade em pontos intermédios e/ou além especificados fica sujeito
a acordo mútuo das autoridades aeronáuticas de ambas as Partes.
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阥 넩 뿆뇊꾅 붡ꌩ믡閽險쀉霢 뼢險ꩡꌱ 꽭鞾뼍鱉 阸냵 붡ꌩ믡閽險쀉霢꾅
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뱮뇊 鬭ꩶ넍 뼞넍鷑 꽺ꓩꌱ 끩꾶뼍鱉 鶎껽 鲙넁넍 靁ꍡꌱ 뽚냕뼑鲙
閵 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅넍 꾶꾢냹 뭪隱뼍꾡 ꓩ뗞ꌎ ꟹ뼾뼕 ꯍ 넽鱉
靁ꍡ
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둲 鲮ꩡ녅넍 꾶꾢꾅 鞭 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅넍 꾶꾢넍 鲙ꌭ 덵뇅냹 ꑞ놶덵ꈑ 뼍꾡
Diário da República, 1.ª série
N.º 214 7 de novembro de 2019 Pág. 56
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鲮 꽺ꓩ넍 陹ꭂ놶 끩꾶냹 끞넩뼍陁 뼕 ꯍ 넽鵹ꈒ 뜑넍 鬭ꇚ냹 뼑鲙
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놶냱ꈑ 뼍驍 鿅鱉 鞭 넩ꩶ넍 뼢險ꩡꌱ 덵뇊뼍隕 鞭ꆡ뼑 덵뇊냹 뙕쁁 鿅鱉 ꙵ陲
뼕 靁ꍡꌱ 閵덹鲙 鞭ꆡ뼑 덵뇊냵 ꐩ냱ꈑ 뼍ꐥ 뀭霅陲ꈑꌱ 뭪뼍꾡 鲙ꌭ 둲 鲮
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덵뇊넍 뭪덵꿵 덵뇊뼢險ꩡꈑꜵ뫥넍 겕뙢냹 뇆ꯍ뼍ꐩ 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅鱉 鲙넁넍
陲끥꾅 鞭 덵뇊뼢險ꩡ꾅 놽뗝ꩶ 덵꾥냹 뜑ꭁ쀉뼍꾡 놶놽뼑 끩뼢뽽閵 ꗄ 걮넭냹
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Diário da República, 1.ª série
N.º 214 7 de novembro de 2019 Pág. 57
(8 눥꼲꾅 黥ꄱ 붡ꌩ믡閽險쀉霢넍 꾶꾢꾅 ꍲ鷍隕 냕ꆲ
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ꩡ 덵뇊꾅 隵ꇝ 뼢險鲮霢넩 ꐺ쀊섽 쀊넭鷍ꐥ
뼢險ꩡ閵 냕ꆲ꾥뼞 쁁낅霢 鞭ꍡ隕鿅鱉 냕ꆲ녅냕ꓩ꾢꾥뼞
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鱉 隱ꗍꯍ ꭁ냕靁냹 뭪뼍꾡 ꭁ냕鷍隕 겙쁝놶냱ꈑ 덵ꗥ鷍ꐥ
뼢險ꩡ閵 냕쁝뼑 끩뼢 ꐩ뽽ꌱ ꗐ냵 냕ꆲ꾥뼞 쁁낅霢넍 꾶꾢
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驍 鲵뼑ꖱ霢꾅 넍뼍꾡 덵뇊鷑 뼢險ꩡ넍 陲끥
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ꌱ ꗐ꼍냱ꐥ
鲵뼑ꖱ霢넩 뼢險ꩡ넍 쁝隱놶넭 鞑뇑 隵ꍡꌱ 겑뼾 ꗄ 냕덵뼍
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뼢險ꩡ閵 鲵뼑ꖱ霢 鲵뼑ꖱ霢넍 霢ꖱ 鿅鱉 鞭 ꑝ鸅꾅 넍뼍
꾡 덶뇆 鿅鱉 隱ꗍꯍ ꭁ냕靁냹 뭪뼍꾡 ꭁ냕鷍隕 겙쁝놶냱ꈑ
덵ꗥ鷍ꐥ 鞭 뼢險ꩡ閵 鲵뼑ꖱ霢꾅 넍뼍꾡 ꗑ鞾鷑 냕쁝뼑
끩뼢 ꐩ뽽ꌱ 閵덵鱉 陲끥
鲙 덵뇊뼢險ꩡ閵 뼍驍 鿅鱉 ꚪꯍ넍 겕뙢냹 阵뭕뼍鱉 鲮ꩡ녅꾅
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Diário da República, 1.ª série
N.º 214 7 de novembro de 2019 Pág. 58
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ꄱ 뼢險ꩡꌱ 덵뇊뼑 鲮ꩡ녅閵 넩 뿆뇊 뇑눥 ꗄ 뇑눥꾅 鞑
뇊鷑 껽놹 ꗄ ꚩ껽꾅 隵ꇝ鷑 韥늵냹 냕덵 ꗄ 넩뼾뼍鱉 陲끥
넩꿵 闎넩 뼢險ꩡ閵 덵뇊鷍隕 뽽閵ꌱ ꗐ냱ꐩ 鞭 뼢險ꩡ鱉 넩 뿆뇊
넍 놶끞 閵鱚뼑 鞑뇊냹 늵ꯍ뼍鱉 阸냹 눥阩냱ꈑ 뼞넍鷑 꽺ꓩ 끩꾶냹 闑겑뼕 ꯍ
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閶 鲮ꩡ녅鱉 鲙넁넍 陲끥꾅 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅꾅 넍뼍꾡 덵뇊鷑 뼢險
ꩡ넍 끩뼢뽽閵 鿅鱉 韥ꯕ걮넭냹 阥놽 랝ꭁ 뇊덵 뇑뼑뼍阥驍 鿅鱉 넩ꆡ뼑 뽽閵
꾅 눥阩냹 ꜵ隱뼕 靁ꍡꌱ 閵덹鲙
閵 붡ꌩ믡閽險쀉霢꾅 넍뼍꾡 덵뇊鷑 뼢險ꩡ넍 陲끥
(8 눥꼲꾅 黥ꄱ 붡ꌩ믡閽險쀉霢넍 꾶꾢꾅 ꍲ鷍덵 껹鱽
뼍꾵阥驍 냕ꆲ꾥뼞Ꙋ꾅 黥ꄱ 냕ꆲ꾥뼞 쁁낅霢냱ꈑꜵ뫥 냕쁝
뼑 끩뼢 ꐩ뽽ꌱ 閵덵덵 껹鱽뼑 陲끥 鿅鱉
뼢險끩뼢덒ꐺ ꗑ鞾냹 鲩鲮뼍鱉 냕ꆲ꾥뼞 쁁낅霢꾅 넍뼍꾡
뼢險ꩡ넍 쁝隱놶넭 鞑뇑 隵ꍡ閵 뼾ꩡ 鿅鱉 냕덵鷍덵 껹鱽뼍
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鱽뼍鱉 陲끥 鿅鱉
Diário da República, 1.ª série
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뼢險ꩡ閵 냕ꆲ꾥뼞 쁁낅霢 鞭ꍡ隕鿅鱉 냕ꆲ녅냕ꓩ꾢꾥뼞
쁁낅霢 鞭ꍡ隕鿅鱉 鞭ꆡ뼑 霢閵넍 霢ꖱ꾅 넍뼍꾡 덶뇆 鿅
鱉 隱ꗍꯍ ꭁ냕靁냹 뭪뼍꾡 ꭁ냕鷍덵 껹鱽뼍阥驍 겙쁝놶냱
ꈑ 덵ꗥ鷍덵 껹鱽뼍鱉 陲끥 鿅鱉
뼢險ꩡ閵 냕쁝뼑 끩뼢 ꐩ뽽ꌱ ꗐ냵 냕ꆲ꾥뼞 쁁낅霢넍 꾶꾢
꾅 늱鷑 ꩡ꽺녚냹 閵덵덵 껹鱽뼍鱉 陲끥 鿅鱉
뼢險ꩡ閵 鲵뼑ꖱ霢隱 鲙ꌭ 냕ꆲ꾥뼞 쁁낅霢 ꩡ넩넍 꽆녅 뿆
뇊꾅 黥ꄱ 넩ꖭ 끩뼢뽽閵ꌱ ꗐ꼍냱ꐥ 鞭 뼢險ꩡ閵 鞭 鲙ꌭ
냕ꆲ꾥뼞 쁁낅霢 驩 덵뇅냹 붡뼝뼑 鬭꾅 넩 뿆뇊꾅 黥
ꌭ 끩ꯍ靁냹 뼾ꩡ뼝냱ꈑ괝 鞭 鲙ꌭ 뿆뇊꾅 넍뼍꾡 ꜵ隱鷑
끩ꯍ靁넍 뇑뼑냹 쁁뻱뼍鱉 阸냹 鲵뼑ꖱ霢넩 넺덒뼕 ꯍ 넽鱉
陲끥 鿅鱉
뼢險ꩡ閵 냕ꆲ꾥뼞 쁁낅霢꾅 넍뼍꾡 ꗑ鞾鷑 뼢險끩뼢덒ꐺ
ꌱ ꚩ냕뼍隕 鲵뼑ꖱ霢隱 鞭 냕ꆲ꾥뼞 쁁낅霢 閹넍 꽆녅 뼢
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뼍꾡 덵뇊鷑 뼢險ꩡ꾅 鲵뼍꾡 끩ꯍ靁냹 ꜵ뇊뼍鱉 陲끥
驍 鲵뼑ꖱ霢꾅 넍뼍꾡 덵뇊鷑 뼢險ꩡ넍 陲끥
鲵뼑ꖱ霢넍 꾶꾢꾅 ꍲ鷍덵 껹鱽뼍꾵阥驍 鲵뼑ꖱ霢넍 Ꙋ
꾅 黥ꄱ 뽽閵ꌱ ꗐ덵 껹鱽뼑 陲끥 鿅鱉
鲵뼑ꖱ霢넩 뼢險ꩡ넍 쁝隱놶넭 鞑뇑 隵ꍡꌱ 냕덵뼍덵 껹鱽
뼍鱉 陲끥 鿅鱉
Diário da República, 1.ª série
N.º 214 7 de novembro de 2019 Pág. 60
뼢險ꩡ閵 鲵뼑ꖱ霢 鲵뼑ꖱ霢넍 霢ꖱ 鿅鱉 鞭 ꑝ鸅꾅 넍뼍
꾡 덶뇆 鿅鱉 隱ꗍꯍ ꭁ냕靁냹 뭪뼍꾡 ꭁ냕鷍덵 껹鱽뼍阥驍
겙쁝놶냱ꈑ 덵ꗥ鷍덵 껹鱽뼍隕 鞭 뼢險ꩡ閵 鲵뼑ꖱ霢꾅 넍
뼍꾡 ꗑ鞾鷑 냕쁝뼑 끩뼢 ꐩ뽽ꌱ 闋덵 껹鱽뼑 陲끥
鲙 鞭 뼢險ꩡ閵 靁ꍡꌱ ꜵ꾡뼍鱉 鲮ꩡ녅꾅 넍뼍꾡 霢뇑뼢險꽺
ꓩ넍 끩꾶꾅 뭪ꩶ놶냱ꈑ 놶끞鷍鱉 Ꙋꇮ꾅 鞑뇊鷑 눥阩냹 늵
ꯍ뼍덵 ꑰ뼍鱉 陲끥 鿅鱉
ꄱ 뼢險ꩡꌱ 덵뇊뼑 鲮ꩡ녅閵 넩 뿆뇊 뇑눥 ꗄ 뇑눥꾅 鞑
뇊鷑 껽놹 ꗄ ꚩ껽꾅 隵ꇝ鷑 韥늵냹 냕덵 ꗄ 넩뼾뼍덵 ꑰ뼍
鱉 陲끥
댾閶놶넭 눥렍閵 鲮ꩡ녅넍 Ꙋꇮ꾅 鲵뼑 鴉 넩ꩶ넍 낹ꗍ냹 ꗞ덵뼍
韥 낹뼍꾡 뻹ꯍꜽ閵陥뼍덵 껹鱽뼍鱉 뼑 넩 눥 뇑뼢꾅 꽭鞾鷑 靁ꍡ鱉 넩 뿆뇊
뇑눥꾅 黥ꄱ 鲮ꩡ녅 閹꾅 뿆넍뼑 쁹꾅ꎁ 뼾ꩡ鷑鲙
뇑눥
Ꙋꇮ넍 놶끞
霢뇑뼢險꽺ꓩ꾅 눺ꩡ뼍鱉 뼢險韥넍 녅霢 꾶꾢꾅넍 띑넺霢 鿅鱉 녅
霢 꾶꾢 驩꾅 넽鱉 鶎껽 鞭 뼢險韥넍 끩뼢 ꗄ 뼢뼾냹 鞑냝뼍鱉 뼑둲 鲮ꩡ녅넍 Ꙋ
ꇮ냵 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅넍 덵뇊뼢險ꩡ넍 뼢險韥꾅 鲵뼩鵹 놶끞鷍隕 鞭ꆡ뼑 뼢險
韥鱉 鞭 뼑둲 鲮ꩡ녅넍 꾶꾢꾅 띑넺霢 ꗄ 뙩ꌍ 겑 鞭ꆡ뼑 Ꙋꇮ냹 늵ꯍ뼑鲙
Diário da República, 1.ª série
N.º 214 7 de novembro de 2019 Pág. 61
띑넺霢 뭪隵 넩늱 ꗄ 넩ꖱ 꾡靁 ꫭ隵 뀭쀍 낹ꪒ 隵ꍡ넍 놽뗝꿵
隵ꇝ鷑 阸냹 붡뼝뼍꾡 꾡闒 걮ꓩ낅 ꯍ쀉ꓱ 쀉ꓱ ꗄ 끥뵭ꓱ넍 녅霢 꾶꾢꾅넍 넺
霢 뙩ꌍ 뭪隱 鿅鱉 띑霢꾅 隵ꇝ鷑 뼑둲 鲮ꩡ녅넍 Ꙋꇮ냵 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅넍 덵뇊
뼢險ꩡ넍 뼢險韥閵 鞭 뼑둲 鲮ꩡ녅넍 꾶꾢꾅 넽鱉 鶎껽 鞭 뼢險韥꾅 넍뼍꾡 끩ꭖ
鷍鱉 꾡闒 걮ꓩ낅 ꯍ쀉ꓱ 쀉ꓱ ꗄ 끥뵭ꓱ꾅 놶끞鷑鲙
꽩鱅 鲮ꩡ녅鵹 넩 눥꾅 鞑뇊鷑 Ꙋꇮ넍 놶끞꾅 냕ꩡ뼑 霢뇑뼢險
꽺ꓩ꾅 隵꾡鷑 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅넍 덵뇊뼢險ꩡꚩ鲙 끥뼍꾡 녅霢넍 鿅鱉 鞭 ꗋ넍
꽩齙 뼢險ꩡ꾅鵹 뱮뿑ꌱ ꜵ꾡뼍덵 껹鱽뼑鲙
뇑눥
隵ꫭ ꗄ 鞭 ꗋ넍 냕ꩡ뼑 ꜵ隱鞽
ꩶ뿭늱넍꾅 韥뚽뼍꾡 鲮ꩡ녅넍 덵뇊뼢險ꩡ꾅 넍뼍꾡 霢뇑뼢險꽺ꓩ꾅 끩꾶
鷍鱉 뼢險韥꿵 鞭 뼢險韥꾅 놶녡鷑 뇊鞑녚ꟹ 꾽ꟹꜵ븽 꾥ꊁ፠냙쀑냕 鞭 ꗋ넍
ꭁꑝꫦ 韥ꯕ險鞾븽 ꗄ 뼢險韥 놵녚븽 겒븽 넁ꊁ ꗄ 鲩ꗥꌱ 붡뼝뼑鲙 냵 鲙ꌭ 둲
鲮ꩡ녅넍 꾶꾢꾅 ꗍ넺鷍鱉 陲끥 鞭ꆡ뼑 녚ꟹ 險鞾븽 ꗄ 뼢險韥 놵녚븽넩 녡ꗍ띑
鷕 鼁頁덵 뼢險韥꾅 놶녡鷍꽩 넽阥驍 鿅鱉 鞭 꾶꾢 ꩶ險꾅 ꯍ뼾鷍鱉 ꟹ뼾넍 넱
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Diário da República, 1.ª série
N.º 214 7 de novembro de 2019 Pág. 62
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閵 뼑둲 鲮ꩡ녅넍 꾶꾢꾅 놶녡鷑 阸냱ꈑ 鞭 鲮ꩡ녅넍 鲮霢넩 뇊뼑 뼑
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뼢險ꩡ閵 뼞넍뼑 꽺ꓩ꾅 ꩡ끞뼍鱉 뼢險韥넍 뇊ꟹ 鿅鱉 ꚩꯍꌱ 낹뼑
꾽ꟹꜵ븽 ꗄ 뇊鞑녚ꟹ
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ꩡ끞鷍鱉 陲끥ꌱ 붡뼝뼍꾡 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅넍 덵뇊뼢險ꩡ꾅 넍뼍꾡 뼞
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넍 ꭁꑝꫦ 韥ꯕ險鞾븽
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꽩鱅 뼑둲 鲮ꩡ녅넍 덵뇊뼢險ꩡ꾅 넍뼍꾡 끩뼢鷍鱉 뼢險韥꾅 ꚩ隵鷑 뇊鞑
뼢險녚ꟹ ꓱ븽 ꗄ 險鞾븽냵 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅 ꫭ隵 鲮霢넍 걮넭넩 넽鱉 陲끥꾅ꎁ
Diário da República, 1.ª série
N.º 214 7 de novembro de 2019 Pág. 63
鞭 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅넍 꾶꾢꾅 驩ꍩ ꯍ 넽鲙 鞭ꆡ뼑 陲끥 鞭 ꗍ넺븽냵 ꫭ隵 鞑뇊
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뇑눥
ꩡ끞ꊁ
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뼍꾡 ꜵ隱뼍鱉 阸ꚩ鲙 鴉 魇냵 ꩡ끞ꊁꌱ 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅넍 덵뇊뼢險ꩡ꾅陁 ꜵ隱
뼍阥驍 ꜵ隱뼍鵹ꈒ 뽽끞뼍덵 껹鱽뼑鲙
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ꓩ ꗄ 겑냹 넩끞뼍鱉 뼢險ꩡ 閹넍 ꩡ끞ꊁ꾅 隵뼑 뿆넍ꌱ 녚ꇙ뼑鲙 鞭ꆡ뼑 뿆
넍鱉 閵鱚뼑 陲끥 뼢險ꩡꌱ 鲵븑뼍鱉 눥덶냹 뭪뼍꾡 넩ꊝ꽩덹鲙 ꩡ끞ꊁꌱ ꙵ陲
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냱ꈑ 뭪덵뼍꾡꼱 뼑鲙 鿅뼑 閶 鲮ꩡ녅鱉 녅霢넍 靁뼑 넽鱉 ꜵ隱 鲮霢隱 ꩡ끞녅
閵 ꩡ끞ꊁ꾅 隵뼑 놶놽뼑 뇊ꚩꌱ 霅쀍뼍鵹ꈒ 녚ꇙ뼑鲙
뇑눥
덶뇆 뭪隱
꽩鱅 뼑둲 鲮ꩡ녅넍 꾶꾢냹 덶뇆 뭪隱뼍隕 鞭ꆡ뼑 ꑞ놶냹 낹뼍꾡 ꍽꇝ鷑 險
뼢넍 霡꾢냹 Ꙍ꽩驍덵 껹鱽뼍鱉 꾡闒 ꯍ뼍ꓱ 쀉ꓱ ꗄ 끥뵭ꓱ냵 뼢險 ꚩ껽 ꍽ꼲
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N.º 214 7 de novembro de 2019 Pág. 64
鲝ꭂ ꜽꙊ넺霢넍 ꗞ덵 鿅鱉 뱮ꯍ뼑 ꩶ쀞냹 낹뼑 陲끥ꌱ 뇑뀭뼍隕 閹넩 뭪뇑ꎁ냹
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ꐩ뇑鷑鲙
뇑눥
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뼑둲 鲮ꩡ녅넍 Ꙋꇮ꾅 黥ꄱ 붡ꌩ믡閽險쀉霢넍 陲끥 냕ꆲ꾥뼞 Ꙋꇮ
냹 붡뼝뼍꾡 ꗑ鞾鷍꽽阥驍 냕쁝뼍鲙隕 넭뇊鷑 闅뼢덒ꐺ 녅陞덒ꐺ ꗄ ꐩ뽽덒
냵 鞭 냕쁝韥閹 鶎껽 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅꾅 넍뼍꾡 뼞넍鷑 꽺ꓩꌱ 끩꾶뼍韥 낹뼑 ꑞ
놶냱ꈑ 냕쁝뼑 阸냱ꈑ 넭뇊鷑鲙 鞭ꆡ뼑 덒ꐺ ꗄ ꐩ뽽덒넩 ꗑ鞾鷍꽽阥驍 냕쁝
뼍鲙隕 넭뇊鷑 끉阩냵 뿆꼲 뼍꾅 뇊鷑 뜑ꭁ 韥늵 넩ꩶ넭 阸냹 놹뇑ꈑ 뼑鲙
뇑뼢냵 붡ꌩ믡閽險쀉霢꾅 넍뼍꾡 덵뇊鷑 뼢險ꩡ넍 鞑뇑 隵ꍡ閵
鲙ꌭ 냕ꆲ꾥뼞 쁁낅霢꾅 넍뼍꾡 뼾ꩡ 鿅鱉 냕덵鷍鱉 陲끥꾅鵹 놶끞鷑鲙
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ꖱ꾅陁 ꜵ꾡뼑 녅陞덒ꐺ ꗄ ꐩ뽽덒냹 녅霢 꾶꾢 ꩶ險넍 ꟹ뼾 鿅鱉 녅霢 꾶꾢
驩넍 뗞ꌎ냹 낹뼍꾡 넭뇊뼍덵 껹鱽뼕 靁ꍡꌱ ꚩ냕뼑鲙
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N.º 214 7 de novembro de 2019 Pág. 65
뇑눥
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閵 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅넍 Ꙋꇮ꾅 黥ꄱ 뼢險끩ꭖ ꗄ 뼢險靁 볅ꎙ넍
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넍 겑냹 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅넍 꾶꾢꾅 렍뼍鱉 阸
驍 넺霢 阥늱 ꗄ 隕끞隱 隵ꇝ鷑 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅넍 Ꙋꇮ꾅 黥
ꄱ 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅넍 꾶꾢꾅 陲꾶፠볅ꎙ፠韥ꯕ፠끩꾶 ꗄ 鞭
ꗋ넍 뼢險끩ꭖ넍 뇑險냹 낹뼍꾡 끉霡鷍鱉 놹ꓭ 덶낅냹 꾶넺
ꗄ 냕덵뼍鱉 阸
鲙 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅넍 Ꙋꇮ꾅 黥ꄱ 鞭 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅넍 꾶꾢꾅
녅뙩 끩ꭖꌍꌱ ꩡ끞뼍꾡 녅뙩 끩ꭖ냹 볅ꎙ뼍鱉 阸 볅
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險ꩡ閵 靁뼑냹 ꜵ꾡뼑 鲵ꍡ넭냹 뭪뼍꾡 ꯍ뼾鷕 ꯍ 넽鲙
閶 鲮ꩡ녅넍 靁뼑 넽鱉 鲮霢냵 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅꾅 넍뼍꾡 덵뇊鷑
뼢險ꩡ넍 鲵븑 ꩡꓩꭁ閵 덽 넽鱉 쀑鶎냹 ꯍ뼾뼕 ꯍ 넽鵹ꈒ ꚩ녚뼍韥 낹뼍꾡 뻹
끉뼑 ꑝ麕 눥렍ꌱ 뼑鲙
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閶 鲮ꩡ녅넍 덵뇊뼢險ꩡ鱉 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅넍 꾶꾢꾅 뼢險 끩ꭖ
냹 볅ꎙ뼕 靁ꍡꌱ 閵덵ꐥ ꑝ麕 넭냵 겑뼾 닆넭 뀭쀍 鞑뇊꾅 黥ꄱ 鞭 꾶꾢넍 뭪
쀉 鿅鱉 鲙ꌭ 霢閵넍 녅냕몑쀍뭪쀉ꈑ 鞭ꆡ뼑 끩ꭖ냹 녅냕ꈢ陁 霡넺뼑鲙
뇑눥
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閶 鲮ꩡ녅鱉 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅넍 덵뇊뼢險ꩡ꾅 鞭 뼢險ꩡ閵 녅霢 꾶
꾢꾅 꾡闒 ꯍ쀉ꓱ 쀉ꓱ ꗄ 끥뵭ꓱ넍 끩ꭖ隱 隵ꇝ뼍꾡 쁂麒뼑 ꯍ넺 닆 ꟹ끞냹
뚽隱뼍鱉 ꜵꜹ냹 녅霢꾅 겑뼾 닆넭 놶끞 閵鱚뼑 Ꙋꇮ꾅 黥ꄱ 녅냕몑쀍뭪쀉ꈑ
녅냕ꈑ넩 ꭖ鞽뼕 靁ꍡꌱ ꜵ꾡뼑鲙
ꭁ麒 ꗄ 녅ꚭ넍 ꫭ鞽꾅 鲵뼑 넩닆隱ꫭ 쁁뻱ꌱ 낹뼑 뱮ꙹ 뿆뇊넩
鲮ꩡ녅 閹꾅 눩녡뼍鱉 陲끥 鞭 뱮ꙹ 뿆뇊넍 鞑뇊넩 끥뼑鲙
뇑눥
險鞾ꇚ ꗄ 險뇊 陲녶
꽆 鲮ꩡ녅넍 덵뇊뼢險ꩡ鱉 뱮뇊 鬭꾅 뼞넍鷑 꽺ꓩꌱ 끩꾶뼍鱉
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Diário da República, 1.ª série
N.º 214 7 de novembro de 2019 Pág. 67
鲮ꩡ녅넍 덵뇊뼢險ꩡ꾅 넍뼍꾡 뼞넍鷑 꽺ꓩ꾅 뇑險鷍鱉 뛒 險鞾ꇚ
냵 꽆 鲮ꩡ녅넍 뼢險鲮霢 閹꾅 뼞넍鷍隕 걮넭鷑鲙
閶 鲮ꩡ녅넍 덵뇊뼢險ꩡ鱉 뼞넍鷑 꽺ꓩꌱ 끩꾶뼕 鼁 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ
녅넍 덵뇊뼢險ꩡ넍 넩넪냹 隕ꇙ뼑鲙
뱮뇊 鬭꾅 뼑둲 鲮ꩡ녅넍 덵뇊뼢險ꩡ閵 뇑險뼍鱉 險鞾ꇚ냵 鲙
ꌭ 둲 鲮ꩡ녅넍 덵뇊뼢險ꩡ閵 뇑險뼍鱉 險鞾ꇚ隱 뼝颍 鞭 鬭꾅넍 뼢險끩ꭖ꾅
鲵뼑 險險넍 끉霡꾅 ꩶ넆뼍鱉 뼞ꍡ놶넭 隵陹 껽꾅 냕덵鷑鲙
꽆 鲮ꩡ녅넍 덵뇊뼢險ꩡ閵 뇑險뼍鱉 뼞넍鷑 꽺ꓩ鱉 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ
녅넍 꾶꾢냱ꈑ ꗄ 鞭 꾶꾢냱ꈑꜵ뫥 뾹녡 ꗄ 꾽럖 閵鱚뼑 끩뼢 ꯍ끉꾅 놶뼞뼑 險
鞾ꇚ냹 뼞ꍡ놶넭 몆걮ꌕꈑ 뇑險뼍鱉 阸냹 끥놶 ꑞ븑ꈑ 뼑鲙 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅넍
꾶꾢꾅 놶녡 鿅鱉 뼍뗝鷍꽩 뼩鲮 뼢險ꩡꌱ 덵뇊뼑 鲮ꩡ녅 뀭 霢閵넍 꾶꾢꾅 넽
鱉 뱮뇊 鬭넍 덵뇅냱ꈑ넍 鞭ꍡ隕 鞭 덵뇅냱ꈑꜵ뫥넍 끩뼢 ꯍꭖ냵 ꜵ뗝놶넭 ꫦ
陞냹 덵鲁鲙 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅넍 꾶꾢꾅 낹렍뼑 뱮뇊 鬭ꩶ넍 덵뇅隱 뇑霢넍 덵
뇅 閹 끩ꭖ냹 뼍鱉 뼢險ꩡ넍 靁ꍡ鱉 霢뇑뼢險끩ꭖ넍 덽 넽鱉 ꗑ놹냹 낹뼍꾡 뼾
ꩡ鷍隕 鲙넁隱 꾥陹鷍鱉 險鞾ꇚ넍 넱ꗍ놶 낅렎꾅 黥ꌭ鲙
閵 띑ꗑ 霢閵꿵 뜑눺 ꑞ놶 霢閵 閹넍 끩뼢ꯍ끉
驍 덶뼾 뼢險 끩뼢ꯍ끉
鲙 뾹덵 ꗄ 덵꾢 꽺ꓩꌱ 隕ꇙ뼍꾡 뼢險ꩡ閵 뭪隱뼍鱉 덵꾢넍
끩뼢ꯍ끉
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N.º 214 7 de novembro de 2019 Pág. 68
꽆 鲮ꩡ녅넍 뼢險鲮霢넩 넩 눥 뇑뼢꾅 黥ꄱ 뇑險鷍鱉 險鞾ꇚ꾅
鲵뼍꾡 뼞넍뼍덵 ꑰ뼑 陲끥 鲮ꩡ녅넍 덵뇊뼢險ꩡ閵 뇑險뼕 ꯍ 넽鱉 險鞾ꇚ냵 陹
놽꾅 黥ꌭ ꙵ鶎냹 붡뼝뼍꾡 넩놹꾅 뇑險뼍韥ꈑ 뼞넍鷑 뛒 險鞾ꇚ냹 뚽隱뼍덵 껹
鱽뼑鲙
꽩鱅 鲮ꩡ녅鵹 뼍驍 鿅鱉 鞭 넩ꩶ넍 덵뇊뼢險ꩡ閵 꽩鱅 鲙ꌭ 뼍驍
鿅鱉 鞭 넩ꩶ넍 뼢險ꩡ꿵 뼝颍 鿅鱉 ꙹ鵹ꈑ 鬭냱ꈑꜵ뫥 陲녶ꩡꌱ 겡뼍陁 꼲쀉
겑멙阥驍 ꗥ뇑뼍鱉 쁝隱ꌱ 閵덵阥驍 鞭ꆡ뼑 閵鱚ꫦ넩 넽阥驍 넍鵹鷑 ꗞ겒냱ꈑ 겑
녚靁ꇚ냹 驝끞뼍鱉 阸냹 뽽끞뼍덵 껹鱽뼑鲙
꽩鱅 鲮ꩡ녅鵹 霢뇑뼢險끩ꭖ냹 뇑險뼍鱉 鴥꾅 陲녶냹 낹뼍꾡 鲙ꌭ
둲 鲮ꩡ녅넍 뼢險ꩡ넍 險뇊뼍隕 鶎麦뼑 韥쁁꾅 ꜵ뇊놶 꾶뽚냹 ꖭ렕 ꯍ 넽鱉 ꗞ겒
냱ꈑ 녅霢넍 뼍驍 鿅鱉 鞭 넩ꩶ넍 덵뇊뼢險ꩡ꾅 鲵뼍꾡 霢閵ꚩ눥 鿅鱉 덵낅냹 뇑
險뼍阥驍 뽽끞뼍덵 껹鱽뼑鲙
霢閵 ꚩ눥 鿅鱉 덵낅넩ꄵ 霢閵 鿅鱉 霢閵閵 덵뇊뼍阥驍 뭪뇑뼍鱉
險險韥隵 鿅鱉 ꖱ閹韥隵넩 덶뇆 鿅鱉 閹뇆놶냱ꈑ 덵뇊뼢險ꩡ꾅陁 뗝ꙹ놶냱ꈑ 덵
낅냹 뇑險뼍鱉 阸냹 넍ꖭ뼑鲙 뇑뼑 꽻넩 넩鱉 끩꾶 ꭅ겙넍 ꩶ陹 녅ꚭ ꩶ쀍뼍
덵 껹鱽뼍꾡鵹 鷍鱉 낅눥 鿅鱉 뱮뿑놶 눥阩넍 냪녅넍 뇑險 ꯍ넪넍 붡韥驍 ꟹ끞
넍 쁁ꚪ꾅 넍뼑 녡뇊놶 넩麒넍 ꜵ꾡 ꩡ끞鷑 險險 녅鞽넍 뭪ꩶ놶 ꩶ쀍넍 ꚩꌍ ꐩ
ꫭ 險險 鲮霢넩 ꜵ隱뼑 녡뇊 ꜵ鲩넍 ꚩꩶ 鿅鱉 險뼢 겑 꾥ꊁ 鿅鱉 뼢險꽺ꓩ
Diário da República, 1.ª série
N.º 214 7 de novembro de 2019 Pág. 69
넍 뭪ꩶ놶 끩꾶꾅 뻹끉뼑 鞭 ꗋ넍 뼞ꍡ놶넭 겑꾅 鲵뼑 뗝ꙹ놶 뇆鞱냹 붡뼝뼕
ꯍ 넽鲙
뼑둲 鲮ꩡ녅閵 넩 뿆뇊꾅 黥ꄱ 끩꾶뼍鱉 꽺ꓩ꿵 隵ꇝ뼍꾡 덵뇊뼢
險ꩡ꾅 霢閵 ꚩ눥 鿅鱉 덵낅냹 뇑險뼍鱉 陲끥 鞭 鲮ꩡ녅鱉 뼩鲮 뼢險ꩡ꾅 쁁陹
ꩶ냱ꈑ ꐺ쀊뼍陁 鞭ꍡ隕 闑ꙹ놶냱ꈑ ꚩ눥 鿅鱉 덵낅냹 쀊넭뼍鵹ꈒ 끉霡뼑鲙
넩 눥꾅 꽭鞾鷑 ꗉ꿵 闎넩 鲮ꩡ녅넍 뼢險鲮霢넩 險鞾ꇚ꾅 鲵뼍꾡
뼞넍뼍덵 ꑰ뼍阥驍 陲녶隱 隵ꇝ뼍꾡 끥ꇙ閵 ꗑꪒ鷍鱉 陲끥 鞭 ꓭ뇑鱉 넩 뿆뇊
뇑눥꾅 黥ꄱ 뙍ꍡ鷑鲙
뇑눥
끩뼢 겑閹븑넍 걮넭
閶 鲮ꩡ녅넍 덵뇊뼢險ꩡ鱉 뱮뇊 鬭 ꩶ넍 뼞넍鷑 ꩽꈑ끩 꽺ꓩꌱ 闑겑뼍
韥 뜑ꭁ 넱 놹頁덵 꾽뇊鷑 끩뼢 겑閹븑ꌱ 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅넍 뼢險鲮霢꾅 걮넭
냹 ꗐ韥 낹뼍꾡 뇑띑뼑鲙 鞭ꆡ뼑 끩뼢 겑閹븑넍 ꙵ陲鵹 뜑ꭁ 넱 놹頁덵 鲙ꌭ
둲 鲮ꩡ녅넍 뼢險鲮霢꾅 걮넭냹 ꗐ韥 낹뼍꾡 뇑띑뼑鲙 뱮ꙹ뼑 陲끥꾅 넩 겑뼑냵
뼩鲮 鲮霢넍 鶎넍ꌱ ꗐ껹 鲝띊鷕 ꯍ 넽鲙
Diário da República, 1.ª série
N.º 214 7 de novembro
de 2019 Pág. 70
뇑눥
껽놹
閶 鲮ꩡ녅鱉 뼢險겑 걮ꓩ낅 뼢險韥 鿅鱉 뼢險韥 끩뼢隱 隵ꇝ뼑
ꜹ꼱꾅 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅閵 냕덵뼍鱉 껽놹 韥늵隱 隵ꇝ뼍꾡 꽭뇑麕덵 뿆넍ꌱ 끉
뙢뼕 ꯍ 넽鲙 鞭ꆡ뼑 뿆넍鱉 鞭ꆡ뼑 끉뙢넩 넽냵 쁹 넱 驩꾅 闑뜑鷑鲙
뼑둲 鲮ꩡ녅鱉 鞭ꆡ뼑 뿆넍 쁹꾅 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅閵 넩 눥 뇑뼢꾅
꽭鞾鷑 ꜹ꼱꾅 뿆꼲꾅 黥ꄱ 鞭 鲮겑꾅 뇊鷑 뜑ꭁ 韥늵 넩ꩶ넍 껽놹 韥늵냹
쁝隱놶냱ꈑ 냕덵 ꗄ 隵ꍡ뼍隕 넽덵 껹鱽뼍鲙鱉 阸냹 ꗑ陡뼕 陲끥 鞭 鲙ꌭ 둲 鲮
ꩡ녅꾅 鞭ꆡ뼑 ꗑ陡냹 꼁ꍡ隕 鞭ꆡ뼑 뜑ꭁ 韥늵꾅 뼞렍뼍鱉 鴥 뻹끉뼍鲙隕 꾡陝
덵鱉 눥렍ꌱ 뼍鵹ꈒ 뭪덵뼑鲙 鞭ꆡꐩ 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅鱉 놶놽뼑 겑뇊 눥렍ꌱ 뼑
鲙 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅閵 넱 넩驩꾅 鿅鱉 뼞넍閵 閵鱚뼑 陲끥 鴉 韩 韥閹 驩꾅 놶
놽뼑 눥렍ꌱ 뼍덵 ꑰ뼑 陲끥鱉 넩 뿆뇊 뇑눥ꌱ 놶끞뼍韥 낹뼑 鞱阥閵 鷑鲙
뿆꼲 뇑눥꾅 黥ꄱ 뼑둲 鲮ꩡ녅넍 덵뇊뼢險ꩡ꾅 넍뼍꾡 끩뼢鷍鱉
뼢險韥ꈑ 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅넍 꾶꾢냹 ꑞ놶덵 鿅鱉 띑ꗑ덵ꈑ 꽺ꓩꌱ 뼍鱉 ꑝ麕 뼢
險韥鱉 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅넍 꾶꾢꾅 넽鱉 鶎껽 ꜽ뼞ꍡ뼑 덵꾥냹 뚽ꅍ뼍덵 껹鱽뼍鱉
뼑 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅넍 靁뼑 넽鱉 鲵븑꾅 넍뼍꾡 뼢險韥 驩ꜵ ꗄ 늱ꙵ꾅 鲵뼑 뇅
阵 鲵ꩶ넩 鷕 ꯍ 넽鲙鱉 阸꾅 띉閵놶냱ꈑ 뼞넍뼑鲙 뿆꼲 뇑눥꾅 꽭鞾鷑 넍ꓩ
꾅鵹 ꜽ霡뼍隕 넩 뇅阵넍 ꑞ놶냵 隵ꇝ 뼢險韥 ꌍ넍 냕쁝ꫦ 걮ꓩ낅넍 ꐩ뽽 뼢
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N.º 214 7 de novembro de 2019 Pág. 71
險韥 ꗄ 뼢險韥 녚ꟹ넍 뀭隵 ꩶ몑ꌱ 쀊넭뼍鱉 阸넩鲙 넩 눥꾅 ಯ덵ꩶ 뇅阵ರ넩ꄱ
뼑鲙
넩ꆡ뼑 덵ꩶ 뇅阵 鿅鱉 넱ꇝ넍 덵ꩶ 뇅阵냱ꈑ 뼢險韥 鿅鱉 뼢險韥
넍 끩뼢넩 뿆꼲꾅 黥ꄱ 鞭 鲮겑꾅 뇊鷑 뜑ꭁ 韥늵냹 늵ꯍ뼍덵 껹鱽뼑鲙鱉 겡閶
뼑 끥ꇙ驍 뿆꼲꾅 黥ꄱ 鞭 鲮겑꾅 뇊鷑 껽놹 韥늵넍 쁝隱놶넭 냕덵꿵 隵ꍡ閵
陥꾡鷍꽩 넽鲙鱉 겡閶뼑 끥ꇙ閵 ꗑꪒ뼍鱉 陲끥 뇅阵냹 ꯍ뼾뼍鱉 鲮ꩡ녅鱉 뿆꼲
뇑눥넍 ꑞ놶냹 낹뼍꾡 鞭 뼢險韥꿵 隵ꇝ鷑 鿅鱉 鞭 뼢險韥넍 걮ꓩ낅隱 隵ꇝ鷑
덒ꐺ 鿅鱉 ꐩ뽽덒넩 ꗑ鞾鷍阥驍 냕쁝뼍鲙隕 넭뇊鷍鱉 끉阩 鿅鱉 뼩鲮 뼢險韥
閵 끩뼢鷍鱉 끉阩넩 뿆꼲꾅 黥ꄱ 뇊鷑 뜑ꭁ 韥늵 넩ꩶ넩 껹鱽ꄱ隕 녅냕ꈑ넩 陥
뇊뼑鲙
넩 눥 뇑뼢꾅 黥ꄱ 뼑둲 鲮ꩡ녅넍 덵뇊뼢險ꩡ閵 끩뼢뼍鱉 뼢險韥
넍 덵ꩶ 뇅阵냹 ꯍ뼾뼍韥 낹뼑 뇆鞱넩 鞭 덵뇊뼢險ꩡ넍 鲵븑꾅 넍뼍꾡 阥ꜵ鷑 陲
끥 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅鱉 넩 눥 뇑뼢꾅 꽭鞾鷑 냕뿊넍 겡閶뼑 끥ꇙ閵 ꗑꪒ뼍隕 鞭
뼢꾅 꽭鞾鷑 陥隱閵 驍멵驑 阸냱ꈑ 녅냕ꈑ넩 띉뇊뼑鲙
閶 鲮ꩡ녅鱉 덵ꩶ 뇅阵 넱ꇝ넍 덵ꩶ 뇅阵 덵ꩶ 뇅阵냹 낹뼑 뇆鞱
넍 阥ꜵ 뿆넍 鿅鱉 鞭 ꗋ넍 陥隱ꈑ 韩鞾 눥렍閵 뼢險韥 끩뼢넍 껽놹꾅 뻹ꯍꜽ閵
陥뼍鲙隕 볅鲝뼍鱉 陲끥 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅넍 덵뇊뼢險ꩡ넍 끩뼢뽽閵ꌱ 댾겑 뇊덵
鿅鱉 ꙵ陲뼕 靁ꍡꌱ ꚩ냕뼑鲙
Diário da República, 1.ª série
N.º 214 7 de novembro de 2019 Pág. 72
넩 눥 뇑뼢 鿅鱉 뇑뼢꾅 黥ꄱ 뼑둲 鲮ꩡ녅閵 뼑 눥렍鱉 뼩鲮 눥
렍ꌱ 뼑 鞱阥閵 ꭁꐭ鷍鱉 댾겑 닆鲝鷑鲙
넩 눥 뇑뼢隱 隵ꇝ뼍꾡 ꎁ꼲 뼞넍鷑 韥閹넩 陲隱뼑 鼁꾅鵹 뼑둲
鲮ꩡ녅閵 뿆꼲꾅 黥ꄱ 鞭 鲮겑꾅 뇊鷑 韥늵隱 ꜽ뼞렍뼍鱉 ꩶ몑꾅 넽鲙隕 陥뇊
鷍鱉 陲끥꾅鱉 霢뇑ꖱ閹뼢險韥霡 ꩡꓩ뛒녚꾅陁 鞭 ꩡ겙넩 뭪덵鷍꽩꼱 뼑鲙 鿅뼑
ꩡꓩ뛒녚꾅陁 뼩鲮 ꩶ쀞꾅 鲵뼑 넩쁹넍 ꎁ눦걙ꆡ끩 뼩陥꾅 鲵뼩鵹 뭪덵鷍꽩꼱
뼑鲙
붡ꌩ믡閽險쀉霢넩 鿅 鲙ꌭ 냕ꆲ꾥뼞 쁁낅霢꾅 넍뼍꾡 鞑뇑 隵ꍡ閵
뼾ꩡ鷍隕 냕덵鷍鱉 뼢險ꩡꌱ 덵뇊뼑 陲끥 넩 눥꾅 黥ꌭ 鲵뼑ꖱ霢넍 靁ꍡ鱉 뼩鲮
냕ꆲ꾥뼞 쁁낅霢넍 껽놹 韥늵넍 뗹몒 뼾ꩡ 鿅鱉 냕덵꿵 隵ꇝ뼍꾡 鞭ꍡ隕 鞭 뼢
險韥넍 끩뼢뽽閵꿵 隵ꇝ뼍꾡 鶎麦뼍陁 놶끞鷑鲙
뇑눥
ꚩ껽
霢뇑Ꙋꩶ넍 靁ꍡ ꗄ 넍ꓩ꾅 黥ꄱ 鲮ꩡ녅鱉 ꜽꙊ놶넭
閹ꫢ뼾낹ꈑꜵ뫥 ꖱ閹뼢險넍 ꚩ껽냹 ꚩ녚뼕 ꩶ뿭 閹넍 넍ꓩ閵 넩 뿆뇊넍 ꜽ閵ꜹ넍
넱ꜵꌱ 霡ꫦ뼝냹 녡쀊넭뼑鲙 鲮ꩡ녅鱉 霢뇑Ꙋꩶ넍 鞭麙넍 靁ꍡ ꗄ 넍ꓩ넍
넱ꗍꫦ냹 뇑뼑뼍덵 껹鱽뼍ꐩ 뱮섽 鲙넁넍 鞑뇊냹 늵ꯍ뼑鲙
Diário da República, 1.ª série
N.º 214 7 de novembro de 2019 Pág. 73
閵 髹 낉 넱 鶎陲꾅 ꐺ鷑 ᇷ뼢險韥驩꾅 뼾뼑
ꙉ뉹 ꗄ 韥멵 뼾낹꾅 隵뼑 뿆꼲ᇸ
驍 髹 낉 넱 뾙넩鞭꾅 ꐺ鷑 ᇷ뼢險韥넍 ꜽꙊ驞렍
꽪뇑ꌱ 낹뼑 뿆꼲ᇸ
鲙 髹 낉 넱 ꑡ뱭ꍡ꿡꾅 ꐺ鷑 ᇷꖱ閹뼢險넍
껽놹꾅 鲵뼑 ꜽꙊ놶 뼾낹넍 꽪뇑ꌱ 낹뼑 뿆꼲ᇸ
ꄱ ᇷꖱ閹뼢險넍 껽놹꾅 鲵뼑 ꜽꙊ놶 뼾낹넍 꽪뇑ꌱ 낹뼑
뿆꼲ᇸ냹 ꚩ띞뼍鱉 髹 낉 넱 ꑡ뱭ꍡ꿡꾅 ꐺ鷑
ᇷ霢뇑ꖱ閹뼢險꾅 ꩡ끞鷍鱉 險뼢꾅넍 ꜽꙊ놶 붢ꇚ뼾낹넍
꽪뇑ꌱ 낹뼑 넍뇊ᇸ
ꍽ 髹 낉 넱 ꑡ뱭ꍡ꿡꾅 뗹몒鷑 ᇷ閵ꭁꫦ 붢꼲넍
명덵ꌱ 낹뼑 겒ꙹ눥렍꾅 隵뼑 뿆꼲ᇸ 鞭ꍡ隕
ꗉ 꽆 鲮ꩡ녅ꌱ 霡ꭂ뼍鱉 뼢險 ꚩ껽냹 鞑냝뼍鱉 鞭 ꗋ넍 ꑝ麕
뿆꼲
鲮ꩡ녅鱉 鞭麙넍 ꩶ뿭隵陹꾅 霢뇑ꖱ閹뼢險韥霡꾅 넍뼍꾡 쀊ꍲ鷍
隕 뿆꼲넍 ꜵꭂꈑ 덵뇊鷑 뼢險 ꚩ껽 鞑뇊넩 鲮ꩡ녅꾅 놶끞 閵鱚뼑 ꙉ낹꾅 鞭
ꆡ뼑 ꚩ껽 鞑뇊냹 늵ꯍ뼑鲙 鲮ꩡ녅鱉 녅霢꾅 麦ꈒ鷑 뼢險韥넍 끩꾶녅 鿅鱉 녅霢
꾶꾢 驩꾅 늱鷑 ꩡ꽺녚 鿅鱉 꾶霡 阥늱덵ꌱ 闋隕 넽鱉 뼢險韥넍 끩꾶녅 鿅鱉 붡
ꌩ믡閽險쀉霢넍 陲끥 (8 눥꼲꾅 黥ꄱ 鞭 꾶꾢 驩꾅 ꍲ鷍隕 냕ꆲ꾥뼞Ꙋ꾅 黥ꄱ
냕쁝뼑 끩뼢 ꐩ뽽ꌱ 闋隕 넽鱉 뼢險韥넍 끩꾶녅 鿅鱉 鲵뼑ꖱ霢넍 陲끥 鞭 꾶꾢
驩꾅 ꍲ鷍隕 鲵뼑ꖱ霢넍 놶끞 閵鱚뼑 Ꙋ꾅 黥ꄱ 냕쁝뼑 끩뼢 ꐩ뽽ꌱ 闋隕 넽鱉
Diário da República, 1.ª série
N.º 214 7 de novembro de 2019 Pág. 74
뼢險韥넍 끩꾶녅 鞭ꍡ隕 녅霢넍 꾶꾢꾅 넽鱉 險뼢넍 끩꾶녅閵 鞭ꆡ뼑 뼢險 ꚩ껽
鞑뇊냹 늵ꯍ뼍鵹ꈒ 끉霡뼑鲙
끉뙢넩 넽냹 陲끥 鲮ꩡ녅鱉 ꖱ閹 뼢險韥넍 ꜽꙊ 驞렍 뼾낹꿵 鞭ꆡ
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Diário da República, 1.ª série
N.º 214 7 de novembro de 2019 Pág. 75
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뼑둲 鲮ꩡ녅넍 뼢險鲮霢냵 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅넍 뼢險鲮霢넍 끉뙢넩 넽냹 陲
끥 뇊ꚩ ꑞ놶냱ꈑ 뼞ꍡ놶냱ꈑ 끉霡鷕 ꯍ 넽鱉 뭪陹ꌱ 閶 鲮ꩡ녅넍 Ꙋꇮ꾅 黥ꄱ
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뼑둲 鲮ꩡ녅넍 덵뇊뼢險ꩡ閵 넩 뿆뇊꾅 붡뼝鷑 꽺ꓩ꾅 鲵뼍꾡 놶
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Diário da República, 1.ª série
N.º 214 7 de novembro de 2019 Pág. 76
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閹 霢뇑뼢險끩ꭖ 鿅鱉 驍 뼑둲 鲮ꩡ녅넍 뼢險ꩡ꾅 넍뼑 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅꿵 鞭
ꗋ넍 霢閵 꾶꾢 閹 霢뇑뼢險끩ꭖ꾅 鲵뼍꾡 ꜵ隱鷍鵹ꈒ 뇑껽鷍阥驍 ꜵ隱鷑 끩넹넍
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Diário da República, 1.ª série
N.º 214 7 de novembro de 2019 Pág. 77
鲮ꩡ녅閵 鞭ꆡ뼑 끩넹넩 넩 눥 뇑뼢꾅 鞑뇊鷑 隕ꇙꩡ뼢隱 뼞렍鷍덵 껹鱽뼑鲙隕
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陥냹 낹뼍꾡 뻹끉뼑 뇊ꚩꌱ 쀊ꚩ뼍鱉 鴥 뿆ꇚ뼑鲙 鲮ꩡ녅鱉 뼞넍꾅 鵹鲡뼍ꐩ 鞭
뼞넍閵 겙뼾鷕 ꯍ 넽鵹ꈒ 뜑鲵뼑 鬭ꇚ뼑鲙 鞭ꆡ뼑 ꩶ뿭 閹넍 뼞넍閵 꽻鱉 陲끥
鞭 끩넹넍 쁝ꇚ냵 ꗑꪒ뼍阥驍 냕덵鷑鲙
뇑눥
뿆넍
鲮ꩡ녅鱉 韩ꖵ뼑 뿆ꇚ냹 ꚩ녚뼍韥 낹뼍꾡 넩 뿆뇊넍 넩뼾 뼩
놶끞 闑뇊 鿅鱉 뎆뼾꾅 隵뼍꾡 ꩶ뿭 뿆넍뼑鲙
鞭ꆡ뼑 뿆넍鱉 鬱넍 鿅鱉 ꐩ냹 뭪뼍꾡 넩ꊝ꽩덽 ꯍ 넽隕 鲡ꍡ
뼞넍뼍덵 껹鱽뼍ꐩ 뼑둲 鲮ꩡ녅閵 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅ꈑꜵ뫥 ꐩ 끉뙢냹 뇆ꯍ뼑 驕
ꜵ뫥 넱넍 韥閹 驩꾅 闑겑鷑鲙
뇑눥
ꜹ녶넍 뼩陥
넩 뿆뇊넍 뼩넩驍 놶끞隱 隵ꇝ뼍꾡 鲮ꩡ녅 閹꾅 ꜹ녶넩 ꗑꪒ뼍
鱉 陲끥 鲮ꩡ녅鱉 끥 霅ꫢ꾅 넍뼍꾡 ꜹ녶냹 뼩陥뼍鵹ꈒ 鬭ꇚ뼑鲙
Diário da República, 1.ª série
N.º 214 7 de novembro de 2019 Pág. 78
鲮ꩡ녅閵 霅ꫢ꾅 넍뼑 ꜹ녶 뼩陥꾅 겙볝뼍鱉 陲끥 鲮ꩡ녅鱉 鲙ꌭ
넭 鿅鱉 韥隵꾅 ꜹ녶냹 쁁ꜵ뼍꾡 陥뇊뼍鵹ꈒ 뼞넍뼕 ꯍ 넽鲙 ꎁ꼲 鞭ꆼ陁 뼞넍
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덵ꐺ鷑鲙 閶 鲮ꩡ녅鱉 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅ꈑꜵ뫥 뀭霅 陲ꈑꌱ 뭪뼍꾡 넩ꆡ뼑 녡볅ꜵ
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녡녡볅隵냹 덵ꐺ뼍隕 鞭ꈑꜵ뫥 넱넍 韥閹 驩꾅 뇑넍 닆녡녡볅隵넩 덵ꐺ鷑鲙
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쁁 넍녚냵 꽩鱅 뼑둲 鲮ꩡ녅넍 끉뙢꾅 黥ꄱ ꐺ 鿅鱉 뻹끉 겑 ꚪꯍ넍 닆녡녡볅隵
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뇑뼢꾅 黥ꌭ 陥뇊냹 늵ꯍ뼍덵 ꑰ뼑 陲끥 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅鱉 넩 뿆뇊꾅 黥ꄱ 녅
겕넩 ꜵ꾡뼑 ꑝ麕 靁ꍡ 鿅鱉 뱮靁냹 뇑뼑 닆덵 鿅鱉 랝ꭁ뼕 ꯍ 넽鲙
Diário da República, 1.ª série
N.º 214 7 de novembro de 2019 Pág. 79
閶 鲮ꩡ녅鱉 閶녅 덵ꐺ뼑 닆녡녡볅隵넍 ꟹ끞냹 ꜵ鲩뼑鲙 닆녡녡볅
ꜵ넍 驍ꏭ덵 ꟹ끞냵 鲮ꩡ녅閵 鞕麦뼍陁 ꜹ鲩뼑鲙
뇑눥
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꽩鱅 뼑둲 鲮ꩡ녅閵 넩 뿆뇊넍 꽩鱅 鞑뇊넩麕 闑뇊뼍鱉 阸넩 ꗉꅁ
덶뼍鲙隕 꾡韥鱉 陲끥꾅鱉 꽭뇑麕덵 넩 뿆뇊 뇑눥꾅 黥ꄱ 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅꿵넍
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꾅 黥ꄱ 꽩鱅 뼑둲 鲮ꩡ녅꾅 넍뼍꾡 눺ꊁ鷕 鼁頁덵 ꓩ韥뼑 쁝ꇚ냹 덵ꭂ뼑鲙
꽩鱅 뼑둲 鲮ꩡ녅鱉 꽭뇑麕덵 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅꾅 넩 뿆뇊넍 눺ꊁ
陥뇊냹 뀭霅 陲ꈑꌱ 뭪뼍꾡 ꐩ냱ꈑ 뭪덵뼕 ꯍ 넽鲙
Diário da República, 1.ª série
N.º 214 7 de novembro de 2019 Pág. 80
눺ꊁ넍 뭪덵鱉 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅꿵 鶎겑꾅 霢뇑ꖱ閹뼢險韥霡ꈑ 놹鲡
鷍꽩꼱 뼍隕 鲙ꌭ 둲 鲮ꩡ녅넍 뭪덵 뇆ꯍ넱ꜵ뫥 闑낉 쁹 쁝ꇚ냹 ꗑꪒ뼍驍 넩
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AGREEMENT ON AIR SERVICES BETWEEN THE PORTUGUESE REPUBLIC AND THE REPUBLIC OF KOREA
The Portuguese Republic and the Republic of Korea (hereinafter referred to as the “Parties”):
Being Parties to the Convention on International Civil Aviation opened for signature at Chicago
on the seventh day of December, 1944;
Desiring to contribute to the progress of international civil aviation;
Desiring to organize, in a safe and orderly manner, international air services and to promote in
the greatest possible measure international cooperation in respect of such services; and
Desiring to conclude an agreement for the purpose of establishing and operating air services
between and beyond their respective territories;
have agreed as follows:
Article 1
Definitions
For the purpose of this Agreement:
(a) “Convention” means the Convention on International Civil Aviation opened for signature at
Chicago on the seventh day of December, 1944, including any annex adopted under article 90 of
that Convention and any amendment of the annexes or Convention under articles 90 and 94 thereof,
in so far as those annexes and amendments have been adopted by both Parties;
(b) “EU Treaties” means the Treaty on European Union and the Treaty on the Functioning of
the European Union;
(c) “aeronautical authorities” means, in the case of the Portuguese Republic, the Civil Aviation
Authority (ANAC), and in the case of the Republic of Korea, the Ministry of Land, Infrastructure and
Transport (MOLIT) or, in both cases, any person or body authorized to perform any functions at
present exercised by the said authorities;
(d) “designated airline” means any airline which has been designated and authorized in accor-
dance with article 3 of this Agreement;
(e) “territory” in relation to a State has the meaning assigned to it in article 2 of the Convention;
(f) “air service”, “international air service”, “airline” and “stop for non-traffic purposes” have the
meanings respectively assigned to them in article 96 of the Convention;
(g) “agreed services” means scheduled international air services on the specified routes for the
carriage of passengers, baggage, cargo and mail, separately or in combination;
(h) “specified routes” means the routes established in the annex to this Agreement;
(i) “capacity”, in relation to an aircraft, means the payload of that aircraft available on a route
or section of a route and, in relation to an agreed service, means the capacity of the aircraft used
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on such services, multiplied by the frequency operated by such aircraft over a given period on a
route or section of a route;
(j) “tariff” means the price to be paid for the carriage of passengers, baggage or cargo and the
conditions under which those prices apply, including prices and conditions for agency and other
ancillary services, but excluding remuneration or conditions for the carriage of mail;
(k) “user charge” means a charge made to airlines by the competent authorities, or permitted
by them to be made, for the provision of airport property or facilities or of air navigation facilities,
or aviation security facilities or services, including related services and facilities, for aircraft, their
crews, passengers and cargo;
(l) “Annex” means the annex to this Agreement, including the Route Schedule and any clauses
or notes appearing in such annex, or as amended in accordance with the provisions of article 20 of
this Agreement. The annex shall form an integral part of this Agreement, and all references to the
Agreement shall include references to the annex except where otherwise provided;
(m) “Member States of the European Free Trade Association” means the Republic of Iceland,
the Principality of Liechtenstein and the Kingdom of Norway (being parties to the Agreement on
the European Economic Area) and the Swiss Confederation (under the Agreement between the
European Community and the Swiss Confederation on Air Transport);
(n) references in this Agreement to nationals of the Portuguese Republic shall be understood
as referring to nationals of Member States of the European Union; and
(o) references in this Agreement to airline(s) of the Portuguese Republic shall be understood
as referring to airline(s) designated by the Portuguese Republic.
Article 2
Operating rights
1 — Each Party grants to the other Party the rights specified in this Agreement for the purpose
of operating the agreed services on the specified routes.
2 — Subject to the provisions of this Agreement, the designated airlines of each Party shall
enjoy, while operating the agreed services on the specified routes, the following rights:
(a) to fly without landing across the territory of the other Party;
(b) to make stops in the territory of the other Party for non-traffic purposes; and
(c) to make stops at points on the routes specified in the annex to this Agreement for the purpose
of taking on board and/or discharging passengers, cargo and mail, separately or in combination.
3 — Nothing in paragraph 2 of this article shall be deemed to confer on the designated airlines
of one Party the right of embarking, in the territory of the other Party, passengers, cargo or mail for
remuneration or hire and destined for another point in the territory of that other Party.
4 — If the designated airlines of one Party are unable to operate services on their normal rou-
ting because of armed conflict, political disturbances, or special and unusual circumstances, the
other Party shall make its best efforts to facilitate the continued operation of such services through
appropriate rearrangements of routes, as is mutually decided by the Parties.
Article 3
Designation and operating authorization
1 — Each Party shall have the right to designate one or more airlines for the purpose of ope-
rating the agreed services on the specified routes in the annex and to withdraw or alter such de-
signations. Those designations shall be made in writing and shall be transmitted to the other Party
through diplomatic channels.
2 — On receipt of the notice of such designation, and of an application from a designated airline,
in the form and manner prescribed for operating authorizations and technical permissions, the other
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Party shall grant to the designated airline the appropriate operating authorizations and permissions
with minimum procedural delay, provided that:
(a) in the case of an airline designated by the Portuguese Republic:
(i) it is established in the territory of the Portuguese Republic under the EU Treaties and has
a valid operating license from a European Union Member State, in accordance with the law of the
European Union; and
(ii) effective regulatory control of the airline is exercised and maintained by the European Union
Member State responsible for issuing its Air Operator’s Certificate (AOC) and the relevant aeronau-
tical authority is clearly identified in the designation; and
(iii) the airline is owned, directly or through majority ownership, and is effectively controlled by
Member States of the European Union and/or of the European Free Trade Association and/or by
nationals of such States; and
(iv) the airline has its principal place of business in the territory of the European Union Member
State from which it has received its valid operating license;
(b) in the case of an airline designated by the Republic of Korea:
(i) it is established in the territory of the Republic of Korea and is licensed in accordance with
the law of the Republic of Korea; and
(ii) the Republic of Korea has and maintains effective regulatory control of the airline; and
(iii) the airline is owned, directly or through majority ownership, and is effectively controlled
by the Republic of Korea, nationals of the Republic of Korea, or both, and the airline has a valid
operating license issued by the Republic of Korea;
(c) the designated airline is qualified to meet the conditions prescribed under the laws and
regulations normally applied to the operation of international air services by the Party considering
the application or applications;
(d) the Party designating the airline maintains and implements the standards relating to safety
and security set out in Articles 14 and 15 of this Agreement.
3 — When an airline has been so designated and authorized, it may begin to operate the agreed
services, provided that the airline complies with the applicable provisions of this Agreement.
Article 4
Refusal, revocation, suspension and limitation of rights
1 — Each Party shall have the right to refuse, revoke, suspend, limit or impose conditions on the
operating authorizations or technical permissions of an airline designated by the other Party where:
(a) in the case of an airline designated by the Portuguese Republic:
(i) it is not established in the territory of the Portuguese Republic under the EU Treaties or
does not have a valid operating license from a European Union Member State in accordance with
the law of the European Union; or
(ii) effective regulatory control of the airline is not exercised or not maintained by the European
Union Member State responsible for issuing its AOC, or the relevant aeronautical authority is not
clearly identified in the designation; or
(iii) the airline is not owned, directly or through majority ownership, or is not effectively controlled
by Member States of the European Union and/or of the European Free Trade Association and/or
by nationals of such States; or
(iv) the airline does not have its principal place of business in the territory of the European
Union Member State from which it has received its valid operating license; or
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(v) the airline is already authorized to operate under a bilateral agreement between the Republic
of Korea and another European Union Member State, and the Republic of Korea can demonstrate
that, by exercising traffic rights under this Agreement on a route that includes a point in that other
European Union Member State, it would be circumventing restrictions on traffic rights imposed by
that other agreement; or
(vi) the airline holds an AOC issued by a European Union Member State and there is no bilateral
air services agreement between the Republic of Korea and that European Union Member State, and
that Member State has denied traffic rights to the airline(s) designated by the Republic of Korea;
(b) in the case of an airline designated by the Republic of Korea:
(i) it is not established in the territory of the Republic of Korea or is not licensed in accordance
with the law of the Republic of Korea; or
(ii) the Republic of Korea is not maintaining effective regulatory control of the airline; or
(iii) the airline is not owned, directly or through majority ownership, or is not effectively controlled
by the Republic of Korea, nationals of the Republic of Korea, or both, and the airline does not have
a valid operating license issued by the Republic of Korea;
(c) the designated airline fails to meet the conditions prescribed under the laws and regulations
normally applied to the operation of international air services by the Party granting the rights; or
(d) the Party designating the airline fails to maintain and implement the standards relating to
safety and security set out in Articles 14 and 15 of this Agreement.
2 — Unless immediate action is essential to prevent further infringements of the laws and
regulations of the Parties, the right mentioned in paragraph 1 of this article shall be exercised only
after consultations between the Parties in conformity with article 18 of this Agreement.
Article 5
Application of laws and regulations
1 — The laws and regulations of one Party governing entry into and departure from its territory
of an aircraft engaged in international air services, or the operation and navigation of such aircraft
while within its territory, shall be applied to the aircraft of the designated airlines of the other Party
and shall be complied with by such aircraft upon entering into or departing from and while within
the territory of the first Party.
2 — The laws and regulations of one Party relating to the entry into, stay in, transit through and
departure from its territory of passengers, crew, baggage, cargo and mail, such as those concerning
the formalities of entry and exit, clearance, emigration and immigration, passports, customs, currency
and sanitary control, shall be applied to the passengers, crew, baggage, cargo and mail carried by
the aircraft of the designated airlines of the other Party while within the territory of the first Party.
3 — Neither Party shall give preference to its own or any other airline over a designated air-
line of the other Party engaged in similar international air services in the application of its laws and
regulations set forth in this article.
Article 6
Customs duties and other similar charges
1 — On the basis of reciprocity, aircraft operating on international air services by the desig-
nated airlines of the Parties, as well as their regular equipment, spare parts, supplies of fuels and
lubricants, other consumable technical supplies and aircraft stores (including food, beverages and
tobacco) on board such aircraft, shall be exempt from all customs duties, inspection fees and other
similar charges on arriving in the territory of the other Party, in accordance with the provisions of the
laws and regulations in force of each Party, provided such equipment, supplies and aircraft stores
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remain on board the aircraft up to such time as they are re-exported, or are used on the part of the
journey performed over that territory.
2 — There shall also be exempt from the same duties, fees and other similar charges, in ac-
cordance with the provisions of the laws and regulations in force of each Party, with the exception
of charges corresponding to the services performed:
(a) aircraft stores taken on board in the territory of a Party, within limits fixed by the authorities
of the said Party, and for use on board outbound aircraft engaged in the agreed services by the
designated airlines of the other Party;
(b) spare parts and regular equipment brought into the territory of either Party for the maintenance
or repair of aircraft used on the agreed services by the designated airlines of the other Party;
(c) fuel, lubricants and other consumable technical supplies destined to supply aircraft opera-
ted on the agreed services by the designated airlines of the other Party, even when these supplies
are to be used on the part of the journey performed over the territory of the Party in which they are
taken aboard;
(d) printed ticket stock, air waybills, any printed material which bears the insignia of the company
printed thereon and usual publicity materials distributed free of charge by the designated airlines.
3 — All materials referred to in paragraph 2 of this article may be required to be kept under
customs supervision or control.
4 — The regular airborne equipment, as well as the materials and supplies retained on board
the aircraft operated by the designated airlines of either Party, may be unloaded in the territory of
the other Party only with the approval of the customs authorities of that other Party. In such cases,
they may be placed under the supervision of the said customs authorities up to such time as they
are re-exported or otherwise disposed of in accordance with customs regulations.
Article 7
User charges
1 — Neither Party shall impose or permit to be imposed on the designated airlines of the other
Party user charges higher than those imposed on its own airlines operating similar international air
services.
2 — Each Party shall encourage consultations on user charges between its competent charging
authorities and airlines using the services and facilities provided by those charging authorities, where
practicable through those airlines’ representative organizations. Reasonable notice of any proposals
for changes in user charges should be given to such users to enable them to express their views
before changes are made. Each Party shall further encourage its competent charging authorities
and such users to exchange appropriate information concerning user charges.
Article 8
Direct transit
Passengers, baggage, cargo and mail in direct transit through the territory of either Party and
not leaving the area of the airport reserved for such purpose shall be subject to no more than a
simplified control, except for reasons of aviation security, narcotics control, prevention of illegal en-
try or in special circumstances. Baggage and cargo in direct transit shall be exempt from customs
duties and other similar taxes.
Article 9
Recognition of certificates and licenses
1 — Certificates of airworthiness, certificates of competency and licenses issued, or rendered
valid, in accordance with the laws and regulations of one Party, including, in the case of the Portu-
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guese Republic, European Union laws and regulations, during the period of their validity, shall be
recognized as valid by the other Party for the purpose of operating the agreed services, provided
that the requirements under which such certificates and licenses were issued, or rendered valid, are
equal to or above the minimum standards established pursuant to the Convention.
2 — Paragraph 1 also applies with respect to an airline designated by the Portuguese Republic
whose regulatory control is exercised and maintained by another European Union Member State.
3 — Each Party reserves the right, however, to refuse to recognize, for flights above or landing
within its own territory, certificates of competency and licenses granted to its own nationals by the
other Party or by any other State.
Article 10
Commercial activities
1 — The designated airlines of each Party shall be allowed:
(a) to establish in the territory of the other Party offices for the promotion of air transportation
and the sale of air tickets as well as, in accordance with the laws and regulations of such other Party,
other facilities required for the provision of air transportation;
(b) to bring in and maintain in the territory of the other Party, in accordance with the laws and
regulations of such other Party relating to entry, residence and employment, managerial, sales,
technical, operational and other specialist staff required for the provision of air transportation; and
(c) to sell their own air transportation using their own transportation documents in the territory
of the other Party, in accordance with the laws and regulations of such other Party. Sales may be
executed directly or in the representative offices of the designated airlines, or through their autho-
rized agents.
2 — The competent authorities of each Party shall take all necessary steps to ensure that the
representative offices of the airlines designated by the other Party may exercise their activities in
an orderly manner.
3 — The designated airlines of each Party shall have the right to sell, in the territory of the
other Party, air transportation and any person shall be free to purchase such transportation in the
currency of that territory or in freely convertible currencies of other countries in accordance with the
foreign exchange regulations in force.
Article 11
Conversion and transfer of revenues
1 — Each Party shall grant to the designated airlines of the other Party the right of free transfer
of the excess of receipts over expenditures, earned by the airlines in the territory of the first Party
in connection with the carriage of passengers, baggage, cargo and mail, in any freely convertible
currencies in accordance with the applicable laws and regulations in force of the first Party.
2 — Where a special agreement for the avoidance of double taxation with respect to taxes on
income and on capital exists between the Parties, the provisions of that agreement shall prevail.
Article 12
Capacity and fair competition
1 — There shall be fair and equal opportunity for the designated airlines of both Parties to
operate the agreed services on the specified routes.
2 — The total capacity to be provided on the agreed services by the designated airlines of the
Parties shall be agreed between and approved by the aeronautical authorities of both Parties.
3 — In operating the agreed services, the designated airlines of each Party shall take into
account the interests of the designated airlines of the other Party.
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4 — On any specified route, the capacity provided by the designated airlines of one Party to-
gether with the capacity provided by the designated airlines of the other Party shall be maintained
in reasonable relationship to the requirements of the public for air transport on that route.
5 — The agreed services provided by the designated airlines of both Parties shall have as
their primary objective the provision, at a reasonable load factor, of capacity adequate to carry
the current and foreseeable traffic requirements to and from the territory of the other Party. The
carriage of traffic embarked or disembarked in the territory of the other Party to and from points on
the specified routes in the territories of countries other than that designating the airlines shall be of
supplementary character. The right of such airlines to carry traffic between points on the specified
routes located in the territory of the other Party and points in third countries shall be exercised in
the interest of an orderly development of international air transport in accordance with the general
principles that the capacity is related to:
(a) the traffic requirements between the country of origin and the countries of ultimate desti-
nation of the traffic;
(b) the requirements of through airline operations;
(c) the traffic requirements of the area through which the airline passes, after taking account
of local and regional services.
6 — If the aeronautical authorities of the Parties fail to agree on the capacity to be provided
under paragraph 2 of this article, the capacity that may be provided by the designated airlines of
the Parties shall not exceed the total capacity, including seasonal variations, previously agreed to
be provided.
7 — Neither Party shall allow its designated airline or airlines, either in conjunction with any other
airline or airlines or separately, to abuse market power in a way which has or is likely or intended to
have the effect of severely weakening a competitor or excluding a competitor from a route.
8 — Neither Party shall provide or permit state subsidy or support for or to its designated airline
or airlines in such way that would adversely affect the fair and equal opportunity of the airlines of
the other Party to compete in providing international air transportation.
9 — State subsidy or support means the provision of support on a discriminatory basis to
a designated airline, directly or indirectly, by a State or by a public or private body designated or
controlled by the State. Without limitation, it may include the setting-off of operational losses; the
provision of capital, non-refundable grants or loans on privileged terms; the granting of financial
advantages by forgoing profits or the recovery of sums due; the forgoing of a normal return on public
funds used; tax exemptions; compensation for financial burdens imposed by the public authorities;
or discriminatory access to airport facilities, fuels or other reasonable facilities necessary for the
normal operation of air services.
10 — Where a Party provides state subsidy or support to a designated airline in respect of
services operated under this Agreement, it shall require that airline to identify the subsidy or support
clearly and separately in its accounts.
11 — In the event that the aeronautical authorities of the Parties fail to agree upon the capacity,
or if concerns arise regarding competition, as referred to in this article, the matters shall be dealt
with in accordance with article 18 of this Agreement.
Article 13
Approval of schedules
The designated airlines of each Party shall submit their envisaged flight schedules for approval
to the aeronautical authorities of the other Party at least sixty (60) days prior to the introduction
of the agreed new services on the specified routes. Any modification to such schedules shall
also be submitted to the aeronautical authorities of the other Party for approval at least thirty (30)
days in advance. In special cases this time limit may be reduced subject to the consent of the
said authorities.
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Article 14
Safety
1 — Each Party may request consultations at any time concerning safety standards maintai-
ned by the other Party in areas relating to aeronautical facilities, aircrew, aircraft or the operation of
aircraft. Such consultations shall take place within thirty (30) days of that request.
2 — If, following such consultations, one Party finds that the other Party does not effectively
maintain and administer safety standards in the areas referred to in paragraph 1 of this article that are
at least equal to or above the minimum standards established at that time pursuant to the Conven-
tion, the first Party shall notify the other Party of those findings and the steps considered necessary
to conform with those minimum standards, and that other Party shall take appropriate corrective
action. Failure by the other Party to take appropriate action within fifteen (15) days or such longer
period as may be agreed shall be grounds for the application of article 4 of this Agreement.
3 — Pursuant to article 16 of the Convention, it is further agreed that any aircraft operated by
the designated airlines of one Party on services to or from the territory of the other Party may, while
within the territory of the other Party, be the subject of an examination on board and around the
aircraft by the authorized representatives of the other Party, provided this does not lead to unreaso-
nable delay. Notwithstanding the obligations mentioned in article 33 of the Convention, the purpose
of this examination is to verify the validity of the relevant aircraft documents, the licensing of its crew
and the apparent condition of the aircraft and its equipment (in this article called “ramp inspection”).
4 — If any such ramp inspection or series of ramp inspections gives rise to serious concerns that
an aircraft or the operation of an aircraft does not comply with the minimum standards established at
that time pursuant to the Convention, or serious concerns that there is a lack of effective maintenance
and administration of safety standards established at that time pursuant to the Convention, the Party
carrying out the inspection shall, for the purposes of article 33 of the Convention, be free to conclude
that the requirements under which the certificate or licenses in respect of that aircraft or in respect of the
crew of that aircraft had been issued or rendered valid, or that the requirements under which that aircraft
is operated, are not equal to or above the minimum standards established pursuant to the Convention.
5 — In the event that access for the purpose of undertaking a ramp inspection of an aircraft
operated by a designated airline of one Party in accordance with paragraph 3 of this article is de-
nied by a representative of that designated airline, the other Party shall be free to infer that serious
concerns of the type referred to in paragraph 4 of this article arise and draw the conclusions referred
in that paragraph.
6 — Each Party reserves the right to immediately suspend or vary the operating authorization
of a designated airline of the other Party in the event the first Party concludes, whether as a result of
a ramp inspection, a series of ramp inspections, a denial of access for ramp inspection, consultation
or otherwise, that immediate action is essential to the safety of the airline operation.
7 — Any action by one Party in accordance with paragraphs 2 or 6 of this article shall be dis-
continued once the basis for the taking of that action ceases to exist.
8 — With reference to paragraph 2 of this article, if it is determined that one Party remains in
non-compliance with the standards established at that time pursuant to the Convention when the
agreed time period has lapsed, the Secretary-General of the International Civil Aviation Organiza-
tion should be advised thereof. The Secretary-General should also be advised of the subsequent
satisfactory resolution of the situation.
9 — Where the Portuguese Republic has designated an airline whose regulatory control is
exercised and maintained by another European Union Member State, the rights of the Republic of
Korea under this article shall apply equally in respect of the adoption, exercise or maintenance of
safety standards by that European Union Member State and in respect of the operating authorization
of that airline.
Article 15
Security
1 — Consistent with their rights and obligations under international law, the Parties reaffirm
that their obligation to each other to protect the security of civil aviation against acts of unlawful
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interference forms an integral part of this Agreement. Without limiting the generality of their rights
and obligations under international law, the Parties shall in particular act in conformity with the
provisions of:
(a) the Convention on Offences and Certain Other Acts Committed on Board Aircraft, signed
at Tokyo on 14 September 1963;
(b) the Convention for the Suppression of Unlawful Seizure of Aircraft, signed at The Hague
on 16 December 1970;
(c) the Convention for the Suppression of Unlawful Acts against the Safety of Civil Aviation,
signed at Montreal on 23 September 1971;
(d) the Protocol for the Suppression of Unlawful Acts of Violence at Airports Serving International
Civil Aviation, Supplementary to the Convention for the Suppression of Unlawful Acts against the
Safety of Civil Aviation, signed at Montreal on 24 February 1988;
(e) the Convention on the Marking of Plastic Explosives for the Purpose of Detection, done at
Montreal on 1 March 1991; and
(f) any other convention governing aviation security binding upon both Parties.
2 — The Parties shall, in their mutual relations, act in conformity with the aviation secu-
rity provisions established by the International Civil Aviation Organization and designated as
Annexes to the Convention to the extent that such security provisions are applicable to the
Parties; they shall require that operators of aircraft of their registry or operators of aircraft who
have their principal place of business or permanent residence in their territory, or in the case
of the Portuguese Republic, operators of aircraft which are established in its territory under
the EU Treaties and have received valid operating licenses in accordance with European
Union law, or in the case of the Republic of Korea, operators of aircraft which are established
in its territory and have valid operating licences in accordance with the applicable law of the
Republic of Korea, and the operators of airports in their territory act in conformity with such
aviation security provisions.
3 — The Parties shall provide upon request all necessary assistance to each other to prevent
acts of unlawful seizure of civil aircraft and other unlawful acts against the safety of such aircraft,
their passengers and crew, airports and air navigation facilities, and any other threat to the security
of civil aviation.
4 — Each Party agrees that such operators of aircraft shall be required to observe the aviation
security provisions referred to in paragraph 2 of this article required by the other Party for entry
into, departure from, or while within the territory of that other Party. For the entry into, departure
from, or while within the territory of the Republic of Korea, operators of aircraft shall be required
to observe the aviation security provisions in conformity with the law in force in the Republic of
Korea. For the entry into, departure from, or while within the territory of the Portuguese Republic,
operators of aircraft shall be required to observe the aviation security provisions in conformity
with European Union law. Each Party shall ensure that adequate measures are effectively ap-
plied within its territory to protect the aircraft and to inspect passengers, crew, carry-on items,
baggage, cargo and aircraft stores prior to and during boarding or loading. Each Party shall also
give sympathetic consideration to any request from the other Party for reasonable special security
measures to meet a particular threat.
5 — When an incident or threat of an incident of unlawful seizure of civil aircraft or other unlawful
acts against the safety of such aircraft, their passengers and crew, airports or air navigation facilities
occurs, the Parties shall assist each other by facilitating communications and other appropriate
measures intended to terminate rapidly and safely such incident or threat thereof.
6 — When a Party has reasonable grounds to believe that the other Party has departed from
the provisions of this article, the aeronautical authorities of the first Party may request immediate
consultations with the aeronautical authorities of the other Party. Failure to reach a satisfactory
agreement shall constitute grounds for the application of article 4 of this Agreement. When justified
by an emergency, or to prevent further non-compliance with the provisions of this article, the first
Party may take interim action at any time.
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Article 16
Provision of statistics
The aeronautical authorities of one Party shall supply the aeronautical authorities of the other
Party, at their request, with such statistics as may be reasonably required for information purposes
subject to the laws and regulations of each Party.
Article 17
Tariffs
1 — The tariffs to be applied by the designated airlines of one Party for services covered by this
Agreement shall be established at reasonable levels, due regard being paid to all relevant factors,
including the interests of users, costs of operation, characteristics of service, reasonable profit, tariffs
of other airlines and other commercial considerations in the marketplace.
2 — The Parties may intervene to disapprove tariffs which may be objectionable. Intervention
by the Parties shall be limited to:
(a) prevention of unreasonably discriminatory tariffs or practices;
(b) protection of consumers from tariffs that are unreasonably high or restrictive due to the
abuse of a dominant position; and
(c) protection of airlines from prices that are artificially low due to direct or indirect government
subsidy or support.
3 — Each Party may require, on a non-discriminatory basis, notification to or filing with its
aeronautical authorities of tariffs to be charged to or from its territory operated by airlines of the
other Party. Such notification or filing by the airlines of both Parties may be required at least thirty
(30) days before the proposed date of effectiveness. In individual cases, notification or filing may
be permitted on shorter notice than normally required.
4 — Neither Party shall take unilateral action to prevent the inauguration or continuation of a tariff
proposed to be charged or charged by (a) an airline of either Party for international air transportation
between the territories of the Parties; or (b) an airline of one Party for international air transportation
between the territories of the other Party and any other country. If either Party believes that any such
tariff is inconsistent with the considerations set forth in paragraph 2 of this article, it shall request
consultations and notify the other Party of the reasons for its dissatisfaction. These consultations
shall be held in accordance with article 18 of this Agreement. The Parties shall cooperate in securing
information necessary for a reasoned resolution of the issue. If the Parties reach agreement, each
Party shall use its best efforts to put that agreement into effect. Without such mutual agreement,
the tariff shall go into effect or continue in effect.
Article 18
Consultations
1 — In order to ensure close cooperation, the Parties shall consult with each other concerning
the implementation, interpretation, application, amendment or enforcement of this Agreement.
2 — Such consultations, which may be through discussion or by correspondence, shall begin
within a period of sixty (60) days from the date one Party has received a written request from the
other Party, unless otherwise agreed.
Article 19
Settlement of disputes
1 — If any dispute arises between the Parties relating to the interpretation or application of this
Agreement, the Parties shall in the first place endeavour to settle it by negotiation.
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2 — If the Parties fail to reach a settlement by negotiation, they may agree to refer the dispute
for decision to some person or body. If they do not so agree, the dispute may at the request of either
Party be submitted for decision to an arbitral tribunal of three arbitrators, one to be nominated by
each Party and the third to be appointed by the two so nominated. Each of the Parties shall nominate
an arbitrator within a period of sixty (60) days from the date of receipt by either Party from the other
of a notice through diplomatic channels requesting arbitration of the dispute by such a tribunal, and
the third arbitrator shall be appointed within a further period of sixty (60) days. In such case, the third
arbitrator shall be a national of a third State and shall act as president of the arbitral tribunal. If either
of the Parties fails to nominate an arbitrator within the period specified or if the third arbitrator is not
appointed within the period specified, the President of the Council of the International Civil Aviation Or-
ganization may be requested by either Party to appoint an arbitrator or arbitrators as the case requires.
3 — Each Party shall comply with any decision given, including any interim recommendation
made under paragraph 2 of this article.
4 — If and so long as either Party or any designated airline of either Party fails to comply with
a decision given under paragraph 2 of this article, the other Party may limit, suspend or revoke any
rights or privileges which it has granted by virtue of this Agreement.
5 — Each Party shall pay the expenses of the arbitrator it has nominated. The remaining ex-
penses of the arbitral tribunal shall be shared equally by the Parties.
Article 20
Amendment
1 — If either Party considers it desirable to amend any provision of this Agreement, it may at
any time request consultations with the other Party in accordance with article 18 of this Agreement.
2 — If the Parties agree on the amendment, the agreed amendment shall enter into force in
accordance with the provisions of article 24 of this Agreement.
Article 21
Duration and termination
1 — This Agreement shall remain in force for an undetermined period until superseded by
mutual agreement of the Parties or terminated by either Party in accordance with paragraph 2 of
this article.
2 — Either Party may, at any time, give notice in writing, through diplomatic channels, to the
other Party of its decision to terminate this Agreement.
3 — The termination must be notified to the other Party and, simultaneously, to the Interna-
tional Civil Aviation Organization, and shall take effect twelve (12) months after the receipt of the
notification by the other Party, unless the notice is withdrawn by mutual agreement before the expiry
of this period.
4 — If the other Party fails to acknowledge receipt of the notification, notice shall be deemed
to have been received fourteen (14) days after the receipt of the notice by the International Civil
Aviation Organization.
Article 22
Registration
This Agreement and any amendments hereto shall be registered with the International Civil
Aviation Organization.
Article 23
Multilateral agreement
If a multilateral agreement concerning air transport comes into force in respect of both Parties,
this Agreement shall be deemed to be amended so as to conform with the provisions of that multi-
lateral agreement.
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Article 24
Entry into force
The Parties shall notify each other through diplomatic channels of the completion of their internal
legal procedures necessary for the entry into force of this Agreement. This Agreement shall enter
into force thirty (30) days after the date of the later notification.
In witness whereof, the undersigned, being duly authorized thereto by their respective Gover-
nments, have signed this Agreement.
Done in duplicate at Seoul, on the 25th day of May 2018, in the Portuguese, Korean and English
languages, all texts being equally authentic. In case of any divergence of interpretation, the English
text shall prevail.
For the Portuguese Republic:
Teresa Ribeiro, Secretary of State of Foreign Affairs and Cooperation.
For the Republic of Korea:
Cho Hyun, Vice Minister of Foreign Affairs.
ANNEX
Route Schedule
SECTION 1
Routes to be operated in both directions by the designated airlines of the Portuguese Republic
Points of origin Intermediate points Points of destination Beyond points
Any points in the Portuguese Republic Any points. . . . . . . . . . Any points in the Republic of Korea Any points.
SECTION 2
Routes to be operated in both directions by the designated airlines of the Republic of Korea
Points of origin Intermediate points Points of destination Beyond points
Any points in the Republic of Korea Any points. . . . . . . . . Any points in the Portuguese Republic Any points.
Notes
1 — The designated airlines of both Parties may on any or all flights omit calling at any of the intermediate and/or
beyond points mentioned above, provided that the agreed services on the routes begin or end in the territory of the Party
which has designated the airlines.
2 — The exercise of fifth freedom traffic rights on specified intermediate and/or beyond points shall be subject to
mutual understanding between the aeronautical authorities of both Parties.
262019
www.dre.pt
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ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA