Diário da República, 1.ª série
Portaria n.º 20/2022
- Data
- 2022-01-05
- Tipo
- Portaria
- Emitente
- AMBIENTE E AÇÃO CLIMÁTICA
Texto integral (169 755 palavras)
Portaria n.º 20/2022
de 5 de janeiro
Sumário: Aprova o Regulamento de Funcionamento do Sistema Integrado de Registo Eletrónico
de Resíduos (SIRER) e revoga a Portaria n.º 289/2015, de 17 de setembro.
O novo Regime Geral de Gestão de Resíduos aprovado pelo anexo I do Decreto-Lei n.º 102-D/2020,
de 10 de dezembro, na sua atual redação, determina que compete à Autoridade Nacional dos Resí-
duos manter, no seu sítio da internet, um Sistema Integrado de Registo Eletrónico de Resíduos, de
produtores abrangidos pela responsabilidade alargada do produtor e de resíduos designadamente
os abrangidos pelos regimes de desclassificação, designado por SIRER, que permita o registo, a
submissão e o armazenamento de dados relativos à produção e gestão de resíduos, a produtos
colocados no mercado abrangidos por legislação relativa a fluxos específicos de resíduos, a resíduos
abrangidos pelos regimes de desclassificação, bem como a transmissão, a consulta de informação.
A gestão do SIRER engloba todos os atos praticados com o objetivo de garantir o seu normal
e seguro funcionamento e visa, essencialmente garantir a qualidade, fiabilidade, confidencialidade
e integridade da informação, a conservação dos dados registados no sistema informático, o acesso
legal ao sistema e a concessão de atos autorizados.
A Portaria n.º 289/2015, de 17 de setembro, aprovou o Regulamento de Funcionamento do
SIRER, que estabelece os procedimentos de inscrição e registo bem como o regime de acesso e
de utilização da plataforma.
Decorrido um período alargado, face à evolução verificada nos sistemas informáticos e no
registo de dados por via eletrónica, às alterações legislativas entretanto decorridas, e atendendo
ainda às mudanças organizacionais ocorridas na Administração Pública que determinaram altera-
ções significativas nos métodos de registo dos dados, importa proceder à atualização e adequação
às regras em vigor.
Assim, manda o Governo, pela Secretária de Estado do Ambiente, no âmbito das competências
delegadas pelo Ministro do Ambiente e da Ação Climática através das alíneas a) e d) do n.º 2 do Des-
pacho n.º 12149-A/2019, de 18 de dezembro, alterado e republicado pelo Despacho n.º 11561/2020,
de 15 de novembro, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 228, de 23 de novembro, e para
os efeitos do disposto no n.º 2 do artigo 95.º do novo Regime Geral de Gestão de Resíduos, aprovado
pelo anexo I do Decreto-Lei n.º 102-D/2020, de 10 de dezembro, na sua atual redação, o seguinte:
Artigo 1.º
Objeto
1 — É aprovado o Regulamento de Funcionamento do Sistema Integrado de Registo Eletrónico
de Resíduos (SIRER), abreviadamente designado por Regulamento, que se publica em anexo à
presente portaria e que dela faz parte integrante, que estabelece, no âmbito do SIRER, as regras
relativas aos procedimentos de inscrição de entidades, de submissão de dados, de acesso e de
utilização da plataforma, e de pagamento de taxas associadas, a que se refere o n.º 2 do artigo 95.º
do novo Regime Geral da Gestão de Resíduos (RGGR), aprovado pelo anexo I do Decreto-Lei
n.º 102-D/2020, de 10 de dezembro, na sua atual redação.
2 — O regime previsto na presente portaria aplica-se às Regiões Autónomas, com as ne-
cessárias adaptações, cabendo a execução administrativa aos órgãos e serviços das respetivas
administrações regionais, sem prejuízo da gestão ao nível nacional.
Artigo 2.º
Norma revogatória
É revogada a Portaria n.º 289/2015, de 17 de setembro.
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Artigo 3.º
Entrada em vigor
A presente portaria entra em vigor um mês após a sua publicação.
A Secretária de Estado do Ambiente, Inês dos Santos Costa, em 30 de dezembro de 2021.
ANEXO
REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO SISTEMA INTEGRADO DE REGISTO ELETRÓNICO DE RESÍDUOS
Artigo 1.º
Descrição
1 — O Sistema Integrado de Registo Eletrónico de Resíduos (SIRER) é gerido pela Auto-
ridade Nacional de Resíduos (ANR) e funciona na sua plataforma eletrónica, sem prejuízo da
possibilidade de transferência prevista no n.º 3 do artigo 95.º do Regime Geral de Gestão de
Resíduos (RGGR) aprovado pelo anexo I do Decreto-Lei n.º 102-D/2020, de 10 de dezembro,
na sua atual redação.
2 — O SIRER inclui uma componente de inscrição de perfil e um conjunto de módulos de
submissão de dados sobre resíduos, produtos e divulgação de informação.
Artigo 2.º
Inscrição e acesso
1 — Considera-se efetivada a inscrição no SIRER com a conclusão do registo na plataforma
eletrónica da ANR, e criação de estabelecimento, se aplicável, tal como descrito no manual de
utilizador desta plataforma, a disponibilizar no sítio de Internet da ANR.
2 — A plataforma eletrónica da ANR gere as questões necessárias à utilização da mesma,
nomeadamente o fornecimento de credenciais, ativação e inativação da inscrição, gestão de orga-
nizações e estabelecimentos, mecanismos de nomeação de responsáveis e emissão de certificado
de inscrição, tal como descrito no manual referido no número anterior.
3 — Compete à ANR praticar os atos necessários para garantir o regular funcionamento da
sua plataforma eletrónica, o cumprimento das obrigações legais aplicáveis e a observância de
adequados níveis de qualidade e segurança.
4 — O acesso ao SIRER via plataforma eletrónica da ANR, para efeitos de submissão de
dados, pode ser efetuado através do portal de inteRnet ou recorrendo a funcionalidades de web-
services certificados.
Artigo 3.º
Módulos do SIRER
1 — Os módulos que compõem o SIRER são os seguintes:
a) MIRR — Mapa Integrado de Registo de Resíduos;
b) MRRU — Mapa de Registo de Resíduos Urbanos;
c) MTR-LV — Movimentos Transfronteiriços de Resíduos «Lista Verde»;
d) MTR-LL — Movimentos Transfronteiriços de Resíduos «Lista Laranja»;
e) e-GAR — Guias eletrónicas de Acompanhamento de Resíduos;
f) RP — Registo de Produtores do Produto abrangidos por fluxos específicos;
g) REG — Registo de Entidades Gestoras de Fluxos Específicos de Resíduos e de Sistemas
Individuais;
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h) SNECD — VFV — Sistema Nacional de Emissão de Certificados de Destruição de Veículos
em Fim de Vida;
i) SILOGR — Sistema de Informação de Operadores de Gestão de Resíduos;
j) Subproduto.
2 — O acesso aos módulos SIRER pode requerer a atribuição e/ou seleção de um perfil rela-
cionado com as obrigações de submissão de dados aplicáveis.
3 — A ANR pode criar outros módulos que se revelem essenciais para recolha dos dados
previstos no RGGR, nomeadamente no que respeita à prevenção de resíduos e outras obrigações
de reporte.
Artigo 4.º
MIRR — Mapa Integrado de Registo de Resíduos
1 — O Mapa Integrado de Registo de Resíduos (MIRR) é constituído por um conjunto de
formulários que permitem o reporte de resíduos produzidos, recolhidos, transportados, tratados e
transacionados, de produtos e materiais resultantes da preparação para a reutilização, da aplicação
de fim de estatuto de resíduo ou de outros mecanismos de desclassificação de resíduos.
2 — Os dados reportados no MIRR são utilizados para fins da tomada de decisão e definição
da política de resíduos, avaliação da concretização das metas e objetivos nacionais e da União
Europeia estabelecidos, o controlo do cumprimento dos planos de resíduos, produção de estatísticas
no âmbito do sistema estatístico nacional e produção dos relatórios e reportes.
3 — O MIRR é preenchido anualmente e submetido por estabelecimento.
4 — As organizações produtoras de resíduos identificadas no ponto i) da alínea a) do n.º 1 do
artigo 98.º do RGGR, submetem o MIRR de todos os seus estabelecimentos que tenham produzido
resíduos.
5 — A submissão de dados e respetivas alterações, deve ser efetuada até ao termo do mês de
março seguinte ao ano a que os dados dizem respeito, salvo autorização concedida pela ANR que
fixe prazo diferente, e desde que tal não prejudique os prazos para liquidação da taxa de gestão
de resíduos.
6 — Após a data indicada no número anterior, a ANR pode permitir alterações aos dados
submetidos no âmbito de ações de controlo da qualidade dos dados reportados.
7 — A submissão do MIRR corretamente preenchido no prazo definido no n.º 5 dá cumprimento
às obrigações de submissão de dados das entidades referidas nas alíneas a), b), c), d) e i) do n.º 1
do artigo 98.º do RGGR.
8 — Cabe a cada entidade avaliar se está abrangida pela obrigatoriedade de submissão do
MIRR, prevista no número anterior, e selecionar o(s) enquadramento(s) adequado(s) durante o
período de preenchimento e submissão.
9 — Prosseguindo o princípio da simplificação administrativa, a ANR assegura, sempre que
possível, que os formulários MIRR possam ser automaticamente pré-preenchidos com os dados
submetidos nos módulos MTR e e-GAR do SIRER.
10 — Caso a ANR verifique que os dados submetidos no MIRR podem ser obtidos por outras
vias, pode isentar total ou parcialmente da submissão de MIRR as entidades referidas no n.º 1 do
artigo 98.º do RGGR, através de Deliberação do Conselho Diretivo.
Artigo 5.º
MRRU — Mapa Registo de Resíduos Urbanos
1 — O Mapa de Registo de Resíduos Urbanos (MRRU) é constituído por um conjunto de for-
mulários que permitem reportar a atividade dos operadores que gerem resíduos urbanos.
2 — Os dados reportados no MRRU são utilizados para fins da tomada de decisão e definição
da política de resíduos, avaliação da concretização das metas e objetivos nacionais e da União
Europeia estabelecidos, o controlo do cumprimento dos planos de resíduos, produção de estatísticas
no âmbito do sistema estatístico nacional e produção dos relatórios e reportes.
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3 — A submissão do MRRU corretamente preenchido e dentro do prazo definido no n.º 5 do
presente artigo, corresponde ao cumprimento das obrigações de submissão de dados pelas enti-
dades responsáveis pelos sistemas municipais e multimunicipais de gestão de resíduos urbanos,
em conformidade com a alínea e) do n.º 1 do artigo 98.º do RGGR.
4 — O MRRU é preenchido mensalmente, por estabelecimento, até ao termo do mês seguinte
a que diz respeito, salvo autorização concedida pela ANR, e sem prejuízo de outros prazos previstos
em legislação complementar nesta matéria.
5 — Sem prejuízo do referido nos números anteriores, a ANR pode determinar casuisticamente
a necessidade do preenchimento de MRRU para novas entidades que gerem resíduos urbanos ou
alterar a periodicidade de reporte, caso verifique a necessidade desses dados para atingir os fins
elencados do n.º 2.
6 — A avaliação dos critérios de abrangência e enquadramento selecionados por cada entidade
no MRRU requer aceitação prévia pela ANR.
7 — Os procedimentos de preenchimento e submissão de dados são efetuados em conformi-
dade com o manual de utilizador do módulo MRRU.
Artigo 6.º
MTR-LV — Movimentos Transfronteiriços de Resíduos «Lista Verde»
1 — O módulo MTR-LV é constituído por dois submódulos, MTR-LV entradas e MTR-LV saídas.
2 — O MTR-LV é constituído por um formulário que permite a submissão dos dados constantes
do anexo VII do Regulamento (CE) n.º 1013/2006 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 14 de
junho de 2006, relativamente aos movimentos transfronteiriços de resíduos sujeitos aos requisitos
de informação previstos no artigo 18.º do Regulamento referido.
3 — Os dados reportados permitem o controlo dos movimentos de resíduos, o reporte co-
munitário e internacional e a monitorização da atividade dos operadores de gestão de resíduos e
produtores nacionais de resíduos.
4 — O formulário MTR-LV saídas, correspondente ao anexo VII do Regulamento (CE)
n.º 1013/2006, é preenchido e submetido por cada movimento individual de saída de resíduos de
Portugal.
5 — No MTR-LV saídas é gerado um documento eletrónico de transporte correspondente ao
anexo VII, pela pessoa que trata da transferência, que acompanha os resíduos desde o início do
trajeto até à instalação de valorização.
6 — A correta submissão de dados no MTR-LV saídas previamente ao transporte ocorrer e
a conclusão do formulário, dá cumprimento à obrigação de reporte referida no n.º 4 do artigo 40.º
do RGGR.
7 — No caso de uma falha de funcionamento declarada da plataforma eletrónica da ANR, o
movimento pode iniciar-se com uma cópia simples de um formulário anexo VII, sendo posteriormente
submetido no MTR-LV saídas, na plataforma da ANR, com efeitos retroativos, em conformidade
com o manual de utilizador do módulo MTR-LV.
8 — No MTR-LV entradas, cumpre à entidade responsável pela gestão da instalação de va-
lorização, a submissão agregada dos dados constantes do formulário anexo VII, de acordo com a
obrigação de reporte referida no n.º2 do artigo 41.º do RGGR, a qual deve ser feita até ao dia 10
do mês seguinte em que ocorreu a receção dos resíduos.
Artigo 7.º
MTR-LL — Movimentos Transfronteiriços de Resíduos «Lista Laranja»
1 — O MTR-LL é constituído por formulários que permitem a submissão dos dados constantes
dos anexos I-A e I-B do Regulamento (CE) n.º 1013/2006, do Parlamento Europeu e do Conselho,
de 14 de junho de 2006, relativamente aos movimentos transfronteiriços de resíduos sujeitos ao
procedimento prévio de notificação e consentimento escrito, nos termos do artigo 3.º do Regula-
mento referido.
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2 — Os dados reportados permitem controlar os movimentos de resíduos de forma aproximada
ao tempo real, o reporte comunitário e internacional e o desempenho dos operadores de gestão de
resíduos e produtores nacionais de resíduos.
3 — São efetuadas as submissões previstas nos artigos 15.º e 16.º do Regulamento referido
no n.º 1, relativamente a cada movimento individual de entrada, trânsito ou saída de resíduos de
Portugal, pelas entidades e nos prazos previstos nos referidos artigos.
4 — A submissão correta de dados corresponde ao cumprimento da obrigação de reporte
referida no n.º 3 do artigo 40.º e no n.º 1 do artigo 41.º do RGGR.
5 — No caso de falha de funcionamento declarada da plataforma eletrónica da ANR, a comuni-
cação pode ser feita por endereço de correio eletrónico, mediante o envio do formulário preenchido
correspondente ao anexo I-B do Regulamento referido no n.º 1, sendo posteriormente submetida
na plataforma da ANR com efeitos retroativos, em conformidade com o manual de utilizador do
módulo MTR-LL.
Artigo 8.º
e-GAR — Guias Eletrónicas de Acompanhamento de Resíduos
1 — As e-GAR constituem os documentos necessários para o transporte nacional de resíduos,
nos termos do artigo 38.º do RGGR.
2 — Os dados nas e-GAR permitem controlar a movimentação de resíduos, de forma apro-
ximada ao tempo real, identificar tendências e distâncias percorridas, bem como a atividade dos
operadores de gestão de resíduos e produtores nacionais de resíduos.
3 — A emissão e tramitação das guias na plataforma cumpre o especificado na Portaria prevista
no n.º 4 do artigo 38.º do RGGR.
4 — As e-GAR podem incluir variantes criadas pela ANR que permitam a sua adaptação a
circunstâncias específicas, cujo acesso depende de perfis específicos concedidos pela ANR ou
selecionados pelo utilizador SIRER.
5 — A utilização dos perfis referidos no número anterior, para emissão de e-GAR para fins
diferentes dos previstos, constitui um uso abusivo que determina a suspensão ou inativação
desse perfil.
6 — No caso de falha de funcionamento declarada da plataforma eletrónica da ANR, a eGAR é
substituída por modelo previsto em portal da ANR, sendo posteriormente submetido na plataforma
da ANR com efeitos retroativos, em conformidade com o manual de utilizador do módulo e-GAR.
7 — Pode ser inibida a emissão de e-GAR na sequência de decisão da ANR, da ARR ou de
autoridades judiciais, quando o transporte de resíduos envolva pessoas ou entidades não autori-
zadas a gerir resíduos.
8 — Os procedimentos de correto preenchimento e utilização das e-GAR são sistematizados
no manual de utilizador do módulo e-GAR, disponível no sítio de internet da ANR.
Artigo 9.º
Registo de Produtores do Produto abrangidos por fluxos específicos
1 — O Registo de Produtores do Produto abrangidos por fluxos específicos (RP) é o módulo
que permite aos utilizadores do SIRER cumprir as obrigações de submissão de dados relativos
a produtos colocados no mercado que estejam abrangidos pela legislação relativa a fluxos es-
pecíficos de resíduos, pelo que a correta e atempada submissão dá cumprimento às obrigações
das entidades identificadas nas alíneas h) e j) do n.º 1 do artigo 98.º do RGGR, nomeadamente
as obrigações previstas no artigo 19.º do Decreto-Lei n.º 152-D/2017, de 11 de dezembro, na sua
atual redação.
2 — Os dados reportados no RP são utilizados para fins da definição da política de resíduos,
para o sistema estatístico nacional, na medição de indicadores associados a metas nacionais e
da União Europeia, no cálculo de quotas de mercado e monitorização de dados de colocação no
mercado, pelas entidades referidas no n.º 4, de produtos abrangidos por legislação de fluxos es-
pecíficos de resíduos.
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3 — Os produtos objeto de registo incluem:
a) Os abrangidos pelo Decreto-Lei n.º 152-D/2017, de 11 de dezembro, na sua atual redação
e nos termos aí previstos:
i) Embalagens;
ii) Equipamentos Elétricos e Eletrónicos;
iii) Óleos lubrificantes;
iv) Pilhas e Acumuladores;
v) Pneus;
vi) Veículos;
b) Outros produtos que venham a ser determinados pela criação de novo fluxo específico em
resultado de publicação de alterações legislativas ou nova legislação.
4 — O RP é preenchido por organização, sendo devida a submissão de informação relativa
aos produtos objeto de registo previstos no número anterior por:
a) Produtores de produto, de acordo com a definição constante na alínea rr) do n.º 1 do
artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 152-D/2017, de 11 de dezembro, na sua atual redação, ou os seus
representantes autorizados caso sejam nomeados nos termos da legislação;
b) Embaladores, de acordo com a definição constante na alínea q) do n.º 1 do artigo 3.º do
Decreto-Lei n.º 152-D/2017, de 11 de dezembro, na sua atual redação, ou os seus representantes
autorizados caso sejam nomeados nos termos da legislação;
c) Fornecedores de embalagens de serviço, de acordo com a definição constante na alínea aa)
do n.º 1 do artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 152-D/2017, de 11 de dezembro, na sua atual redação, ou
os seus representantes autorizados caso sejam nomeados nos termos da legislação;
d) Outros que venham a ser elencados pela criação de novo fluxo específico em resultado de
publicação de alterações legislativas ou nova legislação.
5 — A submissão de dados no RP envolve os passos de enquadramento, através do qual se
identifica o tipo de produtos colocados no mercado, e de submissão de declarações periódicas, con-
forme previsto no artigo 19.º do Decreto-Lei n.º 152-D/2017, de 11 de dezembro, na sua atual redação.
6 — Quando as entidades referidas no n.º 4 indicam, no enquadramento, a adesão a uma
entidade gestora do sistema integrado, esta última procede à validação desses produtos no prazo
máximo de 30 dias.
7 — O prazo para submissão das declarações periódicas é 31 de março de cada ano e, após
essa data, a ANR pode permitir alterações aos dados submetidos no âmbito de ações de controlo
da qualidade dos dados reportados.
Artigo 10.º
REG — Registo de Entidades Gestoras de Fluxos Específicos de Resíduos e de Sistemas Individuais
1 — As entidades responsáveis por sistemas de gestão de fluxos específicos de resíduos,
integrados ou individuais, estão obrigadas a inscrição para preenchimento de mapas de registo
específicos, cujo conteúdo incide sobre a atividade objeto de licença ou autorização.
2 — A correta e atempada submissão de dados no REG dá cumprimento às obrigações das
entidades previstas na alínea h) do n.º 1 do artigo 98.º do RGGR.
3 — O REG é preenchido por organização com informação dos mapas de registo específicos
por cada fluxo específico.
4 — São devidos os seguintes tipos de submissão de informação pelas entidades referidas
no n.º 1:
a) Declaração intercalar, com periodicidade de reporte e prazo de submissão estabelecidos
em sede de cada licença ou autorização, caso aplicável;
b) Declaração anual, submetida até dia 15 de abril do ano seguinte a que os dados dizem
respeito;
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c) Garantia financeira, para efeitos da obrigação prevista no n.º 7 do artigo 11.º e no n.º 2 do
artigo 9.º do Decreto-Lei n.º 152-D/2017, de 11 de dezembro, na sua atual redação, nos termos do
n.º 4 do artigo 9.º e do n.º 12 do artigo 16.º do mesmo diploma, com a periodicidade estabelecida
em sede de cada licença ou autorização.
5 — As declarações anuais e intercalares são submetidas exclusivamente através de funcio-
nalidade de webservice.
6 — A informação a submeter nas declarações anuais e intercalares inclui nomeadamente
a identificação dos produtores de produto, embaladores e fornecedores de embalagens de
serviço aderentes, e dados das respetivas quantidades declaradas de produtos colocados no
mercado.
7 — A informação a submeter nas garantias financeiras inclui:
a) Data de início da garantia;
b) Data de validade da garantia;
c) Valor da garantia;
d) Garantia financeira em formato digital.
8 — Decorridos os prazos definidos no n.º 4, a ANR pode permitir alterações à informação
submetida no âmbito de ações de controlo da qualidade dos dados reportados e para efeitos de
correção de informação das garantias financeiras.
Artigo 11.º
SNECD-VFV — Sistema Nacional de Emissão de Certificados de Destruição de Veículos em Fim de Vida
1 — O SNECD-VFV é o módulo que permite a emissão de certificados de destruição de veí-
culos em fim de vida (VFV) pelos operadores de desmantelamento, tal como previsto nos n.os 1 e
4 do artigo 85.º do Decreto-Lei n.º 152-D/2017, de 11 de dezembro, na sua atual redação.
2 — Apenas têm acesso ao módulo de SNECD-VFV os operadores de desmantelamento de
VFV devidamente licenciados que exerçam a sua atividade de acordo com o disposto no artigo 87.º
do Decreto-Lei n.º 152-D/2017, de 11 de dezembro, na sua atual redação, e de acordo com os
requisitos de qualificação previstos no artigo 8.º do mesmo diploma.
3 — O acesso ao módulo de SNECD-VFV é sujeito à verificação prévia de um conjunto de
informação publicitada no sítio de Internet da ANR.
4 — A informação a submeter no SNECD-VFV para a emissão de um certificado de destruição
de VFV inclui:
a) Dados de identificação da entidade emissora;
b) Dados de identificação da autoridade competente pela licença da entidade emissora;
c) Dados de identificação do proprietário/detentor;
d) Dados de identificação do veículo nomeadamente matrícula, número do quadro/chassis,
marca e modelo;
e) Outra que venha a ser legalmente exigida.
5 — A submissão com sucesso da informação referida no número anterior permite gerar um
certificado de destruição, com numeração unívoca.
6 — No âmbito do protocolo previsto no n.º 3 do artigo 95.º do RGGR, a consulta do certificado
prevista no número anterior pode ser permitida a outra entidade.
Artigo 12.º
SILOGR — Sistema de Informação de Operadores de Gestão de Resíduos
1 — O SILOGR é um repositório nacional de operadores de tratamento de resíduos que serve
também como diretório de acesso, divulgação e pesquisa de informação pelo público.
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2 — O SILOGR permite informar o público dos destinos autorizados para o tratamento dos re-
síduos em proximidade geográfica, promover a transparência e publicitação nacional e internacional
do elenco das entidades devidamente autorizadas ao tratamento de resíduos, assim como avaliar
a capacidade nacional de tratamento no âmbito da definição das políticas públicas do ambiente.
3 — A introdução de dados no SILOGR pelas entidades licenciadoras ou coordenadoras, até
60 dias após emissão da licença, dá cumprimento ao estipulado no artigo 102.º do RGGR, sendo
que sempre que possível as licenças e autorizações emitidas através do Licenciamento Único
Ambiental (LUA) migram automaticamente para o SILOGR.
4 — O acesso ao SILOGR, para edição dos dados das autorizações, é concedido pela ANR
às entidades referidas no n.º 3 do presente artigo.
5 — O acesso ao módulo SILOGR, para consulta pelo público, é livre e gratuito.
Artigo 13.º
Subproduto
1 — O módulo de subproduto inclui os formulários Declaração de Subproduto e Registo de
dados de Subproduto.
2 — A Declaração de Subproduto é o formulário onde um produtor de uma substância ou objeto,
individualmente ou através de associação representativa do setor, declara a classificação da referida
substância ou objeto como subproduto, juntando os documentos comprovativos do cumprimento
dos critérios publicados pela ANR, conforme os n.os 4 e 5 do artigo 91.º do RGGR.
3 — O preenchimento da Declaração de Subproduto e validação do cumprimento dos crité-
rios por laboratórios colaborativos, reconhecidos pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, I. P.,
ou centros tecnológicos que atuem no âmbito do processo produtivo da substância ou objeto em
causa, permitem a sua qualificação como subproduto, para os produtores e destinos finais consi-
derados.
4 — Os subprodutos autorizados nos termos do n.º 9 do artigo 91.º do RGGR podem também
estar sujeitos a inscrição de dados no formulário Declaração de Subproduto, nos moldes a designar
pela ANR.
5 — O formulário Registo de dados de Subproduto é preenchido por produtores e intervenientes
na cadeia de mercado, onde se incluem os intermediários que processem e/ou comercializem o
subproduto, para o registo de dados de subproduto de acordo com o n.º 8 do artigo 91.º e a alínea b)
do n.º 1 do artigo 98.º do RGGR.
6 — O formulário referido no ponto anterior é constituído pela informação prevista na alínea f)
do n.º 1 do artigo 99.º do mesmo diploma e preenchido com periodicidade anual até 31 de março
do ano seguinte ao ano a reportar, por estabelecimento, ou por organização quando tal for autori-
zado pela ANR.
7 — Após a data referida no número anterior, a ANR pode permitir alterações aos dados sub-
metidos no âmbito de ações de controlo da qualidade dos dados reportados.
8 — A Declaração de subproduto de um produtor é cancelada, nos termos do n.º 7 do artigo 91.º
do RGGR, quando se demonstre não estarem cumpridas as condições para a sua classificação
como subproduto, após audiência prévia do produtor.
Artigo 14.º
Prevenção de resíduos e outras obrigações de registo
1 — Com vista ao cumprimento das obrigações nacionais e da União Europeia de registo e
ou de reporte, nomeadamente no que se refere à prevenção de resíduos e desperdício alimentar,
podem ser implementados no SIRER novos módulos, através de Deliberação do Conselho Diretivo
da ANR.
2 — A deliberação do Conselho Diretivo mencionada no número anterior define as entidades
obrigadas ao registo e/ou reporte de dados, o tipo de informação a submeter e respetivos prazos
associados.
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3 — O cumprimento das obrigações em matéria de registo constantes da presente Portaria
não prejudica o cumprimento de outras obrigações de registo aplicáveis por força de legislação
específica.
Artigo 15.º
Manuais de utilizador
Os manuais de utilizador da plataforma eletrónica da ANR e dos módulos referidos na presente
Portaria são disponibilizados no sítio de Internet da ANR.
Artigo 16.º
Acesso, tratamento e divulgação de dados SIRER
1 — A ANR faculta o livre acesso ao SIRER às entidades com competências em matéria de
resíduos, nos termos do artigo 96.º do RGGR, podendo ainda disponibilizar dados para exercício de
competências conexas sempre que se revele necessário, nomeadamente a entidades inspetivas,
fiscalizadoras, licenciadoras e de produção de informação estatística oficial.
2 — A ANR procede ao tratamento de dados registados e submetidos para fins de controlo
de qualidade e produção de informação, em conjunto com as entidades licenciadoras, o Insti-
tuto Nacional de Estatística e os órgãos e serviços das administrações regionais das Regiões
Autónomas.
3 — Sem prejuízo do regime de acesso à informação administrativa e ambiental e de reutili-
zação dos documentos administrativos, aprovado pela Lei n.º 26/2016, de 22 de agosto, e outras
obrigações de acesso do público à informação ambiental, os dados reportados no SIRER são
considerados sujeitos a sigilo quando a sua divulgação detalhada possa comprometer o segredo
comercial industrial ou relativo à propriedade científica e práticas de gestão das empresas, pelo
que a disponibilização de dados e informação resultante do SIRER pela ANR se deve pautar pelo
cumprimento do segredo estatístico.
4 — A ANR faculta o acesso aos certificados de destruição no SIRER ao Instituto da Mobilidade
e dos Transportes, I. P. (IMT) e ao Instituto dos Registos e do Notariado, I. P. (INR, I..P) conforme
previsto no n.º 6 do artigo 11.º deste regulamento.
5 — A ANR faculta o acesso os dados das e-GAR ao IMT nos termos da Portaria definida no
n.º 4 do artigo 38.º do RGGR.
6 — O tratamento de dados pessoais, na aceção do Regulamento (UE) n.º 2016/679, do Par-
lamento Europeu e do Conselho, de 27 de abril de 2016, está sujeito ao cumprimento do mesmo,
a assegurar pela ANR.
Artigo 17.º
Delegação da gestão do SIRER
1 — A gestão dos módulos do SIRER pode ser delegada pela ANR noutra entidade, como
previsto no n.º 3 do artigo 95.º do RGGR.
2 — A delegação pode ser feita a entidades de direito público ou de direito privado sem fins
lucrativos, através da assinatura de um protocolo, sujeito a homologação por Despacho do membro
do Governo responsável pela área do ambiente.
3 — O protocolo, para além de assegurar que a gestão observa o disposto no n.º 1 do ar-
tigo 95.º do RGGR, deve detalhar os custos para ambas as partes, os requisitos de segurança
informática, local onde ficarão armazenados os dados, o enquadramento quanto a partilha
e processamento de dados pessoais, responsabilidade quanto ao atendimento ao utilizador
(serviços de helpdesk), níveis de serviço mínimo de funcionamento, cláusulas que prevejam a
rescisão por ambas as partes, incluindo a previsão segundo a qual em caso de incumprimento
pela entidade das condições de funcionamento acordadas, a ANR possa avocar para si a gestão
de um ou mais módulos.
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 86
Artigo 18.º
Taxas
Os utilizadores do SIRER procedem ao pagamento de uma taxa anual fixada em (euro) 30,
associada à submissão do MIRR e do MRRU.
Artigo 19.º
Responsabilidade criminal
A prestação de falsas declarações e o acesso indevido ao sistema informático são passíveis
de gerar responsabilidade criminal, nos termos previstos na lei.
Artigo 20.º
Disposições transitórias
Até à concretização da desmaterialização de módulos ou partes de módulos do SIRER, a
informação solicitada deverá ser submetida de acordo com as orientações e modelo definidos pela
ANR e divulgados no seu sítio de Internet.
114863982
www.dre.pt
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 87
REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES
Assembleia Legislativa
Decreto Legislativo Regional n.º 1/2022/A
Sumário: Plano Regional Anual para o ano de 2022.
Plano Regional Anual para o ano de 2022
A Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores decreta, nos termos da alínea p)
do n.º 1 do artigo 227.º e do n.º 1 do artigo 232.º da Constituição da República Portuguesa e da
alínea b) do artigo 34.º e do n.º 1 do artigo 44.º do Estatuto Político-Administrativo da Região
Autónoma dos Açores, o seguinte:
Artigo 1.º
É aprovado o Plano Regional Anual para o ano de 2022.
Artigo 2.º
É publicado em anexo ao presente diploma, dele fazendo parte integrante, o documento con-
tendo o Plano Regional Anual para o ano de 2022.
Aprovado pela Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, na Horta, em 25 de
novembro de 2021.
O Presidente da Assembleia Legislativa, Luís Carlos Correia Garcia.
Assinado em Angra do Heroísmo em 20 de dezembro de 2021.
Publique-se.
O Representante da República para a Região Autónoma dos Açores, Pedro Manuel dos Reis
Alves Catarino.
Plano Regional Anual 2022
Aprovado na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, em 25 de novembro de 2021
Índice
Introdução
I — Caracterização e Enquadramento
Economia mundial
Economia portuguesa
II — Análise da Situação Económica e Social da Região
Aspetos demográficos
Aspetos da economia regional
III — Políticas Setoriais
Políticas para a coesão social e para a igualdade de oportunidades
Um futuro mais digital e ecológico no seio da sociedade do conhecimento
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 88
Afirmar os Açores no mundo
IV — Investimento Público
Dotação do Plano
Quadro Global de Financiamento da Administração Pública Regional
V — Desenvolvimento da Programação
VI — Os Programas e Iniciativas Comunitárias Disponíveis para a Região Autónoma dos
Açores
Período de programação 2014-2020
Plano de Recuperação e Resiliência 2021-2026
Período de programação 2021-2027
Anexos
Desagregação por Objetivo
Desagregação por Entidade Executora
Desagregação por Entidade Proponente
Desagregação por Ilha
Siglas e Abreviaturas
AHBV — Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários
ARAAL — Contrato de desenvolvimento entre a administração regional autónoma e a admi-
nistração local
BdP — Banco de Portugal
CIVISA — Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores
DRA — Direção Regional do Ambiente
DRAM — Direção Regional dos Assuntos do Mar
DRC — Direção Regional da Cultura
DRCTD — Direção Regional da Ciência e Transição Digital
DRD — Direção Regional do Desporto
DRJ — Direção Regional da Juventude
DROPTT — Direção Regional das Obras Públicas e dos Transportes Terrestres
DROT — Direção Regional do Orçamento e Tesouro
DRP — Direção Regional das Pescas
DRPFE — Direção Regional do Planeamento e Fundos Estruturais
EMA — Escola do Mar dos Açores
FC — Fundo de Coesão
FEADER — Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural
FEAMP — Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas
FEDER — Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional
FEEI — Fundos Europeus Estruturais e de Investimento
FSE — Fundo Social Europeu
FSUE — Fundo de Solidariedade Social da União Europeia
IMAR — Instituto do Mar
INE — Instituto Nacional de Estatística
IPSS — Instituição Particular de Solidariedade Social
LREC — Laboratório Regional de Engenharia Civil
PC&T — Parques de Ciência e Tecnologia
PO — Programa Operacional
pp — pontos percentuais
PRR — Plano de Recuperação e Resiliência
RIAC — Rede Integrada de Apoio ao Cidadão
SCTA — Sistema Científico e Tecnológico dos Açores
SRAAC — Secretaria Regional do Ambiente e Alterações Climáticas
SRE — Secretaria Regional da Educação
SREA — Serviço Regional de Estatística dos Açores
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 89
SRFPAP — Secretaria Regional das Finanças, Planeamento e Administração Pública
SRMP — Secretaria Regional do Mar e das Pescas
SROPC — Secretaria Regional das Obras Públicas e Comunicações
SRPCBA — Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores
SRS — Serviço Regional de Saúde
SRSD — Secretaria Regional de Saúde e Desporto
UE — União Europeia
USI — Unidade de Saúde de Ilha
Introdução
O Plano Regional Anual para o ano de 2022 inicia o segundo ciclo anual de programação do
investimento público nos Açores, enquadrado pelas Orientações de Médio Prazo 2021-2024.
Este quadriénio, que corresponde à ação do XIII Governo Regional dos Açores, decorre num
ambiente económico e financeiro mais desfavorável do que o do quadriénio precedente, derivado
da pandemia da doença COVID-19, que causou uma crise de saúde pública e, consequentemente,
uma crise económica e social sem precedentes.
A pandemia provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, responsável pela doença COVID-19,
teve consequências sanitárias, económicas e sociais em todo o país, cujos efeitos não se manifes-
taram de igual forma para todos os cidadãos. As suas consequências criaram novas desigualdades
e agravaram as já existentes. Neste documento, dá-se resposta a um cenário complexo e exigente,
introduzindo-se novos mecanismos e reforçando alguns dos já implementados.
A programação anual contida neste documento insere-se na estratégia definida para o médio
prazo e estabelece em cada setor da política regional o investimento público que será promovido
pelos diversos departamentos do Governo Regional dos Açores, durante o corrente ano de 2022.
Este plano anual estrutura-se da seguinte forma: os primeiros dois capítulos deste documento
introduzem os traços principais da evolução mais recente e prospetiva das realidades e situações
socioeconómicas internacional, do país e também a regional; um terceiro capítulo com as priori-
dades de intervenção neste período anual, quer em termos gerais, quer as relativas às políticas
setoriais; um quarto com a apresentação dos montantes de investimento por programa, organizado
por grande objetivo e por departamento governamental executor; um capítulo seguinte onde é
apresentado o detalhe da programação a nível de ação e, finalmente, um último com o ponto de
situação sobre os programas com comparticipação comunitária, encerrando-se o documento com
listagens em anexo.
I — Caracterização e Enquadramento
Economia Mundial
A pandemia provocada pela COVID-19 veio alterar, de forma radical, o cenário económico
mundial que se vinha registando nos últimos anos.
Os efeitos decorrentes desta pandemia provocados do lado da procura e do lado da oferta
estão a ter um impacto assinalável sobre os fluxos de comércio internacional. Observa-se um co-
lapso das trocas de bens e serviços. A redução dos fluxos de comércio é amplificada pelo facto de
algumas das economias mais afetadas pela propagação da COVID-19 terem um papel central em
termos das cadeias de valor internacionais. Estas cadeias densificaram-se ao longo das últimas
duas décadas em torno da China, Alemanha e EUA, tornando-as vulneráveis a crises que afetem
particularmente estas economias.
O facto de os efeitos da pandemia não serem simétricos a todas as partes do mundo implica
ainda que a disrupção da atividade a nível global seja prolongada. Adicionalmente, poderão existir
efeitos negativos a longo prazo, decorrentes desta pandemia, sobre áreas de comércio associa-
das, por exemplo, à intensificação de pressões protecionistas que se sobreponham à expectável
reconfiguração das cadeias de valor globais decorrente da decisão das empresas em diversificar
fontes de abastecimento e manter maiores stocks de produtos intermédios.
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 90
A natureza do choque provocado pela pandemia exigiu uma resposta de política orçamental
diferente. O efeito dos estabilizadores automáticos, decorrente de um aumento das transferências
com subsídios de desemprego e de doença ou de uma diminuição automática da receita fiscal,
foi importante, mas limitado, face à magnitude dos efeitos diretos da pandemia e das necessárias
medidas de contenção sanitária entretanto adotadas.
A generalidade dos governos das economias avançadas adotou um conjunto de medidas
discricionárias, com um impacto orçamental significativo, que pode dividir-se genericamente em
três grupos, consoante a sua incidência: medidas de sustentação dos sistemas de saúde, medidas
de proteção social das famílias e medidas de apoio às empresas e ao setor produtivo.
Segundo os últimos dados disponíveis, do Fundo Monetário Internacional (FMI), a atividade
económica mundial, em 2020, registou uma quebra sem paralelo nas décadas mais recentes,
refletindo o impacto da pandemia da doença COVID-19. O PIB mundial registou uma redução
de 3,3 % relativamente ao ano anterior, e o comércio mundial de bens e serviços caiu também
abruptamente, com uma redução de 8,5 % face a 2019.
Nas economias avançadas registou-se, em 2020, uma desaceleração da produção em – 4,7 %,
sobretudo devido aos decréscimos de produção verificados em Espanha (– 11 %), Reino Unido
(– 9,9 %), Itália (– 8,9 %) e França (– 8,2 %). A área do euro registou um decréscimo da produção
de – 6,6 % e os Estados Unidos de – 3,5 %.
Registou-se, em 2020, para as economias emergentes e em desenvolvimento, uma redução
na produção de – 2,2 %, contribuindo de forma significativa para essa desaceleração as reduções
na produção no México (– 8,2 %), Índia (– 8 %) e África do Sul (– 7 %).
Realça-se, em 2020, que das economias avançadas e emergentes, apenas a China registou
uma taxa de crescimento positiva do PIB, de 2,3 %.
A inflação subjacente registada em 2020, medida pelos preços no consumidor, evidencia uma
maior moderação nas economias avançadas do que nos mercados emergentes, na sequência
de níveis de atividade económica mais contidos. A desaceleração da procura global favoreceu a
redução do preço do petróleo (– 32,7 %), que, por sua vez, afetou o nível geral de inflação.
Segundo as projeções do FMI, este cenário será invertido em 2021, face à existência de
várias vacinas seguras e eficazes para combater o coronavírus SARS-CoV-2, responsável pela
doença COVID-19.
Em termos de evolução média anual estima-se, em 2021, para o comércio de bens e de serviços
mundial, um crescimento à taxa de 8,4 %, representando uma variação de +16,9 pontos percentuais
(pp) em relação ao ano anterior, enquanto para a produção mundial estima-se um crescimento do
PIB à taxa de 6 %, correspondendo a uma variação de +9,3 pp no mesmo período.
Nas economias avançadas estima-se, para 2021, uma aceleração da produção em 5,1 %,
sobretudo devido ao crescimento nos Estados Unidos (6,4 %), Reino Unido (5,3 %), Canadá (5 %)
e na área do euro (4,4 %).
Também se estima, em 2021, para as economias emergentes e em desenvolvimento, um
crescimento na produção de 6,7 %, contribuindo de forma significativa para essa aceleração os
aumentos de produção previstos para a Índia (12,5 %), China (8,4 %) e México (5 %).
A inflação prevista para 2021, medida pelos preços no consumidor, evidencia uma maior
moderação nas economias avançadas (1,6 %) do que nos mercados emergentes (4,9 %).
Relativamente aos preços das matérias-primas, verifica-se uma estimativa mais favorável
para os preços do petróleo do que no ano anterior (+41,7 %), derivada do início esperado da
recuperação económica mundial. Relativamente às restantes matérias-primas, a estimativa para
2021 prevê uma variação positiva de 16,1 %.
Constata-se que o presente panorama internacional é marcado por níveis muito elevados
de incerteza, que advêm de um conjunto alargado de fatores de âmbito político e económico. Em
particular, persiste um nível de incerteza muito elevado, em que o ritmo de recuperação esperado
está fortemente condicionado: pela evolução mundial da pandemia; pelo ritmo da vacinação e
pela continuidade de medidas de estímulo económico tomadas pelos governos e pelos bancos
centrais.
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Indicadores para a Economia Mundial
Taxa de variação anual em percentagem (salvo indicação em contrário)
2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021(e) 2022(e)
PIB
Economia mundial 3,1 3,2 3,8 3,6 2,8 -3,3 6,0 4,4
Economias avançadas 1,7 1,7 2,4 2,2 1,6 -4,7 5,1 3,6
Estados Unidos da América 1,6 1,5 2,2 2,9 2,2 -3,5 6,4 3,5
Japão 1,0 0,9 1,9 0,9 0.3 -4,8 3,3 2,5
Área do euro 1,7 1,8 2,4 1,9 1,3 -6,6 4,4 3,8
Reino Unido 1,8 1,9 1,8 1,4 1,4 -9,9 5,3 5,1
Economias emergentes e em desenvolvimento 4,1 4,4 4,8 4,5 3,6 -2,2 6,7 5,0
Rússia -0,2 -0,2 1,6 2,3 2,0 -3,1 3,8 3,8
China 6,7 6,7 6,8 6,6 5,8 2,3 8,4 5,6
Índia 6,8 7,1 7,2 6,8 4,0 -8,0 12,5 6,9
Brasil -3,6 -3,5 1,1 1,1 1,4 -4,1 3,7 2,6
Comércio mundial de bens e serviços 2,2 2,3 5,5 3,7 0.9 -8,5 8,4 6,5
Preços no consumidor
Economias avançadas 0,8 0,8 1,7 2,0 1,4 0,7 1,6 1,7
Economias emergentes e em desenvolvimento 4,4 4,3 4,3 4,8 5,1 5,1 4,9 4,4
Preços de matérias-primas
Petróleo (brent) em USD -15,7 -15,7 33,3 29,4 -10,2 -32,7 41,7 -6,3
Matérias-primas não energéticas em USD -1,9 -1,5 6,4 1,6 0,8 6,7 16,1 -1,9
Mercado interbancário de Londres (% taxas
oferecidas)
Depósitos em USD 1,1 1,1 1,5 2,5 2,3 0,7 0,3 0,4
Depósitos em euros -0,3 -0,3 -0,3 -0,3 -0,4 -0,4 -0,5 -0,5
Depósitos em ienes japoneses 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 -0,1 0,0
Nota: (e) = estimativa
Fonte: IMF World Economic Outlook, abril 2021
Economia Portuguesa
As medidas anunciadas em março de 2020, para conter a difusão da pandemia da doença
COVID-19, conduziram à maior recessão da economia portuguesa desde que há registos, com uma
diminuição do PIB de 7,6 %, em termos reais, em 2020. Esta contração do PIB foi mais acentuada
do que a verificada na média dos países da área do euro (– 6,6 %). Apesar da queda acentuada
do PIB, Portugal teve uma queda inferior à verificada em outros países europeus, com um peso
significativo do setor do turismo, como Espanha (– 11 %), Itália (– 8,9 %) e Grécia (– 8,2 %).
De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), a procura interna, de 2020, regista
um decréscimo à taxa de – 4,7 %, representando uma variação de – 7,5 pp em relação ao ano
anterior.
As exportações e importações, em 2020, apresentam decréscimos acentuados de – 18,6 %
e – 12,0 %, respetivamente.
A taxa de desemprego situou-se nos 6,8 %, em 2020, mais 0,3 pp do que em 2019.
A inflação subjacente registada em 2020, medida pelos preços no consumidor, foi de – 0,1 %,
representando menos 0,4 pp do que em 2019.
A dívida pública consolidada em percentagem do PIB, de 2020, foi de 133,6 %, mais 16,8 pp
do que em 2019.
Diário da República, 1.ª série
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Estima-se uma inversão, em sentido positivo, da economia portuguesa em 2021, face à
existência de várias vacinas seguras e eficazes no combate à COVID-19. No entanto, a recupe-
ração económica será condicionada pelo ritmo da vacinação e pela continuidade de medidas de
estímulo à economia.
A Comissão Europeia autorizou a introdução no mercado das vacinas desenvolvidas por
BioNTech-Pfizer, Moderna, AstraZeneca e Janssen Pharmaceutica NV, na sequência de uma ava-
liação positiva da Agência Europeia do Medicamento, relativamente à sua segurança e eficácia.
Em Portugal, o início do ano de 2021 ficou marcado pela terceira vaga da pandemia da do-
ença COVID-19. Esta foi a vaga de infeções mais intensa em Portugal, o que levou o Governo a
declarar um novo confinamento a 15 de janeiro e cujas medidas restritivas só começaram a ser
levantadas muito gradualmente a partir da segunda quinzena de março.
Este confinamento prolongado, vivido no primeiro trimestre de 2021, teve impactos negativos
na economia portuguesa. As medidas implementadas de mitigação dos efeitos da pandemia na
atividade económica, no emprego e no rendimento das famílias, permitiram sustentar a economia
e ultrapassar esta fase mais crítica.
As estimativas mais recentes para a economia portuguesa do Programa de Estabilidade
2021-2025, de abril de 2021, do Ministério das Finanças, para 2021, refletem uma melhoria em
quase todos os parâmetros da atividade económica e do emprego.
Com efeito, a procura interna estimada apresenta um crescimento à taxa de 2,9 %, repre-
sentando uma variação de +7,6 pp em relação ao ano anterior, enquanto a produção estimada
apresenta um crescimento do PIB à taxa de 4,0 %, correspondendo a uma variação de 11,6 pp
relativamente a 2020.
As estimativas para as exportações e importações, para 2021, apresentam crescimentos
significativos de 8,7 % e 5,4 %, respetivamente.
Ao nível da taxa de desemprego, a previsão é de que esta se situe nos 7,3 %, em 2021, mais
0,5 pp do que em 2020.
A inflação subjacente estimada para 2021, medida pelos preços no consumidor, é de 0,8 %,
mais 0,9 pp do que em 2020.
A dívida pública consolidada em percentagem do PIB, estimada para 2021, é de 128,0 %,
menos 5,6 pp do que em 2020 e mais 11,2 pp do que em 2019.
No ano seguinte (2022), o crescimento do PIB deverá acelerar para 4,9 %, mantendo-se um
crescimento superior a 2 % ao longo do restante período de projeção, de 2023 a 2025.
A partir de 2022, pressupondo o fim da pandemia, projeta-se uma elevada recuperação econó-
mica alicerçada no investimento público — no âmbito dos projetos de investimentos estruturantes
que têm sido aprovados nos últimos anos, bem como nos investimentos promovidos no Plano de
Recuperação e Resiliência (PRR) — e em medidas de relançamento da economia que permitam
um impulso inicial mais forte e robusto, com maiores e mais duradouros efeitos multiplicadores.
Neste âmbito, destaca-se o papel crucial do investimento público previsto no PRR português,
que estará ancorado na Estratégia Portugal 2030 e visa a concretização de um conjunto de prio-
ridades de reformas e investimento que, em articulação com o Programa Nacional de Reformas,
promovam o desenvolvimento social e económico do país através de medidas que, na sua exe-
cução, assegurem a dinâmica económica, potenciem a alteração do perfil de especialização da
economia portuguesa, em linha com as transições climática e digital, e que fomentem a resiliência
económica, social e demográfica do país, de modo a prosseguir a estratégia de convergência e
coesão de todos os territórios.
Dos cerca de 16,6 mil milhões de euros que constituem o PRR português, perto de 10 mil
milhões dizem respeito a investimento público, que estará centrado nos três grandes eixos do
programa: a transição digital, a transição climática e a resiliência, procurando, igualmente, res-
ponder de forma transversal às recomendações específicas ao país formuladas pela Comissão
Europeia.
Contudo, a economia portuguesa está sujeita a vários fatores de risco, decorrentes da atual
situação pandémica: as consequências das moratórias de créditos, as quais foram prolongadas
até setembro do corrente ano, e as intervenções previstas no Novo Banco e na TAP, que poderão
ter um custo superior ao previsto.
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 93
Indicadores para a Economia Portuguesa
Taxa de variação anual em percentagem (salvo indicação em contrário)
2021 (e) 2022 (e)
2016 2017 2018 2019 2020 BdP BdP
CFP FMI MF CFP FMI MF
mar2 mar2
abr21 abr21 abr21 abr21 abr21 abr21
1 1
PIB 2,0 3,5 2,8 2,5 -7,6 3,9 3,3 3,9 4,0 5,2 4,9 4,8 4,9
Procura interna total 2,2 3,3 3,2 2,8 -4,7 2,7 3,0 - 2,9 4,6 5,0 - 4,2
Consumo privado 2,6 2,1 2,6 2,6 -5,9 2,0 2,7 - 2,8 4,8 6,0 - 3,7
Consumo público 0,8 0,2 0,6 0,7 0,5 3,7 3,6 - 1,7 0,7 0,6 - 1,4
Formação Bruta de
2,5 11,5 6,2 5,4 -1,9 3,6 3,4 - 4,0 8,0 6,0 - 8,0
Capital Fixo
Importações 5,0 8,1 5,0 4,7 -12,0 10,2 7,6 8,9 5,4 9,9 11,0 12,1 6,0
Exportações 4,4 8,4 4,1 3,9 -18,6 13,7 8,9 10,8 8,7 11,5 11,3 14,3 7,9
Emprego e
desemprego (Inquérito
ao Emprego)
Emprego, ótica
1,6 3,3 2,3 0,8 -1,7 0,3 -0,2 1,0 0,2 1,6 1,4 1,5 1,1
Contas Nacionais
Taxa de
desemprego,
Inquérito ao 11,1 8,9 7 6,5 6,8 7,7 8,3 7,7 7,3 7,6 7,3 7,3 6,7
Emprego (% da pop.
ativa)
IHPC 0,6 1,6 1,2 0,3 -0,1 0,7 0,8 0,9 0,8 0,9 1,4 1,2 0,9
Finanças públicas (%
do PIB)
Saldo global das
-1,9 -3,0 -0,3 0,1 -5,7 - -4,1 - -4,5 - -2,1 - -3,2
administrações
Dívida pública
consolidada (ótica 131.5 126.1 121,5 116,8 133,6 - 131,5 131,4 128,0 - 125,1 125,6 123,0
Maastricht)
Nota: (e) = estimativa
Fontes: INE, Contas Nacionais Trimestrais e Anuais Preliminares, 26 de fevereiro, 2021
INE, Estatísticas do Emprego, 5 de fevereiro de 2020
INE, Índice de Preços no Consumidor, 13 de janeiro de 2021
INE, Procedimento dos Défices Excessivos, 1ª Notificação 2021, 26 de março de 2021
BdP - Boletim Económico, março de 2021
FMI – World Economic Outlook, abril 2021
MF - Programa de Estabilidade 2021-2025, abril 2021
CFP - Perspetivas Económicas e Orçamentais 2021-2025, março 2021
CFP - Previsões Macroeconómicas subjacentes ao Programa de Estabilidade 2021-2025, abril de 2021
II — Análise da Situação Económica e Social da Região
Aspetos Demográficos
No ano de 2020, a população residente na Região Autónoma dos Açores (RAA), estimada
pelo Serviço Regional de Estatística dos Açores (SREA), traduziu-se num total de 242 479 pes-
soas, representando um decréscimo de cerca de 0,13 % em relação ao ano anterior, decorrendo
de variações ocorridas em ambos os saldos demográficos, o fisiológico e o migratório.
Estes números integram-se na trajetória demográfica nacional e, mais recentemente, na
Região Autónoma dos Açores dos últimos anos, com movimentos migratórios a assumirem maior
dimensão e impacto no volume global de residentes, ao passo que os saldos fisiológicos vão re-
gistando um valor menos representativo, mesmo residual, pela redução dos níveis de natalidade
(n.º de nados vivos) face aos de mortalidade (n.º de óbitos).
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 94
No âmbito da estrutura etária da população, prosseguiu a redução da representatividade da
população jovem com menos de 15 anos.
O grupo etário da população entre os 15 e os 64 anos, grosso modo, o de pessoas em idade
ativa, continua a manter um nível de representatividade próximo do verificado nos últimos anos,
com um peso relativo à volta dos 70 % do efetivo populacional.
Estrutura Etária da População
Unidade: %
2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020
População com menos de 15 anos 17,5 17,2 16,8 16,4 16,2 16,0 15,6 15,4 15,1
População dos 15-64 anos 69,5 69,8 69,9 70,0 70,0 70,0 69,8 69,7 69,8
População com mais de 64 anos 13,0 13,0 13,2 13,5 13,8 14,0 14,6 14,9 15,1
Fonte: INE
Aspetos da Economia Regional
Produção
O INE previu para 2019 um PIB de 4 469 milhões de euros.
O aumento de produção interna beneficiou não só de acréscimos de produtividade, mas
também do nível de emprego da população em idade ativa, sendo esta evolução compatível com
a recuperação de ciclo económico num contexto de recursos e capacidade económica ainda
disponíveis.
Produto Interno Bruto a Preços de Mercado
(Base 2016)
Unidade: Milhões de Euros
PIB per capita PIB per capita PIB per capita PPC
Anos Açores
(mil euros) (País=100) (UE28=100)
2012 3 569 14,4 90,2 67,6
2013 3 653 14,8 90,5 69,3
2014 3 686 14,9 89,7 68,7
2015 3 824 15,5 89,6 68,7
2016 3 973 16,2 89,6 69,0
2017 4 111 16,8 88,3 67,8
2018 4 285 17,6 88,2 68,6
2019 Po 4 469 18,4 88,8 69,9
Po = Dados provisórios
Fonte: INE, Contas Regionais (base 2016)
Diário da República, 1.ª série
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Os dados mais recentes, de 2020, que já refletem a crise sanitária e económica provocada
pela pandemia da doença COVID-19, apontam no sentido de um decrescimento da produção
interna.
Para períodos mais recentes, utilizando o Indicador de Atividade Económica (IAE), que mede
a evolução da atividade económica em períodos intra-anuais, observa-se um decréscimo até ao
segundo trimestre de 2020, resultante da situação de pandemia da doença COVID-19 e confi-
namento que se viveu a partir de março de 2020. Esta situação inverteu-se a partir do terceiro
trimestre de 2020, após o fim do confinamento.
Indicador de Atividade Económica (IAE)
4,0
2,0
0,0
-2,0
jan 18 mar 18 mai 18 jul 18 set 18 nov 18 jan/19 mar/19 mai/19 jul/19 set/19 nov/19 jan/20 mar/20 mai/20 jul/20 set/20 nov/20 jan/21 mar/21 mai/21
-4,0
-6,0
-8,0
Fonte: SREA
Tendo em conta o Indicador de Consumo Privado (ICP), que mede as variações do consumo
privado nos Açores, observa-se, igualmente, um decréscimo até ao segundo trimestre de 2020,
resultante da situação de confinamento que se viveu a partir de março de 2020, invertendo-se
esta situação a partir do terceiro trimestre de 2020.
Indicador do Consumo Privado em % (ICP)
15,0
10,0
5,0
0,0
-5,0
jan 18 mar 18 mai 18 jul 18 set 18 nov 18 jan/19 mar/19 mai/19 jul/19 set/19 nov/19 jan/20 mar/20 mai/20 jul/20 set/20 nov/20 jan/21 mar/21 mai/21
-10,0
-15,0
Fonte: SREA
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 96
VAB por Ramos de Atividades Económicas
Preços Correntes Unidade: 106 euros
Comércio Informa- Técnico
Indústrias Administração
Agricultura Constru- Transportes ção Finanças Imobi- Científico Outros
Total Água Serviços
e Pesca ção Alojamento Comuni- Seguros liário Apoio Serviços
Saneamento Públicos
Restauração cação Adm.
2013 3 209,0 273,8 280,5 130,1 801,0 55,6 73,5 423,7 113,0 952,5 105,3
2014 3 218,4 295,0 267,0 121,6 770,0 57,5 81,1 433,7 115,9 967,2 109,3
2015 3 330,1 298,6 276,8 123,3 801,3 55,3 86,7 441,3 120,7 1 008,6 117,4
2016 3 450,5 292,5 271,9 127,6 867,9 57,1 82,0 459,5 133,8 1 039,2 119,0
2017 3 557,9 308,3 264,3 137,3 907,8 57,4 87,0 472,5 145,8 1 056,9 120,7
2018 3 704,9 330,1 267,4 147,1 947,7 56,8 87,8 488,1 156,9 1 089,9 133,1
2019Po 3 865,5 326,9 282,1 156,4 1 008,1 61,2 89,8 506,8 164,2 1 131,4 138,6
Po: Dados Provisórios
Fonte: INE, Contas Regionais (base 2016)
Mercado de trabalho
A população empregada correspondeu a 113 779 indivíduos, em 2020, o que representa um
crescimento, à taxa média de 0,1 %, em relação ao ano anterior.
A população ativa registou um decréscimo de 2 236 indivíduos, representando, em termos
relativos, uma variação negativa de 1,8 % em relação ao ano anterior.
A taxa global de atividade, em 2020, cifrou-se nos 50 %, menos 1 % do que em 2019, e a
taxa de atividade feminina, de 44,7 %, representa um decréscimo de 0,2 % relativamente ao ano
anterior.
O desemprego, por sua vez, atingiu, em 2020, uma taxa média de 6,1 %.
Observa-se que o aumento do volume da população empregada é acompanhado por uma
diminuição do número de desempregados, traduzindo essencialmente que o crescimento do em-
prego não só proporciona diminuição do desemprego existente, como envolve a criação de postos
de trabalho no âmbito dos inativos que ingressem pela primeira vez no mercado de trabalho. É de
esperar que esta tendência se inverta no atual contexto socioeconómico, decorrente da pandemia
da doença COVID-19.
Condição da População Perante o Trabalho
Unidade: N.º Indivíduos
2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020
População total 247 535 247 358 244 785 244 638 242 599 242 175 242 479
População ativa 121 583 122 315 120 797 122 210 122 313 123 400 121 164
Empregada 101 768 106 715 107 345 111 246 111 799 113 665 113 779
Desempregada 19 815 15 600 13 452 10 964 10 514 9 734 7 384
Tx. de Atividade (%) 49,1 49,4 49,3 50,0 50,4 51,0 50,0
Tx. de Atividade Feminina (%) 43,1 43,4 44,2 44,9 44,6 44,9 44,7
Tx. de Desemprego (%) 16,3 12,8 11,1 9,0 8,6 7,9 6,1
Fonte: SREA, Inquérito ao Emprego
Diário da República, 1.ª série
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O acréscimo de emprego ocorreu sobretudo no setor terciário, tendo os setores primário e
secundário registado decréscimos relativamente ao ano anterior, traduzindo-se numa redução do
seu peso em termos proporcionais.
A evolução no setor secundário tem vindo a revelar, nos últimos anos, alguma recuperação,
sobretudo no ramo da construção civil, depois da forte crise de investimento ocorrida em 2008, e
acentuada em 2011, mas sem atingir o ritmo das indústrias, em termos de intensidade e regula-
ridade.
No setor terciário destaca-se a sua moderação de crescimento, que voltou a ser mais evidente
pela contenção em atividades com características de serviços públicos, tais como Administração,
Ensino, Saúde e Ação Social, comparativamente a serviços mais associados a atividades mer-
cantis, tais como Comércio e Transportes.
População Ativa Empregada por Setores de Atividade
Indivíduos, n.º %
2018 2019 2020 2018 2019 2020
Setor Primário 11 979 11 265 10 230 10,7 9,9 9,0
Setor Secundário 17 525 19 331 19 209 15,7 17,0 16,9
Setor Terciário 82 296 83 082 84 340 73,6 73,1 74,1
Total 111 800 113 677 113 779 100,0 100,0 100,0
Fonte: SREA, Inquérito ao Emprego
Repartição Setorial do Emprego (%)
2020 9,0 16,9 74,1
2019 9,9 17,0 73,1
2018 10,7 15,7 73,6
2017 10,7 15,3 73,9
2016 9,6 15,3 75,1
2015 11,4 15,5 73,1
2014 12,7 15,5 71,8
2013 13,1 14,4 72,5
2012 14,4 15,8 69,7
2011 12,6 19,6 67,8
2010 11,2 23,6 65,2
2009 12,7 24,3 63,1
2008 12,8 26,8 60,5
0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0 80,0 90,0 100,0
Primário Secundário Terciário
Observando a evolução do emprego, segundo a respetiva distribuição por profissões, evidencia-
-se o crescimento do Pessoal de Serviços e Vendas, no âmbito do setor terciário, pelo volume e
regularidade verificados nos últimos anos.
A profissão Administrativos também revelou um acréscimo expressivo, enquanto as outras
categorias profissionais, associadas ao setor terciário, mostram um volume de ativos mais
estáveis.
Já outras categorias revelaram maior estabilidade ou decréscimo menos acentuado de volume
de emprego, como o caso dos Trabalhadores Não Qualificados ou dos Agricultores e Pescado-
res, correspondendo estes últimos, grosso modo, à evolução do próprio setor primário, que vem
mantendo a sua representatividade no contexto do volume global de emprego.
Diário da República, 1.ª série
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População Ativa Empregada, por Profissão
30.000
2014
25.000 2015
2016
2017
20.000 2018
2019
15.000 2020
10.000
5.000
0
Preços no consumidor
A inflação, medida pelo Índice de Preços no Consumidor no ano de 2020, traduziu-se numa
taxa de variação média de 0,12 % em relação ao ano anterior.
Este valor corresponde a uma fase de inflexão, conforme se pode observar no gráfico abaixo
e através da linha da taxa de variação média, ao mesmo tempo que as variações homólogas o
confirmam com valores decrescentes.
No mesmo sentido apontam os dados da inflação subjacente, que, apesar dos produtos ener-
géticos e alimentares não transformados virem a representar um peso tendencialmente decrescente,
também contribuíram para a evolução do nível geral de preços no consumidor em 2020.
Evolução intra-anual do IPC, base 2012
3,00
2,50
2,00
1,50
1,00
0,50
0,00
2015 2016 2017 2018 2019 2020
-0,50
IPC (Tx. var. média, 12 meses)
-1,00
IPC (Tx. var. homóloga)
-1,50 Inflação subjacente (Tx. var. média,12 meses)
Fonte: SREA
Para a inflexão de preços registada contribuíram as classes 10. Educação, 7. Transportes,
8. Comunicações e 9. Lazer, registando decréscimos de preços mais intensos.
Como fator de moderação de preços contribuíram as classes 1. Bens Alimentares, 2. Bebidas
Alcoólicas, 3. Vestuário e 5. Equipamentos Domésticos e Manutenção Corrente da Habitação, que
registaram acréscimos.
Diário da República, 1.ª série
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Variação e Contribuição por Classes de Despesa
Unidade: %
Variação de preços Contribuição
Ponderadores
Classes
(peso)
2019 2020 2019 2020
1. Alimentares e Bebidas não Alcoólicas -1,0 1,7 27,6 -0,3 0,5
2. Bebidas Alcoólicas e Tabaco 4,0 3,2 5,2 0,2 0,2
3. Vestuário e Calçado -6,2 0,8 6,1 0,4 0,0
4. Habitação, Água, Eletricidade, Gás e Outros combustíveis 0,2 -1,0 8,4 0,0 -0,1
5. Acessórios, Equip. Domést. e Manut. Corrente da Habitação 1,8 1,8 5,9 0,1 0,1
6. Saúde 0,8 0,7 8,6 0,1 0,1
7. Transportes 2,8 -2,8 13,7 0,4 -0,4
8. Comunicações -2,7 -2,4 4,7 -0,1 -0,1
9. Lazer, Recreação e Cultura -0,6 -2,7 4,5 0,0 -0,1
10. Educação -1,2 -8,4 0,9 0,0 -0,1
11. Hotéis, Cafés e Restaurantes 2,8 0,8 6,3 0,2 0,1
12. Bens e Serviços Diversos 1,6 1,2 8,1 0,1 0,1
Total -1,0 1,7 27,6 -0,3 0,5
Fonte: SREA
Moeda e Crédito
O volume de poupança captada através das redes de bancos comerciais com balcões na
Região Autónoma dos Açores ronda os 3 300 milhões de euros em depósitos.
Quanto ao volume de crédito concedido, depois de uma fase em que se atingiu um valor
máximo de 5 234 milhões de euros (2014), registou-se uma trajetória decrescente significativa até
2018. Verificou-se, contudo, uma inversão dessa tendência a partir de 2019, que continuou em
2020, com um volume de crédito na ordem dos 4 862 milhões de euros.
Este tipo de tendência insere-se na sequência de políticas com vista a reequilíbrios de ba-
lanços financeiros e de aproximar as capacidades de financiamento interno às necessidades de
investimento sustentável da economia.
Evolução de Depósitos e Créditos Bancários
Milhões de Euros
6.000
5.000
4.000
3.000
2.000
1.000
0
2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020
Depósitos Créditos
Fonte: Banco de Portugal (dados do fim de ano).
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 100
Efetivamente, em 2018, a concessão de créditos de 3 679 milhões de euros assentou numa
base de poupança de 2 940 milhões de euros, representando um grau de cobertura de 79,9 %,
enquanto em 2020 os respetivos valores representaram 68 %.
Os dados verificados no quadro infra decorrem da política de desalavancagem financeira de
economia no período pós-crise de 2011 e inserem-se nos processos de consolidação e reestru-
turação do setor bancário.
Depósitos e Créditos Bancários
Unidade: 106 Euros
Anos Depósitos Créditos 1) Depósitos/Créditos (%)
2010 3 065 4 816 63,6
2011 3 015 4 728 63,8
2012 2 945 4 527 65,1
2013 2 799 4 291 65,2
2014 3 133 4 245 73,8
2015 2 771 3 889 71,3
2016 2 538 3 675 69,1
2017 2 850 3 766 75,7
2018 2 940 3 679 79,9
2019 3 013 4 635 65,0
2020 3 308 4 862 68,0
1) Não inclui crédito titulado
Fonte: Banco de Portugal,
O volume de depósitos captados em 2020 registou um crescimento à taxa média anual de
9,7 %, que traduz um ritmo de crescimento comparável ao registado no conjunto da economia
do país.
Os depósitos de particulares residentes na Região Autónoma dos Açores continuam a repre-
sentar a principal fonte de poupanças captadas pelos bancos, representando 77,5 % do total e,
logicamente, condicionando de forma mais evidente a evolução geral.
Os depósitos de empresas (sociedades não financeiras) registam uma representatividade
de cerca de 19,7 %.
Os depósitos de emigrantes ocupam uma posição complementar residual, com uma repre-
sentatividade de 2,8 % face ao total de depósitos.
Estrutura dos Depósitos
2020 77,5 2,8 19,7
2019 80,3 3,2 16,5
2018 81,0 3,5 15,5
2017 81,2 3,9 14,9
2016 79,2 6,0 14,8
2015 79,8 6,6 13,7
2014 82,3 3,4 14,3
0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
Particulares Emigrantes Empresas
Fonte: Banco de Portugal
Diário da República, 1.ª série
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O volume de créditos concedidos registou um crescimento à taxa média anual de 4,9 % em
2020.
Os empréstimos a particulares representam a componente mais significativa e, depois de
crescimentos mais intensos durante a fase de alavancagem, vêm registando uma evolução mais
próxima da evolução geral, praticamente paralela.
Os créditos para financiamento empresarial vêm representando uma posição na ordem dos
30 %, atingindo, em 2020, os 37 %.
Os empréstimos ao consumo representam, de 2009 a 2020, cerca de 13 % a 17 % do total
dos créditos concedidos, evidenciando maior variabilidade, seja por maior sensibilidade a fatores
de conjuntura, seja pela própria dimensão mais reduzida que ocupam.
Estrutura dos Créditos
2020 37% 47% 16%
2019 34% 49% 17%
2018 35% 51% 14%
2017 36% 51% 14%
2016 36% 50% 14%
2015 37% 50% 14%
2014 36% 50% 14%
2013 40% 47% 13%
2012 40% 47% 13%
2011 39% 47% 14%
2010 36% 48% 16%
2009 36% 48% 17%
0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100%
SNF Particulares Consumo
Fonte: Banco de Portugal
Finanças Públicas
O montante de 1 299,9 milhões de euros das despesas da conta da Região Autónoma dos
Açores, durante o ano de 2019, incorpora um acréscimo nominal à taxa média de 8,9 %.
Neste contexto, assinala-se o aumento das Despesas Correntes e de Capital. Em contrapar-
tida, as despesas do Plano registaram um decréscimo face a 2018.
O acréscimo das Despesas Correntes, verificado no último ano, abrangeu diversas rubricas.
Se algumas podem ser condicionadas significativamente por fatores de ordem externa, como é o
caso de Encargos Correntes da Dívida e respetivos juros, outras dependem mais de opções de
políticas e gestão internas, como as Transferências e as Despesas com Pessoal.
Se ao conjunto das Despesas Correntes, de Capital e do Plano se adicionar o montante de
Operações Extraorçamentais de 176,7 milhões de euros, contabiliza-se um total de despesa de
1476,5 milhões de euros, representando mais 1 % relativamente ao ano anterior.
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Despesas — Conta da RAA
Unidade: Milhares de Euros
Despesas 2016 2017 2018 2019
Despesas Correntes 672 836 690 625 687 412 715 484
Despesas com pessoal 311 786 318 425 317 132 117 115
Aquisição de bens e serviços correntes 13 197 13 227 12 529 8 530
Encargos correntes da dívida (juros e outros) 14 670 15 637 15 391 21 112
Transferências correntes 321 735 331 018 329 398 555 608
Subsídios 0 0 0 0
Outras despesas correntes 11 448 12 318 12 962 13 119
Despesas de Capital 139 616 72 877 81 698 164 043
Aquisição de bens de capital 295 306 336 305
Ativos financeiros 0 0 0 0
Passivos financeiros (amortizações) 138 943 72 393 81 258 163 634
Transferências de capital 0 0 0 0
Outras despesas de capital 378 178 104 104
Despesas do Plano 368 177 373 825 425 101 420 338
Subtotal 1 180 629 1 137 326 194 211 1299 864
Contas de ordem / Operações extraorçamentais 206 182 229 017 268 282 176 668
Total 1 386 811 1 366 343 1 462 493 1 476 532
Fonte: Conta da RAA, DROT
A receita da conta da Região Autónoma dos Açores, em 2019, totalizou 1 331,3 milhões de
euros, mais 11,5 % do que em 2018.
O crescimento verificado nas Receitas Correntes resulta, sobretudo, do aumento registado
nos Impostos Diretos, Indiretos e das Transferências.
No âmbito das receitas fiscais, a arrecadação de Impostos Indiretos no montante de 484,5 mi-
lhões de euros representa um acréscimo de 2,9 % relativamente a 2018. Nos Impostos Diretos,
também se registou uma variação positiva, de 2,8 %, em período homólogo.
Os empréstimos pedidos, no montante de 223,5 milhões de euros, contabilizados na rubrica
Passivos Financeiros, representam um acréscimo à taxa média anual de 58,5 % relativamente
ao ano de 2018.
Adicionando os movimentos de contas com Operações Extraorçamentais obtém-se um total
de receita de 1507,6 milhões de euros.
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 103
Receitas — Conta da RAA
Unidade: 1000 euros
Receitas 2016 2017 2018 2019
Receitas correntes 818 481 848 154 904 288 929 421
Impostos diretos 191 425 206 957 204 366 210 053
Impostos indiretos 420 764 432 450 471 007 484 487
Contribuições Segurança Social 11 215 10 019 357 0
Taxas, multas, outras penalidades 8 078 7 797 9 458 10 180
Rendimentos de propriedade 4 347 9 192 9 140 8 544
Transferências 179 915 179 393 207 650 212 791
Outras receitas 2 737 2 346 2 310 3 368
Receitas de Capital 360 956 287 085 287 120 399 556
Venda de bens de investimento 1 096 1 584 1 537 1 372
Transferência 171 043 152 543 143 038 173 165
Ativos financeiros 127 852 1 536 1 516
Passivos financeiros (empréstimos pedidos) 188 500 132 000 141 000 223 500
Outras receitas de capital 190 107 9 3
Outras receitas/ Reposições não abatidas nos
1 152 2 324 2 603 2 121
pagamentos
Saldo da gerência anterior 164 122 360 160
Subtotal 1 180 753 1 137 686 1 194 371 1 331 259
Contas de ordem/ Operações extraorçamentais 206 083 229 037 268 648 176 375
Total da receita 1 386 836 1 366 723 1 463 019 1 507 634
Fonte: Conta da R. A. A., DROT
Em 2019, o saldo corrente de 213,9 milhões de euros decorre da diferença entre as Receitas
Correntes de 929,4 milhões de euros e as Despesas Correntes de 715,5 milhões de euros.
O saldo de operações de capital de -182,5 milhões de euros também inclui as operações
classificadas como investimentos de plano.
Desta forma, deduz-se um Saldo Global de 31,4 milhões de euros, ao qual, agregando os
juros e encargos do serviço da dívida de 21,1 milhões de euros, obtém-se um Saldo Primário de
52,5 milhões de euros.
Saldos — Conta da RAA
Unidade: Milhões de Euros
2016 2017 2018 2019
Saldo Corrente 145,6 157,5 216,9 213,9
Saldo de Capital -145,5 -157,2 -216,7 -182,5
Saldo Global 0,1 0,3 0,2 31,4
Saldo Primário 14,8 15,9 15,6 52,5
Fonte: Direção Regional do Orçamento e Tesouro (DROT), Conta da RAA.
Diário da República, 1.ª série
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Dívida Pública Direta
Durante o ano de 2019, registaram-se operações de natureza meramente contabilística, na
ordem dos 811,7 milhões de euros, que aumentaram o montante de dívida direta da Região Autó-
noma dos Açores, por contrapartida de anulação da dívida da responsabilidade da empresa pública
SAUDAÇOR — Sociedade Gestora de Recursos e Equipamentos da Saúde dos Açores, S. A.,
que foi extinta.
Com esta reestruturação, o montante de dívida direta ultrapassa ligeiramente os 1,7 mil milhões
de euros, representando os juros e outros encargos cerca de 1,2 % do stock de dívida.
Dívida Pública Regional
Unidade: Milhares de Euros
2016 2017 2018 2019
Dívida pública direta 573 001 632 608 867 270 1 738 848
Serviço da dívida 153 613 88 030 96 649 184 746
Juros e outros encargos 14 670 15 637 15 391 21 112
Amortizações 138 943 72 393 81 258 163 634
Fonte: DROT, Conta da RAA
Indicadores de atividade económica
Considerando a evolução económica mais recente, em contexto de pandemia da doença
COVID-19, verifica-se que alguns indicadores da atividade económica foram profundamente afe-
tados, travando de forma brusca o contexto geral de estabilidade e de crescimento moderado que
se vinha registando até ao final de 2019.
No caso do setor dos serviços, onde o turismo se vinha destacando por ganhos progressivos
de peso relativo na formação do produto interno e na oferta de postos de trabalho, observa-se
uma acentuada redução do número de dormidas e também no movimento de passageiros nos
aeroportos, onde se registou um decréscimo de cerca de 1 065 000 passageiros desembarcados
no final de 2020, representando um decréscimo de 62,5 %, em comparação com o ano de 2019.
No 2.º trimestre de 2021, já é possível verificar uma recuperação no movimento de passageiros em
aeroportos, todavia, estes valores ainda se encontram aquém dos que precederam a pandemia.
Após um pico do número de licenças de construção concedidas e das vendas de cimento
no 2.º trimestre de 2018, verifica-se uma retoma de tendências, de forma mais clara no setor da
habitação, onde a reabilitação urbana tem tido algum significado.
Um dos indicadores mais representativos do consumo duradouro, a venda de veículos auto-
móveis, com uma evolução algo variável nos períodos intra-anuais, será revelador da confiança
das famílias na situação económica em geral, que permite avançar com este tipo de aquisição de
bens, havendo, no entanto, neste indicador, que ter em consideração alguma alavancagem das
vendas de veículos, por via da reposição e aumento do parque de viaturas para a atividade do
rent-a-car. De acordo com os últimos dados disponíveis, no 2.º trimestre de 2021, foram vendi-
das 955 viaturas, o que representa um crescimento de cerca de 65 % nas vendas, relativamente
ao ano anterior. Comparando com 2019, verifica-se que foram vendidas menos 472 viaturas,
em igual período, sendo esta uma consequência do atual contexto de pandemia em que nos
encontramos.
Muito dependente de elementos naturais, é difícil captar uma tendência na evolução do pes-
cado descarregado nos portos de pesca, ressalvando a menor produção recorrente no primeiro
trimestre de 2021, a que estarão associadas condições climatéricas mais desfavoráveis para a
atividade da pesca. O pescado descarregado em 2020 foi de aproximadamente 7 600 toneladas,
o que traduz um decréscimo do pescado descarregado, relativamente ao ano anterior, de aproxi-
madamente 600 toneladas.
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 105
No domínio da fileira do leite mantém-se um volume de mais de 600 milhões de litros entre-
gues nas fábricas por ano, com alguma oscilação intra-anual na produção de laticínios, mas com
tendência de crescimento sustentado a prazo mais dilatado. No 2.º trimestre de 2021, produziram-se
cerca de 35,1 milhões de litros de leite para consumo, uma diminuição de 1,1 % relativamente ao
mesmo trimestre do ano anterior. No mesmo período, a produção de manteiga e queijo ascendeu
a 11 889 toneladas.
O contexto atual da pandemia está a afetar negativamente a atividade económica e por con-
sequência tem um impacto negativo ao nível do emprego.
As políticas públicas de manutenção do emprego, implementadas no atual contexto de pan-
demia da doença COVID-19, já refletidas nos dados mais recentes disponibilizados pelo SREA,
relativos a 2020 e 2021, permitiram atenuar os efeitos negativos esperados ao nível do emprego
e do desemprego.
Gado Abatido (ton) Leite Entregue nas Fábricas (1000 Lts)
200.000
8.000
150.000
6.000
100.000
4.000 50.000
3ºTRIM 2017
4ºTRIM 2017 3ºTRIM 2017
4ºTRIM 2017
1ºTRIM 2018
2ºTRIM 2018 1ºTRIM 2018
2ºTRIM 2018
3ºTRIM 2018
4ºTRIM 2018 3ºTRIM 2018
4ºTRIM 2018
1ºTRIM 2019
2ºTRIM 2019 1ºTRIM 2019
2ºTRIM 2019
3ºTRIM 2019
4ºTRIM 2019 3ºTRIM 2019
4ºTRIM 2019
1ºTRIM 2020
2ºTRIM 2020 1ºTRIM 2020
2ºTRIM 2020
3ºTRIM 2020
4ºTRIM 2020 3ºTRIM 2020
4ºTRIM 2020
1ºTRIM 2021
2ºTRIM 2021 1ºTRIM 2021
2ºTRIM 2021
dado bruto dado corrigido dado bruto dado corrigido
Pesca Descarregada (ton) Produção de Manteiga e Queijo (ton)
8.000 13.000
6.000 12.000
4.000 11.000
2.000 10.000
0 9.000
3ºTRIM 2017 4ºTRIM 2017 1ºTRIM 2018 2ºTRIM 2018 3ºTRIM 2018 4ºTRIM 2018 1ºTRIM 2019 2ºTRIM 2019 3ºTRIM 2019 4ºTRIM 2019 1ºTRIM 2020 2ºTRIM 2020 3ºTRIM 2020 4ºTRIM 2020 1ºTRIM 2021 2ºTRIM 2021 3ºTRIM 2017 4ºTRIM 2017 1ºTRIM 2018 2ºTRIM 2018 3ºTRIM 2018 4ºTRIM 2018 1ºTRIM 2019 2ºTRIM 2019 3ºTRIM 2019 4ºTRIM 2019 1ºTRIM 2020 2ºTRIM 2020 3ºTRIM 2020 4ºTRIM 2020 1ºTRIM 2021 2ºTRIM 2021
dado bruto dado corrigido dado bruto dado corrigido
N.º 3
1.400.000
1.200.000
1.000.000
800.000
600.000 20.000 25.000 30.000 35.000 40.000
104.000 106.000 108.000 110.000 112.000 114.000 116.000 118.000 400.000 150.000 160.000 170.000 180.000 190.000 200.000
200.000
0
3ºTRIM 2017 3ºTRIM 2017 3ºTRIM 2017
3ºTRIM 2017 4ºTRIM 2017
4ºTRIM 2017 4ºTRIM 2017
4ºTRIM 2017 1ºTRIM 2018
1ºTRIM 2018 1ºTRIM 2018
1ºTRIM 2018 2ºTRIM 2018
2ºTRIM 2018 2ºTRIM 2018
2ºTRIM 2018 3ºTRIM 2018
3ºTRIM 2018 3ºTRIM 2018
3ºTRIM 2018
4ºTRIM 2018 4ºTRIM 2018 4ºTRIM 2018
4ºTRIM 2018
dado bruto dado bruto
1ºTRIM 2019 1ºTRIM 2019 1ºTRIM 2019
1ºTRIM 2019
2ºTRIM 2019 2ºTRIM 2019 2ºTRIM 2019
2ºTRIM 2019
3ºTRIM 2019 3ºTRIM 2019 3ºTRIM 2019
3ºTRIM 2019
Diário da República, 1.ª série
4ºTRIM 2019 4ºTRIM 2019 4ºTRIM 2019
4ºTRIM 2019
1ºTRIM 2020 1ºTRIM 2020 1ºTRIM 2020 1ºTRIM 2020
Venda de Cimento (ton)
2ºTRIM 2020 2ºTRIM 2020 2ºTRIM 2020
Dormidas na Hotelaria (n.º)
2ºTRIM 2020
Emprego (N.º de Individuos)
3ºTRIM 2020 3ºTRIM 2020 3ºTRIM 2020 3ºTRIM 2020
Consumo de Eletricidade (Mwh)
4ºTRIM 2020 4ºTRIM 2020 4ºTRIM 2020 4ºTRIM 2020
dado corrigido dado corrigido
1ºTRIM 2021 1ºTRIM 2021 1ºTRIM 2021 1ºTRIM 2021
2ºTRIM 2021 2ºTRIM 2021 2ºTRIM 2021 2ºTRIM 2021
140 180 220 260
500 900 1.300
0 2.000 4.000 6.000 8.000 10.000 12.000
0
200.000 400.000 600.000
3ºTRIM 2017
3ºTRIM 2017 3ºTRIM 2017
3ºTRIM 2017 4ºTRIM 2017
4ºTRIM 2017 4ºTRIM 2017 4ºTRIM 2017
1ºTRIM 2018
5 de janeiro de 2022
1ºTRIM 2018 1ºTRIM 2018 1ºTRIM 2018
2ºTRIM 2018
2ºTRIM 2018 2ºTRIM 2018 2ºTRIM 2018
3ºTRIM 2018
3ºTRIM 2018 3ºTRIM 2018 3ºTRIM 2018
dado bruto 4ºTRIM 2018
4ºTRIM 2018 4ºTRIM 2018 4ºTRIM 2018 1ºTRIM 2019
1ºTRIM 2019
Movimentos nos Aeroportos
1ºTRIM 2019 1ºTRIM 2019 2ºTRIM 2019
2ºTRIM 2019
2ºTRIM 2019 2ºTRIM 2019 3ºTRIM 2019
3ºTRIM 2019
3ºTRIM 2019 3ºTRIM 2019 4ºTRIM 2019
4ºTRIM 2019
4ºTRIM 2019 4ºTRIM 2019 1ºTRIM 2020
1ºTRIM 2020
1ºTRIM 2020 1ºTRIM 2020 2ºTRIM 2020
2ºTRIM 2020
2ºTRIM 2020 3ºTRIM 2020 2ºTRIM 2020 3ºTRIM 2020
Licenças para a Construção (n.º)
( n.º passageiros desembarcados)
Desemprego (N.º de Individuos)
3ºTRIM 2020 4ºTRIM 2020 3ºTRIM 2020 4ºTRIM 2020
Vendas de Automóveis novos (n.º)
dado corrigido
4ºTRIM 2020 1ºTRIM 2021 4ºTRIM 2020 1ºTRIM 2021
1ºTRIM 2021 2ºTRIM 2021 1ºTRIM 2021 2ºTRIM 2021
2ºTRIM 2021 2ºTRIM 2021
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III — Políticas Setoriais
Políticas para a coesão social e para a igualdade de oportunidades
¸ Solidariedade Social
O Plano Regional Anual para o ano de 2022 prevê assegurar o desenvolvimento de políticas
transversais e de estratégia de atuação multidisciplinar que permita que todo o cidadão possa
desfrutar de uma vida ativa e saudável. Assim sendo, foram delineadas estratégias e ações com
o objetivo de reforçar a capacidade da comunidade em apoiar e integrar os grupos, indivíduos e
famílias que enfrentam maiores dificuldades.
Em consequência, este Plano visa assegurar a implementação de mecanismos de proteção
social nas diversas áreas.
Infância e Juventude
A resposta do Governo Regional dos Açores vai no sentido de se apoiar a criação de uma
rede de respostas personalizadas de apoio à infância em termos de minicreches e amas. Esta
medida só será possível através do aumento da rede de respostas ao nível dos equipamentos
sociais nestas áreas. Este reforço estrutural será adequado com as recomendações das taxas de
cobertura da Região Autónoma dos Açores, por ilha e por concelho, ajustando, assim, às reais
necessidades da população.
Por outro lado, este reforço irá potenciar a conciliação entre a vida familiar, pessoal e profis-
sional, não só pelo aumento das vagas comparticipadas, mas também pela redução das mensa-
lidades e adequabilidade dos horários de funcionamento às dinâmicas das famílias.
No que se refere à juventude, será fundamental o reforço da capacidade de respostas dos
Centros de Desenvolvimento e Inclusão Juvenil, como via facilitadora do reingresso das crianças
e jovens na escola e fortalecimento das suas competências.
Família, Comunidade e Serviços
Neste domínio, propõe-se assegurar medidas no sentido de apoiar as famílias, que, derivado
da pandemia da doença COVID-19, podem ter registado uma perda de rendimentos, causada pelo
desemprego e/ou lay-off. Atendendo à situação que se vive mundialmente e pelas suas implica-
ções socioeconómicas, considera-se necessário a criação e adequação de políticas de apoio que
fomentem o aumento do rendimento disponível das famílias mais carenciadas. Propõe-se ainda
o apoio às famílias através das refeições escolares no período de férias escolares, sendo estes
valores ajustados às previsões.
Por outro lado, no que se refere ao desenvolvimento e coesão social, propõem-se apoios a
investimentos em estruturas que permitam respostas transversais à comunidade, de promoção inter-
geracional e inclusivas, que visam reforçar a ação nos vários níveis de intervenção, destacando-se
a necessidade de adequar apoios que permitam reforçar as respostas de acolhimento temporário
e/ou permanente e ainda respostas que promovam o apoio domiciliário.
No apoio domiciliário, existe a necessidade de apostar no reforço e renovação do parque au-
tomóvel. As instituições de cariz social apresentam algumas limitações no acesso às populações,
desde o apoio no transporte para os mais jovens, bem como na rede domiciliária dos mais idosos,
pelo que a promoção de aquisição de viaturas é, sem dúvida, uma forma de mitigar as distâncias
entre as respostas sociais e a população, promovendo o acesso a serviços e respostas. Assim, a
aquisição de novas viaturas também surge como necessidade de renovar as frotas automóveis,
respeitando, por exemplo, os valores recomendáveis de emissões de gases CO2 considerados
poluentes. Numa ótica mais expectante, e com vista à promoção de energias limpas, pretende-se
proceder à substituição das viaturas existentes por viaturas híbridas ou totalmente elétricas, indo
ao encontro das máximas da União Europeia em matéria ambiental.
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 108
Públicos com necessidades especiais
Para 2022 prevê-se a aposta na melhoria da rede de infraestruturas destinada a este público-
-alvo, através da criação, ampliação e remodelação destes espaços. Assim, será possível aumentar
a capacidade de resposta, o que se reflete no aumento do número de vagas ao nível de centros de
atendimento, acompanhamento e reabilitação social, centros de atividades ocupacionais e lares
residenciais, proporcionando o acompanhamento destes cidadãos, bem como a promoção das
suas competências e reforço da sua autonomia.
Idosos
Derivado do contexto atual que vivemos, decorrente da pandemia da doença COVID-19,
existe a necessidade de repensar as políticas e medidas destinadas a estes cidadãos. Assim, no
Plano Regional Anual para o ano de 2022, as políticas destinadas aos mais idosos passam pela
adequabilidade das respostas sociais disponíveis, mas também pela criação de novas políticas e
medidas para este público-alvo.
A COVID-19 revelou que se mantém a necessidade da criação, ampliação e melhoria da rede
de infraestruturas para idosos, incluindo centros de dia, centros de noite, cuidados continuados
integrados e estruturas residenciais para idosos, porque nem todos têm condições de frequência
e/ou permanência nas suas residências sem o auxílio de terceiros para cuidados básicos e de
saúde, e ainda para o desenvolvimento das atividades de vida diária.
Por outro lado, é imprescindível continuar a consolidar o programa «Novos Idosos», que veio
complementar o serviço de apoio ao domicílio e de apoio ao projeto dos cuidadores informais. Esta
resposta de apoio, assente no aging in place, tem de continuar e deve ser suportada por uma rede
de recursos humanos e tecnológicos, que apoia a família na prestação de cuidados.
Natalidade
O Governo Regional dos Açores adotará medidas de estímulo à natalidade, de combate ao
despovoamento populacional, bem como medidas de promoção da conciliação entre a vida pro-
fissional e familiar, de modo a compatibilizar o apoio na educação dos filhos e a criar condições
de permanência dos mais idosos em ambiente familiar.
¸ Igualdade, Inclusão Social e Combate à Pobreza
Os Açores continuam confrontados com a necessidade de responder eficazmente à pobreza
e à exclusão social, não se podendo descurar que a Região Autónoma dos Açores é, desde há
muitos anos, marcada por substanciais desigualdades na distribuição de recursos e oportunidades,
que conduzem a um maior risco de pobreza.
No Plano Regional Anual para o ano de 2022 propõe-se, por um lado, a manutenção de
medidas executadas em 2021 e, por outro lado, a criação de novas medidas de apoio a crianças
e jovens, famílias e comunidade, pessoas com necessidades especiais e idosos.
Assim, a realidade socioeconómica da Região Autónoma dos Açores exige que, entre as
diversas medidas de apoio, seja garantido: a atualização anual do abono de família, do comple-
mento regional de pensão para idosos e do complemento para a aquisição de medicamentos
pelos idosos. Com este último apoio pretende-se, paralelamente, simplificar e desburocratizar o
acesso a este tipo de apoios, tendo em consideração a transversalidade da transição digital e da
melhoria do serviço público.
Propõe-se, também, o apoio financeiro às famílias através da comparticipação do pagamento
das propinas, bem como a atribuição de bolsas de estudo a estudantes do ensino superior. Em
relação às propinas, foi revisto o apoio em relação ao valor a comparticipar. No que concerne às
bolsas de estudo, será reforçado o número anual de bolsas a atribuir.
Será aumentado o número de alunos, pertencentes a famílias carenciadas, que usufruirão
dos pontos de estudo implementados nos diversos polos de desenvolvimento local identificados
na Estratégia Regional de Combate à Pobreza e Exclusão Social.
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Para 2022, preveem-se ainda vários projetos de intervenção social vocacionados para a
promoção nas áreas da infância e juventude, idosos, pessoas com deficiência e incapacidade e
públicos em situação de grave exclusão.
Será garantida a formação e a capacitação, com o objetivo de reforçar as competências
profissionais e sociais, das famílias abrangidas pela ação social.
Prevê-se um investimento em equipamento que permitirá a inclusão digital dos idosos, permi-
tindo a esta população um acesso mais rápido, fácil e cómodo a diversos serviços e apoios sociais.
Esta medida servirá como um verdadeiro complemento ao programa «Novos Idosos», programa
este que permitirá aos idosos do arquipélago dos Açores permanecerem na sua casa e junto da
sua família e comunidade, beneficiando de um conjunto de serviços e cuidados adequados a cada
um deles. Em 2022 estima-se o aumento do número de beneficiários deste programa.
As políticas de prevenção e combate à violência doméstica e de género, focadas na formação
e capacitação de profissionais de diferentes áreas com o objetivo da melhoria das respostas de
apoio à vítima, serão igualmente reforçadas.
Em outras áreas de intervenção como a das pessoas com necessidades especiais, no-
meadamente de crianças e jovens, realizar-se-ão formações para partilha de boas práticas e
novas competências dirigidas a equipas das IPSS e do Instituto da Segurança Social dos Açores
(ISSA).
O Governo Regional dos Açores irá apresentar novas ações a implementar na Região Autó-
noma dos Açores como resultado da reavaliação da Estratégia Regional de Combate à Pobreza e
Exclusão Social 2018-2028, que tem por objetivo central a redução dos níveis de pobreza, retomando
a convergência com a média nacional e assegurando simultaneamente a coesão regional.
No que respeita especificamente às pessoas com necessidades especiais, e por forma a
aumentar a sua empregabilidade, será garantido um apoio financeiro às entidades que assegurem
a contratação destas pessoas. Complementarmente, existirão apoios financeiros às entidades
empregadoras para a adaptação dos postos de trabalho às necessidades específicas de cada um
dos contratados. Por fim, garantiremos a adaptação de habitações/espaços públicos de forma a
promover a acessibilidade e inclusão dos cidadãos.
¸ Habitação
As principais orientações estratégicas de política setorial da área da Habitação a prosseguir
no ano de 2022 são:
Promoção, Reabilitação e Renovação Habitacional
• Promoção e Apoio à Habitação Própria e a Custos Controlados
Subsídios não reembolsáveis a atribuir às famílias para comparticipação na aquisição, cons-
trução, ampliação e alteração de habitação própria, ao abrigo do regime instituído pelo Decreto
Legislativo Regional n.º 59/2006/A, de 29 de dezembro.
• Operações Urbanísticas e Reabilitação de Infraestruturas Habitacionais
Obras de urbanização e de reabilitação para disponibilização de fogos a pessoas singulares e
de lotes a pessoas singulares e coletivas destinados à promoção de habitação própria permanente
e à habitação de custos controlados, respetivamente, ao abrigo do regime instituído pelo Decreto
Legislativo Regional n.º 21/2005/A, de 3 de agosto.
• Reabilitação do Parque Habitacional da Região Autónoma dos Açores
Obras de recuperação e reabilitação de habitações atribuídas a famílias em regime de ar-
rendamento apoiado (Lei n.º 81/2014, de 19 de dezembro), na sua redação atual, ao abrigo do
Decreto Legislativo Regional n.º 23/2009/A, de 16 de dezembro, na sua redação atual.
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• Programa «Casa Renovada, Casa Habitada» e Combate à Infestação por Térmitas
Apoios financeiros a atribuir às famílias ao abrigo do regime instituído pelo Decreto Legisla-
tivo Regional n.º 11/2019/A, de 24 de maio, para obras de reabilitação, reparação e beneficiação
de fogos destinados a habitação permanente ou para arrendamento, bem como no combate à
infestação por térmitas, cujo regime foi instituído pelo Decreto Legislativo Regional n.º 22/2010/A,
de 30 de junho.
• Salvaguarda Habitacional em Zonas de Risco
Operações de realojamento de famílias a residir em zonas de risco, nomeadamente falésias,
orla costeira e leitos de ribeiras, quer diretamente, quer através de contratos ARAAL a celebrar
com os respetivos municípios.
• Operações de Inserção e Reintegração Social
Estudo, avaliação e apoio ao desenvolvimento de políticas e medidas de inserção social de
famílias; investimentos no âmbito da estrutura técnica de cooperação e de planeamento interde-
partamental e interdisciplinar; arrendamento acessível e cooperação.
• Incentivo e Apoio ao Arrendamento
Subsídios ao arrendamento de prédios ou de frações autónomas de prédios urbanos, des-
tinados à habitação, a atribuir a famílias, ao abrigo do regime instituído pelo Decreto Legislativo
Regional n.º 23/2009/A, de 16 de dezembro, denominado por Famílias com Futuro.
• Construção/Arrendamento de Fogos para Arrendamento/Subarrendamento Apoiado
Operações a levar a efeito com vista a aumentar o ritmo de oferta pública de habitação, quer
pela via de novas construções, quer pela via da aquisição e/ou arrendamento do stock existente,
para atribuição a famílias mais vulneráveis em regime de arrendamento/ /subarrendamento
apoiado, no âmbito do regime instituído pelo Decreto Legislativo Regional n.º 23/2009/A, de 16 de
dezembro.
• Cooperação com Autarquias — Acordos de Colaboração IHRU/RAA/Municípios
Encargos com empréstimos contraídos para construção/aquisição de habitação destinada a
realojamento de famílias residentes em barracas ou situações abarracadas, no âmbito dos contratos
ARAAL celebrados com os municípios de Ponta Delgada, Lagoa, Ribeira Grande, Vila Fraca do
Campo, Povoação, Nordeste, Angra do Heroísmo e Praia da Vitória.
• Condomínios e Seguros
Encargos com quotas de condomínio e seguro nos prédios em regime de propriedade hori-
zontal em que a Região Autónoma dos Açores é detentora de frações habitacionais atribuídas em
regime de arrendamento apoiado, instituído pela Lei n.º 81/2014, de 19 de dezembro.
• Equipamentos Públicos e Adequação Tecnológica
• Reabilitação, Conservação e Manutenção de Instalações
Reabilitação, conservação e manutenção de edifícios, designadamente o edifício sede da
Direção Regional da Habitação, que se encontra infestado por térmitas.
• Adequação e Adaptação Tecnológica dos Serviços
• Atualização do Equipamento Informático e respetivo Software.
• Recuperação dos Efeitos da Intempérie Lorenzo
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• Apoio à Reabilitação em Habitações Danificadas pela Intempérie
• Apoios a famílias para reparação de danos em habitações provocados pelo furacão Lorenzo.
¸ Educação
Como expressamente definido no Programa do XIII Governo Regional dos Açores para
2021-2024, dar-se-á continuidade a políticas que garantam a inclusão, a universalidade e a equidade
no acesso à educação e que combatam as desigualdades entre alunos. Com este desiderato, são
as políticas de apoio social aquelas que mais empregam investimento neste setor governamental,
correspondendo às necessidades de provimento dos alunos mais carenciados.
Em paralelo, investir-se-á no acompanhamento individual ao aluno, alavancando as compe-
tências de cada um, não restringindo a intervenção educativa no combate ao insucesso, antes
focalizando o sucesso, reforçando a sua promoção. Com este desígnio, para além da continuidade
das políticas de estabilidade do corpo docente e não docente, em curso, far-se-á uma valorização
de todos os profissionais da educação, através de políticas que reforcem a respetiva formação e
a catapultem para superiores patamares de exigência.
No reconhecimento da importância da formação das crianças e dos jovens açorianos no do-
mínio das tecnologias de informação e comunicação, correspondendo às exigências da chamada
4.ª revolução industrial, será feito um investimento significativo no âmbito das Escolas Digitais,
nomeadamente através de equipamento tecnológico para uso individual e coletivo e de formação
da comunidade educativa para uma eficiente e segura utilização e navegação em linha.
Ademais, no Plano Regional Anual para o ano de 2022, e para dar continuidade à reformulação
do sistema educativo, no respeito pelo desenvolvimento da autonomia das escolas, serão desen-
volvidos novos projetos e parcerias pedagógicas que potenciem trabalho efetivo de qualidade e
respostas educativas adequadas a cada unidade orgânica e a cada comunidade educativa. Neste
sentido, e para dar prosseguimento à promoção do sucesso educativo e ao combate do abandono
escolar precoce, priorizar-se-ão projetos de ação local nas unidades orgânicas e em complemento
com a atividade letiva, inseridas em projetos de educação informal e não formal.
Importa, ainda, ressalvar o desenvolvimento de políticas educativas que visem o estímulo
à prática do desporto escolar e a estilos de vida saudáveis, formando os alunos desde o ensino
pré-escolar, e respetivos agentes educativos, para hábitos de nutrição, desenvolvimento motor e
promoção da saúde.
Para dar continuidade à reestruturação do parque escolar da Região, está previsto o investi-
mento para a conclusão da EBI de Capelas e da EBI de Rabo de Peixe e para a remodelação da
EBI de Arrifes. Far-se-á investimento, ainda, para novos projetos de remodelação ou construção
de escolas visivelmente degradadas, como a EBI de Lagoa e a EBS da Povoação, bem como para
o início da segunda fase da obra da EBI da Horta.
¸ Saúde
A Política de Saúde é uma prioridade permanente, para além da pressão e exigência adicional
que a gestão da pandemia causada pelo vírus SARS-CoV-2 impõe sobre o setor. A capacitação
do Serviço Regional de Saúde (SRS) com os meios humanos e materiais necessários para com-
bater a pandemia, e os seus efeitos, bem como garantir a prestação de cuidados de saúde aos
açorianos, é a prioridade no curto e médio/longo prazo.
A Política de Saúde da Região Autónoma dos Açores privilegiará a promoção da saúde e a
prevenção da doença, definindo-se, como prioridade, os cuidados primários de saúde, e, neste
sentido, dar-se-á continuidade às seguintes ações do Plano 2021: Política de Promoção da Saúde
e Prevenção da Doença — Plano Nutrição das Escolas — Alimentação Saudável; Programa de
Literacia em Saúde; Estratégia e Plano para Implementar o Enfermeiro de Família na Região
Autónoma dos Açores.
Relativamente aos cuidados hospitalares, em 2022, as orientações incluem: a retoma e recupe-
ração da atividade; a fixação de profissionais de saúde; garantir a interoperabilidade de sistemas
de informação de modo a disponibilizar a informação clínica aos profissionais de saúde e ao utente;
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suprimir o subfinanciamento crónico, dotando as unidades hospitalares e as unidades de saúde
de ilha dos meios financeiros que correspondam ao custo real da sua produção, assegurando a
qualidade da sua prestação e o pagamento atempado aos seus fornecedores.
Pretende-se considerar e manter a rede de infraestruturas e equipamentos, dotando as
unidades de saúde e os profissionais de melhores meios e recursos técnicos. Assim, para 2022
destaca-se:
• Intervenções no Hospital da Horta;
• Empreitada de Modernização e Remodelação do Hospital de Ponta Delgada;
• Elaboração do projeto e início da empreitada do Laboratório SEEMBO;
• Beneficiação de Infraestruturas do Centro de Saúde de Velas;
• Beneficiação de Infraestruturas do Centro de Saúde das Lajes do Pico;
• Elaboração de planos de manutenção das USI.
No âmbito da acessibilidade e proximidade, serão garantidas todas as medidas que condu-
zam a uma atempada prestação de cuidados de saúde a todos os açorianos, criando melhores
condições de acessibilidade aos utentes do SRS que tenham de efetuar deslocações para fora
da sua ilha de residência.
No âmbito da organização do SRS, os objetivos para 2022 incluem:
• Estabelecer um Plano Regional de Saúde com programas que tenham em conta a pre-
valência das principais patologias na Região Autónoma dos Açores, com indicadores de saúde
mensuráveis, permitindo o acompanhamento da evolução do seu cumprimento;
• Elaborar estratégia para a Rede de Cuidados Paliativos;
• Promover a prevenção primária e o diagnóstico precoce de doenças oncológicas, nomea-
damente através do apoio aos programas organizados de rastreio, de base populacional;
• Capacitar o SRS de equipamentos para uma reposta eficaz;
• Desenvolver uma estratégia de promoção de saúde mental e prevenção de doenças psi-
quiátricas;
• Retomar o processo de radioterapia da ilha Terceira.
As características demográficas dos Açores, com uma população envelhecida, sobretudo em
algumas ilhas, obrigam a assumir medidas intersetoriais que abranjam a nossa população geriátrica,
pelo que para 2022 será implementado o Plano de Desenvolvimento de Unidades de Geriatria.
Na área da prevenção dos Comportamentos Aditivos e Dependências (CAD), a identificação
dos fatores de risco e de proteção nos grupos-alvo de intervenção (individual, família, escola e
comunidade) permite identificar, de igual modo, as vulnerabilidades e as potencialidades exis-
tentes, com vista ao planeamento ajustado das ações/estratégias de intervenção. Assim, um dos
principais objetivos na área da prevenção é a alteração do equilíbrio entre fatores de risco e os de
proteção, superação destes relativamente aos primeiros, havendo, ainda, a considerar os seguintes
objetivos relativamente à prevenção:
• Aumentar a abrangência, a acessibilidade, a eficácia e a eficiência dos programas de
intervenção;
• Aumentar o conhecimento sobre o fenómeno dos consumos de substâncias psicoativas
lícitas e ilícitas, bem como dos fenómenos relativos às dependências sem substâncias, de forma
a adequar as intervenções.
Os níveis operacionais de intervenção são os seguintes:
a) Prevenção Universal — Os Programas de Prevenção Universal dirigem-se a grandes
grupos da população em geral, sem que se tenha apurado a existência de risco de uso/abuso de
substâncias psicoativas — serão realizadas campanhas de informação/sensibilização.
b) Prevenção Seletiva — A Prevenção Seletiva tem como população-alvo grupos vulneráveis
que se encontram em maior risco de desenvolverem problemas relacionados com o consumo
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de substâncias psicoativas, visando prevenir comportamentos mais problemáticos de consumo
dessas substâncias e a exclusão social antes que surja a necessidade de tratamento — serão
desenvolvidos projetos específicos com recurso a parceiros e profissionais do SRS.
c) Prevenção Indicada — A Prevenção Indicada tem por objetivo identificar e intervir junto de
indivíduos que possam aparentar sinais de abuso precoce de substâncias psicoativas e outros
problemas comportamentais e abrangê-los com intervenções específicas, com vista a intervir no
abuso de substâncias psicoativas como um comportamento, mas a um nível anterior à necessidade
de tratamento — realização de encaminhamentos para as equipas de CAD ou outras equipas/res-
postas especializadas.
Nesta área, os contextos de intervenção são: Meio Comunitário, Familiar, Escolar, Recreativo,
Universitário, Laboral, Prisional e Desportivo.
Relativamente à Promoção da Saúde em contexto escolar, os programas de prevenção serão
desenvolvidos de forma a intervir precocemente, ao nível do pré-escolar, dirigindo-se a fatores de
risco de abuso de substâncias psicoativas lícitas e ilícitas, tais como comportamentos agressivos,
competências sociais pouco adaptadas e dificuldades académicas.
A planificação do tratamento deve ter em conta e ajustar-se às necessidades globais do utente,
determinadas não só pelo grau de gravidade da perturbação, mas também pelas comorbilidades
físicas e psíquicas que eventualmente possa apresentar. Assim, o tratamento de uma pessoa com
comportamentos aditivos ou dependência pode requerer a combinação de diferentes intervenções
terapêuticas: psicofarmacológicas, psicológicas/psicoterapêuticas, médicas, intervenções sistémi-
cas e reabilitação social.
O Modelo de Tratamento desenvolvido em Portugal é um modelo integrado, assente numa
abordagem biopsicossocial que constitui o principal eixo da abordagem multidisciplinar dos com-
portamentos aditivos e dependências, em que os diferentes recursos terapêuticos se integram e
articulam em momentos simultâneos ou sucessivos, de acordo com o diagnóstico, as necessidades
e capacidades do utente e da família.
A definição da rede de respostas aos comportamentos aditivos e dependências preconiza a
prestação de cuidados em ambulatório, tendo como base a relação estabelecida entre o utente e
um técnico de saúde. Assim, o início do tratamento em ambulatório pode ocorrer através de:
— Cuidados de Saúde Primários;
— Instituições com Intervenção na área dos Comportamentos Aditivos e nas Dependências.
Já o tratamento em internamento acontece quando a abordagem integrada do utente com
comportamentos aditivos e dependência evidencia um conjunto de características e de problemas
associados (tipo e gravidade) que necessitam de uma intervenção mais específica e especializada.
Serão mobilizadas para o processo de tratamento outro tipo de estruturas mais diferenciadas, as
quais poderão determinar períodos de internamento (Unidades de Desabituação e Comunidades
Terapêuticas).
A apreciação do ato ilícito é retirada da instância judicial e é submetida à avaliação das
Comissões para a Dissuasão da Toxicodependência (CDT), criadas para o efeito. A sua ação,
despoletada pelo sistema judicial com a intervenção das forças de segurança e tribunais, perante
a aquisição, posse e/ou consumo de substâncias psicoativas ilícitas, tem como objetivo último a
dissuasão dos consumos e a promoção de uma melhor qualidade de vida.
Privilegia-se o conhecimento aprofundado da situação dos indiciados, sustentado em crité-
rios de avaliação e diagnósticos eficazes, permitindo adequar a intervenção às necessidades e
características dos indivíduos.
As intervenções em redução de riscos e minimização de danos aplicam-se e são necessárias
para uma população heterogénea, seja em termos de faixas etárias, estilos e histórias de vida,
contextos que oferecem o enquadramento para o consumo e diferentes substâncias consumidas,
nomeadamente o contexto recreativo, bem como em termos de diferentes substâncias psicoativas
e de formas de consumo.
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Neste âmbito, a abordagem nesta temática consiste em promover a mudança do compor-
tamento dos consumidores de substâncias psicoativas, a fim de diminuir os riscos nos casos em
que não é possível impedir o consumo ou conseguir a abstinência. Neste sentido, o modelo de
intervenção, que implica frequentemente trabalhar com pessoas com comportamentos aditivos e
dependências com muitos problemas psicossociais e enfrentar contextos problemáticos e situa-
ções imprevisíveis, orienta-se pelos seguintes princípios: abordagem holística; abordagem de
proximidade; gradualismo; autonomia; enraizamento na comunidade; cidadania; diálogo; relação;
negociação; educação para a saúde; mudança e acessibilidade aos serviços de saúde e sociais.
As intervenções promotoras da reinserção têm como suporte o Modelo de Intervenção em
Reinserção (MIR) e têm como objetivo primordial melhorar e qualificar o serviço que é prestado
aos cidadãos, procurando sempre a eficácia e eficiência da intervenção. As estratégias sistemá-
ticas de acompanhamento e de mediação social, transversais aos processos de reabilitação, são
consideradas como fundamentais para o processo de reabilitação das pessoas com comportamen-
tos aditivos e dependências, consubstanciando-se na definição, avaliação e follow-up de planos
individuais de inserção e, no que respeita à mediação social, no desenvolvimento de estratégias
integradas de atuação em cada uma das dimensões, indivíduo, família e sistemas sociais, e na
relação entre elas.
¸ Desporto
No âmbito do desporto, as principais linhas de política setorial a prosseguir em 2022 são:
Promover, em conjunto com outras áreas da governação, estudos transversais com o objetivo
de identificar o atual estado da condição físico-motora das populações infantojuvenis.
Desenvolver investimentos na área da promoção da estimulação motora precoce, como forma
de ultrapassar as sequelas que poderão advir, por via dos sucessivos meses de confinamento e
quase total imobilidade físico-motora, e que — a confirmarem-se — terão implicações no normal
desenvolvimento das crianças e jovens da Região Autónoma dos Açores, quer no plano motor,
quer no plano cognitivo e de desenvolvimento pessoal.
Promover, em ambiente pedagogicamente favorável, atividades que incentivem o conheci-
mento e identificação do corpo, bem como deste mesmo corpo em interação com os outros e com
o meio ambiente.
Promover uma forte ligação entre estas duas novas áreas de intervenção e as etapas pré-
-desportiva e desportiva com o objetivo de adicionar experiências motoras desde os zero anos de
idade até ao alto rendimento.
Propagar investimento na área da promoção da atividade física desportiva, com particular
ênfase nas atividades destinadas às crianças e jovens da Região Autónoma dos Açores, através
do apoio e incentivo às atividades regulares do movimento associativo desportivo.
Assumir especial investimento na promoção do desporto para os cidadãos portadores de
deficiência, que, através da sua prática regular, para além dos próprios benefícios físicos e psico-
lógicos individuais, constitui uma oportunidade e simultaneamente uma expressão de integração
e reconhecimento social, sem, no entanto, esquecer, conforme indica a Carta Europeia do Des-
porto (1992), que «o Desporto deve ser definido como uma participação organizada que tem por
objetivo a manifestação ou melhoramento das condições físicas e psíquicas de um indivíduo ou
grupo de indivíduos, o desenvolvimento das relações pessoais e a obtenção de resultados em
competições de todos os níveis».
Promover oportunidades para que os cidadãos portadores de deficiência que não demonstrem
apetência para a prática desportiva e, no entanto, tenham vontade de promover uma prática física
regular consigam espaço e oportunidade para a fazer.
Investir, ainda, na generalização das oportunidades de prática para os cidadãos em geral,
quer seja através da melhor adequação das instalações desportivas oficiais existentes, incluindo
a modernização do parque desportivo regional, quer seja na criação de oportunidades de prática,
promotoras da criação do hábito de estilos de vida ativos e ainda através da vigilância sobre a
qualidade da oferta pelos diferentes prestadores de serviços desportivos.
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No contexto de toda a atividade físico-desportiva, promover, com carácter de urgência, e
em parceria com todos os agentes desportivos da Região Autónoma dos Açores, uma profunda
alteração do regime jurídico em vigor, que — pelo seu tempo de vigência — vem revelando muitas
desadequações com o atual modelo organizativo do movimento associativo desportivo da Região
Autónoma dos Açores. Com isso, pretende-se criar um enquadramento formal do desporto, in-
vestindo na criação de condições, não só do acesso à atividade local de treino e competição dos
escalões de formação, mas da melhoria qualitativa da prática desenvolvida, através da disponibi-
lização de vários mecanismos de reforço da formação especializada dos nossos jovens.
Promover o reforço no trabalho junto dos nossos jovens Praticantes Desportivos de Alto
Rendimento e Jovens Talentos Regionais, particularmente na forma de os apoiar, corrigindo uma
tendência igualitária (financiar de forma igual o que é diferente), no sentido de adequar as suas
condições, de preparação e de competição, aproximando-as dos patamares nacionais e interna-
cionais, preferencialmente, sempre que o estímulo de treino seja considerado bom, integrando-
-os em centros de treino e trabalhos de seleção e assegurando condições para a preparação e
participação nos «Jogos das Ilhas 2022».
Assumir, definitivamente, o «Alto Rendimento» como a expressão maior da qualidade competi-
tiva internacional, traduzida no rendimento desportivo dos atletas açorianos, e os «Jovens Talentos
Regionais» «medida» em contextos competitivos de elevado nível e com o máximo rigor, no sentido
de apurar o conjunto de praticantes desportivos de elevado nível que passarão a beneficiar de
um conjunto relevante de apoios que, a serem concretizados, levarão, consequentemente, a uma
melhoria dos resultados desportivos alcançados por praticantes desportivos açorianos.
Garantir o acesso às instalações desportivas propriedade da Região Autónoma dos Açores,
mantendo elevados padrões de qualidade no seu funcionamento através de mecanismos de gestão
e monitorização permanente, que asseguram cada vez mais a sua rentabilização e eficiência, mas
sem descurar as preocupações com as questões ecológicas das mesmas.
¸ Proteção Civil
O Governo Regional dos Açores propõe-se a desenvolver a sua política de investimentos de
forma criteriosa e rigorosa, no âmbito da Proteção Civil.
A definição estratégica de toda a política de investimento tem como ponto fulcral a preven-
ção e a pronta prestação de cuidados à população, numa ótica de complementaridade, conforme
seguidamente se descreve.
Adquirir novos equipamentos perante a necessidade de adquirir capacidade material, formativa
e humana, de forma a dar resposta aos novos desafios da área da proteção civil, e tendo como
objetivo máximo a resposta eficaz e pronta, nunca perdendo de vista as reais necessidades da
Região Autónoma dos Açores.
Apoiar as Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários (AHBV), para que estas ga-
rantam o transporte terrestre de doentes, e elevar a sua capacidade no socorro às populações,
bem como a sua sustentabilidade perante a crise económica que atravessamos.
Assegurar a aquisição de novos equipamentos que permitam modernizar, adequar e reforçar
os meios e equipamentos técnicos e de proteção individual dos bombeiros, assim como formar
e treinar as melhores técnicas de padrão nacional, de acordo com as exigências efetivas que as
missões atuais apresentam.
Reforçar o investimento nas reparações e manutenção de veículos e equipamentos para
garantir a operacionalidade de todos os meios distribuídos pela Região Autónoma dos Açores.
Efetuar investimento na aquisição de novas viaturas, por forma a substituir as que se encon-
tram tecnicamente ultrapassadas por via do parco investimento efetuado nos últimos anos ou que
já não reúnam as condições ideais para o socorro às populações.
Reforçar o investimento no parque informático e software, e respetivos contratos de manu-
tenção, permitindo a consolidação dos dados e a obtenção de informação cada vez mais fiável,
que permita monitorizar os resultados operacionais e implementar as consequentes melhorias.
Dinamizar e alargar o âmbito de atuação da Linha de Saúde Açores, como forma de permitir
uma melhor racionalização dos recursos disponíveis.
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Continuar a apostar na formação e qualificação, tanto nas recertificações, como na realização
das diversas ações de formação, fundamentais à eficácia dos serviços que os bombeiros prestam
às nossas populações, no âmbito das missões que lhes estão atribuídas.
Aperfeiçoar as técnicas de combate aos fogos, busca e resgate em estruturas colapsadas,
utilizando o Centro de Formação de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores.
Promover a realização de exercícios com a inclusão de todos os agentes de proteção civil e
demais entidades com responsabilidade nesta área.
Promover a preparação e formação de equipas especializadas em busca e resgate em es-
truturas colapsadas e em fogos florestais, prontas para atuarem na Região Autónoma dos Açores
ou para serem projetadas para auxílio no continente ou noutras regiões insulares.
Aprofundar as ações de sensibilização junto da população açoriana em geral e nos clubes
de proteção civil a funcionar nas escolas da Região Autónoma dos Açores.
Aumentar o número de exercícios e de ações de formação junto dos órgãos de poder local.
Em relação à construção e remodelação dos quartéis de bombeiros da Região Autónoma
dos Açores, prevê-se a conclusão dos projetos de construção dos quartéis da Povoação, na ilha
de São Miguel, e do quartel da Horta, na ilha do Faial.
¸ Cultura
A complexidade da atual realidade pandémica alterou global e transversalmente todas as
dimensões da vida humana, afetando sobremaneira o setor cultural.
Não obstante, foi a Cultura que, com o confinamento generalizado da população, se reinven-
tou e se colocou na «linha da frente» do combate à solidão e ao isolamento, tornando-se alento
e divertimento.
Com a democratização e a descentralização da Cultura, estabelece-se a missão regional de
levar a Cultura de e a todas as ilhas, rentabilizando recursos, agentes e criadores culturais.
Assim, em 2022, e no âmbito da política setorial, será dada ênfase a quatro eixos prioritários:
1 — No campo de ação da Educação para a Cultura, procurar-se-á envolver as escolas no
âmbito das artes, contribuindo para a literacia e fomentando o intercâmbio escolar através de
clubes escolares culturais ou de teatro.
Proporcionar ao público escolar experiências culturais de forma continuada, numa ligação
estratégica com o programa «Ler Açores», promovendo o gosto pela leitura através de um programa
de ação que envolva as bibliotecas escolares e os serviços educativos das bibliotecas públicas
da Região Autónoma dos Açores.
Investir em projetos sustentáveis, em atividades e serviços educativos inovadores, promo-
vendo a divulgação informal de conhecimentos em contexto escolar, como, por exemplo, através
de grupos folclóricos, etnográficos e contadores de histórias, tirando partido da riqueza dos saberes
deste tipo de manifestação cultural.
Dar continuidade à emissão do programa televisivo «Cultura Açores», em parceria com os
Serviços Externos da Direção Regional da Cultura, a Diáspora açoriana e outras entidades, no
sentido de enquadrar e apoiar elementos e projetos de promoção cultural nas respetivas progra-
mações regulares.
2 — No campo da democratização da Cultura, procurar-se-á garantir a existência de oferta
cultural em todas as ilhas, aproveitando as deslocações dos artistas regionais, nacionais e inter-
nacionais, para que possam circular entre ilhas, bem como a realização de parcerias ou de outros
mecanismos de cooperação com as autarquias, estruturas artísticas e comunidade educativa,
garantindo a cobertura das comunidades mais vulneráveis, remotas e rurais, como uma medida
de proximidade.
Esta intenção, que se reflete na programação abrangente e descentralizada das Temporadas
Culturais, será ainda concretizada, entre 2022 e 2024, com a eleição, sucessivamente, de cada
um dos grupos do arquipélago como «Epicentro Regional da Cultura», sendo, em 2022, o «Epi-
centro Regional da Cultura», no grupo ocidental, com o enfoque nas ilhas das Flores e Corvo. Em
2022, sob o mote «9 Musas no Epicentro da Cultura», decorrerá o Festival 9 Musas, que, tendo
as 9 ilhas açorianas como elemento inspirador da arte musical, constituirá um palco privilegiado
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para a promoção e divulgação da mais jovem geração de músicos açorianos, no domínio clássico
contemporâneo.
Serão, ainda, assinaladas as comemorações dos 500 anos do nascimento do historiador e
humanista Gaspar Frutuoso e os 100 anos do nascimento do poeta Pedro da Silveira.
3 — No âmbito do fomento e apoio à criatividade, procurar-se-á apoiar as entidades culturais
em espetáculos, obras ou produções artísticas que promovam a divulgação da nossa história,
costumes ou artes e, em paralelo, estimular o investimento de empresas e de cidadãos individuais
em projetos criativos.
Apoiar projetos que permitam que os Açores estejam presentes nos mercados nacionais e
internacionais, possibilitando o intercâmbio e a circulação de autores e artistas açorianos, dando
a conhecer as suas obras.
Concluir os procedimentos para a revisão do Regime Jurídico de Apoio às Atividades Culturais
e do sistema de apoio às Sociedades Filarmónicas (SOREFIL), bem como o seu reforço, por forma
a estimular a produção e o espetáculo cultural na Região Autónoma dos Açores.
Desenvolver a estratégia do audiovisual e multimédia, nas áreas de formação, divulgação e
promoção.
Apoiar a criação e difusão de intervenções ao nível da Arte Contemporânea.
Rever a legislação dos atuais prémios culturais e criar o Prémio de Arquitetura Contemporânea.
Criar fóruns de debate, nas diversas áreas da cultura, cujas conclusões serão disponibilizadas
online, sob a forma de memorando e podcast.
4 — No âmbito da proteção e projeção do Património, procurar-se-á promover uma estreita
cooperação entre Turismo, Ambiente e Cultura, na preservação, valorização e conhecimento do
território e do património cultural móvel e imóvel.
Aprofundar as dinâmicas da Rede Regional de Museus e Coleções Visitáveis dos Açores,
renovando-os e adaptando-os, bem como apoiar os museus municipais, locais e parques arque-
ológicos subaquáticos.
Apoiar a intervenção, conservação e restauro de bens móveis e imóveis, bem como ações
para a proteção, conservação de bens arquivísticos públicos e inventariação, tratamento e estudo
do património arquitetónico e artístico da Região Autónoma dos Açores.
Na sequência da transformação digital, implementar medidas de modernização administrativa,
na gestão de museus e bibliotecas, bem como desenvolver a presença de conteúdos culturais em
meio digital, nomeadamente visitas virtuais, modelação em 3D de elementos de património cultu-
ral móvel e imóvel, criando programas informáticos de conteúdo pedagógico, cultural e turístico.
Continuar o processo de candidatura da viola da terra a «Património Material da Humanidade»,
considerando as características únicas, a tradição e a história contidas nas suas variações de sonori-
dades, a originalidade de se tratar de um instrumento artesanal único no património musical mundial.
Dar início ao procedimento de candidatura para inscrição de diversas manifestações cultu-
rais, designadamente as romarias, o culto ao Divino Espírito Santo e as cavalhadas, a integrar,
igualmente, na Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade, assim
como elaborar os procedimentos necessários à candidatura dos Açores a membro associado da
UNESCO.
¸ Juventude
Para o ano de 2022, as políticas de juventude, em conformidade com o definido nas Orien-
tações de Médio Prazo, terão como fundo estratégico a capacitação integral dos nossos jovens,
com particular relevo para a promoção de competências através da educação não-formal, que
propiciem condições mais favoráveis para a realização pessoal e profissional e a integração na
vida ativa dos nossos jovens.
Assim, no âmbito da Cidadania e Formação dos Jovens, dar-se-á enfoque ao desenvolvimento
do programa «Parlamento dos Jovens», iniciativa de debate e de simulação da prática parlamentar,
que promove um espírito cívico e interventivo nos jovens açorianos.
Continuar-se-á, ainda, a estabelecer parcerias, iniciativas e desafios aos jovens que promo-
vam competências sociais relevantes e desenvolvam a consciência para causas prementes na
nossa sociedade.
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Na área da mobilidade e fixação dos jovens, será desenvolvido um programa de apoio à
mobilidade regional, nacional e internacional jovem, promotor de intercâmbio de experiências e
de enriquecimento pessoal pelo contacto com outras realidades.
O Cartão Interjovem contará com uma revisão significativa nas suas parcerias comerciais,
tornando este instrumento mais atrativo aos jovens açorianos e catalisador do turismo interno
juvenil, pelas condições favoráveis no transporte aéreo e marítimo asseguradas em 2021.
No Associativismo e Voluntariado, considerando a relevância das associações juvenis, será
mantido o apoio às associações juvenis através do Sistema de Incentivo ao Associativismo Juvenil,
o qual será alvo de proposta de reformulação, adequando o programa ao perfil do associativismo
juvenil regional. Manter-se-á uma parceria com a Região Autónoma da Madeira para a execução
de um programa de intercâmbio de voluntariado entre as duas regiões.
De forma a potenciar o empreendedorismo e a empregabilidade, o Programa de Apoio ao
Empreendedorismo Social irá financiar projetos na área do empreendedorismo social, que contri-
buam para o desenvolvimento local.
O OTLJ, enquanto programa de ocupação de tempos livres, permitirá uma primeira experiência
precoce de integração socioprofissional, e espera-se, para 2022, um aumento dos jovens ocupados,
decorrente de um ambiente mais seguro, pelo decréscimo das consequências da pandemia. Por
fim, esta capacitação e ocupação dos jovens terá também lugar nos Campos de Férias.
No âmbito do incentivo à criatividade jovem, reformular-se-á o programa de apoio a projetos
de cariz criativo juvenil e apoiar-se-á eventos de reconhecido interesse para a Região Autónoma
dos Açores.
O Observatório da Juventude dos Açores, operacionalizado por um contrato programa com
a Universidade dos Açores e a Fundação Gaspar Frutuoso, será um instrumento importante à
reflexão sobre as dinâmicas dos jovens, com base em estudos e respetivo tratamento estatístico,
contribuindo para a definição de políticas de juventude nos Açores.
A Linha de Apoio Social aos Estudantes Universitários, decorrente do Decreto Legislativo
Regional n.º 22/2021/A, de 14 de julho, visa o apoio aos estudantes do ensino superior, cujo
agregado familiar tenha sofrido uma perda de rendimentos nos anos subsequentes à declaração
de pandemia.
De forma a potenciar a digitalização das associações dos jovens dos Açores, foi criado, em
2021, o Programa de Apoio à Capacitação Digital das Associações Juvenis, e-Associativismo. Este
programa, que continuará em 2022, tem como intenção cofinanciar a aquisição de equipamento
digital e software, essencial às atividades destas organizações juvenis.
Em consequência dos objetivos do programa do XIII Governo Regional dos Açores, o
MOOV — Programa de Mobilidade, Ocupação e Orientação Vocacional permitirá aos jovens
açorianos terem uma primeira experiência socioprofissional fora da sua ilha, criando condições
para um crescente sentimento de açorianidade dos nossos jovens e desenvolvendo competências
sociais fundamentais para uma boa integração na vida profissional futura.
Por fim, de forma a sustentar um verdadeiro ecossistema empreendedor jovem, será promovido
um programa de educação para o empreendedorismo, a Academia Empreendedora — Escola de
Líderes, desenvolvendo em contexto escolar um percurso formativo conducente a uma gradual
e contínua sensibilização para a importância das competências empreendedoras no desenvol-
vimento integral dos jovens e para a ideação e concretização de ideias de negócio inovadoras,
com especial foco no aproveitamento dos recursos endógenos e/ou relevantes nos Açores. Este
programa implica ainda jovens cujo trajeto de vida constitua uma referência, inspiração e motiva-
ção para outros jovens.
¸ Qualificação Profissional e Emprego
Aumentar as qualificações profissionais, a empregabilidade e incentivar a integração dos
açorianos no mercado de trabalho, com grande destaque para os jovens, públicos mais desfa-
vorecidos, desempregados de longa duração e para a promoção de maior mobilidade laboral no
arquipélago dos Açores são os objetivos das políticas de qualificação profissional e emprego para
2022, enquadradas pelas Orientações de Médio Prazo 2021-2024.
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 119
As medidas inovadoras implementadas no âmbito da estratégia do XIII Governo Regional dos
Açores, nomeadamente, o FORM.AÇORES, CONTRATAR ou o programa GERAÇÃO AÇORES
PRO, assim como o desenvolvimento de novas soluções, ao longo do próximo ano, irão desempe-
nhar um papel fundamental na criação de emprego estável e mais bem remunerado e na redução
do desemprego, num quadro macroeconómico favorável, em que a pandemia da doença COVID-19
está contida e o processo de vacinação plenamente concretizado.
As principais linhas de orientação estratégica passam por apoiar a criação líquida e manutenção
de postos de trabalho, promover o aumento dos salários médios, incentivar o empreendedorismo,
no qual é reforçada a promoção com vista à criação do próprio emprego ou da própria empresa,
passando também pela concessão de apoios a estágios, destinados a complementar e desenvolver
as competências dos destinatários — principalmente jovens, de forma a melhorar o seu perfil de
empregabilidade, através de formação e experiência prática em contexto laboral.
É por isso que grande parte dos recursos disponíveis serão dirigidos para os jovens, pois a
sua capacitação profissional e, por conseguinte, a sua integração no mercado de trabalho repre-
sentará o rejuvenescimento e maior competitividade do tecido empresarial açoriano.
Por outro lado, iremos garantir proteção social aos jovens beneficiários da medida ESTAGIAR
que, por sua vez, será melhorada, de forma a adequar a duração dos projetos, para que os jovens
possam mais rapidamente ser absorvidos pelo mercado de trabalho.
A medida JOVEM PRO será aperfeiçoada para melhor servir o público ao qual se dirige.
Do mesmo modo, a medida ATIVA EMPREGO JOVEM comportará um prémio nas situações em
que o jovem é contratado antes da conclusão do estágio, o mesmo estará previsto na medida
CONTRATAR, que tem permitido a estabilidade do emprego e o aumento salarial.
A par destas decisões estratégicas, e entre outras melhorias, vamos incentivar fortemente
a mobilidade dos desempregados que sejam contratados, que queiram realizar estágio ou que
pretendam criar o seu próprio emprego noutra Ilha, onde o empreendedorismo local será alvo de
uma nova e incentivadora atenção por parte do Governo Regional dos Açores, reforçando a coesão
territorial e a empregabilidade dos açorianos.
Vamos, também, rever e adaptar o diploma do Mercado Social de Emprego ao atual contexto
social e económico da Região, através de várias iniciativas. Inicialmente com a auscultação dos
parceiros e posteriormente promovendo a alteração das medidas e dos apoios, privilegiando me-
didas que incentivem: os movimentos de dinamização social locais; a participação e envolvimento
das populações locais; partilha de recursos; criação de redes de cooperação e estabelecimento
de parcerias.
A estabilidade laboral e a redução da precariedade nas relações laborais persistirão como
grandes preocupações, de tal modo que perspetivamos a criação de uma nova medida perene
com o objetivo de apoiar a conversão de contratos de trabalho a termo em contratos de trabalho
sem termo.
Trata-se de uma ambição que se fará acompanhar por uma especial atenção nos domínios
da contratação coletiva e da proteção do emprego, com expetativas na retoma da publicação de
instrumentos de regulamentação coletiva de trabalho num contexto de recuperação económica,
tendo em conta os previsíveis sinais positivos de reação do mercado de trabalho, na sequência
da melhoria dos indicadores económicos e sociais.
Para nós, tornou-se imprescindível investir na qualificação profissional dos açorianos em
áreas que obedeçam a uma estratégia regional de ajustamento entre as necessidades atuais e
futuras do mercado laboral com os interesses e aptidões dos jovens, sendo por isso fundamental
dotar a formação profissional na Região Autónoma dos Açores de elevada competência técnica e
adaptada ao novo paradigma de desenvolvimento baseado na tecnologia, conhecimento, transição
digital, economia verde e azul.
Nesse sentido, o Centro de Qualificação dos Açores, na sequência da refundação da Escola
Profissional das Capelas, prosseguirá no desenvolvimento de políticas de formação de ativos,
consolidando o ensino dual, e será, por outro lado, incentivada a criação de incubadoras de em-
presas nas escolas profissionais, tendo em vista a criação do próprio emprego.
Queremos ainda contribuir para antecipar as novas áreas profissionais emergentes, formando
técnicos especializados em domínios que estão a surgir e que carecem de recursos humanos no
arquipélago.
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Temos uma estratégia definida para aproveitar, com o máximo rigor, os apoios disponibili-
zados no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que passa, entre outras iniciativas, pela
concretização de um plano de formação muito abrangente e para o qual contamos, desde já, com
a colaboração da Universidade dos Açores, entre outras entidades, relativamente a novos Cursos
Técnicos Superiores Profissionais (TeSP), licenciaturas e pós-graduações.
Além de uma intensificação do processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de
Competências (RVCC) e dos Cursos de Aquisição de Competências ou de cursos dirigidos, por
exemplo, ao setor da construção civil, no âmbito da Rede Valorizar, será lançado um projeto de
literacia digital para tornar acessível a todas as pessoas ferramentas básicas atualmente muito
úteis.
Aguardamos com muita expectativa os resultados do Fórum Regional da Qualificação Pro-
fissional, que, ao longo do ano de 2021, debateu e recebeu contributos de diversas áreas, com
o intuito de definir, num momento de transição entre quadros de apoio europeu e de mutação
social e económica pós-pandémica, as políticas e estratégias para a qualificação profissional que
pretendemos para o horizonte 2030.
Um futuro mais digital e ecológico no seio da sociedade do conhecimento
¸ Competitividade Empresarial e Empreendedorismo
O desenvolvimento económico dos Açores, a criação de emprego e a fixação das populações
passam necessariamente pelo investimento privado. Neste âmbito, os sistemas de incentivos ao
investimento privado constituem um instrumento fundamental de política económica, facilitando a
adequação do tecido produtivo a uma maior concorrência interna e externa, através da obtenção
de ganhos de produtividade e de competitividade, acelerando o processo de ajustamento da eco-
nomia regional em direção a novos perfis de especialização.
O desenvolvimento das áreas de especialização inteligente baseadas no potencial regional
fortalece o desempenho da inovação e fomenta a produtividade. Neste sentido, a prioridade do
investimento deve visar a melhoria das aptidões de investigação e inovação e a absorção de tec-
nologias avançadas, fomentando a complementaridade e compatibilidade com outros instrumentos,
como o Programa Horizonte Europa, como ferramenta para aumentar a cadeia de valor acrescen-
tado, melhorar os índices de inovação nas empresas e desenvolver tecnologias de transição para
uma economia neutra em carbono. Estes investimentos devem ser acompanhados do reforço da
cooperação entre investigação pública e privada, com uma ativa transferência de conhecimento e
tecnologia, a par da mobilidade de recursos humanos qualificados entre universidades, instituições
de investigação e desenvolvimento, centros tecnológicos e empresas.
As competências digitais e a utilização de tecnologias digitais por parte das empresas re-
gionais permanecem baixas. Há que promover a inclusão digital e, em particular, a aquisição e o
desenvolvimento de competências digitais e tecnológicas em informação e comunicação, orientadas
para o mercado, através do apoio à integração de tecnologias digitais em negócios e processos
produtivos de micro, pequenas e médias empresas (PME), a par da promoção do aumento da
gama de serviços digitais prestados (e-government, e-procurement, e-inclusion, e-health, e-learning,
e-skilling, e-commerce).
A predominância no tecido económico regional de micro e pequenas empresas afeta a capa-
cidade de inovação e a produtividade. Os níveis de internacionalização das empresas portuguesas
e açorianas são relativamente fracos. Existem necessidades de investimento para melhorar o
crescimento e a competitividade das micros, pequenas e médias empresas (PME) para permitir que
estas cresçam, criem empregos, se internacionalizem e promovam uma transformação industrial
neutra em termos climáticos. Há que incentivar o ecossistema empreendedor, o networking, as
novas ferramentas de marketing, o fortalecimento de competências nas áreas de gestão e finan-
ceira, a partilha de conhecimento entre setores e fronteiras nacionais, facilitar o acesso ao crédito
e ao capital próprio e melhorar a consciencialização sobre as oportunidades de financiamento
disponíveis e serviços avançados de negócios para as PME.
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Por outro lado, é necessário um esforço para se atingirem as metas estabelecidas de descar-
bonização a longo prazo, para 2030 e 2050. As necessidades prioritárias de investimento passam
por promover medidas de eficiência energética e energia renovável e, em particular, melhorar a
eficiência energética nas PME, apoiando a transição para a utilização de energias renováveis, de
sistemas de energia inteligentes e soluções de armazenamento.
É imperativo promover a transição para a economia circular, favorecendo práticas, ações e
comportamentos sustentáveis para aumentar a eficiência dos recursos das micros, pequenas e
médias empresas.
No âmbito da política de incentivos, o período em causa coincide com o arranque do novo
quadro 2021-2027, que, por via da situação de emergência vivida nos últimos meses devido ao
surto pandémico COVID-19, encontra-se ainda em negociação, estimando-se que no início do
segundo trimestre de 2021 seja dado seguimento à negociação do Acordo de Parceria entre a UE
e Portugal, para que sejam admitidas candidaturas ainda no decorrer deste ano.
Após a entrada em vigor do Programa Operacional dos Açores para o novo período de pro-
gramação, proceder-se-á à revisão do Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial,
Competir +, adequando-o às prioridades que vierem a ser estabelecidas na sequência do Acordo
de Parceria e Programa Operacional Regional, promovendo-se assim de forma rápida a transição
entre períodos.
Na sequência da reformulação e atualização da legislação comunitária enquadradora dos
Auxílios de Estado, promover-se-á, de forma atempada e ponderada, a revisão da política de
incentivos ao investimento privado na Região Autónoma dos Açores. Dar-se-á continuidade a
diversas iniciativas conducentes à redução dos custos de contexto, designadamente ao nível da
simplificação dos procedimentos inerentes aos sistemas de incentivos. Serão igualmente desen-
volvidas e apoiadas iniciativas que promovam a inovação, a qualidade e a competitividade, em
parceria com as associações empresariais e outras entidades de investigação e desenvolvimento
tecnológico da Região Autónoma dos Açores.
Atendendo que para o desenvolvimento económico de uma região é essencial a existência de
uma sociedade dinâmica e empreendedora, serão dinamizadas diversas iniciativas com o objetivo
de desenvolver o espírito empreendedor junto dos jovens, as quais pretendem incrementar uma
cultura empresarial, baseada no conhecimento e na inovação.
Dar-se-á continuidade à concessão de apoios no âmbito do microcrédito, promovendo a
integração no sistema económico de pessoas em situações de desfavorecimento social, contri-
buindo deste modo para uma maior coesão económica e social. O microcrédito define-se como um
financiamento, de baixo montante, dirigido a pessoas que não encontram resposta no mercado de
trabalho e que querem criar o seu próprio emprego ou pequeno negócio. Constitui um instrumento
cada vez mais utilizado no combate à pobreza. O microfinanciamento já provou a sua importância
em muitos países, como forma de combater a pobreza e a exclusão social.
Estas políticas integram-se numa gestão eficiente e eficaz de fundos europeus, em estreita
articulação com a Agência para o Desenvolvimento e Coesão, com a Comissão Europeia e com os
organismos de auditoria e fiscalização nacionais e europeus. Neste período, essa gestão inclui a
preparação do período de programação 2021-2027, assim como a implementação do REACT-EU
e do Plano de Recuperação e Resiliência, essenciais ao desenvolvimento económico e social da
Região Autónoma dos Açores no seio da Europa.
¸ Agricultura e Desenvolvimento Rural
O Plano Regional Anual para o ano de 2022 continua numa real perspetiva de recuperação
da economia açoriana, também pela via do investimento na agroprodução de alimentos segu-
ros, sustentáveis, nutritivos e diversificados, reconhecendo, nesta pandemia, a resiliência dos
agricultores e das fileiras da agrotransformação, principalmente no que diz respeito à perda de
rendimentos dos agricultores.
É uma evidência a quebra no preço do leite pago ao produtor e a diminuição abrupta na pro-
cura de produtos tradicionalmente comercializados para restaurantes, cafés, hotéis e destinados
à venda a turistas (vinho, hortícolas, flores, frutos subtropicais, como o ananás e o chá).
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O planeamento documental para 2022 atribui à transferência de conhecimento, a novos métodos
agroprodutivos e aos mercados uma visão de compromisso entre todos.
O Plano Regional Anual para o ano de 2022 assegura vários desafios, mas simultaneamente
garante várias oportunidades. Neste sentido, a política para o agrorrural açoriano nos próximos
anos assenta numa visão de futuro, orientada para uma estratégia produtiva, onde se pretende
ter uma agricultura saudável, sustentável, de preços justos e inclusiva.
O setor primário nos Açores assume uma expressão económica, social e territorial de grande
relevância para a coesão regional, que marca a identidade de cada uma das nossas ilhas e o
mérito das suas gentes.
Objetivamente, torna-se necessário diminuir a dependência alimentar exterior, melhorar a
qualidade dos alimentos pela vertente nutritiva, procurar novos mercados e publicitar a sustenta-
bilidade agroalimentar e o bem-estar animal na pecuária.
Os nossos agroalimentos são, acima de tudo, um valor autonómico de grande relevância.
Importa reposicionar nos Açores o regresso da agricultura como uma nova atratividade eco-
nómica e afirmar o seu carácter sustentável.
Para isso, temos de «autenticar territorialmente» o que produzimos, porque o modo de
produção, o território e o seu posicionamento geográfico continuam a ser o nosso maior trunfo e
«aliado de mercado».
Em paralelo, serão avançadas medidas para fixar a população na agricultura e promover a
agricultura familiar, valorizar a pequena e média escala da economia agrícola, melhorar o consumo
local dos produtos locais, pugnar pela transparência das relações comerciais entre produção,
transformação e distribuição, articular a investigação científica, a experimentação, a formação e
a informação com a agricultura e desenvolver a agroindústria
O Plano Regional Anual para o ano de 2022 inclui ainda uma atenção política às organizações
de produtores, como associações e cooperativas, com vista a reforçar o seu papel ao nível da
capacitação técnica e comercial, melhorando o desempenho e valorizando as produções.
O investimento no «Relançamento Económico da Agricultura Açoriana» será executado até
2026, tendo por base planos de ação específicos para a inovação, vertidos em Planos Estratégi-
cos Setoriais, nomeadamente para as fileiras do leite, carne e horticultura, fruticultura, modo de
produção biológico, apicultura, vitivinicultura e floricultura.
Convém aqui constatar que a produção de leite nos Açores representa o nosso «Bilhete de
Identidade», pelo que tem de receber uma atenção concreta.
Os fundos comunitários, neste período de transição, devem continuar a apoiar o investimento
nas explorações agropecuárias, na sua modernização e reestruturação, e garantir o apoio direto
aos agricultores. De todas as políticas de apoio europeu, importa referenciar o POSEI, que, na sua
génese de princípios e valores, é muito mais do que um programa de apoio à agricultura açoriana;
é, acima de tudo, um meio de reconhecimento da equidade e da solidariedade da União Europeia
para com as RUP. O POSEI assegura a «dimensão ultraperiférica» e, como tal, consagra esta
dimensão geográfica.
O POSEI é, sobretudo, a realização política, institucional e jurídica do Estatuto de Região
Ultraperiférica, vertida no artigo 349.º do Tratado da União Europeia.
Neste âmbito, este documento previsional incorpora o POSEI num verdadeiro Estatuto de
Região Ultraperiférica, ligando-o ao despovoamento e ao envelhecimento das populações, à im-
prescindibilidade de se fixar jovens e à urgente criação de emprego privado.
Estas preocupações obrigam a uma abordagem de iniciativas inteligentes, internas e de
criatividades externas, num contexto de sustentabilidade do território, com responsabilidade para
todos nós.
O investimento público está presente no Plano, nas infraestruturas rurais (caminhos, água e
luz) e de agrotransformação.
No Plano Regional Anual para o ano de 2022, continua-se a assegurar uma atitude de com-
preensão da agricultura em cada ilha, na ótica da especificidade e da complementaridade regional
agroprodutiva.
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¸ Assuntos do Mar
As políticas adotadas para o Mar dos Açores no Plano Regional Anual para o ano de 2022
centram-se numa visão estratégica de promoção de um oceano saudável, no combate às alterações
climáticas e no restauro de ecossistemas, bem como no fomento ao emprego e a uma economia
azul circular e sustentável. Estas políticas vão ao encontro da Estratégia Nacional para o Mar,
bem como da concretização das diretrizes europeias que resultam da Política Marítima Integrada
da União Europeia e na consolidação formal de uma estratégia regional para o Mar dos Açores.
O Governo Regional dos Açores dará seguimento às políticas de conservação da biodiversi-
dade e dos ecossistemas marinhos, nos termos do regime jurídico que lhes são aplicáveis a nível
regional, da Diretiva-Quadro Estratégia Marinha (DQEM), das Diretivas Aves e Habitats da Rede
Natura 2000 (RN2000) e da Diretiva Quadro da Água (DQA), bem como ao desenvolvimento de
políticas setoriais de âmbito regional, como o Plano de Situação do Ordenamento do Espaço Ma-
rítimo Nacional — Açores, Plano Regional para as Alterações Climáticas e o Plano de Gestão da
Região Hidrográfica dos Açores, entre outros compromissos assumidos pela Região Autónoma
dos Açores, a diversos níveis (regional, nacional e europeu).
Neste âmbito, destaca-se o projeto LIFE IP AZORES NATURA, que terá execução este ano,
criado com o objetivo de obter um contributo significativo para a conservação de espécies e habi-
tats, protegidos pelas Diretivas Aves e Habitats, classificados pela Rede Natura 2000, no território
marítimo da Região Autónoma dos Açores. Tendo em conta a dimensão e complexidade deste
projeto, revela-se necessário assegurar a contratação de serviços especializados e de consultoria
para a execução de tarefas específicas a desenvolver para o cumprimento do referido projeto.
O ano de 2022 será determinante para a preparação das intervenções no âmbito do Quadro
Financeiro Plurianual (QFP) 2021-2027, não só nas áreas da proteção, resiliência e valorização
da orla costeira regional, da proteção da biodiversidade marinha, do ordenamento do espaço ma-
rítimo e da economia azul sustentável, como também no que respeita à criação de instrumentos
fundamentais para a execução de apoio ao setor do mar, nomeadamente no âmbito da pesca e
da aquicultura, concretizáveis no próximo Quadro Comunitário de Apoio, no âmbito dos Fundos
Europeus Estruturais e de Investimento, cuja negociação e respetiva implementação serão acom-
panhadas pelo atual Governo Regional dos Açores, no superior interesse regional.
Com a aprovação do Plano de Situação do Ordenamento do Espaço Marítimo Nacional — Aço-
res (PSOEMA) e o recente reforço das competências da Região Autónoma dos Açores em matéria
de Ordenamento do Espaço Marítimo Nacional, torna-se prioritário, enquanto elemento estruturante
para desenvolver e potenciar, de forma sustentável, a economia do mar, através do desenvolvimento
de procedimentos eficientes de licenciamento de usos privativos do espaço marítimo.
Este plano deverá contar com o apoio de projetos internacionais, já aprovados no âmbito
de instrumentos financeiros comunitários, nos quais a Região Autónoma dos Açores, através
da Direção Regional dos Assunto do Mar, é parceira (PLASMAR +, MARCET II, INTERTAGUA,
OCEANLIT, SMART BLUE F, LIFE-IP Azores Natura e LIFE-IP CLIMAZ). Dá-se, assim, continui-
dade aos trabalhos de conservação da biodiversidade, gestão ambiental marinha, ordenamento
do espaço marítimo e costeiro e promoção da economia do mar.
Serão, igualmente, criados mecanismos eficazes de ordenamento do espaço marítimo, que
permitam a tramitação administrativa de processos de licenciamento de uma forma eficiente e
desburocratizada, esperando que essa simplificação venha a facilitar a submissão de novas can-
didaturas para a utilização privativa do espaço marítimo da Região Autónoma dos Açores. Neste
sentido, será de grande importância continuar com o desenvolvimento e atualização do geoportal
SIGMAR Açores, com o intuito de disponibilizar cada vez mais informação relevante e garantir a
criação de mecanismos eficazes de ordenamento do espaço marítimo.
Com grande expressividade no total do investimento imputado a 2022, está a gestão e
requalificação da orla costeira, onde foi identificado um número significativo de zonas costeiras
consideradas de risco que serão intervencionadas. Foram, igualmente, consideradas verbas com
o intuito de responder a estragos imprevisíveis resultantes de intempéries e outras situações
extraordinárias.
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Quanto à proteção, conservação e reabilitação das zonas balneares costeiras, privilegiar-se-á
a cooperação com as entidades gestoras de zonas balneares em todas as ilhas, apoiando técnica
e financeiramente as ações que visem melhorar o usufruto, em segurança, da prática balnear,
através da valorização e requalificação das infraestruturas associadas aos espaços, bem como o
desenvolvimento de projetos europeus em curso, tais como o projeto ABACO, assente na melhoria
da qualidade das areias e águas balneares. A monitorização da qualidade das águas balneares
será mais abrangente, incluindo-se novos locais de amostragem. Estimular-se-á a formação de
nadadores-salvadores, comparticipando-se financeiramente os custos de formação. Com esta
medida pretende-se o incremento de zonas balneares vigiadas e, consequentemente, mais se-
guras para os utentes.
Um dos pontos fulcrais do estímulo de crescimento da economia azul e da promoção de
emprego qualificado e certificado na Região Autónoma dos Açores assenta na concretização dos
eixos de ação estratégica de gestão da Escola do Mar dos Açores (EMA), a saber:
• Concretizar o processo de formalização do Estabelecimento de Ensino Profissional «Escola
do Mar dos Açores» (EMA);
• Garantir a execução dos devidos processos de certificação da EMA (junto da DGRM e do
ISN), com vista ao estabelecimento de condições do seu pleno funcionamento;
• Iniciar a atividade formativa (Formação Contínua de Ativos e Formação Profissional de
Dupla Certificação).
Desta forma, será garantida a disponibilização de oferta formativa direcionada para as neces-
sidades do mercado de trabalho, na promoção de emprego qualificado e de captação de jovens
para as profissões em setores tradicionais e emergentes da economia do mar.
Como ação prioritária em 2021, será promovida a cooperação dos serviços responsáveis pelos
assuntos do mar com os Parques Naturais de Ilha (PNI), apostando-se na formação com o objetivo
de qualificar os recursos humanos dos PNI das áreas marinhas protegidas que compõem esses
parques e no desenvolvimento de ações de valorização e gestão dos PNI, através do fomento
e promoção de atividades marítimo-turísticas não extrativas e de investigação. Para além desta
cooperação com os PNI, os assuntos do mar serão dotados com meios próprios para efetivar de
forma mais completa e eficaz as boas práticas da Administração Pública Regional.
No âmbito do financiamento da iniciativa REACT-EU, no que toca ao objetivo específico
«Reforço do investimento público no apoio à transição climática», a DRAM identificou diversos
projetos a serem desenvolvidos em 2022, nomeadamente:
• Colmatação de lacunas sobre a caracterização do espaço marítimo;
• Estudo hidrodinâmico das condições oceanográficas na costa norte da ilha de S. Jorge;
• Operacionalização do serviço do Parque Marinho dos Açores (PMA);
• Desenvolvimento de uma plataforma automatizada de licenciamentos de atividades no
espaço marítimo dos Açores.
¸ Pescas e Mar
O Plano Regional Anual para o ano de 2022 prevê para o setor das Pescas e Aquicultura a
introdução de padrões de governação baseados no conhecimento, na inovação e na qualifica-
ção, usando-os como motores de desenvolvimento, sustentabilidade e valorização dos recursos
haliêuticos e das zonas costeiras. Neste sentido, a política regional terá como metas, para além
do reforço do crescimento de uma economia azul, a manutenção e criação de emprego, através
da capacitação dos ativos da pesca e do aumento do rendimento do setor, a valorização dos pro-
dutos da pesca e a melhoria das condições de trabalho dos pescadores, nomeadamente através
do investimento em infraestruturas e equipamentos de apoio à pesca, tendo sempre por base a
adaptação do esforço de pesca aos recursos existentes, a segurança dos ativos da pesca e a
proteção dos ecossistemas marinhos.
Neste contexto, serão desenvolvidas diversas iniciativas, no que respeita à promoção de
uma pesca e uma aquicultura ambientalmente sustentáveis e eficientes, em termos sociais e
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económicos. Conscientes que a viabilidade económica e a competitividade do setor das pescas
pressupõem a definição de estratégias que tomem em consideração o estado dos recursos,
única via para garantir a exploração sustentável, a Região Autónoma dos Açores dá prioridade à
avaliação científica dos recursos alvo das diferentes pescarias, com eventual adaptação da frota
e das artes utilizadas aos recursos existentes, salvaguardando sempre as componentes social e
económica do setor. No que à aquicultura diz respeito, pretende-se apoiar a criação de instalações
adequadas à exploração de culturas aquícolas, abrindo portas aos investidores e identificando
áreas com potencial para o exercício da atividade.
Uma das áreas de intervenção previstas no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para o
setor é a do desenvolvimento do «Cluster do Mar dos Açores». Da avaliação feita a nível regional,
relativa à capacidade instalada em matéria de investigação e inovação nas áreas das ciências do
mar, foi possível identificar necessidades urgentes de investimento a dois níveis:
• Infraestruturas científicas e tecnológicas;
• Número e qualificação dos recursos humanos dedicados à investigação na área das ciências
do mar a trabalhar com e nas instituições e empresas regionais.
Neste seguimento, no âmbito do PRR para o desenvolvimento do «Cluster do Mar dos Açores»,
estabelecem-se os seguintes objetivos específicos:
• Assegurar a substituição do navio de investigação «Arquipélago» por uma plataforma
moderna com altos padrões tecnológicos em termos de capacidades e de equipamentos e com
elevado desempenho energético;
• Assegurar a criação de um centro experimental de investigação e desenvolvimento ligado
ao Mar (Tecnopolo MARTEC), partilhável com as instituições do SCTA e as empresas, indutor
de I&D em áreas tradicionais e emergentes, como as áreas das pescas e produtos derivados, da
aquicultura, da biotecnologia marinha, dos biomateriais e recursos minerais ou das tecnologias e
engenharias marinhas;
• Assegurar a criação de instalações adequadas à exploração de culturas aquícolas;
• Dotar as autoridades regionais com competências no meio marinho, para que estas possam
exercer de forma efetiva a sua função de autoridade ambiental — Direção Regional dos Assuntos
do Mar — DRAM ou o estabelecimento e execução de políticas de pescas — Direção Regional
das Pescas — DRP, através da criação de meios técnicos e infraestruturas que permitam a exe-
cução destas tarefas.
Importa referir que está previsto, para 2022, o lançamento de diversos procedimentos de
contratação pública exigidos, com a finalidade de dar início à construção do novo navio de inves-
tigação, bem como a construção do Tecnopolo MARTEC.
Serão, igualmente, desenvolvidos diversos projetos aprovados no âmbito do Programa de
Cooperação INTERREG, nomeadamente a execução do projeto PLASMAR+, que visa contribuir
para o avanço do processo de Ordenamento do Espaço Marítimo nos arquipélagos da Macaro-
nésia e para apoiar o desenvolvimento sustentável do crescimento azul, bem como a execução
do projeto OCEANLIT, que visa reduzir os resíduos marinhos, ajudando, desta forma, à conser-
vação e recuperação dos espaços naturais protegidos costeiros e oceânicos em arquipélagos
insulares.
Paralelamente, será dada continuidade aos programas de monitorização das diferentes pes-
carias praticadas na Região Autónoma dos Açores, protocolados com o Instituto do Mar — IMAR
(Açores), nomeadamente o Programa de Observação das Pescas dos Açores (POPA), o Cruzeiro
Anual de Monitorização das Espécies Demersais (ARQDAÇO), o Programa de Monitorização do
Banco CONDOR e o Programa de Monitorização e Gestão dos Recursos Costeiros (MoniCo). Serão
também promovidos estudos de diagnóstico socioeconómico e demográfico dos ativos da fileira
da pesca, respondendo, deste modo, aos objetivos de sustentabilidade ambiental, económica e
social, prosseguidos pela Região Autónoma dos Açores. Pretende-se ainda apoiar a monitorização
da qualidade organolética e níveis de contaminação dos produtos da pesca.
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Quanto à execução na Região Autónoma dos Açores do Programa Nacional de Recolha de
Dados (PNRD), está em curso o Programa Plurianual para o biénio 2020-2021, que inclui, à se-
melhança dos programas anteriores, a recolha de dados morfométricos e biológicos das principais
espécies que ocorrem na Região Autónoma dos Açores, bem como a monitorização da pesca
(comercial e lúdica), em terra e no mar.
Destaca-se que toda a informação recolhida no âmbito destes programas garantirá a produção
do conhecimento necessário para apoio à decisão e aos compromissos e metas europeias estabe-
lecidas no âmbito da conservação do bom estado ambiental, bem como a elaboração dos planos
de gestão para as espécies de maior interesse comercial ou unidades populacionais em risco.
Continuar-se-á a valorizar o nosso pescado através da sua diferenciação, que reside não só
na forma artesanal como é capturado, mas também na sua qualidade alimentar. A dignificação
da atividade e a valorização do capital humano de suporte à pesca, através da sua formação e
qualificação, serão também uma prioridade.
Por forma a garantir a melhoria contínua do desempenho organizacional e o acesso ge-
neralizado à informação, será disponibilizada, numa plataforma online georreferenciada, toda a
informação oficial da pesca, bem como o acesso on-line a todos os formulários em uso.
Estas políticas de governação do oceano assentarão num trabalho de cogestão, articulando
os interesses das diversas instituições e setores, e de responsabilização de todos os atores da
fileira da pesca.
Destaca-se ainda que para a concretização de políticas de gestão sustentável dos recursos
da pesca é necessário reforçar a fiscalização e controlo das medidas existentes, pelo que se
deverá apostar no aumento de meios materiais, tecnológicos e humanos, que permitam que este
controlo seja eficaz.
¸ Ciência, Tecnologia, Inovação e Transição Digital
O conhecimento, a qualificação e a inovação são fatores fundamentais do desenvolvimento
das sociedades modernas, do crescimento económico sustentado, do bem-estar social, da riqueza
e do progresso das nações e suas regiões.
O investimento em Ciência é sempre reprodutivo! Nesse sentido, é imperativo tornar o sistema
científico regional atrativo para os investigadores. A estabilidade profissional dos investigadores
e o apoio sustentado às equipas de investigação são fatores essenciais para a atratividade atrás
referida, proporcionando os alicerces necessários à existência de um ecossistema científico de
qualidade internacional. Este desiderato será atingido, nomeadamente, através de um programa
anual competitivo e muito exigente direcionado para a contratação de investigadores, bem como
de medidas de apoio financeiro de valor substancial aos centros de investigação regionais.
Por outro lado, a aposta consistente na divulgação de ciência é efetuada com a noção de
que esta desempenha um papel crucial na mudança de paradigma que se pretende instituir no
arquipélago dos Açores. Ao valorizarmos o conhecimento científico, ao promovermos a sua apren-
dizagem e ao enaltecermos as suas aplicações, estamos a contribuir para incentivar os jovens a
questionarem o mundo que os rodeia — alguns deles irão abraçar uma carreira científica, sendo
estes os cientistas do amanhã!
A transferência do conhecimento obtido através da investigação (fundamental ou aplicada),
bem como a inovação tecnológica têm o potencial de exercerem um impacto profundo nas empre-
sas e noutras instituições de diversa natureza e, consequentemente, nas economias dos países
e nas suas várias regiões.
O desempenho em inovação, resultante de atividades de transferência de tecnologia e da aplica-
ção dos resultados da investigação fundamental e aplicada no tecido empresarial é, assim, um fator
decisivo na competitividade de empresas e na criação de modelos de desenvolvimento sustentável,
assentes na produção e apropriação do conhecimento por todos os setores da sociedade.
O grande desafio é, pois, reforçar a capacidade de as entidades regionais materializarem a
investigação em efetiva inovação, sendo a produção de conhecimento científico e tecnológico, bem
como o incremento da intensidade das atividades de transferência e cocriação desse conhecimento
aspetos fundamentais a ter em conta nas dinâmicas de desenvolvimento e progresso.
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Nesse sentido, torna-se essencial definir e implementar uma estratégia concertada e inte-
grada, em termos de políticas públicas e fontes de financiamento «multifundo», que seja capaz
de promover uma efetiva interligação e convergência entre a ciência, a tecnologia, a inovação e
o empreendedorismo, sinergicamente agregando, otimizando e sistematizando ações, iniciativas
e medidas que potenciem a envolvência dos vários atores do sistema de Investigação, Desenvol-
vimento e Inovação (ID&I).
Neste contexto, releva igualmente o papel das infraestruturas de ciência e tecnologia, designa-
damente dos Parques de Ciência e Tecnologia (PC&T) e a sua ação no estabelecimento de redes,
de relações colaborativas e de processos de eficiência coletiva, com o intuito de criar as condições
para a promoção de uma cultura de inovação, empreendedorismo e de competitividade.
Os PC&T são ambientes propícios ao ecossistema de inovação, à criação de sinergias e
aproximação dos centros de conhecimento do setor produtivo, ao desenvolvimento da capaci-
dade de investigação aplicada, ao incremento de atividades de transferência de conhecimento,
ao desenvolvimento de inovações técnicas, de novos processos ou ideias e, ainda, de empresas
de base tecnológica, permitindo, através da proximidade e uso intensivo de tecnologias, otimizar
o estreitamento de relações colaborativas entre os diversos atores.
O dinamismo já verificado no âmbito das atividades dos PC&T, por um lado, e a apresentação,
por parte das empresas, de cerca de duas dezenas de projetos de ID&I em contexto empresarial,
no eixo 1 do atual programa operacional, incluindo interações e parcerias com institutos, coope-
rativas e laboratórios regionais e universidade, por outro, revelam já uma dinâmica interessante e
prometedora no incremento do ecossistema de investigação e inovação regionais.
É de igual relevância a implementação da Estratégia dos Açores para o Espaço, onde se
incluem todos os projetos que constituem o ecossistema aeroespacial da Região Autónoma dos
Açores, bem como a participação no desenvolvimento da plataforma de licenciamento das ativi-
dades espaciais e, ainda, o processo de construção da estação geodésica fundamental na ilha
das Flores, no âmbito da Rede Atlântica de Estações Geodinâmicas e Espaciais.
Esta iniciativa, leia-se a Estratégia dos Açores para o Espaço, encerra em si mesma um con-
junto de objetivos estratégicos que queremos definir através de uma visão dos Açores como hub
transatlântico para atividades aeroespaciais e, desta forma, pretendemos promover o crescimento
económico da Região Autónoma dos Açores, centrado na criação de empregos qualificados, na
promoção de novas atividades associadas à geração de dados através de novas tecnologias e
infraestruturas espaciais e, entre outros, no desenvolvimento do setor espacial através de iniciati-
vas de cooperação nacional e internacional que reforcem um crescimento inteligente, sustentável
e inclusivo.
É nesta senda que se pretende reforçar e fortalecer a participação em diversos projetos
que dão à Região Autónoma dos Açores uma centralidade cada vez mais focada também no
conhecimento intrínseco aos diversos quadros que cada vez mais são residentes e oriundos dos
Açores. Uma região que assim vai assumindo maior destaque no que é, aos dias de hoje, o «novo
Espaço» enquanto economia e elemento agregador de capacidades de inovação e atração de
investimento externo.
Para isso importa desenvolver um cluster industrial e científico que deverá comportar um con-
junto de infraestruturas com características e interesses similares, que possam, entre si, colaborar
de forma eficiente e integrada e que dinamizem ações orientadas para o desenvolvimento de novas
atividades ligadas ao Espaço e à investigação científica. A Universidade dos Açores deve, por isso,
ser cada vez mais um parceiro na promoção desse ecossistema e das atividades associadas às
incubadoras e aceleradoras de empresas da Região Autónoma dos Açores, que também devem
estabelecer uma cada vez maior e melhor ligação a novos projetos de I&D, programas educacio-
nais e académicos, como forma de contribuir para a mobilização da sociedade açoriana para a
valorização do Espaço e para o desenvolvimento de tecnologias espaciais.
A transição e transformação digital têm um papel crucial e transversal na evolução das atuais
sociedades, assentando nos pilares da inclusão e capacitação digital das pessoas, na educação e
formação à distância, na transição e transformação digital do tecido empresarial e na digitalização
de todos os serviços públicos e do setor público empresarial.
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Como visão, pretende-se alcançar uma região 100 % digital até 2030, usando o digital para
preservar e potenciar a nossa identidade, cultura e tradição.
Sendo a Administração Pública, regional e local, um pilar essencial na vida dos cidadãos e
das empresas, importa promover uma maior acessibilidade e uma significativa redução dos custos
de contexto, pretendendo-se a digitalização de todos os serviços públicos, assegurando a todos os
cidadãos, bem como ao tecido empresarial, acesso aos mesmos através de plataformas digitais
abertas e permanentemente disponíveis, fomentando-se a transparência e desburocratização das
decisões do Governo Regional dos Açores. Pretende-se, em 2022, desenvolver a infraestrutura que
potenciará a interoperabilidade e modularidade de sistemas de informação geridos por entidades
da Administração Pública Regional, bem como a otimização dos seus recursos.
Pela influência que a Administração Pública Regional representa na vida das pessoas e das
empresas, torna-se necessário «pensar a Administração Pública», i.e., procurar soluções de sim-
plificação administrativa e desburocratização, de modo que se eliminem barreiras e se promova
uma sociedade empreendedora. Neste sentido, o desenho do Plano Estratégico e Plano de Ação
para a Transição e Transformação Digital, que contemplará mecanismos pontuais e permanentes
de interação e recolha de informação entre e com os diferentes atores chave da Transição e Trans-
formação Digital, visa construir, com as diferentes entidades da Administração Pública Regional,
projetos para responder às reais necessidades dos seus utilizadores, os cidadãos e empresários,
como por exemplo, o Sistema de Avaliação dos Serviços Públicos.
Começam-se, assim, a criar os mecanismos para a mudança de paradigma de uma Adminis-
tração Pública Regional reativa para uma que seja proativa e, mais tarde, para a implementação de
uma Administração Pública Regional Seamless, em que a sua presença não é notada, no entanto,
estando lá, resolverá e dará resposta às necessidades de todos e de cada um de nós.
Para que ninguém fique excluído e se alcance o desígnio de uma sociedade digital democrá-
tica, será igualmente necessário promover ações de capacitação dirigidas ao cidadão para uma
plena utilização das tecnologias digitais, numa visão de sociedade digital. Pretende-se, durante
o próximo ano, disponibilizar, em parceria com a Secretaria Regional da Juventude, Qualificação
Profissional e Emprego, uma plataforma de promoção de cursos online e blended-learning, por um
lado, para promover a criação de conteúdos formativos, e por outro, para qualificar os cidadãos
em contexto pessoal e profissional.
A educação apresenta-se como um vetor decisivo para o desenvolvimento dos territórios.
Importa olhar para a digitalização da educação numa dupla vertente: a digitalização do sistema de
educação, por um lado, e a capacitação que se torna necessário promover junto dos seus agentes
ao nível do digital, com particular destaque para os professores. Numa perspetiva mais profunda, de
transformação, entende-se ser necessário «pensar a Educação», i.e., procurar novas abordagens,
mais consentâneas com a atual realidade da nossa sociedade e com as necessidades futuras de-
correntes da evolução tecnológica que impactam na forma como vivemos e trabalhamos. Importa
implementar hoje os modelos e ferramentas pedagógicas que permitam responder às profissões
atuais e, sobretudo, às do futuro.
Num território de características arquipelágicas, como é o caso dos Açores, a digitalização da
saúde constitui, igualmente, um vetor essencial para o seu desenvolvimento. Deste modo, tam-
bém nesta área se torna necessário «pensar a Saúde», desenvolvendo-se ações que promovam
um sistema de saúde facilitador da interação entre os profissionais de saúde e os utentes. Um
Sistema Regional de Saúde solidamente digitalizado será mais próximo de cada um dos cidadãos
açorianos, contrariando a distância e a dispersão geográfica.
Num futuro que já é presente, todas as atividades económicas assentarão no digital. Esta
será mesmo uma condição necessária para a sobrevivência das empresas. São múltiplos os
argumentos para a digitalização das empresas, independentemente do setor em que atuem.
Sendo os Açores uma região ultraperiférica, com todas as condicionantes conhecidas, assume-se
que o digital contribui para a mitigação de muitas dessas condicionantes. Neste sentido, o ano
de 2022 servirá para refletir sobre projetos como a Rede Empresa Digital Açores, evoluindo-o
de forma a responder às necessidades atuais e futuras das empresas, no contexto digital. Por
outro lado, o projeto Azores Digital Innovation Hub (AzDIH) ganha um papel fulcral naquele que
é uma das interfaces mais relevantes, a transferência de conhecimento entre a academia e as
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empresas — colocar a investigação aplicada ao serviço de uma economia que se pretende cada
vez mais circular e resiliente.
Mas a transição e transformação digital não se manifestam apenas na capacitação das
pessoas e das empresas, ou na otimização dos processos e na desmaterialização dos serviços.
Esta é, fundamentalmente, uma mentalidade, uma forma de estar no dia-a-dia. A transparência,
apoiada numa cultura de partilha e de melhoria constante, são fatores cruciais para a geração de
valor na sociedade. Os dados que são produzidos diariamente, quando devidamente analisados
e desprovidos de um sentido de posse, são peça charneira para a adoção de uma postura mais
aberta, recetiva à experimentação, à partilha e à tomada de decisão fundamentada, respondendo às
reais necessidades da sociedade. Será implementado, durante o ano de 2022, o projeto de Dados
Abertos dos Açores, que, além de disponibilizar uma plataforma de recolha e acesso de dados
(originados a partir de sistemas de informação ou de sensores), criará a plataforma regulatória
e formativa necessária para potenciar os conjuntos de dados gerados a partir da nossa região.
Com o reconhecimento de que o novo paradigma exigirá processos de gestão da mudança,
para que todos os atores possam ser beneficiários e contribuidores da transformação digital,
estamos, assim, perante uma oportunidade única de otimização das condições de desenvolvi-
mento dos Açores, apostando nas pessoas e num novo modelo de progresso, tendo como motor
o potencial transformador do digital.
¸ Ambiente e Alterações Climáticas
Perante o cenário de emergência climática que o planeta atravessa, assume particular impor-
tância a concretização das medidas de adaptação e mitigação estabelecidas no Programa Regional
para as Alterações Climáticas (PRAC), num processo contínuo de acompanhamento, que implica
a clarificação dessas medidas e de métricas para a avaliação do sucesso da sua implementação.
Perspetivando o compromisso de alcançar a neutralidade carbónica em 2050, impõem-se
políticas e medidas nos vários setores com vista à redução das emissões de gases com efeito de
estufa (GEE), conducentes a uma economia competitiva e de baixo carbono, em conformidade
com o previsto no Acordo de Paris e no Pacto Ecológico Europeu. Neste âmbito, perspetiva-se o
desenvolvimento do Roteiro para a Neutralidade Carbónica nos Açores, onde serão identificadas
e quantificadas as oportunidades de redução de emissões, através da identificação de medidas
de mitigação conducentes aos cenários de evolução e da avaliação dessas medidas, identificando
os mecanismos de financiamento para as medidas de mitigação. A melhoria do conhecimento da
localização e estado de conservação dos solos orgânicos e turfeiras e a monitorização do stock
de carbono serão também assegurados, bem como a implementação de projetos e estratégias
de sequestro de carbono, como sejam a florestação com plantas endémicas na Região Autónoma
dos Açores ou a recuperação das zonas de turfeira. Além disso, promover-se-á a sensibilização
da população para a importância da adoção de comportamentos adequados.
Outro dos eixos ambientais em que a Região Autónoma dos Açores tem de progredir, e que
constitui um desafio complexo, é a gestão dos resíduos. Assim, proceder-se-á à finalização da revi-
são do Plano Estratégico de Prevenção e Gestão de Resíduos dos Açores (PEPGRA), prosseguindo
a implementação de uma estratégia que, orientada para o respeito pelo princípio da hierarquia da
gestão de resíduos, defina soluções sustentáveis e eficientes que permitam alcançar as metas e
compromissos assumidos. Nesta matéria, continuar-se-á a desenvolver campanhas de sensibiliza-
ção para a redução, reutilização e separação de resíduos; promover-se-á a melhoria dos sistemas
de recolha porta a porta, da rede de ecopontos, ecocentros e recolha seletiva, estendendo-a a
outros fluxos de resíduos; implementar-se-ão instrumentos com base na aplicação de sistemas
PAYT (pay as you throw), permitindo a redução de custos com a gestão de resíduos aos cidadãos
cumpridores e mais responsáveis do ponto de vista ambiental, através da implementação de um
sistema de depósito de embalagens não reutilizáveis de bebidas para as várias ilhas dos Açores,
e proceder-se-á à modernização dos Centros de Processamento de Resíduos, melhorando as
infraestruturas e substituindo equipamentos em fim de vida que requerem uma atuação urgente
no sentido de garantir o correto funcionamento dos mesmos.
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Dando resposta aos novos desafios europeus em termos da implementação de uma economia
verde e circular, será realizada, também, uma forte aposta na promoção da recolha seletiva de
biorresíduos e no combate à utilização dos produtos de uso único e será desenvolvido o Roteiro
para a Economia Circular Regional, com a adaptação à Região Autónoma dos Açores do novo
Plano de Ação para a Economia Circular, um dos principais alicerces do Pacto Ecológico Europeu,
o novo roteiro da Europa para o crescimento sustentável. Tendo por foco as medidas a aplicar ao
longo de todo o ciclo de vida dos produtos, o novo plano de ação visa adequar a economia a um
futuro ecológico, reforçar a competitividade, protegendo ao mesmo tempo o ambiente e conferindo
novos direitos aos consumidores, articulando este Plano com o PEPGRA.
No âmbito da Qualidade Ambiental, aumentar-se-á a cobertura da rede de estações de
monitorização da qualidade do ar e a disponibilização de informação pertinente ao público em
plataformas online. No âmbito da proteção radiológica, será desenvolvido o regime jurídico da
proteção radiológica, com a concretização do Plano Regional para o Radão e com a monitorização
ambiental da radioatividade nos Açores. E dar-se-á continuidade à monitorização e controlo da
infestação por térmitas.
Ao nível da conservação da natureza e proteção da biodiversidade, continuar-se-á a imple-
mentação de programas e mecanismos de proteção da flora e da fauna autóctone e endémica dos
Açores. E será feito um reforço da estratégia de combate à progressão e erradicação de espécies
exóticas e invasoras. Serão também iniciados estudos de avaliação da capacidade de carga de
algumas áreas protegidas da Região Autónoma dos Açores e implementar-se-ão instrumentos
para a prossecução da sustentabilidade dos ecossistemas e da proteção dos recursos e valores
naturais, num contexto de crescente pressão turística. A cartografia de campo da distribuição de
habitats e espécies da REDE NATURA 2000 dos Açores será também atualizada.
Manter-se-á a gestão da rede de observação e dos centros de reabilitação de aves selvagens,
e serão implementadas estruturas de interpretação e observação de aves na generalidade das
ilhas do arquipélago dos Açores.
Será também efetuada a recuperação e remodelação dos trilhos tradicionais no interior da Fajã
de Santo Cristo; a requalificação dos percursos pedestres da Caldeira da Serra de Santa Bárbara
e iniciado o processo de requalificação do miradouro da Lagoa do Fogo. Dar-se-á início à elabo-
ração e implementação do Plano de Ação do Paleoparque de Santa Maria, com a caracterização
do Património Paleontológico, melhoria dos acessos, criação de infraestruturas de visitação ao
Paleoparque e elaboração de materiais de disseminação. Serão ainda implementadas as medidas
que constam dos Planos de Gestão das Áreas Terrestres dos Parques Naturais de Ilha e dos Planos
de Ação das Reservas da Biosfera, que se traduzem em benefícios não só para a conservação da
natureza, mas também para o desenvolvimento de uma economia de turismo sustentável.
E dar-se-á continuidade à dotação de apoios financeiros à manutenção de paisagens tradi-
cionais em áreas classificadas e à manutenção da paisagem da cultura tradicional da vinha em
currais da ilha do Pico.
¸ Ordenamento do Território e Recursos Hídricos
Numa perspetiva do desenvolvimento harmonioso da Região Autónoma dos Açores, o papel
do ordenamento do território assume especial relevância quando confrontado com a exiguidade
territorial das ilhas, com a multiplicidade dos usos e atividades que nelas se desenvolvem, com
a finitude dos recursos naturais e, não menos importante, com o riquíssimo património natural,
cultural e paisagístico, que importa preservar.
Neste contexto, é de suma importância a existência de um regime, ao nível das políticas
territoriais, que compatibilize e articule os modelos de gestão do território, nos seus diferentes
âmbitos, promovendo a coesão territorial, o desenvolvimento económico e a qualidade de vida
das populações.
Atentos a essa mesma preocupação, propomos o início da avaliação e revisão de dois ele-
mentos verdadeiramente estruturantes para a definição da estratégia territorial dos Açores, mais
concretamente o Plano Regional do Ordenamento do Território dos Açores (PROTA) e o Regime
Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial dos Açores, no qual se pretende efetuar a adapta-
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ção à Região do Regime Jurídico da Reserva Ecológica Nacional. Ademais, e ainda em relação
à Reserva Ecológica, contamos promover, em 2022, a elaboração das orientações estratégicas
para a delimitação desta condicionante ao território na Região Autónoma dos Açores.
Ainda, no domínio dos instrumentos de Gestão Territorial, dar-se-á seguimento à implemen-
tação dos vários programas de execução dos planos atualmente em vigor, com especial enfoque
aos planos de gestão da orla costeira e aos planos de ordenamento de bacias hidrográficas de
lagoas. Neste âmbito, será dada continuidade à elaboração dos processos de alteração dos pla-
nos de ordenamento da orla costeira da Terceira e de São Miguel, bem como o início ao processo
de avaliação e subsequente alteração ao Plano de Ordenamento da Orla Costeira das Flores, de
modo a que o mesmo se conforme com a demais legislação entretanto publicada.
No que concerne à proteção e prevenção de riscos naturais, será alargada a implementação
do projeto Azmonirisk — Monitorização das Zonas de Risco dos Açores a outros locais da região,
o que permitirá monitorizar situações potenciais de risco, munindo assim o Governo Regional
dos Açores de ferramentas cruciais para a gestão destes espaços, numa lógica de salvaguarda
e proteção de pessoas e bens.
Entendemos que estas matérias devem ser publicamente divulgadas, pelo que se propõe,
para 2022, a disponibilização da informação produzida no decorrer da implementação do projeto,
numa plataforma online desenvolvida especificamente para o efeito.
Também ao nível da prevenção de riscos e sistemas de alerta, será atualizado o sistema
de monitorização, alerta e alarme na Furna do Enxofre, na Graciosa, contribuindo, assim, para a
segurança dos visitantes.
No domínio da Geodesia, Cartografia e Cadastro, daremos especial atenção aos trabalhos de
atualização da base cartográfica da Região, com a realização de voos aerofotogramétricos para
produção dos elementos de base que permitirão desenvolver cartografia de pormenor diversa, por
modo a identificar riscos e a mitigar efeitos resultantes das alterações climáticas.
É, também, nesse sentido que continuaremos a investir no alargamento da cobertura da rede
de estações permanentes da Região Autónoma dos Açores e na atualização e substituição de
equipamentos, tais como GPS, estações totais e equipamentos não tripulados de voo, os quais
permitirão dotar as equipas técnicas e operacionais dos meios necessários ao desempenho das
suas competências, fomentando-se o melhoramento contínuo dos serviços, bem como a formação
e capacitação das equipas internas da secretaria.
O conhecimento da titularidade das propriedades da Região é uma matéria que continuará a
estar em destaque com o levantamento da suspensão do funcionamento do Sistema de Recolha e
Gestão de Informação Cadastral (SiRGIC), numa plataforma que se quer cada vez mais acessível
ao cidadão e que promova, dentro da Administração Pública, regional e nacional, uma eficiente
gestão e articulação do conhecimento.
A água é um bem escasso e essencial à vida e, como tal, no âmbito da elaboração de políti-
cas públicas de gestão da qualidade e quantidade dos recursos hídricos, propõe-se que sejam
implementadas estratégias de valorização, proteção e gestão equilibrada deste recurso, através
da elaboração de estudos e desenvolvimento de planos integrados de carácter global.
Consequentemente, será concluída, em 2022, a elaboração de um conjunto de planos com
incidência no domínio dos Recursos Hídricos, tais como a alteração do Programa Regional da
Água (PRA), documento estratégico fundamental na definição das políticas públicas e privadas de
gestão dos recursos hídricos, a elaboração do 3.º ciclo do Plano de Gestão da Região Hidrográ-
fica dos Açores, do Plano de Gestão de Riscos de Inundações da Região Autónoma dos Açores
(2.º ciclo) e do Plano de Gestão de Secas e Escassez de Água dos Açores.
No contexto da prevenção de riscos hidrológicos, iremos dar continuidade à monitorização
e manutenção da rede hidrográfica, através da execução de trabalhos de limpeza, desobstrução,
reparação e melhoramento desta. Além do mais, serão realizadas intervenções mais profundas na
rede hidrográfica com base nos resultados da avaliação do estado da rede hidrográfica, publicado
anualmente no relatório do Estado das Ribeiras dos Açores.
No âmbito da rede de monitorização do ciclo hidrológico, a mesma será estendida à monito-
rização quantitativa das águas subterrâneas, ao mesmo tempo que iniciaremos um processo de
modernização tecnológica com vista à melhoria da qualidade do serviço, o que permitirá melhorar a
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capacidade de análise e previsão de eventos passíveis de gerar danos. Com base na candidatura
ao programa REACT-EU, também levaremos a cabo a implementação de sistemas de alerta de
cheia em bacias de risco da Região Autónoma dos Açores.
¸ Energia
Os investimentos em matéria de energia a realizar em 2022 refletem uma política integrada
de promoção da transição energética nos Açores, proporcionando oportunidades no imediato,
enquanto preparamos o arquipélago para enfrentar os desafios do futuro.
Deste modo, as opções a prosseguir assentam, essencialmente, na promoção do aprovei-
tamento dos recursos naturais de que a Região dispõe, da eficiência energética, da mobilidade
elétrica e do aprofundamento da troca de conhecimento além-fronteiras.
A importância de cada cidadão e de cada entidade açoriana nesta transição é fundamental,
pelo que reforçaremos a atribuição de incentivos e a instalação de equipamentos com vista à
produção e armazenamento de energia a partir de fontes renováveis para autoconsumo. Conce-
deremos especial atenção à obtenção de águas quentes para uso doméstico, com o objetivo de
assegurar a progressiva eletrificação dos consumos no edificado regional, promovendo o uso de
equipamentos mais eficientes.
Sublinhe-se que a eficiência energética — que pressupõe o uso de menos energia para se
obter o mesmo serviço — é fundamental nesta transição energética, não só por diminuir a ener-
gia que é utilizada na Região, mas também pelos impactos diretos que produz na economia dos
cidadãos e das entidades açorianas. Considerando as vantagens apontadas, é de destacar a
abordagem direcionada às famílias em situação de vulnerabilidade, para que consigam, também
por esta via, obter melhorias na sua qualidade de vida.
A educação e a sensibilização dos cidadãos são aspetos chave na prossecução dos objetivos
do Governo Regional dos Açores. Assim, desenvolveremos diversas ações, direcionadas a um
público-alvo diverso, para que consigamos incutir nos açorianos as melhores práticas de eficiência
no consumo de energia. Ao mesmo tempo, é imprescindível qualificar os profissionais que desen-
volvem a sua atividade neste âmbito, preparando-os da melhor forma para atuarem e contribuírem
para a transição energética, melhorando simultaneamente a sua competitividade no mercado.
Alcançar uma maior eficiência energética nos transportes terrestres é, também, uma das
apostas do Governo Regional dos Açores. Continuaremos a impulsionar a mobilidade elétrica por
diversas vias, prosseguindo com a atribuição de incentivos financeiros em caso de aquisição de
veículos elétricos e recorrendo a projetos inovadores e demonstrativos das vantagens da mobili-
dade elétrica numa Região que reúne as características ideais para a sua implementação.
Será, ainda, aprofundada a participação dos Açores em projetos e parcerias nacionais e
internacionais, assentes nos diversos pilares que sustentam a transição energética, fomentando
trocas de conhecimento, bem como a experimentação de novas soluções em matéria de energia
in loco, fundamental numa área em constante evolução tecnológica.
¸ Comércio e Indústria
Durante o ano de 2022, dar-se-á continuidade aos processos de desmaterialização e simpli-
ficação de procedimentos, já iniciados em 2021.
Concluído o processo de revisão do regime de licenciamento dos estabelecimentos industriais,
que introduziu medidas de simplificação, desconcentração do exercício da atividade e a eliminação
da aplicação de taxas, aguarda-se um maior dinamismo deste setor de atividade, em 2022, com as
necessárias respostas adequadas por parte da entidade licenciadora, incluindo, nomeadamente,
a atualização do Portal do Licenciamento Industrial.
Com as alterações introduzidas no Programa de Apoio à Restauração e Hotelaria para a
Aquisição de Produtos Açorianos, pelo Decreto Legislativo Regional n.º 8/2021/A, de 5 de abril,
foram reforçadas as taxas de comparticipação, o valor do apoio financeiro por estabelecimento e
alargado o número de produtos abrangidos por este programa de apoio. Aguarda-se, por isso, um
incremento nas candidaturas, bem como um aumento dos apoios financeiros a atribuir às empresas.
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No sentido de dar resposta a este novo enquadramento, será implementada uma plataforma infor-
mática que permitirá a apresentação das candidaturas por via digital, facilitando o procedimento
junto dos empresários e permitindo uma redução do tempo de análise. O programa de apoio em
referência, para além de representar um importante mecanismo de apoio para os empresários do
setor da restauração, é um instrumento de promoção dos produtos «Marca Açores» e produtos
hortofrutícolas regionais, elemento de dinamização do setor produtivo local, e apresenta-se como
uma política de substituição de importações.
Continuará a merecer especial atenção a medida Acesso aos Mercados, integrada no Sis-
tema de Incentivos Competir+, contemplando a valorização e promoção de bens transacionáveis.
Com esta medida procura-se reforçar, não só o mercado intrarregional, mas também facilitar o
posicionamento dos produtos açorianos nos mercados externos à Região Autónoma dos Açores.
A comparticipação dos custos relacionados com o encaminhamento dos produtos regionais per-
mitirá reforçar a sua competitividade nos mercados onde são habitualmente transacionados, bem
como posicionar-se em novos segmentos de mercado.
Estas medidas serão devidamente complementadas e articulados com outros importantes
projetos, como é o caso da «Marca Açores» e outros eventos promovidos em cooperação com
as empresas açorianas e as suas associações representativas, no que se refere ao reforço da
capacitação e internacionalização dos produtos e das empresas açorianas nos mercados externos.
Pretende-se, por esta via, reforçar a competitividade do tecido empresarial dos Açores e reafirmar
de forma substancial o potencial de exportação de alguns dos principais setores económicos da
Região Autónoma dos Açores, com especial relevância para o setor agroalimentar.
Serão promovidas, em cooperação com os representantes dos empresários, campanhas de
dinamização do comércio tradicional, tendo em vista criar dinâmicas proativas das micro e peque-
nas empresas, dinamizando os centros urbanos, envolvendo empresas e o desenvolvimento de
campanhas de sensibilização junto da população em geral. Estas medidas assentam no facto das
microempresas comerciais e de serviços terem um papel muito relevante na economia regional,
quer em termos de criação de postos de trabalho, quer no que respeita à capacidade de resposta
às necessidades das populações locais.
Dar-se-á continuidade à gestão do Programa POSEI, na sua vertente do Regime Específico
de Abastecimento. Este programa comunitário incide sobre o abastecimento de matérias-primas,
em especial os cereais para as indústrias de moagem e de fabricação de alimentos compostos
para animais, representando um envelope financeiro de 6,3 milhões de euros.
Merecerão o devido apoio e acompanhamento os projetos de carácter mais específico, no-
meadamente no que respeita ao aproveitamento do recurso geotérmico, a exploração de massas
minerais não metálicas e de águas de nascente e minerais naturais. Ao longo do período em
referência, far-se-á a monitorização da exploração do recurso geotérmico da Ribeira Grande e do
recurso geotérmico do Pico Alto, na ilha Terceira. Nesta área, importa também salientar o acom-
panhamento do processo de prospeção e pesquisa referente aos aquíferos suspensos e de base
ocorrentes, situado na zona do Pico Vermelho, concelho da Ribeira Grande, tendo em vista a sua
exploração para fins termais.
¸ Artesanato
O Governo Regional dos Açores pretende estimular e dinamizar a produção artesanal,
tornando-a inovadora e sustentável, contribuindo para a conservação da riqueza patrimonial das
artes e saberes da nossa Região através de um verdadeiro espírito democrático, que se pretende
incrementar nas políticas do setor.
Partindo desse princípio geral, para o qual convergem todas as medidas implementadas,
consideram-se três linhas de ação prioritárias no seguimento de uma estratégia de harmonização
no apoio aos artesãos e ao desenvolvimento das suas empresas, alargando a base de apoio, de
intervenientes e de beneficiários.
Em primeiro lugar, a prioridade centra-se na transição digital e no alargamento do conheci-
mento, da promoção e da valorização das artes e ofícios tradicionais dos Açores, isto é, a transição
digital no artesanato irá permitir novos canais de comunicação e de comercialização, nomeadamente
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 134
em plataformas globais de e-commerce e de comunicação diversificada, com vista à aproximação
dos produtos artesanais açorianos de novos segmentos de mercado, bem como criar novas lei-
turas do território regional em torno do turismo cultural, promovendo a produção artesanal como
atividade contemporânea, atualizada e em constante transformação.
Em segundo lugar, pretendemos melhorar a eficácia dos vários sistemas de apoio (certificação
da qualidade, apoios financeiros, registo das empresas). Na sequência dos trabalhos preparatórios
já desenvolvidos, o Governo Regional dos Açores irá propor uma nova legislação, com o intuito de
facilitar a distinção e a validação dos processos de indicação geográfica de origem e os produtos
com o selo da marca coletiva «Artesanato dos Açores», bem como implementar as alterações
propostas ao Sistema de Incentivos ao Desenvolvimento do Artesanato (SIDART), que permite
apoiar a atividade profissional dos artesãos e o desenvolvimento económico das suas empresas.
A atualização do Registo Regional do Artesanato e da base digital que o suporta irá também ser
atualizada, no sentido de se tornar mais eficaz o trabalho realizado pelo utilizador em benefício
dos artesãos registados, alargando a sua utilização às AJEmCIA enquanto intervenientes funda-
mentais num desenvolvimento que se pretende harmonioso, principalmente no que se refere às
idiossincrasias que cada uma das nove Ilhas comportam.
Por fim, pretendemos resgatar as artes e ofícios tradicionais desenvolvendo o estudo e
preservação das tradições e culturas locais, contribuindo para a formação de uma mentalidade
empreendedora, através da educação, criando novas oportunidades de qualificação profissional
e sensibilizando os jovens para a importância das artes e ofícios. Pretende-se apostar na dina-
mização de atividades alicerçadas na valorização económica e cultural de produtos endógenos e
inovadores, dando continuidade ao sistema de incubação de empresas artesanais, de residências
criativas, bem como incentivar projetos inovadores em colaboração com entidades de todas as
ilhas que, de alguma forma, desenvolvam a sua ação na área do artesanato, sempre na perspetiva
de aliar a tradição e a inovação.
Num permanente acompanhamento das dinâmicas socioeconómicas da sociedade, pretende-
-se consolidar uma estratégia transversal e bem definida da «Marca Açores», que constitua uma
valorização dos produtos e serviços distintivos da Região Autónoma dos Açores e, consequente-
mente, dos respetivos agentes económicos. O objetivo é congregar, nesta diferenciação, a iden-
tidade da terra e do povo açoriano, materializada na sustentabilidade e num saber próprio, que
complementará outros setores de atividade direta e indiretamente ligados.
Serão, nesse sentido, desenvolvidas medidas emanadas pela estratégia que se pretende pros-
seguir a curto e médio prazo, posicionando, cada vez mais, a «Marca Açores» junto dos mercados
regional, nacional e internacional, priorizando os produtos de valor acrescentado e valorizados em
toda a sua cadeia de produção. Para se atingir tal desiderato, considera-se fundamental apostar
na qualificação dos diferentes stakeholders envolvidos neste processo.
Será incrementada e diversificada uma ação de promoção dos produtos endógenos do arqui-
pélago, atuando numa lógica de simbiose de produto versus mercado/consumidor, potenciando
uma ligação mais forte entre a procura específica e a oferta correspondente, implicando, neste
processo, parceiros estratégicos internos e externos à Região Autónoma dos Açores, desde logo,
as associações empresariais.
Considerando a necessidade de se atingir um mercado cada vez mais diferenciado e especí-
fico, serão desenvolvidas novas dinâmicas que estimulem o setor comercial dos produtos «Marca
Açores», através de plataformas logísticas e digitais que contribuam para o reforço do seu posicio-
namento interno e externo. Neste sentido, estas novas formas de transação serão catalisadoras
para o surgimento de redes de relacionamento económico e abertura a novos mercados.
Na área da defesa do consumidor, o papel do Governo Regional dos Açores centra-se na
continuidade do realizado no ano de 2021, através da promoção e apoio a ações de educação,
formação, informação e esclarecimento do consumidor, de um modo geral. Pretende-se continuar
a apoiar as associações de defesa dos consumidores e colaborar no funcionamento do Centro de
Informação, Mediação e Arbitragem da Região dos Açores (CIMARA), por forma a contribuir para
a resolução de conflitos de consumo.
As AJEmCIA terão, em 2022, o desafio da sua completa implementação física na Região
Autónoma dos Açores, com enfoque nas várias áreas funcionais da secretaria regional espalhadas
pelas ilhas da Região Autónoma dos Açores.
Diário da República, 1.ª série
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Pretende-se dotar estas unidades orgânicas de equipamentos e tecnologia que permitirão
aproximar os serviços da secretaria regional a todas as freguesias dos Açores e, por consequência,
a todos os cidadãos das nossas ilhas.
Com a implementação e modernização das AJEmCIA, temos como objetivo primordial a
aproximação, dinamização e apoio aos cidadãos da Região Autónoma dos Açores, sendo que se
pretende que não seja necessária a deslocação das pessoas aos serviços da secretaria regional
que, por norma, se encontram nos centros das ilhas, mas, sim, a deslocação dos serviços da
secretaria regional junto das várias freguesias.
Setorialmente, pretende-se continuar a dar apoio na divulgação de projetos da Juventude,
das medidas e apoios no âmbito da formação, emprego e empresas, bem como apoiar os arte-
sãos espalhados pelas nossas ilhas, estimulando as suas unidades de produção artesanal e a
sua internacionalização, bem como promovendo a valorização do património cultural da Região
Autónoma dos Açores.
Uma governação ao serviço das pessoas, próxima e transparente
¸ Informação e Comunicação Social
No reconhecimento da necessidade e do direito de todas as ilhas acederem e atraírem
novas oportunidades, num verdadeiro desenvolvimento harmonioso de cada uma das ilhas da
Região Autónoma dos Açores, desenvolvemos o conceito de Autonomia de Responsabilização.
Este conceito que estamos a desenvolver nesta XII legislatura, pelo XIII Governo Regional dos
Açores, pretende o reforço da afirmação da identidade açoriana, dos valores democráticos e auto-
nómicos, da participação política da Região Autónoma dos Açores no plano nacional, europeu e
mundial, pelo que tais desideratos só serão possíveis se houver um verdadeiro rigor e acesso à
informação por parte dos açorianos, através dos órgãos de comunicação social e da comunicação
institucional do Governo Regional dos Açores. Ambos contribuem sobremaneira para efetivar um
pensamento livre e crítico, uma efetiva participação da sociedade, a iniciativa dos agentes sociais
e económicos, o bom funcionamento da Administração Pública Regional e das autarquias locais,
e a verdadeira coesão social e territorial que preconizamos.
Os açorianos, quer a nível regional, quer a nível local, devem contar com a liberdade dos
meios de comunicação social e das diversas entidades representativas da sociedade civil e de-
vem poder continuar a beneficiar do acesso à pluralidade da informação por eles proporcionada,
escolhendo livremente entre diversas opções, num ambiente informativo moderno, que os habilite
a tomar decisões informadas e conscientes.
Os órgãos de comunicação social que desenvolvem a sua atividade nos Açores, além de
enfrentarem os desafios estruturais da indústria audiovisual e dos meios de informação, ditados
pelas grandes tendências, há muito observadas, na evolução dos modelos de receitas e na tran-
sição digital, bem como a reduzida dimensão do mercado e a sua dispersão geográfica, foram
profundamente afetados pela pandemia da doença COVID-19.
A recuperação económica e a competitividade dos órgãos de comunicação social privada são
condições prévias a um ambiente mediático saudável, independente e plural, que, por sua vez, é
fundamental para a nossa democracia, autonomia e para a economia regional.
A comunicação social privada exerce uma missão de inquestionável interesse público nos
Açores.
À importância dos media na nossa dispersão arquipelágica, como parceiros mediadores
para a informação e a formação, acresce o seu contributo decisivo para a consolidação de uma
opinião pública qualificada, imprescindível num verdadeiro contexto democrático, pelo que há que
continuar a promover a sua valorização e a salvaguardar a sua independência.
Ao longo do tempo, os apoios públicos à produção e difusão de jornais e emissões de rádio,
à modernização tecnológica e ao desenvolvimento das competências profissionais dos agentes
de comunicação social foram sendo moduladas em razão dos desafios tecnológicos entretanto
surgidos.
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O Programa do XIII Governo Regional dos Açores estabeleceu como objetivo a criação de um
novo enquadramento legislativo de apoio financeiro aos órgãos da comunicação social privada,
com objetividade, independência, estabilidade e regularidade, a ser aprovada na Assembleia
Legislativa da Região Autónoma dos Açores.
Em 2022, serão apoiadas iniciativas de reforço do envolvimento dos órgãos de comunicação
social privados na implementação da estratégia de inovação para a especialização inteligente da
Região Autónoma dos Açores e no desenvolvimento da agenda de transformação económica que
está delineada para Açores, nos próximos anos, prioridade máxima na atual conjuntura.
Os órgãos de comunicação social privados com atividade na Região Autónoma dos Açores
estão bem posicionados para assumir um papel preponderante e acelerar o processo de identifi-
cação das características e dos ativos exclusivos da Região Autónoma dos Açores, de sinalização
das respetivas vantagens competitivas e de mobilização das partes interessadas e dos recursos
em torno de uma visão de futuro orientado para o crescimento inclusivo, que conduza a uma
sociedade com elevados níveis de emprego e de coesão social.
O serviço público de rádio e televisão nos Açores e, bem assim, a cobertura informativa a cargo
da agência de notícias pública, porque indispensáveis numa região de características arquipelágicas
como a nossa, justificam o financiamento de ações formativas e outros eventos que promovam a
atualização de competências profissionais dos colaboradores das Rádio e Televisão de Portugal
e da Lusa — Agência de Notícias de Portugal, em exercício de atividade nos Açores, assim como
as obrigações complementares específicas do serviço público, mediante acordo próprio para o
efeito, a fim de promover a cultura dos Açores e divulgar informação sobre a vida social, política,
económica e desportiva, de todas as ilhas e por todas as ilhas, contribuindo para a construção da
Região Autónoma dos Açores e para a consolidação da unidade dos Açores.
Providenciar-se-á a melhoria da prestação de serviços digitais no relacionamento do Governo
Regional dos Açores com os cidadãos, incrementando a presença online e a sua capacidade de
interação.
Continuar-se-á a desenvolver a imagem do Governo Regional dos Açores, designadamente
através do Portal do Governo Regional dos Açores, compatibilizando-a com as boas práticas de
gestão da informação e de relacionamento digital, desenvolvendo os modelos de geração de
formulários online e o modo de comunicação dos cidadãos, das instituições e das empresas com
o Governo Regional dos Açores.
Em 2022, continuar-se-á com a disponibilização à Administração Pública Regional de acessos
a bases de dados jurídicas, como forma de melhorar os serviços consentâneos com as neces-
sidades de produção regulamentar e de iniciativa legislativa do Governo Regional dos Açores.
Será dada primazia a medidas de desenvolvimento do território regional de carácter interde-
partamental, em resultado da articulação da ação de várias entidades, valorizando as lideranças
locais e a capacitação institucional, difundindo plataformas de diálogo e de cocriação, de experi-
mentação e implementação de políticas, em prol de processos inovadores de governança.
No âmbito da coordenação da atividade governativa da Presidência do Governo Regional
(PGR), serão dinamizados processos de construção coletiva das questões mais relevantes para
o presente e para o futuro do desenvolvimento regional, promovendo-se a realização de um ciclo
de anos temáticos, especificamente direcionado para os desafios com interesse estruturante e
comum ao nível da autonomia, da saúde, da educação, da agricultura e desenvolvimento rural, da
cultura, ciência e transição digital, do ambiente, dos transportes, turismo e energia, da juventude,
qualificação profissional e emprego, das obras públicas e comunicações, assim como no âmbito
dos planos de reativação e retoma económica a serem implementados com recurso aos meios
financeiros colocados à disposição da Região Autónoma dos Açores, pelo Estado ou pela União
Europeia.
Neste enquadramento, serão, ainda, concedidos apoios a entidades públicas e privadas para
o desenvolvimento de ações e projetos que visem a melhoria da qualidade de vida dos açorianos,
a salvaguarda das tradições, usos e costumes ou a promoção da Região Autónoma dos Açores e
em resposta a diversos pedidos que visam contribuir para a promoção do desenvolvimento social
e do bem-estar e qualidade de vida dos açorianos.
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¸ Poder Local
O poder regional e o poder local são parceiros de um desenvolvimento comum. Assim, para
o Plano Anual Regional para o ano de 2022 está prevista a realização das seguintes medidas:
• Estabelecer uma plataforma de apoio técnico às freguesias que lhes dê resposta adequada
em tempo útil.
• Programar e iniciar a execução de um conjunto de ações de informação e formação para
autarcas.
• Assegurar mecanismos de coordenação da cooperação financeira que garantam o cum-
primento, em 2022, e no quadro legislativo vigente os requisitos de transparência, objetividade e
equidade.
• Conceber um novo quadro regulamentar estável de enquadramento da cooperação com as
freguesias que cumpra integralmente os requisitos determinados no Programa do XIII Governo
Regional dos Açores: «Partilha baseada em critérios objetivos e equitativos, transparentes e es-
crutináveis, com previsibilidade e estabilidade no relacionamento do Governo Regional dos Açores
para com as câmaras e as juntas de freguesia».
• Prosseguir a regularização da transferência para os municípios da Região Autónoma dos
Açores da participação do IRS relativo aos anos 2009 e 2010.
• Avaliar os mecanismos de cooperação com os municípios, com o intuito de estabelecer um
quadro instrumental adequado ao tempo presente e aos desafios que temos à nossa frente.
¸ Modernização, Eficiência e Transparência da Administração Pública Regional
A crise pandémica COVID-19 veio reforçar a necessária implementação de um novo para-
digma para a Administração Pública Regional, que abarca o aumento da eficiência e eficácia da
gestão do bem público, a adoção de uma postura orientada para a transparência, para a partilha
de dados e informação pública, o incremento da participação cívica, a sua transformação através
da inovação, da transição digital e da simplificação de processos, de forma a alavancar a criação
de valor e de conhecimento na Região Autónoma dos Açores, e a gestão desse conhecimento
e das pessoas que o geram. Desta forma, destaca-se o reforço do investimento no processo de
modernização e reforma assente, designadamente num plano de modernização, rejuvenescimento
e formação, para uma maior simplificação e desburocratização na Administração Pública Regional
e na sua relação com os cidadãos e com as empresas açorianas.
A natureza insular e arquipelágica dos Açores requer também formas únicas de administra-
ção, impondo-se a adoção de centrais de serviços partilhados nas ilhas de menor dimensão, de
forma a reduzir a atual dispersão de serviços, que acarreta encargos económicos suplementares
sem benefícios para o cidadão. Desta forma, este Plano prossegue a alocação de investimentos
às Centrais de Serviços Partilhados, permitindo a gestão centralizada e integrada de recursos
humanos e equipamentos, uniformizando procedimentos de aquisição e manutenção de bens e
serviços, contribuindo assim para uma maior eficácia e eficiência da Administração Pública Regional
e apetrechando esses serviços das necessárias competências para a sua eficaz operacionalização.
Esta reconfiguração, pela escala que se obtém, permite centralizar os serviços de manutenção da
frota automóvel e parque de máquinas, implementando um sistema de gestão de frotas, e reforçar
competências específicas ao nível de recursos humanos, até hoje deficitárias.
Esta lógica descentralizada de serviços tem já hoje um elemento de sucesso na Rede Integrada
de Apoio ao Cidadão — RIAC, que reúne diversos serviços da Administração Pública Regional ao
cidadão num único local. Essa política terá continuidade, adaptando a infraestrutura tecnológica
da RIAC às novas realidades, assim como no reforço dos serviços prestados, com a qualidade já
reconhecida por todos os cidadãos.
A garantia da qualidade será reforçada pela crescente adoção de processos de certificação
pelos organismos da Administração Pública Regional, assim como o acompanhamento rigoroso
das normas e regulamentos em vigor, promovendo a transferência de informação e adoção de
melhores práticas entre serviços e com outras regiões. Neste sentido, importa fortalecer as com-
petências dos funcionários públicos, reforçando os cursos e ações de formação nas áreas das
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Tecnologias da Informação e Comunicação e do Digital e promovendo, também, a participação em
seminários e outras ações essenciais, como a Gestão pela Qualidade Total e New Governance
dos serviços públicos.
A modernização da Administração Pública Regional passa também pelos equipamentos e in-
fraestruturas disponíveis, sendo essencial um reforço dos meios informáticos e digitais, assim como
de ferramentas centrais, como é o caso do Sistema Integrado de Gestão dos Recursos Humanos
da Administração Pública Regional dos Açores, cujas funcionalidades serão melhoradas de forma
a permitir uma melhor interoperabilidade com outras bases de dados, como a BEPA e a RIAC, a
par da identificação das áreas funcionais e académicas, da inserção de conteúdos formativos e
dos currículos dos trabalhadores da Administração Pública Regional.
Será dada continuidade à política de Orçamento Participativo, acolhendo projetos inovadores
da sociedade civil, pugnando pela conclusão dos projetos resultantes das propostas vencedoras
das edições anteriores, em estreita colaboração com as entidades responsáveis pela sua execução,
materializando o envolvimento ativo e a participação dos cidadãos açorianos no processo de
decisão de políticas públicas, promovidas pelo Governo Regional dos Açores.
Será reforçado o Gabinete da Prevenção da Corrupção e da Transparência, através da Ins-
peção Regional Administrativa e da Transparência (IRAT), com vista à promoção de uma cultura
de integridade na esfera pública, a coordenação dos instrumentos de prevenção de riscos de
corrupção e infrações conexas e o desenvolvimento de estratégias adequadas para prevenção da
corrupção na Região Autónoma dos Açores. Numa primeira fase, decorrerá a capacitação deste
serviço, que atuará essencialmente por duas vias: a do controlo e coordenação dos instrumentos
de prevenção de riscos de corrupção e infrações conexas e a da educação e sensibilização para
a problemática.
É fundamental impulsionar uma maior acessibilidade, inclusão e abertura da Administração
Pública Regional na sua interação com os cidadãos e empresários, dando continuidade à simpli-
ficação do quadro legislativo, e pela criação de instrumentos e ferramentas de apoio a uma maior
transparência e facilidade de acesso à informação pública, disponibilizada, sempre que possível,
em formato de cocriação e/ou experimentação.
A informação fiável e credível é não só um pilar da transparência, como também é crucial
para a tomada de decisões atempadas e fundamentadas, tanto pelo setor público, como pelas
atividades sociais e económicas do setor privado. Neste sentido, será gradualmente reforçada a
independência técnica do SREA, definindo livremente os métodos, as normas e procedimentos
estatísticos, bem como o conteúdo, a forma e momento da divulgação da informação, em ligação
com o restante Sistema Estatístico Nacional ou o Sistema Estatístico Europeu.
O SREA pretende continuar a desenvolver a sua atividade enquanto autoridade estatística
regional. Estão previstas várias operações estatísticas de iniciativa e interesse exclusivo regional
e de âmbito nacional. Pretende-se continuar a promover ações de literacia estatística, com vista a
desenvolver uma cidadania mais consciente e uma melhor capacidade de leitura e interpretação
da informação publicada, por parte de todos os agentes da sociedade açoriana. Promover-se-á a
ligação a instituições de ensino superior e investigação científica, nomeadamente a Universidade
dos Açores, gerando sinergias ao nível da disponibilização de informação estatística oficial a essas
instituições, enquanto se impulsiona a aquisição de conhecimentos e competências técnicas por
parte do SREA.
¸ Obras Públicas e Transportes Terrestres
O Plano Regional Anual para o ano de 2022 prevê uma dotação na ordem dos 125 milhões de
euros, no total do Programa «Obras Públicas, Transportes Terrestres e Comunicações». As ações
referentes às Obras Públicas e Transportes Terrestres totalizam cerca de 112,5 milhões, dos quais
mais de 59 milhões correspondem a ações que visam implementar investimentos decorrentes das
políticas setoriais dos restantes departamentos do Governo Regional dos Açores, que a Secretaria
Regional das Obras Públicas e Comunicações (doravante, SROPC) se propõe executar, atendendo
à concentração das obras públicas operada pelo Decreto Regulamentar Regional n.º 10/2021/A,
de 22 de junho.
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No ano de 2022, o principal enfoque em matéria de obras públicas prende-se com a execução
do Plano de Recuperação e Resiliência, estando previstas as seguintes ações:
• Circuitos logísticos terrestres — São Miguel: Melhoria das acessibilidades das Furnas-
-Povoação; variante às Capelas e variante Portal do Vento;
• Circuitos logísticos terrestres — Terceira: Promoção das condições de acessibilidade,
mobilidade e segurança rodoviária — Ligação entre a Via Vitorino Nemésio (VVN) e Circular de
Angra;
• Circuitos logísticos terrestres — São Jorge Promoção das condições de acessibilidade,
mobilidade e segurança rodoviária — ligação entre norte e sul da ilha — transversal;
• Circuitos logísticos terrestres — Santa Maria: Construção da variante à Vila do Porto;
• Circuitos logísticos terrestres — Graciosa: Ligação entre a ER 3-2.ª e a ER 4-2.ª;
• Circuitos logísticos terrestres — Pico: Construção da circular à Vila da Madalena;
• Circuitos logísticos terrestres — Faial: Construção da 2.ª fase da variante à cidade da
Horta;
• Reabilitação da Escola Profissional das Capelas e criação do Centro de Qualificação dos
Açores;
• Reestruturação das redes de Internet e de Wi-Fi das escolas da Região Autónoma dos
Açores;
• Remodelação do Auditório do CEFAPA, em Angra do Heroísmo.
Com referência aos transportes terrestres, a Direção Regional das Obras Públicas e dos
Transportes Terrestres (DROPTT), serviço executivo da SROPC, com competências em matéria de
regulamentação, fiscalização e exercício das funções de coordenação e planeamento do setor dos
transportes terrestres, supervisão e regulamentação das atividades desenvolvidas neste setor, de
modo a satisfazer as necessidades de mobilidade de pessoas e bens, visando ainda, a promoção
da segurança rodoviária, da qualidade e dos direitos dos utilizadores dos referidos transportes, e
a aplicação do direito contraordenacional rodoviário, propõe-se, a desenvolver, no ano de 2022,
através do Serviço Coordenador dos Transportes Terrestres, designadamente o seguinte:
• Consolidar o transporte público coletivo de passageiros como serviço acessível a todos os
cidadãos;
• Promover campanhas de segurança rodoviária visando combater as causas da sinistralidade
rodoviária, mantendo os Açores como um destino seguro também a este nível;
• Implementar o sistema SIGA — Sistema Informático de Gestão de Autos de Contraorde-
nação Rodoviária.
No âmbito dos transportes terrestres, releva-se, ainda, a atuação do Fundo Regional dos
Transportes Terrestres, que tem por finalidade colaborar na definição e execução das políticas
governamentais de apoio aos transportes terrestres na Região Autónoma dos Açores, nomea-
damente através de protocolos para a aquisição de viaturas e equipamentos que permitem aos
profissionais das forças de segurança, que prestam serviços nos Açores, melhores condições de
acesso à formação e fixação.
¸ Laboratório Regional de Engenharia Civil
O Laboratório Regional de Engenharia Civil (LREC) pretende, com o Plano Regional Anual
para o ano de 2022, contribuir para reforçar a sustentabilidade do setor da construção civil nos
Açores, tendo sempre presente a contínua adaptação dos serviços, ensaios e calibrações dispo-
nibilizados às necessidades das entidades públicas e privadas ligadas à construção civil e obras
públicas na Região Autónoma dos Açores.
A Investigação, Desenvolvimento e Inovação permitirá contribuir de forma decisiva para o
cumprimento dos objetivos propostos num setor em constante evolução e adaptação.
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Outra área com significado para o LREC, que cumpre destacar, é a promoção da susten-
tabilidade e circularidade na sua área de atividade, assim como a continuidade na estratégia de
fomento da utilização de materiais endógenos regionais.
¸ Comunicações
As ações a executar no Plano Regional Anual para o ano de 2022 correspondem a um total
de investimento superior a 8,9 milhões. No âmbito do projeto de Sistemas de Informação e Infra-
estruturas de Suporte estão previstas quatro ações:
• O Desenvolvimento dos Sistemas de Informação: Ações focadas na integração, eficiência e
desempenho dos sistemas de informação em exploração, na gestão do licenciamento de software
e na sua eficiência, na implementação de políticas de gestão e do desenvolvimento de software e
na gestão e exploração das infraestruturas de computação e de armazenamento de dados;
• A melhoria dos Sistemas Informáticos: Ações de melhoria da infraestrutura de suporte da
rede informática do Governo Regional dos Açores e dos equipamentos terminais que a constituem;
• A Azores Cloud: Ação de modernização e centralização dos sistemas de computação e de
armazenamento de dados do Governo Regional dos Açores, com incremento de segurança, de
redundância e da sua resiliência, através da implementação de uma infraestrutura tecnológica de
dois Datacenters em geografias distintas da Região Autónoma dos Açores;
• As redes de Dados e de Comunicações: Ação de otimização e exploração da rede de co-
municações de voz, dados e Internet, a melhoria das condições de cobertura do acesso sem fios
à rede e a gestão das comunicações móveis do Governo Regional dos Açores.
No projeto Cibersegurança e Segurança da Informação, preveem-se três ações:
• A Infraestrutura de Segurança Informática e da Informação: Com a aquisição e implemen-
tação de soluções e de infraestruturas de segurança, a implementação de políticas de segurança
no âmbito do perímetro da rede e da informação do Governo Regional dos Açores;
• A Cibersegurança: Ação de desenvolvimento de ações de sensibilização, divulgação e
formação no âmbito da cibersegurança, no contexto da Administração Pública Regional, setor
empresarial da Região Autónoma dos Açores e restante população em geral;
• Implementação de um Security Operations Center, transversal ao Governo Regional dos
Açores para proteção, análise, prevenção e reação a incidentes de segurança informática.
No projeto Redes Públicas e Tecnologias de Comunicação, são consideradas duas ações:
• As Infraestruturas de acesso à Internet;
• A monitorização do setor das telecomunicações e dos serviços postais: Esta ação visa o
acompanhamento da atividade dos operadores económicos do setor das comunicações, da sua
oferta tecnológica e comercial nos Açores, o acompanhamento da atividade e iniciativas do Re-
gulador e Autoridade Nacional das Comunicações (ANACOM) e o acompanhamento do processo
de substituição da rede Continente-Açores-Madeira (CAM), de cabos submarinos de fibra ótica,
que asseguram, de forma redundante, a comunicação dos Açores com o resto do mundo.
Afirmar os Açores no mundo
¸ Comunidades, Emigração e Imigração
Durante o ano de 2022, o Governo Regional dos Açores irá dinamizar novas formas, mais
eficientes e eficazes, de comunicação entre as comunidades açorianas e destas com a Região
Autónoma dos Açores, através da criação de ferramentas que, para além de possibilitarem uma
partilha de conhecimento e a divulgação de cada uma das comunidades e das suas instituições,
estimularão a relação destas com os diversos setores da sociedade açoriana.
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De forma a garantir um pleno acolhimento aos emigrantes regressados, serão realizadas e
apoiadas ações que contribuam para a sua inserção sociocultural, valorizando as suas competên-
cias, bem como um contínuo apoio personalizado em todas as ilhas, através da disponibilização
de serviços relacionados com os processos migratórios.
Serão promovidos intercâmbios entre os Açores e as comunidades em diversas áreas, valori-
zando o seu potencial social e cultural, mas também económico, bem como a promoção dos Açores
e da açorianidade, designadamente através das novas tecnologias e das novas gerações.
O Governo Regional dos Açores desenvolverá ações com as Casas dos Açores, enquanto
instituições fundamentais na preservação e dinamização da identidade cultural e da difusão da
açorianidade, reforçando o seu importante papel através do desenvolvimento de projetos comuns.
Paralelamente, e tendo em conta que a convergência cultural existente na Região Autónoma
dos Açores é uma mais-valia no campo das oportunidades de enriquecimento, desenvolver-se-
-ão projetos que potenciem a integração da comunidade imigrante, quer através da realização
de cursos de língua portuguesa, quer através da criação de ações que promovam a preservação
das raízes identitárias de cada indivíduo, enquanto determinante para o progresso e desenvolvi-
mento do arquipélago, procurando, ainda, reforçar medidas e ações que visem uma cooperação
institucional.
Será ainda fomentada a realização de ações que estimulem a interculturalidade e o combate
a comportamentos discriminatórios, através de iniciativas no âmbito da educação intercultural.
¸ Transportes Aéreos e Marítimos
Nos territórios insulares e ultraperiféricos, com características muito particulares e diferencia-
das entre as diversas ilhas, tudo o que diga respeito à acessibilidade afeta, de forma determinante,
a competitividade e o desenvolvimento socioeconómico, na medida em que é a capacidade da
mobilidade de pessoas e bens que alavanca a dinamização das transações económicas, que, por
sua vez, estimula e incrementa a tão almejada competitividade das empresas e ato contínuo, a
melhoria das condições de vida das pessoas.
Se em qualquer parte ou economia do mundo, ao longo dos tempos, os transportes assumi-
ram, assumem e continuarão a assumir um papel importante, nos Açores, os transportes têm um
impacto incomensurável, até porque atuam de forma transversal na economia regional, sendo
imprescindíveis para o vigor económico e comercial da Região Autónoma dos Açores, para além
de se revestirem de uma importância fulcral na coesão territorial e social.
Bem sabemos que é difícil conceber um crescimento económico robusto, gerador de empregos
e de riqueza, sem um sistema de transportes eficaz, com capacidade para extrair pleno proveito
do mercado interno e do efeito da globalização do comércio. É, por isso, imperioso implementar
uma política musculada de investimentos na área dos transportes.
Assim sendo, no que diz respeito ao transporte aéreo, o Governo Regional dos Açores define
como totalmente prioritário «salvar a SATA». Desta forma, e de acordo com o Plano de Reestru-
turação apresentado pela SATA junto da Comissão Europeia, proceder-se-á a um aumento de
capital repartido pelos anos de 2021 e 2022,
Pretende-se ainda manter o subsídio ao passageiro residente para viagens aéreas interilhas,
vulgo «Tarifa Açores», o que permite continuar a alavancar a mobilidade dos açorianos, a frequên-
cia, previsibilidade e estabilidade no transporte, tanto de pessoas como de mercadorias.
Em relação às infraestruturas aeroportuárias, pretende-se promover a requalificação da
cobertura do terminal de passageiros da Aerogare Civil das Lajes, bem como proceder à remo-
delação da área do check-in, dotando, assim, a Aerogare Civil das Lajes de um novo sistema de
tratamento de bagagem, que seja mais seguro e eficaz.
Tendo como objetivo o desenvolvimento económico e social regional sustentável e a devida
utilização dos recursos aeroportuários disponíveis, envidaremos esforços no sentido de proceder
à devida divulgação da Certificação Civil do Aeroporto das Lajes junto de todas as entidades na-
cionais e internacionais, através dos canais próprios, bem como desenvolveremos ações a fim de
angariar novos fluxos turísticos para a ilha Terceira junto das companhias aéreas e operadores
turísticos.
Diário da República, 1.ª série
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Para além de se garantir as obrigações de serviço público para os serviços aéreos regula-
res interilhas e uma maior robustez financeira à SATA Air Açores, pretende-se prosseguir com a
melhoria da operacionalidade e segurança das infraestruturas aeroportuárias da responsabilidade
da Região Autónoma dos Açores, nomeadamente a empreitada de remodelação do Sistema de
Supervisão e Controle de Lâmpadas Incandescentes (SSCLI) no aeródromo da ilha do Pico; em-
preitada de ampliação do parque de estacionamento das viaturas nos aeródromos das ilhas de
S. Jorge e das Flores.
Já no domínio dos transportes marítimos pretende-se dar continuidade ao serviço público de
transporte marítimo de passageiros e viaturas interilhas, através de obrigações de serviço público,
bem como melhorar as acessibilidades e frequências às ilhas de menor dimensão, com vista a
um eficaz movimento de carga.
Ao nível das infraestruturas portuárias, tendo em vista aumentar os seus índices de produti-
vidade e de segurança, prosseguir-se-á com obras de reperfilamento do cais -10 (ZH) e repavi-
mentação do terrapleno do porto de Ponta Delgada, de construção da rampa ro-ro e ferry e obras
complementares de abrigo do porto de Pipas, de requalificação do porto das Poças, de construção
do terminal marítimo de passageiros do porto de S. Roque e de requalificação das oficinas do
armazém e do edifício das operações portuárias do porto da Praia da Vitória, bem como lançar
novos procedimentos, como a construção da gare marítima no porto do Corvo, a aquisição de
carrinhos de bagagem para a gare das Velas, o estudo para o ordenamento da baía e proteção da
orla marítima do Cais do Pico, bem como promover a revisão do plano diretor do porto de Ponta
Delgada.
No âmbito dos investimentos decorrentes dos prejuízos causados pelo furacão Lorenzo,
pretende-se dar continuidade à proteção de emergência ao terrapleno portuário e cais a – 5 (ZH) do
porto das Lajes das Flores, à construção de ponte-cais no porto das Lajes das Flores, à reparação
do molhe do porto das Lajes do Pico, à reparação dos danos no porto das Pipas e marina de Angra
do Heroísmo, e iniciar as obras de reparação dos molhes dos portos comercial e de recreio de
Vila do Porto e de reparação do molhe e do muro cortina e das infraestruturas do porto de Ponta
Delgada, bem como lançar novos procedimentos para projetos em fase de desenvolvimento, como
a reconstrução e requalificação do porto das Lajes das Flores.
O Governo Regional dos Açores pretende, em 2022, iniciar o projeto relativo à construção de
um museu da aviação açoriana e atlântica, visto não ter sido possível, conforme previsto.
¸ Turismo
A conjuntura pandémica recente desafiou-nos a todos a um nível de esforço nunca antes
vivido no que diz respeito à sustentabilidade do turismo regional, ao longo de mais de um ano.
O maior desafio e a prioridade estratégica para os Açores, à semelhança de qualquer região onde
a atividade turística assume uma importância estrutural na economia, foi primordialmente o apoio
às empresas e a revitalização do setor, procurando assegurar a manutenção do emprego e da
capacidade produtiva e visando uma retoma tão breve quanto o possível da rota de crescimento
que vinha a ser registada antes da pandemia da doença COVID-19.
Sendo este um setor estratégico fortemente afetado por esta inesperada conjuntura, o Governo
Regional dos Açores empenhou-se ativamente no desenvolvimento de soluções de apoio às
empresas, com a consciência de que a reativação de toda a atividade turística seria fundamental
para impulsionar a recuperação económica e para acelerar o regresso à normalidade possível, a
curto prazo, de todo o setor e das respetivas atividades económicas que compõem a sua cadeia
de valor. Procurou-se minimizar os efeitos negativos decorrentes da pandemia, mobilizar e asse-
gurar fatores geradores de confiança e qualificação dos serviços, bem como demonstrar, a nível
internacional, o exemplar desempenho dos Açores e os altos níveis de segurança atingidos como
elementos de atratividade turística no atual paradigma. Apostou-se, igualmente, na dinamização
do turismo de proximidade, nomeadamente no mercado nacional e no turismo interno, através de
iniciativas destinadas a estimular a deslocação e visita dos residentes a outras ilhas.
Ultrapassado o período mais crítico da situação epidemiológica, o turismo regional tem vindo
gradualmente a revelar sinais animadores no que diz respeito à retoma da atividade turística, com
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um desempenho de destaque face às demais regiões nacionais, conforme evidenciam os indica-
dores estatísticos disponíveis neste momento, que, apesar de ainda serem provisórios, confirmam
uma clara tendência de crescimento comparativamente ao período homólogo do ano passado e
originam expectativas de que esta tendência continuará a ser reforçada a partir de agora.
Os Açores são, neste momento, a região portuguesa que mais tem crescido, em particular no
período mais recente, o que revela que a Região Autónoma dos Açores, enquanto destino turístico,
tem vindo a conquistar a confiança dos mercados emissores de forma sustentada, em resultado
das medidas implementadas pelo Governo Regional dos Açores no combate à pandemia e que
se traduzem numa clara melhoria dos indicadores de Saúde Pública e no reconhecimento da se-
gurança do destino, reforçada, neste momento, com a quase totalidade da população vacinada.
Neste cenário de retoma da atividade turística, que se tem vindo a concretizar de forma notória,
os Açores têm certamente beneficiado da notoriedade conquistada enquanto destino de Turismo
de Natureza, certificado como o primeiro arquipélago sustentável do mundo, pela EarthCheck,
segundo os critérios do Conselho Global do Turismo Sustentável (GSTC), fatores competitivos
que se registam entre as grandes tendências da procura internacional do setor.
É, pois, evidente que este é um rumo do presente e do futuro. O enfoque nos projetos e
políticas que elevem os níveis de sustentabilidade atuais será, assim, o nosso grande desafio da
próxima década, tal como se vislumbra nas decisões nacionais e comunitárias. Este é um esforço
que conta com o envolvimento de todos e que é para todos. É nesse sentido que a sustentabilidade
ambiental, económica, social, cultural e turística será prioridade inerente ao desenvolvimento do
turismo, que tende a focar-se na nossa economia verde e na nossa economia azul.
O Governo Regional dos Açores continuará a reforçar a aposta em modelos positivos de
desenvolvimento centrados na valorização do território e dos residentes, fortalecendo os ativos
mais valiosos e diferenciados que caracterizam a Região Autónoma dos Açores, como o nosso
património identitário natural e edificado e a nossa cultura e história, preservando-os e potenciando-
-os de uma forma responsável e sustentável, não pondo em causa a imagem de excelência que
nos é reconhecida e que nos tem fortalecido como destino turístico de natureza e experiencial.
É pela via do posicionamento nos mercados emissores prioritários como destino turístico
diferenciador, exclusivo, de natureza e sustentável que garantimos que o turismo nos Açores se
poderá afirmar cada vez mais como uma atividade valorizadora dos nossos recursos naturais,
conseguindo distribuir os fluxos de visitantes ao longo do ano e em todo o arquipélago, procurando
contrariar a, ainda, marcada sazonalidade e que contribui efetivamente para a criação de riqueza
e emprego.
Para a concretização destes objetivos será fundamental a melhoria das acessibilidades in-
ternas e externas, que devem, também, garantir uma oferta de ligações capazes de gerar fluxos
turísticos junto de mercados estratégicos, bem como a enfatização da comunicação dirigida aos
segmentos-alvo através de ações de promoção turística, nomeadamente, através do enfoque no
marketing digital.
O aumento da notoriedade do destino no exterior junto dos segmentos de mercado definidos,
em especial os direcionados ao Turismo de Natureza e Sustentável, será uma prioridade ao nível
da promoção, pois impulsionará fluxos turísticos de valor acrescentado para a Região Autónoma
dos Açores e manterá a identidade da marca e da experiência idealizada e vivida no destino.
Serão fundamentais a implementação de um novo Plano Estratégico e de Marketing do
Turismo dos Açores, enquanto ferramenta orientadora das estratégias de promoção externa do
destino e organização do produto; do Programa de Ordenamento Turístico da Região Autónoma
dos Açores (POTRAA), enquanto instrumento de gestão territorial para o turismo; da Política de
Gestão da Sustentabilidade do Turismo dos Açores, enquanto documento orientador das intenções
do destino no que diz respeito à sustentabilidade; e do Plano de Ação para a Sustentabilidade
do Destino Turístico Açores 2019-2027, que agrega um conjunto de compromissos sustentáveis
e ações concretas, devidamente articuladas com as várias secretarias regionais do Governo Re-
gional dos Açores. Serão estes os grandes mapas orientadores das políticas de turismo a seguir
nos próximos anos e que refletirão o futuro do turismo como atividade económica, mas, também,
sustentável, geradora de valor e emprego. O processo de Certificação dos Açores como Destino
Sustentável, pelos critérios da Global Sustainable Tourism Council (GSTC), continuará a ser a
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ferramenta orientadora no que diz respeito ao desenvolvimento dos Açores como Destino Turístico
Sustentável, e, por isso, uma prioridade na sua implementação, transversal aos setores público
e privado. O Plano + Sustentável 20-23 e a Estratégia Turismo 27, definidos como referenciais
estratégicos pelo Turismo de Portugal, são também planos de referência que serão implementados
nas nossas práticas.
A qualificação e valorização do destino, tanto ao nível dos serviços como dos produtos, serão
fundamentais para nos posicionar como um destino de oferta diferenciadora, fortalecendo-nos
competitivamente perante mercados concorrentes.
Ao nível dos serviços, a qualificação passará pela formação de profissionais do setor, pela
melhoria da imagem da rede integrada dos postos de informação turística e pela aposta em novas
tecnologias, de forma a elevar a qualidade dos serviços prestados, do «receber bem» e do «sa-
ber receber» e da valorização dos nossos conteúdos de informação turística, que se adaptarão
às novas tendências de digitalização, com vista a promover um destino turístico diferenciado e
ricamente diversificado.
Ao nível do produto, investir-se-á na inovação, organização, manutenção e reestruturação dos
produtos atuais, tal como o pedestrianismo, o BTT, o canyoning, entre vários outros, consolidando-
-os e adaptando-os aos novos perfis e tendências de consumo que se ajustam à Região Autónoma
dos Açores. A implementação de infraestruturas, como as de apoio às empresas de animação
turística e as que contribuam para a diversificação de uma oferta cada vez mais diferenciadora
e com maior poder competitivo, em relação à concorrência, são também uma prioridade, com
especial enfoque na rede de percursos pedestres, que conta já com 840 km, a rede de acesso à
atividade de canyoning, a rede de percursos cicláveis e centros de BTT, bem como a valorização
e implementação de rotas culturais valorizadoras do território e dos seus ativos tangíveis e intan-
gíveis. É através deste esforço integrado de qualificação transversal do destino que se potenciará
a descentralização do turismo pelas nove ilhas, de forma coesa e sustentada.
A política de desenvolvimento dos Açores enquanto destino turístico está, assim, suportada
numa visão integrada de valorização do território, com o contributo e para benefício de todos os
açorianos, elevando a riqueza natural e cultural da Região Autónoma dos Açores como fatores
diferenciadores e qualificadores de uma experiência imersiva, que potencia o desenvolvimento
harmónico, coeso e sustentável de todas as ilhas.
¸ Assuntos Europeus e Cooperação Externa
Os Açores, enquanto arquipélago localizado em pleno Atlântico e enquanto Região Ultraperi-
férica da União Europeia, são necessariamente cruciais para o desenvolvimento da política externa
portuguesa, permitindo à Região Autónoma dos Açores atuar num panorama político internacional,
seja ao nível de relacionamento com outras instituições europeias e internacionais, seja ao nível
do desenvolvimento de laços económicos, sociais e culturais em matéria de cooperação externa.
O estreitamento de laços com outras comunidades do Atlântico e a aposta na cooperação
interinsular, privilegiando a Macaronésia e outros países a sul, sem esquecer a nossa longa
cooperação com as comunidades a norte, sobretudo na Diáspora, enriquece e valoriza o nosso
arquipélago dada a sua centralidade atlântica.
A nossa pertença à UE e a assunção da ultraperiferia e do regionalismo como mais-valias
permitem-nos fazer parte de um projeto europeu que se concretiza em toda a sua plenitude na
união assente em valores como a solidariedade, a cooperação, o multiculturalismo e o respeito
pela diversidade.
É esse projeto supranacional, com alicerces a nível local, que permite aos Açores fazerem
parte de uma voz comunitária, seja junto do Parlamento Europeu, do Conselho ou da Comissão
Europeia, sendo certo que o Governo Regional dos Açores pugnará sempre pela defesa dos in-
teresses da Região Autónoma dos Açores, tanto ao nível dos direitos, como dos deveres, e em
respeito pelo princípio da subsidiariedade.
A nossa ação para 2022 passará necessariamente por aumentar a nossa presença efetiva
nas instituições europeias e internacionais, mas também receber e concretizar eventos na Re-
gião Autónoma dos Açores, reuniões e encontros de cariz internacional seja ao nível de projetos
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ao abrigo do INTERREG, seja ao nível de encontros que potenciam a cooperação com demais
instituições nomeadamente com a Comissão Europeia, Comité das Regiões, Conselho da UE e
Parlamento Europeu.
É também intenção do Governo Regional dos Açores valorizar ações de cidadania europeia,
que até ao momento se encontraram condicionadas ao nível dos encontros presenciais por força
da pandemia, sendo nosso ensejo desenvolver iniciativas para os jovens açorianos e repercutir
nestes os valores de uma UE democrática, solidária e unida na diversidade.
Pretendemos, assim, realizar iniciativas junto das comunidades escolares que permitem a
divulgação da UE, incluindo o ensino profissional e universitário.
Daremos continuidade aos programas de formação como a Bolsa José Medeiros Ferreira e
o Estagiar Europa.
Faremos do Gabinete dos Açores em Bruxelas uma verdadeira ponte de interação com as
demais organizações europeias e internacionais, existentes em Bruxelas, e as associações e
organismos existentes na Região Autónoma dos Açores, seja do ponto vista social, económico e
cultural.
A nossa missão será, pois, o reforço da presença dos Açores na Europa e nas comunidades
atlânticas na ótica de reforço de redes de networking e de parcerias institucionais que dotem a
Região Autónoma dos Açores de mais poder funcional, evidenciado pela nossa posição geopolí-
tica e geoestratégica. Assumimo-nos, pois, como atores do sistema internacional. Em defesa dos
Açores.
IV — Investimento Público
Dotação do Plano
O Plano Regional Anual para o ano de 2022 contempla as ações promovidas diretamente
pelos departamentos da Administração Pública Regional, mas também as que são executadas
por entidades públicas, que, em articulação com as respetivas tutelas governamentais, promovem
projetos de investimento estratégicos, no quadro da política de desenvolvimento apresentada nas
Orientações de Médio Prazo.
Os valores de despesa de investimento público previsto para 2022 ascendem a 955,6 milhões
de euros, dos quais 781,4 milhões são da responsabilidade direta do Governo Regional dos Açores.
A dotação financeira afeta ao objetivo «Políticas para a Coesão Social e para a Igualdade de
Oportunidades» ascende a cerca de 282,2 milhões de euros, absorvendo 29 % do valor global
do Investimento Público.
As áreas de intervenção que integram o objetivo «Um Futuro Mais Digital e Ecológico no Seio
da Sociedade do Conhecimento» representam 37 %, a que corresponde uma despesa prevista
de 356,3 milhões de euros.
O objetivo «Uma Governação ao Serviço das Pessoas, Próxima e Transparente», dotado com
82 milhões de euros, representa 9 % do valor global do Investimento Público.
Para «Afirmar os Açores no Mundo», está consagrada uma dotação de 235 milhões de euros,
representando 25 % do valor global.
Repartição do Investimento Público por Objetivos de Desenvolvimento
POLÍTICAS PARA A COESÃO SOCIAL
E PARA A IGUALDADE DE
OPORTUNIDADES
25% 29% UM FUTURO MAIS DIGITAL E
ECOLÓGICO NO SEIO DA
SOCIEDADE DO CONHECIMENTO
9%
UMA GOVERNAÇÃO AO SERVIÇO
DAS PESSOAS, PRÓXIMA E
37%
TRANSPARENTE
AFIRMAR OS AÇORES NO MUNDO
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Quadro Global de Financiamento da Administração Pública Regional
Em termos previsionais, para o ano de 2022, a despesa pública regional está estimada em
1830,7 milhões de euros, dos quais 857,1 milhões de euros de despesas de funcionamento e
973,6 milhões de euros de investimento público.
As receitas próprias constituem a principal fonte de financiamento do orçamento da Região,
estimando-se que atinjam os 824,5 milhões de euros, o que corresponde a 45 % da totalidade
da receita.
As transferências do Orçamento de Estado, da União Europeia e de outros fundos, asseguram
a cobertura financeira de 68 % da despesa global de investimento público.
O Plano Regional para 2022 prevê uma dotação de 799,4 milhões de euros, de investimento
direto do Governo Regional.
2022
Valor %
Saldo Inicial
ORIGEM DE FUNDOS 1 830,7 100,0%
(1) Receitas Próprias 824,5 45,0%
(2) Transferências do OE 326,3 17,8%
(3) Fundos Comunitários 335,7 18,3%
(4) Outros Fundos 174,2 9,5%
Subtotal
1 660,7 90,7%
(5) Nec. de Financiamento
170,0 9,3%
APLICAÇÃO DE FUNDOS
1 830,7 100,0%
(6) Despesas de Funcionamento
857,1 46,8%
Juros da dívida
39,1 2,1%
(7) Investimento Público na RAA
973,6 53,2%
Plano
799,4 43,7%
Rácio (1)/(6) 96,2%
Nota: Exclui operações de refinanciamento.
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V — Desenvolvimento da Programação
O Plano Regional Anual para o ano de 2022 estrutura-se em 12 programas, que, por sua vez,
integram 127 projetos e 680 ações.
Neste capítulo será apresentada a descrição de cada uma das ações previstas, o respetivo
enquadramento em programa e projeto e as respetivas dotações financeiras.
Programa 1 — Informação, Comunicação e Cooperação Externa
Programação financeira
Euro
Programação material
1.1 — Apoio aos Media
1.1.1 — Programa de Apoio à Comunicação Social
Apoios a conceder aos órgãos de comunicação social, nos domínios do desenvolvimento
digital, da difusão informativa interilhas e para fora da Região Autónoma dos Açores, da aces-
sibilidade à informação, valorização dos profissionais da comunicação social e apoio especial à
produção, incentivando o estabelecimento de parcerias com entidades externas; iniciativas na área
da comunicação social que contribuam para a formação dos agentes do setor e para a promoção
externa pelos diversos órgãos de comunicação social.
1.1.2 — Plataforma Eletrónica de Comunicação com o Cidadão
Reformulação do Portal do Governo Regional dos Açores — Plataforma E-Citizen. Desen-
volvimento da prestação de serviços digitais no relacionamento dos cidadãos com o Governo
Regional dos Açores; iniciativas de facilitação da comunicação do cidadão com a Administração
Pública Regional; aumento da presença web dos departamentos do Governo Regional dos Açores
e ações de melhoria da sua comunicação institucional.
1.1.3 — Financiamento de obrigações específicas do serviço público de notícias e de tele-
visão
Financiamento de obrigações complementares específicas do serviço público de televisão,
como forma de assegurar a existência de um serviço que promova a cultura dos Açores e divulgue
informação sobre a vida social, política, económica e desportiva das ilhas; difusão de informações
de interesse geral, nomeadamente em matéria de saúde e segurança pública; apoio à atualização
e desenvolvimento das competências profissionais dos colaboradores da RTP e da LUSA, em
exercício de atividade nos Açores.
1.2 — Jornal Oficial
1.2.1 — Acesso a bases de dados jurídicos
Disponibilização de acesso a bases de dados jurídicos pelos serviços da Administração Pública
Regional; estudos e pareceres jurídicos relacionados com a produção regulamentar e iniciativa
legislativa do Governo Regional dos Açores; atualização da plataforma de edição do Jornal Oficial
da Região Autónoma dos Açores (JORAA).
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1.3 — Coordenação da Atividade Governativa
1.3.1 — Relações com entidades governamentais externas e com outras entidades
Coordenação da atividade governativa regional com órgãos de soberania, entidades gover-
namentais externas e outras entidades; dinamização de processos de construção coletiva das
questões mais relevantes para o presente e futuro do desenvolvimento regional, com a realização
de um ciclo de anos temáticos; apoio a entidades públicas e privadas em ações e projetos de
desenvolvimento que visem a melhoria da qualidade de vida dos açorianos, a salvaguarda das
tradições, usos e costumes ou a promoção da Região Autónoma dos Açores.
1.4 — Relações com o Atlântico e Territórios de Interesse Estratégico para os Açores
1.4.1 — Centralidade Atlântica
Dinamização e valorização da dimensão atlântica da Região Autónoma dos Açores nas re-
lações com os Estados, entidades territoriais, instituições, organismos externos, com interesse
económico, político e estratégico, através da promoção externa, do estabelecimento de protoco-
los e/ou parcerias, atribuição de apoios, implementação de projetos comuns com a Macaronésia
e aprofundamento de relações bilaterais com estes e outros territórios estratégicos. Reforçar a
aproximação às representações diplomáticas e organizações internacionais.
1.4.2 — Formação e mobilidade regional e internacional
Promover a mobilidade interna e externa de jovens açorianos através do apoio a estágios
regionais e internacionais, nomeadamente com a Bolsa Medeiros Ferreira, enquanto incentivo
à candidatura junto do Colégio da Europa e do Programa Estagiar Europa, com a realização de
estágios no Gabinete da Região Autónoma dos Açores em Bruxelas.
1.4.3 — HEXAGONE
Projeto estratégico aprovado no âmbito do Programa de Cooperação Territorial MAC 2014-2020
que tem por objetivos, por um lado, o aumento da cooperação entre os espaços europeu (Açores,
Madeira e Canárias) e não europeu (Cabo Verde, Senegal e Mauritânia) do projeto e, por outro,
o desenvolvimento de competências que possibilitem a concertação entre o Fundo Europeu de
Desenvolvimento Regional (FEDER), o Fundo Europeu de Desenvolvimento (FED) e outros fundos
europeus, potenciando o surgimento de novos projetos.
1.4.4 — Ilhas de Inovação
Projeto de cooperação aprovado no âmbito do Programa de Cooperação Territorial INTERREG
Europa, integrando sete parceiros insulares dos Países Baixos, Dinamarca, Portugal, França, Grécia
e Estónia, com o objetivo de identificar e criar oportunidades de diversificação das economias das
regiões parceiras do projeto, através da melhoria das suas políticas de inovação, nomeadamente
no contexto dos setores da Estratégia de Especialização Inteligente.
1.4.5 — INTEGRA
O Programa de Integração de Mercados e Desenvolvimento Económico e Social Regional
da Macaronésia, do PO INTERREG VA 2014-2020, pretende fortalecer a cooperação institucional
entre as regiões da Macaronésia, através de uma estratégia conjunta em áreas de desenvolvi-
mento económico, social e cultural, e fortalecer setores estratégicos, como: economia azul, turismo
sustentável, I&D, energia, entre outros, identificando os setores com maior potencial, capazes de
gerar emprego e riqueza em cada uma das regiões.
1.5 — Os Açores no Espaço Europeu
1.5.1 — Relações transnacionais, inter-regionais e com as instituições europeias
Aprofundar a participação em palcos de cariz internacional, nacional e inter-regional. Relançar
o conceito de ultraperiferia, com nova abordagem da aplicação do artigo 349.º do TFUE; dinamizar
a relação da Região Autónoma dos Açores nos organismos de cooperação inter-regional e nas
instituições nacionais e europeias, através de ação defensora dos interesses dos Açores; atribuir
apoios, estabelecer protocolos e promover parcerias com entidades territoriais congéneres e outras
entidades nacionais ou estrangeiras.
1.5.2 — Açores na Europa
Consolidar a função do Gabinete de Representação da Região Autónoma dos Açores em
Bruxelas enquanto defensor e promotor dos interesses da Região junto da UE; promover uma
abordagem mais integradora da Região e das RUP; apoiar quadros da Administração Pública
Regional para o acompanhamento, conhecimento e especialização em áreas e políticas da UE;
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apoiar instituições, organismos públicos e privados e associações que solicitem ações junto da
UE; celebrar protocolos, parcerias e contribuir para a aproximação à UE.
1.5.3 — Promoção dos valores e cidadania europeia
Promover e dinamizar a divulgação dos valores da UE junto das escolas e da sociedade
civil; celebrar efemérides europeias; aprofundar a relação com Clubes Europeus e incentivar
a sua ação pedagógica junto das comunidades escolares; criar programas e atividades que
apelem aos valores de cidadania e de democracia junto do ensino básico e divulgá-los junto
dos órgãos da UE e demais entidades; dinamizar espaços para a informação e documentação
europeia; apoiar atividades/projetos, celebrar protocolos, parcerias com entidades promotoras
das temáticas europeias.
Programa 2 — Solidariedade, Igualdade, Habitação, Poder Local e Comunidades
Programação financeira
Euro
Programação material
2.1 — Apoio à Infância e Juventude
2.1.1 — Criação, melhoramento e apetrechamento de equipamentos sociais de apoio à
infância e juventude
Criação, melhoramento e apetrechamento de equipamentos sociais de apoio à infância e
juventude.
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2.1.2 — Defesa e Promoção dos Direitos das Crianças e Jovens
Defesa e promoção dos direitos das crianças e jovens através da ação do Comissariado dos
Açores para a Infância.
2.1.3 — Reabilitação, requalificação e ampliação de creche e Centro de Atividades de Tempos
Livres
Reabilitação do Centro de Atividades de Tempos Livres da Lomba do Alcaide e obras de
ampliação da creche em Ponta Delgada.
2.1.4 — Rede de Amas
Criação de vagas através do alargamento da rede de amas existentes na Região Autónoma
dos Açores, permitindo a mais famílias a conciliação da vida profissional com a familiar.
2.1.5 — Construção de creche em Santo António — Associação para o Desenvolvimento,
em Ponta Delgada (São Miguel)
O equipamento pretendido permitirá dar a resposta necessária, não só à freguesia, mas ao
conjunto delimitado entre Fenais da Luz (a nascente) e os Mosteiros (a poente), tornando-se,
assim, num equipamento com impacto em toda a costa norte de Ponta Delgada.
2.1.6 — Obras de beneficiação do infantário «O Carrocel» — Associação dos Funcionários
da Administração Regional da Ilha Terceira, em Angra do Heroísmo
Obras em curso de beneficiação do infantário «O Carrocel», em Angra do Heroísmo, da
Associação dos Funcionários da Administração Regional da Ilha Terceira (AFARIT).
2.1.7 — Ampliação da Creche da Maia — Casa do Povo da Maia, na Ribeira Grande (São Miguel)
Ampliação da Creche da Maia, cujo dono de obra é a Casa do Povo da Maia.
2.1.8 — Adaptação de edifício e aquisição de terreno para apoio à Creche Coriscolândia — Kairós,
em Ponta Delgada (São Miguel)
Aquisição de terreno e obras de beneficiação do Centro de Férias.
2.1.9 — Construção de Centro de Atividades de Tempos Livres na Candelária — Associação
de Juventude da Candelária, em Ponta Delgada (São Miguel)
Melhoramento nas infraestruturas, de acordo com os parâmetros estipulados nos termos da
legislação vigente.
2.1.11 — Adaptação de edifício para Centro de Atividades de Tempos Livres de Santa
Maria — Santa Casa da Misericórdia de Vila do Porto (Santa Maria)
Obra em curso de adaptação de edifício para o Centro de Atividades de Tempos Livres de
Santa Maria, cujo dono de obra é a Santa Casa da Misericórdia de Vila do Porto.
2.1.12 — Requalificação da Creche «O Girassol» — Centro de Bem Estar Social da Paróquia
de Santa Cruz das Flores (Flores)
Requalificação da Creche «O Girassol».
2.1.13 — Reforço das respostas da rede de creches e CATL entre as freguesias de São
Bartolomeu e Altares
Reforço das respostas da rede de creches e CATL entre as freguesias de São Bartolomeu
e Altares.
2.1.14 — Criação de pontos de apoio ao estudo para servir crianças e jovens
Criação de pontos de apoio ao estudo para servir crianças e jovens.
2.1.15 — Requalificação da creche e CATL nas Velas — Santa Casa da Misericórdia das
Velas (São Jorge)
Requalificação da creche e CATL nas Velas.
2.2 — Apoio à Família, Comunidade e Serviços
2.2.1 — Apoio especializado ao desenvolvimento e requalificação da rede de equipamentos
sociais e programas sociais dos Açores
Apoio especializado ao desenvolvimento e requalificação da rede de equipamentos sociais
e programas sociais dos Açores.
2.2.2 — CEDO — Complemento Especial para o Doente Oncológico
CEDO — Complemento Especial para o Doente Oncológico.
2.2.3 — Apoios para combate à pandemia da doença COVID-19
Apoios para combate à pandemia da doença COVID-19, através das Instituições Particulares
de Solidariedade Social (IPSS) e do Instituto da Segurança Social dos Açores (ISSA).
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 154
2.2.4 — Requalificação da casa dos doentes deslocados
Requalificação da casa dos doentes deslocados nos Açores.
2.2.5 — Criação, melhoramento e apetrechamento de edifícios e equipamentos de apoio à
comunidade e dos serviços da Segurança Social
Criação, melhoramento e apetrechamento de edifícios e equipamentos de apoio à comunidade
e dos serviços da Segurança Social.
2.2.6 — Criação do Centro de Acolhimento da Horta — Santa Casa da Misericórdia da Horta
(Faial)
Criação do Centro de Acolhimento da Horta pela Santa Casa da Misericórdia da Horta.
2.2.7 — Modernização do parque de viaturas das IPSS e Misericórdias
As instituições de cariz social apresentam algumas limitações no acesso às populações, desde
o apoio ao transporte para os mais jovens, bem como na rede domiciliária dos mais idosos, pelo
que a promoção de aquisição de viaturas é, sem dúvida, uma forma de mitigar as distâncias entre
as respostas sociais e a população, promovendo o acesso aos serviços.
2.2.8 — Construção do Centro Intergeracional de Santo Antão — Centro Paroquial e Social
de Santo Antão na Calheta (São Jorge)
Este investimento permitirá melhorar os serviços prestados pelo Centro Paroquial e Social
de Santo Antão, uma vez que se trata da única instituição nesta zona geográfica a prestar este
apoio à comunidade.
2.2.9 — Construção do Edifício Intergeracional da Feteira da Horta — 2.ª Fase — Casa do
Povo da Feteira na Horta (Faial)
Este investimento permitirá construir um ATL e Centro de Dia.
2.2.11 — Criação do Centro de Acolhimento Temporário na Urzelina — Instituto de Santa
Catarina (São Jorge)
Criação do Centro de Acolhimento Temporário na Urzelina.
2.2.12 — Reabilitação do Infantário «Arco-Íris» da Santa Casa da Misericórdia das Lajes do
Pico
Reabilitação do edifício do infantário.
2.2.13 — Apoio aos cuidadores informais
Apoio aos cuidadores informais.
2.2.14 — Incentivo à Natalidade
Sistema de incentivos para promoção da natalidade
2.3 — Apoio aos Públicos com Necessidades Especiais
2.3.1 — Criação, melhoramento e apetrechamento de equipamentos sociais de apoio à
deficiência
Criação, melhoramento e apetrechamento de equipamentos sociais de apoio à deficiência.
2.3.2 — Construção do Centro de Atividades de Tempos Livres Inclusivo e de Centro de Dia
Especializado — Lajes das Flores
Esta construção visa colmatar a lacuna existente na ilha das Flores, no apoio a pessoas com
deficiência e que necessitam de cuidados para realizar atividades básicas diárias, importando
referir o elevado número de doentes de Machado Joseph existentes naquela ilha.
2.3.3 — Construção do Centro de Atividades Ocupacionais e Lar Residencial — Santa Casa
da Misericórdia da Horta (Faial)
Este investimento visa requalificar o Centro de Atividades Ocupacionais (CAO) e o Lar Resi-
dencial, que se encontram em edifício pré-fabricado.
2.3.4 — Criação do Centro de Atendimento, Acompanhamento e Reabilitação Social para
Pessoas com Deficiência e Incapacidade — Santa Casa da Misericórdia de Angra do Heroísmo
(Terceira)
Centro que se destina a assegurar o atendimento, acompanhamento e reabilitação social às
pessoas com deficiência e incapacidade, pela Santa Casa da Misericórdia de Angra do Heroísmo.
2.3.5 — Reabilitação de edifício para Centro de Apoio à Deficiência — Aurora Social, em
Ponta Delgada (São Miguel)
Obra em curso de reabilitação de edifício para Centro de Apoio à Deficiência, da Associação
Aurora Social e da Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo
(APPDA), no concelho de Ponta Delgada.
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 155
2.3.6 — Construção do Centro de Paralisia Cerebral de São Miguel
Obra em curso de construção do Centro de Paralisia Cerebral de São Miguel, da Associação
de Paralisia Cerebral de São Miguel.
2.3.7 — Construção do Lar Residencial e Centro de Atividades Ocupacionais na Lagoa
— 1.ª Fase — Santa Casa da Misericórdia de Santo António da Lagoa (São Miguel)
Construção do Lar Residencial e Centro de Atividades Ocupacionais na Lagoa pela Santa
Casa da Misericórdia de Santo António da Lagoa.
2.3.8 — Construção do Centro de Atividades Ocupacionais da Zona Norte de Ponta Delga-
da — Associação de Desenvolvimento e Promoção de Santa Bárbara em Ponta Delgada (São
Miguel)
Construção de um CAO e Lar Residencial através da Associação de Desenvolvimento e
Promoção de Santa Bárbara.
2.3.9 — Construção do Centro de Atividades Ocupacionais no Pico — Santa Casa da Mise-
ricórdia da Madalena (Pico)
Este investimento visa colmatar a necessidade de reinstalação da valência de CAO, uma vez
que se encontra em edifício pré-fabricado.
2.3.10 — Adaptação de imóvel a Lar Residencial em Santa Maria — Santa Casa da Miseri-
córdia de Vila do Porto
Obras de adaptação no imóvel adquirido, uma vez que esta valência não existe em Santa
Maria.
2.4 — Apoio a Idosos
2.4.1 — Criação, melhoramento e apetrechamento de equipamentos sociais de apoio aos
idosos
Criação, melhoramento e apetrechamento de centros de dia, centros de noite e serviços
de apoio ao domicílio, por forma a assegurar mais e melhores respostas de proximidade aos
idosos.
2.4.2 — Programa de Incentivos à Iniciativa Privada Lucrativa
Programa de incentivos à iniciativa privada lucrativa.
2.4.3 — Rede de Cuidados Continuados dos Açores
Apoio à implementação da Rede de Cuidados Continuados Integrados (RCCI) dos Açores.
2.4.4 — Idosos em casa «Novos Idosos»
Aging in place significa a capacidade de os idosos continuarem a viver em casa e na co-
munidade ao longo do tempo, com segurança e de forma independente. Esta medida consiste
na criação de um projeto-piloto de proximidade, através da constituição de um grupo de trabalho
multidisciplinar de acompanhamento do plano de cuidados do idoso, bem como através do apoio
financeiro ao seu cuidador informal.
2.4.5 — Criação da Unidade de Cuidados Continuados da Santa Casa da Misericórdia de
Ponta Delgada (São Miguel)
Criação da Unidade de Cuidados Continuados da Santa Casa da Misericórdia de Ponta Del-
gada, obra a iniciar em 2021, com o fim previsto para 2023.
2.4.6 — Remodelação e ampliação do Lar de Idosos da Praia da Graciosa — Santa Casa da
Misericórdia da Praia da Graciosa (Graciosa)
Este investimento permite um aumento da capacidade da IPSS, tendo por base a lista de
espera, bem como a regularização de questões estruturais existentes no edifício.
2.4.7 — Ampliação e requalificação da Casa de Repouso João Inácio de Sousa, nas Velas
(São Jorge)
Este investimento permite um aumento da capacidade da IPSS, tendo por base a lista de
espera, bem como a regularização de questões estruturais existentes no edifício.
2.4.8 — Construção do Centro de Convívio de Castelo Branco — Casa do Povo de Castelo
Branco (Faial)
A valência já se encontra em funcionamento em infraestrutura pertença à Diocese, sendo o
espaço utilizado para diversas atividades em simultâneo. Pretende-se com este novo investimento
dotar a IPSS de um edifício próprio, condigno para a atividade exercida.
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 156
2.4.9 — Ampliação e requalificação do Centro de Dia da Conceição — Associação de Pais e
Amigos dos Deficientes da Ilha do Faial
Este investimento permite um aumento da capacidade da IPSS, tendo por base a lista de
espera, bem como a regularização de questões estruturais existentes no edifício.
2.4.10 — Reabilitação da Estrutura Residencial para Idosos — Santa Casa da Misericórdia
do Nordeste (São Miguel)
Reabilitação da Estrutura Residencial para Idosos pela Santa Casa da Misericórdia do Nordeste.
2.4.11 — Ampliação do Centro de Apoio ao Idoso da Madalena — Santa Casa da Misericórdia
da Madalena (Pico)
Ampliação do Centro de Apoio ao Idoso da Madalena.
2.4.12 — Reconstrução e ampliação de ERPI para criação de valência de Centro de Alojamento
Temporário em São Roque do Pico — Santa Casa da Misericórdia de São Roque do Pico
Reconstrução e ampliação da Estrutura Residencial para Idosos para criação da valência do
Centro de Acolhimento Temporário em São Roque do Pico.
2.4.15 — Projeto para instalação de valência de cuidados continuados no Lar D. Pedro V,
na Praia da Vitória
Instalação da valência de cuidados continuados no Lar D. Pedro V, na Praia da Vitória.
2.5 — Igualdade de Oportunidades, Inclusão Social e Combate à Pobreza
2.5.4 — Projetos de intervenção social vocacionados para públicos desfavorecidos ou em
risco de exclusão
Projetos de intervenção social vocacionados para a promoção da inclusão de crianças e
jovens, famílias, pessoas com necessidades especiais e idosos, em particular os oriundos de
contextos familiares desestruturados, através do desenvolvimento de estratégias facilitadoras e
de promoção de estilos de vida saudáveis.
2.5.9 — Fundo Regional de Ação Social
Mecanismo de apoio às famílias e de colaboração com as IPSS, com vista a amenizar as
desigualdades socioeconómicas, promover a solidariedade e a coesão social.
2.5.11 — Propinas
Garantir a igualdade de oportunidades a jovens residentes na Região, a fim de possibilitar a
sua permanência no ensino superior.
2.5.12 — COMPAMID
Complemento para aquisição de medicamentos para idosos, criado pelo Decreto Legislativo
Regional n.º 4/2008/A, de 26 de fevereiro, com reforço do apoio financeiro.
2.5.13 — Sénior Ativo
Promoção da mobilidade interilhas das pessoas idosas e/ou com necessidades especiais
como medida potenciadora de um envelhecimento ativo.
2.5.14 — Promoção da inclusão digital
Aproveitar as vantagens da digitalização para os cidadãos e para os organismos públicos.
2.5.15 — Apoio às entidades empregadoras para valorização de posto de trabalho para
pessoas com deficiência
Pagamento de prémio/majoração à integração profissional de pessoas portadoras de defi-
ciência.
2.5.16 — Formações para partilha de boas práticas e novas competências
Formação destinada a vários públicos sobre diversas temáticas sociais.
2.5.17 — Adaptação de habitações/espaços públicos e outros espaços, de forma a promover
a acessibilidade e inclusão dos cidadãos
Apoio para eliminação das barreiras arquitetónicas e obras de adaptação em habitações e
espaços públicos.
2.5.18 — Formação para reforçar as competências profissionais e sociais das famílias abran-
gidas pela ação social
Formação profissional das famílias carenciadas, de forma a habilitá-las na entrada no mer-
cado de trabalho.
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 157
2.5.19 — Atribuição de bolsas de estudo a estudantes do ensino superior — Gerações Açores 21
Bolsas de estudo para alunos que ingressem no ensino superior, provenientes de contextos
socioeconómicos desfavorecidos.
2.6 — Promoção, Reabilitação e Renovação Habitacional
2.6.1 — Promoção e apoio à habitação própria e a custos controlados
Subsídios não reembolsáveis a atribuir às famílias para a aquisição, construção, ampliação
e alteração de habitação própria, ao abrigo do regime instituído pelo Decreto Legislativo Regional
n.º 59/2006/A, de 29 de dezembro.
2.6.2 — Operações urbanísticas e reabilitação de infraestruturas habitacionais
Obras de urbanização e de reabilitação para disponibilização de fogos a pessoas singulares,
bem como de lotes a pessoas singulares e coletivas, destinados à promoção de habitação própria
permanente e à habitação de custos controlados, respetivamente, ao abrigo do regime instituído
pelo Decreto Legislativo Regional n.º 21/2005/A, de 3 de agosto.
2.6.3 — Reabilitação do parque habitacional da Região
Obras de recuperação e reabilitação de habitações atribuídas a famílias em regime de ar-
rendamento apoiado, ao abrigo da Lei n.º 81/2014, de 19 de dezembro, e do Decreto Legislativo
Regional n.º 23/2009/A, de 16 de dezembro.
2.6.4 — Programa «Casa Renovada, Casa Habitada» e combate à infestação por térmitas
Apoios financeiros a atribuir às famílias, ao abrigo do regime instituído pelo Decreto Legisla-
tivo Regional n.º 11/2019/A, de 24 de maio, para obras de reabilitação, reparação e beneficiação
de fogos destinados a habitação permanente ou para arrendamento, bem como no combate à
infestação por térmitas, cujo regime foi instituído pelo Decreto Legislativo Regional n.º 22/2010/A,
de 30 de junho.
2.6.5 — Salvaguarda habitacional em zonas de risco
Operações de realojamento de famílias a residir em zonas de risco, nomeadamente falésias,
orla costeira e leitos de ribeiras, quer diretamente, quer através de contratos ARAAL a celebrar
com os respetivos municípios.
2.6.6 — Operações de inserção e reintegração social
Estudo, avaliação e apoio ao desenvolvimento de políticas e medidas de inserção social de
famílias. Investimentos no âmbito da estrutura técnica de cooperação e de planeamento interde-
partamental e interdisciplinar.
2.6.8 — Recuperação de habitações nos bairros do aeroporto — ilha de Santa Maria
Recuperação de habitações nos bairros do aeroporto — ilha de Santa Maria.
2.7 — Arrendamento Acessível e Cooperação
2.7.1 — Incentivo e apoio ao arrendamento
Subsídios ao arrendamento de prédios ou de frações autónomas de prédios urbanos, des-
tinados à habitação, a atribuir a famílias, ao abrigo do regime instituído pelo Decreto Legislativo
Regional n.º 23/2009/A, de 16 de dezembro, denominado por Famílias com Futuro.
2.7.2 — Construção/arrendamento de fogos para arrendamento/subarrendamento apoiado
Operações a levar a efeito com vista a aumentar a oferta pública de habitação, quer pela via
de novas construções, quer pela aquisição e/ou arrendamento do stock existente, para atribuição
a famílias mais vulneráveis em regime de arrendamento/subarrendamento apoiado, no âmbito do
regime instituído pelo Decreto Legislativo Regional n.º 23/2009/A, de 16 de dezembro.
2.7.3 — Cooperação com autarquias — acordos de colaboração IHRU/RAA/municípios
Encargos com empréstimos contraídos para construção/aquisição de habitação destinada a
realojamento de famílias residentes em barracas ou situações abarracadas, no âmbito dos contratos
ARAAL celebrados com os municípios de Ponta Delgada, Lagoa, Ribeira Grande, Vila Fraca do
Campo, Povoação, Nordeste, Angra do Heroísmo e Praia da Vitória.
2.7.4 — Condomínios e seguros
Encargos com quotas de condomínio e seguro nos prédios em regime de propriedade hori-
zontal em que a Região Autónoma dos Açores é detentora de frações habitacionais atribuídas em
regime de arrendamento apoiado, instituído pela Lei n.º 81/2014, de 19 de dezembro.
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 158
2.8 — Equipamentos Públicos e Adequação Tecnológica
2.8.1 — Reabilitação, conservação e manutenção de instalações
Reabilitação, conservação e manutenção dos serviços da Direção Regional da Habitação
(DRH), dispersos nas várias ilhas da Região Autónoma dos Açores, de modo a assegurar melhor
qualidade no atendimento às pessoas.
2.8.2 — Adequação e adaptação tecnológica dos serviços
Atualização do equipamento informático e respetivo software.
2.9 — Recuperação dos Efeitos da Intempérie Lorenzo
2.9.1 — Apoio à reabilitação em habitações danificadas pela intempérie
Apoios atribuídos às famílias cujas habitações ficaram danificadas na sequência da passagem
do furacão Lorenzo.
2.9.2 — Intempérie Lorenzo — apoio à recuperação de infraestruturas e equipamentos
municipais
Cumprimento dos contratos ARAAL assinados com os municípios afetados pela intempérie
Lorenzo.
2.10 — Cooperação com os Municípios
2.10.1 — Cooperação técnica com os municípios
Apoio técnico aos eleitos locais e trabalhadores dos municípios, às associações de municí-
pios e aos serviços municipalizados; participação dos técnicos superiores em reuniões de âmbito
nacional (SATAPOCAL e de coordenação jurídica) e de âmbito regional (acompanhamento da ela-
boração e aplicação dos instrumentos de ordenamento do território e reuniões de aperfeiçoamento
jurídico); formação dos técnicos e dirigentes sobre matérias das autarquias locais; aquisição de
equipamento informático e administrativo.
2.10.2 — Cooperação financeira com os municípios
Encargos com as reuniões dos Conselhos de Ilha (Decreto Legislativo Regional n.º 21/99/A,
de 10 de julho, na sua redação atual). Cooperação financeira a projetos de investimento muni-
cipal que visam a reparação dos estragos causados pela ocorrência de intempéries, situações
imprevisíveis e excecionais (Decreto Legislativo Regional n.º 32/2002/A, de 8 de agosto, na sua
redação atual). Regularizar a comparticipação de montantes ainda não recebidos pelos municípios
da Região Autónoma dos Açores no âmbito do IRS variável.
2.10.3 — Eleições
Organização e acompanhamento dos processos relativos aos atos eleitorais.
2.11 — Cooperação com as Freguesias
2.11.1 — Cooperação técnica com as freguesias
Apoio técnico aos eleitos locais e trabalhadores das freguesias. Organização de seminários/
workshops.
2.11.2 — Cooperação financeira com as freguesias
Atribuição de apoios financeiros às freguesias açorianas. Comparticipação de projetos muni-
cipais de aquisição/construção/grande reparação de edifícios sede de juntas de freguesia. Apoio
a pedidos da ANAFRE para despesas correntes (Decreto Legislativo Regional n.º 32/2002/A, de
8 de agosto), na sua redação atual.
2.11.3 — Colaboração técnica e financeira com a Associação de Freguesias dos Açores
(ANAFRE Açores)
Colaboração técnica e financeira com a ANAFRE para efeitos da prossecução dos desígnios
daquela associação, no acompanhamento às freguesias dos Açores.
2.12 — Emigrado e Regressado
2.12.1 — Projetos/candidaturas
Realização e/ou apoio a iniciativas que promovam o debate, apresentação de trabalhos e de
linhas orientadoras de novas políticas para a inclusão dos emigrados.
2.12.2 — Protocolos de cooperação
Protocolos de cooperação com entidades, instituições, organizações e associações, com o
objetivo da integração plena nas sociedades de acolhimento.
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2.13 — Identidade Cultural e Açorianidade
2.13.1 — Apoios para a promoção da Açorianidade na RAA e no Mundo
Realização e/ou apoio a intercâmbios entre agentes dos Açores e das comunidades emigra-
das; juventude; iniciativas que promovam o debate e reflexão sobre a Açorianidade no mundo e
sua promoção.
2.13.3 — Protocolos de cooperação
Protocolos de cooperação com as Casas dos Açores, instituições sem fins lucrativos e asso-
ciações várias no âmbito da identidade cultural.
2.13.4 — Projetos/candidaturas sobre a cultura açoriana
Apoio a projetos candidatos que visem a apresentação e divulgação da cultura açoriana, bem
como de projetos informativos sobre a Região Autónoma dos Açores e sobre as suas comunidades
dispersas pelo mundo.
2.13.6 — Conselho Mundial das Casas dos Açores
Realização da assembleia geral presencial do Conselho Mundial das Casas dos Açores.
2.13.7 — Conselho da Diáspora Açoriana
Realização da reunião presencial ordinária do Conselho da Diáspora Açoriana.
2.13.8 — Apoios a seminários e eventos
Apoios a seminários e eventos nas comunidades açorianas e pelo mundo.
2.14 — Imigrado e Interculturalidade
2.14.1 — Integração local dos imigrados
Apoio técnico, documental, (in)formativo e cultural, aos imigrados na Região Autónoma dos
Açores.
2.14.2 — Protocolos de cooperação
Protocolos com entidades, instituições e associações de solidariedade, com o objetivo da
inclusão social dos imigrados na Região Autónoma dos Açores.
2.14.3 — Projetos/candidaturas com a integração dos imigrados
Apoio a projetos candidatos que visem a elaboração de estudos sobre movimentos imigra-
tórios na Região Autónoma dos Açores; formação e informação com o objetivo da integração do
imigrado.
2.14.4 — Regions for Migrants and Refugees Integration
Projeto REGIN, aprovado no âmbito do Fundo Asilo, Migração e Integração (FAMI) e pro-
movido pela Conferência das Regiões Periféricas Marítimas (CRPM), cuja Direção Regional das
Comunidades é entidade parceira. Visa melhorar as competências das instituições na integração
dos migrantes. Para esse efeito, serão definidos os indicadores a nível regional e desenvolvidas,
simultaneamente, estratégias para harmonizar objetivos, instrumentos de medição e informação
entre os diferentes níveis de governo e a sociedade civil, para aplicação das medidas de integração.
2.15 — Aerogare Civil das Lajes
2.15.1 — Conservação, manutenção e apetrechamento
Desenvolvimento da estratégia para a sustentabilidade do destino turístico Açores. Desenvol-
vimento de programas com vista à dinamização das empresas do setor do Turismo. Continuação
de uma política de prevenção contra a disseminação da pandemia da doença COVID-19.
2.15.3 — Reparação e substituição do revestimento da cobertura
Reparação e substituição do revestimento da cobertura do 3.º Piso.
2.15.4 — Equipamentos de rastreio de segurança aeroportuária
Aquisição de equipamentos de segurança aeroportuária.
2.15.5 — Remodelação na área do check-in no 3.º piso e novo sistema de tratamento de
bagagem
Remodelação na área do check-in no 3.º piso e novo sistema de tratamento de bagagem.
2.15.6 — Projeto de ampliação das salas de embarque e reabilitação do hangar
Projeto de ampliação das salas de embarque e reabilitação do antigo hangar da NAVY e
respetiva transformação em escritórios.
2.15.7 — Promover angariação de novos fluxos turísticos
Captação de novas operações aéreas para o Aeroporto das Lajes, a fim de consolidar o setor
turístico nos Açores, em geral, e na ilha Terceira, em particular.
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 160
2.15.8 — Centro Interpretativo da Base das Lajes
Centro Interpretativo da Base das Lajes.
2.16 — Cooperação Institucional
2.16.1 — Relação institucional com várias entidades e associações
Relação institucional com várias entidades e associações.
Programa 3 — Competitividade Empresarial e Administração Pública Regional
Programação financeira
Programação material
3.1 — Competitividade Empresarial
3.1.1 — Sistemas de incentivos à competitividade empresarial
Apoios atribuídos às empresas no âmbito dos diversos sistemas de incentivos ao investimento
privado geridos pela Direção Regional de Apoio ao Investimento e Competitividade (DRAIC),
nomeadamente Competir+ e Vales. No âmbito das medidas criadas em resposta à pandemia da
doença COVID-19, mantêm-se nesta ação os Programas de Manutenção do Emprego e ADAPTAR
e os encargos com o acompanhamento.
3.1.2 — Fomento do empreendedorismo
Fomento do empreendedorismo mediante a realização de ações diversas, designadamente
através do Concurso Regional de Empreendedorismo.
3.1.3 — Instrumentos financeiros
Instrumentos financeiros de apoio à economia e competitividade empresarial, incluindo
garantias públicas de linhas de financiamento e recapitalização de empresas.
3.1.4 — Regime de Apoio ao Microcrédito Bancário
Pagamento dos encargos resultantes da execução do Regime de Apoio ao Microcrédito
Bancário, abrangendo o pagamento de juros e garantias.
3.2 — Emprego e Qualificação Profissional
3.2.1 — Formação profissional (CEFAPA)
Disponibilizar a todos os serviços das administrações regional e local uma oferta formativa
direcionada, eficaz e eficiente, por forma a responder às necessidades dos trabalhadores, prevendo
ações proativas alinhadas com as políticas estratégicas de desenvolvimento dos seus recursos
humanos.
3.3 — Modernização e Reestruturação da Administração Pública Regional
3.3.1 — Modernização e reforma da Administração Pública Regional
Aquisição de trabalhos especializados, serviços e software informático no âmbito da execução de
projetos na área da inovação, modernização e simplificação administrativa, a executar pela Estrutura
Diário da República, 1.ª série
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de Missão de Modernização e Reforma da Administração Pública dos Açores (EMRAP). Operacio-
nalização da 5.ª Edição do Orçamento Participativo da Região Autónoma dos Açores (OP Açores).
3.3.2 — Sistema Integrado de Gestão da Administração Regional dos Açores e promoção
da qualidade
Implementação e melhoria do Sistema Integrado de Gestão dos Recursos Humanos da Ad-
ministração Regional dos Açores (SIGRHARA), bem como da qualidade nos serviços. Auditorias
de acompanhamento e de renovação da certificação segundo a NP EN ISO 9001:2008 (2017) e
NP EN ISSO 9001:2015 (2018 a 2020) do Sistema de Gestão da Qualidade. Operacionalização
dos projetos de racionalização dos recursos, como a criação de centrais de serviços. Acompa-
nhamento de processos de redefinição procedimental e ações de sensibilização aos serviços que
potenciem a aproximação da administração ao cliente.
3.3.4 — Desmaterialização de processos
Atividades relacionadas com a melhoria contínua da infraestrutura tecnológica de suporte
às atividades dos serviços da SRFPAP, tendo em vista o aumento da eficiência na execução dos
processos administrativos e operacionais, e a progressiva transição para o digital.
3.3.5 — Rede Integrada de Gestão de Processos na Administração Pública — Açores/Cabo
Verde 2020 (RIGPAP-ACV) — Projeto MAC2-5.11A-357
Desenvolvimento de um projeto de modernização e simplificação administrativa, com enfo-
que na intervenção nos «processos de negócio» da Administração Pública Regional dos Açores
e Cabo Verde, potenciando a criação de uma plataforma de utilização partilhada, com o objetivo
de promover a otimização de processos e melhorar a eficiência e eficácia da resposta ao cidadão.
3.3.6 — Central de Serviços Partilhados da Ilha de Santa Maria
Operacionalização da Central de Serviços Partilhados da Ilha de Santa Maria, em conformi-
dade com o Decreto Regulamentar Regional n.º 2/2017/A, de 1 de junho.
3.3.7 — Ética e integridade pública
Promoção de uma cultura de ética e integridade na esfera pública associada à atividade da
Inspeção Regional Administrativa e da Transparência.
3.3.8 — APR + Acessível, Inclusiva e Aberta
Redesenho do atual atendimento ao público da Administração Pública Regional visando uma
maior acessibilidade, inclusão e abertura aos cidadãos e empresários açorianos, permitindo que a
maioria dos serviços possa iniciar-se em qualquer ponto de atendimento e/ou canal de interação.
Para suporte à nova geração do atendimento ao público, será criado o Catálogo Eletrónico de
Entidades e Serviços da Administração Pública Regional.
3.3.9 — APR + Apta para o Futuro
Capacitação da Administração Pública Regional através da promoção da inovação e especia-
lização das entidades e trabalhadores para melhor (cor)responderem aos desafios da sociedade
e economia açorianas, em que o futuro Laboratório de Experimentação da Administração Pública
dos Açores será o espaço privilegiado para o (re)desenho de serviços públicos em colaboração
com Academia, centros de I&D, cidadãos e empresas, assente em metodologias inovadoras e
novas/emergentes tecnologias digitais.
3.4 — Eficiência no Serviço Público ao Cidadão
3.4.1 — Rede Integrada de Apoio ao Cidadão
Melhoria contínua da infraestrutura da RIAC, incluindo o desenvolvimento de novo portal web
de serviços com adaptação a plataforma mobile, assim como a remodelação de lojas.
3.5 — Serviços Sociais
3.5.1 — Serviços de apoio aos funcionários públicos
Concessão de apoios financeiros às duas associações de funcionários públicos da Região
Autónoma dos Açores, AFARIT e COOPDELGA, nos termos do Decreto Regulamentar Regional
n.º 7/84/A, de 2 de fevereiro. Apoio socioeconómico aos funcionários públicos em situação social-
mente gravosa e urgente, nos termos dispostos no Decreto Legislativo Regional n.º 8/2009/A, de
20 de maio, na sua redação atual.
3.6 — Estatística
3.6.1 — Produção, tratamento e divulgação de informação estatística oficial
Desenvolvimento de projetos estatísticos; aquisição de equipamento tecnológico/informático;
aquisição de material administrativo e de escritório; deslocações externas ao serviço, com vista ao
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desenvolvimento e implementação de novos projetos estatísticos, incluindo contacto com outras
instituições, testes de metodologias e aplicação das mesmas; divulgação e difusão de informação
estatística oficial, incluindo atividades promotoras de uma cidadania ativa e consciente.
3.6.3 — MEDECOAZUL MAC2/5.11a/232
Desenvolvimento de indicadores, baseados em estatísticas oficiais, para avaliação e medição
da economia azul. Implementação e execução do projeto.
3.7 — Planeamento e Finanças
3.7.1 — Gestão, acompanhamento, controlo e avaliação do plano e fundos estruturais
Exercício de funções de Autoridade de Gestão (AG) e do processo de gestão, acompanha-
mento e monitorização do PO Açores 2020 e programa sucedâneo, assim como das dotações
do Plano de Recuperação e Resiliência afetas à Região Autónoma dos Açores. Monitorização
e acompanhamento do INTERREG V-A (MAC 2014-2020). Exercício das funções delegadas
enquanto organismo intermédio do COMPETE 2020. Adequação tecnológica dos serviços para
a concretização dos fluxos de informação e dados entre a gestão do programa e as autoridades
nacionais e comunitárias, organismos intermédios e beneficiários.
3.7.2 — Património regional
Manutenção e beneficiação do património regional e contrato de Leasing Financeiro Imobiliário.
3.7.3 — Reestruturação do setor público regional
Reestruturação do setor público regional.
3.7.4 — Coesão regional
Apoio aos projetos de investimento nas ilhas de coesão e contrato-programa entre a Região
Autónoma dos Açores e Ilhas de Valor, S. A.
3.7.5 — Orçamento Participativo da Região Autónoma dos Açores
Execução dos projetos vencedores, resultantes das antepropostas apresentadas pelos cida-
dãos, nas áreas de intervenção definidas pelo Governo Regional dos Açores e objeto de aprovação
pelos serviços da Administração Pública Regional dos Açores, aquando da fase de análise técnica
das antepropostas, com a respetiva conversão em propostas a submeter à votação.
3.7.6 — Novo regime de administração financeira
Implementação do regime de administração financeira.
3.7.7 — Orçamento Participativo da Administração Pública Regional
Operacionalização da 1.ª Edição do Orçamento Participativo da Administração Pública Re-
gional (OP da APR).
3.7.8 — Cooperação com a Autoridade Tributária e Aduaneira
Ações de cooperação com a Autoridade Tributária e Aduaneira.
Programa 4 — Educação
Programação financeira
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Programação material
4.1 — Construções escolares
4.1.1 — Beneficiação e reabilitação de instalações escolares, propriedade da Região Autó-
noma dos Açores
Obras de reabilitação no parque escolar da Região Autónoma dos Açores.
4.1.2 — Construção, reparação e remodelação do parque escolar do 1.º ciclo (Decreto
Legislativo Regional n.º 32/2002/A, de 8 agosto, na sua redação atual).
Cooperação financeira entre a Administração Pública Regional e a Administração Pública
Local, nos termos do Decreto Legislativo Regional n.º 32/2002/A, de 8 de agosto, na sua redação
atual.
4.1.3 — Assistência técnica e fecho financeiro
Assistência técnica dentro dos prazos de garantia das obras concluídas e a concluir.
4.2 — Equipamentos Escolares
4.2.1 — Aquisição de equipamentos para a Educação Pré-Escolar e os Ensinos Básico e
Secundário
Aquisição de diversos equipamentos por parte das escolas, transferindo para os Fundos
Escolares a aquisição centralizada de equipamento para diversas escolas.
4.2.2 — Quiosques eletrónicos escolares
Implementação do sistema de controlo de acessos em escolas da Região Autónoma dos
Açores.
4.3 — Apoio Social
4.3.1 — Apoio social
Verba a transferir para os Fundos Escolares para garantir os normativos da ação social es-
colar em vigor.
4.3.2 — Atribuição de produtos de apoio para alunos portadores de deficiência
Aquisição de produtos de apoio considerados indispensáveis para garantir a resposta edu-
cativa adequada aos alunos com deficiência ou incapacidade temporária.
4.4 — Apoio às instituições de Ensino Privado e Formação
4.4.1 — Apoiar as instituições de ensino privado
Apoio às instituições de ensino privado nos termos do Decreto Legislativo Regional n.º 26/2005/
A, de 4 de novembro, na sua redação atual.
4.4.2 — Formação do pessoal docente e não docente
Formação do pessoal em serviço nas escolas, nomeadamente monitoria, deslocação de forma-
dores e transferências para os fundos escolares para pagamento de deslocações dos formandos.
Esta formação visa a melhoria da qualidade de ensino e a prevenção do abandono escolar.
4.5 — Escolas Digitais
4.5.1 — Projetos inerentes à utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC)
Continuar a desenvolver os projetos inerentes à implementação das TIC no âmbito do setor
da educação, assegurando o licenciamento das aplicações informáticas nas escolas.
4.5.2 — Sistema de gestão escolar com recurso às novas tecnologias
Implementação da matrícula eletrónica.
4.5.3 — Escolas digitais
Aquisição de equipamentos, recursos educativos e competências digitais.
4.6 — Projetos pedagógicos
4.6.1 — ProSucesso — Avaliação externa
Implementação do sistema de avaliação externa do ProSucesso.
4.6.2 — Projetos educativos
Implementação de projetos educativos, de participação pontual por grupos de alunos ou por
escolas, tais como «Parlamento dos Jovens», «Plano Regional de Leitura», «Plano Nacional de
Artes», «Olimpíadas», etc.
4.6.3 — Prémio de Mérito de Ingresso no Ensino Superior
Verba destinada a apoiar o ingresso no ensino superior por jovens estudantes da Região
Autónoma dos Açores, no âmbito da Resolução do Conselho do Governo Regional n.º 191/2020,
de 15 de julho.
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4.6.4 — Programas ocupacionais
Programas ocupacionais e de apoio ao emprego (CTT Estagiar, PROSA e RECUPERAR).
4.6.5 — Promoção do sucesso educativo e combate ao abandono escolar precoce
Implementação de programas e projetos de desenvolvimento estratégico regional de promo-
ção do sucesso educativo e de combate ao abandono escolar precoce, tais como «Pensamento
Computacional», «Coaching Educativo», «AaZ — Ler melhor, saber mais», «EPIS», etc.
4.7 — Atividade Física Desportiva
4.7.1 — Desporto Escolar Açores
Realização dos Jogos Desportivos Escolares, MegaSprinter/MegaSalto e Corta-Mato Escolar.
Programa 5 — Saúde, Desporto e Proteção Civil
Programação financeira
Euro
Programação material
5.1 — Parcerias Público-Privadas
5.1.1 — Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira, E. P. E.R
No âmbito da Parceria Público-Privada do Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira, EPER
(HSEIT), a ação serve de suporte financeiro à mesma.
5.2 — Apetrechamento e Modernização
5.2.1 — Equipamentos para unidades de saúde de ilha e Centro de Oncologia dos Açores
Com o propósito de modernizar, consolidar e manter a rede de equipamentos do Serviço
Regional de Saúde (SRS), esta ação engloba diversas aquisições de equipamentos para as Uni-
dades de Saúde do SRS.
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 165
5.2.2 — Conservação e modernização de edifícios
Conservação e modernização das instalações da Secretaria Regional da Saúde e Desporto
(SRSD), com vista à adequação das instalações dos serviços executivos centrais, face à nova
Orgânica aprovada pelo Decreto Regulamentar Regional n.º 15/2021/A, de 6 de julho.
5.3 — Apoios e Acordos
5.3.1 — Apoios e acordos com instituições
Apoios financeiros aos agentes, pessoas singulares ou coletivas, públicas ou privadas, regio-
nais, nacionais ou estrangeiras, que prossigam atividades no âmbito da saúde, consideradas de
interesse para a Região Autónoma dos Açores e para a sua população ou para o SRS. Os apoios
visam promover o desenvolvimento de ações e projetos nos domínios da promoção da saúde, da
prevenção e tratamento da doença, da reabilitação, da redução de danos e da reinserção, nos
termos do Decreto Legislativo Regional n.º 9/2011/A, de 23 de março.
5.3.3 — Criação do Centro de Atendimento, Acompanhamento e Reabilitação Social para
Pessoas com Deficiência e Incapacidade
Apoiar o desenvolvimento da prestação de cuidados de saúde — Unidade de Cuidados Con-
tinuados/Pessoas com Demência — Resolução do Conselho do Governo Regional n.º 270/2020,
de 16 de outubro.
5.4 — Projetos na Saúde
5.4.1 — Plano Regional da Saúde
Preparação do Plano Regional de Saúde 2021-2030, que orienta e agrega as atividades
essenciais à promoção da saúde. O documento definirá as estratégias regionais de saúde priori-
tárias, transversais e convergentes, para o período em causa, com o intuito de serem garantidos
cuidados integrados e globais, racionalizando recursos humanos e técnicos. Engloba ações de
publicitação do Plano Regional da Saúde 2021-2023, por todas as entidades, públicas e privadas,
com intervenção e/ou responsabilidade na área da saúde.
5.4.2 — Sistema de qualidade na saúde
Execução e acompanhamento dos processos de acreditação/certificação da qualidade das
Unidades de Saúde da Região Autónoma dos Açores.
5.4.3 — Política de promoção da saúde e prevenção da doença — Plano de Nutrição das
Escolas — Alimentação Saudável
Desenvolvimento de um Plano de Nutrição das Escolas, com o objetivo de garantir e melhorar
os estilos de vida nos mais novos.
5.4.4 — Saúde mental — estratégia e implementação
Desenvolvimento de uma estratégia regional que permita criar um sistema e promover as
melhores condições aos doentes, com o objetivo de combater o estigma da saúde mental.
5.4.5 — Estratégia regional para a prevenção e controlo do cancro
Programas de rastreio para deteção e diagnóstico precoces do cancro; redução do tempo
de diagnóstico e tratamento; simplificação de registos e processos de referência; eficácia no
encaminhamento e acompanhamento dos utentes; expansão e fortalecimento de serviços de
patologia e laboratoriais; desenvolvimento de algoritmos de tratamento regional para os cancros
mais comuns para uma distribuição equitativa dos serviços e abordagens padronizadas de trata-
mento; desenvolvimento da radioterapia na Terceira; prestação de cuidados paliativos e serviços
de apoio às famílias.
5.4.6 — Programa de Literacia em Saúde
Dotar os açorianos com as competências em literacia em saúde; competências básicas que
facilitem a adoção de comportamentos protetores da saúde e de prevenção da doença, bem como
do autocuidado; competências do doente, para se orientar no sistema de saúde e agir como par-
ceiro ativo dos profissionais; competências como consumidor, para tomar decisões de saúde na
seleção de bens e serviços e agir de acordo com os direitos dos consumidores; competências do
cidadão, através do conhecimento dos seus direitos em saúde e da participação no debate sobre
saúde e pertença a organizações de saúde e de doentes.
5.4.7 — Acessibilidades — deslocação de doentes
Criar melhores condições de acessibilidade aos utentes do SRS que tenham de efetuar des-
locações para fora da sua ilha de residência.
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5.4.8 — Rede de Cuidados Paliativos
Plano para criação de Rede Regional/Local de Cuidados Paliativos.
5.4.9 — Plano de Desenvolvimento de Unidades de Geriatria
Plano para o desenvolvimento das Unidades de Geriatria Multidisciplinar do SRS e criação de
modelo da Avaliação Geriátrica Global. Esta avaliação é realizada por uma equipa multidisciplinar,
constituída por enfermeiro, fisioterapeuta e médico com competência em geriatria, reconhecida
pela Ordem dos Médicos, funcionando em estreita relação com outras especialidades, tais como
a nutrição e a psicologia, entre outras, caso se identifiquem essas necessidades nos doentes.
5.5 — Recursos Humanos — Investimento e Planeamento
5.5.1 — Capacitar o SRS de recursos humanos — fixação de profissionais de saúde
Implementar um plano estratégico para reter e distribuir os profissionais de saúde na Região
Autónoma dos Açores. Desenvolver um modelo de contratação e gestão de desempenho promo-
vendo o mérito.
5.5.2 — Estratégia e plano para implementar o enfermeiro de família na Região Autónoma
dos Açores
Melhorar a capacidade de resposta da rede de cuidados de saúde primários e a gestão dos
recursos humanos, apostando em novos modelos de cooperação entre profissões de saúde, no
que respeita à repartição de competências e responsabilidades. Robustecer as metodologias
de trabalho do enfermeiro de família, colocando o foco na implementação da especialidade em
Enfermagem de Saúde Familiar e no reforço dos modelos colaborativos de cuidados que susten-
tam as equipas de saúde familiar. Implementar um projeto-piloto numa unidade de saúde de ilha.
5.5.3 — Formação em saúde
Identificadas as necessidades e prioridades de formação dos profissionais de saúde da Re-
gião Autónoma dos Açores e de outras entidades do setor da saúde (e.g. IPSS), em articulação
com outros serviços e organismos, importa reforçar/atualizar conhecimentos e competências em
áreas consideradas chave/prioritárias, atendendo às particularidades regionais, numa abordagem
integrada da prestação de cuidados, procurando focalizar a formação contínua atendendo aos
resultados desejados.
5.6 — Tecnologias na Saúde
5.6.1 — Tecnologias na saúde
Garantir as comunicações, bem como o licenciamento e suporte dos sistemas de informação
transversais às Unidades de Saúde do SRS.
5.6.2 — Telessaúde (Teleconsulta e telemonitorização)
Tendo em conta a realidade arquipelágica da Região Autónoma dos Açores e a deslocação de
doentes entre instituições do SRS, para efeitos de diagnóstico, torna-se cada vez mais premente
a acessibilidade dos profissionais de saúde e dos próprios utentes a toda a informação clínica, de
uma forma segura e rápida, permitindo assim uma melhor tomada de decisão clínica. Pretende-
-se, portanto, a implementação da telessaúde, no acesso aos cuidados primários de saúde e no
recurso a especialidades médicas, no SRS.
5.6.3 — Desmaterialização da conferência da faturação
Contratualizar com os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS), que assegura a
gestão e exploração direta do Centro de Conferência de Faturas do Serviço Nacional da Saúde
(SNS), com o objetivo de acelerar a desmaterialização do processo de conferência de faturas,
reduzindo os custos operacionais.
5.6.4 — Melhoria da performance de prestação do Serviço Regional da Saúde
Disponibilizar um registo eletrónico de saúde de cada cidadão, permitindo a partilha da
informação clínica entre todos os níveis de cuidados aos profissionais de saúde, a fim de criar
condições iguais de acessibilidade aos cuidados de saúde das ilhas mais isoladas e sem hospital
e potenciando informação, não só para a cura, como para a prevenção. Informar de forma fiável,
pública e transparente, sobre as transações ocorridas no SRS, compreendendo os indicadores
de produção, financeiros, qualidade e satisfação.
5.6.5 — Digitalização do setor da saúde
Assegurar a digitalização do setor da saúde, através da inovação, substituição, intercomuni-
cação e da interoperabilidade dos dados dos sistemas do SRS e SNS, e dentro das Unidades de
Saúde do SRS, e com unidades privadas.
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5.7 — Capacitação do Sistema de Saúde
5.7.1 — Retoma e recuperação da atividade
Retoma da atividade assistencial dos hospitais da Região Autónoma dos Açores. Intervenção
nas consequências sociais — Recuperação assistencial para doentes não COVID-19.
5.7.3 — Medidas de combate à COVID-19
Encargos do SRS no combate à COVID-19.
5.7.4 — Vale Saúde
Apoio ao projeto Vale de Saúde, aprovado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 23/2016/A,
de 10 de novembro, que tem por objeto contribuir para a redução das listas de espera cirúrgicas na
Região Autónoma dos Açores e dar uma resposta mais célere e eficaz aos utentes que aguardam
cirurgia há tempo igual ou superior ao tempo máximo de resposta garantido e regulamentado.
5.7.5 — CIRURGE
Apoio ao projeto CIRURGE — Despacho n.º 2762/2017, de 14 de novembro. Planos Urgentes
de Cirurgias, denominados CIRURGE, que visem, através da realização de cirurgias extraordinárias,
intervencionar os utentes com maior antiguidade na Lista de Inscritos para Cirurgia (LIC).
5.7.6 — Capacitar o Serviço Regional de Saúde ao nível dos cuidados de saúde domiciliários,
incluindo cuidados continuados integrados e paliativos
Desenvolver uma ação estruturada da Rede Regional de Cuidados Continuados Integrados e
Paliativos, quer ao nível institucional, quer domiciliário; reforçar os cuidados de saúde domiciliários,
potenciando uma relação de proximidade com o utente.
5.8 — Promoção de Estilos de Vida Saudável e Prevenção/Tratamento e Reinserção dos
Comportamentos Aditivos e Dependências
5.8.1 — Promoção de estilos de vida saudável e prevenção/tratamento e reinserção dos
comportamentos aditivos e dependências
Intervenção ao nível dos comportamentos aditivos e dependências, nomeadamente na pre-
venção, tratamento, dissuasão, redução de riscos e minimização de danos e reinserção.
5.9 — Desporto Crianças e Jovens
5.9.1 — Promoção da literacia motora
Apoio, promoção e desenvolvimento de iniciativas no âmbito da literacia motora das crianças,
nomeadamente os projetos «Escolinhas da Motricidade» e «Escolinhas do Desporto».
5.9.3 — Escalões de formação
Apoio à atividade regular dos clubes desportivos que desenvolvem atividades de treino e
competição dos escalões de formação, incluindo o apoio aos coordenadores da formação.
5.9.4 — Processos especiais de formação dos jovens praticantes
Apoio a processos especiais de preparação para jovens, nomeadamente «centros de treino»
e preparação e participação nos «Jogos das Ilhas».
5.10 — Atividade Desportiva
5.10.1 — Atividade associativa
Apoio às atividades associativas de âmbito local, regional e nacional, arbitragem e outras do
programa anual das associações desportivas ou clubes que desempenhem essas funções. Apoio
para a estrutura técnica associativa, formação formal de agentes desportivos não praticantes, bem
como a atribuição de prémios de classificação inerentes às participações nas respetivas provas
nacionais. Inclui também o desporto para pessoas portadoras de deficiência quando integradas
nas estruturas associativas.
5.10.2 — Participação competitiva de clubes
Apoio à participação de clubes em quadros competitivos de regularidade anual, regionais,
nacionais, internacionais e séries Açores, bem como apoio pela utilização de atletas formados nos
Açores, contratação de treinadores qualificados e atribuição de prémios de classificação.
5.10.3 — Alto rendimento
Apoio no âmbito do Alto Rendimento, Jovens Talentos Regionais e projetos de preparação
especiais, visando representações Olímpicas ou Paralímpicas numa perspetiva de promoção
da excelência desportiva. Inclui o funcionamento do Conselho Açoriano para o Desporto de Alto
Rendimento e outras formas de apoio.
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5.11 — Atividade Física
5.11.1 — Promoção da atividade física para a população em geral, incluindo jovens, adultos
e cidadãos com deficiência
Criação de condições e oportunidades para aumentar e manter a prática da atividade física
e desporto ao longo da vida para toda a população açoriana, despertando a sociedade para o
reconhecimento dos seus benefícios, promovendo o bem-estar e a adoção de estilos de vida
saudáveis.
5.12 — Instalações Desportivas
5.12.1 — Gestão e funcionamento do parque desportivo regional
Gestão e funcionamento de todas as instalações desportivas da responsabilidade direta dos
Serviços de Desporto de Ilha.
5.12.2 — Acesso generalizado às instalações desportivas escolares e outras integradas por
protocolos no parque desportivo regional
Garantir a disponibilização das instalações desportivas escolares e outras protocoladas para
desenvolvimento das atividades desportivas associativas e outras no âmbito da atividade física.
5.12.3 — Reabilitação do Parque Desportivo Regional
Modernização, reabilitação e rentabilização das instalações desportivas oficiais integradas
no Parque Desportivo Regional. Inclui fechos de obras e períodos de garantias.
5.13 — Iniciativas Transversais às Diferentes Áreas do Desporto
5.13.1 — Promoção do desporto e da atividade física
Organização de iniciativas de promoção do desporto e da atividade física, bem como a rea-
lização de estudos e investigação.
5.13.2 — Formação técnica
Organização de ações de formação de carácter técnico, quer no âmbito do associativismo ou
do exercício físico, quer dos quadros da Direção Regional do Desporto (DRD).
5.13.3 — Modernização
Apoio a entidades do associativismo desportivo para a sua modernização e apetrechamento,
designadamente para iniciativas destinadas prioritariamente à aquisição de equipamentos di-
retamente ligados à prática desportiva, à aquisição de embarcações e à aquisição de viaturas
adequadas ao transporte de atletas; modernização dos serviços da DRD.
5.14 — Equipamentos e Comunicações
5.14.1 — Viaturas de emergência
Aquisição de seis viaturas de emergência.
5.14.2 — Viaturas dos corpos de bombeiros
Apoio às AHBV da RAA para reforço de operacionalidade e aquisição de viaturas.
5.14.3 — Equipamentos para o Serviço Regional de Proteção Civil
Aquisição de Equipamentos para o SRPCBA destinados à prestação de socorro às popula-
ções.
5.14.4 — Equipamentos para as AHBV
Equipamentos de proteção individual contra incêndios nos Corpos de Bombeiros da RAA.
5.14.5 — Radiocomunicações do SRPCBA
Cumprimento dos contratos de manutenção da RITERRA. Aquisição de equipamento, licenças
de frequências, encargos com websites e assistência técnica da manutenção do software.
5.15 — Infraestruturas do SRPCBA
5.15.1 — Beneficiação e reparação de quartéis das AHBV da Região Autónoma dos Açores
Apoio na beneficiação dos quartéis da Região Autónoma dos Açores.
5.15.2 — Centro de Formação de Proteção Civil
Manutenção das estruturas existentes para a formação dos bombeiros.
5.15.3 — Construção do quartel da AHBV da Povoação
Construção do quartel da AHBV da Povoação.
5.15.4 — Construção do quartel da AHBV do Faial
Construção do quartel da AHBV do Faial.
5.15.7 — Novo quartel da AHBV do Nordeste
Elaboração do projeto para a construção do quartel da AHBV do Nordeste.
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5.16 — Protocolos e Apoios
5.16.1 — CIVISA
Execução do protocolo celebrado entre o Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos
Açores (SRPCBA) e o Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA).
5.16.2 — Apoios aos Transportes Terrestres de Emergência
Comparticipação nos encargos com os tripulantes de ambulância, tais como remunerações,
quilómetros percorridos, seguros das ambulâncias e evacuações marítimas do Pico para o Faial.
5.16.3 — Linha Saúde Açores
Manutenção e expansão da linha telefónica de triagem e aconselhamento para a população,
levando em linha de conta a orientação da comunidade europeia da criação da E-Saúde. Paga-
mento de prestação de serviços aos enfermeiros afetos à Linha Saúde.
5.16.4 — Apoios
Execução do protocolo celebrado com a Delegação da Cruz Vermelha Portuguesa em Angra
do Heroísmo e apoio na prevenção e segurança ao desporto automóvel, bem como outros apoios
pontuais.
5.16.5 — Suporte Imediato Vida
Execução dos protocolos com diversas entidades, apoio à prevenção e segurança.
5.16.6 — Pandemia da doença COVID-19
Apoio às AHBV com as equipas de socorro, seguros para todos os bombeiros, bem como o
pagamento de todas as despesas envolvidas com a COVID-19, nomeadamente a linha telefónica
de apoio não médico, pagamento dos turnos extra de médicos e enfermeiros, difusão da informação
pelos órgãos de comunicação social, aquisição de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e
pagamento de transportes de material com destino aos bombeiros, centros de saúde e hospitais
da Região Autónoma dos Açores.
5.17 — Formação
5.17.1 — Formação dos profissionais do SRPCBA
Formação e recertificação de pessoal do SRPCBA em áreas específicas.
5.17.2 — Formação dos profissionais dos Corpos de Bombeiros
Formação e recertificação dos bombeiros em áreas específicas da Proteção Civil (emer-
gência médica, salvamento e desencarceramento, combate a incêndios, matérias perigosas,
regime disciplinar dos corpos de bombeiros, liderança e motivação humana, e gestão de
operações.
5.17.3 — Formação à população
Formação à população sobre riscos e medidas de autoproteção.
5.17.4 — Sensibilização
Informação à população e clubes de proteção civil.
Programa 6 — Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural
Programação financeira
Euro
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Programação material
6.1 — Investigação, Inovação, Capacitação e Competitividade
6.1.1 — Inovação e qualificação das explorações agrícolas
Apoio ao investimento das explorações agrícolas com vista à inovação, segurança alimentar,
higiene e segurança no trabalho, bem-estar animal, qualidade e cumprimento de normas ambientais.
6.1.2 — Medidas de apoio às produções locais
Apoio complementar regional a programas comunitários de auxílio à agricultura, com particular
relevo para o Programa de Opções Específicas para fazer face ao Afastamento e à Insularidade
(POSEI).
6.1.3 — Reestruturação financeira das explorações agrícolas e reposição do seu potencial
produtivo
Apoio à reestruturação financeira das explorações agrícolas, à reposição do aparelho e do
potencial produtivo agrário danificado ou prejudicado por condições climatéricas adversas, cala-
midades e intempéries, aos produtos de categoria fibrosa e à gestão ambiental das explorações
agrícolas, nomeadamente com a recolha, transporte e valorização energética de resíduos de
origem agrícola.
6.1.4 — Reforma antecipada
Promoção de ações com vista à renovação e reestruturação das empresas agrícolas por via
da medida Reforma Antecipada (pagamento aos agricultores que cessam a sua atividade agrícola)
do PRORURAL e ao abrigo do Decreto Legislativo Regional n.º 14/2020/A, de 25 de junho.
6.1.5 — Incentivo ao associativismo
Apoio a ações desenvolvidas por organizações de produtores e associações ligadas ao setor
agrícola; apoio à perda de rendimento na atividade vinícola, decorrente da pandemia da doença
COVID-19.
6.1.6 — Capacitação dos agricultores e promoção da literacia em produção e consumo sus-
tentáveis
Execução de um programa de capacitação dos agricultores e de promoção da literacia da
população em produção e consumo sustentáveis, no âmbito da transição verde, da transição digital
e do bem-estar animal, incluindo certificações.
6.1.7 — Formação profissional, demonstração, aconselhamento e divulgação agrária
Formação profissional e qualificação para agricultores e técnicos; experimentação nas áreas
da fruticultura e horticultura; experimentação agrícola e pecuária; difusão da informação agrária;
programas de apoio às organizações de produtores; Feira Açores 2022.
6.1.8 — Inovação e digitalização da agricultura dos Açores
Execução de um programa de inovação e digitalização da agricultura dos Açores que incluirá
um plano de desenvolvimento de uma rede de monitorização e avisos agrícolas ao nível de ilha,
bem como um plano de transição para a realidade digital e agricultura de precisão.
6.1.9 — Infraestruturas de apoio para a transição digital
Infraestrutura de informação e de comunicações de apoio ao desenvolvimento agrícola, rural
e florestal.
6.1.10 — Fileira do Leite, formação dos preços
Desenvolvimento de estudos sobre a fileira do leite, bem como sobre a formação dos preços
dos produtos agrícolas.
6.1.11 — Dinamização dos mercados
Dinamização dos mercados agrícolas.
6.1.12 — Inovação e qualificação da indústria agroalimentar
Apoio a investimentos da indústria agroalimentar.
6.1.13 — Infraestrutura de apoio à segurança alimentar e saúde animal
Implementação de novas valências no Laboratório Regional de Veterinária através da aqui-
sição de equipamentos.
6.1.14 — Acreditação, certificação e gestão dos produtos de qualidade dos Açores
Desenvolvimento das ações de classificação de leite e de carcaças (realização de aná-
lises); certificação e controlo de produtos que beneficiem de regimes de qualidade da União
Europeia — DOP, IGP e ETG.
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 171
6.1.15 — Operacionalização de políticas de desenvolvimento agrícola e rural
Operacionalização, ao nível de ilha, das políticas no âmbito da sanidade animal e vegetal,
segurança alimentar, bem-estar animal, proteção das culturas, experimentação agrícola, formação
profissional, aconselhamento e divulgação agrária, acompanhamento técnico aos beneficiários e
acompanhamento e controlo da instrução e execução dos pedidos de apoio.
6.1.16 — Potenciar o setor vitivinícola
Acompanhamento e controlo dos projetos aprovados ao abrigo do programa Vitis e apoio
técnico aos produtores.
6.1.21 — Agroemprego
Ações de sensibilização para o emprego no setor agrorrural, com particular enfoque em
estabelecimentos de ensino regular e profissional, associações e cooperativas.
6.1.22 — Valorização da bovinicultura de leite e responsabilidade social na fileira dos laticínios
Ações de valorização e promoção do leite e laticínios dos Açores.
6.1.23 — Regimes de apoio à reestruturação de empresas
Regimes de apoio à reestruturação das explorações agrícolas e das empresas do setor da
transformação e comercialização, no âmbito do Programa de Recuperação e Resiliência.
6.2 — Desenvolvimento Sustentável, Biodiversidade e Alterações Climáticas
6.2.1 — Agrorruralidade por Ilha
Desenvolvimento de estudos de diagnóstico para apoio à decisão e definição de planos de
desenvolvimento agrorrural específicos para cada uma das ilhas.
6.2.2 — Agroambiente, clima e agricultura biológica
Comparticipação no âmbito das medidas Agroambiente e Clima e Agricultura Biológica do
PRORURAL+.
6.2.3 — Segurança alimentar e sanidade animal
Planos de controlo no âmbito da sanidade e bem-estar animal e saúde pública; apoio às
associações de agricultores no âmbito da colheita de amostras (BVD e Brucelose); intradermotu-
berculinização e vacinação.
6.2.4 — Melhoramento genético e bem-estar animal
Contraste Leiteiro; programas de melhoramento genético; ações no âmbito do bem-estar
animal.
6.2.5 — Bem-estar de animais de companhia e errantes
Apoio a ações para o bem-estar de animais de companhia e de animais errantes no âmbito
de protocolos com associações de proteção animal que exerçam atividade na Região Autónoma
dos Açores; realização da Feira Açores — Animais de Companhia.
6.2.6 — Sanidade vegetal e proteção de culturas
Planos de controlo no âmbito da sanidade vegetal e proteção das culturas; inspeção fitossa-
nitária; controlo de roedores; seleção genética das castas tradicionais da vinha dos Açores.
6.2.7 — SustentAgro — transição ecológica da agricultura
Apoios a ações e projetos de desenvolvimento que prossigam objetivos de sustentabilidade,
com vista a uma progressiva aproximação dos objetivos europeus decorrentes do Pacto Ecológico
Europeu, estratégia «do prado ao prato» e promoção da biodiversidade.
6.2.8 — GeoBio Ocidental
Desenvolvimento de ações e projetos de apoio à agricultura biológica nas ilhas das Flores
e Corvo.
6.2.9 — Economia circular na agricultura
Desenvolvimento de ações e projetos no âmbito da economia circular, promovendo estratégias
para a redução, reutilização, recuperação e reciclagem de materiais e energia na atividade agrícola
da Região Autónoma dos Açores, valorizando os recursos endógenos das explorações.
6.2.10 — Agricultura familiar dos Açores
Desenvolvimento de ações e projetos de apoio à agricultura familiar com vista a reforçar a
cadeia de valor das pequenas explorações e assim garantir a sua subsistência enquanto pilar da
agricultura, da economia e da paisagem da Região Autónoma dos Açores.
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 172
6.2.11 — Apoio ao rendimento e resiliência da atividade agrícola
Comparticipação no âmbito da medida Pagamentos Relativos a Zonas Sujeitas a Condicio-
nantes Naturais e Outras Condicionantes Específicas (PRORURAL+).
6.2.12 — Apoio ao desenvolvimento local de base comunitária
Pagamentos no âmbito da medida Apoio ao Desenvolvimento Local de Base Comunitária
(LEADER), (PRORURAL+).
6.2.13 — Medidas florestais de desenvolvimento rural
Pagamento de compromissos já assumidos com projetos de arborização que transitam do
Regulamento (CEE) n.º 2080/92, PDRu-Açores e PRORURAL, e assunção de novos compromissos
com projetos no âmbito do PRORURAL+.
6.2.14 — Fomento florestal
Produção de plantas para colmatar as necessidades dos serviços públicos e privados; fo-
mento do aumento da área florestal; continuação da implementação do sistema de gestão, com
vista à manutenção da certificação do perímetro florestal e matas regionais, em São Miguel, e o
acompanhamento do Programa de Melhoramento Florestal da Região.
6.2.15 — Promoção do uso múltiplo da floresta
Gestão das pastagens baldias, das reservas florestais de recreio e dos recursos piscícolas
e cinegéticos; programa de investigação de espécies cinegéticas nos Açores; investimentos inte-
grados no projeto ValconMAC — Valorização dos Recursos Florestais da Macaronésia.
6.2.16 — Life IP Climaz
Implementação do Programa Regional para as Alterações Climáticas no âmbito do projeto
Life IP Climaz.
6.2.17 — Divulgação, promoção e apoio à decisão
Ações de promoção e divulgação; realização de fóruns e elaboração de estudos de enqua-
dramento e apoio à decisão.
6.2.18 — Apoio à recuperação de colheitas agrícolas e produção pecuária — furacão Lorenzo
Apoio à recuperação de colheitas e compensação aos produtores agrícolas decorrentes dos
prejuízos causados pelo furacão Lorenzo; apoio extraordinário aos produtores agropecuários das
ilhas das Flores e do Corvo para compensar as dificuldades de escoamento de animais vivos.
6.2.19 — Acompanhamento das intervenções comunitárias
Assistência técnica aos programas comunitários no âmbito do Fundo Europeu Agrícola de
Desenvolvimento Rural (FEADER).
6.2.20 — Apoio à construção de um centro de treino animal para a AFAMA — Associação
Faialense dos Amigos dos Animais
Qualificação do Centro de Treino Animal da AFAMA.
6.2.21 — GeoBio Graciosa
Desenvolvimento de ações e projetos de apoio ao desenvolvimento da agricultura biológica
na ilha Graciosa, com particular destaque para a conversão da Fileira do Leite.
6.2.22 — Manutenção do Sistema de Certificação do Perímetro Florestal e Matas Regionais
Manutenção do Sistema de Certificação do Perímetro Florestal e Matas Regionais.
6.2.23 — Programa de melhoramento florestal
Programa de melhoramento florestal.
6.2.24 — Projeto de investigação e desenvolvimento para combate a pragas em viveiros
florestais
Projeto de investigação e desenvolvimento para combate a pragas em viveiros florestais.
6.2.25 — Ações de Requalificação do trilho pedestre do Pico da Vara
Ações de Requalificação do trilho pedestre do Pico da Vara.
6.2.26 — Produção de espécies cinegéticas para repovoamento
Postos Cinegéticos (Produção de espécies cinegéticas para repovoamento).
6.2.27 — Programa de investigação de espécies cinegéticas nos Açores
Programa de investigação de espécies cinegéticas nos Açores.
6.2.28 — Jornadas Florestais e Ações de Sensibilização Florestal
Realização de Jornadas Florestais e Ações de Sensibilização Florestal.
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N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 173
6.3 — Infraestruturas Públicas de Apoio ao Setor Produtivo
6.3.1 — Abastecimento de água, caminhos e eletrificação agrícola
Projetos, construção e requalificação de sistemas de abastecimento de água, caminhos
agrícolas e sistemas elétricos de apoio à atividade agrícola.
6.3.2 — Reestruturação fundiária
Renovação e reestruturação das empresas agrícolas, designadamente através de estímulos
ao redimensionamento e emparcelamento das explorações ao abrigo do Regime de Incentivos
à Compra de Terras Agrícolas (RICTA) (Decreto Legislativo Regional n.º 23/2008/A, de 24 de
julho).
6.3.3 — Investimento na fileira da carne Açores
Beneficiação e valorização de matadouros e estruturas de abate.
6.3.4 — Reestruturação da rede regional de abate e da rede de certificação da qualidade do
leite e segurança alimentar, e promoção de campanha institucional dos laticínios dos Açores
Construção do novo Matadouro de São Jorge. Melhoramento de Infraestruturas do Mata-
douro do Pico. Construção do Novo Edifício SERCLASM, a par da promoção de uma campanha
institucional dos laticínios dos Açores.
6.3.5 — Caminhos e infraestruturas de base para apoio ao setor florestal e rural
Construção/beneficiação/manutenção da rede viária florestal e rural por administração direta.
6.3.6 — Infraestruturas coletivas de apoio à agricultura e ao desenvolvimento rural
Infraestruturas de apoio à agricultura, pecuária e desenvolvimento rural.
6.3.7 — Valorização de infraestruturas de interesse patrimonial e cultural
Requalificação da mata ajardinada da Quinta de São Lourenço (Faial); valorização do Edifício
do Relógio da Colónia Alemã, na cidade da Horta.
6.3.11 — Melhoramento das infraestruturas do matadouro de São Miguel
Remodelação e ampliação da abegoaria do matadouro de São Miguel.
6.3.12 — Património florestal edificado
Património florestal edificado.
Programa 7 — Pescas, Aquicultura e Assuntos do Mar
Programação financeira
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 174
Programação material
7.1 — Controlo, Inspeção e Gestão
7.1.1 — Controlo e inspeção
Execução de missões periódicas de inspeção em todas as ilhas da Região Autónoma dos
Açores. Reforço do papel da Inspeção Regional das Pescas (IRP) e da coordenação regional com
a Marinha, GNR e Polícia Marítima, e continuação da promoção da vigilância marítima da pesca;
melhoria do equipamento e material inspetivos e das condições operacionais das atividades de
controlo e inspeção.
7.1.2 — Plano de Ação do Sistema Nacional de Controlo das Pescas: capacidade inspetiva,
formação e sensibilização
Implementação de um plano de formação do corpo inspetivo e do pessoal de apoio aos
processos de contraordenação em matéria de pesca marítima, aquisição de material inspetivo e
de formação.
7.1.3 — Plano de Ação do Sistema Nacional de Controlo das Pescas: acompanhamento,
vigilância e gestão eletrónica
Videovigilância das áreas costeiras; aquisição de dois sistemas radares; execução de um
projeto-piloto para o desenvolvimento de tecnologias ligadas à operação de Aeronave Remota-
mente Pilotada (ARP), vulgo Drone.
7.1.4 — Gestão sustentável das pescas e da aquicultura
Protocolo com o Instituto do Mar (IMAR) para a gestão e exploração do N/I «Arquipélago» e
da L/I «Águas-Vivas»; execução dos projetos Programa de Observação para as Pescas dos Açores
(POPA), Demersais, CONDOR, COSTA, e monotorização dos recursos pesqueiros; elaboração
do atlas de reprodução para avaliação de stocks de espécies comerciais; avaliação financeira
da pequena pesca costeira; manutenção do N/I «Arquipélago»; reunião anual com a Comissão
Internacional para a Conservação dos Tunídeos do Atlântico (ICCAT).
7.1.5 — Comunicação e ações coletivas
Realização de um encontro científico internacional, do Conselho Regional das Pescas e de
reuniões com profissionais da pesca para análise e debate de assuntos de interesse para o setor;
implementação do GEOPORTAL das Pescas; atribuição de apoio para realização da EXPOMAR
2022.
7.1.6 — Projetos PLASMAR e OCEANLIT
O projeto PLASMAR visa contribuir para o avanço do processo de Ordenamento do Espaço
Marítimo nos arquipélagos da Macaronésia e para apoiar o desenvolvimento sustentável do cres-
cimento azul. O projeto OCEANLIT tem como finalidade reduzir os resíduos marinhos, ajudando,
desta forma, à conservação e recuperação dos espaços naturais protegidos costeiros e oceânicos
em arquipélagos oceânicos.
7.1.7 — Programa Nacional de Recolha de Dados
Execução do Programa Nacional de Recolha de Dados (PNRD) na Região Autónoma dos
Açores, incluindo: programa de monitorização Screening survey; contratação de observadores
científicos para diversas embarcações de pesca regionais e para portos; aquisição de equipamentos
e outras afetas ao PNRD; protocolo com a LOTAÇOR — Serviço de Lotas dos Açores, S. A., para
a aquisição de exemplares para recolha de dados biológicos e outras obrigações decorrentes da
execução do PNRD.
7.1.8 — Cluster do Mar dos Açores
Execução dos projetos «Construção e equipamento do novo navio de investigação» e
«Construção do centro experimental de investigação e desenvolvimento ligado ao mar (TECNO-
POLO_MARTEC)», no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência dos Açores, Componente
5 — Investimento e Inovação; Contrato Programa com a Portos dos Açores para apoio técnico à
construção do navio de investigação.
7.2 — Infraestruturas de Apoio às Pescas
7.2.1 — Portos da Região Autónoma dos Açores
Encargos relativos à operacionalização dos portos e núcleos de pesca. Protocolos com
associações de pescadores e juntas de freguesia para limpeza e manutenção de equipamentos,
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 175
portos e núcleos de pesca. Protocolo com a Autoridade Marítima Nacional para manutenção dos
dispositivos de assinalamento marítimo dos portos de pesca. Contrato-programa com a LOTAÇOR
no âmbito da gestão e exploração dos portos de pesca.
7.2.4 — Construção do entreposto frigorífico de Ponta Delgada
Intervenção na cisterna localizada na área do entreposto frigorífico de Ponta Delgada e en-
cargos com a empreitada de construção do entreposto frigorífico de Ponta Delgada.
7.2.5 — Aquisição de grua para o Porto das Poças
Aquisição de uma nova grua para o Porto das Poças, em Santa Cruz das Flores.
7.2.6 — Aquisição de grua para o porto de pesca do Calhau, Piedade
Aquisição de uma grua para o porto de pesca do Calhau, Piedade, concelho das Lajes do
Pico.
7.2.9 — Contrato Programa de Investimentos com a LOTAÇOR
Requalificação dos entrepostos frigoríficos e das lotas da Região Autónoma dos Açores.
7.3 — Frota e Recursos Humanos
7.3.1 — Regime de Apoio à Frota de Pesca Local e Costeira
Execução do Plano de Reestruturação da Frota de Pesca, através da concessão de apoios
a abates de artes e de embarcações. Criação de Linha de Crédito de Apoio à Pesca
7.3.2 — Regime de Apoio à Motorização de Embarcações de Pesca Local
Atribuição de uma compensação financeira aos armadores das embarcações regionais de
pesca local, cuja propulsão seja efetuada exclusivamente por motor fora de borda, a gasolina.
7.3.3 — Regime de Apoio à Redução dos Custos da Atividade da Pesca
Pagamento do diferencial entre o preço de venda do gasóleo e o preço do gasóleo pesca.
7.3.4 — Regime de Apoio à Segurança no Trabalho a Bordo das Embarcações da Pesca
Local e Costeira
Atribuição de um apoio financeiro aos armadores destinado a apoiar os encargos com os
seguros das suas tripulações.
7.3.5 — FUNDOPESCA e regime excecional COVID-19
Atribuição de apoios aos pescadores quando as condições climatéricas ou de mercado
impeçam o normal exercício da atividade; atribuição de um apoio excecional ao rendimento dos
profissionais da pesca na sequência da situação pandémica COVID-19.
7.3.6 — Formação e promoção do capital humano
Pagamento de prémios de seguros e despesas de operação da embarcação «Formar»; rea-
lização de cursos de formação profissional para pescadores na Escola do Mar dos Açores (EMA);
criação de um centro de aprendizagem para jovens pescadores; apoio escolar às crianças das
comunidades piscatórias.
7.3.7 — Estruturas e equipamentos
Atualização tecnológica dos serviços da Direção Regional das Pescas (DRP); adaptação da
«Casa do Pescador» a serviços da Secretaria Regional do Mar e das Pescas (SRMP), incluindo
arquivo; requalificação do edifício sede da secretaria regional.
7.4 — Produtos da Pesca e da Aquicultura
7.4.1 — Apoio a profissionais da pesca e organizações setoriais
Apoios às associações de armadores ou de pescadores pelos serviços que prestam na gestão
e no desenvolvimento do setor das pescas.
7.4.2 — Produção, transformação e comercialização dos produtos da pesca e da aquicul-
tura
Apoio suplementar para a execução do plano de compensação dos custos suplementares
para os produtos da Região Autónomas dos Açores.
7.4.3 — Inovação na aquicultura
Protocolo com o IMAR para a execução do projeto AQUALAB.
7.4.4 — Valorização dos subprodutos da pesca
Valorização de pescado demersal, favorecendo a sua qualidade em detrimento da quantidade
capturada e contribuindo assim para a sustentabilidade do setor.
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 176
7.5 — Regimes de Apoio e Assistência Técnica do Mar 2020
7.5.1 — Apoio ao investimento no âmbito dos projetos MAR 2020
Transferência para o Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas (IFAP) da compar-
ticipação regional nos projetos de investimento executados por entidades empresariais privadas
e públicas no âmbito do Programa Operacional MAR 2020.
7.6 — Gestão e Requalificação da Orla Costeira
7.6.1 — Gestão e requalificação das zonas costeiras
Acompanhamento dos processos e intervenções de gestão e requalificação das zonas cos-
teiras.
7.6.2 — Gestão de zonas balneares
Gestão de zonas balneares da Região Autónoma dos Açores. Inclui envelope financeiro, no
valor de 160 000 €, para transferência da gestão das quatro zonas balneares, sob alçada do GRA,
para as respetivas autarquias ou outras entidades locais.
7.6.3 — Projeto ABACO
Gestão de Zonas Balneares — Projeto INTERREG MAC.
7.6.11 — Resposta a intempéries e outras situações extraordinárias
Resposta a danos na orla costeira causados por intempéries e fenómenos de erosão cos-
teira, e execução de intervenções extraordinárias de requalificação da orla costeira, até ao limite
de 25 000 € por ação.
7.7 — Monitorização, Promoção, Fiscalização e Ação Ambiental Marinha
7.7.1 — Cooperação institucional, promoção e educação ambiental marinha e ciência cidadã
Atividades de cooperação institucional, promoção, educação ambiental e ciência cidadã, no
âmbito das valências do mar.
7.7.2 — Programas de monitorização e medidas da Diretiva-Quadro da Estratégia Marinha
e ação ambiental marinha dos parques naturais
Implementação de programas de monitorização e medidas da Diretiva-Quadro da Estratégia
Marinha, bem como atividades no âmbito da ação ambiental marinha dos parques naturais.
7.7.3 — Infraestruturas e equipamentos
Atualização tecnológica de instalações e equipamentos.
7.7.4 — Projeto LIFE-IP Azores Natura — componente marinha
Execução de projeto LIFE-IP, em conjunto com a Direção Regional do Ambiente (DRA) e a
Sociedade para o Estudo das Aves (SPEA); iniciativa de extensa ação de conservação marinha
na Região Autónoma dos Açores.
7.7.7 — Projeto PLASMAR +
Execução de projeto PLASMAR + (Progresso do Planeamento Sustentável das Áreas Mari-
nhas na Macaronésia).
7.7.8 — Plano de Gestão da Região Hidrográfica dos Açores — águas marinhas costeiras
Execução de atividades no âmbito do Plano de Gestão da Região Hidrográfica dos Açores.
7.7.9 — Projetos MARCET II, INTERTAGUA, IMPLAMAC, OCEANLIT e SMARTBLUEF
Execução dos projetos INTERREG-MAC 2020, MARCET II, INTERTAGUA, IMPLAMAC,
OCEANLIT e SMARTBLUEF, que contribuirão para a continuidade dos trabalhos de conservação,
ordenamento e promoção das atividades marítimas sustentáveis.
7.7.10 — Projeto LIFE-IP CLIMAZ
Execução do projeto LIFE IP CLIMAZ — Programa Regional para as Alterações Climáticas.
7.7.11 — Projeto MSP-OR Advancing Maritime Spatial Planning in Outermost Regions
Execução do projeto MSP-OR Advancing Maritime Spatial Planning in Outermost Regions.
7.7.12 — Colmatação de lacunas sobre a caracterização do espaço marítimo
Intervenções relacionadas com o reforço de investimento público no apoio à transição climá-
tica, no âmbito do Programa REACT-EU.
7.7.13 — Estudo hidrodinâmico das condições oceanográficas na costa norte da ilha de São
Jorge
Intervenções relacionadas com o reforço de investimento público no apoio à transição climática,
no âmbito do Programa REACT-EU.
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 177
7.7.14 — Ordenamento do Espaço Marítimo Nacional — Açores
Intervenções relacionadas com o reforço de investimento público no apoio à transição climática,
no âmbito do Programa REACT-EU.
7.7.15 — Operacionalização do serviço do Parque Marinho dos Açores (PMA)
Intervenções relacionadas com o reforço de investimento público no apoio à transição climática,
no âmbito do Programa REACT-EU.
7.8 — Escola do Mar dos Açores
7.8.1 — Escola do Mar dos Açores
Continuação dos trabalhos e atividades associadas à instalação da Escola do Mar dos Açores.
7.8.2 — Infraestruturas complementares EMA
Continuação dos trabalhos e atividades associadas à instalação da Escola do Mar dos Açores
(EMA).
Programa 8 — Cultura, Ciência e Transição Digital
Programação financeira
Programação material
8.1 — Dinamização de Atividades Culturais
8.1.1 — Escolas de formação
Apoio aos cursos de educação extraescolar no âmbito da Portaria n.º 40/2002, de 16 de
maio.
8.1.2 — Edição de obras de cariz cultural
Edição de obras de cariz cultural em diversos suportes e sua divulgação.
8.1.3 — Rede de leitura pública
Realização de atividades de promoção do livro e da leitura no âmbito do programa «LER
AÇORES».
8.1.4 — Banda Lira Açoriana
Realização de estágio e concerto do projeto Lira Açoriana.
8.1.5 — Dinamização cultural
Promoção e dinamização de eventos na Região Autónoma dos Açores em diversas áreas
culturais, promovidos pelos serviços centrais e externos.
8.1.6 — Arte Contemporânea dos Açores — ArTca
Financiamento de intervenções ao nível da arte contemporânea com o objetivo de favorecer
a sua criação e difusão.
8.1.7 — Apoios a atividades de relevante interesse cultural
Apoios a conceder a atividades consideradas de relevante interesse cultural no âmbito do
Decreto Legislativo Regional n.º 29/2006/A, de 8 de agosto, na sua redação atual.
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 178
8.1.8 — Programa de apoios às sociedades recreativas e filarmónicas
Apoios a conceder às sociedades recreativas e filarmónicas no âmbito do Decreto Legislativo
Regional n.º 3/2014/A, de 14 de fevereiro, na sua redação atual.
8.1.9 — Audiovisual
Desenvolvimento da estratégia do audiovisual e multimédia nas áreas de formação, divulgação
e promoção.
8.1.10 — Prémios culturais
Atribuição de prémios culturais: Humanidades Daniel de Sá (Resolução do Conselho do
Governo Regional n.º 12/2014, de 24 de janeiro); Fotografia «Christiano Júnior» (Resolução do
Conselho do Governo Regional n.º 145/2015, de 16 de setembro); Pintura «Antonio Dacosta»
(Resolução do Conselho do Governo Regional n.º 13/2014, de 24 de janeiro); Escultura «Canto da
Maia» (Resolução do Conselho do Governo Regional n.º 144/2015, de 16 de setembro); Cinema
e Audiovisual «Ayres d’Aguiar» (Resolução do Conselho do Governo Regional n.º 143/2015, de
16 de setembro).
8.1.11 — Teatro Micaelense — Centro Cultural e de Congressos, S. A.
Celebração de um contrato-programa entre a Região Autónoma dos Açores e a Teatro Mi-
caelense — Centro Cultural e de Congressos, S. A., tendo em vista o desenvolvimento da oferta
cultural, através da concretização do programa de espetáculos.
8.1.12 — Desenvolvimento de atividades no âmbito de ações culturais
Desenvolvimento de atividades no âmbito de ações culturais e comparticipação de todas as
despesas anteriormente assumidas pela Fundo Regional de Ações Culturais (FRAC).
8.2 — Defesa e Valorização do Património Arquitetónico e Cultural
8.2.1 — Aquisição e restauro de bens de valor cultural
Apoios para intervenção de conservação e restauro de bens móveis ao abrigo do Decreto
Regulamentar Regional n.º 23/2015/A, de 29 de outubro; aquisição de bens de valor cultural;
aquisição de materiais e equipamentos no âmbito dos trabalhos a realizar pelos técnicos de con-
servação e restauro da Direção Regional da Cultura (DRC); trabalhos de peritagem na gestão,
proteção e conservação de bens patrimoniais públicos, afetos ao Governo Regional dos Açores
ou a instituições privadas.
8.2.2 — Inventário do património artístico e cultural
Inventário, tratamento e estudo do património artístico e imaterial da Região Autónoma dos
Açores; ações de sensibilização e educação patrimonial junto de instituições públicas e privadas
para motivar as boas práticas da conservação do património associado aos respetivos inventários,
com enfoque na transição digital.
8.2.3 — Imóveis e conjuntos classificados
Apoios ao abrigo do Decreto Regulamentar Regional n.º 23/2015/A, de 29 de outubro; apoios
ao abrigo do Decreto Regulamentar Regional n.º 25/2015/A, de 30 de outubro; revisão da lista
dos imóveis e conjuntos classificados na Região Autónoma dos Açores; prémio de arquitetura
«Paulo Gouveia».
8.2.4 — Investigação arqueológica
Ações de proteção, promoção e inventariação do património arqueológico da Região Autó-
noma dos Açores.
8.2.5 — Pequenas obras de conservação, manutenção e recuperação dos museus, biblio-
tecas e arquivos
Reabilitações em edifícios afetos à DRC; aquisição de serviços diversos.
8.2.6 — Salvaguarda do património baleeiro
Recuperação, conservação e valorização do património baleeiro da Região Autónoma dos
Açores, ao abrigo do Decreto Legislativo Regional n.º 13/98/A, de 4 de agosto, na sua redação atual.
8.2.7 — Divulgação e sensibilização do património cultural
Ações de promoção, divulgação e sensibilização do património cultural da Região Autónoma
dos Açores.
8.2.8 — Aquisição de conteúdos para bibliotecas e arquivos públicos
Aquisição de conteúdos para enriquecimento dos fundos das bibliotecas públicas e arquivos
regionais.
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8.2.9 — Aquisição, recuperação e conservação de instalações para entidades culturais
Apoios ao abrigo do Decreto Regulamentar Regional n.º 21/2015/A, de 28 de outubro.
8.2.10 — Execução do protocolo com a Diocese de Angra
Apoio à reconstrução das igrejas e estruturas pastorais das ilhas do Faial e Pico danificadas
pelo sismo de 9 de julho de 1998.
8.2.11 — Tecnologias da informação e da comunicação no acesso à cultura
Promover o acesso em linha à informação e ao conhecimento documental dos Açores, no
quadro de referências de eficiência e qualidade, através dos museus e das bibliotecas públicas
e arquivos regionais.
8.2.12 — Assistência técnica e fecho financeiro
Pagamento da fiscalização durante o período das garantias das empreitadas. Execução de
obras que necessitam de intervenção urgente e acionamento das respetivas garantias bancárias.
8.2.13 — Património arqueológico subaquático
Ações referentes à execução do plano de atividades do projeto Margullar 2, que visa a criação
de um produto turístico cultural, tendo por base o património arqueológico subaquático da Região
Autónoma dos Açores, e a sua promoção estratégica, de forma sustentável.
8.2.15 — Criação de um atlas do património arquitetónico e cultural
Criação de um atlas do património arquitetónico e cultural.
8.2.17 — Candidatura a Capital Europeia da Cultura
Apoio à candidatura da Câmara Municipal de Ponta Delgada e dos Açores a Capital Europeia
da Cultura 2027.
8.2.19 — Reabilitação do património histórico de Santa Maria
Reabilitação do património histórico de Santa Maria.
8.2.20 — Igreja do Colégio dos Jesuítas de Angra do Heroísmo
Recuperação do imóvel da Igreja do Colégio dos Jesuítas de Angra do Heroísmo.
8.2.21 — Requalificação da Igreja Matriz da Ribeira Grande
Apoio ao restauro e requalificação dos tetos da Igreja Matriz da Ribeira Grande.
8.2.24 — EEA Grants Cultura — De Fenais a Fenais: Cultura Matriz do Desenvolvimento
Local
Desenvolvimento local através da salvaguarda e revitalização de património cultural costei-
ro — projeto global, critérios de mérito e seu contributo para uma nova política cultural pública de
intervenção territorial dos museus para o desenvolvimento local.
8.2.29 — Vivências Insulares — exposição permanente do Museu Carlos Machado
Vivências insulares — exposição permanente.
8.2.31 — Protocolo — Recuperação da Igreja do Livramento na Terceira
Protocolo — Recuperação da Igreja do Livramento na Terceira.
8.3 — Programa de Incentivos ao Sistema Científico e Tecnológico dos Açores (SCTA)
8.3.1 — Infraestruturas, projetos e atividades no âmbito das entidades do SCTA
Apoio às entidades de investigação e de difusão da cultura científica e tecnológica que inte-
gram o Sistema Científico e Tecnológico dos Açores (SCTA), bem como aos projetos e atividades
por elas desenvolvidos, tendo em vista a consolidação de uma rede de referência, sustentada e
de excelência na área da ciência, nos Açores.
8.3.2 — Inovação, capacitação científica e implementação de projetos de investigação em
contexto empresarial
Apoio a projetos de Investigação, Desenvolvimento e Inovação (ID&I) em contexto empresarial,
visando o desenvolvimento e a incorporação de novas capacidades e competências nas empresas,
de forma a promover a transferência do conhecimento para o mercado e apoiar a conversão de
ideias em inovação, através da implementação de PROCESSOS, serviços ou sistemas inovadores,
ou de novos produtos, ou, ainda, a melhoria dos existentes.
8.3.3 — Internacionalização da investigação regional
Apoio a iniciativas transversais de cooperação científica e tecnológica internacional e à
comparticipação em programas de I&D financiados pela UE e aos potenciais beneficiários na
preparação de candidaturas, bem como o apoio à integração em organizações, comissões e redes
científicas internacionais, visando-se, assim, consolidar áreas científicas e tecnológicas estraté-
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 180
gicas para a Região Autónoma dos Açores, apoiando iniciativas de cooperação transnacional de
I&D tecnológico.
8.3.4 — Produção, formação e divulgação científica e tecnológica
Apoio a ações de produção, formação e divulgação científica e tecnológica promovidas pelas
entidades do SCTA.
8.3.5 — Contratação de investigadores para o SCTA
Contratação de investigadores pelos centros de investigação regionais, de forma a garantir e
assegurar a estabilidade das equipas de investigação já existentes, através de contrato plurianual
com a Universidade dos Açores.
8.3.6 — Desenvolvimento tripolar da Universidade dos Açores
Comparticipação no acréscimo de encargos resultantes da tripolaridade da Universidade
dos Açores.
8.3.7 — Transferências para o Fundo Regional para a Ciência e Tecnologia
Transferência de verbas para a execução do plano de atividades do Fundo Regional da
Ciência e Tecnologia (FRCT), nomeadamente a concessão de bolsas de investigação da Direção
Regional da Ciência e Transição Digital (DRCTD), programas de integração de recursos altamente
qualificados em meio empresarial, execução de projetos internacionais, eventos de I&I e partici-
pação em redes.
8.4 — Ações de valorização e promoção da ciência, tecnologia e inovação
8.4.1 — Eventos de promoção da ciência, tecnologia e inovação
Encargos com a organização de iniciativas de promoção de ciência, tecnologia e inovação.
8.4.2 — Iniciativas de gestão, operacionalização e monitorização do sistema científico e
tecnológico
Desenvolvimento de iniciativas transversais de coordenação e dinamização da RIS3, da ID&I
empresarial, bem como pelo apoio à integração em organizações, comissões e redes científicas.
8.4.3 — Centro de divulgação «Museu de História Natural dos Açores», em Ponta Delgada
Criação do Centro de Divulgação «Museu de História Natural dos Açores», cumprindo objetivos
de literacia e emprego científicos nas áreas da ciência, cultura, turismo e economia.
8.4.4 — Rede regional dos laboratórios COVID-19
Criação, equipamento, funcionamento e recursos humanos dos Laboratórios COVID-19 no
Faial, Terceira e São Miguel, operacionalizados pela Universidade dos Açores e pelo Hospital da
Horta.
8.5 — Iniciativas, projetos e infraestruturas de base tecnológica
8.5.1 — Ações promotoras de ecossistemas tecnológicos e digitais
Desenvolvimento de projetos digitais integrados e promotores de ecossistemas tecnológicos.
8.5.2 — Implementação de infraestruturas tecnológicas
Implementação da Estratégia Regional para o Espaço.
8.5.3 — Projeto RAEGE — Ilha das Flores
Desenvolvimento de projeto de arquitetura e engenharia para execução da Estação Geodé-
sica Fundamental. Desenvolvimento de procedimento de diálogo concorrencial para o estudo da
configuração técnica e arquitetónica do radiotelescópio e respetiva aquisição e instalação, bem
como as aquisições de equipamentos.
8.5.4 — Projetos e infraestruturas aeroespaciais
Projetos da competência da EMA-Espaço em linha com o Programa do XIII Governo Regional
dos Açores para o setor aeroespacial. Implementação da Estratégia dos Açores para o Espaço,
que inclui os projetos que constituem o ecossistema aeroespacial da Região Autónoma dos Aço-
res. Participação no desenvolvimento da plataforma de licenciamento das atividades espaciais
e implementação do instrumento financeiro que permita o pagamento do diferencial das torres
meteorológicas para as torres VTS.
8.5.5 — Projeto RAEGE — Santa Maria e outras iniciativas dedicadas ao Espaço
Projetos no âmbito das competências da EMA-Espaço em linha com o Programa do XIII
Governo Regional dos Açores para o setor aeroespacial na Região Autónoma dos Açores. De re-
ferir o contrato-programa com a Associação RAEGE Açores, cujo objetivo integra, entre outros, a
gestão das infraestruturas da RAEGE e as ações com vista ao desenvolvimento e implementação
do projeto do SpacePort.
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 181
8.6 — Parque de Ciência e Tecnologia da Ilha Terceira
8.6.1 — Parque de Ciência e Tecnologia da Ilha Terceira
Equipamento do Laboratório de Inovação em Produtos Lácteos e do mobiliário técnico do
Parque de Ciência e Tecnologia da Ilha Terceira.
8.7 — Ações de Valorização e Promoção da Transição e Transformação Digital
8.7.1 — Atividades de promoção e implementação da transição e transformação digital
Dotar a DRCTD de condições de investimento para criar atividades que promovam e imple-
mentem a transição e transformação digital em todo o espetro da sociedade da Região Autónoma
dos Açores, que se traduzirá na criação de projetos específicos, que deem resposta aos problemas
das empresas, comunidade científica e sociedade em geral, que promovam a transição e trans-
formação digital na Região Autónoma dos Açores e incentivem a implementação de tecnologias
digitais em todo o espetro socioeconómico.
8.7.2 — Iniciativas de gestão, operacionalização e monitorização da transição e transforma-
ção digital
Dotar as equipas envolvidas da capacitação, formação, ferramentas administrativas, infor-
máticas, recursos humanos e condições de participação em eventos/ações/medidas que estejam
diretamente relacionadas com a transformação e transição digital.
8.7.3 — Autonomia digital dos Açores
Conclusão da implementação do primeiro repositório de conteúdos digitais dos Açores, para
preservação e salvaguarda da sua memória histórica, baseado em princípios de interoperabili-
dade organizacional, processual, técnica e semântica, e na escalabilidade dos seus diferentes
componentes.
8.8 — Iniciativas, projetos, ações e infraestruturas para a Transição e Transformação Digital
no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência
8.8.1 — Sistema de incentivo para a transição e transformação digital
Incentivos para projetos como o Vale PME Digital Açores, Vale SIAC, Voucher Comércio Local
no Digital, Voucher Confiança Online e o projeto Distinção Empresa Digital Açores.
8.8.2 — APR + Serviços mais ágeis
Criação e disponibilização de ferramentas e serviços de uso transversal que permitam esta-
belecer uma relação digital, sem descurar a segurança e a privacidade dos dados e informação,
incrementando a qualidade e a celeridade das respostas, incentivando o uso das tecnologias
digitais e open source.
8.8.3 — APR + Proativa
A Administração Pública Regional pretende ser um agente facilitador na dinamização social
e económica da Região Autónoma dos Açores, criando novos instrumentos e ferramentas, base-
adas em novas tecnologias digitais (ex.: inteligência artificial), não só para auxiliar a comunidade
regional, mas também para a própria Administração Pública Regional.
Programa 9 — Ambiente, Alterações Climáticas e Território
Programação financeira
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 182
Programação material
9.1 — Planeamento, Inspeção e Promoção Ambiental
9.1.1 — Vigilância ambiental
Vigilância ambiental.
9.1.2 — Cidadania ambiental ativa
Apoio às atividades das Organizações Não Governamentais de Ambiente, prémios «Espírito
Verde» e Linha SOS Ambiente/Na Minha Ilha; ações de busca e socorro, incluindo o resgate de
visitantes na Reserva Natural da Montanha do Pico e o funcionamento e monitorização do sistema
de videovigilância e rastreio de visitantes na montanha (CICLOPE); Galardão Miosotis Azores.
9.1.3 — Eco Freguesia, freguesia limpa
Apoios às atividades das autarquias no âmbito o programa Eco Freguesia, freguesia limpa.
9.1.4 — Rede regional de ecotecas, centros ambientais e promoção de práticas ambientais
Rede Regional de Centros Ambientais, incluindo centros de interpretação e de visitação; Rede
Regional de Ecotecas; Promoção de práticas ambientais.
9.1.7 — Infraestrutura de Dados Espaciais dos Açores (IDE.A)
Implementação, manutenção evolutiva e atualização da Infraestrutura de Dados Espaciais dos
Açores (IDE.A), bem como o desenvolvimento/manutenção de outras componentes associadas à
mesma infraestrutura [Plataforma Online GEOPROCESSOS; Sistema de Metadados dos Açores
(SMA); Gestor de Metadados dos Açores (GeMA)], e a aquisição de formação técnica especializada
nas tecnologias QGIS e GeoServer em utilização na IDE.A.; apoio técnico na área dos SIG.
9.1.8 — Sistemas e infraestruturas de informação e comunicação
Gestão das infraestruturas informática e de comunicações, manutenção, atualização e de-
senvolvimento das plataformas informáticas existentes, bem como manutenção de equipamentos
tecnológicos e multimédia.
9.1.9 — Licenciamento Único Ambiental nos Açores
Manutenção preventiva e evolutiva da plataforma para o Licenciamento Único Ambiental nos
Açores (LUAaz).
9.1.10 — Projeto LIFE VIDALIA — LIFE17 NAT/PT/000510
Componente do Beneficiário Coordenador (SRAAC); desenvolvimento do projeto LIFE
VIDALIA — Valorização e Inovação Dirigidos à Azorina e Lotus nas Ilhas Açorianas.
9.1.11 — Projeto LIFE AZORES NATURA — LIFE17 IPE/PT/000010
Componente do beneficiário coordenador (SRAAC). Desenvolvimento do Projeto LIFE IP
Azores Natura — Proteção ativa e gestão integrada da Rede Natura 2000 nos Açores, destinado
a implementar estratégias de conservação de habitats e espécies e de valorização da componente
social e do potencial económico dos sítios da Rede Natura 2000 nos Açores.
9.1.12 — Projeto LIFE BEETLES — LIFE18 NAT/PT/000864
Componente do beneficiário coordenador (SRAAC). Desenvolvimento do projeto LIFE
BEETLES, visando a atenuação das ameaças ambientais e ecológicas para espécies protegidas,
nas ilhas Terceira, Pico e Flores.
9.1.13 — Projeto LIFE IP CLIMAZ — LIFE19 IPC/PT/000004 — Ambiente
Componente do beneficiário coordenador do Projeto LIFE CLIMAZ — Programa Regional de
Mudanças Climáticas nos Açores (SRAAC).
9.1.14 — Estudos e projetos a programas comunitários
Despesas inerentes à EM LIFE Açores, assim como candidaturas a projetos comunitários.
9.1.15 — Inspeção Regional do Ambiente (IRA)
Inspeção Ambiental.
9.1.16 — Projeto LIFE SNAILS
Desenvolvimento do projeto LIFE SNAILS — Apoio e naturalização de áreas com importância
para caracóis terrestres — Componente do beneficiário coordenador (SRAAC).
9.1.17 — Renovação da exposição do Centro de Monitorização e Investigação das Furnas
Melhoria dos conteúdos informativos do Centro de Monitorização e Investigação das Furnas
(CMIF), através da criação de uma nova sala de exposição, de modo a responder às necessidades
dos visitantes.
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N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 183
9.1.18 — Parques Naturais de Ilha
Intervenções nos trilhos da Região Autónoma dos Açores, integrados nos Parques Naturais
de Ilha e da Responsabilidade da SRAAC.
9.1.19 — Abertura do trilho das cascatas na Lomba de São Pedro em São Miguel
Abertura do trilho das cascatas na Lomba de São Pedro em São Miguel.
9.2 — Qualidade Ambiental e Alterações Climáticas
9.2.1 — Avaliação e licenciamento ambiental
Aplicação do regime jurídico da avaliação e licenciamento ambiental (inclui processo de
consulta pública e ações de acompanhamento das instalações/projetos).
9.2.2 — Rede de monitorização e plataforma de informação da qualidade do ar
Aquisição de dois analisadores de partículas (a medição simultânea e contínua de PM10,
PM4, PM2,5 e PM1, PMTotal e distribuição de tamanho) para complementar a rede e dados exis-
tentes e aquisição de novo abrigo para a estação de monitorização da qualidade do ar, situada
na freguesia da Ribeirinha, concelho da Horta, de forma a adaptar-se à inclusão de mais um
analisador de partículas.
9.2.3 — Monitorização e controlo da infestação por térmitas
Gestão do Sistema de Certificação de Infestação por Térmitas (SCIT).
9.2.4 — PLANCLIMAC — Alterações climáticas
Desenvolvimento do projeto PLANCLIMAC — Alterações climáticas.
9.2.5 — Instalações e equipamento dos centros de processamento de resíduos
Execução dos projetos de empreitada de adaptação e reabilitação dos sete centros de
processamento de resíduos.
9.2.6 — Operação dos centros de processamento e boas práticas de gestão de resíduos
Encargos com as concessões dos centros de processamento de resíduos e com a compen-
sação financeira ao transporte interilhas de refugo.
9.2.8 — Sistema de depósito de embalagens não reutilizáveis de bebidas nos Açores — EEA
Grants
Projeto de sistema de depósito de embalagens não reutilizáveis de bebidas nos Açores — EEA
Grants.
9.2.9 — Proteção radiológica
Concretização de protocolo/contrato para apoio técnico especializado à Direção Regional
do Ambiente (DRA) no âmbito do regime jurídico da proteção radiológica; concretização do Plano
Regional para o Radão; monitorização ambiental da radioatividade.
9.2.10 — Programa Regional para as Alterações Climáticas
Avaliação intercalar do Programa Regional para as Alterações Climáticas (PRAC) — relatório
intercalar de avaliação ambiental estratégica.
9.2.11 — Alteração do PEPGRA
Processo de consulta e discussão pública de execução de material de informação, divulgação
e publicitação. Processo de Avaliação Ambiental Estratégica (AAE) da revisão do Plano Estratégico
de Prevenção e Gestão de Resíduos dos Açores (PEPGRA).
9.2.12 — Execução da revisão do regime geral de prevenção e gestão de resíduos
Execução de assessoria jurídica para a execução da revisão do regime geral de prevenção
e gestão de resíduos.
9.2.13 — Restruturação dos Centros de Processamento de Resíduos (CPR) para a realização
do processo de compostagem da recolha seletiva de orgânicos
Aquisição de equipamento, nomeadamente trituradores de madeira industriais, crivos, tapetes
de triagem, ensacamento e outros; contempla ainda o projeto de restruturação dos CPR para a
realização do processo de compostagem da recolha seletiva de orgânicos.
9.2.14 — Elaboração do Roteiro de Economia Circular Regional
Adaptar o novo Plano de Ação para a Economia Circular à Região Autónoma dos Açores.
9.2.15 — Roteiro para a Neutralidade Carbónica dos Açores
Este relatório identificará e quantificará as oportunidades de redução de emissões, através
da identificação de medidas de mitigação conducentes aos cenários de evolução e da avaliação
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 184
dessas medidas, e identificará, de igual modo, os mecanismos de financiamento para as medidas
de mitigação.
9.2.16 — Melhoria do conhecimento da localização e estado de conservação dos solos
orgânicos e turfeiras e monitorização do stock de carbono
Impedir a emissão de CO2 e N2O por uso agrícola ou floresta de solos orgânicos não identi-
ficados/protegidos; calcular o sequestro de CO2 associado a estes ecossistemas.
9.2.18 — Projeto LIFE SNAILS
Desenvolvimento do projeto LIFE SNAILS — Apoio e naturalização de áreas com importância
para caracóis terrestres — Componente do beneficiário associado (DRAAC).
9.2.19 — Implementação de sistemas de pay-as-you-throw — PAYT (Elaboração de guia
técnico de implementação de sistema PAYT nos Açores, projetos piloto)
Implementação de sistemas de pay-as-you-throw — PAYT (Elaboração de guia técnico de
implementação de sistema PAYT nos Açores, projetos piloto).
9.3 — Conservação da Natureza e Biodiversidade
9.3.1 — Monitorização e gestão do património natural e da biodiversidade
Monitorização e gestão do património natural e da biodiversidade.
9.3.2 — Parques Naturais de Ilha, Reservas da Biosfera, Geoparque e Paleoparque
Implementação das medidas que constam dos Planos de Gestão das Áreas Terrestres dos
Parques Naturais de Ilha e dos Planos de Ação das Reservas da Biosfera.
9.3.3 — Apoios à manutenção de paisagens tradicionais em áreas classificadas
Apoios à reabilitação da paisagem tradicional da cultura da vinha em currais na ilha do Pico
e à manutenção de paisagens; sistema de incentivos à manutenção de paisagens tradicionais da
cultura da vinha, em currais e em socalcos, e de pomares de espécies tradicionais, situadas em
áreas de paisagem protegida e em fajãs costeiras, integradas nos parques naturais de ilha, e em
reservas da biosfera.
9.3.4 — Recuperação de trilhos e infraestruturas de apoio da Fajã de Santo Cristo
Recuperação dos trilhos tradicionais e instalação de uma zona de apoio, acolhimento e des-
canso para visitantes na Fajã da Caldeira de Santo Cristo, em São Jorge.
9.3.5 — Rede de observação e centros de reabilitação de aves selvagens
Construção de circuito interpretativo da plataforma costeira das Lajes do Pico.
9.3.6 — Projeto LIFE VIDALIA — LIFE17 NAT/PT/000510
Desenvolvimento do projeto LIFE VIDALIA — Valorização e Inovação Dirigidos à Azorina e
Lotus nas Ilhas Açorianas.
9.3.7 — Projeto LIFE AZORES NATURA — LIFE17 IPE/PT/000010
Desenvolvimento do projeto LIFE IP Azores Natura — Proteção ativa e gestão integrada da
Rede Natura 2000 nos Açores, destinado a implementar estratégias de conservação de habitats
e espécies e de valorização da componente social e do potencial económico dos sítios da Rede
Natura 2000 nos Açores.
9.3.8 — Projeto LIFE BEETLES — LIFE18 NAT/PT/000864
Desenvolvimento do projeto LIFE BEETLES, visando a atenuação das ameaças ambientais
e ecológicas para espécies protegidas, nas ilhas Terceira, Pico e Flores.
9.3.12 — Implementação da Convenção CITES nos Açores
Base de dados, registo regional e emissão de licenças e certificados CITES.
9.3.17 — Estudo de impacte ambiental do acesso à Fajã do Fischer, na Terceira
Estudo de impacte ambiental do acesso à Fajã do Fischer, na Terceira.
9.4 — Recursos Hídricos e Rede Hidrográfica
9.4.1 — Monitorização e manutenção da rede hidrográfica
Desenvolvimento de ações de monitorização, limpeza e manutenção da rede hidrográfica,
com recurso à estrutura operativa da Administração Pública Regional.
9.4.2 — Rede de monitorização do ciclo hidrológico
Monitorização do ciclo hidrológico e limnográfico das águas superficiais. Instalação e manu-
tenção da rede quantitativa das águas subterrâneas.
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N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 185
9.4.3 — Monitorização qualitativa das massas de água interiores e de transição
Monitorização qualitativa das massas de água interiores e de transição para cumprimento da
Diretiva Quadro da Água/Lei da Água.
9.4.4 — Monitorização do estado trófico das lagoas
Realização de amostragens físico-químicas das massas de água das lagoas de São Miguel,
Pico, Flores e Corvo; sistema de arejamento da Lagoa das Furnas; equipamento e funcionamento
do Laboratório dos Recursos Hídricos.
9.4.5 — Controlo da biomassa e dos níveis de nutrientes nas lagoas
Implementação do protocolo celebrado com o Fundo Ambiental para tratamento da água de
lagoas eutrofizadas — Açores.
9.4.6 — Projeto MITIMAC Água
HIDROBAL — Avaliação e espacialização do balanço hídrico e caracterização da interação
entre as águas de superfície e subterrâneas; ECOAGUA — Definição metodológica e aplicações
para a caracterização da interação entre as águas subterrâneas e os ecossistemas em ilhas vul-
cânicas.
9.4.7 — Instrumentos de planeamento de recursos hídricos
Plano de Gestão da Região Hidrográfica dos Açores; Plano de Gestão de Riscos de Inundações
dos Açores; Plano de Gestão de Secas e Escassez; execução de medidas previstas nos planos.
9.4.8 — Requalificação da rede hidrográfica
Intervenções regulares programadas em função do processo de avaliação do estado da rede
hidrográfica — Relatório do Estado das Ribeiras dos Açores.
9.5 — Ordenamento e Gestão do Território
9.5.1 — Implementação do Sistema de Gestão Territorial
Revisão do Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial dos Açores; adaptação
do Regime Jurídico da Reserva Ecológica à Região Autónoma dos Açores e ao acompanhamento
da elaboração; revisão e alteração dos Instrumentos de Gestão Territorial dos Açores.
9.5.2 — Avaliação de instrumentos de Gestão Territorial
Avaliação do Plano Regional do Ordenamento do Território dos Açores; avaliação dos Planos
de Ordenamento das Orlas Costeiras das Ilhas de Santa Maria, Graciosa, Pico, Faial, Flores e
Corvo; avaliação do Plano de Ordenamento das Bacias Hidrográficas das Lagoas do Caiado, do
Capitão, do Paul, do Peixinho e da Rosada.
9.5.3 — Revisão e alteração de instrumentos de gestão territorial
Revisão do Plano Regional do Ordenamento do Território dos Açores; alteração dos Planos de
Ordenamento das Orlas Costeiras das Ilhas de Santa Maria, Graciosa, Flores e Corvo; conclusão
da alteração dos Planos de Ordenamento das Orlas Costeiras das Ilhas de São Jorge, Terceira
e São Miguel.
9.5.4 — Implementação de instrumentos de gestão territorial
Implementação dos Planos de Ordenamento da Orla Costeira, dos Planos de Ordenamento
das Bacias Hidrográficas das Lagoas e de outros Instrumentos de Gestão Territorial.
9.5.5 — Prevenção de riscos naturais
Implementação do Projeto Azmonirisk.I — Monitorização das Zonas de Risco dos Açores e
desenvolvimento do Projeto Azmonirisk.II — Alargamento da Monitorização das Zonas de Risco
dos Açores, monitorização das instabilidades geomorfológicas em Santa Maria, atualização da
cartografia de Riscos de Movimentos de Vertente e elaboração de cartografia de Riscos de Gal-
gamentos e Inundações Costeiras e de cartografia de Pormenor para Riscos de Galgamentos e
Inundações Costeiras.
9.5.6 — Portal do Ordenamento do Território dos Açores
Desenvolvimento do Sistema Regional de Informação Territorial [plataforma WEBSIG para
consulta dos IGT e SARUP], das bases de dados Georreferenciada da Reserva Ecológica e do
Registo de Ocorrências [Perigos Geológicos, Meteorológicos e Outros] e atualização das bases
de dados georreferenciadas do litoral e das lagoas, bem como a implementação do Manual de
Indicadores para a Monitorização do Território.
Diário da República, 1.ª série
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9.5.7 — Projeto LIFE CLIMAZ — Território
Desenvolvimento do Projeto LIFE CLIMAZ — Programa Regional de Mudanças Climáticas
nos Açores — Território.
9.5.8 — Informação geodésica, produção cartográfica
Atualização de informação cartográfica de base, com aquisição de fotografia aérea tradicional
complementada com fotografia obtida com drones fotogramétricos; Consolidação do SiRGIC, atra-
vés da aquisição de equipamentos para capacitar técnicos; Cadastro Geométrico de propriedade
rústica de São Miguel e da Rede de Estações Permanentes; consolidação da rede de nivelamento
geométrico e criação de plataforma com a informação geodésica regional; capacitação técnica
com software e renovação de equipamentos de topografia e fotogrametria aérea.
9.5.9 — Rede de estações permanentes GNSS
Ampliação da Rede de Estações Permanentes da Região Autónoma dos Açores — Instalação
de novas estações, manutenção/renovação de equipamento; manutenção e suporte para firmware
e software da Rede de Estações Permanentes da Região Autónoma dos Açores — contrato de
licenciamento relativo ao software do servidor e dos equipamentos que constituem a rede, assim
como os equipamentos de campo (contrato trianual feito em 2020, que vigora até 2023).
9.5.10 — Sistema de Recolha e Gestão de Informação Cadastral (SiRGIC)
Aquisição e manutenção de equipamento de apoio a trabalho de campo, nomeadamente
GPS de dupla frequência RTK, no âmbito da implementação do Sistema de Recolha e Gestão de
Informação Cadastral (SiRGIC); manutenção e atualização da plataforma SiRGIC; atualização das
imagens de base e integração com a plataforma da Autoridade Tributária.
9.5.11 — Desenvolvimento de condicionantes do território
Elaboração de orientações estratégicas para a delimitação da Reserva Ecológica Regional.
9.5.13 — Implementação de sistemas de alerta de cheia em bacias de risco na Região
Autónoma dos Açores para minimização de riscos naturais
Alargamento da rede hidrometeorológica do arquipélago através da instalação de estações/
equipamentos nas bacias hidrográficas críticas. A rede deverá permitir detetar constrangimen-
tos ao normal escoamento dos cursos de água, registando a duração das chuvadas e posterior
comunicação dos dados e emissão de alertas.
9.5.14 — Elaboração de cartografia de risco para a mitigação e adaptação das alterações
climáticas
Elaboração de cartografia de base de riscos naturais, com o objetivo de disponibilizar infor-
mação técnica que acautele a exposição e vulnerabilidade do território a cheias, inundações e
movimentos de vertente.
9.5.15 — PLANCLIMAC — ordenamento do território
Este projeto visa aproveitar o conhecimento científico e a capacidade tecnológica da Macaro-
nésia para fornecer ferramentas que facilitem a aplicação de políticas de adaptação e prevenção
dos riscos naturais decorrentes das alterações climáticas. Prevê-se a criação de uma entidade
independente denominada de «Observatório das Alterações Climáticas da Macaronésia», a qual
permitirá a adoção de medidas corretivas, preventivas e fornecimento de ferramentas de gestão
de riscos naturais.
Diário da República, 1.ª série
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Programa 10 — Transportes, Turismo e Energia
Programação financeira
Euro
Programação material
10.1 — Eficiência Energética e Energias Renováveis
10.1.1 — Eficiência MAIS
Promoção da eficiência energética na sociedade em geral e nos vários setores de atividade,
com vista à racionalização do consumo de energia e redução de custos; programas digitais edu-
cativos para maior consciencialização do uso racional da energia e do seu impacto no combate
às alterações climáticas; a aposta nas gerações do futuro é crucial, para que estes assumam o
desígnio da liderança no processo de transição energética enquanto agentes ativos e de mudança,
com efeito multiplicador em toda a sociedade.
10.1.2 — Produção e armazenamento de energia limpa
Produção e armazenamento de energia a partir de fontes renováveis, com vista a incentivar/
apoiar a aquisição de equipamentos de produção de energia elétrica e calorífica, essencialmente
destinados ao autoconsumo, por parte das famílias, das empresas, das cooperativas, das asso-
ciações sem fins lucrativos e das IPSS.
Esta ação inclui o financiamento de investimentos no âmbito do PRR relativo à componen-
te 14 — Transição Energética nos Açores.
10.2 — Serviços Energéticos
10.2.1 — Combustíveis, eletricidade e ascensores
Aposta na segurança e qualidade do abastecimento de energia, bem como na inovação dos
serviços energéticos a providenciar ao cidadão.
10.2.2 — Modernização e desmaterialização de serviços
Modernização e inovação dos sistemas administrativos e operativos com vista a facilitar a
interação com o cidadão, através da desburocratização de processos.
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10.2.3 — Eletrificação da Fajã da Caldeira do Santo Cristo e fajãs adjacentes
Eletrificação da fajã da Caldeira do Santo Cristo, em São Jorge, e fajãs adjacentes.
10.3 — Mobilidade Elétrica
10.3.1 — Mobilidade elétrica, inteligente e sustentável
Implementação do Plano para a Mobilidade Elétrica nos Açores (PMEA), enquanto opção
estratégica da política ambiental e energética, tendo em consideração o seu importante papel na
conquista dos objetivos do desenvolvimento sustentável, bem como na descarbonização da eco-
nomia, na mitigação dos efeitos das alterações climáticas e na melhoria da eficiência energética.
Potenciar os Açores no contexto dos espaços insulares europeus como um verdadeiro Living Lab
de soluções para a mobilidade elétrica.
10.3.2 — Plano para Mobilidade Elétrica nos Açores, ações de sensibilização e divulgação
Ações de sensibilização, formação, informação e promoção da mobilidade elétrica nos Açores
junto de todos os açorianos, famílias e empresas, através de campanhas de informação e educação
pública, a desenvolver em todas as ilhas.
10.4 — Política Energética
10.4.1 — Projetos Europeus
Participação e desenvolvimento de candidaturas e projetos inovadores baseados em programas-
-quadro da UE com o objetivo de concretizar a transição energética nos Açores e reforçar o capital
humano da Região Autónoma dos Açores.
10.4.2 — Combate à pobreza energética
Desenvolver mecanismos de combate à pobreza energética em edifícios de habitação (social),
energeticamente eficientes e com mecanismos de incentivo e ações de sensibilização direcionadas
às famílias mais carenciadas, promovendo um uso racional de energia e a redução com encargos
energéticos.
10.5 — Promoção e Desenvolvimento Turístico
10.5.1 — Promoção do destino
Contratação de serviços no âmbito da promoção turística no mercado externo do Reino Unido;
realização de viagens educacionais com o objetivo de incrementar a divulgação do destino e a
respetiva comercialização; assegurar a edição e aquisição de materiais de divulgação turística;
participação institucional em ações de promoção do destino; rebranding, ativação da promoção
direcionada do destino Açores.
10.5.2 — Incentivos à promoção
Atribuição de apoios financeiros ao abrigo dos diplomas em vigor com diversas entidades
que desenvolvem planos de ação no âmbito da promoção turística; desenvolvimento de eventos
e ações com impacto na promoção turística da Região Autónoma dos Açores.
10.5.3 — Eventos desportivos de promoção do destino
Apoio ao desporto e a eventos desportivos que promovam o destino Açores no mercado
nacional e internacional.
10.6 — Sustentabilidade do Destino Turístico
10.6.1 — Desenvolvimento da política de turismo
Desenvolvimento da estratégia para a sustentabilidade do destino turístico Açores; desenvol-
vimento de programas com vista à dinamização das empresas do setor do Turismo; continuação
de uma política de prevenção contra a disseminação do vírus SARS-CoV-2.
10.6.2 — Desenvolvimento do turismo sénior e acessível
Desenvolvimento de evento destinado ao turismo inclusivo e acessível.
10.6.3 — Organização de eventos com repercussão na promoção
Organização de eventos na Região Autónoma dos Açores com o objetivo de promover o
aumento de fluxos turísticos em época baixa.
10.7 — Qualificação do Destino
10.7.1 — Qualificação dos serviços turísticos
Requalificação das estruturas afetas aos serviços de informação turística da Região Autó-
noma dos Açores.
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10.7.2 — Valorização do destino turístico
Desenvolvimento de ações de relações públicas por ocasião da realização de eventos turísticos
de grande notoriedade. Dinamização de projetos de qualificação do destino e de sensibilização
dos açorianos para a importância do turismo. Desenvolvimento do projeto da Casa dos Botes,
nas Lajes do Pico.
10.7.3 — Incentivos à animação no destino
Concessão de apoios financeiros através de diplomas em vigor para a realização de ações
e eventos no âmbito da animação turística.
10.7.4 — Qualificação do turismo natureza — trilhos, mar e ar
Estruturação dos produtos e recursos turísticos através da valorização e aumento da oferta
existente, procurando intervir em aspetos que tornem o destino mais apelativo, diferenciador e
competitivo; desenvolvimento da rede de percursos cicláveis e de infraestruturas para a promoção
do parapente.
10.7.5 — Qualificação dos recursos termais
Desenvolvimento de ações com vista à dinamização e qualificação dos recursos termais.
10.7.6 — Sistemas de Incentivos ao Desenvolvimento Regional — Turismo
Pagamento de juros no âmbito do Sistema de Incentivos ao Turismo na Região Autónoma
dos Açores (SITRAA).
10.8 — Infraestruturas e Equipamentos Portuários e Aeroportuários
10.8.1 — Porto e marina de Ponta Delgada
Apoio aos investimentos a realizar no porto, destacando-se o reperfilamento do cais – 10 m
(ZH), repavimentação do terrapleno portuário e beneficiação das redes técnicas nele integradas
e dragagem da bacia portuária do porto de Ponta Delgada.
10.8.2 — Porto da Praia da Vitória
Apoio aos investimentos a realizar no porto, destacando-se a melhoria das acessibilidades
e dos sistemas de segurança e a requalificação das oficinas, do armazém e do edifício das ope-
rações portuárias.
10.8.3 — Porto, marina e baía de Angra do Heroísmo
Apoio aos investimentos a realizar no porto, destacando-se a construção da rampa para
navios ro-ro e ferry, e trabalhos complementares de adaptação da infraestrutura à operação de
transporte marítimo de passageiros e viaturas.
10.8.4 — Porto, marina e baía da Horta
Apoio aos investimentos a realizar no porto e na marina, destacando-se a requalificação do
porto comercial e intervenções em diversos edifícios, nomeadamente reinstalação de serviços de
apoio à marina no novo edifício de enraizamento, reabilitação da sede do Clube Naval, construção
de balneários/vestiários para pessoal no edifício das oficinas.
10.8.5 — Porto de São Roque
Apoio aos investimentos a realizar no porto, destacando-se o novo terminal de passageiros,
pavimentação da atual zona do parque de contentores e criação do acesso a embarcações na
área de recreio náutico.
10.8.6 — Porto e núcleo de recreio náutico de Velas
Apoio aos investimentos a realizar no porto, destacando-se a avaliação da ampliação do porto
de recreio de Velas e a execução de coberto exterior no terminal de passageiros.
10.8.7 — Porto da Calheta de São Jorge
Apoio aos investimentos a realizar no porto, destacando-se a dragagem do porto e a repo-
sição da cobertura da garagem.
10.8.8 — Porto das Poças das Flores
Requalificação do porto das Poças para melhoria das condições de operacionalidade e
segurança da infraestrutura, iniciada antes do furacão Lorenzo.
10.8.9 — Porto da Casa no Corvo
Construção da gare marítima de passageiros.
10.8.10 — Aquisição de diversos equipamentos e outras obras nos portos e marinas
Aquisição de diversos equipamentos visando a melhoria da operação portuária, nomeada-
mente rebocador para Ponta Delgada, embarcação de pilotos para Vila do Porto, gruas portuárias
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para Praia da Vitória e Ponta Delgada, empilhadores para diversos portos, grua de 33 toneladas
para o porto da Horta, bem como obras de dragagem em diversos portos.
10.8.11 — Aeroporto da ilha do Pico
Apoio aos investimentos a realizar no aeródromo visando a melhoria da sua operacionalidade
e segurança, destacando-se os estudos, projetos e expropriações para ampliação e requalificação
da pista, a empreitada de remodelação do SSCLI e a ampliação do parque de estacionamento
para viaturas.
10.8.12 — Aeródromo da ilha de São Jorge
Apoio aos investimentos a realizar no aeródromo visando a melhoria da sua operacionali-
dade e segurança, destacando-se a empreitada de ampliação do parque de estacionamento das
viaturas.
10.8.13 — Aeródromo da ilha Graciosa
Apoio aos investimentos a realizar no aeródromo visando a melhoria da sua operacionalidade
e segurança, destacando-se os estudos e projetos de ampliação e alargamento da pista.
10.8.14 — Aeródromo da ilha das Flores
Apoio aos investimentos a realizar no aeródromo visando a melhoria da sua operacionali-
dade e segurança, destacando-se a empreitada de ampliação do parque de estacionamento das
viaturas.
10.8.15 — Aeródromo da ilha do Corvo
Apoio aos investimentos a realizar no aeródromo visando a melhoria da sua operacionalidade
e segurança, nomeadamente aquisição de equipamentos diversos para garantia das condições
de safety do aeródromo.
10.8.16 — Porto da Madalena
Apoio aos investimentos a realizar no porto, destacando-se o reordenamento do porto Velho
e os trabalhos para regularização do saco do porto Velho para resolução da putrefação de algas.
10.8.17 — Porto e marina de Vila do Porto
Apoio aos investimentos a realizar no porto e marina, destacando-se o projeto para o reforço
do manto de proteção do molhe da marina.
10.8.18 — Porto da Graciosa
Apoio aos investimentos a realizar no porto e marina, destacando-se o estudo de reordena-
mento do porto e gare de passageiros e projeto para repavimentação do cais.
10.8.19 — Museu da Aviação
Criação do Museu da Aviação dos Açores.
10.8.23 — Cais de cruzeiros da Praia da Vitória
Estudo referente ao cais de cruzeiros da Praia da Vitória.
10.8.26 — Estudo para ampliação da pista do aeroporto da ilha do Faial
Estudo para ampliação da pista do aeroporto da ilha do Faial.
10.9 — Gestão dos Aeródromos Regionais
10.9.1 — Concessão da exploração dos aeródromos da Região Autónoma dos Açores
Concessão da gestão e exploração dos aeródromos regionais.
10.10 — Serviço Público de Transporte Aéreo e Marítimo InterIlhas
10.10.1 — Restruturação e concessão do transporte aéreo de passageiros, carga e correio
interilhas
Investimentos no âmbito do plano de reestruturação e concessão do transporte aéreo de
passageiros, carga e correio interilhas.
10.10.2 — Serviço público de transporte marítimo de passageiros e viaturas interilhas
Fornecimento do serviço público de transporte marítimo de passageiros e viaturas na Região
Autónoma dos Açores.
10.10.3 — Aquisição de navios para o transporte de passageiros e viaturas interilhas
Aquisição de navios para o transporte de passageiros e viaturas interilhas.
10.11 — Dinamização dos Transportes
10.11.1 — Desenvolvimento de sistemas de apoio à monitorização nos portos dos Açores
Otimização da rede de boias ondógrafo, concretizando a sua integração no sistema de gestão
e monitorização dos portos dos Açores.
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10.11.2 — Plano de Transportes dos Açores
Prevê o estudo sobre o modelo de transporte marítimo de mercadorias, o estudo de avaliação
ambiental estratégica do Plano de Transportes, bem como a manutenção do portal dos transportes
e criação do OTM — Observatório dos Transportes e Mobilidade.
10.11.5 — Projeto do ordenamento da baía e proteção da orla marítima do Cais do Pico
Projeto do ordenamento da baía e proteção da orla marítima do Cais do Pico.
10.11.6 — Plano de Ordenamento Portuário de Ponta Delgada
Plano de Ordenamento Portuário de Ponta Delgada.
10.12 — Coesão Territorial — Transportes
10.12.1 — Promoção da coesão territorial — transportes
Transferências para o Fundo Regional de Apoio à Coesão e ao Desenvolvimento Económico
(FRACDE) para o desenvolvimento de ações destinadas a promover a coesão económica entre
as ilhas da Região Autónoma dos Açores, assumindo particular destaque o apoio ao regular abas-
tecimento de bens essenciais às populações das diversas ilhas (farinha, cimento e combustível),
o transporte de carga gerada com destino ao Corvo e a outras ilhas.
10.12.2 — Apoio ao tráfego local
Concessão de apoios financeiros nos domínios dos transportes destinados à realização de
projetos de desenvolvimento da frota do tráfego local que presta serviços de transporte marítimo
de mercadorias na Região Autónoma dos Açores.
10.12.3 — Aquisição de contentores de frio de 10’ para tráfego local
Aquisição de contentores de frio de 10’ para disponibilização aos armadores de tráfego local,
para aumentar a capacidade de embarque de produtos frescos por parte destes armadores.
10.13 — Recuperação dos Efeitos da Intempérie Lorenzo
10.13.1 — Intempérie Lorenzo — apoio à recuperação das infraestruturas e equipamentos
portuários e transporte de mercadorias
Apoio à recuperação da infraestrutura e equipamentos portuários e transporte de mercadorias
na sequência do furacão Lorenzo, destacando-se a reparação do molhe principal do porto das
Lajes das Flores.
Programa 11 — Juventude, Emprego, Comércio e Indústria
Programação financeira
Programação material
11.1 — Juventude
11.1.1 — Cidadania e formação dos jovens
A cidadania e a participação cívica serão potenciadas através do Parlamento dos Jovens.
Serão, ainda, dinamizadas campanhas de sensibilização cívica nas redes sociais. Assegurar-se-á a
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continuação do projeto «Equipa-te», projeto de educação não-formal e de formação socioprofissional
a jovens atletas, em parceria com a Associação de Promoção de Públicos Jovens (APPJ).
11.1.2 — Mobilidade dos jovens
Reforço do investimento no programa Bento de Góis, que possibilita a mobilidade regional,
nacional e internacional dos jovens açorianos, que com a diminuição da pandemia, espera-se que
cresça gradualmente.
11.1.3 — Associativismo e voluntariado
Sistema de apoio ao associativismo juvenil, incluindo apoio aos Planos Anuais de Atividades
e ao investimento em infraestruturas e equipamentos das associações juvenis. Com a entrada em
vigor do novo Sistema de Incentivo ao Associativismo Juvenil, criar-se-ão condições mais favorá-
veis ao desenvolvimento do associativismo juvenil. Também será desenvolvido um programa de
voluntariado em parceria com a Região Autónoma da Madeira.
11.1.4 — Empreendedorismo, empregabilidade e ocupação de tempos livres
Será reforçado o investimento no programa Ocupação dos Tempos Livres dos Jovens (OTLJ),
porquanto espera-se, no pós-pandemia, uma adesão muito maior dos jovens a este programa de
ocupação; serão retomados os campos de férias para jovens; serão considerados investimentos
em projetos de empreendedorismo social, no âmbito do Programa Jovens +.
11.1.6 — Indústrias criativas e culturais: incentivo à criatividade
Programa de apoio a projetos dos jovens e para jovens no âmbito da criatividade e inova-
ção; apoio a eventos culturais de e para jovens de reconhecido valor para a promoção da Região
Autónoma dos Açores.
11.1.8 — InfoJovem
Desenvolvimento e manutenção de um sistema integrado de informação juvenil, com especial
destaque para as novas tecnologias.
11.1.9 — Pousadas da juventude
Pagamento de compromissos assumidos em função da Resolução de Conselho do Governo
Regional n.º 84/2017, de 8 de agosto.
11.1.11 — Cartão Interjovem
Incrementar no período pós-pandémico a mobilidade jovem, investindo, nomeadamente, de
forma reforçada, na mobilidade em transporte aéreo, estabelecendo ainda um conjunto de facili-
dades para os jovens junto de diversos parceiros.
11.1.12 — Observatório da Juventude
Celebração de um acordo com a Universidade dos Açores, através da Fundação Gaspar Fru-
tuoso, para manter o Observatório da Juventude dos Açores de forma a colaborar com a tutela da
juventude na organização de estudos e conferências, análise de dados e a emissão de pareceres
reflexivos sobre a juventude dos Açores.
11.1.13 — Linha de apoio social aos estudantes do ensino superior
Linha de apoio aos estudantes do ensino superior, decorrente da aprovação do Decreto
Legislativo Regional n.º 22/2021/A, de 14 de julho.
11.1.14 — E-Associativismo
Programa de apoio à capacitação digital das associações juvenis, através do investimento
para a aquisição de hardware e software de apoio às associações juvenis.
11.1.15 — Programa de Mobilidade, Ocupação e Orientação Vocacional — MOOV
Programa de apoio aos jovens na realização de estágios socioprofissionais de curta duração
numa outra ilha dos Açores que não a da sua residência.
11.1.16 — Academia Empreendedora — Escola de Líderes
Programa de educação para o empreendedorismo em contexto escolar e com dois projetos-
-piloto, nomeadamente a integração de instituições de solidariedade social e estudantes univer-
sitários.
11.2 — Qualificação Profissional e Emprego
11.2.1 — Formação profissional
Ações de formação profissional para ativos (empregados e desempregados), formação profis-
sional inicial (cursos profissionais), CET, formação jovem, Qualifica+, formação lay-off, FormAçores
e projeto de qualificação de adultos ao abrigo do PRR.
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11.2.2 — Programas de estágios profissionais
Programas de estágios profissionais nos Açores, respetiva reestruturação, Eurodisseia e
equipa do Estagiar.
11.2.4 — Adequação tecnológica dos serviços
Obras e reequipamento em diferentes instalações da Direção Regional de Qualificação
Profissional e Emprego (DRQPE), banda larga, manutenção das bases de dados.
11.2.5 — Estudos, projetos e cooperação
Realização de eventos.
11.2.6 — Assistência técnica PO Açores FSE
Assistência técnica ao Programa Operacional Açores 2020/FSE.
11.2.7 — Fórum Regional da Qualificação Profissional.
Edição do Livro Branco Valorizar os Açorianos — Horizonte 2030.
11.2.9 — Programas de apoio à inserção profissional e promoção de profissões tradicionais.
Programas de inserção socioprofissional, dirigido a público fragilizado, e promoção de pro-
fissões tradicionais.
11.2.10 — Programas de incentivo à contratação e ao combate da precariedade
Programas de fomento, manutenção e criação de emprego (com consequente redução da
subsidiodependência).
11.2.11 — Programas de empreendedorismo regional
Programas de fomento e apoio ao empreendedorismo regional.
11.2.12 — Programas de mobilidade laboral
Programas de fomento e apoio à mobilidade laboral na Região Autónoma dos Açores.
11.3 — Comércio e Indústria
11.3.3 — Dinamização da atividade económica
Desenvolvimento de parcerias com associações empresariais e outras entidades visando o
incremento da competitividade empresarial; dinamização de campanhas de comércio tradicional;
operacionalização de diversos programas de apoio ao setor do comércio e da indústria.
11.3.4 — Acesso aos mercados
Apoios atribuídos no âmbito da medida Acesso aos Mercados, do Subprograma Internacio-
nalização do Sistema de Incentivos Competir +.
11.3.5 — Apoio à aquisição de produtos açorianos
Programa de Apoio à Restauração e Hotelaria para a Aquisição de Produtos Açorianos
com o selo «Marca Açores» e produtos hortofrutícolas, previsto no Decreto Legislativo Regional
n.º 8/2021/A, de 5 de abril.
11.4 — Apoio ao Desenvolvimento das Empresas Artesanais
11.4.1 — Competitividade, inovação e qualificação do artesanato
Transmissão do saber fazer artesanal, bem como ações de capacitação de natureza setorial
e transversal, junto das empresas artesanais e promovendo o despertar dos jovens para o artesa-
nato. Integra ainda projetos que visam reforçar a capacidade empresarial para a criação de novos
produtos através da inovação e design.
11.4.4 — Artesanato criativo e empreendedor
Projeto de incubação de empresas ligadas ao setor artesanal, de forma a promover um maior
empreendedorismo qualificado e criativo, fomentando a inovação e a criatividade na produção
artesanal.
11.4.5 — Sistema de Incentivos ao Desenvolvimento do Artesanato
Apoio financeiro destinado a todas as unidades produtivas artesanais dos Açores registadas
no Centro de Artesanato e Design dos Açores (CADA) que promovam projetos de formação, de
dinamização do setor artesanal, de investimento nas empresas artesanais e de qualificação e
inovação do produto artesanal.
11.4.8 — Promoção, comercialização e internacionalização do artesanato
Promoção de âmbito regional, nacional e internacional do Artesanato dos Açores, com a par-
ticipação do CADA e das empresas artesanais em eventos da especialidade, criando condições
para que as microempresas artesanais, através da inovação, do design e da diferenciação, se
distingam nos diversos mercados, tornando-se mais competitivas.
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11.5 — Gestão e Promoção da «Marca Açores»
11.5.1 — Promoção e valorização e internacionalização dos produtos açorianos
Implementação de ações com vista à promoção e valorização dos produtos açorianos e criação
de uma marca agregadora de valor «Marca Açores», que se apresenta com uma natureza trans-
versal a toda a produção regional, capaz de induzir valor acrescentado, aumentar a visibilidade
dos produtos e impulsionar a expansão nos mercados interno e externo.
11.5.2 — Promoção da certificação da «Marca Açores»
Promover e facilitar o processo de adesão ao selo «Marca Açores»; rever a estratégia referente
à «Marca Açores», reforçando o seu posicionamento no mercado, com mais-valias para os produtos
genuinamente açorianos e diferenciadores, com ganhos significativos para as empresas.
11.5.3 — Apoio à estruturação comercial da «Marca Açores»
Apoiar o desenvolvimento de projetos de promoção da «Marca Açores», por via de platafor-
mas logísticas e digitais apropriadas, tendo em vista alavancar o processo de internacionalização
dos produtos açorianos.
11.6 — Apoio ao Consumidor
11.6.1 — Promover os direitos do consumidor
Promover e apoiar iniciativas de informação e formação dos consumidores; apoiar as asso-
ciações de consumidores.
11.6.3 — Promoção da segurança alimentar
Promover as primeiras Jornadas Regionais da Higiene e Segurança Alimentar, bem como
o desenvolvimento de campanhas de sensibilização nesta área, visando-se chamar a atenção e
inspirar ações que contribuam para a prevenção, deteção e gestão dos riscos transmitidos pelos
alimentos, contribuindo para a sua segurança e, desta forma, para a saúde pública.
11.7 — AJEmCIA — Apoio à Juventude, Emprego, Comércio, Indústria e Artesanato
11.7.1 — Formação, divulgação e apoio ao desenvolvimento
Apoio de proximidade junto das empresas, em todas as ilhas, para reforçar a competitividade,
capacitação e produtividade das empresas; divulgação dos sistemas de incentivo e apoio em cada
ilha nas áreas da juventude, qualificação profissional, emprego, comércio, indústria e artesanato,
e outras competências da Secretaria Regional da Juventude, Qualificação Profissional e Emprego
(SRJQPE).
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Programa 12 — Obras Públicas, Transportes Terrestres e Comunicações
Programação financeira
Euro
Programação material
12.1 — Construção de Estradas Regionais
12.1.1 — SCUT
Execução do contrato de concessão rodoviária em São Miguel.
12.1.2 — Melhoria da acessibilidade das Furnas — Povoação
Projeto de acessibilidade à Povoação — 2.ª fase.
12.1.4 — Projeto da ligação entre a variante a Rabo de Peixe e a Estrada Regional n.º 1
Projeto da ligação entre a variante a Rabo de Peixe e a Estrada Regional n.º 1.
12.1.5 — Projeto para nova variante a Rabo de Peixe
Projeto para nova variante a Rabo de Peixe.
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12.2 — Reabilitação de Estradas Regionais
12.2.1 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — Santa Maria
Alargamento da via de acesso à Maia em duas zonas antes do miradouro da Vigia da Baleia;
execução da faixa suplementar na entrada de Vila do Porto; reperfilar as valetas da Avenida de
São Miguel, estrada de baixo; empreitada de pavimentação de estacionamentos em zonas de
cedência e reconstrução da plataforma da ER de Santo Espírito.
12.2.2 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — São Miguel
Reparação de ponte e viadutos da Ribeira Quente; repavimentação de troços da ER Ponta
Delgada — Capelas; diversas intervenções/beneficiações de pavimentos e fornecimento de guar-
das metálicas; limpezas de zonas adjacentes às ER.
12.2.3 — Reabilitação de estradas regionais na Região Autónoma dos Açores
Avaliações e expropriações.
12.2.4 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — Terceira
Reabilitação da faixa de rodagem ao Km 7 da VVN. Empreitada de selagens de juntas na
VVN, do Km 0 ao Km 20.
12.2.5 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — São Jorge
Reparações pontuais do pavimento de pequenos troços da rede viária; construção do muro
de suporte da ER 1-2.ª no lugar da Beira; reabilitação da 1.ª e 2.ª Ponta da Ribeira Funda.
12.2.6 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — Graciosa
Pavimentação de sobras de estradas nas freguesias de Santa Cruz, Guadalupe, S. Mateus
e Luz; requalificação dos muros e sistema de drenagem no Caminho do Meio/Courelas; mono-
torização estrutural do túnel de acesso à Caldeira; fornecimento de pré-fabricados de poços,
sumidouros na ER (Limeira, Fenais, Adega, Covas, Chicharras, Rebentão, Feteira 2, Quitadouro,
Ribeirinha); reabilitação de passeios na ER 2-2.ª Rua Barão Fonte do Mato; requalificação dos
passeios do Caminho da Igreja e Pontal. Construção de muros de contenção na ER 4-2.ª Charco
do Boga, Vitória 42372.
12.2.7 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — Pico
Continuação da empreitada de consolidação do talude da ER 1-2.ª, sobranceiro à Vila das
Lajes; empreitada de construção de muros de suporte da ER 1-2.ª; alargamento e asfaltagem de
bermas da ER 1-2.ª; reparação estrutural de pavimento nas ER.
12.2.8 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — Faial
Repavimentação da ER 1-1.ª Km 4.7 a 13 Aeroporto da Horta; pavimentação de sobras de
estradas (baias de estacionamento) 1931 m2; muro de suporte Ribeiro Seco Km 43,800.
12.2.9 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — Corvo
Reparação de pavimentos em calçada.
12.2.10 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — Flores
Pavimentação de sobras em estradas regionais.
12.2.11 — Requalificação da rede viária regional
Diversas intervenções em toda a Região Autónoma dos Açores no âmbito da manutenção e
conservação da rede viária regional.
12.2.12 — Qualificação do parque de máquinas
Diversas intervenções em toda a região no âmbito da manutenção e conservação do parque
de máquinas da Secretaria Regional das Obras Públicas e Comunicações (SROPC).
12.2.13 — Calamidades em estradas regionais
Reposição de condições de segurança.
12.2.14 — Intervenção nos circuitos logísticos terrestres da ilha de São Miguel
Consolidação dos taludes da ER 2-2.ª na Ribeira Quente.
12.2.15 — Intervenção nos circuitos logísticos terrestres da ilha Terceira
Fecho financeiro da construção do ramal da ER 6-2.ª em São Carlos.
12.2.16 — Modernização de máquinas e viaturas
Aquisição de viaturas pesadas e equipamentos industriais.
12.2.17 — Sinalização horizontal e vertical em estradas regionais
Empreitadas de pintura termoplástica e aquisições diversas.
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12.3 — Construção, ampliação e remodelação de edifícios públicos
12.3.1 — Requalificação de espaços públicos
Beneficiação e remodelação das instalações da SROPC; conservação e manutenção dos
Palácios de Santana e da Conceição.
12.3.2 — Parques Empresariais e Tecnológicos
Bairro Beira-Mar — lote 1.
12.4 — Integração paisagística de zonas adjacentes às estradas regionais
12.4.1 — Espaços públicos
Manutenção do Monumento da Autonomia, Parque sec. XXI e jardim dos Maroiços.
12.4.2 — Integração paisagística da rede viária regional
Requalificação de merendários; reabilitação de espaços públicos para criação de miradouros;
arranjos exteriores a parques de estacionamento.
12.5 — Recuperação dos efeitos da intempérie Lorenzo
12.5.4 — SRMP — Intempérie Lorenzo — recuperação de infraestruturas de pesca
Melhoria das condições de segurança de operacionalidade de infraestruturas de pesca, no
âmbito dos estragos decorrentes da intempérie Lorenzo.
12.5.5 — SRMP — Intempérie Lorenzo — Recuperação de infraestruturas de proteção marítima
Recuperação dos danos causados pelo furacão Lorenzo em infraestruturas marítimas,
designadamente muros de proteção, galgamentos, enrocamentos.
12.5.6 — SRAAC — Intervenção no complexo de infraestruturas de Porto Pim
Projeto e execução da empreitada.
12.6 — Execução do Plano de Recuperação e Resiliência
12.6.1 — Circuitos logísticos terrestres — São Miguel
Melhoria das acessibilidades das Furnas-Povoação; variante às Capelas e variante Portal
do Vento.
12.6.2 — Circuitos logísticos terrestres — Terceira
Promoção das condições de acessibilidade, mobilidade e segurança rodoviária — Ligação
entre a Via Vitorino Nemésio (VVN) e Circular de Angra.
12.6.3 — Circuitos logísticos terrestres — São Jorge
Promoção das condições de acessibilidade, mobilidade e segurança rodoviária — ligação
entre norte e sul da ilha — transversal.
12.6.4 — Circuitos logísticos terrestres — Santa Maria
Construção da variante à Vila do Porto.
12.6.5 — Circuitos logísticos terrestres — Graciosa
Ligação entre a ER 3-2.ª e a ER 4-2.ª
12.6.6 — Circuitos logísticos terrestres — Pico
Construção da circular à Vila da Madalena.
12.6.7 — Circuitos logísticos terrestres — Faial
Construção da 2.ª fase da variante à cidade da Horta.
12.7 — Sistema de transportes terrestres e segurança rodoviária
12.7.1 — Prestação de serviços de transporte regular de passageiros
Transporte regular coletivo de passageiros e passes sociais.
12.7.2 — Plano integrado de transportes
Gestão do portal dos transportes. Serviços de assessoria.
12.8 — Sistemas de Informação e Infraestruturas de Suporte
12.8.1 — Desenvolvimento dos sistemas de informação
Ações de desenvolvimento, focadas na integração, eficiência e desempenho dos sistemas de
informação em exploração no Governo Regional dos Açores; aquisição e gestão do licenciamento
de software; suporte e manutenção de sistemas de informação e de infraestruturas; (contrato
Microsoft; SGC).
12.8.2 — Melhoria dos sistemas informáticos, suporte ao utilizador e qualidade
Aquisição e melhoria da infraestrutura de suporte da rede informática da DRC, SROPC,
DROPTT e PGR e dos equipamentos terminais que a constituem; aquisição e exploração de
soluções de apoio ao utilizador e de Helpdesk.
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N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 198
12.8.3 — Azores Cloud
Modernização e centralização dos sistemas de computação e de armazenamento de dados do
Governo Regional dos Açores, com incremento de segurança, de redundância e da sua resiliência,
através da implementação de uma infraestrutura tecnológica de dois Datacenters em geografias
distintas da Região Autónoma dos Açores.
12.8.4 — Redes de dados e de comunicações
Otimização e exploração da rede de comunicações de voz, dados e Internet do Governo
Regional dos Açores; melhoria das condições de cobertura do acesso sem fios à rede do Governo
Regional dos Açores; gestão das comunicações móveis do Governo Regional dos Açores; aquisição
de equipamentos de comunicações; desenvolvimento, suporte e manutenção da rede de rádio
SIPCOM da Direção Regional de Obras Públicas e Transportes Terrestres (DROPTT).
12.9 — Cibersegurança e segurança da informação
12.9.1 — Infraestrutura de segurança informática e da segurança da informação
Aquisição e implementação de soluções e de infraestruturas de segurança informática, da
informação e das comunicações do Governo Regional dos Açores.
12.9.2 — Cibersegurança e privacidade
Desenvolvimento de ações de sensibilização, divulgação e formação no âmbito da ciberse-
gurança, no contexto da Administração Pública Regional, setor empresarial da Região Autónoma
dos Açores e restante população em geral; implementação do Regulamento Geral sobre a Proteção
de Dados (RGPD).
12.9.3 — Azores Cyber_360
Implementação de um Security Operations Center, transversal ao Governo Regional dos
Açores, para proteção, análise, prevenção e reação a incidentes de segurança informática.
12.10 — Redes Públicas e Tecnologias de Comunicação
12.10.1 — Infraestruturas de acesso à Internet
Incremento da cobertura das redes públicas de acesso à Internet sem fios (gratuito) na Região
Autónoma dos Açores — Projeto W_Islands.
12.10.3 — Monitorização do setor das telecomunicações e dos serviços postais
Acompanhamento da atividade dos operadores económicos do setor das comunicações, da
sua oferta tecnológica e comercial nos Açores/ 5G/Cabos submarinos/ANACOM.
12.11 — Laboratório Regional de Engenharia Civil
12.11.1 — ID&I — Engenharia civil
Desenvolvimento de novos projetos de investigação; desenvolvimento e inovação; aquisição
de equipamentos para as unidades laboratoriais (metrologia, materiais de construção, geotecnia,
prospeção, estruturas sísmicas e misturas betuminosas); promoção da divulgação e difusão do
conhecimento científico e tecnológico.
12.11.2 — Infraestruturas e equipamentos
Requalificação e valorização das infraestruturas e equipamentos afetos ao LREC; renovação
da certificação do Sistema de Gestão da Qualidade do LREC; renovação do sistema de acredi-
tação de ensaios; estudos e pareceres; ensaios de comparação interlaboratorial, calibrações de
equipamentos.
12.11.4 — LREC + Sustentável
Projeto piloto a desenvolver em edifício da Região Autónoma dos Açores para ser aplicado
noutros edifícios; tornar o edifício do LREC mais sustentável; reduzir os consumos, as perdas e
os desperdícios de água e recorrer a origens alternativas; recorrer a energias renováveis e utilizar,
de modo eficiente, todos os recursos disponíveis; promover um sistema eficiente de separação e
recolha de resíduos para reciclar, bem como reduzir o consumo de recursos.
12.11.6 — Ecocompósitos inteligentes
Este projeto tem como principal objetivo o desenvolvimento de ecocompósitos reforçados com
materiais fibrosos de origem natural, com propriedades de inteligência térmica, para estruturas de
alvenaria e aplicação no setor do turismo.
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N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 199
12.11.8 — ReBuild17
O projeto pretende contribuir decisivamente para o desenvolvimento da circularidade de ca-
deias de valor, através da criação de uma plataforma para a valorização de resíduos originados
no setor da construção civil, em que participem os vários stakeholders associados ao setor.
12.11.9 — SAFE HARBOUR
O projeto SAFE HARBOUR (Monitorização de infraestruturas portuárias, estruturas de pro-
teção costeira e arribas adjacentes) pretende implementar um sistema de monitorização de três
casos de estudo em Santa Maria, São Miguel e São Jorge, com determinadas especificidades,
de modo a permitir que este possa vir a ser aplicado em qualquer outra estrutura portuária ou de
proteção costeira ou arriba. Pretende-se ainda que esta monitorização se prolongue para além
da duração do projeto, com uma periodicidade mínima anual.
12.12 — Cooperação com Diversas Entidades
12.12.1 — Contratos de cooperação com diversas entidades
Apoio a diversas entidades de interesse coletivo.
12.12.2 — Contratos ARAAL
Contratos ARAAL a celebrar com as autarquias, no âmbito das competências deste depar-
tamento governamental.
12.12.3 — Cooperação com entidades públicas
Lançamentos de concursos de obras públicas de outras entidades públicas e acompanha-
mento das mesmas.
12.13 — Sensibilização e Divulgação
12.13.1 — Campanhas de sensibilização e divulgação
Campanhas de informação, sensibilização e divulgação junto das populações.
12.14 — Saúde e Segurança no Trabalho
12.14.1 — Saúde e segurança no trabalho
Vestuário, calçado e equipamento de proteção individual; serviços de psicologia, e medicina
no trabalho; equipamento para gabinete médico; formação para efetuar trabalhos em altura e
manuseamento de equipamento motorizado e manual; inspeções periódicas e ensaios de equi-
pamento de trabalho.
12.15 — SRE — Construções escolares
12.15.1 — Reparação da EBI da Horta
Reparação da EBI da Horta.
12.15.2 — Requalificação das instalações da EBI de Capelas
Empreitada de requalificação das instalações, que se encontra a decorrer.
12.15.3 — Requalificação das instalações para os 2.º e 3.º ciclos da EBI de Rabo de Peixe
Em curso a empreitada de requalificação das instalações para os 2.º e 3.º ciclos.
12.15.4 — Construção de novas instalações para a EBI de Arrifes
Construção do edifício sede da EBI de Arrifes.
12.15.5 — Requalificação das instalações da EBI da Lagoa
Requalificação das instalações da EBI da Lagoa.
12.15.6 — Requalificação da Escola Secundária Antero de Quental
Obras de requalificação da ES Antero de Quental.
12.15.10 — Reparação da EBS de Povoação
Obras de reparação da EBS da Povoação.
12.15.12 — Reparação da EBS de Santa Maria
Intervenção no ginásio da escola.
12.15.15 — Reparação do Conservatório Regional de Ponta Delgada
Obras de reparação do conservatório de Ponta Delgada.
12.15.19 — Obras na EBS Mouzinho da Silveira
Obras na EBS Mouzinho da Silveira.
12.15.20 — Intervenções diversas em infraestruturas escolares
Obras de intervenção em infraestruturas escolares.
12.15.27 — Escolas Digitais — Reestruturação da rede existente
Reestruturação da rede existente.
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12.15.28 — Escolas Digitais — Instalação de nova rede wireless
Instalação de nova rede wireless.
12.15.29 — Escolas Digitais — Manutenção e upgrades
Manutenção e upgrades.
12.16 — SRE — Reparação das instalações da SRE
12.16.2 — Intervenção no Palácio Bettencourt
Obras de intervenção no Palácio Bettencourt.
12.17 — SRSD — Instalações desportivas
12.17.1 — Modernização das instalações desportivas do parque desportivo regional
Diversas intervenções no parque desportivo regional.
12.17.3 — Beneficiação do estádio de São Miguel e zonas circundantes
Elaboração do projeto de beneficiação do estádio.
12.18 — SRSD — Ampliação e remodelação de infraestruturas
12.18.1 — Intervenções no Hospital da Horta
Intervenções no Hospital da Horta.
12.18.2 — Empreitada de modernização e remodelação do Hospital de Ponta Delgada
Projetos do 5.º piso, ampliação do recobro, elaboração e início da obra da ampliação da
urgência.
12.18.3 — Construção do Laboratório SEEMBO
Elaboração do projeto e início da empreitada.
12.18.4 — Construção da Unidade de Saúde da Maia
Elaboração de projeto.
12.18.5 — Construção da Unidade de Saúde de São Roque e Livramento
Elaboração do programa preliminar e projeto.
12.18.6 — Construção do novo bloco do Centro de Saúde de Velas
Elaboração do projeto.
12.19 — SRSD — Beneficiação de infraestruturas
12.19.1 — Beneficiação de infraestruturas das Unidades de Saúde de Ilha, COA e Hospitais
Diversas intervenções de beneficiação das infraestruturas das unidades de saúde, COA e
hospitais.
12.19.3 — Beneficiação de infraestruturas do Centro de Saúde das Lajes do Pico
Início da empreitada.
12.19.4 — Beneficiação de infraestruturas do Centro de Saúde de Velas
Execução da empreitada.
12.19.5 — Projeto de requalificação da Unidade de Saúde da Ilha do Corvo
Execução da empreitada.
12.19.6 — Requalificação do Centro de Saúde do Nordeste
Execução da empreitada.
12.20 — SRADR — Infraestruturas públicas de apoio ao setor produtivo
12.20.1 — Infraestruturas públicas de apoio ao setor produtivo
Construção e beneficiação da rede viária florestal.
12.21 — SRMP — Infraestruturas de apoio às pescas
12.21.1 — Melhoria das condições operacionais do porto de pesca das Poças
Empreitada de melhoria das condições operacionais do porto de pescas.
12.21.2 — Melhoria das condições operacionais e de segurança do porto de pesca dos
Carneiros
Elaboração do projeto de melhoria das condições operacionais e de segurança do porto.
12.21.3 — Construção de infraestruturas de apoio à pesca em São Mateus na Terceira
Construção de infraestruturas de apoio à pesca em São Mateus na Terceira.
12.21.7 — Projeto de requalificação do porto da Folga na Graciosa
Projeto de requalificação do porto da Folga na Graciosa.
12.21.8 — Projeto de requalificação do porto das Ribeiras no Pico
Projeto de requalificação do porto das Ribeiras no Pico.
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12.21.9 — Projeto de requalificação da Baía de Santa Cruz em São Miguel
Projeto de requalificação da Baía de Santa Cruz em São Miguel.
12.21.10 — Requalificação do porto de Vila Franca do Campo em São Miguel
Requalificação do porto de Vila Franca do Campo em São Miguel.
12.21.11 — Projeto de proteção da orla costeira e reabilitação urbanística da Praia Formosa
em Santa Maria
Projeto de proteção da orla costeira e reabilitação urbanística da Praia Formosa em Santa
Maria.
12.21.12 — Projeto de reconversão do portinho da baía de São Lourenço em Santa Maria
Projeto de reconversão do portinho da baía de São Lourenço em Santa Maria.
12.21.13 — Projeto de ampliação do molhe do porto de São Caetano no Pico
Projeto de ampliação do molhe do porto de São Caetano no Pico.
12.21.14 — Melhoria das condições de operacionalidade do porto dos Biscoitos na Terceira
Melhoria das condições de operacionalidade do porto dos Biscoitos na Terceira.
12.22 — SRMP — Gestão e requalificação da orla costeira
12.22.1 — Resposta a intempéries e outras situações extraordinárias
Resposta a danos provocados por intempéries.
12.22.2 — Proteção da orla costeira junto ao Caminho Municipal Adjacente ao Campo de
Jogos e Santa Catarina — Calheta, São Jorge
Empreitada de proteção da orla costeira junto ao caminho municipal adjacente ao campo de
jogos e de Santa Catarina.
12.22.3 — Proteção e estabilização costeira do porto de Santa Iria — São Miguel
Alteração do projeto e execução da empreitada de estabilização da orla costeira do porto.
12.22.4 — Reforço da proteção costeira na zona das Calhetas, Ribeira Grande, São Miguel
Empreitada de reforço da proteção costeira na zona das Calhetas.
12.22.5 — Proteção costeira na Fajã João Dias em São Jorge
Empreitada de proteção costeira na Fajã João Dias.
12.22.6 — Estabilização da falésia adjacente à Vila do Corvo
Empreitada de estabilização da falésia.
12.22.7 — Estabilização e requalificação da orla costeira adjacente à Vila de Santa Cruz das
Flores
Empreitada de estabilização e requalificação da orla costeira.
12.22.8 — Requalificação do porto Afonso na Graciosa
Requalificação do porto Afonso na Graciosa.
12.22.11 — Estabilização da zona costeira da Laracha, Santa Maria
Execução da empreitada de estabilização da zona costeira da Laracha.
12.22.14 — Proteção e estabilização da zona costeira na Fajã das Pontas, São Jorge
Execução da empreitada de proteção e estabilização da zona costeira na Fajã das Pontas.
12.22.15 — Requalificação de zonas costeiras e balneares
Requalificação de zonas costeiras e balneares.
12.22.19 — Proteção da orla costeira das zonas do Degredo e Carapacho na Graciosa
Proteção da orla costeira das zonas do Degredo e Carapacho na Graciosa.
12.22.21 — Proteção da orla costeira adjacente à Rua da Areia — Praia do Almoxarife
Proteção da orla costeira adjacente à Rua da Areia — Praia do Almoxarife.
12.22.22 — Elaboração do projeto para construção do muro de proteção aos utentes da praia
de Porto Pim
Elaboração do projeto para construção do muro de proteção.
12.22.23 — Estabilização da zona adjacente ao quartel dos bombeiros da Calheta de São
Jorge
Estabilização da zona adjacente ao quartel dos bombeiros.
12.22.24 — Execução das obras de proteção da orla costeira dos Fenais
Execução das obras de proteção da orla costeira.
12.22.25 — Requalificação da Foz da Ribeira do Guilherme em São Miguel
Requalificação da Foz da Ribeira do Guilherme em São Miguel.
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12.22.26 — Requalificação da orla costeira de Rabo de Peixe em São Miguel
Requalificação da orla costeira de Rabo de Peixe em São Miguel.
12.22.27 — Proteção da orla costeira do Cais Mourato no Pico
Proteção da orla costeira do Cais Mourato no Pico.
12.22.28 — Reordenamento do espaço envolvente ao porto do Topo em São Jorge
Reordenamento do espaço envolvente ao porto do Topo em São Jorge.
12.22.29 — Proteção da orla costeira da Barca no Pico
Proteção da orla costeira da Barca no Pico.
12.23 — SRCCTD — Construção dos parques de ciência e tecnologia
12.23.1 — Parque de Ciência e Tecnologia de São Miguel
Empreitada em curso.
12.24 — SRCCTD — Defesa e valorização do património arquitetónico e cultural
12.24.2 — Trinity House — Join cable station: núcleo das comunicações — Museu da Horta
Elaboração do projeto e início da empreitada.
12.24.4 — Museu Carlos Machado: núcleo Santo André Reservas visitáveis e Área expositiva
de curta duração
Execução da empreitada do Museu Carlos Machado: Núcleo Santo André Reservas Visitáveis
e Área Expositiva de Curta Duração.
12.24.14 — Museu do Vinho
Requalificação de infraestruturas do Museu do Vinho.
12.24.15 — Requalificação da casa do diretor do aeroporto de Santa Maria
Requalificação da casa do diretor do aeroporto de Santa Maria.
12.24.16 — Intervenção no Centro de Património Móvel, Imóvel e Arqueológico de Angra do
Heroísmo
Intervenção no Centro de Património Móvel, Imóvel e Arqueológico de Angra do Heroísmo.
12.25 — SRAAC — Planeamento, inspeção e promoção ambiental
12.25.1 — Centro de Interpretação Ambiental do Algar do Carvão -Terceira
Execução da empreitada.
12.25.2 — Requalificação do miradouro da Lagoa do Fogo
Projeto e execução da empreitada.
12.25.3 — Reinstalação de edifícios afetos à Secretaria Regional do Ambiente e Alterações
Climáticas (SRAAC)
Empreitadas de beneficiação dos edifícios afetos à SRAAC.
12.25.4 — Requalificação de áreas protegidas
Projetos de requalificação do acesso viário à Furna do Enxofre (ilha da Graciosa) e das margens
norte, este e oeste da Lagoa das Furnas (ilha de São Miguel).
12.25.5 — Empreitada de requalificação dos percursos pedestres da Serra de Santa Bárbara
na ilha Terceira
Projeto e execução da empreitada de requalificação dos percursos pedestres.
12.25.6 — Centro interpretativo do ilhéu de Vila Franca do Campo em São Miguel
Centro interpretativo do ilhéu de Vila Franca do Campo em São Miguel.
12.26 — SRAAC — Conservação da natureza e biodiversidade
12.26.1 — Circuito Interpretativo da Ponta da Ferraria
Execução da empreitada.
12.26.2 — Intervenção no ordenamento paisagístico da zona da mata da Lagoa do Congro
Projeto e execução da empreitada.
12.26.3 — Requalificação do Polo de Pedro Miguel do Jardim Botânico do Faial
Projeto e início da empreitada.
12.26.4 — Requalificação do circuito pedonal e interpretativo incluindo o do Monte da Guia
Execução da empreitada.
12.26.5 — Empreitada de reestruturação de zona de lazer das Sete Cidades
Empreitada de reestruturação de zona de lazer das Sete Cidades.
12.27 — SRAAC — Recursos Hídricos e Rede Hidrográfica
12.27.1 — Requalificação da rede hidrográfica
Elaboração de projetos e execução de empreitadas.
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12.27.2 — Estabilização da grota da Lagoinha e ribeiras da zona sudoeste da ilha Terceira
Execução da empreitada.
12.27.3 — Construção de vala para recolha e desvio de caudais de grotas no troço entre a
ribeira do Dilúvio e a ribeira da Prainha, em São Caetano
Execução da empreitada.
12.27.4 — Intervenção e planificação dos caudais das ribeiras na ilha Terceira
Execução da empreitada.
12.27.5 — Empreitada de encaminhamento de drenagem a montante da grota da Areia, João
Bom da Bretanha — ilha de São Miguel
Elaboração de projetos e início de empreitada.
12.27.6 — Requalificação das drenagens no porto de pescas do Porto Formoso em São
Miguel
Requalificação das drenagens no porto de pescas do Porto Formoso em São Miguel
12.28 — Centros de processamento de resíduos
12.28.1 — Reestruturação dos CPR para realização do projeto de compostagem da recolha
seletiva de orgânicos
Elaboração de projetos e início de empreitada da reestruturação dos CPR para realização
do projeto de compostagem da recolha seletiva de orgânicos.
12.29 — SRTTE — Infraestruturas de apoio às empresas turísticas
12.29.1 — Posto de Turismo do Aeroporto de São Miguel
Empreitada de modernização do posto de turismo do aeroporto.
12.29.2 — Posto de Turismo do Aeroporto de Santa Maria
Empreitada de modernização do posto de turismo do aeroporto.
12.29.3 — Construção das infraestruturas de apoio às empresas de animação marítimo-
-turísticas na Horta
Execução da empreitada de construção de um edifício de apoio à atividade das empresas
marítimo-turísticas, situada na zona terraplena adjacente da bacia sul da Marina do Porto da
Horta-Cais de Santa Cruz.
12.29.4 — Projeto de ampliação das termas do Carapacho na Graciosa
Projeto de ampliação das termas do Carapacho na Graciosa.
12.30 — SRJQPE — Infraestruturas de apoio à qualificação profissional
12.30.1 — Reabilitação da Escola Profissional das Capelas e Criação do Centro de Qualifi-
cação dos Açores
Aprovação do projeto, lançamento do concurso e execução de três oficinas.
12.30.2 — Obras de requalificação da Escola Profissional do Nordeste
Obras de requalificação da Escola Profissional do Nordeste.
12.31 — SRFPAP — Orçamento participativo
12.31.1 — Empreitada de Requalificação das Eiras do Maranhão — Ilha do Corvo
A Empreitada de Requalificação das Eiras do Maranhão — Ilha do Corvo visa a requalifica-
ção de três eiras, para a construção de um miradouro, de utilização pública, na zona das Eiras do
Maranhão, situadas entre o Largo do Maranhão e a Ladeira do Maranhão, constitui um espaço
emblemático da Vila do Corvo, assumindo-se como um miradouro natural, sobre o Núcleo Urbano
Antigo de Vila do Corvo. Este investimento visa a execução da proposta vencedora «Projeto de
arquitetura paisagística na Vila do Corvo», na ilha do Corvo, na edição de 2018 do Orçamento
Participativo dos Açores, proposto e votado por cidadãos açorianos.
VI — OS Programas e Iniciativas Comunitárias Disponíveis
para a Região Autónoma dos Açores
Período de Programação 2014-2020
No âmbito do processo de programação regional e de acesso aos fundos comunitários durante
o período 2014-2020, o Governo Regional dos Açores enunciou as seguintes grandes prioridades
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estratégicas para o ciclo 2014-2020 (RCG n.º 44/2013, de 13 de maio de 2013), em articulação
com as prioridades estratégicas para a política de coesão europeia:
• Promoção de produção económica competitiva, preservando e consolidando as atividades
baseadas nos recursos disponíveis e nas vantagens adquiridas, no progressivo robustecimento
de uma fileira económica ligada ao mar, apostando-se complementarmente na inovação, na
diversificação e em novos produtos e serviços de natureza transacionável, numa perspetiva de
prosperidade e sustentabilidade das empresas e dos negócios geradores de empregabilidade
efetiva e significativa do fator trabalho;
• Desenvolvimento de estratégias de alargamento efetivo dos níveis de escolaridade e de
formação dos jovens, reduzindo substancialmente o abandono escolar precoce, tendo por horizonte
as metas fixadas a nível da Europa comunitária;
• Reforço das medidas de coesão social, conjugando a empregabilidade como uma estratégia
sólida de inclusão social, promovendo em complemento a igualdade de oportunidades em termos
gerais, a reabilitação e a reinserção social, a reconversão profissional, a conciliação entre a vida
social e profissional, e a valorização da saúde como fator de produtividade e de bem-estar;
• Promoção da sustentabilidade ambiental, observando as linhas de orientação e as me-
tas comunitárias, em articulação estreita com o desenvolvimento de políticas orientadas para a
competitividade dos territórios, modernização das redes e das infraestruturas estratégicas, numa
articulação funcional entre os espaços urbanos e os de natureza rural, num quadro de efetiva
coesão territorial;
• Aprofundamento da eficiência e da qualidade dos sistemas sociais e coletivos, da proximi-
dade do cidadão com a Administração Pública Regional e da minimização dos custos de contexto
e ainda de uma maior capacitação profissional e técnica dos agentes.
Os Açores 2020
O que se designa por Açores 2020 corresponde à afetação à Região Autónoma dos Açores de
dotações financeiras de fundos europeus, estruturais e de investimento, no âmbito do período de
programação 2014-2020, no quadro dos princípios e das prioridades de política regional, alinhadas
com as orientações da União Europeia para este período, designadas de Estratégia 2020.
Os Açores 2020 reparte-se por cinco fundos europeus, estruturais e de investimento (FEEI),
a saber:
• Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER),
• Fundo de Coesão (FC);
• Fundo Social Europeu (FSE);
• Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER);
• Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas (FEAMP).
Os FEEI financiam as candidaturas aprovadas em programas operacionais, alguns dos quais
podem ser geridos diretamente na Região Autónoma dos Açores, como é o caso do:
• PO AÇORES 2020 (financiado pelos fundos FEDER e FSE);
• PO de Desenvolvimento Rural — Prorural + (financiado pelo FEADER).
Existem também programas operacionais temáticos de âmbito nacional, em que, mediante
protocolos de delegação de competências, os serviços técnicos regionais asseguram tarefas de
gestão, para que os promotores regionais de candidaturas possam aceder:
• PO Competitividade e Internacionalização — Compete 2020 (intervenções em portos
comerciais dos Açores, financiado pelo FC);
• PO Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos — POSEUR (financiamento da central
de valorização de resíduos em São Miguel, financiado pelo FC);
• PO Inclusão Social e Emprego (financiamento da Iniciativa Emprego Jovem, financiado
pelo FSE);
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• PO MAR 2020 (intervenções regionais no domínio dos assuntos do mar e das pescas,
financiadas pelo FEAMP).
Finalmente, há um programa de cooperação territorial europeia, em que os promotores
regionais, em articulação com parceiros de outras regiões, podem apresentar as suas can-
didaturas:
• PO INTERREG Madeira — Açores — Canárias (intervenções em domínios diversos em
articulação com parceiros da Madeira e das Canárias, incluindo a possibilidade de participação
de parceiros da Mauritânia, Senegal e Cabo Verde, financiado pelo FEDER).
Investimento Elegível a Comparticipação Comunitária
Desde projetos de pequena expressão financeira até alguns investimentos de dezenas de
milhões de euros, abarcando iniciativas dos principais setores de atividade económica e social,
no atual período de programação comunitária observa-se uma resposta muito significativa dos
agentes regionais à possibilidade de cofinanciamento comunitário ao investimento realizado na
Região Autónoma dos Açores.
A partir do arranque do atual período de programação 2014-2020, que apenas se efetivou a
nível nacional a partir de 2015, até ao final do primeiro semestre de 2021, cerca de 24 mil projetos
de investimento em todas as áreas de elegibilidade pelos FEEI foram aprovados, representando
uma despesa de investimento de mais de 2,1 mil milhões de euros.
Tomando os grandes domínios adotados neste período para a categorização do investimento,
apenas com uma variante em que aos apoios do programa operacional orientado para os assuntos
do mar e pescas adicionou-se os montantes do investimento relacionado em outros programas
(portos comerciais), verifica-se no grafismo seguinte que é no domínio das empresas e do inves-
timento privado que a expressão do investimento aprovado é mais significativa.
Investimento Elegível Aprovado — junho 2021
(milhões de Euros)
COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO 902
INCLUSÃO SOCIAL E EMPREGO 290
CAPITAL HUMANO 262
SUSTENTABILIDADE E EFICIÊNCIA DE UTILIZAÇÃO DE
RECURSOS
267
ULTRAPERIFERICIDADE 67
COOPERAÇÃO TERRITORIAL 13
ASSISTÊNCIA TÉCNICA 11
0 100 200 300 400 500 600 700 800 900 1.000
Procura de Financiamento Comunitário e o Volume de Compromissos e de Contratualização
Nos diferentes programas operacionais que os beneficiários finais da Região Autónoma dos
Açores podem aceder, o volume de compromissos de financiamento comunitário assumido no
conjunto das operações aprovadas e contratualizadas, à data de 31 de dezembro de 2020, repre-
sentava perto de 1,63 mil milhões de euros.
Os programas em vigor, geridos diretamente na Região Autónoma dos Açores, são o PO
AÇORES 2020 e o PRORURAL+, que acolhem cerca de 84 % da procura dos FEEI.
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 206
A restante programação, com gestão externa ou indireta, embora com montantes bastante
menores, não deixa de ter importância, por representar segmentos de elegibilidade específicos
com procura também por parte dos agentes regionais.
Fundo Comunitário Aprovado por Programa
(milhões de euros)
2.000,00
1.800,00
1.600,00
1.400,00
1.200,00
1.000,00
800,00
600,00
400,00
200,00
0,00
2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 (1º
semestre)
PO AÇORES 2020 PO ISE - IEJ PRORURAL + PO COMPETE 2020
PO SEUR PO MAR 2020 INTERREG
Situação Atual de Dinâmica Equilibrada na Evolução das Taxas de Compromisso
No final do ano de 2020, a taxa de compromisso dos fundos europeus estruturais e de inves-
timento por parte dos agentes regionais atingiu, em termos médios, os 84 %. De outro modo, os
cerca de 1,63 mil milhões de euros de financiamento comunitário contratualizado com benefici-
ários regionais significam aquela percentagem de absorção das dotações disponíveis para todo
o período.
Nem todos os programas e os respetivos fundos comunitários iniciaram a sua execução no
mesmo momento, havendo situações específicas, como seja o fundo europeu relativo aos assuntos
do mar e das pescas, cujo programa operacional, de âmbito nacional, por razões externas, entrou
em execução alguns meses mais tarde que os demais. Porém, em termos gerais, na Região Autó-
noma dos Açores, observa-se um certo equilíbrio nas dinâmicas da procura dos fundos europeus
estruturais e de investimento.
Evolução das Taxas de Compromisso dos Fundos Comunitários (%)
100,0
90,0
80,0
70,0
60,0
50,0
40,0
30,0
20,0
10,0
0,0
2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 (1º Sem.)
FEDER FSE FC FEADER FEAMP AÇORES 2014-2020
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 207
A Economia e o Emprego a Absorver Parte Significativa dos Fundos Comprometidos
Conforme já revelado no âmbito dos montantes e respetiva afetação por principais domínios
do investimento elegível aprovado, necessariamente haverá uma relação quase direta com a
respetiva magnitude do financiamento comunitário aprovado.
Haverá que considerar que os investimentos privados no âmbito industrial, comércio e de
serviços, por gerarem receitas e dentro do contexto próprio de regras de concorrência, apresentam
taxas de comparticipação menores que os investimentos com uma natureza de bem público.
Em termos gerais, os financiamentos comunitários orientados para os sistemas de incentivos
e outros apoios às empresas, o desenvolvimento rural, o emprego e a inclusão social afetam mais
de 2/3 do montante global de fundos comunitários comprometidos.
Repartição dos Fundos aprovados por domínio
Assistência técnica
0,5%
Cooperação Territorial
Ultraperifericidade
0,7%
3,2%
Desenvolvimento
Rural
16,0%
Competitividade e
Assuntos do Internacionalização
Mar e Pescas 35,5%
3,3%
Sustentabilidade e
Eficiência no Uso de
Recursos
12,7%
Inclusão Social e
Capital Humano
Emprego
12,6%
15,4%
A Execução Financeira do Açores 2020
Em dezembro de 2020, apurou-se, no conjunto dos programas, uma despesa efetivamente
realizada e paga que justificou financiamentos comunitários na ordem dos 1,1 mil milhões de euros.
A dinâmica da execução, ao longo dos últimos trimestres, é tributária das já citadas diferenças
entre programas/fundos em termos de arranque da execução.
A média geral da taxa de execução dos fundos é influenciada pelo nível de execução dos fun-
dos que integram os principais programas, o PO AÇORES 2020 (FEDER + FSE) e o PRORURAL+
(FEADER), programas que evidenciam um ritmo constante de realização de despesa elegível.
Evolução da Taxa de Execução do AÇORES 2020 (%)
90,00
80,00
70,00
60,00
50,00
40,00
30,00
20,00
10,00
0,00
2015 2016 2017 2018 2019 2020
Total FEDER FSE FC FEADER FEAMP
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 208
Em termos comparativos, utilizando o mesmo critério de aferição da execução dos fundos,
a taxa média apurada nos Açores, 64,95 %, é superior à taxa equivalente apurada no conjunto
dos PO Temáticos (60 %), PO Regionais do Continente (41 %) e Portugal 2020 na sua totalidade
(57 %).
No final de 2020, o volume de fundos comunitários pagos a beneficiários finais com candida-
turas aprovadas nos diversos programas operacionais deste período de programação 2014-2020
atingia o montante de 1 107 milhões de euros.
Naturalmente, o nível de pagamentos aos promotores dos projetos aprovados está associado
ao nível de execução financeira desses projetos. O montante de pagamentos é ligeiramente su-
perior ao montante de faturação efetivamente paga e validada pelos serviços técnicos da gestão
dos programas, por via de alguns adiantamentos por conta de faturação apresentada por liquidar,
regularizados em prazos acordados.
Ao nível dos fundos, é o Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) o Fundo
Social Europeu (FSE) e o Fundo Orientado para o Desenvolvimento Rural (FEADER) que têm
maior contributo no volume de pagamentos efetuado neste período.
Fundo Comunitário Pago
(milhões de euros, montantes acumulados)
1.300,00
1.200,00
1.100,00
1.000,00
900,00
800,00
700,00
600,00
500,00
400,00
300,00
200,00
100,00
0,00
2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 (1º
Semestre)
FEDER FSE FEADER FC FEAMP
Os Principais Programas Operacionais e Iniciativas Comunitárias
O PO Açores 2020 é um programa comparticipado pelos fundos estruturais comunitários
FEDER e FSE, para o período de programação 2014-2020, com execução na Região Autónoma
dos Açores, tendo sido aprovado pela Comissão Europeia através da Decisão C (2014) 10176,
de 18 de dezembro.
O Programa foi preparado pelo Governo Regional dos Açores, sintetizando um conjunto muito
amplo de consultas e contribuições de uma grande diversidade de agentes regionais, expressando
as principais propostas em matéria de política regional de desenvolvimento para o futuro próximo,
na observância das principais linhas de orientação da Estratégia Europeia 2020 e do Acordo de
Parceria nacional.
A visão estratégica associada a este Programa Operacional assenta na ambição dos Açores
ao afirmar-se como uma região europeia relevante, sustentando-se em quatro grandes linhas de
orientação estratégica:
— Uma região aberta e inovadora na utilização dos recursos endógenos, materiais e imateriais,
com um nível de produção económica que lhe permita ascender a um patamar superior no contexto
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 209
regional europeu, em que a economia assente numa base económica de exportação, dinâmica,
integrada e diversificada, ultrapassando os constrangimentos do limitado mercado interno;
— Um território relevante nos fluxos de bens e pessoas, no contexto do sistema logístico e de
transporte marítimo entre a Europa e o continente americano, complementada com uma utilização
plena das redes e infraestruturas de transmissão de dados, minimizando a condição ultraperiférica
e a dispersão do território regional;
— Uma sociedade inclusiva e equilibrada, geradora de oportunidades de participação, de
aprendizagem ao longo da vida, de acesso ao emprego e de plena realização, das crianças e
jovens, dos idosos e das famílias;
— Uma paisagem, um ambiente e uma vivência distintiva, suportadas em espaços urbanos
qualificados, num património natural e cultural diferenciado e reconhecido internacionalmente,
com respostas eficazes na proteção da biodiversidade e dos ecossistemas e na adaptação às
alterações climáticas.
Concentrando o PO Açores 2020 a quase totalidade das intervenções com cofinanciamento
pelos dois fundos estruturais — FEDER e FSE — no arquipélago, o leque de objetivos temáticos
e das prioridades de investimento selecionadas é amplo e diversificado, contemplando as diversas
vertentes das políticas públicas orientadas para o crescimento económico inteligente, do fomento
do emprego, da inclusão social e da sustentabilidade ambiental, permitindo aos agentes locais
acederem a recursos financeiros que viabilizarão os seus projetos de desenvolvimento nas dife-
rentes áreas de intervenção e setores da economia e da sociedade. Destaca-se ainda o apoio
específico do Fundo Estrutural FEDER de que a Região Autónoma dos Açores beneficia, mercê
da sua condição de Região Ultraperiférica, conforme reconhecido no artigo 349.º do Tratado sobre
o Funcionamento da União Europeia, para o financiamento de obrigações de serviço público de
transporte de passageiros entre as ilhas dos Açores.
O programa operacional dispõe de um envelope financeiro de cerca de 1 137 milhões de eu-
ros, em que 793,7 milhões de euros estão afetos a intervenções financiadas pelo Fundo Europeu
de Desenvolvimento Regional e 343,7 milhões de euros para o Fundo Social Europeu. Com esta
repartição, é sinalizado, de forma muito clara, que as políticas ativas de emprego, de formação e
de qualificação têm uma prioridade nas políticas públicas, traduzindo-se, em termos financeiros e
em comparação com o período de programação 2007-2013, num reforço de 154 milhões de euros
da dotação que se atribui ao fundo que financia estas políticas, o Fundo Social Europeu.
Está estruturado em 15 eixos prioritários e em 36 prioridades de investimento, enquadradas
nos grandes temas da estratégia 2020 (Crescimento Inteligente, Crescimento Sustentável e Cres-
cimento Inclusivo).
Em termos acumulados, até 30 de junho de 2021, registou-se a aprovação de 5 548 can-
didaturas, a que corresponde um custo total elegível de 1 588 milhões de euros e um financia-
mento de fundo estrutural de 1 145 milhões de euros, apresentando uma taxa de compromisso
de 100,67 %.
A execução financeira a 30 de junho de 2021 atingiu os 1 083 milhões de euros, o que cor-
responde a um apoio comunitário de 783 milhões de euros, representando uma taxa de execução
de 68,82 %.
Fazendo a desagregação por fundo, regista-se uma taxa de compromisso da componente
FEDER de 105,02 % e da componente FSE de 90,62 % e uma taxa de execução da componente
FEDER de 66,01 % e da componente FSE de 75,28 %.
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 210
Ponto de Situação a 30-06-2021
Unidade: Euros
Aprovação Execução Pagamentos
PO/Fundo/Eixo Custo Total Custo Total
N.º FUNDO FUNDO FUNDO
Elegível Elegível
TOTAL 5 548 1 588 176 983 1 145 099 045 1 082 729 381 782 761 052 784 174 920
FEDER 5 232 1 221 689 132 833 584 372 778 264 104 523 965 567 524 086 670
FSE 316 366 487 851 311 514 673 304 465 277 258 795 486 260 088 249
1 Investigação, Desenvolvimento
73 24 114 891 20 250 963 14 517 940 12 229 906 12 191 743
Tecnológico e Inovação - FEDER
2. Melhorar o acesso às Tecnologias
da Informação e da
36 23 447 719 19 930 561 7 300 022 6 205 018 6 164 624
Comunicação, bem como a sua
Utilização e Qualidade - FEDER
3 Competitividade das Empresas
4 819 693 626 790 386 759 902 382 736 948 188 323 284 188 978 716
Regionais - FEDER
4 Economia de Baixo Carbono -
25 48 371 293 40 731 810 3 695 911 3 045 577 3 204 586
FEDER
5 Alterações climáticas e prevenção
70 52 022 948 44 219 506 39 586 389 33 648 430 33 487 278
e gestão de risco - FEDER
6 Ambiente e eficiência dos recursos
103 89 009 780 74 260 275 65 211 039 55 079 874 54 531 327
- FEDER
7 Transportes sustentáveis e principais
28 29 140 332 24 769 282 28 260 931 24 021 791 23 976 360
redes de infraestruturas - FEDER
8 Emprego e Mobilidade Laboral -
57 112 293 278 95 449 287 86 113 583 73 196 546 73 194 514
FSE
9 Inclusão Social e Combate à
55 177 871 109 151 190 442 172 772 076 146 856 265 144 926 151
Pobreza
FEDER 51 76 201 114 64 770 947 71 102 082 60 436 769 60 655 333
FSE 4 101 669 995 86 419 496 101 669 995 86 419 496 84 270 819
10 Ensino e Aprendizagem ao Longo
268 262 499 578 223 124 642 207 223 258 176 139 769 179 473 906
da Vida
FEDER 14 110 054 060 93 545 951 90 544 246 76 962 609 76 854 517
FSE 254 152 445 518 129 578 690 116 679 011 99 177 160 102 619 389
11 Capacidade Institucional e
Administração Pública Eficiente - 1 79 060 67 201 2 688 2 285 3 528
FSE
12 Alocação Específica para a
3 66 975 977 56 929 580 66 975 977 56 929 580 56 959 460
Ultraperiferia - FEDER
13 Assistência Técnica - FEDER 10 8 724 228 7 415 594 8 332 620 7 082 727 7 082 727
O Programa de Desenvolvimento Rural para a Região Autónoma dos Açores 2014-2020
(PRORURAL+) enquadra-se no Regulamento (UE) n.º 1305/2013 do Parlamento Europeu e do
Conselho, de 17 de dezembro, que estabelece as regras do apoio ao desenvolvimento rural pelo
Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER).
O PRORURAL+ reflete a estratégia da Região Autónoma dos Açores para a agricultura e para
o desenvolvimento rural, pretendendo ser um instrumento financeiro que contribui para o aumento
da autossuficiência do setor agroalimentar e para a estruturação de canais comerciais que permitam
a exportação de produtos especializados para o mercado externo. Este Programa está alinhado
com as Prioridades da União em matéria de desenvolvimento rural, nomeadamente:
— Fomentar a transferência de conhecimentos e a inovação nos setores agrícola e florestal
e nas zonas rurais;
— Reforçar a viabilidade das explorações agrícolas e a competitividade de todos os tipos
de agricultura em todas as regiões e incentivar as tecnologias agrícolas inovadoras e a gestão
sustentável das florestas;
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 211
— Promover a organização das cadeias alimentares, nomeadamente no que diz respeito à
transformação e à comercialização de produtos agrícolas, o bem-estar animal e a gestão de riscos
na agricultura;
— Restaurar, preservar e melhorar os ecossistemas ligados à agricultura e à silvicultura;
— Promover a utilização eficiente dos recursos e apoiar a transição para uma economia
de baixo teor de carbono e resistente às alterações climáticas nos setores agrícola, alimentar e
florestal;
— Promover a inclusão social, a redução da pobreza e o desenvolvimento económico das
zonas rurais.
A intervenção do Programa assenta em três vertentes que se pretendem complementares:
Competitividade do complexo agroflorestal — aumentar a capacidade do setor agroflorestal
de gerar valor acrescentado, contribuindo para a diminuição do respetivo défice externo — através
da reestruturação e desenvolvimento das fileiras do setor agroalimentar, do aumento da qualidade,
da inovação e da visibilidade externa, tendo como dimensões de suporte a melhoria das infraes-
truturas de apoio às atividades agrícola e florestal, assim como o reforço do conhecimento e do
potencial humano e a utilização continuada das terras agrícolas;
Sustentabilidade ambiental — promover os sistemas agrícolas e florestais com capacidade de
melhor preservar os recursos naturais — através do estímulo à gestão sustentável das explorações
agrícolas e florestais e da promoção de sistemas agrícolas e florestais com maior capacidade de
retenção de carbono, tendo como dimensão transversal a atenuação das alterações climáticas;
Dinâmica dos territórios rurais — promover a revitalização económica e social das zonas
rurais — através da promoção da diversificação da economia e do emprego, da promoção da
melhoria da qualidade de vida e do desenvolvimento de competências ao nível local, tendo como
dimensão transversal a melhoria do aproveitamento dos recursos naturais, patrimoniais e humanos
dos territórios rurais.
O PRORURAL+ foi aprovado a 13 de fevereiro de 2015, pela Decisão de Execução C (2015)
850 da Comissão, com uma dotação de 340,4 milhões de euros de despesa pública, a que cor-
responde uma contribuição FEADER de cerca de 295,3 milhões de euros.
Ponto de Situação a 30-06-2021
Unidade: Euros
Investimento
Projetos Investimento Elegível Fundo
Fundo aprovado Elegível Pagamentos
aprovados (n.º) aprovado executado
executado
15 234 375 889 886,43 283 388 683,51 n.d 229 044 285,56 245 628 987,03
n.d. – não disponível
Para o período de programação 2014-2020, a Região Autónoma dos Açores beneficia de um
financiamento do Fundo de Coesão, integrado no Programa Operacional Temático Competitividade
e Internacionalização (POCI), especificamente no Eixo IV — Promoção de transportes sustentáveis
e eliminação dos estrangulamentos nas principais redes de infraestruturas, exclusivamente, para
as intervenções no sistema portuário da Região Autónoma dos Açores integradas nas prioridades
de investimento 7.1 — Apoio ao espaço único europeu de transportes multimodais, mediante o
investimento na RTE-T e 7.3 — Desenvolvimento e melhoria de sistemas de transportes ecológicos
(incluindo de baixo ruído) e de baixo teor de carbono, incluindo vias navegáveis e transportes ma-
rítimos interiores, portos, ligações multimodais e infraestruturas aeroportuárias, a fim de promover
a mobilidade regional e local sustentável.
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 212
As candidaturas aprovadas são:
— Prolongamento do Porto de Velas — Ilha de São Jorge;
— Construção de Rampa Ro-Ro e Dragagens do Porto da Calheta — Ilha de São Jorge;
— Requalificação das infraestruturas no Grupo Ocidental para movimentação de carga e
passageiros;
— Requalificação do Porto de Ponta Delgada — Ilha de São Miguel.
— Adaptação do Porto das Pipas à operação de ferries
— Construção de uma infraestrutura com melhores condições de operacionalidade e de efi-
cácia no embarque e desembarque de passageiros e veículos, cumprindo também os requisitos
de segurança na operação na área portuária no Porto de São Roque do Pico
— Requalificação dos Sistemas de Segurança e de Acessibilidade do Porto da Praia da
Vitória — Ilha Terceira.
Ponto de Situação a 30-06-2021
Unidade: Euros
Projetos Investimento Fundo Investimento Fundo
Pagamentos
aprovados (n.º) Elegível aprovado aprovado Elegível executado executado
7 125 402 307,82 106 591 961,61 74 387 059,64 66 690 956,19 68 309 431,21
Para o período de programação 2014-2020, a Região Autónoma dos Açores beneficia também
de um financiamento do Fundo de Coesão, integrado no Programa Operacional Temático Susten-
tabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR), no Eixo Prioritário 3 — Proteger o ambiente
e promover a utilização eficiente dos recursos, objetivo específico 1. Valorização dos resíduos,
reduzindo a produção e deposição em aterro, aumentando a recolha seletiva e a reciclagem.
No sentido de colmatar as atuais carências do sistema de gestão de resíduos do grupo orien-
tal, de ilhas do arquipélago e em especial da ilha de São Miguel e de encontrar uma solução de
futuro para longo prazo, será desenvolvido um Sistema Integrado de Gestão de Resíduos Sólidos
Urbanos, suportado por uma visão de sustentabilidade económica, social e ambiental, denominado
por «Ecoparque da Ilha de São Miguel».
Atendendo a que o custo total elegível deste projeto é superior a 50 milhões de euros, o mesmo
constitui um Grande Projeto, nos termos do artigo 100.º do Regulamento (CE) n.º 1303/2013, de
17 de dezembro, sendo que a decisão de aprovação é proferida pela Comissão Europeia, nos
termos do artigo 102.º do citado Regulamento comunitário.
Ponto de Situação a 30-06-2021
Unidade: Euros
Projetos aprovados Investimento Fundo Investimento Fundo
Pagamentos
(n.º) Elegível aprovado aprovado Elegível executado executado
1 77 635 337,47 65 990 036,85 9 340 156,87 8 421 194,68 8 431 475,02
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 213
Para o período de programação 2014-2020, a Região Autónoma dos Açores beneficia de um
financiamento do Fundo de Coesão, integrado no Programa Operacional Temático de Inclusão
Social e Emprego (POISE), especificamente no Eixo II — Iniciativa de Emprego Jovem.
A Iniciativa Emprego Jovem (IEJ) tem como objetivo apresentar uma oferta de qualidade de
emprego, educação, formação ou estágio aos jovens entre os 15 e os 29 anos, não integrados
no mercado de trabalho nem em qualquer sistema de educação e formação (NEET), nos quatro
meses subsequentes ao início de um ciclo de desemprego ou inatividade. A criação da Iniciativa
para o Emprego dos Jovens (IEJ) foi acordada em 2013, como resposta aos níveis excecional-
mente elevados de desemprego jovem na UE, a fim de prestar apoio específico aos jovens sem
emprego, que não frequentem programas de estágio ou sistemas de ensino ou de formação e que
residam em regiões com taxas de desemprego jovem superiores a 25 %, em 2012.
Ponto de Situação a 30-06-2021
Unidade: Euros
Projetos aprovados Investimento Fundo Investimento Fundo
Pagamentos
(n.º) Elegível aprovado aprovado Elegível executado executado
8 27 588 546,54 25 381 462,82 26 958 516,49 24 797 335,80 24 797 335,80
Os apoios do Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas (FEAMP) são opera-
cionalizados na Região Autónoma dos Açores através de um programa operacional de âmbito
nacional designado por MAR 2020, que tem por objetivo a implementação das medidas de apoio
enquadradas no FEAMP, no âmbito das seguintes Prioridades da União Europeia:
Prioridade 1 — Promover uma pesca ambientalmente sustentável, eficiente em termos de
recursos, inovadora, competitiva e baseada no conhecimento;
Prioridade 2 — Promover uma aquicultura ambientalmente sustentável, eficiente em termos
de recursos, inovadora, competitiva e baseada no conhecimento;
Prioridade 3 — Fomentar a execução da PCP;
Prioridade 4 — Aumentar o emprego e a coesão territorial;
Prioridade 5 — Promover a comercialização e a transformação dos produtos da pesca e da
aquicultura;
Prioridade 6 — Fomentar a execução da Política Marítima Integrada.
A dotação indicativa do FEAMP alocada aos Açores para o período de programação 2014-2020
totaliza 73,8 milhões de euros, correspondendo a cerca de 19 % da verba alocada a Portugal.
Desta verba, 34,1 milhões já têm alocação pré-definida e referem-se a medidas específicas que,
até 2014, tinham linhas de financiamento autónomas. Aquela verba destina-se, maioritariamente,
ao financiamento do regime de compensação dos custos suplementares suportados pelos ope-
radores dos Açores nas atividades de pesca, cultura, transformação e comercialização de certos
produtos da pesca e da aquicultura (regime vulgarmente designado por POSEI-PESCAS), com
uma dotação de 30,7 milhões de euros, que corresponde a um aumento de 51 % face ao período
de programação 2007-2013.
Deste modo, destinar-se-ão ao financiamento das medidas comparáveis com o período de
programação 2007-2013 (PROPESCAS) cerca de 39,7 milhões de euros para apoio ao desenvolvi-
mento sustentável das pescas, ao desenvolvimento sustentável da aquicultura, ao desenvolvimento
sustentável das zonas de pesca, a medidas de comercialização e transformação de produtos da
pesca e aquicultura e à assistência técnica ao programa.
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 214
Os Açores poderão ainda beneficiar do apoio para medidas relativas à Política Marítima In-
tegrada e ao controlo e execução da Política Comum de Pescas, cuja gestão será centralizada a
nível nacional (não existindo, assim, verbas pré-alocadas por região), tendo, designadamente, em
atenção, as competências exercidas regionalmente naqueles âmbitos e as operações que estão a
ser planeadas a nível nacional e regional. Também neste caso, e até 2014, estas medidas tinham
linhas de financiamento autónomas.
A operacionalização do MAR 2020 foi consideravelmente atrasada pela aprovação tardia
da regulamentação comunitária e do Programa Operacional. No primeiro semestre de 2016,
procedeu-se, a nível nacional e regional, à definição dos critérios de seleção das operações (passo
essencial para a regulamentação dos regimes de apoio) e respetiva aprovação pelo Comité de
Acompanhamento do MAR 2020, e à publicação de regulamentação definidora de diversos pro-
cedimentos de gestão.
Ponto de Situação a 30-06-2021
Unidade: Euros
Projetos Investimento Fundo Investimento. Fundo
Pagamentos
aprovados (n.º) Elegível aprovado aprovado Elegível executado executado
3 507 69 325 189,39 58 051 756,27 42 912 751,04 37 564 493,21 41 586 075,68
INTERRE
INTERREG V A — MAC (Madeira — Açores — Canárias) 2014-2020
O Programa de Cooperação INTERREG V A Espanha-Portugal MAC, para o período de pro-
gramação 2014-2020, foi aprovado, pela Comissão Europeia, a 3 de junho de 2015, e conta com
um orçamento de 130 milhões de euros (85 % financiado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento
Regional — FEDER), dos quais 11,6 milhões de euros destinam-se a beneficiários localizados
na Região Autónoma dos Açores. A 17 de outubro de 2017, a CE aprovou um aumento do finan-
ciamento do Programa, que passa a contar com um orçamento total de cerca de 149 milhões de
euros (126,5 milhões de euros FEDER).
Neste Programa, participam também os países terceiros de Cabo Verde, Senegal e Mauri-
tânia, com o objetivo de aumentar o espaço natural de influência socioeconómica e cultural e as
possibilidades de cooperação entre as regiões.
O Programa prevê o desenvolvimento de operações nas seguintes temáticas: valorização do
conhecimento e da inovação, bem como a sua capacidade de integração em redes de conheci-
mento, melhoria da competitividade das PME, adaptação às alterações climáticas e a prevenção
de riscos, proteção do meio ambiente e a eficiência de recursos e a capacidade institucional e
eficiência da Administração Pública Regional.
No ano de 2016, foi lançada a 1.ª convocatória para apresentação de projetos, que decorreu
de 1 de fevereiro a 31 de março, tendo sido posto a concurso metade da dotação FEDER dispo-
nível no Programa.
A 8 de novembro de 2016, foi realizado o 1.º Comité de Gestão do Programa, com o intuito de
analisar e aprovar os projetos apresentados pelas entidades sedeadas no espaço de cooperação,
resultando para os Açores a participação em 35 projetos nos 5 eixos prioritários, com um FEDER
aprovado de 6 milhões de euros.
Durante o ano 2018, foi lançada a 2.ª convocatória para apresentação de projetos, que decor-
reu até 31 de outubro, tendo sido aprovados os projetos em junho de 2019. Nesta convocatória,
verificou-se a participação de entidades açorianas em 42 projetos aprovados, distribuídos pelos
5 eixos prioritários e com um montante FEDER aprovado de 5,8 milhões de euros.
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 215
Ponto de Situação a 30-06-2021
Unidade: Euros
Projetos aprovados Investimento Investimento Fundo
Fundo aprovado Pagamentos
(n.º) aprovado Elegível executado executado
77 13 881 581,92 11 799 344,63 5 124 410,77 4 355 749,15 3 529 115,20
REACT-EU
O REACT-EU (Recovery Assistance for Cohesion and the Territories of Europe, em português
designado por Assistência de Recuperação para a Coesão e os Territórios da Europa) é uma ini-
ciativa que dá continuidade e alarga as medidas de resposta a situações de crise constantes da
Iniciativa de Investimento de Resposta à Crise do Coronavírus (CRII) e da Iniciativa de Investimento
de Resposta à Crise do Coronavírus+ (CRII+). Contribuirá para uma recuperação ecológica, digi-
tal e resiliente da economia e foi instituída pelo Regulamento (UE) n.º 2020/2221 do Parlamento
Europeu e do Conselho, de 23 de dezembro, alterando o Regulamento (UE) n.º 1303/2013, de
17 de dezembro.
O pacote REACT-EU será disponibilizado ao Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional
(FEDER) e ao Fundo Social Europeu (FSE), 2014-2020, bem como ao Fundo Europeu de Auxílio às
Pessoas mais Carenciadas (FEAD). Estes fundos adicionais serão disponibilizados, em 2021-2022,
a partir do instrumento Next Generation EU, e, já em 2020, através de uma revisão específica do
atual quadro financeiro.
Esta iniciativa proporcionará um financiamento adicional aos setores mais importantes da
economia, e que são cruciais para estabelecer a base para uma recuperação sólida. No caso do
FEDER, os recursos adicionais devem ser utilizados principalmente para apoiar o investimento
em produtos e serviços de saúde, apoio ao fundo de maneio ou apoio ao investimento das PME, a
investimentos que contribuam para a transição para uma economia digital e verde, a investimentos
nas infraestruturas de prestação de serviços básicos aos cidadãos e nas medidas económicas
nas regiões mais dependentes dos setores mais afetados pela crise.
Para o FSE, os recursos adicionais devem ser utilizados principalmente para apoiar a ma-
nutenção do emprego, apoiar a criação de novos empregos, em particular para pessoas em
situações mais vulneráveis, medidas de emprego jovem, educação e formação, desenvolvimento
de competências, em particular para apoiar a dupla transição verde e digital e para melhorar o
acesso aos serviços sociais de interesse geral, inclusive para crianças.
Através deste novo instrumento financeiro REACT-EU, a Região Autónoma dos Açores dis-
põe de um reforço de 118 milhões de euros, a preços correntes, encontrando-se em preparação
a reprogramação do PO Açores 2020 (programação REACT-EU).
FUNDO DE SOLIDARIEDADE DA UNIÃO EUROPEIA –
FURACÃO LORENZO
O Fundo de Solidariedade da União Europeia (FSUE) foi criado na sequência das cheias
devastadoras que assolaram a Europa Central no verão de 2002, enquanto meio de expressão da
solidariedade europeia para com a população das regiões da UE afetadas por grandes catástrofes
naturais, através do financiamento de operações de emergência e de recuperação.
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 216
Na sequência da passagem do furacão Lorenzo pela Região Autónoma dos Açores, em outubro
de 2019, que causou elevados danos e prejuízos, em novembro desse ano, o Estado Português
solicitou à Comissão Europeia uma contribuição financeira do FSUE, com vista ao financiamento
de operações de emergência e de recuperação destinadas a restabelecer o funcionamento das
infraestruturas e equipamentos no domínio dos transportes, e que foi aprovada pela Comissão Eu-
ropeia através da Decisão n.º C (2020) 4713, de 7 de julho, correspondendo a um cofinanciamento
de 8 212 697 euros, já transferido para a Região Autónoma dos Açores, em julho de 2020.
A contribuição financeira concedida ao abrigo do FSUE a um Estado-Membro é executada
no âmbito de um procedimento de gestão partilhada, tendo a Direção Regional do Planeamento
e Fundos Estruturais (DRPFE) sido designada como organismo responsável pela coordenação
do FSUE na Região Autónoma dos Açores, assegurando a gestão e o controlo das operações de
emergência e de recuperação apoiadas por este fundo.
A candidatura apresentada pelo beneficiário do FSUE — Portos dos Açores S. A. (Interven-
ção para proteção de emergência ao terrapleno portuário e cais -5 m (zm) do porto das Lajes das
Flores, no âmbito dos prejuízos decorrentes do furacão Lorenzo), no valor de 18 626 874 euros
foi aprovada pela DRPFE, em dezembro de 2020.
Plano de Recuperação e Resiliência 2021-2026
A pandemia causada pelo vírus SARS-CoV-2, para além de representar uma emergência de
saúde pública, que obrigou a respostas imediatas no plano sanitário, desencadeou uma retração
generalizada da atividade económica, originando impactos sem precedentes e severas conse-
quências de ordem económica e social à escala mundial.
Perante os graves impactos da pandemia nas economias europeias, foi criado um instrumento
comunitário estratégico de mitigação do impacto económico e social da crise, capaz de promover
a convergência económica e a resiliência das economias da União, contribuindo para assegu-
rar o crescimento sustentável de longo prazo e para responder aos desafios da dupla transição
para uma sociedade mais ecológica e digital. Foi neste contexto que o Conselho Europeu criou o
Next Generation EU, um instrumento temporário de recuperação, a partir do qual se desenvolve
o Mecanismo de Recuperação e Resiliência, onde se enquadra este Plano de Recuperação e
Resiliência (PRR).
O Next Generation EU apresenta-se como um mecanismo extraordinário que será utilizado
pela primeira vez na história da União e que demonstra o compromisso dos Estados-Membros
com o projeto europeu, baseado na prosperidade partilhada. Este acordo foi determinante para
assegurar uma resposta dimensionada e atempada a uma crise sem precedentes e, em simultâneo,
garantir a coesão do espaço europeu, mitigando os efeitos que decorreriam de uma capacidade
de resposta assimétrica entre Estados-Membros.
O PRR, com um período de execução até 2026, visa implementar um conjunto de reformas e
de investimentos que permitirá ao país retomar o crescimento económico sustentado, reforçando
o objetivo de convergência com a Europa ao longo da próxima década. Será financiado por re-
cursos totais de 16,6 mil milhões de euros distribuídos por cerca de 14 mil milhões de euros de
subvenções e 2,7 mil milhões de euros de empréstimos, em que o PRR-Açores absorverá 580
milhões de euros de subvenções.
Considerando o diagnóstico de necessidades e dos desafios, o PRR foi organizado em 20
Componentes que integram um total de 37 Reformas e de 83 Investimentos.
A nível regional, o PRR-Açores está distribuído em 10 das componentes, com iniciativas que
conduzem à implementação de 11 investimentos, num total de 580 milhões de euros de subven-
ções: 369 milhões de euros na dimensão da Resiliência, 148 milhões de euros para a Transição
Climática e 63 milhões para a Transição Digital.
Além destes 580 milhões destinados à Região Autónoma dos Açores e materializados nos
11 investimentos no âmbito do PRR, os Açores irão receber mais 117 milhões, que ficarão «con-
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 217
signados» em diversas componentes nacionais previstas no PRR, às quais diversas entidades
regionais poderão aceder.
Identificam-se, de seguida, os investimentos que se pretendem concretizar e os resultados
de alteração estrutural que se pretendem atingir em cada uma das dimensões de intervenção.
Componente Código Designação Valor
Hospital Digital da Região Autónoma dos
C1. SNS RE-C01-i08-RAA 30 M€
Açores
Aumentar as condições habitacionais do
C2. HABITAÇÃO RE-C02-i04-RAA parque habitacional da Região Autónoma 60 M€
dos Açores
Implementar a Estratégia Regional de
C3. RESPOSTAS SOCIAIS RE-C03-i04-RAA Combate à Pobreza e Exclusão Social - 35 M€
Redes de Apoio Social (RAA)
RE-C05-i04-RAA Recapitalizar Sistema Empresarial dos Açores 125 M€
C5. CAPITALIZAÇÃO E
INOVAÇÃO EMPRESARIAL Relançamento Económico da Agricultura
RE-C05-i05-RAA 30 M€
Açoriana
C6. QUALIFICAÇÕES E Qualificação de adultos e aprendizagem ao
RE-C06-i05-RAA 29 M€
COMPETÊNCIAS longo da vida na RAA
Circuitos Logísticos - Rede Viária Regional dos
C7. INFRAESTRUTURAS RE-C07-i05-RAA 60 M€
Açores
Desenvolvimento do "Cluster do Mar dos
C10. MAR TC-C10-i04-RAA 32 M€
Açores”
C14. HIDROGÉNIO E
TC-C14-i03-RAA Transição Energética nos Açores 116 M€
RENOVÁVEIS
C19. ADMINISTRAÇÃO
PÚBLICA - DIGITALIZAÇÃO, Modernização e digitalização da
TD-C19-i06-RAA 25 M€
INTEROPERABILIDADE E Administração Pública- RAA
CIBERSEGURANÇA
C20. ESCOLA DIGITAL TD-C20-i02-RAA Educação digital (Açores) 38 M€
O Decreto Regulamentar Regional n.º 23/2021/A, de 3 de setembro, estabelece o modelo
de governação das reformas e dos investimentos do Plano de Recuperação destinados à Região
Autónoma dos Açores.
O modelo de governação assenta num conjunto organizado de órgãos, com funções de
coordenação política, de acompanhamento, de coordenação técnica e de monitorização, e, ainda,
de auditoria e controlo, nos termos seguintes:
• Órgão de coordenação política — assegurado pelo Conselho do Governo Regional dos
Açores;
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 218
• Órgão de acompanhamento — assegurado pelo Conselho Económico e Social dos Açores;
• Órgão de coordenação técnica e de monitorização — assegurado pela Direção Regional
do Planeamento e Fundos Estruturais;
• Órgão de auditoria e controlo — assegurado pela Comissão de Auditoria e Controlo, prevista
no artigo 7.º do Decreto-Lei n.º 29-B/2021, de 4 de maio.
Compete ao órgão de coordenação política remeter à Assembleia Legislativa da Região Autó-
noma dos Açores, após parecer do órgão de acompanhamento, os relatórios anuais de progresso
do PRR-Açores.
Para operacionalização das competências que lhe são atribuídas, o órgão de coordenação
técnica e de monitorização é apoiado por um máximo de 11 gestores de investimento, indicados
pelos membros do Governo Regional dos Açores com competência nas matérias objeto dos
investimentos respetivos do PRR-Açores.
Período de Programação 2021-2027
Os trabalhos preparatórios para o próximo período de programação estão ainda atrasados
em consequência da pandemia da doença COVID-19. As instituições da União Europeia, bem
como as nacionais em cada Estado-Membro, foram condicionadas pelas emergências decorrentes
das consequências da pandemia, em termos da preparação de respostas políticas, económicas
e financeiras.
O quadro global de apoios está estabilizado e a regulamentação europeia respetiva já
foi publicada, pelo que decorrem nesta fase a sua materialização em programas operacionais
nacionais e regionais.
O quadro da política de coesão propõe cinco objetivos estratégicos principais que irão nortear
os investimentos da União Europeia (UE), em 2021-2027, apoiados pelo FEDER, FSE+, Fundo de
Coesão e Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos, das Pescas e da Aquicultura (FEAMPA):
1 — Uma Europa mais competitiva e mais inteligente, através da promoção de uma transfor-
mação económica inovadora e inteligente e da conetividade das TIC a nível regional;
2 — Uma Europa mais verde, hipocarbónica, em transição para uma economia com zero
emissões líquidas de carbono, e resiliente, através da promoção de uma transição energética limpa
e equitativa, de investimentos verdes e azuis, da economia circular, da atenuação das alterações
climáticas e da adaptação às mesmas, da prevenção e gestão de riscos e da mobilidade urbana
sustentável;
3 — Uma Europa mais conectada, através do reforço da mobilidade;
4 — Uma Europa mais social e inclusiva, através do Pilar Europeu dos Direitos Sociais;
5 — Uma Europa mais próxima dos cidadãos, através do fomento do desenvolvimento sus-
tentável e integrado de todos os tipos de territórios e das iniciativas locais.
Nos Açores, a coberto da Resolução do Conselho do Governo Regional n.º 207/2021, de
17 de agosto, foram estabelecidos os princípios relativos à orientação estratégica regional para
este período de programação 2021-2027:
a) Promover o desenvolvimento económico, a criação de emprego qualificado e a fixação
de populações no território do arquipélago dos Açores, através da especialização inteligente e da
investigação e inovação, baseadas no potencial regional e nos recursos endógenos, geridos de
forma sustentável, promovendo a transição para uma economia mais digital, resiliente, circular,
verde e azul, que demonstre ser mais competitiva, mais capaz de atrair investimento externo e
de se projetar no exterior;
b) Desenvolver estratégias para a coesão social, com as pessoas em primeiro lugar, aumen-
tando os níveis de escolaridade, diminuindo os níveis de abandono escolar, reforçando a educação
dos grupos mais vulneráveis, promovendo a formação ao longo da vida e a qualificação profissional,
incrementando o acesso universal e generalizado a cuidados de saúde e à proteção social, bem
como incentivando o acesso à cultura, como formas de combate à pobreza e à exclusão social,
assegurando a igualdade de oportunidades, a valorização pessoal e a mobilidade social;
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 219
c) Desenvolver a mobilidade, enquanto pilar fulcral da competitividade e coesão económica
e social de todo o território dos Açores, através do estabelecimento de redes a nível local para
reforçar a articulação entre os espaços rurais e urbanos, a nível regional para reforçar as ligações
entre as ilhas, e a nível nacional, para reforçar a competitividade externa, de forma sustentável,
inteligente e intermodal, contribuindo para a integração nas redes internacionais e para projeção
dos Açores no mundo;
d) Promover a sustentabilidade ambiental, a resiliência às alterações climáticas, a preven-
ção de riscos, a produção energética a partir de fontes endógenas e sustentáveis e a proteção
dos ecossistemas regionais, em articulação com o desenvolvimento da economia do setor
primário;
e) Promover a digitalização e a proximidade da Administração Pública Regional nas suas
interações com os cidadãos e com as empresas, através da desmaterialização e da desburocrati-
zação, em linha com objetivos de simplificação processual, reduzindo custos de contexto e prazos,
melhorando os níveis de segurança, eficiência, transparência e responsabilidade.
ANEXOS
Investimento Público 2022
Desagregação por Objetivo
Objetivo/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
Políticas para a Coesão Social e para a Igualdade de Oportunidades 282.170.708 215.770.152 66.400.556
Vice-Presidência do Governo Regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 53.222.273 53.222.273 0
2 — Solidariedade, Igualdade, Habitação, Poder Local e Comunidades . . . 53.222.273 53.222.273 0
2.1 — Apoio à Infância e Juventude. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.841.540 1.841.540 0
2.1.1 — Criação, melhoramento e apetrechamento de equipamentos sociais
de apoio à infância e juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300.000 300.000 0
2.1.2 — Defesa e Promoção dos Direitos das Crianças e Jovens. . . . . . . 50.000 50.000 0
2.1.3 — Reabilitação, requalificação e ampliação de creches e Centro de
Atividades de Tempos Livres . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 120.000 120.000 0
2.1.4 — Rede de Amas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60.100 60.100 0
2.1.5 — Construção de Creche em Santo António — Associação para o
Desenvolvimento, em Ponta Delgada (São Miguel) . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
2.1.6 — Obras de beneficiação do infantário “O Carrocel” — Associação
dos Funcionários da Administração Regional da Ilha Terceira, em Angra
do Heroísmo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 350.000 350.000 0
2.1.7 — Ampliação da Creche da Maia — Casa do Povo da Maia, na Ribeira
Grande (São Miguel). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
2.1.8 — Adaptação de edifício e aquisição de terreno para apoio à Creche
Coriscolândia — Kairós em Ponta Delgada (São Miguel) . . . . . . . . . . . 70.000 70.000 0
2.1.9 — Construção de Centro de Atividades de Tempos Livres na Can-
delária — Associação de Juventude da Candelária em Ponta Delgada
(São Miguel) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 350.000 350.000 0
2.1.11 — Adaptação de edifício para Centro de Atividades de Tempos Livres
de Santa Maria — Santa Casa da Misericórdia de Vila do Porto (Santa
Maria) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000 0
2.1.12 — Requalificação da Creche “O Girassol” — Centro de Bem Estar
Social da Paróquia de Santa Cruz das Flores (Flores). . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
2.1.13 — Reforço das respostas da rede de creches e CATL entre as fre-
guesias de São Bartolomeu e Altares. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.000 15.000 0
2.1.14 — Criação de pontos de apoio ao estudo para servir crianças e
jovens . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 251.440 251.440 0
2.1.15 — Requalificação da creche e CATL nas Velas — Santa Casa da
Misericórdia das Velas (São Jorge) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.000 15.000 0
2.2 — Apoio à Família, Comunidade e Serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.000.000 5.000.000 0
2.2.1 — Apoio especializado ao desenvolvimento e requalificação da rede
de equipamentos sociais e programas sociais dos Açores . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
2.2.2 — CEDO — Complemento Especial para o Doente Oncológico . . . 600.000 600.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 220
Objetivo/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
2.2.3 — Apoios para combate à pandemia da doença COVID-19. . . . . . . 400.000 400.000 0
2.2.4 — Requalificação da casa dos doentes deslocados. . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
2.2.5 — Criação, melhoramento e apetrechamento de edifícios e equipa-
mentos de apoio à comunidade e dos serviços da Segurança Social . . . 100.000 100.000 0
2.2.6 — Criação do Centro de Acolhimento da Horta — Santa Casa da
Misericórdia da Horta (Faial). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300.000 300.000 0
2.2.7 — Modernização do parque de viaturas das IPSS e Misericórdias . . . 1.500.000 1.500.000 0
2.2.8 — Construção do Centro Intergeracional de Santo Antão — Centro
Paroquial e Social de Santo Antão na Calheta (São Jorge) . . . . . . . . . . 75.000 75.000 0
2.2.9 — Construção do Edifício Intergeracional da Feteira da
Horta — 2.ª Fase — Casa do Povo da Feteira na Horta (Faial). . . . . . . 350.000 350.000 0
2.2.11 — Criação do Centro de Acolhimento Temporário na Urzelina — Ins-
tituto de Santa Catarina (São Jorge) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
2.2.12 — Reabilitação do Infantário “Arco-Íris” da Santa Casa da Miseri-
córdia das Lajes do Pico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
2.2.13 — Apoio aos cuidadores informais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 175.000 175.000 0
2.2.14 — Incentivo à Natalidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.200.000 1.200.000 0
2.3 — Apoio aos Públicos com Necessidades Especiais. . . . . . . . . . . . . . 5.150.000 5.150.000 0
2.3.1 — Criação, melhoramento e apetrechamento de equipamentos sociais
de apoio à deficiência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 800.000 800.000 0
2.3.2 — Construção do Centro de Atividades de Tempos Livres Inclusivo e
de Centro de Dia Especializado — Lajes das Flores . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
2.3.3 — Construção do Centro de Atividades Ocupacionais e Lar Residen-
cial — Santa Casa da Misericórdia da Horta (Faial). . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
2.3.4 — Criação do Centro de Atendimento, Acompanhamento e Reabilita-
ção Social para Pessoas com Deficiência e Incapacidade — Santa Casa
da Misericórdia de Angra do Heroísmo (Terceira) . . . . . . . . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
2.3.5 — Reabilitação de edifício para Centro de Apoio à Deficiência — Au-
rora Social em Ponta Delgada (São Miguel). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 900.000 900.000 0
2.3.6 — Construção do Centro de Paralisia Cerebral de São Miguel . . . . 2.500.000 2.500.000 0
2.3.7 — Construção do Lar Residencial e Centro de Atividades Ocupacionais
na Lagoa — 1.ª Fase — Santa Casa da Misericórdia de Santo António
da Lagoa (São Miguel) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200.000 200.000 0
2.3.8 — Construção do Centro de Atividades Ocupacionais da Zona Norte
de Ponta Delgada — Associação de Desenvolvimento e Promoção de
Santa Bárbara em Ponta Delgada (São Miguel). . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
2.3.9 — Construção do Centro de Atividades Ocupacionais no Pico — Santa
Casa da Misericórdia da Madalena (Pico) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
2.3.10 — Adaptação de imóvel a Lar Residencial em Santa Maria — Santa
Casa da Misericórdia de Vila do Porto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200.000 200.000 0
2.4 — Apoio a Idosos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.418.865 4.418.865 0
2.4.1 — Criação, melhoramento e apetrechamento de equipamentos sociais
de apoio aos idosos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 400.000 400.000 0
2.4.2 — Programa de Incentivos à Iniciativa Privada Lucrativa . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
2.4.3 — Rede de Cuidados Continuados dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . 750.000 750.000 0
2.4.4 — Idosos em casa “Novos Idosos” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.316.365 1.316.365 0
2.4.5 — Criação da Unidade de Cuidados Continuados da Santa Casa da
Misericórdia de Ponta Delgada (São Miguel) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 700.000 700.000 0
2.4.6 — Remodelação e ampliação do Lar de Idosos da Praia da Gracio-
sa — Santa Casa da Misericórdia da Praia da Graciosa (Graciosa) . . . 75.000 75.000 0
2.4.7 — Ampliação e requalificação da Casa de Repouso João Inácio de
Sousa, nas Velas (São Jorge) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 400.000 400.000 0
2.4.8 — Construção do Centro de Convívio de Castelo Branco — Casa do
Povo de Castelo Branco (Faial) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 130.000 130.000 0
2.4.9 — Ampliação e requalificação do Centro de Dia da Conceição — As-
sociação de Pais e Amigos dos Deficientes da Ilha do Faial . . . . . . . . . 47.500 47.500 0
2.4.10 — Reabilitação da Estrutura Residencial para Idosos — Santa Casa
da Misericórdia do Nordeste (São Miguel) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000 0
2.4.11 — Ampliação do Centro de Apoio ao Idoso da Madalena — Santa
Casa da Misericórdia da Madalena (Pico) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000 0
2.4.12 — Reconstrução e ampliação de ERPI para criação de valência de
Centro de Alojamento Temporário em São Roque do Pico — Santa Casa
da Misericórdia de São Roque do Pico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 221
Objetivo/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
2.4.15 — Projeto para instalação de valência de cuidados continuados no
Lar D. Pedro V, na Praia da Vitória . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
2.5 — Igualdade de Oportunidades, Inclusão Social e Combate à Po-
breza . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11.932.500 11.932.500 0
2.5.4 — Projetos de intervenção social vocacionados para públicos desfa-
vorecidos ou em risco de exclusão. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 319.000 319.000 0
2.5.9 — Fundo Regional de Ação Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7.000.000 7.000.000 0
2.5.11 — Propinas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 400.000 400.000 0
2.5.12 — COMPAMID . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.000.000 3.000.000 0
2.5.13 — Sénior Ativo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
2.5.14 — Promoção da inclusão digital . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000 0
2.5.15 — Apoio às entidades empregadoras para valorização de posto de
trabalho para pessoas com deficiência. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000 0
2.5.16 — Formações para partilha de boas práticas e novas competên-
cias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24.000 24.000 0
2.5.17 — Adaptação de habitações/espaços públicos e outros espaços de
forma a promover a acessibilidade e inclusão dos cidadãos . . . . . . . . . 232.000 232.000 0
2.5.18 — Formação para reforçar as competências profissionais e sociais
das famílias abrangidas pela ação social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300.000 300.000 0
2.5.19 — Atribuição de bolsas de estudo a estudantes do ensino supe-
rior — Gerações Açores 21. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 412.500 412.500 0
2.6 — Promoção, Reabilitação e Renovação Habitacional . . . . . . . . . . . . 9.228.113 9.228.113 0
2.6.1 — Promoção e apoio à habitação própria e a custos controlados . . . 227.511 227.511 0
2.6.2 — Operações urbanísticas e reabilitação de infraestruturas habita-
cionais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.356.364 2.356.364 0
2.6.3 — Reabilitação do parque habitacional da Região . . . . . . . . . . . . . . 1.338.105 1.338.105 0
2.6.4 — Programa “Casa Renovada, Casa Habitada” e combate à infestação
por térmitas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.313.558 4.313.558 0
2.6.5 — Salvaguarda habitacional em zonas de risco . . . . . . . . . . . . . . . . 600.000 600.000 0
2.6.6 — Operações de inserção e reintegração social. . . . . . . . . . . . . . . . 292.575 292.575 0
2.6.8 — Recuperação de habitações nos bairros do aeroporto — ilha de
Santa Maria. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
2.7 — Arrendamento Acessível e Cooperação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.261.983 15.261.983 0
2.7.1 — Incentivo e apoio ao arrendamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.965.022 3.965.022 0
2.7.2 — Construção/arrendamento de fogos para arrendamento/subarren-
damento apoiado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8.925.283 8.925.283 0
2.7.3 — Cooperação com autarquias — acordos de colaboração IHRU/
RAA/municípios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.004.597 2.004.597 0
2.7.4 — Condomínios e seguros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 367.081 367.081 0
2.8 — Equipamentos Públicos e Adequação Tecnológica . . . . . . . . . . . . . 389.272 389.272 0
2.8.1 — Reabilitação, conservação e manutenção de instalações . . . . . . 277.852 277.852 0
2.8.2 — Adequação e adaptação tecnológica dos serviços. . . . . . . . . . . . 111.420 111.420 0
Secretaria Regional da Educação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27.047.425 26.622.425 425.000
4 — Educação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27.047.425 26.622.425 425.000
4.1 — Construções Escolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 630.000 205.000 425.000
4.1.1 — Beneficiação e reabilitação de instalações escolares, propriedade
da Região Autónoma dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 175.000 175.000 0
4.1.2 — Construção, reparação e remodelação do parque escolar do 1.º ci-
clo (DLR 32/2002/A, de 8 agosto). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 430.000 5.000 425.000
4.1.3 — Assistência técnica e fecho financeiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
4.2 — Equipamentos Escolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 641.254 641.254 0
4.2.1 — Aquisição de equipamentos para a Educação Pré-Escolar e o
Ensino Básico e Secundário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 591.254 591.254 0
4.2.2 — Quiosques eletrónicos escolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
4.3 — Apoio Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.710.000 10.710.000 0
4.3.1 — Apoio social. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.650.000 10.650.000 0
4.3.2 — Atribuição de produtos de apoio para alunos portadores de deficiência 60.000 60.000 0
4.4 — Apoio às instituições de Ensino Privado e formação . . . . . . . . . . . . 4.200.000 4.200.000 0
4.4.1 — Apoiar as instituições de ensino privado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.150.000 4.150.000 0
4.4.2 — Formação do pessoal docente e não docente . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
4.5 — Escolas Digitais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.889.549 6.889.549 0
4.5.1 — Projetos inerentes à utilização das Tecnologias de Informação e
Comunicação (TIC). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 641.779 641.779 0
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N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 222
Objetivo/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
4.5.2 — Sistema de gestão escolar com recurso às novas tecnologias . . . 164.420 164.420 0
4.5.3 — Escolas digitais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.083.350 6.083.350 0
4.6 — Projetos pedagógicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.766.622 3.766.622 0
4.6.1 — ProSucesso — Avaliação externa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
4.6.2 — Projetos educativos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 136.622 136.622 0
4.6.3 — Prémio de Mérito de Ingresso no Ensino Superior . . . . . . . . . . . . 600.000 600.000 0
4.6.4 — Programas ocupacionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.500.000 2.500.000 0
4.6.5 — Promoção do sucesso educativo e combate ao abandono escolar
precoce . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 500.000 500.000 0
4.7 — Atividade Física Desportiva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 210.000 210.000 0
4.7.1 — Desporto Escolar Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 210.000 210.000 0
Secretaria Regional da Saúde e Desporto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56.268.585 56.268.585 0
5 — Saúde, Desporto e Proteção Civil. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56.268.585 56.268.585 0
5.1 — Parcerias Público-Privadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11.247.705 11.247.705 0
5.1.1 — Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira, E. P. E. R. . . . . . . . . 11.247.705 11.247.705 0
5.2 — Apetrechamento e Modernização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.946.176 5.946.176 0
5.2.1 — Equipamentos para unidades de saúde de ilha e Centro de Onco-
logia dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.921.176 5.921.176 0
5.2.2 — Conservação e modernização de edifícios . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
5.3 — Apoios e Acordos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 450.000 450.000 0
5.3.1 — Apoios e acordos com instituições . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200.000 200.000 0
5.3.3 — Criação do Centro de Atendimento, Acompanhamento e Reabili-
tação Social para Pessoas com Deficiência e Incapacidade . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
5.4 — Projetos na Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 592.500 592.500 0
5.4.1 — Plano Regional da Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 62.500 62.500 0
5.4.2 — Sistema de qualidade na saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
5.4.3 — Política de promoção da saúde e prevenção da doença — Plano
Nutrição das Escolas — Alimentação Saudável . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
5.4.4 — Saúde mental — estratégia e implementação . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
5.4.5 — Estratégia regional para a prevenção e controlo do cancro . . . . . 175.000 175.000 0
5.4.6 — Programa de Literacia em Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
5.4.7 — Acessibilidades — deslocação de doentes. . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000 0
5.4.8 — Rede de Cuidados Paliativos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
5.4.9 — Plano de Desenvolvimento de Unidades de Geriatria . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
5.5 — Recursos Humanos — Investimento e Planeamento . . . . . . . . . . . 625.000 625.000 0
5.5.1 — Capacitar o SRS de recursos humanos — fixação de profissionais
de saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 500.000 500.000 0
5.5.2 — Estratégia e plano para implementar o enfermeiro de família na
Região Autónoma dos Açores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
5.5.3 — Formação em saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
5.6 — Tecnologias na Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7.944.791 7.944.791 0
5.6.1 — Tecnologias na saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.200.000 1.200.000 0
5.6.2 — Telessaúde (Teleconsulta e telemonitorização) . . . . . . . . . . . . . . 549.195 549.195 0
5.6.3 — Desmaterialização da conferência da faturação. . . . . . . . . . . . . . 149.077 149.077 0
5.6.4 — Melhoria da performance de prestação do Serviço Regional da
Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.773.243 2.773.243 0
5.6.5 — Digitalização do setor da saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.273.276 3.273.276 0
5.7 — Capacitação do Sistema de Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.450.000 10.450.000 0
5.7.1 — Retoma e recuperação da atividade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 160.000 160.000 0
5.7.3 — Medidas de combate à COVID-19 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.000.000 6.000.000 0
5.7.4 — Vale Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
5.7.5 — CIRURGE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.700.000 3.700.000 0
5.7.6 — Capacitar o Serviço Regional de Saúde ao nível dos cuidados
de saúde domiciliários, incluindo cuidados continuados integrados e
paliativos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 340.000 340.000 0
5.8 — Promoção de Estilos de Vida Saudável e Prevenção/Tratamento e
Reinserção dos Comportamentos Aditivos e Dependências . . . . . . . . . 1.150.000 1.150.000 0
5.8.1 — Promoção de estilos de vida saudável e prevenção/tratamento e
reinserção dos comportamentos aditivos e dependências . . . . . . . . . . . 1.150.000 1.150.000 0
5.9 — Desporto Crianças e Jovens . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.076.400 2.076.400 0
5.9.1 — Promoção da literacia motora . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 252.000 252.000 0
5.9.3 — Escalões de formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.558.400 1.558.400 0
5.9.4 — Processos especiais de formação dos jovens praticantes . . . . . . 266.000 266.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 223
Objetivo/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
5.10 — Atividade Desportiva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.560.000 4.560.000 0
5.10.1 — Atividade associativa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.086.000 2.086.000 0
5.10.2 — Participação competitiva de clubes. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.250.000 2.250.000 0
5.10.3 — Alto rendimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 224.000 224.000 0
5.11 — Atividade Física . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 203.000 203.000 0
5.11.1 — Promoção da atividade física para a população em geral, incluindo
jovens, adultos e cidadãos com deficiência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 203.000 203.000 0
5.12 — Instalações Desportivas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.331.000 1.331.000 0
5.12.1 — Gestão e funcionamento do parque desportivo regional . . . . . . 955.000 955.000 0
5.12.2 — Acesso generalizado às instalações desportivas escolares e
outras integradas por protocolos no parque desportivo regional . . . . . . 276.000 276.000 0
5.12.3 — Reabilitação do Parque Desportivo Regional . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
5.13 — Iniciativas Transversais às Diferentes Áreas do Desporto. . . . . . . 173.400 173.400 0
5.13.1 — Promoção do desporto e da atividade física. . . . . . . . . . . . . . . . 87.200 87.200 0
5.13.2 — Formação técnica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.200 6.200 0
5.13.3 — Modernização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000 0
5.14 — Equipamentos e Comunicações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.118.000 2.118.000 0
5.14.1 — Viaturas de emergência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 420.000 420.000 0
5.14.2 — Viaturas dos Corpos de Bombeiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.100.000 1.100.000 0
5.14.3 — Equipamentos para o Serviço Regional de Proteção Civil . . . . . 50.000 50.000 0
5.14.4 — Equipamentos para as AHBV . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
5.14.5 — Radiocomunicações do SRPCBA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 448.000 448.000 0
5.15 — Infraestruturas do SRPCBA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 922.863 922.863 0
5.15.1 — Beneficiação e reparação de quartéis das AHBV da Região
Autónoma dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
5.15.2 — Centro de Formação de Proteção Civil. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
5.15.3 — Construção do quartel da AHBV da Povoação . . . . . . . . . . . . . . 206.238 206.238 0
5.15.4 — Construção do quartel da AHBV do Faial . . . . . . . . . . . . . . . . . . 556.625 556.625 0
5.15.7 — Novo quartel da AHBV do Nordeste . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
5.16 — Protocolos e Apoios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.315.750 6.315.750 0
5.16.1 — CIVISA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300.000 300.000 0
5.16.2 — Apoios aos Transportes Terrestres de Emergência . . . . . . . . . . 5.160.750 5.160.750 0
5.16.3 — Linha Saúde Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 130.000 130.000 0
5.16.4 — Apoios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
5.16.5 — Suporte Imediato Vida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 585.000 585.000 0
5.16.6 — Pandemia da doença COVID-19 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90.000 90.000 0
5.17 — Formação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 162.000 162.000 0
5.17.1 — Formação dos profissionais do SRPCBA . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.000 10.000 0
5.17.2 — Formação dos profissionais dos Corpos de Bombeiros . . . . . . . 120.000 120.000 0
5.17.3 — Formação à população . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
5.17.4 — Sensibilização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12.000 12.000 0
Secretaria Regional da Cultura, da Ciência e Transição Digital . . . . . 6.279.080 6.279.080 0
8 — Cultura, Ciência e Transição Digital . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.279.080 6.279.080 0
8.1 — Dinamização de Atividades Culturais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.734.000 2.734.000 0
8.1.1 — Escolas de formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 130.000 130.000 0
8.1.2 — Edição de obras de cariz cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35.000 35.000 0
8.1.3 — Rede de leitura pública . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40.000 40.000 0
8.1.4 — Banda Lira Açoriana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90.000 90.000 0
8.1.5 — Dinamização cultural. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 390.000 390.000 0
8.1.6 — Arte Contemporânea dos Açores — ArTca . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000 0
8.1.7 — Apoios a atividades de relevante interesse cultural . . . . . . . . . . . 850.000 850.000 0
8.1.8 — Programa de apoios às sociedades recreativas e filarmónicas . . 200.000 200.000 0
8.1.9 — Audiovisual . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
8.1.10 — Prémios culturais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24.000 24.000 0
8.1.11 — Teatro Micaelense — Centro Cultural e de Congressos, S. A. . . . 650.000 650.000 0
8.1.12 — Desenvolvimento de atividades no âmbito de ações culturais . . . 150.000 150.000 0
8.2 — Defesa e Valorização do Património Arquitétónico e Cultural . . . . . 3.545.080 3.545.080 0
8.2.1 — Aquisição e restauro de bens de valor cultural . . . . . . . . . . . . . . . 245.000 245.000 0
8.2.2 — Inventário do património artístico e cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . 35.000 35.000 0
8.2.3 — Imóveis e conjuntos classificados. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
8.2.4 — Investigação arqueológica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36.860 36.860 0
8.2.5 — Pequenas obras de conservação, manutenção e recuperação dos
museus, bibliotecas e arquivos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.326.184 1.326.184 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 224
Objetivo/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
8.2.6 — Salvaguarda do património baleeiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
8.2.7 — Divulgação e sensibilização do património cultural . . . . . . . . . . . 40.000 40.000 0
8.2.8 — Aquisição de conteúdos para bibliotecas e arquivos públicos . . . 35.000 35.000 0
8.2.9 — Aquisição, recuperação e conservação de instalações para enti-
dades culturais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
8.2.10 — Execução do protocolo com a Diocese de Angra . . . . . . . . . . . . 420.000 420.000 0
8.2.11 — Tecnologias da informação e da comunicação no acesso à cul-
tura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.000 10.000 0
8.2.12 — Assistência técnica e fecho financeiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
8.2.13 — Património arqueológico subaquático. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
8.2.15 — Criação de um atlas do património arquitetónico e cultural . . . . 5.000 5.000 0
8.2.17 — Candidatura a Capital Europeia da Cultura . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000 0
8.2.19 — Reabilitação do património histórico de Santa Maria . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
8.2.20 — Igreja do Colégio dos Jesuítas de Angra do Heroísmo. . . . . . . . 20.000 20.000 0
8.2.21 — Requalificação da Igreja Matriz da Ribeira Grande . . . . . . . . . . 56.025 56.025 0
8.2.24 — EEA Grants Cultura — De Fenais a Fenais: Cultura Matriz do
Desenvolvimento Local. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 371.011 371.011 0
8.2.29 — Vivências Insulares — exposição permanente do Museu Carlos
Machado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000 0
8.2.31 — Protocolo — Recuperação da Igreja do Livramento na Terceira 100.000 100.000 0
Secretaria Regional da Juventude, Qualificação Profissional e Emprego 98.787.515 32.811.959 65.975.556
11 — Juventude, Emprego, Comércio e Indústria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98.787.515 32.811.959 65.975.556
11.1 — Juventude. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.678.680 1.678.680 0
11.1.1 — Cidadania e formação dos jovens. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000 0
11.1.2 — Mobilidade dos jovens. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
11.1.3 — Associativismo e voluntariado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200.000 200.000 0
11.1.4 — Empreendedorismo, empregabilidade e ocupação de tempos
livres . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 633.000 633.000 0
11.1.6 — Indústrias criativas e culturais: incentivo à criatividade. . . . . . . . 100.000 100.000 0
11.1.8 — InfoJovem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
11.1.9 — Pousadas da juventude. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.680 80.680 0
11.1.11 — Cartão Interjovem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
11.1.12 — Observatório da Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.000 15.000 0
11.1.13 — Linha de apoio social estudantes ensino superior . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
11.1.14 — e-Associativismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
11.1.15 — Programa de Mobilidade, Ocupação e Orientação Vocacio-
nal — MOOV. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000 0
11.1.16 — Academia Empreendedora — Escola de Líderes . . . . . . . . . . . 75.000 75.000 0
11.2 — Qualificação Profissional e Emprego . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97.108.835 31.133.279 65.975.556
11.2.1 — Formação profissional. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22.372.329 7.289.235 15.083.094
11.2.2 — Programas de estágios profissionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26.827.233 8.705.361 18.121.872
11.2.4 — Adequação tecnológica dos serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 290.000 290.000 0
11.2.5 — Estudos, projetos e cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
11.2.6 — Assistência técnica PO Açores FSE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
11.2.7 — Fórum Regional da Qualificação Profissional. . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
11.2.9 — Programas de apoio à inserção profissional e promoção de pro-
fissões tradicionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16.862.272 6.554.060 10.308.212
11.2.10 — Programas de incentivo à contratação e ao combate da preca-
ridade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28.538.426 6.076.048 22.462.378
11.2.11 — Programas de empreendedorismo regional . . . . . . . . . . . . . . . 1.087.781 1.087.781 0
11.2.12 — Programas de mobilidade laboral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 930.794 930.794 0
Secretaria Regional das Obras Públicas e Comunicações . . . . . . . . . . . . 40.565.830 40.565.830 0
12 — Obras Públicas, Transportes Terrestres e Comunicações . . . . . . . . 40.565.830 40.565.830 0
12.5 — Recuperação dos efeitos das Intepéries do Lorenzo. . . . . . . . . . . 2.450.380 2.450.380 0
12.5.4 — SRMP — Intempérie Lorenzo — recuperação de infraestruturas
de pesca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250.380 250.380 0
12.5.5 — SRMP — Intempérie Lorenzo — Recuperação de infraestruturas
de proteção marítima . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.300.000 1.300.000 0
12.5.6 — SRAAC — Intervenção no complexo de infraestruturas de Porto
Pim . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 900.000 900.000 0
12.15 — SRE — Construções Escolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27.698.930 27.698.930 0
12.15.1 — Reparação da EBI da Horta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
12.15.2 — Requalificação das instalações da EBI de Capelas . . . . . . . . . 2.973.570 2.973.570 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 225
Objetivo/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
12.15.3 — Requalificação das instalações para o 2.º e 3.º ciclos da EBI de
Rabo de Peixe . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.381.940 10.381.940 0
12.15.4 — Construção de novas instalações para EBI de Arrifes . . . . . . . 10.155.120 10.155.120 0
12.15.5 — Requalificação das instalações da EBI da Lagoa. . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
12.15.6 — Requalificação da Escola Secundária Antero de Quental . . . . 406.000 406.000 0
12.15.10 — Reparação da EBS de Povoação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
12.15.12 — Reparação EBS Santa Maria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.500.000 1.500.000 0
12.15.15 — Reparação do Conservatório Regional de Ponta Delgada . . . 87.000 87.000 0
12.15.19 — Obras na EBS Mouzinho da Silveira. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
12.15.20 — Intervenções diversas em infraestruturas escolares. . . . . . . . 100.000 100.000 0
12.15.27 — Escolas Digitais — Reestruturação da rede existente . . . . . . 485.000 485.000 0
12.15.28 — Escolas Digitais — Instalação de nova rede wireless. . . . . . . 1.200.000 1.200.000 0
12.15.29 — Escolas Digitais — Manutenção e upgrades . . . . . . . . . . . . . 110.300 110.300 0
12.16 — SRE — Reparação das instalações da S.R.E . . . . . . . . . . . . . . . 382.760 382.760 0
12.16.2 — Intervenção no Palácio Bettencourt . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 382.760 382.760 0
12.17 — SRSD — Instalações Desportivas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 725.000 725.000 0
12.17.1 — Modernização das instalações desportivas do parque desportivo
regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 650.000 650.000 0
12.17.3 — Beneficiação do estádio de S. Miguel e zonas circundadas. . . 75.000 75.000 0
12.18 — SRSD — Ampliação e Remodelação de Infraestruturas . . . . . . . 1.738.000 1.738.000 0
12.18.1 — Intervenções no Hospital da Horta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 750.000 750.000 0
12.18.2 — Empreitada de modernização e remodelação do Hospital de
Ponta Delgada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 650.000 650.000 0
12.18.3 — Construção do Laboratório SEEMBO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 68.000 68.000 0
12.18.4 — Construção da Unidade de Saúde da Maia . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
12.18.5 — Construção da Unidade de Saúde de S. Roque e Livramento . . . 200.000 200.000 0
12.18.6 — Construção do novo bloco do Centro de Saúde de Velas . . . . 50.000 50.000 0
12.19 — SRSD — Beneficiação de Infraestruturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.282.360 4.282.360 0
12.19.1 — Beneficiação de infraestruturas das Unidades de Saúde de Ilha,
COA e Hospitais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 675.000 675.000 0
12.19.3 — Beneficiação de infraestruturas do Centro de Saúde das Lajes
do Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 752.360 752.360 0
12.19.4 — Beneficiação de infraestruturas do Centro de Saúde de Velas 2.505.000 2.505.000 0
12.19.5 — Projeto de requalificação da Unidade de Saúde de ilha do
Corvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
12.19.6 — Requalificação do Centro de Saúde do Nordeste . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
12.24 — SRCCTD — Defesa e Valorização do Património Arquitétónico e
Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.138.400 3.138.400 0
12.24.2 — Trinity House — Join cable station: núcleo das comunicações —
Museu da Horta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 394.400 394.400 0
12.24.4 — Museu Carlos Machado: núcleo St. André Reservas visitáveis
e Área expositiva de curta duração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.344.000 2.344.000 0
12.24.14 — Museu do Vinho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
12.24.15 — Requalificação da casa do diretor do aeroporto de Santa Maria 200.000 200.000 0
12.24.16 — Intervenção no Centro de Património Móvel, Imóvel e Arqueo-
lógico de Angra do Heroísmo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
12.30 — SRJQPE — Infraestruturas de apoio à qualificação profissional 150.000 150.000 0
12.30.1 — Reabilitação da Escola Profissional das Capelas e Criação do
Centro de Qualificação dos Açores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
12.30.2 — Obras de requalificação da Escola Profissional do Nordeste. . 50.000 50.000 0
Um Futuro mais Digital e Ecológico no Seio da Sociedade do Conhe-
cimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 356.321.794 286.407.864 69.913.930
Secretaria Regional das Finanças, Planeamento e Administração Pública 104.436.232 104.436.232 0
3 — Competitividade Empresarial e Administração Pública. . . . . . . . . . . . 104.436.232 104.436.232 0
3.1 — Competitividade Empresarial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 104.436.232 104.436.232 0
3.1.1 — Sistemas de incentivos à competitividade empresarial . . . . . . . . 52.416.232 52.416.232 0
3.1.2 — Fomento do empreendedorismo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200.000 200.000 0
3.1.3 — Instrumentos financeiros. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 51.750.000 51.750.000 0
3.1.4 — Regime de Apoio ao Microcrédito Bancário . . . . . . . . . . . . . . . . . 70.000 70.000 0
Secretaria Regional da Agricultura e do Desenvolvimento Rural . . . . 112.812.476 60.829.945 51.982.531
6 — Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . 112.812.476 60.829.945 51.982.531
6.1 — Investigação, Inovação, Capacitação e Competitividade . . . . . . . . 49.455.710 32.643.331 16.812.379
6.1.1 — Inovação e qualificação das explorações agrícolas . . . . . . . . . . . 11.313.400 3.382.560 7.930.840
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 226
Objetivo/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
6.1.2 — Medidas de apoio às produções locais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13.000.000 13.000.000 0
6.1.3 — Reestruturação financeira das explorações agrícolas e reposição
do seu potencial produtivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 729.748 729.748 0
6.1.4 — Reforma antecipada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.387.500 1.000.000 1.387.500
6.1.5 — Incentivo ao associativismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.886.000 2.886.000 0
6.1.6 — Capacitação dos agricultores e promoção da literacia em produção
e consumo sustentáveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 436.600 436.600 0
6.1.7 — Formação profissional, demonstração, aconselhamento e divulga-
ção agrária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.598.000 1.598.000 0
6.1.8 — Inovação e digitalização da agricultura dos Açores . . . . . . . . . . . 188.800 188.800 0
6.1.9 — Infraestruturas de apoio para a transição digital. . . . . . . . . . . . . . 95.485 95.485 0
6.1.10 — Fileira do Leite, formação dos preços. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14.610 14.610 0
6.1.11 — Dinamização dos mercados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.248.000 5.248.000 0
6.1.12 — Inovação e qualificação da indústria agroalimentar . . . . . . . . . . 8.816.516 1.322.477 7.494.039
6.1.13 — Infraestrutura de apoio à segurança alimentar e saúde animal . 370.000 370.000 0
6.1.14 — Acreditação, certificação e gestão dos produtos de qualidade dos
Açores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 498.921 498.921 0
6.1.15 — Operacionalização de políticas de desenvolvimento agrícola e
rural. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.110.000 1.110.000 0
6.1.16 — Potenciar o setor vitivinícola . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35.630 35.630 0
6.1.21 — Agroemprego . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.500 3.500 0
6.1.22 — Valorização da bovinicultura de leite e responsabilidade social na
fileira dos laticínios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73.000 73.000 0
6.1.23 — Regimes de apoio à reestruturação de empresas . . . . . . . . . . . 650.000 650.000 0
6.2 — Desenvolvimento sustentável, biodiversidade e alterações climáticas 40.240.741 12.163.872 28.076.869
6.2.1 — Agrorruralidade por Ilha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.920 3.920 0
6.2.2 — Agro ambiente, clima e agricultura biológica . . . . . . . . . . . . . . . . 10.600.000 1.590.000 9.010.000
6.2.3 — Segurança alimentar e sanidade animal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.179.059 3.179.059 0
6.2.4 — Melhoramento genético e bem-estar animal. . . . . . . . . . . . . . . . . 518.000 518.000 0
6.2.5 — Bem-estar de animais de companhia e errantes . . . . . . . . . . . . . 259.000 259.000 0
6.2.6 — Sanidade vegetal e proteção de culturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 354.263 301.763 52.500
6.2.7 — SustentAgro — transição ecológica da agricultura . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
6.2.8 — GeoBio Ocidental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.920 3.920 0
6.2.9 — Economia circular na agricultura. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39.200 39.200 0
6.2.10 — Agricultura familiar dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19.980 19.980 0
6.2.11 — Apoio ao rendimento e resiliência da atividade agrícola . . . . . . . 15.500.000 2.325.000 13.175.000
6.2.12 — Apoio ao desenvolvimento local de base comunitária . . . . . . . . 4.553.298 682.995 3.870.303
6.2.13 — Medidas florestais de desenvolvimento rural . . . . . . . . . . . . . . . 2.316.549 347.483 1.969.066
6.2.14 — Fomento florestal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 262.507 262.507 0
6.2.15 — Promoção do uso múltiplo da floresta. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 587.393 587.393 0
6.2.16 — Life IP Climaz . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 684.593 684.593 0
6.2.17 — Divulgação, promoção e apoio à decisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . 83.320 83.320 0
6.2.18 — Apoio à recuperação de colheitas agrícolas e produção pecuá-
ria — furacão Lorenzo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66.000 66.000 0
6.2.19 — Acompanhamento das intervenções comunitárias . . . . . . . . . . . 738.609 738.609 0
6.2.20 — Apoio à construção de um centro de treino animal para a AFA-
MA — Associação Faialense dos Amigos dos Animais . . . . . . . . . . . . . 3.700 3.700 0
6.2.21 — GeoBio Graciosa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.000 10.000 0
6.2.22 — Manutenção do Sistema de Certificação do Perímetro Florestal
e Matas Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 217.930 217.930 0
6.2.23 — Programa de melhoramento florestal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
6.2.24 — Projeto de investigação e desenvolvimento para combate a pragas
em viveiros florestais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.000 6.000 0
6.2.25 — Ações de Requalificação do trilho pedestre do Pico da Vara . . . 38.000 38.000 0
6.2.26 — Produção de espécies cinegéticas para repovoamento . . . . . . . 10.500 10.500 0
6.2.27 — Programa de investigação de espécies cinegéticas nos Açores 25.000 25.000 0
6.2.28 — Jornadas Florestais e Ações de Sensibilização Florestal . . . . . . 40.000 40.000 0
6.3 — Infraestruturas públicas de apoio ao setor produtivo . . . . . . . . . . . . 23.116.025 16.022.742 7.093.283
6.3.1 — Abastecimento de água, caminhos e eletrificação agrícola . . . . . 8.215.207 3.234.395 4.980.812
6.3.2 — Reestruturação fundiária. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 222.000 222.000 0
6.3.3 — Investimento na fileira da carne Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.691.201 2.190.730 1.500.471
6.3.4 — Reestruturação da rede regional de abate e da rede de certificação
da qualidade do leite e segurança alimentar, e promoção de campanha
institucional dos laticínios dos Açores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.609.500 6.609.500 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 227
Objetivo/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
6.3.5 — Caminhos e infraestruturas de base para apoio ao setor florestal
e rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.331.117 3.331.117 0
6.3.6 — Infraestruturas coletivas de apoio à agricultura e ao desenvolvi-
mento rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
6.3.7 — Valorização de infraestruturas de interesse patrimonial e cultural 37.000 37.000 0
6.3.11 — Melhoramento infraestruturas do matadouro de S. Miguel . . . . . 800.000 188.000 612.000
6.3.12 — Património Florestal edificado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 110.000 110.000 0
Secretaria Regional do Mar e das Pescas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37.959.209 21.825.209 16.134.000
7 — Pescas, Aquicultura e Assuntos do Mar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37.959.209 21.825.209 16.134.000
7.1 — Controlo, Inspeção e Gestão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.269.451 3.269.451 0
7.1.1 — Controlo e inspeção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70.000 70.000 0
7.1.2 — Plano de Ação do Sistema Nacional de Controlo das Pescas:
capacidade inspetiva, formação e sensibilização . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
7.1.3 — Plano de Ação do Sistema Nacional de Controlo das Pescas:
acompanhamento, vigilância e gestão eletrónica . . . . . . . . . . . . . . . . . . 147.251 147.251 0
7.1.4 — Gestão sustentável das pescas e da aquicultura . . . . . . . . . . . . . 1.350.050 1.350.050 0
7.1.5 — Comunicação e ações coletivas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000 0
7.1.6 — Projetos PLASMAR e OCEANLIT. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27.470 27.470 0
7.1.7 — Programa Nacional de Recolha de Dados . . . . . . . . . . . . . . . . . . 485.680 485.680 0
7.1.8 — Cluster do Mar dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.009.000 1.009.000 0
7.2 — Infraestruturas de Apoio às Pescacs . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.944.375 6.944.375 0
7.2.1 — Portos da Região Autónoma dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.975.375 5.975.375 0
7.2.4 — Construção do entreposto frigorífico de Ponta Delgada. . . . . . . . 59.000 59.000 0
7.2.5 — Aquisição de grua para o porto das Poças . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000 0
7.2.6 — Aquisição de grua para o porto de pesca do Calhau, Piedade. . . 65.000 65.000 0
7.2.9 — Contrato Programa de Investimentos com a LOTAÇOR . . . . . . . 765.000 765.000 0
7.3 — FROTA e Recursos Humanos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.064.060 2.064.060 0
7.3.1 — Regime de Apoio à Frota de Pesca Local e Costeira . . . . . . . . . . 480.000 480.000 0
7.3.2 — Regime de Apoio à Motorização de Embarcações de Pesca Local 40.000 40.000 0
7.3.3 — Regime de Apoio à Redução dos Custos da Atividade da Pesca 50.000 50.000 0
7.3.4 — Regime de Apoio à Segurança no Trabalho a Bordo das Embar-
cações da Pesca Local e Costeira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 210.000 210.000 0
7.3.5 — FUNDOPESCA e regime excecional COVID-19. . . . . . . . . . . . . . 148.000 148.000 0
7.3.6 — Formação e promoção do capital humano . . . . . . . . . . . . . . . . . . 597.000 597.000 0
7.3.7 — Estruturas e equipamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 539.060 539.060 0
7.4 — Produtos da Pesca e da Aquicultura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.679.325 1.679.325 0
7.4.1 — Apoio a profissionais da pesca e organizações setoriais . . . . . . . 873.000 873.000 0
7.4.2 — Produção, transformação e comercialização dos produtos da pesca
e da aquicultura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 672.000 672.000 0
7.4.3 — Inovação na aquicultura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 84.325 84.325 0
7.4.4 — Valorização dos subprodutos da pesca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
7.5 — Regimes de Apoio e Assistência Técnica do Mar 2020 . . . . . . . . . . 19.771.440 3.637.440 16.134.000
7.5.1 — Apoio ao investimento no âmbito dos projetos MAR 2020 . . . . . . 19.771.440 3.637.440 16.134.000
7.7 — Monitorização, promoção, fiscalização e ação ambiental marinha 3.088.159 3.088.159 0
7.7.1 — Cooperação institucional, promoção e educação ambiental marinha
e ciência cidadã . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.068 6.068 0
7.7.2 — Programas de monitorização e medidas da Diretiva-Quadro da
Estratégia Marinha e ação ambiental marinha dos parques naturais. . . 47.332 47.332 0
7.7.3 — Infraestruturas e equipamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.068 6.068 0
7.7.4 — Projeto LIFE-IP Azores Natura — componente marinha . . . . . . . 701.624 701.624 0
7.7.7 — Projeto PLASMAR + . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 79.049 79.049 0
7.7.8 — Plano de Gestão da Região Hidrográfica dos Açores — águas
marinhas costeiras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.034 3.034 0
7.7.9 — Projetos MARCET II, INTERTAGUA, IMPLAMAC, OCEANLIT e
SMARTBLUEF . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 117.460 117.460 0
7.7.10 — Projeto LIFE-IP CLIMAZ . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 184.684 184.684 0
7.7.11 — Projeto MSP-OR Advancing Maritime Spatial Planning in Outer-
most Regions . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56.590 56.590 0
7.7.12 — Colmatação de lacunas sobre a caracterização do espaço marí-
timo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.081.250 1.081.250 0
7.7.13 — Estudo hidrodinâmico das condições oceanográficas na costa
norte da Ilha de São Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 350.000 350.000 0
7.7.14 — Ordenamento do Espaço Marítimo Nacional — Açores . . . . . . . 175.000 175.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 228
Objetivo/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
7.7.15 — Operacionalização do serviço do Parque Marinho dos Açores
(PMA) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 280.000 280.000 0
7.8 — Escola do Mar dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.142.399 1.142.399 0
7.8.1 — Escola do Mar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 282.000 282.000 0
7.8.2 — Infraestruturas complementares EMA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 860.399 860.399 0
Secretaria Regional da Cultura, da Ciência e Transição Digital . . . . . 12.269.058 10.543.909 1.725.149
8 — Cultura, Ciência e Transição Digital . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12.269.058 10.543.909 1.725.149
8.3 — Programa de incentivos ao sistema científico e tecnológico dos
Açores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.330.895 4.605.746 1.725.149
8.3.1 — Infraestruturas, projetos e atividades no âmbito das entidades do
SCTA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.886.621 2.886.621 0
8.3.2 — Inovação, capacitação científica e implementação de projetos de
investigação em contexto empresarial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46.525 46.525 0
8.3.3 — Internacionalização da investigação regional . . . . . . . . . . . . . . . . 133.990 133.990 0
8.3.4 — Produção, formação e divulgação científica e tecnológica. . . . . . 215.000 215.000 0
8.3.5 — Contratação de investigadores para o SCTA . . . . . . . . . . . . . . . . 383.659 383.659 0
8.3.6 — Desenvolvimento tripolar da Universidade dos Açores. . . . . . . . . 650.000 650.000 0
8.3.7 — Transferências para o Fundo Regional para a Ciência e Tecnologia 2.015.100 289.951 1.725.149
8.4 — Ações de valorização e promoção da ciência, tecnologia e inovação 302.886 302.886 0
8.4.1 — Eventos de promoção da ciência, tecnologia e inovação. . . . . . . 160.000 160.000 0
8.4.2 — Iniciativas de gestão, operacionalização e monitorização do sistema
científico e tecnológico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
8.4.3 — Centro de divulgação “Museu de História Natural dos Açores” em
Ponta Delgada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
8.4.4 — Rede regional dos laboratórios COVID-19 . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22.886 22.886 0
8.5 — Iniciativas, projetos e infraestruturas de base tecnológica . . . . . . . 1.108.474 1.108.474 0
8.5.1 — Ações promotoras de ecossistemas tecnológicos e digitais . . . . . 30.000 30.000 0
8.5.2 — Implementação de infraestruturas tecnológicas . . . . . . . . . . . . . . 183.200 183.200 0
8.5.3 — Projeto RAEGE — Ilha das Flores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000 0
8.5.4 — Projetos e infraestruturas aeroespaciais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 284.874 284.874 0
8.5.5 — Projeto RAEGE — Santa Maria e outras iniciativas dedicadas ao
Espaço . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 530.400 530.400 0
8.6 — Construção de parques de Ciência e Tecnologia . . . . . . . . . . . . . . 591.600 591.600 0
8.6.1 — Parque de Ciência e Tecnologia da Ilha Terceira . . . . . . . . . . . . . 591.600 591.600 0
8.7 — Ações de Valorização e Promoção da Transição e Transformação
Digital . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.262.377 1.262.377 0
8.7.1 — Atividades de promoção e implementação da transição e transfor-
mação digital. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 895.449 895.449 0
8.7.2 — Iniciativas de gestão, operacionalização e monitorização da tran-
sição e transformação digital . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000 0
8.7.3 — Autonomia digital Açores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 216.928 216.928 0
8.8 — Iniciativas, projetos, ações e infraestruturas para a Transição e Trans-
formação Digital no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência . . . 2.672.826 2.672.826 0
8.8.1 — Sistema de incentivo para a transição e transformação digital . . . 24.360 24.360 0
8.8.2 — APR + Serviços mais ágeis. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.749.072 1.749.072 0
8.8.3 — APR + Proativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 899.394 899.394 0
Secretaria Regional do Ambiente e Alterações Climáticas . . . . . . . . . 20.103.249 20.103.249 0
9 — Ambiente, Alterações Climáticas e Território. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.103.249 20.103.249 0
9.1 — Planeamento, Inspeção e Promoção Ambiental . . . . . . . . . . . . . . . 6.135.036 6.135.036 0
9.1.1 — Vigilância ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 500.000 500.000 0
9.1.2 — Cidadania ambiental ativa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 179.250 179.250 0
9.1.3 — Eco freguesia, freguesia limpa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 449.750 449.750 0
9.1.4 — Rede regional de ecotecas, centros ambientais e promoção de
práticas ambientais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 750.000 750.000 0
9.1.7 — Infraestrutura de Dados Espaciais dos Açores (IDE.A) . . . . . . . . 122.374 122.374 0
9.1.8 — Sistemas e infraestruturas de informação e comunicação . . . . . . 209.000 209.000 0
9.1.9 — Licenciamento Único Ambiental Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 58.528 58.528 0
9.1.10 — Projeto LIFE VIDALIA — LIFE17 NAT/PT/000510 . . . . . . . . . . . 220.797 220.797 0
9.1.11 — Projeto LIFE AZORES NATURA — LIFE17 IPE/PT/000010. . . . 1.443.629 1.443.629 0
9.1.12 — Projeto LIFE BEETLES — LIFE18 NAT/PT/000864 . . . . . . . . . . 314.647 314.647 0
9.1.13 — Projeto LIFE IP CLIMAZ — LIFE19 IPC/PT/000004 — Ambiente 1.300.270 1.300.270 0
9.1.14 — Estudos e projetos a programas comunitários . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
9.1.15 — Inspeção Regional do Ambiente (IRA) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 229
Objetivo/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
9.1.16 — Projeto LIFE SNAILS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 204.435 204.435 0
9.1.17 — Renovação da exposição do Centro de Monitorização e Investi-
gação das Furnas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 144.856 144.856 0
9.1.18 — Parques naturais de ilha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 177.500 177.500 0
9.1.19 — Abertura do trilho das cascatas na Lomba de São Pedro em São
Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.000 10.000 0
9.2 — Qualidade Ambiental e Alterações Climáticas . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.463.721 5.463.721 0
9.2.1 — Avaliação e licenciamento ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.500 4.500 0
9.2.2 — Rede de monitorização e plataforma de informação da qualidade
do ar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 229.754 229.754 0
9.2.3 — Monitorização e controlo da infestação por térmitas . . . . . . . . . . 6.000 6.000 0
9.2.4 — PLANCLIMAC — Alterações climáticas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 138.735 138.735 0
9.2.5 — Instalações e equipamento dos centros de processamento de
resíduos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 785 785 0
9.2.6 — Operação dos centros de processamento e boas práticas de gestão
de resíduos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 255.000 255.000 0
9.2.8 — Sistema de depósito de embalagens não reutilizáveis de bebidas
nos Açores — EEA Grants . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 364.233 364.233 0
9.2.9 — Proteção radiológica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.000 5.000 0
9.2.10 — Programa Regional para as Alterações Climáticas. . . . . . . . . . . 5.220 5.220 0
9.2.11 — Alteração do PEPGRA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24.000 24.000 0
9.2.12 — Execução da revisão do regime geral de prevenção e gestão de
resíduos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24.000 24.000 0
9.2.13 — Restruturação dos Centros de Processamento de Resíduos (CPR)
para a realização do processo de compostagem da recolha seletiva de
orgânicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.231.550 2.231.550 0
9.2.14 — Elaboração do Roteiro de economia circular regional . . . . . . . . 250.000 250.000 0
9.2.15 — Roteiro para a neutralidade carbónica dos Açores. . . . . . . . . . . 400.000 400.000 0
9.2.16 — Melhoria do conhecimento da localização e estado de conservação
dos solos orgânicos e turfeiras e monitorização do stock de carbono . . . 1.350.000 1.350.000 0
9.2.18 — Projeto LIFE SNAILS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 149.944 149.944 0
9.2.19 — Implementação de sistemas de pay-as-you-throw — PAYT (Ela-
boração de guia técnico de implementação de sistema PAYT nos Açores,
projetos piloto) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
9.3 — Conservação da Natureza e biodiversidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.499.588 2.499.588 0
9.3.1 — Monitorização e gestão do património natural e da biodiversi-
dade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 180.000 180.000 0
9.3.2 — Parques Naturais de Ilha, Reservas da Biosfera, Geoparque e
Paleoparque . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.000 15.000 0
9.3.3 — Apoios à manutenção de paisagens tradicionais em áreas classi-
ficadas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.850.000 1.850.000 0
9.3.4 — Recuperação de trilhos e infraestruturas de apoio da Fajã de Santo
Cristo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 83.125 83.125 0
9.3.5 — Rede de observação e centros de reabilitação de aves selva-
gens . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13.938 13.938 0
9.3.6 — Projeto LIFE VIDALIA — LIFE17 NAT/PT/000510 . . . . . . . . . . . . 38.961 38.961 0
9.3.7 — Projeto LIFE AZORES NATURA — LIFE17 IPE/PT/000010 . . . . 241.438 241.438 0
9.3.8 — Projeto LIFE BEETLES — LIFE18 NAT/PT/000864 . . . . . . . . . . . 52.126 52.126 0
9.3.12 — Implementação da Convenção CITES nos Açores. . . . . . . . . . . 10.000 10.000 0
9.3.17 — Estudo de impacte ambiental do acesso à Fajã do Fischer na
Terceira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.000 15.000 0
9.4 — Recursos Hídricos e Rede Hidrográfica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.828.880 1.828.880 0
9.4.1 — Monitorização e manutenção da rede hidrográfica. . . . . . . . . . . . 546.660 546.660 0
9.4.2 — Rede de monitorização do ciclo hidrológico . . . . . . . . . . . . . . . . . 206.029 206.029 0
9.4.3 — Monitorização qualitativa das massas de água interiores e de
transição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 177.811 177.811 0
9.4.4 — Monitorização do estado trófico das lagoas . . . . . . . . . . . . . . . . . 71.240 71.240 0
9.4.5 — Controlo da biomassa e dos níveis de nutrientes nas lagoas . . . 400.000 400.000 0
9.4.6 — Projeto MITIMAC Água . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.000 5.000 0
9.4.7 — Instrumentos de planeamento de recursos hídricos . . . . . . . . . . . 304.140 304.140 0
9.4.8 — Requalificação da rede hidrográfica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 118.000 118.000 0
9.5 — Ordenamento e Gestão do Território . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.176.024 4.176.024 0
9.5.1 — Implementação do Sistema de Gestão Territorial . . . . . . . . . . . . . 89.512 89.512 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 230
Objetivo/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
9.5.2 — Avaliação de instrumentos de Gestão Territorial. . . . . . . . . . . . . . 5.000 5.000 0
9.5.3 — Revisão e alteração de instrumentos de gestão territorial . . . . . . 117.160 117.160 0
9.5.4 — Implementação de instrumentos de gestão territorial . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
9.5.5 — Prevenção de riscos naturais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 466.114 466.114 0
9.5.6 — Portal do Ordenamento do Território dos Açores . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
9.5.7 — Projeto LIFE CLIMAZ — Território . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 415.202 415.202 0
9.5.8 — Informação geodésica, produção cartográfica . . . . . . . . . . . . . . . 33.000 33.000 0
9.5.9 — Rede de estações permanentes GNSS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.000 5.000 0
9.5.10 — Sistema de Recolha e Gestão de Informação Cadastral (SiR-
GIC) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 61.869 61.869 0
9.5.11 — Desenvolvimento de condicionantes do Território. . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
9.5.13 — Implementação de sistemas de alerta de cheia em bacias de risco
na Região Autónoma dos Açores para minimização de riscos naturais . . . 700.000 700.000 0
9.5.14 — Elaboração de cartografia de risco para a mitigação e adaptação
das alterações climáticas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.950.000 1.950.000 0
9.5.15 — PLANCLIMAC — ordenamento território . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8.167 8.167 0
Secretaria Regional dos Transportes, Turismo e Energia . . . . . . . . . . 45.909.411 45.909.411 0
10 — Transportes, Turismo e Energia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45.909.411 45.909.411 0
10.1 — Eficiência Energética e energias renováveis . . . . . . . . . . . . . . . . . 39.729.425 39.729.425 0
10.1.1 — Eficiência MAIS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
10.1.2 — Produção e armazenamento de energia limpa . . . . . . . . . . . . . . 39.699.425 39.699.425 0
10.2 — Serviços Energéticos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.550.297 4.550.297 0
10.2.1 — Combustíveis, eletricidade e ascensores . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.272.936 4.272.936 0
10.2.2 — Modernização e desmaterialização de Serviços. . . . . . . . . . . . . 125.000 125.000 0
10.2.3 — Eletrificação da Fajã da Caldeira do Santo Cristo e fajãs adja-
centes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 152.361 152.361 0
10.3 — Mobilidade Elétrica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 576.000 576.000 0
10.3.1 — Mobilidade elétrica, inteligente e sustentável . . . . . . . . . . . . . . . 326.000 326.000 0
10.3.2 — Plano para Mobilidade Elétrica nos Açores, ações de sensibiliza-
ção e divulgação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
10.4 — Política Energética . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.053.689 1.053.689 0
10.4.1 — Projetos Europeus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.013.689 1.013.689 0
10.4.2 — Combate à pobreza energética. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40.000 40.000 0
Secretaria Regional da Juventude, Qualificação Profissional e Emprego 7.843.250 7.771.000 72.250
11 — Juventude, Emprego, Comércio e Indústria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7.843.250 7.771.000 72.250
11.3 — Comércio e Indústria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.936.000 4.936.000 0
11.3.3 — Dinamização da atividade económica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 336.000 336.000 0
11.3.4 — Acesso aos mercados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.000.000 4.000.000 0
11.3.5 — Apoio à aquisição de produtos açorianos . . . . . . . . . . . . . . . . . . 600.000 600.000 0
11.4 — Apoio ao Desenvolvimento das Empresas Artesanais. . . . . . . . . . 672.250 600.000 72.250
11.4.1 — Competitividade, inovação e qualificação do artesanato . . . . . . 172.250 100.000 72.250
11.4.4 — Artesanato criativo e empreendedor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
11.4.5 — Sistema de Incentivos ao Desenvolvimento do Artesanato . . . . 200.000 200.000 0
11.4.8 — Promoção, comercialização e internacionalização do artesanato 250.000 250.000 0
11.5 — Gestão e Promoção da Marca Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.950.000 1.950.000 0
11.5.1 — Promoção e valorização e internacionalização dos produtos aço-
rianos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.450.000 1.450.000 0
11.5.2 — Promoção da certificação da “Marca Açores” . . . . . . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
11.5.3 — Apoio à estruturação comercial da “Marca Açores” . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
11.6 — Apoio ao Consumidor. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 125.000 125.000 0
11.6.1 — Promover os direitos do consumidor. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 95.000 95.000 0
11.6.3 — Promoção da segurança alimentar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
11.7 — AJEmCIA — Apoio à Juventude, Emprego, Comércio, Indústria e
Artesanato. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 160.000 160.000 0
11.7.1 — Formação, divulgação e apoio ao desenvolvimento . . . . . . . . . . 160.000 160.000 0
Secretaria Regional das Obras Públicas e Comunicações . . . . . . . . . 14.988.909 14.988.909 0
12 — Obras Públicas, Transportes Terrestres e Comunicações . . . . . . . . 14.988.909 14.988.909 0
12.20 — SRADR — Infraestruturas públicas de apoio ao setor produtivo 1.276.725 1.276.725 0
12.20.1 — Infraestruturas públicas de apoio ao setor produtivo . . . . . . . . 1.276.725 1.276.725 0
12.21 — SRMP — Infraestruturas de Apoio às Pescas . . . . . . . . . . . . . . . 2.265.400 2.265.400 0
12.21.1 — Melhoria das condições operacionais do porto de pesca das
Poças . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.748.000 1.748.000 0
12.21.2 — Melhoria das condições operacionais e de segurança do porto
de pesca dos Carneiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 162.400 162.400 0
Diário da República, 1.ª série
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Objetivo/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
12.21.3 — Construção de infraestruturas de apoio à pesca em São Mateus
na Terceira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
12.21.7 — Projeto de requalificação do porto da folga na Graciosa . . . . . 20.000 20.000 0
12.21.8 — Projeto de requalificação do porto das Ribeiras no Pico . . . . . 15.000 15.000 0
12.21.9 — Projeto de requalificação da Baía de Santa Cruz em São Miguel 20.000 20.000 0
12.21.10 — Requalificação do porto de Vila Franca do Campo em São
Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200.000 200.000 0
12.21.11 — Projeto de proteção da orla costeira e reabilitação urbanística
da Praia Formosa em Santa Maria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
12.21.12 — Projeto de reconversão do portinho da baía de São Lourenço
em Santa Maria. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
12.21.13 — Projeto de ampliação do molhe do porto de São Caetano no
Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.000 10.000 0
12.21.14 — Melhoria das condições de operacionalidade do porto dos
Biscoitos na Terceira. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
12.23 — SRCCTD — Construção dos parques de ciência e tecnologia . . . 5.000.000 5.000.000 0
12.23.1 — Parque de Ciência e Tecnologia de S. Miguel . . . . . . . . . . . . . 5.000.000 5.000.000 0
12.25 — SRAAC — Planeamento, Inspeção e Promoção Ambiental . . . . 1.499.126 1.499.126 0
12.25.1 — Centro de Interpretação Ambiental do Algar do Carvão —
Terceira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 727.814 727.814 0
12.25.2 — Requalificação do miradouro da Lagoa do Fogo . . . . . . . . . . . 333.353 333.353 0
12.25.3 — Reinstalação de edifícios afetos à Secretaria Regional do Am-
biente e Alterações Climáticas (SRAAC) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 129.542 129.542 0
12.25.4 — Requalificação de áreas protegidas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60.000 60.000 0
12.25.5 — Empreitada de requalificação dos percursos pedestres da Serra
de Santa Bárbara na ilha Terceira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 228.417 228.417 0
12.25.6 — Centro interpretativo do ilhéu de Vila Franca do Campo em São
Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
12.26 — SRAAC — Conservação da Natureza e biodiversidade . . . . . . . 1.474.247 1.474.247 0
12.26.1 — Circuito Interpretativo da Ponta da Ferraria . . . . . . . . . . . . . . . 831.488 831.488 0
12.26.2 — Intervenção no ordenamento paisagístico da zona da mata da
Lagoa do Congro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 159.640 159.640 0
12.26.3 — Requalificação do Polo de Pedro Miguel do Jardim Botânico do
Faial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70.600 70.600 0
12.26.4 — Requalificação do circuito pedonal e interpretativo incluindo o
do Monte da Guia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 275.160 275.160 0
12.26.5 — Empreitada de reestruturação de zona de lazer das Sete Cida-
des . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 137.359 137.359 0
12.27 — SRAAC — Recursos Hídricos e Rede Hidrográfica. . . . . . . . . . . 2.854.490 2.854.490 0
12.27.1 — Requalificação da rede hidrográfica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.134.459 1.134.459 0
12.27.2 — Estabilização da grota da Lagoinha e ribeiras da zona sudoeste
da ilha Terceira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 842.626 842.626 0
12.27.3 — Construção de vala para recolha e desvio de caudais de grotas no
troço entre a ribeira do Dilúvio e a ribeira da Prainha, em São Caetano 295.000 295.000 0
12.27.4 — Intervenção e planificação dos caudais das ribeiras na ilha
Terceira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 520.000 520.000 0
12.27.5 — Empreitada de encaminhamento de drenagem a montante da
grota da Areia, João Bom da Bretanha — Ilha de São Miguel . . . . . . . . 27.405 27.405 0
12.27.6 — Requalificação das drenagens no porto de pescas do Porto
Formoso em São Miguel. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35.000 35.000 0
12.28 — SRAAC — Centros de processamento de resíduos . . . . . . . . . . 618.921 618.921 0
12.28.1 — Reestruturação dos CPR para realização do projeto de com-
postagem da recolha seletiva de orgânicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 618.921 618.921 0
Uma Governação ao Serviço das Pessoas, Próxima e Transparente 82.000.996 81.563.246 437.750
Presidência do Governo Regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.347.500 1.347.500 0
1 — Informação, Comunicação e Cooperação Externa . . . . . . . . . . . . . . . 1.347.500 1.347.500 0
1.1 — Apoio aos Media . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 797.500 797.500 0
1.1.1 — Programa de Apoio à Comunicação Social . . . . . . . . . . . . . . . . . 650.000 650.000 0
1.1.2 — Plataforma Eletrónica de Comunicação com o Cidadão . . . . . . . 50.000 50.000 0
1.1.3 — Financiamento de obrigações específicas do serviço público de
notícias e de televisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97.500 97.500 0
1.2 — Jornal Oficial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
1.2.1 — Acesso a bases de dados jurídicos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
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N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 232
Objetivo/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
1.3 — Coordenação da Atividade Governativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 500.000 500.000 0
1.3.1 — Relações com entidades governamentais externas e com outras
entidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 500.000 500.000 0
Vice-Presidência do Governo Regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.964.987 2.964.987 0
2 — Solidariedade, Igualdade, Habitação, Poder Local e Comunidades . . . 2.964.987 2.964.987 0
2.9 — Recuperação dos efeitos da intempérie Lorenzo . . . . . . . . . . . . . . 1.035.587 1.035.587 0
2.9.1 — Apoio à reabilitação em habitações danificadas pela intempérie . . . 30.587 30.587 0
2.9.2 — Intempérie Lorenzo — apoio à recuperação de infraestruturas e
equipamentos municipais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.005.000 1.005.000 0
2.10 — Cooperação com os Municípios. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.176.400 1.176.400 0
2.10.1 — Cooperação técnica com os municípios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56.400 56.400 0
2.10.2 — Cooperação financeira com os municípios . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.095.000 1.095.000 0
2.10.3 — Eleições . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
2.11 — Cooperação com as Freguesias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 753.000 753.000 0
2.11.1 — Cooperação técnica com as freguesias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 108.000 108.000 0
2.11.2 — Cooperação financeira com as freguesias . . . . . . . . . . . . . . . . . 620.000 620.000 0
2.11.3 — Colaboração técnica e financeira com a Associação de Freguesias
dos Açores (ANAFRE Açores) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
Secretaria Regional das Finanças, Planeamento e Administração Pública 13.436.705 12.998.955 437.750
3 — Competitividade Empresarial e Administração Pública. . . . . . . . . . . . 13.436.705 12.998.955 437.750
3.2 — Emprego e Qualificação Profissional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 170.000 170.000 0
3.2.1 — Formação profissional (CEFAPA) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 170.000 170.000 0
3.3 — Modernização e Reeestruturação da Administração Pública Regional 3.498.362 3.498.362 0
3.3.1 — Modernização e reforma da Administração Pública Regional . . . 172.820 172.820 0
3.3.2 — Sistema Integrado de Gestão da Administração Regional dos
Açores e promoção da qualidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000 0
3.3.4 — Desmaterialização de processos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70.000 70.000 0
3.3.5 — Rede Integrada de Gestão de Processos na Administração
Pública — Açores/Cabo Verde 2020 (RIGPAP-ACV) — Projeto MAC2-
-5.11A-357 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 195.117 195.117 0
3.3.6 — Central de Serviços Partilhados da Ilha de Santa Maria . . . . . . . 100.000 100.000 0
3.3.7 — Ética e integridade pública . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
3.3.8 — APR + Acessível, Inclusiva e Aberta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.869.019 1.869.019 0
3.3.9 — APR + Apta para o Futuro. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 891.406 891.406 0
3.4 — Eficiência no Serviço Público ao Cidadão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.537.750 1.100.000 437.750
3.4.1 — Rede Integrada de Apoio ao Cidadão. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.537.750 1.100.000 437.750
3.5 — Serviços Sociais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 173.400 173.400 0
3.5.1 — Serviços de apoio aos funcionários públicos . . . . . . . . . . . . . . . . 173.400 173.400 0
3.6 — Estatística . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47.193 47.193 0
3.6.1 — Produção, tratamento e divulgação de informação estatística oficial 32.000 32.000 0
3.6.3 — MEDECOAZUL MAC2/5.11a/232 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.193 15.193 0
3.7 — Planeamento e Finanças . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8.010.000 8.010.000 0
3.7.1 — Gestão, acompanhamento, controlo e avaliação do plano e fundos
estruturais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 450.000 450.000 0
3.7.2 — Património regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 550.000 550.000 0
3.7.3 — Reestruturação do setor público regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
3.7.4 — Coesão regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.400.000 4.400.000 0
3.7.5 — Orçamento Participativo da Região Autónoma dos Açores . . . . . 1.200.000 1.200.000 0
3.7.6 — Novo regime de administração financeira. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.050.000 1.050.000 0
3.7.7 — Orçamento Participativo da Administração Pública Regional . . . . 10.000 10.000 0
3.7.8 — Cooperação com a Autoridade Tributária e Aduaneira . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
Secretaria Regional das Obras Públicas e Comunicações . . . . . . . . . 64.251.804 64.251.804 0
12 — Obras Públicas, Transportes Terrestres e Comunicações . . . . . . . . 64.251.804 64.251.804 0
12.1 — Construção de Estradas Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.164.000 30.164.000 0
12.1.1 — SCUT . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000.000 30.000.000 0
12.1.2 — Melhoria da acessibilidade das Furnas — Povoação . . . . . . . . . 132.000 132.000 0
12.1.4 — Projeto da ligação entre a variante a Rabo de Peixe e a Estrada
Regional n.º 1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12.000 12.000 0
12.1.5 — Projeto para nova variante a Rabo de Peixe . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
12.2 — Reabilitação de Estradas Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.946.224 5.946.224 0
12.2.1 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — Santa
Maria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 128.000 128.000 0
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N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 233
Objetivo/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
12.2.2 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — São Mi-
guel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 381.870 381.870 0
12.2.3 — Reabilitação de estradas regionais na Região Autónoma dos
Açores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40.000 40.000 0
12.2.4 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — Terceira 104.580 104.580 0
12.2.5 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — São Jorge 76.100 76.100 0
12.2.6 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — Graciosa 153.300 153.300 0
12.2.7 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — Pico. . . 101.126 101.126 0
12.2.8 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — Faial . . . 448.000 448.000 0
12.2.9 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — Corvo . . . 21.523 21.523 0
12.2.10 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — Flores 50.000 50.000 0
12.2.11 — Requalificação da rede viária regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 630.000 630.000 0
12.2.12 — Qualificação do parque de máquinas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 868.000 868.000 0
12.2.13 — Calamidades em estradas regionais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000 0
12.2.14 — Intervenção nos circuitos logísticos terrestres da ilha de São
Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.640.000 2.640.000 0
12.2.15 — Intervenção nos circuitos logísticos terrestres da ilha Terceira 25.000 25.000 0
12.2.16 — Modernização de máquinas e viaturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 96.000 96.000 0
12.2.17 — Sinalização horizontal e vertical em estradas regionais . . . . . . 102.725 102.725 0
12.3 — Construção, Ampliação e Remodelação de Edifícios Públicos . . . 1.974.750 1.974.750 0
12.3.1 — Requalificação de espaços públicos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 912.150 912.150 0
12.3.2 — Parques Empresariais e Tecnológicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.062.600 1.062.600 0
12.4 — Integração paisagística de zonas adjacentes às Estradas Regionais 513.109 513.109 0
12.4.1 — Espaços públicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 58.775 58.775 0
12.4.2 — Integração paisagística da rede viária regional . . . . . . . . . . . . . 454.334 454.334 0
12.6 — Execução do Plano de Recuperação e Resiliência . . . . . . . . . . . . 10.527.000 10.527.000 0
12.6.1 — Circuitos logísticos terrestres — São Miguel . . . . . . . . . . . . . . . 6.450.000 6.450.000 0
12.6.2 — Circuitos logísticos terrestres — Terceira . . . . . . . . . . . . . . . . . . 400.000 400.000 0
12.6.3 — Circuitos logísticos terrestres — São Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . 117.000 117.000 0
12.6.4 — Circuitos logísticos terrestres — Santa Maria. . . . . . . . . . . . . . . 310.000 310.000 0
12.6.5 — Circuitos logísticos terrestres — Graciosa . . . . . . . . . . . . . . . . . 300.000 300.000 0
12.6.6 — Circuitos logísticos terrestres — Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 700.000 700.000 0
12.6.7 — Circuitos logísticos terrestres — Faial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.250.000 2.250.000 0
12.7 — Sistema de Transportes Terrestres e Segurança Rodoviária . . . . 2.310.000 2.310.000 0
12.7.1 — Prestação de serviços de transporte regular de passageiros. . . 2.200.000 2.200.000 0
12.7.2 — Plano integrado de transportes. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 110.000 110.000 0
12.8 — Sistemas de Informação e Infraestruturas de Suporte . . . . . . . . . 5.373.843 5.373.843 0
12.8.1 — Desenvolvimento dos sistemas de informação. . . . . . . . . . . . . . 2.716.714 2.716.714 0
12.8.2 — Melhoria dos sistemas informáticos, suporte ao utilizador e qua-
lidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 341.079 341.079 0
12.8.3 — Azores Cloud . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.886.028 1.886.028 0
12.8.4 — Redes de dados e de comunicações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 430.022 430.022 0
12.9 — Cibersegurança e Segurança da Informação . . . . . . . . . . . . . . . . 2.763.952 2.763.952 0
12.9.1 — Infraestrutura de segurança informática e da segurança da infor-
mação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 371.200 371.200 0
12.9.2 — Cibersegurança e privacidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 316.720 316.720 0
12.9.3 — Azores Cyber_360 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.076.032 2.076.032 0
12.10 — Redes Públicas e Tecnologias de Comunicação . . . . . . . . . . . . . 822.324 822.324 0
12.10.1 — Infraestruturas de acesso à Internet . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 809.332 809.332 0
12.10.3 — Monitorização do setor das telecomunicações e dos serviços
postais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12.992 12.992 0
12.11 — Laboratório Regional de Engenharia Civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.029.922 1.029.922 0
12.11.1 — ID&I — Engenharia civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 454.764 454.764 0
12.11.2 — Infraestruturas e equipamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 133.029 133.029 0
12.11.4 — LREC + Sustentável . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13.920 13.920 0
12.11.6 — Ecocompósitos inteligentes. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46.652 46.652 0
12.11.8 — ReBuild17 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 106.637 106.637 0
12.11.9 — SAFE HARBOUR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 274.920 274.920 0
12.12 — Cooperação com diversas Entidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.665.000 2.665.000 0
12.12.1 — Contratos de cooperação com diversas entidades. . . . . . . . . . 2.500.000 2.500.000 0
12.12.2 — Contratos ARAAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 140.000 140.000 0
12.12.3 — Cooperação com entidades públicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 234
Objetivo/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
12.13 — Sensibilização e Divulgação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24.000 24.000 0
12.13.1 — Campanhas de sensibilização e divulgação . . . . . . . . . . . . . . . 24.000 24.000 0
12.14 — Saúde e Segurança no Trabalho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55.680 55.680 0
12.14.1 — Saúde e segurança no trabalho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55.680 55.680 0
12.31 — SRFPAP — Orçamento Participativo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 82.000 82.000 0
12.31.1 — Empreitada de Requalificação das Eiras do Maranhão — ilha
do Corvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 82.000 82.000 0
Afirmar os Açores no Mundo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 235.099.784 197.611.904 37.487.880
Presidência do Governo Regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 511.349 511.349 0
1 — Informação, Comunicação e Cooperação Externa . . . . . . . . . . . . . . . 511.349 511.349 0
1.4 — Relações com o atlântico e territórios de interesse estratégico para
os Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 340.669 340.669 0
1.4.1 — Centralidade Atlântica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16.000 16.000 0
1.4.2 — Formação e mobilidade regional e internacional . . . . . . . . . . . . . 62.000 62.000 0
1.4.3 — HEXAGONE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 148.365 148.365 0
1.4.4 — Ilhas de Inovação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40.310 40.310 0
1.4.5 — INTEGRA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73.994 73.994 0
1.5 — Os Açores no Espaço Europeu . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 170.680 170.680 0
1.5.1 — Relações transnacionais, inter-regionais e com as instituições
europeias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 109.880 109.880 0
1.5.2 — Açores na Europa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56.800 56.800 0
1.5.3 — Promoção dos valores e cidadania europeia . . . . . . . . . . . . . . . . 4.000 4.000 0
Vice-Presidência do Governo Regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.423.321 3.423.321 0
2 — Solidariedade, Igualdade, Habitação, Poder Local e Comunidades. . . 3.423.321 3.423.321 0
2.12 — Emigrado e Regressado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 57.760 57.760 0
2.12.1 — Projetos/candidaturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.000 3.000 0
2.12.2 — Protocolos de cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 54.760 54.760 0
2.13 — Identidade Cultural e Açorianidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 282.278 282.278 0
2.13.1 — Apoios para a promoção da Açorianidade na RAA e no Mundo 63.200 63.200 0
2.13.3 — Protocolos de cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 110.578 110.578 0
2.13.4 — Projetos/candidaturas sobre a cultura açoriana . . . . . . . . . . . . . 33.500 33.500 0
2.13.6 — Conselho Mundial das Casas dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
2.13.7 — Conselho da Diáspora Açoriana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
2.13.8 — Apoios a seminários e eventos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
2.14 — Imigrado e Interculturalidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45.783 45.783 0
2.14.1 — Integração local dos imigrados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.000 10.000 0
2.14.2 — Protocolos de cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31.350 31.350 0
2.14.3 — Projetos/candidaturas com a integração dos imigrados . . . . . . . 2.888 2.888 0
2.14.4 — Regions for Migrants and Refugees Integration . . . . . . . . . . . . . 1.545 1.545 0
2.15 — Aerogare Civil das Lajes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.937.500 2.937.500 0
2.15.1 — Conservação, manutenção e apetrechamento . . . . . . . . . . . . . . 1.900.000 1.900.000 0
2.15.3 — Reparação e substituição do revestimento da cobertura . . . . . . 267.500 267.500 0
2.15.4 — Equipamentos de rastreio de segurança aeroportuária . . . . . . . 120.000 120.000 0
2.15.5 — Remodelação na área do check-in no 3.º piso e novo sistema de
tratamento de bagagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 330.000 330.000 0
2.15.6 — Projeto de ampliação das salas de embarque e reabilitação do
hangar. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
2.15.7 — Promover angariação de novos fluxos turísticos . . . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
2.15.8 — Centro Interpretativo da Base das Lajes. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
2.16 — Cooperação Institucional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
2.16.1 — Relação institucional com várias entidades e associações . . . . 100.000 100.000 0
Secretaria Regional do Mar e das Pescas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 483.674 483.674 0
7 — Pescas, Aquicultura e Assuntos do Mar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 483.674 483.674 0
7.6 — Gestão e Requalificação da Orla Costeira. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 483.674 483.674 0
7.6.1 — Gestão e requalificação das zonas costeiras . . . . . . . . . . . . . . . . 145.000 145.000 0
7.6.2 — Gestão de zonas balneares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 151.000 151.000 0
7.6.3 — Projeto ABACO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 96.652 96.652 0
7.6.11 — Resposta a intempéries e outras situações extraordinárias . . . . 91.022 91.022 0
Secretaria Regional dos Transportes, Turismo e Energia . . . . . . . . . . 224.269.170 186.781.290 37.487.880
10 — Transportes, Turismo e Energia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 224.269.170 186.781.290 37.487.880
10.5 — Promoção e Desenvolvimento Turístico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21.474.300 11.474.300 10.000.000
10.5.1 — Promoção do destino . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.295.540 1.295.540 0
10.5.2 — Incentivos à promoção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17.110.760 7.110.760 10.000.000
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 235
Objetivo/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
10.5.3 — Eventos desportivos de promoção do destino . . . . . . . . . . . . . . 3.068.000 3.068.000 0
10.6 — Sustentabilidade do Destino Turístico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.126.980 2.126.980 0
10.6.1 — Desenvolvimento da política de turismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.961.840 1.961.840 0
10.6.2 — Desenvolvimento do turismo sénior e acessível. . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
10.6.3 — Organização de eventos com repercussão na promoção . . . . . 140.140 140.140 0
10.7 — Qualificação do Destino . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.678.031 2.678.031 0
10.7.1 — Qualificação dos serviços turísticos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 363.733 363.733 0
10.7.2 — Valorização do destino turístico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 663.500 663.500 0
10.7.3 — Incentivos à animação no destino. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 951.000 951.000 0
10.7.4 — Qualificação do turismo natureza — trilhos, mar e ar. . . . . . . . . 457.548 457.548 0
10.7.5 — Qualificação dos recursos termais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 212.250 212.250 0
10.7.6 — Sistemas de Incentivos ao Desenvolvimento Regional — Tu-
rismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
10.8 — Infraestruturas e Equipamentos Portuários e Aeroportuários . . . . 40.302.964 12.815.084 27.487.880
10.8.1 — Porto e marina de Ponta Delgada. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11.225.000 1.765.149 9.459.851
10.8.2 — Porto da Praia da Vitória. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.805.000 653.580 1.151.420
10.8.3 — Porto, marina e baía de Angra do Heroísmo . . . . . . . . . . . . . . . 3.280.000 1.470.527 1.809.473
10.8.4 — Porto, marina e baía da Horta. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 833.230 517.780 315.450
10.8.5 — Porto de S. Roque . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 895.039 660.669 234.370
10.8.6 — Porto e núcleo de recreio náutico de Velas . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000 0
10.8.7 — Porto da Calheta de São Jorge. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 275.000 45.555 229.445
10.8.8 — Porto das Poças das Flores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 327.120 49.068 278.052
10.8.9 — Porto da Casa no Corvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
10.8.10 — Aquisição de diversos equipamentos e outras obras nos portos
e marinas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16.714.065 2.916.746 13.797.319
10.8.11 — Aeroporto da ilha do Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.255.000 2.042.500 212.500
10.8.12 — Aeródromo da ilha de São Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 449.000 449.000 0
10.8.13 — Aeródromo da ilha da Graciosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 688.333 688.333 0
10.8.14 — Aeródromo da ilha das Flores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 232.500 232.500 0
10.8.15 — Aeródromo da ilha do Corvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 119.666 119.666 0
10.8.16 — Porto da Madalena . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 170.000 170.000 0
10.8.17 — Porto e marina de Vila do Porto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 116.011 116.011 0
10.8.18 — Porto da Graciosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 235.000 235.000 0
10.8.19 — Museu da aviação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35.000 35.000 0
10.8.23 — Cais de cruzeiros da Praia da Vitória . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000 0
10.8.26 — Estudo para ampliação da pista do aeroporto da ilha do Faial 393.000 393.000 0
10.9 — Gestão dos Aeródromos Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.500.000 3.500.000 0
10.9.1 — Concessão da exploração dos aeródromos da Região Autónoma
dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.500.000 3.500.000 0
10.10 — Serviço Público de Transporte Aéreo e Marítimo Interilhas . . . . . 109.730.000 109.730.000 0
10.10.1 — Restruturação e concessão do transporte aéreo de passageiros,
carga e correio interilhas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97.700.000 97.700.000 0
10.10.2 — Serviço público de transporte marítimo de passageiros e viaturas
interilhas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.030.000 6.030.000 0
10.10.3 — Aquisição de navios para o transporte de passageiros e viaturas
interilhas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.000.000 6.000.000 0
10.11 — Dinamização dos Transportes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 415.000 415.000 0
10.11.1 — Desenvolvimento de sistemas de apoio à monitorização nos
portos dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60.000 60.000 0
10.11.2 — Plano de Transportes dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 180.000 180.000 0
10.11.5 — Projeto do ordenamento da baía e proteção da orla marítima do
Cais do Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
10.11.6 — Plano de Ordenamento Portuário de Ponta Delgada . . . . . . . . 75.000 75.000 0
10.12 — Coesão Territorial — Transportes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.530.000 6.530.000 0
10.12.1 — Promoção da coesão territorial — transportes . . . . . . . . . . . . . 6.300.000 6.300.000 0
10.12.2 — Apoio ao tráfego local . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
10.12.3 — Aquisição de contentores de frio de 10’ para tráfego local . . . . 130.000 130.000 0
10.13 — Recuperação dos efeitos da intempérie Lorenzo . . . . . . . . . . . . 37.511.895 37.511.895 0
10.13.1 — Intempérie Lorenzo — apoio à recuperação das infraestruturas
e equipamentos portuários e transporte de mercadorias . . . . . . . . . . . . 37.511.895 37.511.895 0
Secretaria Regional das Obras Públicas e Comunicações . . . . . . . . . 6.412.270 6.412.270 0
12 — Obras Públicas, Transportes Terrestres e Comunicações . . . . . . . . 6.412.270 6.412.270 0
12.22 — SRMP — Gestão e Requalificação da Orla Costeira. . . . . . . . . . 6.067.270 6.067.270 0
12.22.1 — Resposta a intempéries e outras situações extraordinárias . . . 150.000 150.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 236
Objetivo/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
12.22.2 — Proteção da orla costeira junto ao Caminho Municipal Adjacente
ao Campo de Jogos e Santa Catarina — Calheta, São Jorge . . . . . . . . 900.000 900.000 0
12.22.3 — Proteção e estabilização costeira do porto de Santa Iria — São
Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 785.320 785.320 0
12.22.4 — Reforço da proteção costeira na zona das Calhetas, Ribeira
Grande, São Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 915.000 915.000 0
12.22.5 — Proteção costeira na Fajã João Dias em São Jorge. . . . . . . . . 834.040 834.040 0
12.22.6 — Estabilização da falésia adjacente à Vila do Corvo . . . . . . . . . 850.000 850.000 0
12.22.7 — Estabilização e requalificação da orla costeira adjacente à vila
de Santa Cruz das Flores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 267.960 267.960 0
12.22.8 — Requalificação do porto Afonso na Graciosa . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
12.22.11 — Estabilização da zona costeira da Laracha, Santa Maria . . . . 258.000 258.000 0
12.22.14 — Proteção e estabilização da zona costeira na Fajã das Pontas,
São Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
12.22.15 — Requalificação de zonas costeiras e balneares . . . . . . . . . . . 273.750 273.750 0
12.22.19 — Proteção da orla costeira do degredo de Santa Cruz da Gra-
ciosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
12.22.21 — Proteção da orla costeira adjacente à Rua da Areia — Praia
do Almoxarife . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
12.22.22 — Elaboração do projeto para construção do muro de proteção
aos utentes da praia de Porto Pim . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90.000 90.000 0
12.22.23 — Estabilização da zona adjacente ao quartel dos bombeiros da
Calheta de São Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 104.400 104.400 0
12.22.24 — Execução das obras de proteção da Orla Costeira dos Fe-
nais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63.800 63.800 0
12.22.25 — Requalificação da Foz da Ribeira do Guilherme em São Mi-
guel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000 0
12.22.26 — Requalificação da orla costeira de Rabo de Peixe em São
Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
12.22.27 — Proteção da orla costeira do Cais Mourato no Pico . . . . . . . . 20.000 20.000 0
12.22.28 — Reordenamento do espaço envolvente ao porto do Topo em
São Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35.000 35.000 0
12.22.29 — Proteção da orla costeira da Barca no Pico . . . . . . . . . . . . . . 40.000 40.000 0
12.29 — SRTTE — Infraestruturas de apoio às empresas turísticas. . . . . 345.000 345.000 0
12.29.1 — Posto de Turismo Aeroporto de São Miguel . . . . . . . . . . . . . . . 35.000 35.000 0
12.29.2 — Posto de Turismo Aeroporto de Santa Maria . . . . . . . . . . . . . . 35.000 35.000 0
12.29.3 — Construção das infraestruturas de apoio às empresas de ani-
mação marítimo-turísticas na Horta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
12.29.4 — Projeto de ampliação das termas do Carapacho na Graciosa 25.000 25.000 0
Total Geral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 955.593.282 781.353.166 174.240.116
Investimento Público 2022
Desagregação por Entidade Executora
Entidade Investimento Plano Outros fundos
PGR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.858.849 1.858.849 0
VPGR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 59.610.581 59.610.581 0
SRFPAP . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 117.872.937 117.435.187 437.750
SRE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27.047.425 26.622.425 425.000
SRSD . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56.268.585 56.268.585 0
SRADR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 112.812.476 60.829.945 51.982.531
SRMP . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38.442.883 22.308.883 16.134.000
SRCCTD. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18.548.138 16.822.989 1.725.149
SRAAC . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.103.249 20.103.249 0
SRTTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 270.178.581 232.690.701 37.487.880
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 237
Entidade Investimento Plano Outros fundos
SRJQPE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 106.630.765 40.582.959 66.047.806
SROPC. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 126.218.813 126.218.813 0
Total Geral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 955.593.282 781.353.166 174.240.116
Investimento Público 2022
Desagregação por Entidade Executora
Entidade Executora/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
Presidência do Governo Regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.858.849 1.858.849 0
1 — Informação, Comunicação e Cooperação Externa . . . . . . . . . . . . . . . 1.858.849 1.858.849 0
1.1 — Apoio aos Media . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 797.500 797.500 0
1.1.1 — Programa de Apoio à Comunicação Social . . . . . . . . . . . . . . . . . 650.000 650.000 0
1.1.2 — Plataforma Eletrónica de Comunicação com o Cidadão . . . . . . . 50.000 50.000 0
1.1.3 — Financiamento de obrigações específicas do serviço público de
notícias e de televisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97.500 97.500 0
1.2 — Jornal Oficial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
1.2.1 — Acesso a bases de dados jurídicos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
1.3 — Coordenação da Atividade Governativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 500.000 500.000 0
1.3.1 — Relações com entidades governamentais externas e com outras
entidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 500.000 500.000 0
1.4 — Relações com o atlântico e territórios de interesse estratégico para
os Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 340.669 340.669 0
1.4.1 — Centralidade Atlântica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16.000 16.000 0
1.4.2 — Formação e mobilidade regional e internacional . . . . . . . . . . . . . 62.000 62.000 0
1.4.3 — HEXAGONE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 148.365 148.365 0
1.4.4 — Ilhas de Inovação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40.310 40.310 0
1.4.5 — INTEGRA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73.994 73.994 0
1.5 — Os Açores no Espaço Europeu . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 170.680 170.680 0
1.5.1 — Relações transnacionais, inter-regionais e com as instituições
europeias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 109.880 109.880 0
1.5.2 — Açores na Europa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56.800 56.800 0
1.5.3 — Promoção dos valores e cidadania europeia . . . . . . . . . . . . . . . . 4.000 4.000 0
Vice-Presidência do Governo Regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 59.610.581 59.610.581 0
2 — Solidariedade, Igualdade, Habitação, Poder Local e Comunidades . . . 59.610.581 59.610.581 0
2.1 — Apoio à Infância e Juventude. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.841.540 1.841.540 0
2.1.1 — Criação, melhoramento e apetrechamento de equipamentos sociais
de apoio à infância e juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300.000 300.000 0
2.1.2 — Defesa e Promoção dos Direitos das Crianças e Jovens. . . . . . . 50.000 50.000 0
2.1.3 — Reabilitação, requalificação e ampliação de creches e Centro de
Atividades de Tempos Livres . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 120.000 120.000 0
2.1.4 — Rede de Amas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60.100 60.100 0
2.1.5 — Construção de Creche em Santo António — Associação para o
Desenvolvimento, em Ponta Delgada (São Miguel) . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
2.1.6 — Obras de beneficiação do infantário “O Carrocel” — Associação
dos Funcionários da Administração Regional da Ilha Terceira, em Angra
do Heroísmo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 350.000 350.000 0
2.1.7 — Ampliação da Creche da Maia — Casa do Povo da Maia, na Ribeira
Grande (São Miguel). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
2.1.8 — Adaptação de edifício e aquisição de terreno para apoio à Creche
Coriscolândia — Kairós em Ponta Delgada (São Miguel) . . . . . . . . . . . 70.000 70.000 0
2.1.9 — Construção de Centro de Atividades de Tempos Livres na Can-
delária — Associação de Juventude da Candelária em Ponta Delgada
(São Miguel) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 350.000 350.000 0
2.1.11 — Adaptação de edifício para Centro de Atividades de Tempos Livres
de Santa Maria — Santa Casa da Misericórdia de Vila do Porto (Santa
Maria) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000 0
2.1.12 — Requalificação da Creche “O Girassol” — Centro de Bem Estar
Social da Paróquia de Santa Cruz das Flores (Flores). . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 238
Entidade Executora/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
2.1.13 — Reforço das respostas da rede de creches e CATL entre as fre-
guesias de São Bartolomeu e Altares. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.000 15.000 0
2.1.14 — Criação de pontos de apoio ao estudo para servir crianças e
jovens . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 251.440 251.440 0
2.1.15 — Requalificação da creche e CATL nas Velas — Santa Casa da
Misericórdia das Velas (São Jorge) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.000 15.000 0
2.2 — Apoio à Família, Comunidade e Serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.000.000 5.000.000 0
2.2.1 — Apoio especializado ao desenvolvimento e requalificação da rede
de equipamentos sociais e programas sociais dos Açores . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
2.2.2 — CEDO — Complemento Especial para o Doente Oncológico . . . 600.000 600.000 0
2.2.3 — Apoios para combate à pandemia da doença COVID-19. . . . . . . 400.000 400.000 0
2.2.4 — Requalificação da casa dos doentes deslocados. . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
2.2.5 — Criação, melhoramento e apetrechamento de edifícios e equipa-
mentos de apoio à comunidade e dos serviços da Segurança Social . . . 100.000 100.000 0
2.2.6 — Criação do Centro de Acolhimento da Horta — Santa Casa da
Misericórdia da Horta (Faial). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300.000 300.000 0
2.2.7 — Modernização do parque de viaturas das IPSS e Misericórdias . . . 1.500.000 1.500.000 0
2.2.8 — Construção do Centro Intergeracional de Santo Antão — Centro
Paroquial e Social de Santo Antão na Calheta (São Jorge) . . . . . . . . . . 75.000 75.000 0
2.2.9 — Construção do Edifício Intergeracional da Feteira da Horta —
2.ª Fase — Casa do Povo da Feteira na Horta (Faial) . . . . . . . . . . . . . . 350.000 350.000 0
2.2.11 — Criação do Centro de Acolhimento Temporário na Urzelina — Ins-
tituto de Santa Catarina (São Jorge) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
2.2.12 — Reabilitação do Infantário “Arco-Íris” da Santa Casa da Miseri-
córdia das Lajes do Pico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
2.2.13 — Apoio aos cuidadores informais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 175.000 175.000 0
2.2.14 — Incentivo à Natalidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.200.000 1.200.000 0
2.3 — Apoio aos Públicos com Necessidades Especiais. . . . . . . . . . . . . . 5.150.000 5.150.000 0
2.3.1 — Criação, melhoramento e apetrechamento de equipamentos sociais
de apoio à deficiência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 800.000 800.000 0
2.3.2 — Construção do Centro de Atividades de Tempos Livres Inclusivo e
de Centro de Dia Especializado — Lajes das Flores . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
2.3.3 — Construção do Centro de Atividades Ocupacionais e Lar Residen-
cial — Santa Casa da Misericórdia da Horta (Faial). . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
2.3.4 — Criação do Centro de Atendimento, Acompanhamento e Reabilita-
ção Social para Pessoas com Deficiência e Incapacidade — Santa Casa
da Misericórdia de Angra do Heroísmo (Terceira) . . . . . . . . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
2.3.5 — Reabilitação de edifício para Centro de Apoio à Deficiência — Au-
rora Social em Ponta Delgada (São Miguel). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 900.000 900.000 0
2.3.6 — Construção do Centro de Paralisia Cerebral de São Miguel . . . . 2.500.000 2.500.000 0
2.3.7 — Construção do Lar Residencial e Centro de Atividades Ocupacionais
na Lagoa — 1.ª Fase — Santa Casa da Misericórdia de Santo António
da Lagoa (São Miguel) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200.000 200.000 0
2.3.8 — Construção do Centro de Atividades Ocupacionais da Zona Norte
de Ponta Delgada — Associação de Desenvolvimento e Promoção de
Santa Bárbara em Ponta Delgada (São Miguel). . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
2.3.9 — Construção do Centro de Atividades Ocupacionais no Pico — Santa
Casa da Misericórdia da Madalena (Pico) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
2.3.10 — Adaptação de imóvel a Lar Residencial em Santa Maria — Santa
Casa da Misericórdia de Vila do Porto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200.000 200.000 0
2.4 — Apoio a Idosos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.418.865 4.418.865 0
2.4.1 — Criação, melhoramento e apetrechamento de equipamentos sociais
de apoio aos idosos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 400.000 400.000 0
2.4.2 — Programa de Incentivos à Iniciativa Privada Lucrativa . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
2.4.3 — Rede de Cuidados Continuados dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . 750.000 750.000 0
2.4.4 — Idosos em casa “Novos Idosos” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.316.365 1.316.365 0
2.4.5 — Criação da Unidade de Cuidados Continuados da Santa Casa da
Misericórdia de Ponta Delgada (São Miguel) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 700.000 700.000 0
2.4.6 — Remodelação e ampliação do Lar de Idosos da Praia da Gracio-
sa — Santa Casa da Misericórdia da Praia da Graciosa (Graciosa) . . . 75.000 75.000 0
2.4.7 — Ampliação e requalificação da Casa de Repouso João Inácio de
Sousa, nas Velas (São Jorge) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 400.000 400.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 239
Entidade Executora/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
2.4.8 — Construção do Centro de Convívio de Castelo Branco — Casa do
Povo de Castelo Branco (Faial) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 130.000 130.000 0
2.4.9 — Ampliação e requalificação do Centro de Dia da Conceição — As-
sociação de Pais e Amigos dos Deficientes da Ilha do Faial . . . . . . . . . 47.500 47.500 0
2.4.10 — Reabilitação da Estrutura Residencial para Idosos — Santa Casa
da Misericórdia do Nordeste (São Miguel) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000 0
2.4.11 — Ampliação do Centro de Apoio ao Idoso da Madalena — Santa
Casa da Misericórdia da Madalena (Pico) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000 0
2.4.12 — Reconstrução e ampliação de ERPI para criação de valência de
Centro de Alojamento Temporário em São Roque do Pico — Santa Casa
da Misericórdia de São Roque do Pico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000 0
2.4.15 — Projeto para instalação de valência de cuidados continuados no
Lar D. Pedro V, na Praia da Vitória . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
2.5 — Igualdade de Oportunidades, Inclusão Social e Combate à Pobreza 11.932.500 11.932.500 0
2.5.4 — Projetos de intervenção social vocacionados para públicos desfa-
vorecidos ou em risco de exclusão. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 319.000 319.000 0
2.5.9 — Fundo Regional de Ação Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7.000.000 7.000.000 0
2.5.11 — Propinas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 400.000 400.000 0
2.5.12 — COMPAMID . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.000.000 3.000.000 0
2.5.13 — Sénior Ativo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
2.5.14 — Promoção da inclusão digital . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000 0
2.5.15 — Apoio às entidades empregadoras para valorização de posto de
trabalho para pessoas com deficiência. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000 0
2.5.16 — Formações para partilha de boas práticas e novas competên-
cias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24.000 24.000 0
2.5.17 — Adaptação de habitações/espaços públicos e outros espaços de
forma a promover a acessibilidade e inclusão dos cidadãos . . . . . . . . . 232.000 232.000 0
2.5.18 — Formação para reforçar as competências profissionais e sociais
das famílias abrangidas pela ação social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300.000 300.000 0
2.5.19 — Atribuição de bolsas de estudo a estudantes do ensino supe-
rior — Gerações Açores 21. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 412.500 412.500 0
2.6 — Promoção, Reabilitação e Renovação Habitacional . . . . . . . . . . . . 9.228.113 9.228.113 0
2.6.1 — Promoção e apoio à habitação própria e a custos controlados . . . 227.511 227.511 0
2.6.2 — Operações urbanísticas e reabilitação de infraestruturas habita-
cionais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.356.364 2.356.364 0
2.6.3 — Reabilitação do parque habitacional da Região . . . . . . . . . . . . . . 1.338.105 1.338.105 0
2.6.4 — Programa “Casa Renovada, Casa Habitada” e combate à infestação
por térmitas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.313.558 4.313.558 0
2.6.5 — Salvaguarda habitacional em zonas de risco . . . . . . . . . . . . . . . . 600.000 600.000 0
2.6.6 — Operações de inserção e reintegração social. . . . . . . . . . . . . . . . 292.575 292.575 0
2.6.8 — Recuperação de habitações nos bairros do aeroporto — ilha de
Santa Maria. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
2.7 — Arrendamento Acessivel e Cooperação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.261.983 15.261.983 0
2.7.1 — Incentivo e apoio ao arrendamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.965.022 3.965.022 0
2.7.2 — Construção/arrendamento de fogos para arrendamento/subarren-
damento apoiado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8.925.283 8.925.283 0
2.7.3 — Cooperação com autarquias — acordos de colaboração IHRU/
RAA/municípios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.004.597 2.004.597 0
2.7.4 — Condomínios e seguros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 367.081 367.081 0
2.8 — Equipamentos Públicos e Adequação Tecnológica . . . . . . . . . . . . . 389.272 389.272 0
2.8.1 — Reabilitação, conservação e manutenção de instalações . . . . . . 277.852 277.852 0
2.8.2 — Adequação e adaptação tecnológica dos serviços. . . . . . . . . . . . 111.420 111.420 0
2.9 — Recuperação dos efeitos da intempérie Lorenzo . . . . . . . . . . . . . . 1.035.587 1.035.587 0
2.9.1 — Apoio à reabilitação em habitações danificadas pela intempérie 30.587 30.587 0
2.9.2 — Intempérie Lorenzo — apoio à recuperação de infraestruturas e
equipamentos municipais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.005.000 1.005.000 0
2.10 — Cooperação com os Municípios. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.176.400 1.176.400 0
2.10.1 — Cooperação técnica com os municípios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56.400 56.400 0
2.10.2 — Cooperação financeira com os municípios . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.095.000 1.095.000 0
2.10.3 — Eleições . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
2.11 — Cooperação com as Freguesias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 753.000 753.000 0
2.11.1 — Cooperação técnica com as freguesias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 108.000 108.000 0
2.11.2 — Cooperação financeira com as freguesias . . . . . . . . . . . . . . . . . 620.000 620.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 240
Entidade Executora/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
2.11.3 — Colaboração técnica e financeira com a Associação de Freguesias
dos Açores (ANAFRE Açores) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
2.12 — Emigrado e Regressado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 57.760 57.760 0
2.12.1 — Projetos/candidaturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.000 3.000 0
2.12.2 — Protocolos de cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 54.760 54.760 0
2.13 — Identidade Cultural e Açorianidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 282.278 282.278 0
2.13.1 — Apoios para a promoção da Açorianidade na RAA e no Mundo 63.200 63.200 0
2.13.3 — Protocolos de cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 110.578 110.578 0
2.13.4 — Projetos/candidaturas sobre a cultura açoriana . . . . . . . . . . . . . 33.500 33.500 0
2.13.6 — Conselho Mundial das Casas dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
2.13.7 — Conselho da Diáspora Açoriana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
2.13.8 — Apoios a seminários e eventos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
2.14 — Imigrado e Interculturalidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45.783 45.783 0
2.14.1 — Integração local dos imigrados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.000 10.000 0
2.14.2 — Protocolos de cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31.350 31.350 0
2.14.3 — Projetos/candidaturas com a integração dos imigrados . . . . . . . 2.888 2.888 0
2.14.4 — Regions for Migrants and Refugees Integration . . . . . . . . . . . . . 1.545 1.545 0
2.15 — Aerogare Civil das Lajes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.937.500 2.937.500 0
2.15.1 — Conservação, manutenção e apetrechamento . . . . . . . . . . . . . . 1.900.000 1.900.000 0
2.15.3 — Reparação e substituição do revestimento da cobertura . . . . . . 267.500 267.500 0
2.15.4 — Equipamentos de rastreio de segurança aeroportuária . . . . . . . 120.000 120.000 0
2.15.5 — Remodelação na área do check-in no 3.º piso e novo sistema de
tratamento de bagagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 330.000 330.000 0
2.15.6 — Projeto de ampliação das salas de embarque e reabilitação do
hangar. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
2.15.7 — Promover angariação de novos fluxos turísticos . . . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
2.15.8 — Centro Interpretativo da Base das Lajes. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
2.16 — Cooperação Institucional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
2.16.1 — Relação institucional com várias entidades e associações . . . . 100.000 100.000 0
Secretaria Regional das Finanças, Planeamento e Administração Pública 117.872.937 117.435.187 437.750
3 — Competitividade Empresarial e Administração Pública. . . . . . . . . . . . 117.872.937 117.435.187 437.750
3.1 — Competitividade Empresarial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 104.436.232 104.436.232 0
3.1.1 — Sistemas de incentivos à competitividade empresarial . . . . . . . . 52.416.232 52.416.232 0
3.1.2 — Fomento do empreendedorismo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200.000 200.000 0
3.1.3 — Instrumentos financeiros. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 51.750.000 51.750.000 0
3.1.4 — Regime de Apoio ao Microcrédito Bancário . . . . . . . . . . . . . . . . . 70.000 70.000 0
3.2 — Emprego e Qualificação Profissional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 170.000 170.000 0
3.2.1 — Formação profissional (CEFAPA) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 170.000 170.000 0
3.3 — Modernização e Reestruturação da Administração Pública Regional 3.498.362 3.498.362 0
3.3.1 — Modernização e reforma da Administração Pública Regional . . . 172.820 172.820 0
3.3.2 — Sistema Integrado de Gestão da Administração Regional dos
Açores e promoção da qualidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000 0
3.3.4 — Desmaterialização de processos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70.000 70.000 0
3.3.5 — Rede Integrada de Gestão de Processos na Administração
Pública — Açores/Cabo Verde 2020 (RIGPAP-ACV) — Projeto MAC2-
-5.11A-357 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 195.117 195.117 0
3.3.6 — Central de Serviços Partilhados da Ilha de Santa Maria . . . . . . . 100.000 100.000 0
3.3.7 — Ética e integridade pública . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
3.3.8 — APR + Acessível, Inclusiva e Aberta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.869.019 1.869.019 0
3.3.9 — APR + Apta para o Futuro. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 891.406 891.406 0
3.4 — Eficiência no Serviço Público ao Cidadão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.537.750 1.100.000 437.750
3.4.1 — Rede Integrada de Apoio ao Cidadão. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.537.750 1.100.000 437.750
3.5 — Serviços Sociais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 173.400 173.400 0
3.5.1 — Serviços de apoio aos funcionários públicos . . . . . . . . . . . . . . . . 173.400 173.400 0
3.6 — Estatística . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47.193 47.193 0
3.6.1 — Produção, tratamento e divulgação de informação estatística ofi-
cial. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32.000 32.000 0
3.6.3 — MEDECOAZUL MAC2/5.11a/232 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.193 15.193 0
3.7 — Planeamento e Finanças . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8.010.000 8.010.000 0
3.7.1 — Gestão, acompanhamento, controlo e avaliação do plano e fundos
estruturais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 450.000 450.000 0
3.7.2 — Património regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 550.000 550.000 0
3.7.3 — Reestruturação do setor público regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 241
Entidade Executora/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
3.7.4 — Coesão regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.400.000 4.400.000 0
3.7.5 — Orçamento Participativo da Região Autónoma dos Açores . . . . . 1.200.000 1.200.000 0
3.7.6 — Novo regime de administração financeira. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.050.000 1.050.000 0
3.7.7 — Orçamento Participativo da Administração Pública Regional . . . . 10.000 10.000 0
3.7.8 — Cooperação com a Autoridade Tributária e Aduaneira . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
Secretaria Regional da Educação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27.047.425 26.622.425 425.000
4 — Educação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27.047.425 26.622.425 425.000
4.1 — Construções Escolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 630.000 205.000 425.000
4.1.1 — Beneficiação e reabilitação de instalações escolares, propriedade
da Região Autónoma dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 175.000 175.000 0
4.1.2 — Construção, reparação e remodelação do parque escolar do 1.º ci-
clo (DLR 32/2002/A, de 8 agosto). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 430.000 5.000 425.000
4.1.3 — Assistência técnica e fecho financeiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
4.2 — Equipamentos Escolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 641.254 641.254 0
4.2.1 — Aquisição de equipamentos para a Educação Pré-Escolar e o
Ensino Básico e Secundário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 591.254 591.254 0
4.2.2 — Quiosques eletrónicos escolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
4.3 — Apoio Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.710.000 10.710.000 0
4.3.1 — Apoio social. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.650.000 10.650.000 0
4.3.2 — Atribuição de produtos de apoio para alunos portadores de deficiência 60.000 60.000 0
4.4 — Apoio às instituições de Ensino Privado e formação . . . . . . . . . . . . 4.200.000 4.200.000 0
4.4.1 — Apoiar as instituições de ensino privado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.150.000 4.150.000 0
4.4.2 — Formação do pessoal docente e não docente . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
4.5 — Escolas Digitais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.889.549 6.889.549 0
4.5.1 — Projetos inerentes à utilização das Tecnologias de Informação e
Comunicação (TIC). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 641.779 641.779 0
4.5.2 — Sistema de gestão escolar com recurso às novas tecnologias . . . 164.420 164.420 0
4.5.3 — Escolas digitais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.083.350 6.083.350 0
4.6 — Projetos pedagógicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.766.622 3.766.622 0
4.6.1 — ProSucesso — Avaliação externa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
4.6.2 — Projetos educativos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 136.622 136.622 0
4.6.3 — Prémio de Mérito de Ingresso no Ensino Superior . . . . . . . . . . . . 600.000 600.000 0
4.6.4 — Programas ocupacionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.500.000 2.500.000 0
4.6.5 — Promoção do sucesso educativo e combate ao abandono escolar
precoce . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 500.000 500.000 0
4.7 — Atividade Física Desportiva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 210.000 210.000 0
4.7.1 — Desporto Escolar Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 210.000 210.000 0
Secretaria Regional da Saúde e Desporto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56.268.585 56.268.585 0
5 — Saúde, Desporto e Proteção Civil. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56.268.585 56.268.585 0
5.1 — Parcerias Público-Privadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11.247.705 11.247.705 0
5.1.1 — Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira, E. P. E. R. . . . . . . . . 11.247.705 11.247.705 0
5.2 — Apetrechamento e Modernização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.946.176 5.946.176 0
5.2.1 — Equipamentos para unidades de saúde de ilha e Centro de Onco-
logia dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.921.176 5.921.176 0
5.2.2 — Conservação e modernização de edifícios . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
5.3 — Apoios e Acordos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 450.000 450.000 0
5.3.1 — Apoios e acordos com instituições . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200.000 200.000 0
5.3.3 — Criação do Centro de Atendimento, Acompanhamento e Reabili-
tação Social para Pessoas com Deficiência e Incapacidade . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
5.4 — Projetos na Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 592.500 592.500 0
5.4.1 — Plano Regional da Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 62.500 62.500 0
5.4.2 — Sistema de qualidade na saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
5.4.3 — Política de promoção da saúde e prevenção da doença — Plano
Nutrição das Escolas — Alimentação Saudável . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
5.4.4 — Saúde mental — estratégia e implementação . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
5.4.5 — Estratégia regional para a prevenção e controlo do cancro . . . . . 175.000 175.000 0
5.4.6 — Programa de Literacia em Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
5.4.7 — Acessibilidades — deslocação de doentes. . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000 0
5.4.8 — Rede de Cuidados Paliativos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
5.4.9 — Plano de Desenvolvimento de Unidades de Geriatria . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
5.5 — Recursos Humanos — Investimento e Planeamento . . . . . . . . . . . 625.000 625.000 0
5.5.1 — Capacitar o SRS de recursos humanos — fixação de profissionais
de saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 500.000 500.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 242
Entidade Executora/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
5.5.2 — Estratégia e plano para implementar o enfermeiro de família na
Região Autónoma dos Açores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
5.5.3 — Formação em saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
5.6 — Tecnologias na Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7.944.791 7.944.791 0
5.6.1 — Tecnologias na saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.200.000 1.200.000 0
5.6.2 — Telessaúde (Teleconsulta e telemonitorização) . . . . . . . . . . . . . . 549.195 549.195 0
5.6.3 — Desmaterialização da conferência da faturação. . . . . . . . . . . . . . 149.077 149.077 0
5.6.4 — Melhoria da performance de prestação do Serviço Regional da
Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.773.243 2.773.243 0
5.6.5 — Digitalização do setor da saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.273.276 3.273.276 0
5.7 — Capacitação do sistema de Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.450.000 10.450.000 0
5.7.1 — Retoma e recuperação da atividade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 160.000 160.000 0
5.7.3 — Medidas de combate à COVID-19 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.000.000 6.000.000 0
5.7.4 — Vale Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
5.7.5 — CIRURGE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.700.000 3.700.000 0
5.7.6 — Capacitar o Serviço Regional de Saúde ao nível dos cuidados
de saúde domiciliários, incluindo cuidados continuados integrados e
paliativos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 340.000 340.000 0
5.8 — Promoção de Estilos de Vida Saudável e Prevenção/Tratamento e
Reinserção dos Comportamentos Aditivos e Dependências . . . . . . . . . 1.150.000 1.150.000 0
5.8.1 — Promoção de estilos de vida saudável e prevenção/tratamento e
reinserção dos comportamentos aditivos e dependências . . . . . . . . . . . 1.150.000 1.150.000 0
5.9 — Desporto Crianças e Jovens . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.076.400 2.076.400 0
5.9.1 — Promoção da literacia motora . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 252.000 252.000 0
5.9.3 — Escalões de formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.558.400 1.558.400 0
5.9.4 — Processos especiais de formação dos jovens praticantes . . . . . . 266.000 266.000 0
5.10 — Atividade Desportiva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.560.000 4.560.000 0
5.10.1 — Atividade associativa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.086.000 2.086.000 0
5.10.2 — Participação competitiva de clubes. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.250.000 2.250.000 0
5.10.3 — Alto rendimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 224.000 224.000 0
5.11 — Atividade Física . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 203.000 203.000 0
5.11.1 — Promoção da atividade física para a população em geral, incluindo
jovens, adultos e cidadãos com deficiência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 203.000 203.000 0
5.12 — Instalações Desportivas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.331.000 1.331.000 0
5.12.1 — Gestão e funcionamento do parque desportivo regional . . . . . . 955.000 955.000 0
5.12.2 — Acesso generalizado às instalações desportivas escolares e
outras integradas por protocolos no parque desportivo regional . . . . . . 276.000 276.000 0
5.12.3 — Reabilitação do Parque Desportivo Regional . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
5.13 — Iniciativas Transversais às Diferentes Áreas do Desporto. . . . . . . 173.400 173.400 0
5.13.1 — Promoção do desporto e da atividade física. . . . . . . . . . . . . . . . 87.200 87.200 0
5.13.2 — Formação técnica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.200 6.200 0
5.13.3 — Modernização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000 0
5.14 — Equipamentos e Comunicações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.118.000 2.118.000 0
5.14.1 — Viaturas de emergência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 420.000 420.000 0
5.14.2 — Viaturas dos Corpos de Bombeiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.100.000 1.100.000 0
5.14.3 — Equipamentos para o Serviço Regional de Proteção Civil . . . . . 50.000 50.000 0
5.14.4 — Equipamentos para as AHBV . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
5.14.5 — Radiocomunicações do SRPCBA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 448.000 448.000 0
5.15 — Infraestruturas do SRPCBA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 922.863 922.863 0
5.15.1 — Beneficiação e reparação de quartéis das AHBV da Região Autó-
noma dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
5.15.2 — Centro de Formação de Proteção Civil. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
5.15.3 — Construção do quartel da AHBV da Povoação . . . . . . . . . . . . . . 206.238 206.238 0
5.15.4 — Construção do quartel da AHBV do Faial . . . . . . . . . . . . . . . . . . 556.625 556.625 0
5.15.7 — Novo quartel da AHBV do Nordeste . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
5.16 — Protocolos e Apoios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.315.750 6.315.750 0
5.16.1 — CIVISA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300.000 300.000 0
5.16.2 — Apoios aos Transportes Terrestres de Emergência . . . . . . . . . . 5.160.750 5.160.750 0
5.16.3 — Linha Saúde Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 130.000 130.000 0
5.16.4 — Apoios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
5.16.5 — Suporte Imediato Vida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 585.000 585.000 0
5.16.6 — Pandemia da doença COVID-19 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90.000 90.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 243
Entidade Executora/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
5.17 — Formação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 162.000 162.000 0
5.17.1 — Formação dos profissionais do SRPCBA . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.000 10.000 0
5.17.2 — Formação dos profissionais dos Corpos de Bombeiros . . . . . . . 120.000 120.000 0
5.17.3 — Formação à população . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
5.17.4 — Sensibilização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12.000 12.000 0
Secretaria Regional da Agricultura e do Desenvolvimento Rural . . . . 112.812.476 60.829.945 51.982.531
6 — Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . 112.812.476 60.829.945 51.982.531
6.1 — Investigação, Inovação, Capacitação e Competitividade . . . . . . . . 49.455.710 32.643.331 16.812.379
6.1.1 — Inovação e qualificação das explorações agrícolas . . . . . . . . . . . 11.313.400 3.382.560 7.930.840
6.1.2 — Medidas de apoio às produções locais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13.000.000 13.000.000 0
6.1.3 — Reestruturação financeira das explorações agrícolas e reposição
do seu potencial produtivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 729.748 729.748 0
6.1.4 — Reforma antecipada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.387.500 1.000.000 1.387.500
6.1.5 — Incentivo ao associativismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.886.000 2.886.000 0
6.1.6 — Capacitação dos agricultores e promoção da literacia em produção
e consumo sustentáveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 436.600 436.600 0
6.1.7 — Formação profissional, demonstração, aconselhamento e divulga-
ção agrária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.598.000 1.598.000 0
6.1.8 — Inovação e digitalização da agricultura dos Açores . . . . . . . . . . . 188.800 188.800 0
6.1.9 — Infraestruturas de apoio para a transição digital. . . . . . . . . . . . . . 95.485 95.485 0
6.1.10 — Fileira do Leite, formação dos preços. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14.610 14.610 0
6.1.11 — Dinamização dos mercados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.248.000 5.248.000 0
6.1.12 — Inovação e qualificação da indústria agroalimentar . . . . . . . . . . 8.816.516 1.322.477 7.494.039
6.1.13 — Infraestrutura de apoio à segurança alimentar e saúde animal . 370.000 370.000 0
6.1.14 — Acreditação, certificação e gestão dos produtos de qualidade dos
Açores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 498.921 498.921 0
6.1.15 — Operacionalização de políticas de desenvolvimento agrícola e
rural. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.110.000 1.110.000 0
6.1.16 — Potenciar o setor vitivinícola . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35.630 35.630 0
6.1.21 — Agroemprego . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.500 3.500 0
6.1.22 — Valorização da bovinicultura de leite e responsabilidade social na
fileira dos laticínios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73.000 73.000 0
6.1.23 — Regimes de apoio à reestruturação de empresas . . . . . . . . . . . 650.000 650.000 0
6.2 — Desenvolvimento sustentável, biodiversidade e alterações climáticas 40.240.741 12.163.872 28.076.869
6.2.1 — Agrorruralidade por Ilha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.920 3.920 0
6.2.2 — Agro ambiente, clima e agricultura biológica . . . . . . . . . . . . . . . . 10.600.000 1.590.000 9.010.000
6.2.3 — Segurança alimentar e sanidade animal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.179.059 3.179.059 0
6.2.4 — Melhoramento genético e bem-estar animal. . . . . . . . . . . . . . . . . 518.000 518.000 0
6.2.5 — Bem-estar de animais de companhia e errantes . . . . . . . . . . . . . 259.000 259.000 0
6.2.6 — Sanidade vegetal e proteção de culturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 354.263 301.763 52.500
6.2.7 — SustentAgro — transição ecológica da agricultura . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
6.2.8 — GeoBio Ocidental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.920 3.920 0
6.2.9 — Economia circular na agricultura. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39.200 39.200 0
6.2.10 — Agricultura familiar dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19.980 19.980 0
6.2.11 — Apoio ao rendimento e resiliência da atividade agrícola . . . . . . . 15.500.000 2.325.000 13.175.000
6.2.12 — Apoio ao desenvolvimento local de base comunitária . . . . . . . . 4.553.298 682.995 3.870.303
6.2.13 — Medidas florestais de desenvolvimento rural . . . . . . . . . . . . . . . 2.316.549 347.483 1.969.066
6.2.14 — Fomento florestal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 262.507 262.507 0
6.2.15 — Promoção do uso múltiplo da floresta. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 587.393 587.393 0
6.2.16 — Life IP Climaz . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 684.593 684.593 0
6.2.17 — Divulgação, promoção e apoio à decisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . 83.320 83.320 0
6.2.18 — Apoio à recuperação de colheitas agrícolas e produção pecuá-
ria — furacão Lorenzo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66.000 66.000 0
6.2.19 — Acompanhamento das intervenções comunitárias . . . . . . . . . . . 738.609 738.609 0
6.2.20 — Apoio à construção de um centro de treino animal para a AFA-
MA — Associação Faialense dos Amigos dos Animais . . . . . . . . . . . . . 3.700 3.700 0
6.2.21 — GeoBio Graciosa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.000 10.000 0
6.2.22 — Manutenção do Sistema de Certificação do Perímetro Florestal
e Matas Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 217.930 217.930 0
6.2.23 — Programa de melhoramento florestal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
6.2.24 — Projeto de investigação e desenvolvimento para combate a pragas
em viveiros florestais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.000 6.000 0
6.2.25 — Ações de Requalificação do trilho pedestre do Pico da Vara . . . 38.000 38.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 244
Entidade Executora/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
6.2.26 — Produção de espécies cinegéticas para repovoamento . . . . . . . 10.500 10.500 0
6.2.27 — Programa de investigação de espécies cinegéticas nos Açores 25.000 25.000 0
6.2.28 — Jornadas Florestais e Ações de Sensibilização Florestal . . . . . . 40.000 40.000 0
6.3 — Infraestruturas públicas de apoio ao setor produtivo . . . . . . . . . . . . 23.116.025 16.022.742 7.093.283
6.3.1 — Abastecimento de água, caminhos e eletrificação agrícola . . . . . 8.215.207 3.234.395 4.980.812
6.3.2 — Reestruturação fundiária. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 222.000 222.000 0
6.3.3 — Investimento na fileira da carne Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.691.201 2.190.730 1.500.471
6.3.4 — Reestruturação da rede regional de abate e da rede de certificação
da qualidade do leite e segurança alimentar, e promoção de campanha
institucional dos laticínios dos Açores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.609.500 6.609.500 0
6.3.5 — Caminhos e infraestruturas de base para apoio ao setor florestal
e rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.331.117 3.331.117 0
6.3.6 — Infraestruturas coletivas de apoio à agricultura e ao desenvolvi-
mento rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
6.3.7 — Valorização de infraestruturas de interesse patrimonial e cultural 37.000 37.000 0
6.3.11 — Melhoramento infraestruturas do matadouro de S. Miguel . . . . . 800.000 188.000 612.000
6.3.12 — Património Florestal edificado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 110.000 110.000 0
Secretaria Regional do Mar e das Pescas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38.442.883 22.308.883 16.134.000
7 — Pescas, Aquicultura e Assuntos do Mar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38.442.883 22.308.883 16.134.000
7.1 — Controlo, Inspeção e Gestão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.269.451 3.269.451 0
7.1.1 — Controlo e inspeção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70.000 70.000 0
7.1.2 — Plano de Ação do Sistema Nacional de Controlo das Pescas:
capacidade inspetiva, formação e sensibilização . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
7.1.3 — Plano de Ação do Sistema Nacional de Controlo das Pescas:
acompanhamento, vigilância e gestão eletrónica . . . . . . . . . . . . . . . . . . 147.251 147.251 0
7.1.4 — Gestão sustentável das pescas e da aquicultura . . . . . . . . . . . . . 1.350.050 1.350.050 0
7.1.5 — Comunicação e ações coletivas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000 0
7.1.6 — Projetos PLASMAR e OCEANLIT. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27.470 27.470 0
7.1.7 — Programa Nacional de Recolha de Dados . . . . . . . . . . . . . . . . . . 485.680 485.680 0
7.1.8 — Cluster do Mar dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.009.000 1.009.000 0
7.2 — Infraestruturas de Apoio às Pescacs . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.944.375 6.944.375 0
7.2.1 — Portos da Região Autónoma dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.975.375 5.975.375 0
7.2.4 — Construção do entreposto frigorífico de Ponta Delgada. . . . . . . . 59.000 59.000 0
7.2.5 — Aquisição de grua para o porto das Poças . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000 0
7.2.6 — Aquisição de grua para o porto de pesca do Calhau, Piedade. . . 65.000 65.000 0
7.2.9 — Contrato Programa de Investimentos com a LOTAÇOR . . . . . . . 765.000 765.000 0
7.3 — FROTA e Recursos Humanos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.064.060 2.064.060 0
7.3.1 — Regime de Apoio à Frota de Pesca Local e Costeira . . . . . . . . . . 480.000 480.000 0
7.3.2 — Regime de Apoio à Motorização de Embarcações de Pesca Local 40.000 40.000 0
7.3.3 — Regime de Apoio à Redução dos Custos da Atividade da Pesca 50.000 50.000 0
7.3.4 — Regime de Apoio à Segurança no Trabalho a Bordo das Embar-
cações da Pesca Local e Costeira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 210.000 210.000 0
7.3.5 — FUNDOPESCA e regime excecional COVID-19. . . . . . . . . . . . . . 148.000 148.000 0
7.3.6 — Formação e promoção do capital humano . . . . . . . . . . . . . . . . . . 597.000 597.000 0
7.3.7 — Estruturas e equipamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 539.060 539.060 0
7.4 — Produtos da Pesca e da Aquicultura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.679.325 1.679.325 0
7.4.1 — Apoio a profissionais da pesca e organizações setoriais . . . . . . . 873.000 873.000 0
7.4.2 — Produção, transformação e comercialização dos produtos da pesca
e da aquicultura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 672.000 672.000 0
7.4.3 — Inovação na aquicultura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 84.325 84.325 0
7.4.4 — Valorização dos subprodutos da pesca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
7.5 — Regimes de Apoio e Assistência Técnica do Mar 2020 . . . . . . . . . . 19.771.440 3.637.440 16.134.000
7.5.1 — Apoio ao investimento no âmbito dos projetos MAR 2020 . . . . . . 19.771.440 3.637.440 16.134.000
7.6 — Gestão e Requalificação da Orla Costeira. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 483.674 483.674 0
7.6.1 — Gestão e requalificação das zonas costeiras . . . . . . . . . . . . . . . . 145.000 145.000 0
7.6.2 — Gestão de zonas balneares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 151.000 151.000 0
7.6.3 — Projeto ABACO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 96.652 96.652 0
7.6.11 — Resposta a intempéries e outras situações extraordinárias . . . . 91.022 91.022 0
7.7 — Monitorização, promoção, fiscalização e ação ambiental marinha 3.088.159 3.088.159 0
7.7.1 — Cooperação institucional, promoção e educação ambiental marinha
e ciência cidadã . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.068 6.068 0
7.7.2 — Programas de monitorização e medidas da Diretiva-Quadro da
Estratégia Marinha e ação ambiental marinha dos parques naturais. . . 47.332 47.332 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 245
Entidade Executora/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
7.7.3 — Infraestruturas e equipamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.068 6.068 0
7.7.4 — Projeto LIFE-IP Azores Natura — componente marinha . . . . . . . 701.624 701.624 0
7.7.7 — Projeto PLASMAR + . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 79.049 79.049 0
7.7.8 — Plano de Gestão da Região Hidrográfica dos Açores — águas
marinhas costeiras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.034 3.034 0
7.7.9 — Projetos MARCET II, INTERTAGUA, IMPLAMAC, OCEANLIT e
SMARTBLUEF . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 117.460 117.460 0
7.7.10 — Projeto LIFE-IP CLIMAZ . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 184.684 184.684 0
7.7.11 — Projeto MSP-OR Advancing Maritime Spatial Planning in Outer-
most Regions . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56.590 56.590 0
7.7.12 — Colmatação de lacunas sobre a caracterização do espaço marí-
timo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.081.250 1.081.250 0
7.7.13 — Estudo hidrodinâmico das condições oceanográficas na costa
norte da Ilha de São Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 350.000 350.000 0
7.7.14 — Ordenamento do Espaço Marítimo Nacional — Açores . . . . . . . 175.000 175.000 0
7.7.15 — Operacionalização do serviço do Parque Marinho dos Açores
(PMA) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 280.000 280.000 0
7.8 — Escola do Mar dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.142.399 1.142.399 0
7.8.1 — Escola do Mar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 282.000 282.000 0
7.8.2 — Infraestruturas complementares EMA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 860.399 860.399 0
Secretaria Regional da Cultura, da Ciência e Transição Digital. . . . . . . . . 18.548.138 16.822.989 1.725.149
8 — Cultura, Ciência e Transição Digital . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18.548.138 16.822.989 1.725.149
8.1 — Dinamização de Atividades Culturais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.734.000 2.734.000 0
8.1.1 — Escolas de formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 130.000 130.000 0
8.1.2 — Edição de obras de cariz cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35.000 35.000 0
8.1.3 — Rede de leitura pública . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40.000 40.000 0
8.1.4 — Banda Lira Açoriana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90.000 90.000 0
8.1.5 — Dinamização cultural. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 390.000 390.000 0
8.1.6 — Arte Contemporânea dos Açores — ArTca . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000 0
8.1.7 — Apoios a atividades de relevante interesse cultural . . . . . . . . . . . 850.000 850.000 0
8.1.8 — Programa de apoios às sociedades recreativas e filarmónicas . . . 200.000 200.000 0
8.1.9 — Audiovisual . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
8.1.10 — Prémios culturais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24.000 24.000 0
8.1.11 — Teatro Micaelense — Centro Cultural e de Congressos, S. A. . . . 650.000 650.000 0
8.1.12 — Desenvolvimento de atividades no âmbito de ações culturais . . . 150.000 150.000 0
8.2 — Defesa e Valorização do Património Arquitetónico e Cultural . . . . . 3.545.080 3.545.080 0
8.2.1 — Aquisição e restauro de bens de valor cultural . . . . . . . . . . . . . . . 245.000 245.000 0
8.2.2 — Inventário do património artístico e cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . 35.000 35.000 0
8.2.3 — Imóveis e conjuntos classificados. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
8.2.4 — Investigação arqueológica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36.860 36.860 0
8.2.5 — Pequenas obras de conservação, manutenção e recuperação dos
museus, bibliotecas e arquivos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.326.184 1.326.184 0
8.2.6 — Salvaguarda do património baleeiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
8.2.7 — Divulgação e sensibilização do património cultural . . . . . . . . . . . 40.000 40.000 0
8.2.8 — Aquisição de conteúdos para bibliotecas e arquivos públicos . . . 35.000 35.000 0
8.2.9 — Aquisição, recuperação e conservação de instalações para enti-
dades culturais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
8.2.10 — Execução do protocolo com a Diocese de Angra . . . . . . . . . . . . 420.000 420.000 0
8.2.11 — Tecnologias da informação e da comunicação no acesso à cultura 10.000 10.000 0
8.2.12 — Assistência técnica e fecho financeiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
8.2.13 — Património arqueológico subaquático. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
8.2.15 — Criação de um atlas do património arquitetónico e cultural . . . . 5.000 5.000 0
8.2.17 — Candidatura a Capital Europeia da Cultura . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000 0
8.2.19 — Reabilitação do património histórico de Santa Maria . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
8.2.20 — Igreja do Colégio dos Jesuítas de Angra do Heroísmo. . . . . . . . 20.000 20.000 0
8.2.21 — Requalificação da Igreja Matriz da Ribeira Grande . . . . . . . . . . 56.025 56.025 0
8.2.24 — EEA Grants Cultura — De Fenais a Fenais: Cultura Matriz do
Desenvolvimento Local. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 371.011 371.011 0
8.2.29 — Vivências Insulares — exposição permanente do Museu Carlos
Machado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000 0
8.2.31 — Protocolo — Recuperação da Igreja do Livramento na Terceira 100.000 100.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 246
Entidade Executora/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
8.3 — Programa de incentivos ao sistema científico e tecnológico dos
Açores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.330.895 4.605.746 1.725.149
8.3.1 — Infraestruturas, projetos e atividades no âmbito das entidades do
SCTA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.886.621 2.886.621 0
8.3.2 — Inovação, capacitação científica e implementação de projetos de
investigação em contexto empresarial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46.525 46.525 0
8.3.3 — Internacionalização da investigação regional . . . . . . . . . . . . . . . . 133.990 133.990 0
8.3.4 — Produção, formação e divulgação científica e tecnológica. . . . . . 215.000 215.000 0
8.3.5 — Contratação de investigadores para o SCTA . . . . . . . . . . . . . . . . 383.659 383.659 0
8.3.6 — Desenvolvimento tripolar da Universidade dos Açores. . . . . . . . . 650.000 650.000 0
8.3.7 — Transferências para o Fundo Regional para a Ciência e Tecnologia 2.015.100 289.951 1.725.149
8.4 — Ações de valorização e promoção da ciência, tecnologia e inovação 302.886 302.886 0
8.4.1 — Eventos de promoção da ciência, tecnologia e inovação. . . . . . . 160.000 160.000 0
8.4.2 — Iniciativas de gestão, operacionalização e monitorização do sistema
científico e tecnológico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
8.4.3 — Centro de divulgação “Museu de História Natural dos Açores” em
Ponta Delgada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
8.4.4 — Rede regional dos laboratórios COVID-19 . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22.886 22.886 0
8.5 — Iniciativas, projetos e infraestruturas de base tecnológica . . . . . . . 1.108.474 1.108.474 0
8.5.1 — Ações promotoras de ecossistemas tecnológicos e digitais . . . . . 30.000 30.000 0
8.5.2 — Implementação de infraestruturas tecnológicas . . . . . . . . . . . . . . 183.200 183.200 0
8.5.3 — Projeto RAEGE — Ilha das Flores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000 0
8.5.4 — Projetos e infraestruturas aeroespaciais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 284.874 284.874 0
8.5.5 — Projeto RAEGE — Santa Maria e outras iniciativas dedicadas ao
Espaço . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 530.400 530.400 0
8.6 — Construção de parques de Ciência e Tecnologia . . . . . . . . . . . . . . 591.600 591.600 0
8.6.1 — Parque de Ciência e Tecnologia da Ilha Terceira . . . . . . . . . . . . . 591.600 591.600 0
8.7 — Ações de Valorização e Promoção da Transição e Transformação
Digital . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.262.377 1.262.377 0
8.7.1 — Atividades de promoção e implementação da transição e transfor-
mação digital. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 895.449 895.449 0
8.7.2 — Iniciativas de gestão, operacionalização e monitorização da tran-
sição e transformação digital . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000 0
8.7.3 — Autonomia digital Açores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 216.928 216.928 0
8.8 — Iniciativas, projetos, ações e infraestruturas para a Transição e Trans-
formação Digital no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência . . 2.672.826 2.672.826 0
8.8.1 — Sistema de incentivo para a transição e transformação digital. . . 24.360 24.360 0
8.8.2 — APR + Serviços mais ágeis. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.749.072 1.749.072 0
8.8.3 — APR + Proativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 899.394 899.394 0
Secretaria Regional do Ambiente e Alterações Climáticas . . . . . . . . . 20.103.249 20.103.249 0
9 — Ambiente, Alterações Climáticas e Território. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.103.249 20.103.249 0
9.1 — Planeamento, Inspeção e Promoção Ambiental . . . . . . . . . . . . . . . 6.135.036 6.135.036 0
9.1.1 — Vigilância ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 500.000 500.000 0
9.1.2 — Cidadania ambiental ativa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 179.250 179.250 0
9.1.3 — Eco freguesia, freguesia limpa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 449.750 449.750 0
9.1.4 — Rede regional de ecotecas, centros ambientais e promoção de
práticas ambientais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 750.000 750.000 0
9.1.7 — Infraestrutura de Dados Espaciais dos Açores (IDE.A) . . . . . . . . 122.374 122.374 0
9.1.8 — Sistemas e infraestruturas de informação e comunicação . . . . . . 209.000 209.000 0
9.1.9 — Licenciamento Único Ambiental Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 58.528 58.528 0
9.1.10 — Projeto LIFE VIDALIA — LIFE17 NAT/PT/000510 . . . . . . . . . . . 220.797 220.797 0
9.1.11 — Projeto LIFE AZORES NATURA — LIFE17 IPE/PT/000010. . . . 1.443.629 1.443.629 0
9.1.12 — Projeto LIFE BEETLES — LIFE18 NAT/PT/000864 . . . . . . . . . . 314.647 314.647 0
9.1.13 — Projeto LIFE IP CLIMAZ — LIFE19 IPC/PT/000004 — Ambiente 1.300.270 1.300.270 0
9.1.14 — Estudos e projetos a programas comunitários . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
9.1.15 — Inspeção Regional do Ambiente (IRA) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
9.1.16 — Projeto LIFE SNAILS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 204.435 204.435 0
9.1.17 — Renovação da exposição do Centro de Monitorização e Investi-
gação das Furnas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 144.856 144.856 0
9.1.18 — Parques naturais de ilha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 177.500 177.500 0
9.1.19 — Abertura do trilho das cascatas na Lomba de São Pedro em São
Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.000 10.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 247
Entidade Executora/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
9.2 — Qualidade Ambiental e Alterações Climáticas . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.463.721 5.463.721 0
9.2.1 — Avaliação e licenciamento ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.500 4.500 0
9.2.2 — Rede de monitorização e plataforma de informação da qualidade
do ar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 229.754 229.754 0
9.2.3 — Monitorização e controlo da infestação por térmitas . . . . . . . . . . 6.000 6.000 0
9.2.4 — PLANCLIMAC — Alterações climáticas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 138.735 138.735 0
9.2.5 — Instalações e equipamento dos centros de processamento de
resíduos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 785 785 0
9.2.6 — Operação dos centros de processamento e boas práticas de gestão
de resíduos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 255.000 255.000 0
9.2.8 — Sistema de depósito de embalagens não reutilizáveis de bebidas
nos Açores — EEA Grants . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 364.233 364.233 0
9.2.9 — Proteção radiológica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.000 5.000 0
9.2.10 — Programa Regional para as Alterações Climáticas. . . . . . . . . . . 5.220 5.220 0
9.2.11 — Alteração do PEPGRA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24.000 24.000 0
9.2.12 — Execução da revisão do regime geral de prevenção e gestão de
resíduos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24.000 24.000 0
9.2.13 — Restruturação dos Centros de Processamento de Resíduos (CPR)
para a realização do processo de compostagem da recolha seletiva de
orgânicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.231.550 2.231.550 0
9.2.14 — Elaboração do Roteiro de economia circular regional . . . . . . . . 250.000 250.000 0
9.2.15 — Roteiro para a neutralidade carbónica dos Açores. . . . . . . . . . . 400.000 400.000 0
9.2.16 — Melhoria do conhecimento da localização e estado de conservação
dos solos orgânicos e turfeiras e monitorização do stock de carbono . . . 1.350.000 1.350.000 0
9.2.18 — Projeto LIFE SNAILS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 149.944 149.944 0
9.2.19 — Implementação de sistemas de pay-as-you-throw — PAYT (Ela-
boração de guia técnico de implementação de sistema PAYT nos Açores,
projetos piloto) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
9.3 — Conservação da Natureza e biodiversidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.499.588 2.499.588 0
9.3.1 — Monitorização e gestão do património natural e da biodiversi-
dade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 180.000 180.000 0
9.3.2 — Parques Naturais de Ilha, Reservas da Biosfera, Geoparque e
Paleoparque . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.000 15.000 0
9.3.3 — Apoios à manutenção de paisagens tradicionais em áreas classi-
ficadas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.850.000 1.850.000 0
9.3.4 — Recuperação de trilhos e infraestruturas de apoio da Fajã de Santo
Cristo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 83.125 83.125 0
9.3.5 — Rede de observação e centros de reabilitação de aves selvagens 13.938 13.938 0
9.3.6 — Projeto LIFE VIDALIA — LIFE17 NAT/PT/000510 . . . . . . . . . . . . 38.961 38.961 0
9.3.7 — Projeto LIFE AZORES NATURA — LIFE17 IPE/PT/000010 . . . . 241.438 241.438 0
9.3.8 — Projeto LIFE BEETLES — LIFE18 NAT/PT/000864 . . . . . . . . . . . 52.126 52.126 0
9.3.12 — Implementação da Convenção CITES nos Açores. . . . . . . . . . . 10.000 10.000 0
9.3.17 — Estudo de impacte ambiental do acesso à Fajã do Fischer na
Terceira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.000 15.000 0
9.4 — Recursos Hídricos e Rede Hidrográfica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.828.880 1.828.880 0
9.4.1 — Monitorização e manutenção da rede hidrográfica. . . . . . . . . . . . 546.660 546.660 0
9.4.2 — Rede de monitorização do ciclo hidrológico . . . . . . . . . . . . . . . . . 206.029 206.029 0
9.4.3 — Monitorização qualitativa das massas de água interiores e de
transição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 177.811 177.811 0
9.4.4 — Monitorização do estado trófico das lagoas . . . . . . . . . . . . . . . . . 71.240 71.240 0
9.4.5 — Controlo da biomassa e dos níveis de nutrientes nas lagoas . . . 400.000 400.000 0
9.4.6 — Projeto MITIMAC Água . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.000 5.000 0
9.4.7 — Instrumentos de planeamento de recursos hídricos . . . . . . . . . . . 304.140 304.140 0
9.4.8 — Requalificação da rede hidrográfica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 118.000 118.000 0
9.5 — Ordenamento e Gestão do Território . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.176.024 4.176.024 0
9.5.1 — Implementação do Sistema de Gestão Territorial . . . . . . . . . . . . . 89.512 89.512 0
9.5.2 — Avaliação de instrumentos de Gestão Territorial. . . . . . . . . . . . . . 5.000 5.000 0
9.5.3 — Revisão e alteração de instrumentos de gestão territorial . . . . . . 117.160 117.160 0
9.5.4 — Implementação de instrumentos de gestão territorial . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
9.5.5 — Prevenção de riscos naturais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 466.114 466.114 0
9.5.6 — Portal do Ordenamento do Território dos Açores . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
9.5.7 — Projeto LIFE CLIMAZ — Território . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 415.202 415.202 0
9.5.8 — Informação geodésica, produção cartográfica . . . . . . . . . . . . . . . 33.000 33.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 248
Entidade Executora/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
9.5.9 — Rede de estações permanentes GNSS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.000 5.000 0
9.5.10 — Sistema de Recolha e Gestão de Informação Cadastral (SiRGIC) 61.869 61.869 0
9.5.11 — Desenvolvimento de condicionantes do Território. . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
9.5.13 — Implementação de sistemas de alerta de cheia em bacias de risco
na Região Autónoma dos Açores para minimização de riscos naturais . . . 700.000 700.000 0
9.5.14 — Elaboração de cartografia de risco para a mitigação e adaptação
das alterações climáticas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.950.000 1.950.000 0
9.5.15 — PLANCLIMAC — ordenamento território . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8.167 8.167 0
Secretaria Regional dos Transportes, Turismo e Energia . . . . . . . . . . 270.178.581 232.690.701 37.487.880
10 — Transportes, Turismo e Energia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 270.178.581 232.690.701 37.487.880
10.1 — Eficiência Energética e energias renováveis . . . . . . . . . . . . . . . . . 39.729.425 39.729.425 0
10.1.1 — Eficiência MAIS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
10.1.2 — Produção e armazenamento de energia limpa . . . . . . . . . . . . . . 39.699.425 39.699.425 0
10.2 — Serviços Energéticos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.550.297 4.550.297 0
10.2.1 — Combustíveis, eletricidade e ascensores . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.272.936 4.272.936 0
10.2.2 — Modernização e desmaterialização de Serviços. . . . . . . . . . . . . 125.000 125.000 0
10.2.3 — Eletrificação da Fajã da Caldeira do Santo Cristo e fajãs adja-
centes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 152.361 152.361 0
10.3 — Mobilidade Elétrica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 576.000 576.000 0
10.3.1 — Mobilidade elétrica, inteligente e sustentável . . . . . . . . . . . . . . . 326.000 326.000 0
10.3.2 — Plano para Mobilidade Elétrica nos Açores, ações de sensibiliza-
ção e divulgação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
10.4 — Politica Energética . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.053.689 1.053.689 0
10.4.1 — Projetos Europeus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.013.689 1.013.689 0
10.4.2 — Combate à pobreza energética. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40.000 40.000 0
10.5 — Promoção e Desenvolvimento Turístico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21.474.300 11.474.300 10.000.000
10.5.1 — Promoção do destino . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.295.540 1.295.540 0
10.5.2 — Incentivos à promoção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17.110.760 7.110.760 10.000.000
10.5.3 — Eventos desportivos de promoção do destino . . . . . . . . . . . . . . 3.068.000 3.068.000 0
10.6 — Sustentabilidade do Destino Turístico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.126.980 2.126.980 0
10.6.1 — Desenvolvimento da política de turismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.961.840 1.961.840 0
10.6.2 — Desenvolvimento do turismo sénior e acessível. . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
10.6.3 — Organização de eventos com repercussão na promoção . . . . . 140.140 140.140 0
10.7 — Qualificação do Destino . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.678.031 2.678.031 0
10.7.1 — Qualificação dos serviços turísticos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 363.733 363.733 0
10.7.2 — Valorização do destino turístico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 663.500 663.500 0
10.7.3 — Incentivos à animação no destino. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 951.000 951.000 0
10.7.4 — Qualificação do turismo natureza — trilhos, mar e ar. . . . . . . . . 457.548 457.548 0
10.7.5 — Qualificação dos recursos termais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 212.250 212.250 0
10.7.6 — Sistemas de Incentivos ao Desenvolvimento Regional — Tu-
rismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
10.8 — Infraestruturas e Equipamentos Portuários e Aeroportuários . . . . 40.302.964 12.815.084 27.487.880
10.8.1 — Porto e marina de Ponta Delgada. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11.225.000 1.765.149 9.459.851
10.8.2 — Porto da Praia da Vitória. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.805.000 653.580 1.151.420
10.8.3 — Porto, marina e baía de Angra do Heroísmo . . . . . . . . . . . . . . . 3.280.000 1.470.527 1.809.473
10.8.4 — Porto, marina e baía da Horta. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 833.230 517.780 315.450
10.8.5 — Porto de S. Roque . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 895.039 660.669 234.370
10.8.6 — Porto e núcleo de recreio náutico de Velas . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000 0
10.8.7 — Porto da Calheta de São Jorge. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 275.000 45.555 229.445
10.8.8 — Porto das Poças das Flores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 327.120 49.068 278.052
10.8.9 — Porto da Casa no Corvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
10.8.10 — Aquisição de diversos equipamentos e outras obras nos portos
e marinas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16.714.065 2.916.746 13.797.319
10.8.11 — Aeroporto da ilha do Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.255.000 2.042.500 212.500
10.8.12 — Aeródromo da ilha de São Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 449.000 449.000 0
10.8.13 — Aeródromo da ilha da Graciosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 688.333 688.333 0
10.8.14 — Aeródromo da ilha das Flores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 232.500 232.500 0
10.8.15 — Aeródromo da ilha do Corvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 119.666 119.666 0
10.8.16 — Porto da Madalena . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 170.000 170.000 0
10.8.17 — Porto e marina de Vila do Porto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 116.011 116.011 0
10.8.18 — Porto da Graciosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 235.000 235.000 0
10.8.19 — Museu da aviação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35.000 35.000 0
10.8.23 — Cais de cruzeiros da Praia da Vitória . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 249
Entidade Executora/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
10.8.26 — Estudo para ampliação da pista do aeroporto da ilha do Faial 393.000 393.000 0
10.9 — Gestão dos Aeródromos Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.500.000 3.500.000 0
10.9.1 — Concessão da exploração dos aeródromos da Região Autónoma
dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.500.000 3.500.000 0
10.10 — Serviço Público de Transporte Aéreo e Marítimo Interilhas . . . . . 109.730.000 109.730.000 0
10.10.1 — Restruturação e concessão do transporte aéreo de passageiros,
carga e correio interilhas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97.700.000 97.700.000 0
10.10.2 — Serviço público de transporte marítimo de passageiros e viaturas
interilhas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.030.000 6.030.000 0
10.10.3 — Aquisição de navios para o transporte de passageiros e viaturas
interilhas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.000.000 6.000.000 0
10.11 — Dinamização dos Transportes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 415.000 415.000 0
10.11.1 — Desenvolvimento de sistemas de apoio à monitorização nos
portos dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60.000 60.000 0
10.11.2 — Plano de Transportes dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 180.000 180.000 0
10.11.5 — Projeto do ordenamento da baía e proteção da orla marítima do
Cais do Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
10.11.6 — Plano de Ordenamento Portuário de Ponta Delgada . . . . . . . . 75.000 75.000 0
10.12 — Coesão Territorial — Transportes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.530.000 6.530.000 0
10.12.1 — Promoção da coesão territorial — transportes . . . . . . . . . . . . . 6.300.000 6.300.000 0
10.12.2 — Apoio ao tráfego local . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
10.12.3 — Aquisição de contentores de frio de 10’ para tráfego local . . . . 130.000 130.000 0
10.13 — Recuperação dos efeitos da intempérie Lorenzo . . . . . . . . . . . . 37.511.895 37.511.895 0
10.13.1 — Intempérie Lorenzo — apoio à recuperação das infraestruturas
e equipamentos portuários e transporte de mercadorias . . . . . . . . . . . . 37.511.895 37.511.895 0
Secretaria Regional da Juventude, Qualificação Profissional e Emprego 106.630.765 40.582.959 66.047.806
11 — Juventude, Emprego, Comércio e Indústria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 106.630.765 40.582.959 66.047.806
11.1 — Juventude. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.678.680 1.678.680 0
11.1.1 — Cidadania e formação dos jovens. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000 0
11.1.2 — Mobilidade dos jovens. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
11.1.3 — Associativismo e voluntariado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200.000 200.000 0
11.1.4 — Empreendedorismo, empregabilidade e ocupação de tempos
livres . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 633.000 633.000 0
11.1.6 — Indústrias criativas e culturais: incentivo à criatividade. . . . . . . . 100.000 100.000 0
11.1.8 — InfoJovem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
11.1.9 — Pousadas da juventude. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.680 80.680 0
11.1.11 — Cartão Interjovem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
11.1.12 — Observatório da Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.000 15.000 0
11.1.13 — Linha de apoio social estudantes ensino superior . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
11.1.14 — e-Associativismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
11.1.15 — Programa de Mobilidade, Ocupação e Orientação Vocacio-
nal — MOOV. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000 0
11.1.16 — Academia Empreendedora — Escola de Líderes . . . . . . . . . . . 75.000 75.000 0
11.2 — Qualificação Profissional e Emprego . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97.108.835 31.133.279 65.975.556
11.2.1 — Formação profissional. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22.372.329 7.289.235 15.083.094
11.2.2 — Programas de estágios profissionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26.827.233 8.705.361 18.121.872
11.2.4 — Adequação tecnológica dos serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 290.000 290.000 0
11.2.5 — Estudos, projetos e cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
11.2.6 — Assistência técnica PO Açores FSE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
11.2.7 — Fórum Regional da Qualificação Profissional. . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
11.2.9 — Programas de apoio à inserção profissional e promoção de pro-
fissões tradicionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16.862.272 6.554.060 10.308.212
11.2.10 — Programas de incentivo à contratação e ao combate da preca-
riedade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28.538.426 6.076.048 22.462.378
11.2.11 — Programas de empreendedorismo regional . . . . . . . . . . . . . . . 1.087.781 1.087.781 0
11.2.12 — Programas de mobilidade laboral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 930.794 930.794 0
11.3 — Comércio e Indústria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.936.000 4.936.000 0
11.3.3 — Dinamização da atividade económica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 336.000 336.000 0
11.3.4 — Acesso aos mercados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.000.000 4.000.000 0
11.3.5 — Apoio à aquisição de produtos açorianos . . . . . . . . . . . . . . . . . . 600.000 600.000 0
11.4 — Apoio ao Desenvolvimento das Empresas Artesanais. . . . . . . . . . 672.250 600.000 72.250
11.4.1 — Competitividade, inovação e qualificação do artesanato . . . . . . 172.250 100.000 72.250
11.4.4 — Artesanato criativo e empreendedor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 250
Entidade Executora/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
11.4.5 — Sistema de Incentivos ao Desenvolvimento do Artesanato . . . . 200.000 200.000 0
11.4.8 — Promoção, comercialização e internacionalização do artesanato 250.000 250.000 0
11.5 — Gestão e Promoção da Marca Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.950.000 1.950.000 0
11.5.1 — Promoção e valorização e internacionalização dos produtos aço-
rianos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.450.000 1.450.000 0
11.5.2 — Promoção da certificação da “Marca Açores” . . . . . . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
11.5.3 — Apoio à estruturação comercial da “Marca Açores” . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
11.6 — Apoio ao Consumidor. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 125.000 125.000 0
11.6.1 — Promover os direitos do consumidor. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 95.000 95.000 0
11.6.3 — Promoção da segurança alimentar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
11.7 — AJEmCIA — Apoio à Juventude, Emprego, Comércio, Indústria e
Artesanato. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 160.000 160.000 0
11.7.1 — Formação, divulgação e apoio ao desenvolvimento . . . . . . . . . . 160.000 160.000 0
Secretaria Regional das Obras Públicas e Comunicações . . . . . . . . . 126.218.813 126.218.813 0
12 — Obras Públicas, Transportes Terrestres e Comunicações . . . . . . . . 126.218.813 126.218.813 0
12.1 — Construção de Estradas Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.164.000 30.164.000 0
12.1.1 — SCUT . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000.000 30.000.000 0
12.1.2 — Melhoria da acessibilidade das Furnas — Povoação . . . . . . . . . 132.000 132.000 0
12.1.4 — Projeto da ligação entre a variante a Rabo de Peixe e a Estrada
Regional n.º 1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12.000 12.000 0
12.1.5 — Projeto para nova variante a Rabo de Peixe . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
12.2 — Reabilitação de Estradas Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.946.224 5.946.224 0
12.2.1 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — Santa
Maria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 128.000 128.000 0
12.2.2 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — São Miguel 381.870 381.870 0
12.2.3 — Reabilitação de estradas regionais na Região Autónoma dos
Açores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40.000 40.000 0
12.2.4 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — Terceira 104.580 104.580 0
12.2.5 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — São Jorge 76.100 76.100 0
12.2.6 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — Graciosa 153.300 153.300 0
12.2.7 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — Pico. . . 101.126 101.126 0
12.2.8 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — Faial . . . 448.000 448.000 0
12.2.9 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — Corvo . . . 21.523 21.523 0
12.2.10 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — Flores 50.000 50.000 0
12.2.11 — Requalificação da rede viária regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 630.000 630.000 0
12.2.12 — Qualificação do parque de máquinas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 868.000 868.000 0
12.2.13 — Calamidades em estradas regionais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000 0
12.2.14 — Intervenção nos circuitos logísticos terrestres da ilha de São
Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.640.000 2.640.000 0
12.2.15 — Intervenção nos circuitos logísticos terrestres da ilha Terceira 25.000 25.000 0
12.2.16 — Modernização de máquinas e viaturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 96.000 96.000 0
12.2.17 — Sinalização horizontal e vertical em estradas regionais . . . . . . 102.725 102.725 0
12.3 — Construção, Ampliação e Remodelação de Edifícios Públicos . . . 1.974.750 1.974.750 0
12.3.1 — Requalificação de espaços públicos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 912.150 912.150 0
12.3.2 — Parques Empresariais e Tecnológicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.062.600 1.062.600 0
12.4 — Integração paisagística de zonas adjacentes às Estradas Regionais 513.109 513.109 0
12.4.1 — Espaços públicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 58.775 58.775 0
12.4.2 — Integração paisagística da rede viária regional . . . . . . . . . . . . . 454.334 454.334 0
12.5 — Recuperação dos efeitos das Intempéries do Lorenzo . . . . . . . . . 2.450.380 2.450.380 0
12.5.4 — SRMP — Intempérie Lorenzo — recuperação de infraestruturas
de pesca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250.380 250.380 0
12.5.5 — SRMP — Intempérie Lorenzo — Recuperação de infraestruturas
de proteção marítima . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.300.000 1.300.000 0
12.5.6 — SRAAC — Intervenção no complexo de infraestruturas de Porto
Pim . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 900.000 900.000 0
12.6 — Execução do Plano de Recuperação e Resiliência . . . . . . . . . . . . 10.527.000 10.527.000 0
12.6.1 — Circuitos logísticos terrestres — São Miguel . . . . . . . . . . . . . . . 6.450.000 6.450.000 0
12.6.2 — Circuitos logísticos terrestres — Terceira . . . . . . . . . . . . . . . . . . 400.000 400.000 0
12.6.3 — Circuitos logísticos terrestres — São Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . 117.000 117.000 0
12.6.4 — Circuitos logísticos terrestres — Santa Maria. . . . . . . . . . . . . . . 310.000 310.000 0
12.6.5 — Circuitos logísticos terrestres — Graciosa . . . . . . . . . . . . . . . . . 300.000 300.000 0
12.6.6 — Circuitos logísticos terrestres — Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 700.000 700.000 0
12.6.7 — Circuitos logísticos terrestres — Faial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.250.000 2.250.000 0
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N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 251
Entidade Executora/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
12.7 — Sistema de Transportes Terrestres e Segurança Rodoviária . . . . 2.310.000 2.310.000 0
12.7.1 — Prestação de serviços de transporte regular de passageiros. . . 2.200.000 2.200.000 0
12.7.2 — Plano integrado de transportes. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 110.000 110.000 0
12.8 — Sistemas de Informação e Infraestruturas de Suporte . . . . . . . . . 5.373.843 5.373.843 0
12.8.1 — Desenvolvimento dos sistemas de informação. . . . . . . . . . . . . . 2.716.714 2.716.714 0
12.8.2 — Melhoria dos sistemas informáticos, suporte ao utilizador e qua-
lidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 341.079 341.079 0
12.8.3 — Azores Cloud . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.886.028 1.886.028 0
12.8.4 — Redes de dados e de comunicações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 430.022 430.022 0
12.9 — Cibersegurança e Segurança da Informação . . . . . . . . . . . . . . . . 2.763.952 2.763.952 0
12.9.1 — Infraestrutura de segurança informática e da segurança da infor-
mação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 371.200 371.200 0
12.9.2 — Cibersegurança e privacidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 316.720 316.720 0
12.9.3 — Azores Cyber_360 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.076.032 2.076.032 0
12.10 — Redes Publicas e Tecnologias de Comunicação . . . . . . . . . . . . . 822.324 822.324 0
12.10.1 — Infraestruturas de acesso à Internet . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 809.332 809.332 0
12.10.3 — Monitorização do setor das telecomunicações e dos serviços
postais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12.992 12.992 0
12.11 — Laboratório Regional de Engenharia Civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.029.922 1.029.922 0
12.11.1 — ID&I — Engenharia civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 454.764 454.764 0
12.11.2 — Infraestruturas e equipamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 133.029 133.029 0
12.11.4 — LREC + Sustentável . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13.920 13.920 0
12.11.6 — Ecocompósitos inteligentes. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46.652 46.652 0
12.11.8 — ReBuild17 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 106.637 106.637 0
12.11.9 — SAFE HARBOUR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 274.920 274.920 0
12.12 — Cooperação com diversas Entidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.665.000 2.665.000 0
12.12.1 — Contratos de cooperação com diversas entidades. . . . . . . . . . 2.500.000 2.500.000 0
12.12.2 — Contratos ARAAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 140.000 140.000 0
12.12.3 — Cooperação com entidades públicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
12.13 — Sensibilização e Divulgação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24.000 24.000 0
12.13.1 — Campanhas de sensibilização e divulgação . . . . . . . . . . . . . . . 24.000 24.000 0
12.14 — Saúde e Segurança no Trabalho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55.680 55.680 0
12.14.1 — Saúde e segurança no trabalho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55.680 55.680 0
12.15 — SRE — Construções Escolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27.698.930 27.698.930 0
12.15.1 — Reparação da EBI da Horta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
12.15.2 — Requalificação das instalações da EBI de Capelas . . . . . . . . . 2.973.570 2.973.570 0
12.15.3 — Requalificação das instalações para o 2.º e 3.º ciclos da EBI de
Rabo de Peixe . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.381.940 10.381.940 0
12.15.4 — Construção de novas instalações para EBI de Arrifes . . . . . . . 10.155.120 10.155.120 0
12.15.5 — Requalificação das instalações da EBI da Lagoa. . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
12.15.6 — Requalificação da Escola Secundária Antero de Quental . . . . 406.000 406.000 0
12.15.10 — Reparação da EBS de Povoação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
12.15.12 — Reparação EBS Santa Maria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.500.000 1.500.000 0
12.15.15 — Reparação do Conservatório Regional de Ponta Delgada . . . 87.000 87.000 0
12.15.19 — Obras na EBS Mouzinho da Silveira. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
12.15.20 — Intervenções diversas em infraestruturas escolares. . . . . . . . 100.000 100.000 0
12.15.27 — Escolas Digitais — Reestruturação da rede existente . . . . . . 485.000 485.000 0
12.15.28 — Escolas Digitais — Instalação de nova rede wireless. . . . . . . 1.200.000 1.200.000 0
12.15.29 — Escolas Digitais — Manutenção e upgrades . . . . . . . . . . . . . 110.300 110.300 0
12.16 — SRE — Reparação das instalações da S.R.E. . . . . . . . . . . . . . . 382.760 382.760 0
12.16.2 — Intervenção no Palácio Bettencourt . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 382.760 382.760 0
12.17 — SRSD — Instalações Desportivas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 725.000 725.000 0
12.17.1 — Modernização das instalações desportivas do parque desportivo
regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 650.000 650.000 0
12.17.3 — Beneficiação do estádio de S. Miguel e zonas circundadas. . . 75.000 75.000 0
12.18 — SRSD — Ampliação e Remodelação de Infraestruturas . . . . . . . 1.738.000 1.738.000 0
12.18.1 — Intervenções no Hospital da Horta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 750.000 750.000 0
12.18.2 — Empreitada de modernização e remodelação do Hospital de
Ponta Delgada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 650.000 650.000 0
12.18.3 — Construção do Laboratório SEEMBO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 68.000 68.000 0
12.18.4 — Construção da Unidade de Saúde da Maia . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
12.18.5 — Construção da Unidade de Saúde de S. Roque e Livramento 200.000 200.000 0
12.18.6 — Construção do novo bloco do Centro de Saúde de Velas . . . . 50.000 50.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 252
Entidade Executora/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
12.19 — SRSD — Beneficiação de Infraestruturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.282.360 4.282.360 0
12.19.1 — Beneficiação de infraestruturas das Unidades de Saúde de Ilha,
COA e Hospitais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 675.000 675.000 0
12.19.3 — Beneficiação de infraestruturas do Centro de Saúde das Lajes
do Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 752.360 752.360 0
12.19.4 — Beneficiação de infraestruturas do Centro de Saúde de Velas 2.505.000 2.505.000 0
12.19.5 — Projeto de requalificação da Unidade de Saúde de ilha do Corvo 100.000 100.000 0
12.19.6 — Requalificação do Centro de Saúde do Nordeste . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
12.20 — SRADR — Infraestruturas públicas de apoio ao sector produtivo 1.276.725 1.276.725 0
12.20.1 — Infraestruturas públicas de apoio ao setor produtivo . . . . . . . . 1.276.725 1.276.725 0
12.21 — SRMP — Infraestruturas de Apoio às Pescas . . . . . . . . . . . . . . . 2.265.400 2.265.400 0
12.21.1 — Melhoria das condições operacionais do porto de pesca das
Poças . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.748.000 1.748.000 0
12.21.2 — Melhoria das condições operacionais e de segurança do porto
de pesca dos Carneiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 162.400 162.400 0
12.21.3 — Construção de infraestruturas de apoio à pesca em São Mateus
na Terceira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
12.21.7 — Projeto de requalificação do porto da folga na Graciosa . . . . . 20.000 20.000 0
12.21.8 — Projeto de requalificação do porto das Ribeiras no Pico . . . . . 15.000 15.000 0
12.21.9 — Projeto de requalificação da Baía de Santa Cruz em São Miguel 20.000 20.000 0
12.21.10 — Requalificação do porto de Vila Franca do Campo em São
Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200.000 200.000 0
12.21.11 — Projeto de proteção da orla costeira e reabilitação urbanística
da Praia Formosa em Santa Maria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
12.21.12 — Projeto de reconversão do portinho da baía de São Lourenço
em Santa Maria. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
12.21.13 — Projeto de ampliação do molhe do porto de São Caetano no
Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.000 10.000 0
12.21.14 — Melhoria das condições de operacionalidade do porto dos
Biscoitos na Terceira. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
12.22 — SRMP — Gestão e Requalificação da Orla Costeira. . . . . . . . . . 6.067.270 6.067.270 0
12.22.1 — Resposta a intempéries e outras situações extraordinárias . . . 150.000 150.000 0
12.22.2 — Proteção da orla costeira junto ao Caminho Municipal Adjacente
ao Campo de Jogos e Santa Catarina — Calheta, São Jorge . . . . . . . . 900.000 900.000 0
12.22.3 — Proteção e estabilização costeira do porto de Santa Iria — São
Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 785.320 785.320 0
12.22.4 — Reforço da proteção costeira na zona das Calhetas, Ribeira
Grande, São Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 915.000 915.000 0
12.22.5 — Proteção costeira na Fajã João Dias em São Jorge. . . . . . . . . 834.040 834.040 0
12.22.6 — Estabilização da falésia adjacente à Vila do Corvo . . . . . . . . . 850.000 850.000 0
12.22.7 — Estabilização e requalificação da orla costeira adjacente à vila
de Santa Cruz das Flores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 267.960 267.960 0
12.22.8 — Requalificação do porto Afonso na Graciosa . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
12.22.11 — Estabilização da zona costeira da Laracha, Santa Maria . . . . 258.000 258.000 0
12.22.14 — Proteção e estabilização da zona costeira na Fajã das Pontas,
São Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
12.22.15 — Requalificação de zonas costeiras e balneares . . . . . . . . . . . 273.750 273.750 0
12.22.19 — Proteção da orla costeira do degredo de Santa Cruz da
Graciosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
12.22.21 — Proteção da orla costeira adjacente à Rua da Areia — Praia
do Almoxarife . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
12.22.22 — Elaboração do projeto para construção do muro de proteção
aos utentes da praia de Porto Pim . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90.000 90.000 0
12.22.23 — Estabilização da zona adjacente ao quartel dos bombeiros da
Calheta de São Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 104.400 104.400 0
12.22.24 — Execução das obras de proteção da Orla Costeira dos
Fenais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63.800 63.800 0
12.22.25 — Requalificação da Foz da Ribeira do Guilherme em São
Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000 0
12.22.26 — Requalificação da orla costeira de Rabo de Peixe em São
Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
12.22.27 — Proteção da orla costeira do Cais Mourato no Pico . . . . . . . . 20.000 20.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 253
Entidade Executora/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
12.22.28 — Reordenamento do espaço envolvente ao porto do Topo em
São Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35.000 35.000 0
12.22.29 — Proteção da orla costeira da Barca no Pico . . . . . . . . . . . . . . 40.000 40.000 0
12.23 — SRCCTD — Construção dos parques de ciência e tecnologia . . 5.000.000 5.000.000 0
12.23.1 — Parque de Ciência e Tecnologia de S. Miguel . . . . . . . . . . . . . 5.000.000 5.000.000 0
12.24 — SRCCTD — Defesa e Valorização do Património Arquitetónico e
Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.138.400 3.138.400 0
12.24.2 — Trinity House — Join cable station: núcleo das comunicações —
Museu da Horta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 394.400 394.400 0
12.24.4 — Museu Carlos Machado: núcleo St. André Reservas visitáveis
e Área expositiva de curta duração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.344.000 2.344.000 0
12.24.14 — Museu do Vinho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
12.24.15 — Requalificação da casa do diretor do aeroporto de Santa Maria 200.000 200.000 0
12.24.16 — Intervenção no Centro de Património Móvel, Imóvel e Arqueo-
lógico de Angra do Heroísmo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
12.25 — SRAAC — Planeamento, Inspeção e Promoção Ambiental . . . . 1.499.126 1.499.126 0
12.25.1 — Centro de Interpretação Ambiental do Algar do Carvão —
Terceira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 727.814 727.814 0
12.25.2 — Requalificação do miradouro da Lagoa do Fogo . . . . . . . . . . . 333.353 333.353 0
12.25.3 — Reinstalação de edifícios afetos à Secretaria Regional do Am-
biente e Alterações Climáticas (SRAAC) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 129.542 129.542 0
12.25.4 — Requalificação de áreas protegidas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60.000 60.000 0
12.25.5 — Empreitada de requalificação dos percursos pedestres da Serra
de Santa Bárbara na ilha Terceira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 228.417 228.417 0
12.25.6 — Centro interpretativo do ilhéu de Vila Franca do Campo em São
Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
12.26 — SRAAC — Conservação da Natureza e biodiversidade . . . . . . . 1.474.247 1.474.247 0
12.26.1 — Circuito Interpretativo da Ponta da Ferraria . . . . . . . . . . . . . . . 831.488 831.488 0
12.26.2 — Intervenção no ordenamento paisagístico da zona da mata da
Lagoa do Congro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 159.640 159.640 0
12.26.3 — Requalificação do Polo de Pedro Miguel do Jardim Botânico do
Faial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70.600 70.600 0
12.26.4 — Requalificação do circuito pedonal e interpretativo incluindo o
do Monte da Guia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 275.160 275.160 0
12.26.5 — Empreitada de reestruturação de zona de lazer das Sete Cida-
des . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 137.359 137.359 0
12.27 — SRAAC — Recursos Hídricos e Rede Hidrográfica. . . . . . . . . . . 2.854.490 2.854.490 0
12.27.1 — Requalificação da rede hidrográfica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.134.459 1.134.459 0
12.27.2 — Estabilização da grota da Lagoinha e ribeiras da zona sudoeste
da ilha Terceira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 842.626 842.626 0
12.27.3 — Construção de vala para recolha e desvio de caudais de grotas no
troço entre a ribeira do Dilúvio e a ribeira da Prainha, em São Caetano . . . 295.000 295.000 0
12.27.4 — Intervenção e planificação dos caudais das ribeiras na ilha
Terceira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 520.000 520.000 0
12.27.5 — Empreitada de encaminhamento de drenagem a montante da
grota da Areia, João Bom da Bretanha — Ilha de São Miguel . . . . . . . . 27.405 27.405 0
12.27.6 — Requalificação das drenagens no porto de pescas do Porto
Formoso em São Miguel. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35.000 35.000 0
12.28 — SRAAC — Centros de processamento de resíduos . . . . . . . . . . 618.921 618.921 0
12.28.1 — Reestruturação dos CPR para realização do projeto de com-
postagem da recolha seletiva de orgânicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 618.921 618.921 0
12.29 — SRTTE — Infraestruturas de apoio às empresas turísticas. . . . . 345.000 345.000 0
12.29.1 — Posto de Turismo Aeroporto de São Miguel . . . . . . . . . . . . . . . 35.000 35.000 0
12.29.2 — Posto de Turismo Aeroporto de Santa Maria . . . . . . . . . . . . . . 35.000 35.000 0
12.29.3 — Construção das infraestruturas de apoio às empresas de ani-
mação marítimo-turísticas na Horta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
12.29.4 — Projeto de ampliação das termas do Carapacho na Graciosa 25.000 25.000 0
12.30 — SRJQPE — Infraestruturas de apoio à qualificação profissional 150.000 150.000 0
12.30.1 — Reabilitação da Escola Profissional das Capelas e Criação do
Centro de Qualificação dos Açores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
12.30.2 — Obras de requalificação da Escola Profissional do Nordeste. . 50.000 50.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 254
Entidade Executora/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
12.31 — SRFPAP — Orçamento participativo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 82.000 82.000 0
12.31.1 — Empreitada de Requalificação das Eiras do Maranhão — ilha
do Corvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 82.000 82.000 0
Total Geral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 955.593.282 781.353.166 174.240.116
Investimento Público 2022
Desagregação por Entidade Proponente
Entidade Investimento Plano Outros fundos
PGR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.858.849 1.858.849 0
VPGR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 59.610.581 59.610.581 0
SRFPAP . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 117.954.937 117.517.187 437750
SRE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55.129.115 54.704.115 425000
SRSD . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63.013.945 63.013.945 0
SRADR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 114.089.201 62.106.670 51982531
SRMP . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48.325.933 32.191.933 16134000
SRCCTD. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26.686.538 24.961.389 1725149
SRAAC . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27.450.033 27.450.033 0
SRTTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 270.523.581 233.035.701 37487880
SRJQPE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 106.780.765 40.732.959 66047806
SROPC. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 64.169.804 64.169.804 0
Total Geral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 955.593.282 781.353.166 174.240.116
Investimento Público 2022
Desagregação por Entidade Proponente
Entidade Proponente/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
Presidência do Governo Regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.858.849 1.858.849 0
1 — Informação, Comunicação e Cooperação Externa . . . . . . . . . . . . . . . 1.858.849 1.858.849 0
1.1 — Apoio aos Media . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 797.500 797.500 0
1.1.1 — Programa de Apoio à Comunicação Social . . . . . . . . . . . . . . . . . 650.000 650.000 0
1.1.2 — Plataforma Eletrónica de Comunicação com o Cidadão . . . . . . . 50.000 50.000 0
1.1.3 — Financiamento de obrigações específicas do serviço público de
notícias e de televisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97.500 97.500 0
1.2 — Jornal Oficial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
1.2.1 — Acesso a bases de dados jurídicos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
1.3 — Coordenação da Atividade Governativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 500.000 500.000 0
1.3.1 — Relações com entidades governamentais externas e com outras
entidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 500.000 500.000 0
1.4 — Relações com o atlântico e territórios de interesse estratégico para
os Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 340.669 340.669 0
1.4.1 — Centralidade Atlântica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16.000 16.000 0
1.4.2 — Formação e mobilidade regional e internacional . . . . . . . . . . . . . 62.000 62.000 0
1.4.3 — HEXAGONE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 148.365 148.365 0
1.4.4 — Ilhas de Inovação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40.310 40.310 0
1.4.5 — INTEGRA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73.994 73.994 0
1.5 — Os Açores no Espaço Europeu . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 170.680 170.680 0
1.5.1 — Relações transnacionais, inter-regionais e com as instituições
europeias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 109.880 109.880 0
1.5.2 — Açores na Europa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56.800 56.800 0
1.5.3 — Promoção dos valores e cidadania europeia . . . . . . . . . . . . . . . . 4.000 4.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 255
Entidade Proponente/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
Vice-Presidência do Governo Regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 59.610.581 59.610.581 0
2 — Solidariedade, Igualdade, Habitação, Poder Local e Comunidades . . . 59.610.581 59.610.581 0
2.1 — Apoio à Infância e Juventude. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.841.540 1.841.540 0
2.1.1 — Criação, melhoramento e apetrechamento de equipamentos sociais
de apoio à infância e juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300.000 300.000 0
2.1.2 — Defesa e Promoção dos Direitos das Crianças e Jovens. . . . . . . 50.000 50.000 0
2.1.3 — Reabilitação, requalificação e ampliação de creches e Centro de
Atividades de Tempos Livres . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 120.000 120.000 0
2.1.4 — Rede de Amas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60.100 60.100 0
2.1.5 — Construção de Creche em Santo António — Associação para o
Desenvolvimento, em Ponta Delgada (São Miguel) . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
2.1.6 — Obras de beneficiação do infantário “O Carrocel” — Associação
dos Funcionários da Administração Regional da Ilha Terceira, em Angra
do Heroísmo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 350.000 350.000 0
2.1.7 — Ampliação da Creche da Maia — Casa do Povo da Maia, na Ribeira
Grande (São Miguel). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
2.1.8 — Adaptação de edifício e aquisição de terreno para apoio à Creche
Coriscolândia — Kairós em Ponta Delgada (São Miguel) . . . . . . . . . . . 70.000 70.000 0
2.1.9 — Construção de Centro de Atividades de Tempos Livres na Can-
delária — Associação de Juventude da Candelária em Ponta Delgada
(São Miguel) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 350.000 350.000 0
2.1.11 — Adaptação de edifício para Centro de Atividades de Tempos Livres
de Santa Maria — Santa Casa da Misericórdia de Vila do Porto (Santa
Maria) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000 0
2.1.12 — Requalificação da Creche “O Girassol” — Centro de Bem Estar
Social da Paróquia de Santa Cruz das Flores (Flores). . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
2.1.13 — Reforço das respostas da rede de creches e CATL entre as fre-
guesias de São Bartolomeu e Altares. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.000 15.000 0
2.1.14 — Criação de pontos de apoio ao estudo para servir crianças e
jovens . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 251.440 251.440 0
2.1.15 — Requalificação da creche e CATL nas Velas — Santa Casa da
Misericórdia das Velas (São Jorge) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.000 15.000 0
2.2 — Apoio à Família, Comunidade e Serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.000.000 5.000.000 0
2.2.1 — Apoio especializado ao desenvolvimento e requalificação da rede
de equipamentos sociais e programas sociais dos Açores . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
2.2.2 — CEDO — Complemento Especial para o Doente Oncológico . . . 600.000 600.000 0
2.2.3 — Apoios para combate à pandemia da doença COVID-19. . . . . . . 400.000 400.000 0
2.2.4 — Requalificação da casa dos doentes deslocados. . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
2.2.5 — Criação, melhoramento e apetrechamento de edifícios e equipa-
mentos de apoio à comunidade e dos serviços da Segurança Social . . . 100.000 100.000 0
2.2.6 — Criação do Centro de Acolhimento da Horta — Santa Casa da
Misericórdia da Horta (Faial). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300.000 300.000 0
2.2.7 — Modernização do parque de viaturas das IPSS e Misericórdias . . . 1.500.000 1.500.000 0
2.2.8 — Construção do Centro Intergeracional de Santo Antão — Centro
Paroquial e Social de Santo Antão na Calheta (São Jorge) . . . . . . . . . . 75.000 75.000 0
2.2.9 — Construção do Edifício Intergeracional da Feteira da Horta —
2.ª Fase — Casa do Povo da Feteira na Horta (Faial) . . . . . . . . . . . . . . 350.000 350.000 0
2.2.11 — Criação do Centro de Acolhimento Temporário na Urzelina — Ins-
tituto de Santa Catarina (São Jorge) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
2.2.12 — Reabilitação do Infantário “Arco-Íris” da Santa Casa da Miseri-
córdia das Lajes do Pico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
2.2.13 — Apoio aos cuidadores informais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 175.000 175.000 0
2.2.14 — Incentivo à Natalidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.200.000 1.200.000 0
2.3 — Apoio aos Públicos com Necessidades Especiais. . . . . . . . . . . . . . 5.150.000 5.150.000 0
2.3.1 — Criação, melhoramento e apetrechamento de equipamentos sociais
de apoio à deficiência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 800.000 800.000 0
2.3.2 — Construção do Centro de Atividades de Tempos Livres Inclusivo e
de Centro de Dia Especializado — Lajes das Flores . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
2.3.3 — Construção do Centro de Atividades Ocupacionais e Lar Residen-
cial — Santa Casa da Misericórdia da Horta (Faial). . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
2.3.4 — Criação do Centro de Atendimento, Acompanhamento e Reabilita-
ção Social para Pessoas com Deficiência e Incapacidade — Santa Casa
da Misericórdia de Angra do Heroísmo (Terceira) . . . . . . . . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 256
Entidade Proponente/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
2.3.5 — Reabilitação de edifício para Centro de Apoio à Deficiência — Au-
rora Social em Ponta Delgada (São Miguel). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 900.000 900.000 0
2.3.6 — Construção do Centro de Paralisia Cerebral de São Miguel . . . . 2.500.000 2.500.000 0
2.3.7 — Construção do Lar Residencial e Centro de Atividades Ocupacionais
na Lagoa — 1.ª Fase — Santa Casa da Misericórdia de Santo António
da Lagoa (São Miguel) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200.000 200.000 0
2.3.8 — Construção do Centro de Atividades Ocupacionais da Zona Norte
de Ponta Delgada — Associação de Desenvolvimento e Promoção de
Santa Bárbara em Ponta Delgada (São Miguel). . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
2.3.9 — Construção do Centro de Atividades Ocupacionais no Pico — Santa
Casa da Misericórdia da Madalena (Pico) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
2.3.10 — Adaptação de imóvel a Lar Residencial em Santa Maria — Santa
Casa da Misericórdia de Vila do Porto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200.000 200.000 0
2.4 — Apoio a Idosos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.418.865 4.418.865 0
2.4.1 — Criação, melhoramento e apetrechamento de equipamentos sociais
de apoio aos idosos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 400.000 400.000 0
2.4.2 — Programa de Incentivos à Iniciativa Privada Lucrativa . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
2.4.3 — Rede de Cuidados Continuados dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . 750.000 750.000 0
2.4.4 — Idosos em casa “Novos Idosos” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.316.365 1.316.365 0
2.4.5 — Criação da Unidade de Cuidados Continuados da Santa Casa da
Misericórdia de Ponta Delgada (São Miguel) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 700.000 700.000 0
2.4.6 — Remodelação e ampliação do Lar de Idosos da Praia da Gracio-
sa — Santa Casa da Misericórdia da Praia da Graciosa (Graciosa) . . . 75.000 75.000 0
2.4.7 — Ampliação e requalificação da Casa de Repouso João Inácio de
Sousa, nas Velas (São Jorge) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 400.000 400.000 0
2.4.8 — Construção do Centro de Convívio de Castelo Branco — Casa do
Povo de Castelo Branco (Faial) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 130.000 130.000 0
2.4.9 — Ampliação e requalificação do Centro de Dia da Conceição — As-
sociação de Pais e Amigos dos Deficientes da Ilha do Faial . . . . . . . . . 47.500 47.500 0
2.4.10 — Reabilitação da Estrutura Residencial para Idosos — Santa Casa
da Misericórdia do Nordeste (São Miguel) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000 0
2.4.11 — Ampliação do Centro de Apoio ao Idoso da Madalena — Santa
Casa da Misericórdia da Madalena (Pico) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000 0
2.4.12 — Reconstrução e ampliação de ERPI para criação de valência de
Centro de Alojamento Temporário em São Roque do Pico — Santa Casa
da Misericórdia de São Roque do Pico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000 0
2.4.15 — Projeto para instalação de valência de cuidados continuados no
Lar D. Pedro V, na Praia da Vitória . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
2.5 — Igualdade de Oportunidades, Inclusão Social e Combate à Pobreza 11.932.500 11.932.500 0
2.5.4 — Projetos de intervenção social vocacionados para públicos desfa-
vorecidos ou em risco de exclusão. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 319.000 319.000 0
2.5.9 — Fundo Regional de Ação Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7.000.000 7.000.000 0
2.5.11 — Propinas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 400.000 400.000 0
2.5.12 — COMPAMID . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.000.000 3.000.000 0
2.5.13 — Sénior Ativo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
2.5.14 — Promoção da inclusão digital . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000 0
2.5.15 — Apoio às entidades empregadoras para valorização de posto de
trabalho para pessoas com deficiência. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000 0
2.5.16 — Formações para partilha de boas práticas e novas competências 24.000 24.000 0
2.5.17 — Adaptação de habitações/espaços públicos e outros espaços de
forma a promover a acessibilidade e inclusão dos cidadãos . . . . . . . . . 232.000 232.000 0
2.5.18 — Formação para reforçar as competências profissionais e sociais
das famílias abrangidas pela ação social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300.000 300.000 0
2.5.19 — Atribuição de bolsas de estudo a estudantes do ensino supe-
rior — Gerações Açores 21. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 412.500 412.500 0
2.6 — Promoção, Reabilitação e Renovação Habitacional . . . . . . . . . . . . 9.228.113 9.228.113 0
2.6.1 — Promoção e apoio à habitação própria e a custos controlados . . 227.511 227.511 0
2.6.2 — Operações urbanísticas e reabilitação de infraestruturas habita-
cionais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.356.364 2.356.364 0
2.6.3 — Reabilitação do parque habitacional da Região . . . . . . . . . . . . . . 1.338.105 1.338.105 0
2.6.4 — Programa “Casa Renovada, Casa Habitada” e combate à infestação
por térmitas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.313.558 4.313.558 0
2.6.5 — Salvaguarda habitacional em zonas de risco . . . . . . . . . . . . . . . . 600.000 600.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 257
Entidade Proponente/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
2.6.6 — Operações de inserção e reintegração social. . . . . . . . . . . . . . . . 292.575 292.575 0
2.6.8 — Recuperação de habitações nos bairros do aeroporto — ilha de
Santa Maria. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
2.7 — Arrendamento Acessível e Cooperação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.261.983 15.261.983 0
2.7.1 — Incentivo e apoio ao arrendamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.965.022 3.965.022 0
2.7.2 — Construção/arrendamento de fogos para arrendamento/subarren-
damento apoiado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8.925.283 8.925.283 0
2.7.3 — Cooperação com autarquias — acordos de colaboração IHRU/
RAA/municípios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.004.597 2.004.597 0
2.7.4 — Condomínios e seguros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 367.081 367.081 0
2.8 — Equipamentos Públicos e Adequação Tecnológica . . . . . . . . . . . . . 389.272 389.272 0
2.8.1 — Reabilitação, conservação e manutenção de instalações . . . . . . 277.852 277.852 0
2.8.2 — Adequação e adaptação tecnológica dos serviços. . . . . . . . . . . . 111.420 111.420 0
2.9 — Recuperação dos efeitos da intempérie Lorenzo . . . . . . . . . . . . . . 1.035.587 1.035.587 0
2.9.1 — Apoio à reabilitação em habitações danificadas pela intempérie 30.587 30.587 0
2.9.2 — Intempérie Lorenzo — apoio à recuperação de infraestruturas e
equipamentos municipais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.005.000 1.005.000 0
2.10 — Cooperação com os Municípios. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.176.400 1.176.400 0
2.10.1 — Cooperação técnica com os municípios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56.400 56.400 0
2.10.2 — Cooperação financeira com os municípios . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.095.000 1.095.000 0
2.10.3 — Eleições . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
2.11 — Cooperação com as Freguesias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 753.000 753.000 0
2.11.1 — Cooperação técnica com as freguesias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 108.000 108.000 0
2.11.2 — Cooperação financeira com as freguesias . . . . . . . . . . . . . . . . . 620.000 620.000 0
2.11.3 — Colaboração técnica e financeira com a Associação de Freguesias
dos Açores (ANAFRE Açores) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
2.12 — Emigrado e Regressado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 57.760 57.760 0
2.12.1 — Projetos/candidaturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.000 3.000 0
2.12.2 — Protocolos de cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 54.760 54.760 0
2.13 — Identidade Cultural e Açorianidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 282.278 282.278 0
2.13.1 — Apoios para a promoção da Açorianidade na RAA e no Mundo 63.200 63.200 0
2.13.3 — Protocolos de cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 110.578 110.578 0
2.13.4 — Projetos/candidaturas sobre a cultura açoriana . . . . . . . . . . . . . 33.500 33.500 0
2.13.6 — Conselho Mundial das Casas dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
2.13.7 — Conselho da Diáspora Açoriana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
2.13.8 — Apoios a seminários e eventos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
2.14 — Imigrado e Interculturalidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45.783 45.783 0
2.14.1 — Integração local dos imigrados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.000 10.000 0
2.14.2 — Protocolos de cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31.350 31.350 0
2.14.3 — Projetos/candidaturas com a integração dos imigrados . . . . . . . 2.888 2.888 0
2.14.4 — Regions for Migrants and Refugees Integration . . . . . . . . . . . . . 1.545 1.545 0
2.15 — Aerogare Civil das Lajes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.937.500 2.937.500 0
2.15.1 — Conservação, manutenção e apetrechamento . . . . . . . . . . . . . . 1.900.000 1.900.000 0
2.15.3 — Reparação e substituição do revestimento da cobertura . . . . . . 267.500 267.500 0
2.15.4 — Equipamentos de rastreio de segurança aeroportuária . . . . . . . 120.000 120.000 0
2.15.5 — Remodelação na área do check-in no 3.º piso e novo sistema de
tratamento de bagagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 330.000 330.000 0
2.15.6 — Projeto de ampliação das salas de embarque e reabilitação do
hangar. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
2.15.7 — Promover angariação de novos fluxos turísticos . . . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
2.15.8 — Centro Interpretativo da Base das Lajes. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
2.16 — Cooperação Institucional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
2.16.1 — Relação institucional com várias entidades e associações . . . . 100.000 100.000 0
Secretaria Regional das Finanças, Planeamento e Administração Pública 117.954.937 117.517.187 437.750
3 — Competitividade Empresarial e Administração Pública. . . . . . . . . . . . 117.872.937 117.435.187 437.750
3.1 — Competitividade Empresarial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 104.436.232 104.436.232 0
3.1.1 — Sistemas de incentivos à competitividade empresarial . . . . . . . . 52.416.232 52.416.232 0
3.1.2 — Fomento do empreendedorismo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200.000 200.000 0
3.1.3 — Instrumentos financeiros. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 51.750.000 51.750.000 0
3.1.4 — Regime de Apoio ao Microcrédito Bancário . . . . . . . . . . . . . . . . . 70.000 70.000 0
3.2 — Emprego e Qualificação Profissional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 170.000 170.000 0
3.2.1 — Formação profissional (CEFAPA) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 170.000 170.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 258
Entidade Proponente/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
3.3 — Modernização e Reestruturação da Administração Pública Regional 3.498.362 3.498.362 0
3.3.1 — Modernização e reforma da Administração Pública Regional . . . 172.820 172.820 0
3.3.2 — Sistema Integrado de Gestão da Administração Regional dos
Açores e promoção da qualidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000 0
3.3.4 — Desmaterialização de processos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70.000 70.000 0
3.3.5 — Rede Integrada de Gestão de Processos na Administração
Pública — Açores/Cabo Verde 2020 (RIGPAP-ACV) — Projeto MAC2-
-5.11A-357 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 195.117 195.117 0
3.3.6 — Central de Serviços Partilhados da Ilha de Santa Maria . . . . . . . 100.000 100.000 0
3.3.7 — Ética e integridade pública . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
3.3.8 — APR + Acessível, Inclusiva e Aberta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.869.019 1.869.019 0
3.3.9 — APR + Apta para o Futuro. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 891.406 891.406 0
3.4 — Eficiência no Serviço Público ao Cidadão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.537.750 1.100.000 437.750
3.4.1 — Rede Integrada de Apoio ao Cidadão. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.537.750 1.100.000 437.750
3.5 — Serviços Sociais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 173.400 173.400 0
3.5.1 — Serviços de apoio aos funcionários públicos . . . . . . . . . . . . . . . . 173.400 173.400 0
3.6 — Estatística . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47.193 47.193 0
3.6.1 — Produção, tratamento e divulgação de informação estatística oficial 32.000 32.000 0
3.6.3 — MEDECOAZUL MAC2/5.11a/232 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.193 15.193 0
3.7 — Planeamento e Finanças . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8.010.000 8.010.000 0
3.7.1 — Gestão, acompanhamento, controlo e avaliação do plano e fundos
estruturais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 450.000 450.000 0
3.7.2 — Património regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 550.000 550.000 0
3.7.3 — Reestruturação do setor público regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
3.7.4 — Coesão regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.400.000 4.400.000 0
3.7.5 — Orçamento Participativo da Região Autónoma dos Açores . . . . . 1.200.000 1.200.000 0
3.7.6 — Novo regime de administração financeira. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.050.000 1.050.000 0
3.7.7 — Orçamento Participativo da Administração Pública Regional . . . . 10.000 10.000 0
3.7.8 — Cooperação com a Autoridade Tributária e Aduaneira . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
12 — Obras Públicas, Transportes Terrestres e Comunicações . . . . . . . . 82.000 82.000 0
12.31 — SRFPAP — Orçamento participativo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 82.000 82.000 0
12.31.1 — Empreitada de Requalificação das Eiras do Maranhão — Ilha
do Corvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 82.000 82.000 0
Secretaria Regional da Educação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55.129.115 54.704.115 425.000
4 — Educação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27.047.425 26.622.425 425.000
4.1 — Construções Escolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 630.000 205.000 425.000
4.1.1 — Beneficiação e reabilitação de instalações escolares, propriedade
da Região Autónoma dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 175.000 175.000 0
4.1.2 — Construção, reparação e remodelação do parque escolar do
1.º ciclo (Decreto Legislativo Regional n.º 32/2002/A, de 8 agosto) . . . 430.000 5.000 425.000
4.1.3 — Assistência técnica e fecho financeiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
4.2 — Equipamentos Escolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 641.254 641.254 0
4.2.1 — Aquisição de equipamentos para a Educação Pré-Escolar e o
Ensino Básico e Secundário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 591.254 591.254 0
4.2.2 — Quiosques eletrónicos escolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
4.3 — Apoio Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.710.000 10.710.000 0
4.3.1 — Apoio social. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.650.000 10.650.000 0
4.3.2 — Atribuição de produtos de apoio para alunos portadores de deficiên-
cia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60.000 60.000 0
4.4 — Apoio às instituições de Ensino Privado e formação . . . . . . . . . . . . 4.200.000 4.200.000 0
4.4.1 — Apoiar as instituições de ensino privado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.150.000 4.150.000 0
4.4.2 — Formação do pessoal docente e não docente . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
4.5 — Escolas Digitais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.889.549 6.889.549 0
4.5.1 — Projetos inerentes à utilização das Tecnologias de Informação e
Comunicação (TIC). . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 641.779 641.779 0
4.5.2 — Sistema de gestão escolar com recurso às novas tecnologias . . 164.420 164.420 0
4.5.3 — Escolas digitais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.083.350 6.083.350 0
4.6 — Projetos pedagógicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.766.622 3.766.622 0
4.6.1 — ProSucesso — Avaliação externa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
4.6.2 — Projetos educativos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 136.622 136.622 0
4.6.3 — Prémio de Mérito de Ingresso no Ensino Superior . . . . . . . . . . . . 600.000 600.000 0
4.6.4 — Programas ocupacionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.500.000 2.500.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 259
Entidade Proponente/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
4.6.5 — Promoção do sucesso educativo e combate ao abandono escolar
precoce . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 500.000 500.000 0
4.7 — Atividade Física Desportiva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 210.000 210.000 0
4.7.1 — Desporto Escolar Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 210.000 210.000 0
12 — Obras Públicas, Transportes Terrestres e Comunicações . . . . . . . . 28.081.690 28.081.690 0
12.15 — SRE — Construções Escolares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27.698.930 27.698.930 0
12.15.1 — Reparação da EBI da Horta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
12.15.2 — Requalificação das instalações da EBI de Capelas . . . . . . . . . 2.973.570 2.973.570 0
12.15.3 — Requalificação das instalações para o 2.º e 3.º ciclos da EBI de
Rabo de Peixe . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.381.940 10.381.940 0
12.15.4 — Construção de novas instalações para EBI de Arrifes . . . . . . . 10.155.120 10.155.120 0
12.15.5 — Requalificação das instalações da EBI da Lagoa. . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
12.15.6 — Requalificação da Escola Secundária Antero de Quental . . . . 406.000 406.000 0
12.15.10 — Reparação da EBS de Povoação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
12.15.12 — Reparação EBS Santa Maria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.500.000 1.500.000 0
12.15.15 — Reparação do Conservatório Regional de Ponta Delgada . . . 87.000 87.000 0
12.15.19 — Obras na EBS Mouzinho da Silveira. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
12.15.20 — Intervenções diversas em infraestruturas escolares. . . . . . . . 100.000 100.000 0
12.15.27 — Escolas Digitais-Reestruturação da rede existente . . . . . . . . 485.000 485.000 0
12.15.28 — Escolas Digitais — Instalação de nova rede wireless. . . . . . . 1.200.000 1.200.000 0
12.15.29 — Escolas Digitais — Manutenção e upgrades . . . . . . . . . . . . . 110.300 110.300 0
12.16 — SRE — Reparação das instalações da S.R.E . . . . . . . . . . . . . . . 382.760 382.760 0
12.16.2 — Intervenção no Palácio Bettencourt . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 382.760 382.760 0
Secretaria Regional da Saúde e Desporto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63.013.945 63.013.945 0
5 — Saúde, Desporto e Proteção Civil. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56.268.585 56.268.585 0
5.1 — Parcerias Público-Privadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11.247.705 11.247.705 0
5.1.1 — Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira, E. P. E.R . . . . . . . . . 11.247.705 11.247.705 0
5.2 — Apetrechamento e Modernização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.946.176 5.946.176 0
5.2.1 — Equipamentos para unidades de saúde de ilha e Centro de Onco-
logia dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.921.176 5.921.176 0
5.2.2 — Conservação e modernização de edifícios . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
5.3 — Apoios e Acordos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 450.000 450.000 0
5.3.1 — Apoios e acordos com instituições . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200.000 200.000 0
5.3.3 — Criação do Centro de Atendimento, Acompanhamento e Reabili-
tação Social para Pessoas com Deficiência e Incapacidade . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
5.4 — Projetos na Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 592.500 592.500 0
5.4.1 — Plano Regional da Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 62.500 62.500 0
5.4.2 — Sistema de qualidade na saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
5.4.3 — Política de promoção da saúde e prevenção da doença — Plano
Nutrição das Escolas — Alimentação Saudável . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
5.4.4 — Saúde mental — estratégia e implementação . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
5.4.5 — Estratégia regional para a prevenção e controlo do cancro . . . . . 175.000 175.000 0
5.4.6 — Programa de Literacia em Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
5.4.7 — Acessibilidades — deslocação de doentes. . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000 0
5.4.8 — Rede de Cuidados Paliativos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
5.4.9 — Plano de Desenvolvimento de Unidades de Geriatria . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
5.5 — Recursos Humanos — Investimento e Planeamento . . . . . . . . . . . 625.000 625.000 0
5.5.1 — Capacitar o SRS de recursos humanos — fixação de profissionais
de saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 500.000 500.000 0
5.5.2 — Estratégia e plano para implementar o enfermeiro de família na
Região Autónoma dos Açores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
5.5.3 — Formação em saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
5.6 — Tecnologias na Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7.944.791 7.944.791 0
5.6.1 — Tecnologias na saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.200.000 1.200.000 0
5.6.2 — Telessaúde (Teleconsulta e telemonitorização) . . . . . . . . . . . . . . 549.195 549.195 0
5.6.3 — Desmaterialização da conferência da faturação. . . . . . . . . . . . . . 149.077 149.077 0
5.6.4 — Melhoria da performance de prestação do Serviço Regional da
Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.773.243 2.773.243 0
5.6.5 — Digitalização do setor da saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.273.276 3.273.276 0
5.7 — Capacitação do sistema de Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.450.000 10.450.000 0
5.7.1 — Retoma e recuperação da atividade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 160.000 160.000 0
5.7.3 — Medidas de combate à COVID-19 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.000.000 6.000.000 0
5.7.4 — Vale Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 260
Entidade Proponente/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
5.7.5 — CIRURGE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.700.000 3.700.000 0
5.7.6 — Capacitar o Serviço Regional de Saúde ao nível dos cuidados
de saúde domiciliários, incluindo cuidados continuados integrados e
paliativos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 340.000 340.000 0
5.8 — Promoção de Estilos de Vida Saudável e Prevenção/Tratamento e
Reinserção dos Comportamentos Aditivos e Dependências . . . . . . . . . 1.150.000 1.150.000 0
5.8.1 — Promoção de estilos de vida saudável e prevenção/tratamento e
reinserção dos comportamentos aditivos e dependências . . . . . . . . . . . 1.150.000 1.150.000 0
5.9 — Desporto Crianças e Jovens . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.076.400 2.076.400 0
5.9.1 — Promoção da literacia motora . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 252.000 252.000 0
5.9.3 — Escalões de formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.558.400 1.558.400 0
5.9.4 — Processos especiais de formação dos jovens praticantes . . . . . . 266.000 266.000 0
5.10 — Atividade Desportiva . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.560.000 4.560.000 0
5.10.1 — Atividade associativa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.086.000 2.086.000 0
5.10.2 — Participação competitiva de clubes. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.250.000 2.250.000 0
5.10.3 — Alto rendimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 224.000 224.000 0
5.11 — Atividade Física . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 203.000 203.000 0
5.11.1 — Promoção da atividade física para a população em geral, incluindo
jovens, adultos e cidadãos com deficiência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 203.000 203.000 0
5.12 — Instalações Desportivas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.331.000 1.331.000 0
5.12.1 — Gestão e funcionamento do parque desportivo regional . . . . . . 955.000 955.000 0
5.12.2 — Acesso generalizado às instalações desportivas escolares e
outras integradas por protocolos no parque desportivo regional . . . . . . 276.000 276.000 0
5.12.3 — Reabilitação do Parque Desportivo Regional . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
5.13 — Iniciativas Transversais às Diferentes Áreas do Desporto. . . . . . . 173.400 173.400 0
5.13.1 — Promoção do desporto e da atividade física. . . . . . . . . . . . . . . . 87.200 87.200 0
5.13.2 — Formação técnica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.200 6.200 0
5.13.3 — Modernização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000 0
5.14 — Equipamentos e Comunicações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.118.000 2.118.000 0
5.14.1 — Viaturas de emergência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 420.000 420.000 0
5.14.2 — Viaturas dos Corpos de Bombeiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.100.000 1.100.000 0
5.14.3 — Equipamentos para o Serviço Regional de Proteção Civil . . . . . 50.000 50.000 0
5.14.4 — Equipamentos para as AHBV . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
5.14.5 — Radiocomunicações do SRPCBA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 448.000 448.000 0
5.15 — Infraestuturas do SRPCBA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 922.863 922.863 0
5.15.1 — Beneficiação e reparação de quartéis das AHBV da Região
Autónoma dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
5.15.2 — Centro de Formação de Proteção Civil. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
5.15.3 — Construção do quartel da AHBV da Povoação . . . . . . . . . . . . . . 206.238 206.238 0
5.15.4 — Construção do quartel da AHBV do Faial . . . . . . . . . . . . . . . . . . 556.625 556.625 0
5.15.7 — Novo quartel da AHBV do Nordeste . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
5.16 — Protocolos e Apoios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.315.750 6.315.750 0
5.16.1 — CIVISA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 300.000 300.000 0
5.16.2 — Apoios aos Transportes Terrestres de Emergência . . . . . . . . . . 5.160.750 5.160.750 0
5.16.3 — Linha Saúde Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 130.000 130.000 0
5.16.4 — Apoios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
5.16.5 — Suporte Imediato Vida . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 585.000 585.000 0
5.16.6 — Pandemia da doença COVID-19 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90.000 90.000 0
5.17 — Formação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 162.000 162.000 0
5.17.1 — Formação dos profissionais do SRPCBA . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.000 10.000 0
5.17.2 — Formação dos profissionais dos Corpos de Bombeiros . . . . . . . 120.000 120.000 0
5.17.3 — Formação à população . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
5.17.4 — Sensibilização . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12.000 12.000 0
12 — Obras Públicas, Transportes Terrestres e Comunicações . . . . . . . . 6.745.360 6.745.360 0
12.17 — SRSD — Instalações Desportivas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 725.000 725.000 0
12.17.1 — Modernização das instalações desportivas do parque desportivo
regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 650.000 650.000 0
12.17.3 — Beneficiação do estádio de S. Miguel e zonas circundadas. . . 75.000 75.000 0
12.18 — SRSD — Ampliação e Remodelação de Infraestruturas . . . . . . . 1.738.000 1.738.000 0
12.18.1 — Intervenções no Hospital da Horta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 750.000 750.000 0
12.18.2 — Empreitada de modernização e remodelação do Hospital de
Ponta Delgada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 650.000 650.000 0
12.18.3 — Construção do Laboratório SEEMBO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 68.000 68.000 0
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N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 261
Entidade Proponente/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
12.18.4 — Construção da Unidade de Saúde da Maia . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
12.18.5 — Construção da Unidade de Saúde de S. Roque e Livramento 200.000 200.000 0
12.18.6 — Construção do novo bloco do Centro de Saúde de Velas . . . . 50.000 50.000 0
12.19 — SRSD — Beneficiação de Infraestruturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.282.360 4.282.360 0
12.19.1 — Beneficiação de infraestruturas das Unidades de Saúde de Ilha,
COA e Hospitais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 675.000 675.000 0
12.19.3 — Beneficiação de infraestruturas do Centro de Saúde das Lajes
do Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 752.360 752.360 0
12.19.4 — Beneficiação de infraestruturas do Centro de Saúde de Velas 2.505.000 2.505.000 0
12.19.5 — Projeto de requalificação da Unidade de Saúde de ilha do Corvo 100.000 100.000 0
12.19.6 — Requalificação do Centro de Saúde do Nordeste . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
Secretaria Regional da Agricultura e do Desenvolvimento Rural . . . . 114.089.201 62.106.670 51.982.531
6 — Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . 112.812.476 60.829.945 51.982.531
6.1 — Investigação, Inovação, Capacitação e Competitividade . . . . . . . . 49.455.710 32.643.331 16.812.379
6.1.1 — Inovação e qualificação das explorações agrícolas . . . . . . . . . . . 11.313.400 3.382.560 7.930.840
6.1.2 — Medidas de apoio às produções locais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13.000.000 13.000.000 0
6.1.3 — Reestruturação financeira das explorações agrícolas e reposição
do seu potencial produtivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 729.748 729.748 0
6.1.4 — Reforma antecipada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.387.500 1.000.000 1.387.500
6.1.5 — Incentivo ao associativismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.886.000 2.886.000 0
6.1.6 — Capacitação dos agricultores e promoção da literacia em produção
e consumo sustentáveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 436.600 436.600 0
6.1.7 — Formação profissional, demonstração, aconselhamento e divulga-
ção agrária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.598.000 1.598.000 0
6.1.8 — Inovação e digitalização da agricultura dos Açores . . . . . . . . . . . 188.800 188.800 0
6.1.9 — Infraestruturas de apoio para a transição digital. . . . . . . . . . . . . . 95.485 95.485 0
6.1.10 — Fileira do Leite, formação dos preços. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14.610 14.610 0
6.1.11 — Dinamização dos mercados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.248.000 5.248.000 0
6.1.12 — Inovação e qualificação da indústria agroalimentar . . . . . . . . . . 8.816.516 1.322.477 7.494.039
6.1.13 — Infraestrutura de apoio à segurança alimentar e saúde animal . . . 370.000 370.000 0
6.1.14 — Acreditação, certificação e gestão dos produtos de qualidade dos
Açores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 498.921 498.921 0
6.1.15 — Operacionalização de políticas de desenvolvimento agrícola e
rural. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.110.000 1.110.000 0
6.1.16 — Potenciar o setor vitivinícola . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35.630 35.630 0
6.1.21 — Agroemprego . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.500 3.500 0
6.1.22 — Valorização da bovinicultura de leite e responsabilidade social na
fileira dos laticínios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 73.000 73.000 0
6.1.23 — Regimes de apoio à reestruturação de empresas . . . . . . . . . . . 650.000 650.000 0
6.2 — Desenvolvimento sustentável, biodiversidade e alterações climáticas 40.240.741 12.163.872 28.076.869
6.2.1 — Agrorruralidade por Ilha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.920 3.920 0
6.2.2 — Agro ambiente, clima e agricultura biológica . . . . . . . . . . . . . . . . 10.600.000 1.590.000 9.010.000
6.2.3 — Segurança alimentar e sanidade animal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.179.059 3.179.059 0
6.2.4 — Melhoramento genético e bem-estar animal. . . . . . . . . . . . . . . . . 518.000 518.000 0
6.2.5 — Bem-estar de animais de companhia e errantes . . . . . . . . . . . . . 259.000 259.000 0
6.2.6 — Sanidade vegetal e proteção de culturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 354.263 301.763 52.500
6.2.7 — SustentAgro — transição ecológica da agricultura . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
6.2.8 — GeoBio Ocidental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.920 3.920 0
6.2.9 — Economia circular na agricultura. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39.200 39.200 0
6.2.10 — Agricultura familiar dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 19.980 19.980 0
6.2.11 — Apoio ao rendimento e resiliência da atividade agrícola . . . . . . . 15.500.000 2.325.000 13.175.000
6.2.12 — Apoio ao desenvolvimento local de base comunitária . . . . . . . . 4.553.298 682.995 3.870.303
6.2.13 — Medidas florestais de desenvolvimento rural . . . . . . . . . . . . . . . 2.316.549 347.483 1.969.066
6.2.14 — Fomento florestal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 262.507 262.507 0
6.2.15 — Promoção do uso múltiplo da floresta. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 587.393 587.393 0
6.2.16 — Life IP Climaz . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 684.593 684.593 0
6.2.17 — Divulgação, promoção e apoio à decisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . 83.320 83.320 0
6.2.18 — Apoio à recuperação de colheitas agrícolas e produção pecuá-
ria — furacão Lorenzo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66.000 66.000 0
6.2.19 — Acompanhamento das intervenções comunitárias . . . . . . . . . . . 738.609 738.609 0
6.2.20 — Apoio à construção de um centro de treino animal para a AFA-
MA — Associação Faialense dos Amigos dos Animais . . . . . . . . . . . . . 3.700 3.700 0
6.2.21 — GeoBio Graciosa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.000 10.000 0
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N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 262
Entidade Proponente/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
6.2.22 — Manutenção do Sistema de Certificação do Perímetro Florestal
e Matas Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 217.930 217.930 0
6.2.23 — Programa de melhoramento florestal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
6.2.24 — Projeto de investigação e desenvolvimento para combate a pragas
em viveiros florestais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.000 6.000 0
6.2.25 — Ações de Requalificação do trilho pedestre do Pico da Vara . . . 38.000 38.000 0
6.2.26 — Produção de espécies cinegéticas para repovoamento . . . . . . . 10.500 10.500 0
6.2.27 — Programa de investigação de espécies cinegéticas nos Açores 25.000 25.000 0
6.2.28 — Jornadas Florestais e Ações de Sensibilização Florestal . . . . . . 40.000 40.000 0
6.3 — Infraestruturas públicas de apoio ao setor produtivo . . . . . . . . . . . . 23.116.025 16.022.742 7.093.283
6.3.1 — Abastecimento de água, caminhos e eletrificação agrícola . . . . . 8.215.207 3.234.395 4.980.812
6.3.2 — Reestruturação fundiária. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 222.000 222.000 0
6.3.3 — Investimento na fileira da carne Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.691.201 2.190.730 1.500.471
6.3.4 — Reestruturação da rede regional de abate e da rede de certificação
da qualidade do leite e segurança alimentar, e promoção de campanha
institucional dos lacticínios dos Açores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.609.500 6.609.500 0
6.3.5 — Caminhos e infraestruturas de base para apoio ao setor florestal
e rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.331.117 3.331.117 0
6.3.6 — Infraestruturas coletivas de apoio à agricultura e ao desenvolvi-
mento rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
6.3.7 — Valorização de infraestruturas de interesse patrimonial e cultural 37.000 37.000 0
6.3.11 — Melhoramento infraestruturas do matadouro de S. Miguel . . . . . 800.000 188.000 612.000
6.3.12 — Património Florestal edificado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 110.000 110.000 0
12 — Obras Públicas, Transportes Terrestres e Comunicações . . . . . . . . 1.276.725 1.276.725 0
12.20 — SRADR — Infraestruturas públicas de apoio ao sector produtivo 1.276.725 1.276.725 0
12.20.1 — Infraestruturas públicas de apoio ao setor produtivo . . . . . . . . 1.276.725 1.276.725 0
Secretaria Regional do Mar e das Pescas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48.325.933 32.191.933 16.134.000
7 — Pescas, Aquicultura e Assuntos do Mar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38.442.883 22.308.883 16.134.000
7.1 — Controlo, Inspeção e Gestão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.269.451 3.269.451 0
7.1.1 — Controlo e inspeção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70.000 70.000 0
7.1.2 — Plano de Ação do Sistema Nacional de Controlo das Pescas:
capacidade inspetiva, formação e sensibilização . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
7.1.3 — Plano de Ação do Sistema Nacional de Controlo das Pescas:
acompanhamento, vigilância e gestão eletrónica . . . . . . . . . . . . . . . . . . 147.251 147.251 0
7.1.4 — Gestão sustentável das pescas e da aquicultura . . . . . . . . . . . . . 1.350.050 1.350.050 0
7.1.5 — Comunicação e ações coletivas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000 0
7.1.6 — Projetos PLASMAR e OCEANLIT. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27.470 27.470 0
7.1.7 — Programa Nacional de Recolha de Dados . . . . . . . . . . . . . . . . . . 485.680 485.680 0
7.1.8 — Cluster do Mar dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.009.000 1.009.000 0
7.2 — Infraestruturas de Apoio às Pescacs . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.944.375 6.944.375 0
7.2.1 — Portos da Região Autónoma dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.975.375 5.975.375 0
7.2.4 — Construção do entreposto frigorífico de Ponta Delgada. . . . . . . . 59.000 59.000 0
7.2.5 — Aquisição de grua para o porto das Poças . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000 0
7.2.6 — Aquisição de grua para o porto de pesca do Calhau, Piedade . . . 65.000 65.000 0
7.2.9 — Contrato Programa de Investimentos com a LOTAÇOR . . . . . . . 765.000 765.000 0
7.3 — FROTA e Recursos Humanos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.064.060 2.064.060 0
7.3.1 — Regime de Apoio à Frota de Pesca Local e Costeira . . . . . . . . . . 480.000 480.000 0
7.3.2 — Regime de Apoio à Motorização de Embarcações de Pesca Local 40.000 40.000 0
7.3.3 — Regime de Apoio à Redução dos Custos da Atividade da Pesca 50.000 50.000 0
7.3.4 — Regime de Apoio à Segurança no Trabalho a Bordo das Embar-
cações da Pesca Local e Costeira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 210.000 210.000 0
7.3.5 — FUNDOPESCA e regime excecional COVID-19. . . . . . . . . . . . . . 148.000 148.000 0
7.3.6 — Formação e promoção do capital humano . . . . . . . . . . . . . . . . . . 597.000 597.000 0
7.3.7 — Estruturas e equipamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 539.060 539.060 0
7.4 — Produtos da Pesca e da Aquicultura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.679.325 1.679.325 0
7.4.1 — Apoio a profissionais da pesca e organizações setoriais . . . . . . . 873.000 873.000 0
7.4.2 — Produção, transformação e comercialização dos produtos da pesca
e da aquicultura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 672.000 672.000 0
7.4.3 — Inovação na aquicultura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 84.325 84.325 0
7.4.4 — Valorização dos subprodutos da pesca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
7.5 — Regimes de Apoio e Assistência Técnica do Mar 2020 . . . . . . . . . . 19.771.440 3.637.440 16.134.000
7.5.1 — Apoio ao investimento no âmbito dos projetos Mar 2020 . . . . . . . 19.771.440 3.637.440 16.134.000
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 263
Entidade Proponente/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
7.6 — Gestão e Requalificação da Orla Costeira. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 483.674 483.674 0
7.6.1 — Gestão e requalificação das zonas costeiras . . . . . . . . . . . . . . . . 145.000 145.000 0
7.6.2 — Gestão de zonas balneares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 151.000 151.000 0
7.6.3 — Projeto ABACO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 96.652 96.652 0
7.6.11 — Resposta a intempéries e outras situações extraordinárias . . . . 91.022 91.022 0
7.7 — Monitorização, promoção, fiscalização e ação ambiental marinha 3.088.159 3.088.159 0
7.7.1 — Cooperação institucional, promoção e educação ambiental marinha
e ciência cidadã . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.068 6.068 0
7.7.2 — Programas de monitorização e medidas da Diretiva-Quadro da
Estratégia Marinha e ação ambiental marinha dos parques naturais. . . 47.332 47.332 0
7.7.3 — Infraestruturas e equipamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.068 6.068 0
7.7.4 — Projeto LIFE-IP Azores Natura — componente marinha . . . . . . . 701.624 701.624 0
7.7.7 — Projeto PLASMAR + . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 79.049 79.049 0
7.7.8 — Plano de Gestão da Região Hidrográfica dos Açores — águas
marinhas costeiras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.034 3.034 0
7.7.9 — Projetos MARCET II, INTERTAGUA, IMPLAMAC, OCEANLIT e
SMARTBLUEF . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 117.460 117.460 0
7.7.10 — Projeto LIFE-IP CLIMAZ . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 184.684 184.684 0
7.7.11 — Projeto MSP-OR Advancing Maritime Spatial Planning in Outer-
most Regions . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56.590 56.590 0
7.7.12 — Colmatação de lacunas sobre a caracterização do espaço marí-
timo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.081.250 1.081.250 0
7.7.13 — Estudo hidrodinâmico das condições oceanográficas na costa
norte da Ilha de São Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 350.000 350.000 0
7.7.14 — Ordenamento do Espaço Marítimo Nacional — Açores . . . . . . . 175.000 175.000 0
7.7.15 — Operacionalização do serviço do Parque Marinho dos Açores
(PMA) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 280.000 280.000 0
7.8 — Escola do Mar dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.142.399 1.142.399 0
7.8.1 — Escola do Mar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 282.000 282.000 0
7.8.2 — Infraestruturas complementares EMA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 860.399 860.399 0
12 — Obras Públicas, Transportes Terrestres e Comunicações . . . . . . . . 9.883.050 9.883.050 0
12.5 — Recuperação dos efeitos das Intepéries do Lorenzo. . . . . . . . . . . 1.550.380 1.550.380 0
12.5.4 — SRMP — Intempérie Lorenzo — recuperação de infraestruturas
de pesca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250.380 250.380 0
12.5.5 — SRMP — Intempérie Lorenzo — Recuperação de infraestruturas
de proteção marítima . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.300.000 1.300.000 0
12.21 — SRMP — Infraestruturas de Apoio às Pescas . . . . . . . . . . . . . . . 2.265.400 2.265.400 0
12.21.1 — Melhoria das condições operacionais do porto de pesca das
Poças . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.748.000 1.748.000 0
12.21.2 — Melhoria das condições operacionais e de segurança do porto
de pesca dos Carneiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 162.400 162.400 0
12.21.3 — Construção de infraestruturas de apoio à pesca em São Mateus
na Terceira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
12.21.7 — Projeto de requalificação do porto da folga na Graciosa . . . . . 20.000 20.000 0
12.21.8 — Projeto de requalificação do porto das Ribeiras no Pico . . . . . 15.000 15.000 0
12.21.9 — Projeto de requalificação da Baía de Santa Cruz em São Miguel 20.000 20.000 0
12.21.10 — Requalificação do porto de Vila Franca do Campo em São
Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200.000 200.000 0
12.21.11 — Projeto de proteção da orla costeira e reabilitação urbanística
da Praia Formosa em Santa Maria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
12.21.12 — Projeto de reconversão do portinho da baía de São Lourenço
em Santa Maria. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
12.21.13 — Projeto de ampliação do molhe do porto de São Caetano no
Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.000 10.000 0
12.21.14 — Melhoria das condições de operacionalidade do porto dos
Biscoitos na Terceira. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
12.22 — SRMP — Gestão e Requalificação da Orla Costeira. . . . . . . . . . 6.067.270 6.067.270 0
12.22.1 — Resposta a intempéries e outras situações extraordinárias . . . 150.000 150.000 0
12.22.2 — Proteção da orla costeira junto ao Caminho Municipal Adjacente
ao Campo de Jogos e Santa Catarina — Calheta, São Jorge . . . . . . . . 900.000 900.000 0
12.22.3 — Proteção e estabilização costeira do porto de Santa Iria — São
Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 785.320 785.320 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 264
Entidade Proponente/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
12.22.4 — Reforço da proteção costeira na zona das Calhetas, Ribeira
Grande, São Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 915.000 915.000 0
12.22.5 — Proteção costeira na Fajã João Dias em São Jorge. . . . . . . . . 834.040 834.040 0
12.22.6 — Estabilização da falésia adjacente à Vila do Corvo . . . . . . . . . 850.000 850.000 0
12.22.7 — Estabilização e requalificação da orla costeira adjacente à vila
de Santa Cruz das Flores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 267.960 267.960 0
12.22.8 — Requalificação do porto Afonso na Graciosa . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
12.22.11 — Estabilização da zona costeira da Laracha, Santa Maria . . . . 258.000 258.000 0
12.22.14 — Proteção e estabilização da zona costeira na Fajã das Pontas,
São Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
12.22.15 — Requalificação de zonas costeiras e balneares . . . . . . . . . . . 273.750 273.750 0
12.22.19 — Proteção da orla costeira do degredo de Santa Cruz da Gra-
ciosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
12.22.21 — Proteção da orla costeira adjacente à Rua da Areia — Praia
do Almoxarife . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
12.22.22 — Elaboração do projeto para construção do muro de proteção
aos utentes da praia de Porto Pim . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90.000 90.000 0
12.22.23 — Estabilização da zona adjacente ao quartel dos bombeiros da
Calheta de São Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 104.400 104.400 0
12.22.24 — Execução das obras de proteção da Orla Costeira dos Fe-
nais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 63.800 63.800 0
12.22.25 — Requalificação da Foz da Ribeira do Guilherme em São Mi-
guel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000 0
12.22.26 — Requalificação da orla costeira de Rabo de Peixe em São
Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
12.22.27 — Proteção da orla costeira do cais Mourato no Pico . . . . . . . . 20.000 20.000 0
12.22.28 — Reordenamento do espaço envolvente ao porto do Topo em
São Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35.000 35.000 0
12.22.29 — Proteção da orla costeira da Barca no Pico . . . . . . . . . . . . . . 40.000 40.000 0
Secretaria Regional da Cultura, da Ciência e Transição Digital . . . . . 26.686.538 24.961.389 1.725.149
8 — Cultura, Ciência e Transição Digital . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18.548.138 16.822.989 1.725.149
8.1 — Dinamização de Atividades Culturais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.734.000 2.734.000 0
8.1.1 — Escolas de formação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 130.000 130.000 0
8.1.2 — Edição de obras de cariz cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35.000 35.000 0
8.1.3 — Rede de leitura pública . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40.000 40.000 0
8.1.4 — Banda Lira Açoriana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90.000 90.000 0
8.1.5 — Dinamização cultural. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 390.000 390.000 0
8.1.6 — Arte Contemporânea dos Açores — ArTca . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000 0
8.1.7 — Apoios a atividades de relevante interesse cultural . . . . . . . . . . . 850.000 850.000 0
8.1.8 — Programa de apoios às sociedades recreativas e filarmónicas . . . 200.000 200.000 0
8.1.9 — Audiovisual . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
8.1.10 — Prémios culturais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24.000 24.000 0
8.1.11 — Teatro Micaelense — Centro Cultural e de Congressos, S. A. . . . 650.000 650.000 0
8.1.12 — Desenvolvimento de atividades no âmbito de ações culturais . . . 150.000 150.000 0
8.2 — Defesa e Valorização do Património Arquitétónico e Cultural . . . . . 3.545.080 3.545.080 0
8.2.1 — Aquisição e restauro de bens de valor cultural . . . . . . . . . . . . . . . 245.000 245.000 0
8.2.2 — Inventário do património artístico e cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . 35.000 35.000 0
8.2.3 — Imóveis e conjuntos classificados. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
8.2.4 — Investigação arqueológica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36.860 36.860 0
8.2.5 — Pequenas obras de conservação, manutenção e recuperação dos
museus, bibliotecas e arquivos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.326.184 1.326.184 0
8.2.6 — Salvaguarda do património baleeiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
8.2.7 — Divulgação e sensibilização do património cultural . . . . . . . . . . . 40.000 40.000 0
8.2.8 — Aquisição de conteúdos para bibliotecas e arquivos públicos . . . 35.000 35.000 0
8.2.9 — Aquisição, recuperação e conservação de instalações para enti-
dades culturais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
8.2.10 — Execução do protocolo com a Diocese de Angra . . . . . . . . . . . . 420.000 420.000 0
8.2.11 — Tecnologias da informação e da comunicação no acesso à cul-
tura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.000 10.000 0
8.2.12 — Assistência técnica e fecho financeiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
8.2.13 — Património arqueológico subaquático. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
8.2.15 — Criação de um atlas do património arquitetónico e cultural . . . . 5.000 5.000 0
8.2.17 — Candidatura a Capital Europeia da Cultura . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 265
Entidade Proponente/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
8.2.19 — Reabilitação do património histórico de Santa Maria . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
8.2.20 — Igreja do Colégio dos Jesuítas de Angra do Heroísmo. . . . . . . . 20.000 20.000 0
8.2.21 — Requalificação da Igreja Matriz da Ribeira Grande . . . . . . . . . . 56.025 56.025 0
8.2.24 — EEA Grants Cultura — De Fenais a Fenais: Cultura Matriz do
Desenvolvimento Local. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 371.011 371.011 0
8.2.29 — Vivências Insulares — exposição permanente do Museu Carlos
Machado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000 0
8.2.31 — Protocolo — Recuperação da Igreja do Livramento na Terceira 100.000 100.000 0
8.3 — Programa de incentivos ao sistema científico e tecnológico dos
Açores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.330.895 4.605.746 1.725.149
8.3.1 — Infraestruturas, projetos e atividades no âmbito das entidades do
SCTA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.886.621 2.886.621 0
8.3.2 — Inovação, capacitação científica e implementação de projetos de
investigação em contexto empresarial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46.525 46.525 0
8.3.3 — Internacionalização da investigação regional . . . . . . . . . . . . . . . . 133.990 133.990 0
8.3.4 — Produção, formação e divulgação científica e tecnológica. . . . . . 215.000 215.000 0
8.3.5 — Contratação de investigadores para o SCTA . . . . . . . . . . . . . . . . 383.659 383.659 0
8.3.6 — Desenvolvimento tripolar da Universidade dos Açores. . . . . . . . . 650.000 650.000 0
8.3.7 — Transferências para o Fundo Regional para a Ciência e Tecnologia 2.015.100 289.951 1.725.149
8.4 — Ações de valorização e promoção da ciência, tecnologia e inovação 302.886 302.886 0
8.4.1 — Eventos de promoção da ciência, tecnologia e inovação. . . . . . . 160.000 160.000 0
8.4.2 — Iniciativas de gestão, operacionalização e monitorização do sistema
científico e tecnológico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
8.4.3 — Centro de divulgação “Museu de História Natural dos Açores” em
Ponta Delgada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
8.4.4 — Rede regional dos laboratórios COVID-19 . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22.886 22.886 0
8.5 — Iniciativas, projetos e infraestruturas de base tecnológica . . . . . . . 1.108.474 1.108.474 0
8.5.1 — Ações promotoras de ecossistemas tecnológicos e digitais . . . . . 30.000 30.000 0
8.5.2 — Implementação de infraestruturas tecnológicas . . . . . . . . . . . . . . 183.200 183.200 0
8.5.3 — Projeto RAEGE — Ilha das Flores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000 0
8.5.4 — Projetos e infraestruturas aeroespaciais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 284.874 284.874 0
8.5.5 — Projeto RAEGE — Santa Maria e outras iniciativas dedicadas ao
Espaço . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 530.400 530.400 0
8.6 — Construção de parques de Ciência e Tecnologia . . . . . . . . . . . . . . 591.600 591.600 0
8.6.1 — Parque de Ciência e Tecnologia da Ilha Terceira . . . . . . . . . . . . . 591.600 591.600 0
8.7 — Ações de Valorização e Promoção da Transição e Transformação
Digital . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.262.377 1.262.377 0
8.7.1 — Atividades de promoção e implementação da transição e transfor-
mação digital. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 895.449 895.449 0
8.7.2 — Iniciativas de gestão, operacionalização e monitorização da tran-
sição e transformação digital . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000 0
8.7.3 — Autonomia digital Açores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 216.928 216.928 0
8.8 — Iniciativas, projetos, ações e infraestruturas para a Transição e Trans-
formação Digital no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência . . . 2.672.826 2.672.826 0
8.8.1 — Sistema de incentivo para a transição e transformação digital . . . 24.360 24.360 0
8.8.2 — APR + Serviços mais ágeis. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.749.072 1.749.072 0
8.8.3 — APR + Proativa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 899.394 899.394 0
12 — Obras Públicas, Transportes Terrestres e Comunicações . . . . . . . . 8.138.400 8.138.400 0
12.23 — SRCCTD — Construção dos parques de ciência e tecnologia . . . 5.000.000 5.000.000 0
12.23.1 — Parque de Ciência e Tecnologia de S. Miguel . . . . . . . . . . . . . 5.000.000 5.000.000 0
12.24 — SRCCTD — Defesa e Valorização do Património Arquitétónico e
Cultural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.138.400 3.138.400 0
12.24.2 — Trinity House — Join cable station: núcleo das comunicações —
Museu da Horta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 394.400 394.400 0
12.24.4 — Museu Carlos Machado: núcleo St. André Reservas visitáveis
e Área expositiva de curta duração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.344.000 2.344.000 0
12.24.14 — Museu do Vinho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
12.24.15 — Requalificação da casa do diretor do aeroporto de Santa Maria 200.000 200.000 0
12.24.16 — Intervenção no Centro de Património Móvel, Imóvel e Arqueo-
lógico de Angra do Heroísmo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
Secretaria Regional do Ambiente e Alterações Climáticas . . . . . . . . . 27.450.033 27.450.033 0
9 — Ambiente, Alterações Climáticas e Território. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.103.249 20.103.249 0
9.1 — Planeamento, Inspeção e Promoção Ambiental . . . . . . . . . . . . . . . 6.135.036 6.135.036 0
9.1.1 — Vigilância ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 500.000 500.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 266
Entidade Proponente/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
9.1.2 — Cidadania ambiental ativa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 179.250 179.250 0
9.1.3 — Eco freguesia, freguesia limpa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 449.750 449.750 0
9.1.4 — Rede regional de ecotecas, centros ambientais e promoção de
práticas ambientais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 750.000 750.000 0
9.1.7 — Infraestrutura de Dados Espaciais dos Açores (IDE.A) . . . . . . . . 122.374 122.374 0
9.1.8 — Sistemas e infraestruturas de informação e comunicação . . . . . . 209.000 209.000 0
9.1.9 — Licenciamento Único Ambiental Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 58.528 58.528 0
9.1.10 — Projeto LIFE VIDALIA — LIFE17 NAT/PT/000510 . . . . . . . . . . . 220.797 220.797 0
9.1.11 — Projeto LIFE AZORES NATURA — LIFE17 IPE/PT/000010. . . . 1.443.629 1.443.629 0
9.1.12 — Projeto LIFE BEETLES — LIFE18 NAT/PT/000864 . . . . . . . . . . 314.647 314.647 0
9.1.13 — Projeto LIFE IP CLIMAZ — LIFE19 IPC/PT/000004 — Ambiente 1.300.270 1.300.270 0
9.1.14 — Estudos e projetos a programas comunitários . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
9.1.15 — Inspeção Regional do Ambiente (IRA) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
9.1.16 — Projeto LIFE SNAILS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 204.435 204.435 0
9.1.17 — Renovação da exposição do Centro de Monitorização e Investi-
gação das Furnas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 144.856 144.856 0
9.1.18 — Parques naturais de ilha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 177.500 177.500 0
9.1.19 — Abertura do trilho das cascatas na Lomba de São Pedro em São
Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10.000 10.000 0
9.2 — Qualidade Ambiental e Alterações Climáticas . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.463.721 5.463.721 0
9.2.1 — Avaliação e licenciamento ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.500 4.500 0
9.2.2 — Rede de monitorização e plataforma de informação da qualidade
do ar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 229.754 229.754 0
9.2.3 — Monitorização e controlo da infestação por térmitas . . . . . . . . . . 6.000 6.000 0
9.2.4 — PLANCLIMAC — Alterações climáticas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 138.735 138.735 0
9.2.5 — Instalações e equipamento dos centros de processamento de
resíduos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 785 785 0
9.2.6 — Operação dos centros de processamento e boas práticas de gestão
de resíduos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 255.000 255.000 0
9.2.8 — Sistema de depósito de embalagens não reutilizáveis de bebidas
nos Açores — EEA Grants . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 364.233 364.233 0
9.2.9 — Proteção radiológica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.000 5.000 0
9.2.10 — Programa Regional para as Alterações Climáticas. . . . . . . . . . . 5.220 5.220 0
9.2.11 — Alteração do PEPGRA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24.000 24.000 0
9.2.12 — Execução da revisão do regime geral de prevenção e gestão de
resíduos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24.000 24.000 0
9.2.13 — Restruturação dos Centros de Processamento de Resíduos (CPR)
para a realização do processo de compostagem da recolha seletiva de
orgânicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.231.550 2.231.550 0
9.2.14 — Elaboração do Roteiro de economia circular regional . . . . . . . . 250.000 250.000 0
9.2.15 — Roteiro para a neutralidade carbónica dos Açores. . . . . . . . . . . 400.000 400.000 0
9.2.16 — Melhoria do conhecimento da localização e estado de conservação
dos solos orgânicos e turfeiras e monitorização do stock de carbono . . . 1.350.000 1.350.000 0
9.2.18 — Projeto LIFE SNAILS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 149.944 149.944 0
9.2.19 — Implementação de sistemas de pay-as-you-throw — PAYT (Ela-
boração de guia técnico de implementação de sistema PAYT nos Açores,
projetos piloto) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
9.3 — Conservação da Natureza e biodiversidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.499.588 2.499.588 0
9.3.1 — Monitorização e gestão do património natural e da biodiversi-
dade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 180.000 180.000 0
9.3.2 — Parques Naturais de Ilha, Reservas da Biosfera, Geoparque e
Paleoparque . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.000 15.000 0
9.3.3 — Apoios à manutenção de paisagens tradicionais em áreas classi-
ficadas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.850.000 1.850.000 0
9.3.4 — Recuperação de trilhos e infraestruturas de apoio da Fajã de Santo
Cristo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 83.125 83.125 0
9.3.5 — Rede de observação e centros de reabilitação de aves selva-
gens . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13.938 13.938 0
9.3.6 — Projeto LIFE VIDALIA — LIFE17 NAT/PT/000510 . . . . . . . . . . . . 38.961 38.961 0
9.3.7 — Projeto LIFE AZORES NATURA — LIFE17 IPE/PT/000010 . . . . 241.438 241.438 0
9.3.8 — Projeto LIFE BEETLES — LIFE18 NAT/PT/000864 . . . . . . . . . . . 52.126 52.126 0
9.3.12 — Implementação da Convenção CITES nos Açores. . . . . . . . . . . 10.000 10.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 267
Entidade Proponente/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
9.3.17 — Estudo de impacte ambiental do acesso à Fajã do Fischer na
Terceira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.000 15.000 0
9.4 — Recursos Hídricos e Rede Hidrográfica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.828.880 1.828.880 0
9.4.1 — Monitorização e manutenção da rede hidrográfica. . . . . . . . . . . . 546.660 546.660 0
9.4.2 — Rede de monitorização do ciclo hidrológico . . . . . . . . . . . . . . . . . 206.029 206.029 0
9.4.3 — Monitorização qualitativa das massas de água interiores e de
transição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 177.811 177.811 0
9.4.4 — Monitorização do estado trófico das lagoas . . . . . . . . . . . . . . . . . 71.240 71.240 0
9.4.5 — Controlo da biomassa e dos níveis de nutrientes nas lagoas . . . 400.000 400.000 0
9.4.6 — Projeto MITIMAC Água . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.000 5.000 0
9.4.7 — Instrumentos de planeamento de recursos hídricos . . . . . . . . . . . 304.140 304.140 0
9.4.8 — Requalificação da rede hidrográfica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 118.000 118.000 0
9.5 — Ordenamento e Gestão do Território . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.176.024 4.176.024 0
9.5.1 — Implementação do Sistema de Gestão Territorial . . . . . . . . . . . . . 89.512 89.512 0
9.5.2 — Avaliação de instrumentos de Gestão Territorial. . . . . . . . . . . . . . 5.000 5.000 0
9.5.3 — Revisão e alteração de instrumentos de gestão territorial . . . . . . 117.160 117.160 0
9.5.4 — Implementação de instrumentos de gestão territorial . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
9.5.5 — Prevenção de riscos naturais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 466.114 466.114 0
9.5.6 — Portal do Ordenamento do Território dos Açores . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
9.5.7 — Projeto LIFE CLIMAZ — Território . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 415.202 415.202 0
9.5.8 — Informação geodésica, produção cartográfica . . . . . . . . . . . . . . . 33.000 33.000 0
9.5.9 — Rede de estações permanentes GNSS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.000 5.000 0
9.5.10 — Sistema de Recolha e Gestão de Informação Cadastral (SiRGIC) 61.869 61.869 0
9.5.11 — Desenvolvimento de condicionantes do Território. . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
9.5.13 — Implementação de sistemas de alerta de cheia em bacias de risco
na Região Autónoma dos Açores para minimização de riscos naturais . . . 700.000 700.000 0
9.5.14 — Elaboração de cartografia de risco para a mitigação e adaptação
das alterações climáticas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.950.000 1.950.000 0
9.5.15 — PLANCLIMAC — ordenamento território . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8.167 8.167 0
12 — Obras Públicas, Transportes Terrestres e Comunicações . . . . . . . . 7.346.784 7.346.784 0
12.5 — Recuperação dos efeitos das Intepéries do Lorenzo. . . . . . . . . . . 900.000 900.000 0
12.5.6 — SRAAC — Intervenção no complexo de infraestruturas de Porto
Pim . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 900.000 900.000 0
12.25 — SRAAC — Planeamento, Inspeção e Promoção Ambiental . . . . 1.499.126 1.499.126 0
12.25.1 — Centro de Interpretação Ambiental do Algar do Carvão —
Terceira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 727.814 727.814 0
12.25.2 — Requalificação do miradouro da Lagoa do Fogo . . . . . . . . . . . 333.353 333.353 0
12.25.3 — Reinstalação de edifícios afetos à Secretaria Regional do Am-
biente e Alterações Climáticas (SRAAC) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 129.542 129.542 0
12.25.4 — Requalificação de áreas protegidas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60.000 60.000 0
12.25.5 — Empreitada de requalificação dos percursos pedestres da Serra
de Santa Bárbara na ilha Terceira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 228.417 228.417 0
12.25.6 — Centro interpretativo do ilhéu de Vila Franca do Campo em São
Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
12.26 — SRAAC — Conservação da Natureza e biodiversidade . . . . . . . 1.474.247 1.474.247 0
12.26.1 — Circuito Interpretativo da Ponta da Ferraria . . . . . . . . . . . . . . . 831.488 831.488 0
12.26.2 — Intervenção no ordenamento paisagístico da zona da mata da
Lagoa do Congro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 159.640 159.640 0
12.26.3 — Requalificação do Polo de Pedro Miguel do Jardim Botânico do
Faial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70.600 70.600 0
12.26.4 — Requalificação do circuito pedonal e interpretativo incluindo o
do Monte da Guia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 275.160 275.160 0
12.26.5 — Empreitada de reestruturação de zona de lazer das Sete Cidades 137.359 137.359 0
12.27 — SRAAC — Recursos Hídricos e Rede Hidrográfica. . . . . . . . . . . 2.854.490 2.854.490 0
12.27.1 — Requalificação da rede hidrográfica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.134.459 1.134.459 0
12.27.2 — Estabilização da grota da Lagoinha e ribeiras da zona sudoeste
da ilha Terceira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 842.626 842.626 0
12.27.3 — Construção de vala para recolha e desvio de caudais de grotas no
troço entre a ribeira do Dilúvio e a ribeira da Prainha, em São Caetano 295.000 295.000 0
12.27.4 — Intervenção e planificação dos caudais das ribeiras na ilha
Terceira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 520.000 520.000 0
12.27.5 — Empreitada de encaminhamento de drenagem a montante da
grota da Areia, João Bom da Bretanha — Ilha de São Miguel . . . . . . . . 27.405 27.405 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 268
Entidade Proponente/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
12.27.6 — Requalificação das drenagens no porto de pescas do Porto
Formoso em São Miguel. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35.000 35.000 0
12.28 — SRAAC — Centros de processamento de resíduos . . . . . . . . . . 618.921 618.921 0
12.28.1 — Reestruturação dos CPR para realização do projeto de com-
postagem da recolha seletiva de orgânicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 618.921 618.921 0
Secretaria Regional dos Transportes, Turismo e Energia . . . . . . . . . . 270.523.581 233.035.701 37.487.880
10 — Transportes, Turismo e Energia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 270.178.581 232.690.701 37.487.880
10.1 — Eficiência Energética e energias renováveis . . . . . . . . . . . . . . . . . 39.729.425 39.729.425 0
10.1.1 — Eficiência MAIS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
10.1.2 — Produção e armazenamento de energia limpa . . . . . . . . . . . . . . 39.699.425 39.699.425 0
10.2 — Serviços Energéticos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.550.297 4.550.297 0
10.2.1 — Combustíveis, eletricidade e ascensores . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.272.936 4.272.936 0
10.2.2 — Modernização e desmaterialização de Serviços. . . . . . . . . . . . . 125.000 125.000 0
10.2.3 — Eletrificação da Fajã da Caldeira do Santo Cristo e fajãs adja-
centes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 152.361 152.361 0
10.3 — Mobilidade Elétrica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 576.000 576.000 0
10.3.1 — Mobilidade elétrica, inteligente e sustentável . . . . . . . . . . . . . . . 326.000 326.000 0
10.3.2 — Plano para Mobilidade Elétrica nos Açores, ações de sensibiliza-
ção e divulgação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
10.4 — Politica Energética . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.053.689 1.053.689 0
10.4.1 — Projetos Europeus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.013.689 1.013.689 0
10.4.2 — Combate à pobreza energética. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40.000 40.000 0
10.5 — Promoção e Desenvolvimento Turístico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21.474.300 11.474.300 10.000.000
10.5.1 — Promoção do destino . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.295.540 1.295.540 0
10.5.2 — Incentivos à promoção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17.110.760 7.110.760 10.000.000
10.5.3 — Eventos desportivos de promoção do destino . . . . . . . . . . . . . . 3.068.000 3.068.000 0
10.6 — Sustentabilidade do Destino Turístico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.126.980 2.126.980 0
10.6.1 — Desenvolvimento da política de turismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.961.840 1.961.840 0
10.6.2 — Desenvolvimento do turismo sénior e acessível. . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
10.6.3 — Organização de eventos com repercussão na promoção . . . . . 140.140 140.140 0
10.7 — Qualificação do Destino . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.678.031 2.678.031 0
10.7.1 — Qualificação dos serviços turísticos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 363.733 363.733 0
10.7.2 — Valorização do destino turístico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 663.500 663.500 0
10.7.3 — Incentivos à animação no destino. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 951.000 951.000 0
10.7.4 — Qualificação do turismo natureza — trilhos, mar e ar. . . . . . . . . 457.548 457.548 0
10.7.5 — Qualificação dos recursos termais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 212.250 212.250 0
10.7.6 — Sistemas de Incentivos ao Desenvolvimento Regional — Tu-
rismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
10.8 — Infraestruturas e Equipamentos Portuários e Aeroportuários . . . . 40.302.964 12.815.084 27.487.880
10.8.1 — Porto e marina de Ponta Delgada. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11.225.000 1.765.149 9.459.851
10.8.2 — Porto da Praia da Vitória. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.805.000 653.580 1.151.420
10.8.3 — Porto, marina e baía de Angra do Heroísmo . . . . . . . . . . . . . . . 3.280.000 1.470.527 1.809.473
10.8.4 — Porto, marina e baía da Horta. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 833.230 517.780 315.450
10.8.5 — Porto de S. Roque . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 895.039 660.669 234.370
10.8.6 — Porto e núcleo de recreio náutico de Velas . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000 0
10.8.7 — Porto da Calheta de São Jorge. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 275.000 45.555 229.445
10.8.8 — Porto das Poças das Flores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 327.120 49.068 278.052
10.8.9 — Porto da Casa no Corvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
10.8.10 — Aquisição de diversos equipamentos e outras obras nos portos
e marinas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16.714.065 2.916.746 13.797.319
10.8.11 — Aeroporto da ilha do Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.255.000 2.042.500 212.500
10.8.12 — Aeródromo da ilha de São Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 449.000 449.000 0
10.8.13 — Aeródromo da ilha da Graciosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 688.333 688.333 0
10.8.14 — Aeródromo da ilha das Flores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 232.500 232.500 0
10.8.15 — Aeródromo da ilha do Corvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 119.666 119.666 0
10.8.16 — Porto da Madalena . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 170.000 170.000 0
10.8.17 — Porto e marina de Vila do Porto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 116.011 116.011 0
10.8.18 — Porto da Graciosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 235.000 235.000 0
10.8.19 — Museu da aviação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35.000 35.000 0
10.8.23 — Cais de cruzeiros da Praia da Vitória . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000 0
10.8.26 — Estudo para ampliação da pista do aeroporto da ilha do Faial 393.000 393.000 0
10.9 — Gestão dos Aeródromos Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.500.000 3.500.000 0
10.9.1 — Concessão da exploração dos aeródromos da Região Autónoma
dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.500.000 3.500.000 0
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Entidade Proponente/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
10.10 — Serviço Público de Transporte Aéreo e Marítimo Interilhas . . . . . 109.730.000 109.730.000 0
10.10.1 — Restruturação e concessão do transporte aéreo de passageiros,
carga e correio interilhas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97.700.000 97.700.000 0
10.10.2 — Serviço público de transporte marítimo de passageiros e viaturas
interilhas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.030.000 6.030.000 0
10.10.3 — Aquisição de navios para o transporte de passageiros e viaturas
interilhas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.000.000 6.000.000 0
10.11 — Dinamização dos Transportes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 415.000 415.000 0
10.11.1 — Desenvolvimento de sistemas de apoio à monitorização nos
portos dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60.000 60.000 0
10.11.2 — Plano de Transportes dos Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 180.000 180.000 0
10.11.5 — Projeto do ordenamento da baía e proteção da orla marítima do
Cais do Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
10.11.6 — Plano de Ordenamento Portuário de Ponta Delgada . . . . . . . . 75.000 75.000 0
10.12 — Coesão Territorial — Transportes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.530.000 6.530.000 0
10.12.1 — Promoção da coesão territorial — transportes . . . . . . . . . . . . . 6.300.000 6.300.000 0
10.12.2 — Apoio ao tráfego local . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
10.12.3 — Aquisição de contentores de frio de 10’ para tráfego local . . . . 130.000 130.000 0
10.13 — Recuperação dos efeitos da intempérie Lorenzo . . . . . . . . . . . . 37.511.895 37.511.895 0
10.13.1 — Intempérie Lorenzo — apoio à recuperação das infraestruturas
e equipamentos portuários e transporte de mercadorias . . . . . . . . . . . . 37.511.895 37.511.895 0
12 — Obras Públicas, Transportes Terrestres e Comunicações . . . . . . . . 345.000 345.000 0
12.29 — SRTTE — Infraestruturas de apoio às empresas turísticas. . . . . 345.000 345.000 0
12.29.1 — Posto de Turismo Aeroporto de São Miguel . . . . . . . . . . . . . . . 35.000 35.000 0
12.29.2 — Posto de Turismo Aeroporto de Santa Maria . . . . . . . . . . . . . . 35.000 35.000 0
12.29.3 — Construção das infraestruturas de apoio às empresas de ani-
mação marítimo-turísticas na Horta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
12.29.4 — Projeto de ampliação das termas do Carapacho na Graciosa 25.000 25.000 0
Secretaria Regional da Juventude, Qualificação Profissional e Emprego 106.780.765 40.732.959 66.047.806
11 — Juventude, Emprego, Comércio e Indústria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 106.630.765 40.582.959 66.047.806
11.1 — Juventude. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.678.680 1.678.680 0
11.1.1 — Cidadania e formação dos jovens. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000 0
11.1.2 — Mobilidade dos jovens. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
11.1.3 — Associativismo e voluntariado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200.000 200.000 0
11.1.4 — Empreendedorismo, empregabilidade e ocupação de tempos
livres . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 633.000 633.000 0
11.1.6 — Indústrias criativas e culturais: incentivo à criatividade. . . . . . . . 100.000 100.000 0
11.1.8 — InfoJovem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
11.1.9 — Pousadas da juventude. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.680 80.680 0
11.1.11 — Cartão Interjovem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
11.1.12 — Observatório da Juventude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15.000 15.000 0
11.1.13 — Linha de apoio social estudantes ensino superior . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
11.1.14 — e-Associativismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
11.1.15 — Programa de Mobilidade, Ocupação e Orientação Vocacio-
nal — MOOV. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75.000 75.000 0
11.1.16 — Academia Empreendedora — Escola de Líderes . . . . . . . . . . . 75.000 75.000 0
11.2 — Qualificação Profissional e Emprego . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97.108.835 31.133.279 65.975.556
11.2.1 — Formação profissional. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22.372.329 7.289.235 15.083.094
11.2.2 — Programas de estágios profissionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26.827.233 8.705.361 18.121.872
11.2.4 — Adequação tecnológica dos serviços . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 290.000 290.000 0
11.2.5 — Estudos, projetos e cooperação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
11.2.6 — Assistência técnica PO Açores FSE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
11.2.7 — Fórum Regional da Qualificação Profissional. . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
11.2.9 — Programas de apoio à inserção profissional e promoção de pro-
fissões tradicionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16.862.272 6.554.060 10.308.212
11.2.10 — Programas de incentivo à contratação e ao combate da preca-
ridade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28.538.426 6.076.048 22.462.378
11.2.11 — Programas de empreendedorismo regional . . . . . . . . . . . . . . . 1.087.781 1.087.781 0
11.2.12 — Programas de mobilidade laboral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 930.794 930.794 0
11.3 — Comércio e Indústria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.936.000 4.936.000 0
11.3.3 — Dinamização da atividade económica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 336.000 336.000 0
11.3.4 — Acesso aos mercados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.000.000 4.000.000 0
11.3.5 — Apoio à aquisição de produtos açorianos . . . . . . . . . . . . . . . . . . 600.000 600.000 0
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Entidade Proponente/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
11.4 — Apoio ao Desenvolvimento das Empresas Artesanais. . . . . . . . . . 672.250 600.000 72.250
11.4.1 — Competitividade, inovação e qualificação do artesanato . . . . . . 172.250 100.000 72.250
11.4.4 — Artesanato criativo e empreendedor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 50.000 0
11.4.5 — Sistema de Incentivos ao Desenvolvimento do Artesanato . . . . 200.000 200.000 0
11.4.8 — Promoção, comercialização e internacionalização do artesanato 250.000 250.000 0
11.5 — Gestão e Promoção da Marca Açores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.950.000 1.950.000 0
11.5.1 — Promoção e valorização e internacionalização dos produtos aço-
rianos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.450.000 1.450.000 0
11.5.2 — Promoção da certificação da “Marca Açores” . . . . . . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
11.5.3 — Apoio à estruturação comercial da “Marca Açores” . . . . . . . . . . 250.000 250.000 0
11.6 — Apoio ao Consumidor. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 125.000 125.000 0
11.6.1 — Promover os direitos do consumidor. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 95.000 95.000 0
11.6.3 — Promoção da segurança alimentar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000 30.000 0
11.7 — AJEmCIA — Apoio à Juventude, Emprego, Comércio, Indústria e
Artesanato. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 160.000 160.000 0
11.7.1 — Formação, divulgação e apoio ao desenvolvimento . . . . . . . . . . 160.000 160.000 0
12 — Obras Públicas, Transportes Terrestres e Comunicações . . . . . . . . 150.000 150.000 0
12.30 — SRJQPE — Infraestruturas de apoio à qualificação profissional 150.000 150.000 0
12.30.1 — Reabilitação da Escola Profissional das Capelas e Criação do
Centro de Qualificação dos Açores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000 0
12.30.2 — Obras de requalificação da Escola Profissional do Nordeste. . 50.000 50.000 0
Secretaria Regional das Obras Públicas e Comunicações . . . . . . . . . 64.169.804 64.169.804 0
12 — Obras Públicas, Transportes Terrestres e Comunicações . . . . . . . . 64.169.804 64.169.804 0
12.1 — Construção de Estradas Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.164.000 30.164.000 0
12.1.1 — SCUT . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.000.000 30.000.000 0
12.1.2 — Melhoria da acessibilidade das Furnas — Povoação . . . . . . . . . 132.000 132.000 0
12.1.4 — Projeto da ligação entre a variante a Rabo de Peixe e a Estrada
Regional n.º 1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12.000 12.000 0
12.1.5 — Projeto para nova variante a Rabo de Peixe . . . . . . . . . . . . . . . 20.000 20.000 0
12.2 — Reabilitação de Estradas Regionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.946.224 5.946.224 0
12.2.1 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — Santa
Maria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 128.000 128.000 0
12.2.2 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — São Miguel 381.870 381.870 0
12.2.3 — Reabilitação de estradas regionais na Região Autónoma dos
Açores. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40.000 40.000 0
12.2.4 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — Terceira 104.580 104.580 0
12.2.5 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — São Jorge 76.100 76.100 0
12.2.6 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — Graciosa 153.300 153.300 0
12.2.7 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — Pico. . . 101.126 101.126 0
12.2.8 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — Faial . . . 448.000 448.000 0
12.2.9 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — Corvo . . . 21.523 21.523 0
12.2.10 — Beneficiação e pavimentação de estradas regionais — Flores 50.000 50.000 0
12.2.11 — Requalificação da rede viária regional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 630.000 630.000 0
12.2.12 — Qualificação do parque de máquinas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 868.000 868.000 0
12.2.13 — Calamidades em estradas regionais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80.000 80.000 0
12.2.14 — Intervenção nos circuitos logísticos terrestres da ilha de São
Miguel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.640.000 2.640.000 0
12.2.15 — Intervenção nos circuitos logísticos terrestres da ilha Terceira 25.000 25.000 0
12.2.16 — Modernização de máquinas e viaturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 96.000 96.000 0
12.2.17 — Sinalização horizontal e vertical em estradas regionais . . . . . . 102.725 102.725 0
12.3 — Construção, Ampliação e Remodelação de Edifícios Públicos . . . 1.974.750 1.974.750 0
12.3.1 — Requalificação de espaços públicos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 912.150 912.150 0
12.3.2 — Parques Empresariais e Tecnológicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.062.600 1.062.600 0
12.4 — Integração paisagística de zonas adjacentes às Estradas Regionais 513.109 513.109 0
12.4.1 — Espaços públicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 58.775 58.775 0
12.4.2 — Integração paisagística da rede viária regional . . . . . . . . . . . . . 454.334 454.334 0
12.6 — Execução do Plano de Recuperação e Resiliência . . . . . . . . . . . . 10.527.000 10.527.000 0
12.6.1 — Circuitos logísticos terrestres — São Miguel . . . . . . . . . . . . . . . 6.450.000 6.450.000 0
12.6.2 — Circuitos logísticos terrestres — Terceira . . . . . . . . . . . . . . . . . . 400.000 400.000 0
12.6.3 — Circuitos logísticos terrestres — São Jorge . . . . . . . . . . . . . . . . 117.000 117.000 0
12.6.4 — Circuitos logísticos terrestres — Santa Maria. . . . . . . . . . . . . . . 310.000 310.000 0
12.6.5 — Circuitos logísticos terrestres — Graciosa . . . . . . . . . . . . . . . . . 300.000 300.000 0
12.6.6 — Circuitos logísticos terrestres — Pico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 700.000 700.000 0
Diário da República, 1.ª série
N.º 3 5 de janeiro de 2022 Pág. 271
Entidade Proponente/Programa/Projeto/Ação Investimento Plano Outros fundos
12.6.7 — Circuitos logísticos terrestres — Faial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.250.000 2.250.000 0
12.7 — Sistema de Transportes Terrestres e Segurança Rodoviária . . . . 2.310.000 2.310.000 0
12.7.1 — Prestação de serviços de transporte regular de passageiros. . . 2.200.000 2.200.000 0
12.7.2 — Plano integrado de transportes. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 110.000 110.000 0
12.8 — Sistemas de Informação e Infraestruturas de Suporte . . . . . . . . . 5.373.843 5.373.843 0
12.8.1 — Desenvolvimento dos sistemas de informação. . . . . . . . . . . . . . 2.716.714 2.716.714 0
12.8.2 — Melhoria dos sistemas informáticos, suporte ao utilizador e qua-
lidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 341.079 341.079 0
12.8.3 — Azores Cloud . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.886.028 1.886.028 0
12.8.4 — Redes de dados e de comunicações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 430.022 430.022 0
12.9 — Cibersegurança e Segurança da Informação . . . . . . . . . . . . . . . . 2.763.952 2.763.952 0
12.9.1 — Infraestrutura de segurança informática e da segurança da infor-
mação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 371.200 371.200 0
12.9.2 — Cibersegurança e privacidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 316.720 316.720 0
12.9.3 — Azores Cyber_360 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.076.032 2.076.032 0
12.10 — Redes Públicas e Tecnologias de Comunicação . . . . . . . . . . . . . 822.324 822.324 0
12.10.1 — Infraestruturas de acesso Internet . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 809.332 809.332 0
12.10.3 — Monitorização do setor das telecomunicações e dos serviços
postais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12.992 12.992 0
12.11 — Laboratório Regional de Engenharia Civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.029.922 1.029.922 0
12.11.1 — ID&I — Engenharia civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 454.764 454.764 0
12.11.2 — Infraestruturas e equipamentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 133.029 133.029 0
12.11.4 — LREC + Sustentável . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13.920 13.920 0
12.11.6 — Ecocompósitos inteligentes. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46.652 46.652 0
12.11.8 — ReBuild17 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 106.637 106.637 0
12.11.9 — SAFE HARBOUR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 274.920 274.920 0
12.12 — Cooperação com diversas Entidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.665.000 2.665.000 0
12.12.1 — Contratos de cooperação com diversas entidades. . . . . . . . . . 2.500.000 2.500.000 0
12.12.2 — Contratos ARAAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 140.000 140.000 0
12.12.3 — Cooperação com entidades públicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25.000 25.000 0
12.13 — Sensibilização e Divulgação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24.000 24.000 0
12.13.1 — Campanhas de sensibilização e divulgação . . . . . . . . . . . . . . . 24.000 24.000 0
12.14 — Saúde e Segurança no Trabalho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55.680 55.680 0
12.14.1 — Saúde e segurança no trabalho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55.680 55.680 0
Total Geral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 955.593.282 781.353.166 174.240.116
N.º 3
Diário da República, 1.ª série
Investimento Público 2022
Desagregação Espacial
Objetivo/Programa/Projeto SMA SMG TER GRA SJO PIC FAI FLO COR NDE RAA
Políticas para a Coesão Social e para a Igual-
dade de Oportunidades . . . . . . . . . . . . . . . . 9.454.189 126.870.342 68.302.412 6.700.705 16.136.004 15.177.786 21.799.518 5.244.207 1.945.557 10.539.988 282.170.708
2 — Solidariedade, Igualdade, Habitação, Poder
Local e Comunidades . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.740.970 23.825.616 12.065.482 1.576.195 3.565.060 3.260.540 2.673.323 1.459.640 158.157 2.897.290 53.222.273
2.1 — Apoio à Infância e Juventude. . . . . . . . . . 80.236 931.344 447.860 15.000 126.000 30.000 211.100 1.841.540
2.2 — Apoio à Família, Comunidade e Serviços 113.007 831.208 572.094 117.563 410.611 316.688 923.762 136.257 33.882 1.544.929 5.000.000
2.3 — Apoio aos Públicos com Necessidades Es-
5 de janeiro de 2022
peciais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200.000 3.945.773 579.624 73.603 100.000 50.000 100.000 101.000 5.150.000
2.4 — Apoio a Idosos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47.635 1.963.373 725.482 125.082 477.528 394.449 408.018 61.144 16.277 199.876 4.418.865
2.5 — Igualdade de Oportunidades, Inclusão So-
cial e Combate à Pobreza . . . . . . . . . . . . . . . 415.354 4.218.366 2.606.435 420.444 840.335 1.088.952 873.996 536.173 92.059 840.385 11.932.500
2.6 — Promoção, Reabilitação e Renovação Ha-
bitacional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 685.743 4.230.319 1.816.318 228.150 1.149.399 952.090 69.936 81.333 14.825 9.228.113
2.7 — Arrendamento Acessível e Cooperação. . 193.652 7.450.600 5.235.385 680.613 592.627 275.791 321.926 511.389 15.261.983
2.8 — Equipamentos Públicos e Adequação Tecno-
lógica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.343 254.632 82.284 4.343 5.957 6.571 25.685 3.343 1.114 389.272
4 — Educação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 383.799 13.074.331 8.286.802 513.273 1.247.362 1.344.042 1.613.571 415.467 168.778 27.047.425
4.1 — Construções Escolares . . . . . . . . . . . . . . 1.273 43.652 566.333 1.273 7.121 5.483 2.956 1.273 636 630.000
4.2 — Equipamentos Escolares . . . . . . . . . . . . . 3.500 236.801 368.453 3.500 6.000 9.000 9.500 3.500 1.000 641.254
4.3 — Apoio Social . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 206.418 5.527.145 2.327.804 243.221 520.991 709.548 933.656 230.874 10.343 10.710.000
4.4 — Apoio às instituições de Ensino Privado e
formação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.553.398 1.181.479 45.379 131.407 64.286 204.201 17.013 2.837 4.200.000
4.5 — Escolas Digitais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 145.750 3.060.750 2.079.799 145.750 437.250 437.250 291.500 145.750 145.750 6.889.549
4.6 — Projetos pedagógicos . . . . . . . . . . . . . . . 26.858 1.652.585 1.552.934 74.150 144.593 118.475 171.758 17.057 8.212 3.766.622
4.7 — Atividade Física Desportiva . . . . . . . . . . . 210.000 210.000
5 — Saúde, Desporto e Proteção Civil . . . . . . 1.152.064 19.858.489 21.503.380 874.087 1.473.672 2.593.369 4.102.932 879.454 179.369 3.651.769 56.268.585
5.1 — Parcerias Público-Privadas . . . . . . . . . . . 11.247.705 11.247.705
5.2 — Apetrechamento e Modernização . . . . . . 3.242.467 1.657.100 777.465 269.144 5.946.176
5.3 — Apoios e Acordos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.495 110.745 297.780 3.400 6.958 11.536 11.918 2.846 321 450.000
5.4 — Projetos na Saúde . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13.670 193.768 95.321 13.274 21.952 29.273 31.378 15.128 3.667 175.071 592.500
5.5 — Recursos Humanos — Investimento e Pla-
neamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 625.000 625.000
5.6 — Tecnologias na Saúde . . . . . . . . . . . . . . . 262.226 2.692.422 1.547.240 275.701 426.789 519.935 567.111 336.597 89.604 1.227.166 7.944.791
Pág. 272
5.7 — Capacitação do sistema de Saúde . . . . . 246.580 5.712.779 2.469.555 186.603 375.237 615.982 663.717 159.974 19.573 10.450.000
N.º 3
Diário da República, 1.ª série
Objetivo/Programa/Projeto SMA SMG TER GRA SJO PIC FAI FLO COR NDE RAA
5.8 — Promoção de Estilos de Vida Saudável e
Prevenção/Tratamento e Reinserção dos Com-
portamentos Aditivos e Dependências . . . . . . 45.302 425.561 243.858 43.850 71.790 88.075 95.181 62.455 11.426 62.502 1.150.000
5.9 — Desporto Crianças e Jovens . . . . . . . . . . 112.466 956.166 457.763 28.316 65.387 191.821 192.642 39.889 5.885 26.065 2.076.400
5.10 — Atividade Desportiva . . . . . . . . . . . . . . . 194.183 1.704.285 1.333.617 193.772 136.944 295.180 559.683 72.680 28.691 40.965 4.560.000
5.11 — Atividade Física . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.441 62.803 26.644 3.172 10.150 17.128 17.128 4.441 2.537 54.556 203.000
5.12 — Instalações Desportivas. . . . . . . . . . . . . 45.977 618.610 308.079 8.800 57.926 76.338 195.319 16.800 3.150 1.331.000
5.13 — Iniciativas Transversais às Diferentes
Áreas do Desporto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11.016 48.732 30.528 10.016 11.172 16.616 18.616 8.892 4.412 13.400 173.400
5.14 — Equipamentos e Comunicações . . . . . . 81.164 546.758 528.630 8.444 87.282 332.352 29.603 77.071 796 425.900 2.118.000
5.15 — Infraestruturas do SRPCBA. . . . . . . . . . 311.238 30.000 25.000 556.625 922.863
5.16 — Protocolos e Apoios . . . . . . . . . . . . . . . . 130.543 3.232.156 1.229.559 98.739 202.085 374.133 386.546 82.681 9.308 570.000 6.315.750
5.17 — Formação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 162.000 162.000
8 — Cultura, Ciência e Transição Digital . . . . 280.000 2.283.800 1.770.100 38.450 39.300 197.421 220.825 120.080 28.700 1.300.404 6.279.080
5 de janeiro de 2022
8.1 — Dinamização de Atividades Culturais. . . . 42.700 1.383.654 365.550 28.300 28.105 127.421 119.490 97.580 22.500 518.700 2.734.000
8.2 — Defesa e Valorização do Património Arqui-
tetónico e Cultural. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 237.300 900.146 1.404.550 10.150 11.195 70.000 101.335 22.500 6.200 781.704 3.545.080
11 — Juventude, Emprego, Comércio e Indús-
tria . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4.116.715 39.333.287 23.620.834 3.615.112 7.126.666 6.547.311 10.311.720 2.193.664 1.197.635 724.570 98.787.515
11.1 — Juventude. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28.350 571.000 348.500 16.220 35.500 40.700 34.350 16.770 12.720 574.570 1.678.680
11.2 — Qualificação Profissional e Emprego . . . 4.088.365 38.762.287 23.272.334 3.598.892 7.091.166 6.506.611 10.277.370 2.176.894 1.184.915 150.000 97.108.835
12 — Obras Públicas, Transportes Terrestres
e Comunicações. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.780.641 28.494.819 1.055.814 83.589 2.683.944 1.235.103 2.877.146 175.902 212.917 1.965.955 40.565.830
12.5 — Recuperação dos efeitos das Intempéries
do Lorenzo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 51.211 481.069 325.664 49.569 81.154 299.943 1.007.596 70.602 12.917 70.655 2.450.380
12.15 — SRE — Construções Escolares. . . . . . 1.500.000 24.153.630 50.000 100.000 1.895.300 27.698.930
12.16 — SRE — Reparação das instalações da
S.R.E. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 382.760 382.760
12.17 — SRSD — Instalações Desportivas . . . . 172.500 65.000 487.500 725.000
12.18 — SRSD — Ampliação e Remodelação de
Infraestruturas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 870.000 68.000 50.000 750.000 1.738.000
12.19 — SRSD — Beneficiação de Infraestrutu-
ras. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29.430 323.620 114.390 34.020 2.552.790 835.160 187.650 105.300 100.000 4.282.360
12.24 — SRCCTD — Defesa e Valorização do
Património Arquitetónico e Cultural . . . . . . . . 200.000 2.344.000 100.000 100.000 394.400 3.138.400
12.30 — SRJQPE — Infraestruturas de apoio à
qualificação profissional . . . . . . . . . . . . . . . . . 150.000 150.000
Um Futuro mais Digital e Ecológico no Seio da
Sociedade do Conhecimento . . . . . . . . . . . 10.017.550 120.658.056 79.530.846 12.444.321 21.301.082 30.875.336 25.563.650 12.786.391 4.384.697 38.759.865 356.321.794
3 — Competitividade Empresarial e Adminis-
tração Pública. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.319.317 34.588.577 31.614.303 5.888.030 4.562.072 5.327.698 8.753.984 4.846.846 1.998.758 3.536.648 104.436.232
Pág. 273
3.1 — Competitividade Empresarial. . . . . . . . . . 3.319.317 34.588.577 31.614.303 5.888.030 4.562.072 5.327.698 8.753.984 4.846.846 1.998.758 3.536.648 104.436.232
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6 — Agricultura, Florestas e Desenvolvimento
Rural . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2.637.670 38.088.556 19.665.246 4.463.166 14.045.676 13.165.627 7.594.949 3.363.177 692.778 9.095.631 112.812.476
6.1 — Investigação, Inovação, Capacitação e
Competitividade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 468.124 20.766.172 11.501.046 2.316.451 2.320.914 4.562.473 3.042.072 830.770 113.889 3.533.798 49.455.710
6.2 — Desenvolvimento sustentável, biodiversi-
dade e alterações climáticas . . . . . . . . . . . . . 1.731.084 9.532.337 5.515.604 1.776.260 5.972.057 7.068.748 4.015.848 2.162.209 538.333 1.928.260 40.240.741
6.3 — Infraestruturas públicas de apoio ao setor
produtivo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 438.462 7.790.048 2.648.596 370.455 5.752.704 1.534.405 537.028 370.197 40.556 3.633.573 23.116.025
7 — Pescas, Aquicultura e Assuntos do Mar 1.704.439 8.893.159 6.285.025 598.101 720.591 7.989.474 5.263.360 1.251.123 105.899 5.148.039 37.959.209
7.1 — Controlo, Inspeção e Gestão . . . . . . . . . . 53.182 499.590 286.278 51.478 84.279 103.397 834.410 73.320 13.413 1.270.104 3.269.451
7.2 — Infraestruturas de Apoio às Pescas . . . . . 358.278 2.204.868 1.216.263 257.151 168.502 1.038.623 454.227 302.586 56.834 887.043 6.944.375
7.3 — FROTA e Recursos Humanos . . . . . . . . . 67.673 309.097 175.589 82.271 48.727 84.208 872.840 17.170 5.590 400.894 2.064.060
7.4 — Produtos da Pesca e da Aquicultura . . . . 47.550 347.687 437.636 47.963 326.008 54.390 42.783 37.699 16.691 320.917 1.679.325
7.5 — Regimes de Apoio e Assistência Técnica do
5 de janeiro de 2022
Mar 2020 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.138.629 5.130.182 3.938.395 118.100 29.394 6.631.276 1.832.083 770.125 0 183.256 19.771.440
7.7 — Monitorização, promoção, fiscalização e
ação ambiental marinha . . . . . . . . . . . . . . . . . 39.127 401.735 230.863 41.137 63.681 77.579 84.618 50.223 13.370 2.085.825 3.088.159
7.8 — Escola do Mar dos Açores . . . . . . . . . . . . 1.142.399 1.142.399
8 — Cultura, Ciência e Transição Digital . . . . 777.305 3.035.295 2.449.854 238.730 282.672 455.605 832.407 298.120 59.166 3.839.904 12.269.058
8.3 — Programa de incentivos ao sistema cientí-
fico e tecnológico dos Açores. . . . . . . . . . . . . 72.919 1.756.541 1.240.264 76.667 118.681 254.583 596.738 93.600 24.917 2.095.985 6.330.895
8.4 — Ações de valorização e promoção da ciên-
cia, tecnologia e inovação . . . . . . . . . . . . . . . 125.000 10.000 22.886 145.000 302.886
8.5 — Iniciativas, projetos e infraestruturas de
base tecnológica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 605.039 26.000 25.000 25.000 80.000 347.435 1.108.474
8.6 — Construção de parques de Ciência e Tec-
nologia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 591.600 591.600
8.7 — Ações de Valorização e Promoção da Tran-
sição e Transformação Digital . . . . . . . . . . . . 3.508 143.724 17.503 36.300 8.008 10.996 5.515 1.500 1.500 1.033.823 1.262.377
8.8 — Iniciativas, projetos, ações e infraestruturas
para a Transição e Transformação Digital no âm-
bito do Plano de Recuperação e Resiliência . . . 95.839 984.030 565.487 100.764 155.983 190.026 207.268 123.020 32.749 217.661 2.672.826
9 — Ambiente, Alterações Climáticas e Território 593.399 1.996.726 822.994 141.458 287.239 2.300.532 398.464 380.708 51.682 13.130.047 20.103.249
9.1 — Planeamento, Inspeção e Promoção Am-
biental. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 88.643 922.946 486.026 104.871 143.334 421.098 302.832 255.466 24.343 3.385.477 6.135.036
9.2 — Qualidade Ambiental e Alterações Climáticas 23.617 361.264 167.861 20.790 36.326 50.414 53.999 25.771 4.395 4.719.284 5.463.721
9.3 — Conservação da Natureza e biodiversidade 32.376 83.125 1.726.225 17.375 640.487 2.499.588
9.4 — Recursos Hídricos e Rede Hidrográfica . . . 450.170 53.004 9.139 17.810 17.810 1.280.947 1.828.880
9.5 — Ordenamento e Gestão do Território . . . . 481.139 262.347 136.732 15.797 24.454 49.791 32.494 64.286 5.134 3.103.852 4.176.024
10 — Transportes, Turismo e Energia . . . . . . 776.483 22.495.969 14.779.701 991.565 1.127.283 518.099 1.864.992 772.458 1.467.463 1.115.397 45.909.411
Pág. 274
10.1 — Eficiência Energética e energias renováveis 637.062 19.087.201 13.411.199 887.098 769.438 179.201 1.504.496 682.388 1.455.944 1.115.397 39.729.425
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Diário da República, 1.ª série
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10.2 — Serviços Energéticos . . . . . . . . . . . . . . . 101.726 2.487.140 998.500 76.222 302.288 247.270 263.029 65.717 8.405 4.550.297
10.3 — Mobilidade Elétrica. . . . . . . . . . . . . . . . . 13.323 325.741 130.774 9.983 19.636 32.385 34.449 8.608 1.101 576.000
10.4 — Politica Energética . . . . . . . . . . . . . . . . . 24.372 595.887 239.228 18.262 35.921 59.243 63.018 15.745 2.013 1.053.689
11 — Juventude, Emprego, Comércio e Indústria 129.405 3.550.000 1.265.000 71.143 232.024 388.167 345.511 106.881 6.511 1.748.607 7.843.250
11.3 — Comércio e Indústria . . . . . . . . . . . . . . . 65.000 2.755.000 935.000 35.250 168.750 303.000 262.500 75.500 336.000 4.936.000
11.4 — Apoio ao Desenvolvimento das Empresas
Artesanais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 33.333 70.000 40.000 10.000 16.667 12.667 5.333 10.667 1.333 472.250 672.250
11.5 — Gestão e Promoção da “Marca Açores” . . . 31.072 725.000 290.000 25.893 46.607 72.500 77.678 20.715 5.178 655.357 1.950.000
11.6 — Apoio ao Consumidor. . . . . . . . . . . . . . . 125.000 125.000
11.7 — AJEmCIA — Apoio à Juventude, Emprego,
Comércio, Indústria e Artesanato . . . . . . . . . . 160.000 160.000
12 — Obras Públicas, Transportes Terrestres
e Comunicações. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 79.532 8.009.774 2.648.722 52.128 43.524 730.136 509.983 1.767.077 2.440 1.145.592 14.988.909
5 de janeiro de 2022
12.20 — SRADR — Infraestruturas públicas de
apoio ao setor produtivo. . . . . . . . . . . . . . . . . 29.532 722.018 289.865 22.128 43.524 71.782 76.357 19.077 2.440 1.276.725
12.21 — SRMP — Infraestruturas de Apoio às
Pescas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50.000 382.400 40.000 20.000 25.000 1.748.000 2.265.400
12.23 — SRCCTD — Construção dos parques de
ciência e tecnologia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5.000.000 5.000.000
12.25 — SRAAC — Planeamento, Inspeção e
Promoção Ambiental . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 403.353 956.231 10.000 129.542 1.499.126
12.26 — SRAAC — Conservação da Natureza e
biodiversidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.128.487 345.760 1.474.247
12.27 — SRAAC — Recursos Hídricos e Rede
Hidrográfica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 373.515 1.362.626 633.354 87.866 397.129 2.854.490
12.28 — SRAAC — Centros de processamento
de resíduos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 618.921 618.921
Uma Governação ao Serviço das Pessoas,
Próxima e Transparente. . . . . . . . . . . . . . . . 1.221.600 49.817.106 6.277.031 1.139.073 1.293.714 2.516.309 4.465.204 913.236 333.367 14.024.356 82.000.996
1 — Informação, Comunicação e Cooperação
Externa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30.993 759.990 303.188 22.908 47.163 79.503 82.195 18.865 2.695 1.347.500
1.1 — Apoio aos Media . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18.343 449.790 179.438 13.558 27.913 47.053 48.645 11.165 1.595 797.500
1.2 — Jornal Oficial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.150 28.200 11.250 850 1.750 2.950 3.050 700 100 50.000
1.3 — Coordenação da Atividade Governativa . 11.500 282.000 112.500 8.500 17.500 29.500 30.500 7.000 1.000 500.000
2 — Solidariedade, Igualdade, Habitação, Poder
Local e Comunidades . . . . . . . . . . . . . . . . . 47.983 488.380 550.726 45.885 185.650 469.313 340.802 98.168 11.681 726.400 2.964.987
2.9 — Recuperação dos efeitos da intempérie
Lorenzo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 278.208 109.909 374.813 238.806 33.850 1.035.587
2.10 — Cooperação com os Municípios. . . . . . . 45.480 427.231 248.049 44.021 72.072 88.420 95.555 62.700 11.471 81.400 1.176.400
Pág. 275
2.11 — Cooperação com as Freguesias . . . . . . 2.502 61.149 24.469 1.863 3.669 6.080 6.440 1.617 210 645.000 753.000
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Diário da República, 1.ª série
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3 — Competitividade Empresarial e Adminis-
tração Pública. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 298.046 2.897.594 1.304.602 205.592 253.033 319.368 451.006 202.439 111.660 7.393.365 13.436.705
3.2 — Emprego e Qualificação Profissional. . . . 68.000 68.000 34.000 170.000
3.3 — Modernização e Reestruturação da Admi-
nistração Pública Regional. . . . . . . . . . . . . . . 111.682 119.943 138.927 12.282 19.013 23.162 25.264 14.995 3.992 3.029.103 3.498.362
3.4 — Eficiência no Serviço Público ao Cidadão 92.265 399.815 461.325 98.416 92.265 116.869 116.869 86.114 73.812 1.537.750
3.5 — Serviços Sociais. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 173.400 173.400
3.6 — Estatística . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.000 41.193 3.000 47.193
3.7 — Planeamento e Finanças . . . . . . . . . . . . . 94.099 2.306.836 595.157 94.894 141.756 179.337 271.873 101.330 33.856 4.190.862 8.010.000
12 — Obras Públicas, Transportes Terrestres
e Comunicações. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 844.579 45.671.142 4.118.515 864.687 807.868 1.648.125 3.591.201 593.764 207.331 5.904.591 64.251.804
12.1 — Construção de Estradas Regionais . . . . 30.164.000 30.164.000
12.2 — Reabilitação de Estradas Regionais . . . 187.698 3.959.569 305.995 212.998 137.798 168.824 524.163 103.314 27.139 318.725 5.946.224
12.3 — Construção, Ampliação e Remodelação
5 de janeiro de 2022
de Edifícios Públicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35.900 337.500 1.256.000 34.800 56.900 69.800 75.500 49.500 9.100 49.750 1.974.750
12.4 — Integração paisagística de zonas adjacen-
tes às Estradas Regionais . . . . . . . . . . . . . . . 48.775 10.000 454.334 513.109
12.6 — Execução do Plano de Recuperação e
Resiliência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 310.000 6.450.000 400.000 300.000 117.000 700.000 2.250.000 10.527.000
12.7 — Sistema de Transportes Terrestres e Se-
gurança Rodoviária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 86.665 814.117 466.509 83.886 137.338 168.491 182.086 119.480 21.859 229.568 2.310.000
12.8 — Sistemas de Informação e Infraestruturas
de Suporte . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 181.316 1.703.259 976.011 175.503 287.332 352.510 380.951 249.970 45.733 1.021.257 5.373.843
12.9 — Cibersegurança e Segurança da Informação 2.763.952 2.763.952
12.10 — Redes Publicas e Tecnologias de Comu-
nicação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 822.324 822.324
12.11 — Laboratório Regional de Engenharia Civil 1.029.922 1.029.922
12.12 — Cooperação com diversas Entidades . . . 43.000 1.164.000 714.000 57.500 71.500 178.500 178.500 71.500 21.500 165.000 2.665.000
12.13 — Sensibilização e Divulgação . . . . . . . . 24.000 24.000
12.14 — Saúde e Segurança no Trabalho . . . . . 55.680 55.680
12.31 — SRFPAP — Orçamento participativo . . 82.000 82.000
Afirmar os Açores no Mundo . . . . . . . . . . . . . 11.536.404 73.183.734 51.717.526 11.207.551 15.154.371 18.992.344 17.106.824 25.680.062 4.909.837 5.611.131 235.099.784
1 — Informação, Comunicação e Cooperação
Externa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.654 68.318 39.260 6.996 10.829 13.193 14.390 8.541 2.274 340.895 511.349
1.4 — Relações com o atlântico e territórios de
interesse estratégico para os Açores . . . . . . . 2.678 27.492 15.799 2.815 4.358 5.309 5.791 3.437 915 272.076 340.669
1.5 — Os Açores no Espaço Europeu . . . . . . . . 3.976 40.826 23.461 4.180 6.471 7.884 8.599 5.104 1.359 68.820 170.680
2 — Solidariedade, Igualdade, Habitação, Poder
Local e Comunidades . . . . . . . . . . . . . . . . . 1.982 20.346 2.949.192 2.083 3.225 3.929 4.286 2.544 677 435.058 3.423.321
2.12 — Emigrado e Regressado . . . . . . . . . . . . 1.982 20.346 11.692 2.083 3.225 3.929 4.286 2.544 677 6.997 57.760
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2.13 — Identidade Cultural e Açorianidade . . . . 282.278 282.278
N.º 3
www.dre.pt
Diário da República, 1.ª série
Objetivo/Programa/Projeto SMA SMG TER GRA SJO PIC FAI FLO COR NDE RAA
2.14 — Imigrado e Interculturalidade . . . . . . . . . 45.783 45.783
2.15 — Aerogare Civil das Lajes . . . . . . . . . . . . 2.937.500 2.937.500
2.16 — Cooperação Institucional . . . . . . . . . . . . 100.000 100.000
7 — Pescas, Aquicultura e Assuntos do Mar 17.792 465.882 483.674
7.6 — Gestão e Requalificação da Orla Costeira 17.792 465.882 483.674
10 — Transportes, Turismo e Energia . . . . . . 11.234.769 70.964.709 48.729.074 11.029.672 13.166.876 18.897.429 16.698.149 25.401.018 4.056.886 4.090.587 224.269.170
10.5 — Promoção e Desenvolvimento Turístico 650.102 9.523.887 4.889.486 912.806 1.294.109 1.359.794 1.797.195 832.530 214.391 0 21.474.300
10.6 — Sustentabilidade do Destino Turístico . . . 71.826 1.322.699 316.614 19.633 55.058 131.903 122.826 57.157 4.264 25.000 2.126.980
10.7 — Qualificação do Destino. . . . . . . . . . . . . 71.138 1.606.155 393.101 146.751 68.358 163.766 152.498 70.964 5.300 0 2.678.031
10.8 — Infraestruturas e Equipamentos Portuários
e Aeroportuários . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 751.632 21.568.714 10.016.100 1.294.112 810.356 3.320.039 1.544.040 559.620 219.666 218.685 40.302.964
10.9 — Gestão dos Aeródromos Regionais . . . . 1.200.000 700.000 1.400.000 50.000 150.000 3.500.000
10.10 — Serviço Público de Transporte Aéreo e
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Marítimo Interilhas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 6.171.438 31.083.073 28.826.033 7.212.619 10.055.032 6.842.776 12.269.086 4.271.524 2.455.935 542.483 109.730.000
10.11 — Dinamização dos Transportes . . . . . . . 75.000 100.000 240.000 415.000
10.12 — Coesão Territorial — Transportes . . . . 168.633 2.606.140 1.287.740 243.751 183.963 551.888 812.503 168.633 92.330 414.419 6.530.000
10.13 — Recuperação dos efeitos da intempérie
Lorenzo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.350.000 3.179.042 3.000.000 5.027.263 19.440.590 1.015.000 2.500.000 37.511.895
12 — Obras Públicas, Transportes Terrestres
e Comunicações. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 293.000 2.130.361 168.800 1.973.440 60.000 390.000 267.960 850.000 278.709 6.412.270
12.22 — SRMP — Gestão e Requalificação da
Orla Costeira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 258.000 2.095.361 143.800 1.973.440 60.000 140.000 267.960 850.000 278.709 6.067.270
12.29 — SRTTE — Infraestruturas de apoio às
empresas turísticas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35.000 35.000 25.000 250.000 345.000
Total Geral . . . . . . . . . 32.229.743 370.529.238 205.827.815 31.491.650 53.885.171 67.561.776 68.935.195 44.623.896 11.573.458 68.935.340 955.593.282
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Diário da República, 1.ª série
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