Pertence ao Código da Estrada (DL n.º 114/94, de 03 de Maio)
Este artigo estabelece os princípios fundamentais para o controlo de álcool e drogas nas estradas. Determina quem pode ser submetido a testes (condutores, peões envolvidos em acidentes e pessoas que querem começar a conduzir), o que acontece se alguém recusa o teste e as consequências de tentar adulterar resultados. A lei é clara: recusar fazer o teste é crime de desobediência para condutores e peões. As pessoas que pretendem iniciar a condução são simplesmente impedidas de o fazer se recusarem. Os profissionais de saúde também têm obrigação legal de realizar os testes diagnosticados, sob pena de crime.
Um agente da polícia faz sinal a um carro para controlo. Pede ao condutor para fazer o teste do álcool (sopro). O condutor deve aceitar. Se recusar, comete crime de desobediência e enfrenta penas criminal e multa, além de outras sanções rodoviárias.
Uma pessoa é atropelada. A polícia suspeita que o peão estava sob influência de álcool. Pode exigir que faça teste para investigar o acidente. A recusa constitui crime de desobediência. Se o peão tentasse mascarar o resultado, tal não teria validade legal.
No centro de exames, antes da prova prática, é feito teste de álcool/drogas. Se o candidato recusa, não pode fazer o exame. Não é crime, apenas impede o acesso à condução nesse momento. O médico que se recusa injustificadamente comete crime.
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