41 resultados nos descritores e sumários · 329 no texto integral

  1. TRCcitado por 6

    1506/03.5TBPBL.C1

    Relator: FALCÃO DE MAGALHÃES

    acordo com o disposto no artº 767º do C. Civ., o cumprimento por terceiro só não é admissível – sendo, nesse caso, a prestação infungível -, se tiver sido acordado expressamente ... práticos, na afirmação ou na negação da possibilidade de aquela poder ser cumprida por terceiro. VI – O artº 1544º do C. Civ. estipula que a servidão predial pode

  2. TRCcitado por 1

    1090/12.9TBVIS.C1

    Relator: JOSÉ AVELINO GONÇALVES

    aquisição do direito à água - ou ao uso da água - a favor de terceiro, desde logo porque o art.º 1389º do C. Civil depois de reconhecer ao proprietário ... dela dispor livremente, ressalva as restrições previstas na lei “e os direitos que terceiro haja adquirido ao uso da água por título justo”. 3. Por isso, o ónus de alegação

  3. TRGcitado por 1

    1428/12.9TBBCL.G2

    Relator: EVA ALMEIDA

    limitado direito, de fruírem no respectivo prédio da água captada num determinado prédio de terceiros (servidão de águas). III - Em qualquer dos casos, é título justo de aquisição da água ... demanda, nem reconhecimento nesta acção das demais servidões de aqueduto constituídas sobre prédios de terceiros, para que os autores vejam reintegrado o seu direito de servidão de aqueduto sobre

  4. TRG

    3944/16.4T8BRG.G1

    Relator: MARGARIDA SOUSA

    consonância com esse sentido, foi efetivamente apreciado e decidido pelo julgador. III- Terceiro, para efeito do nº 3 do art. 394º do CC, é aquele que é de todo alheio ... inventário para partilha do património do ex-casal constituído pelos seus pais – é terceira relativamente à simulação em que, de acordo com o por ela alegado, esteve envolvido, como simulador

  5. TRC

    848/19.2T8LRA.C1

    Relator: JOSÉ AVELINO GONÇALVES

    Após a liquidação dos bens em processo de insolvência, o terceiro que tenha visto os seus direitos agredidos por via da apreensão de bens para a massa já não pode ... C.I.R.E. II) O referido em I) não impede ao terceiro o exercício, em acção comum, do direito de restituição dos bens indevidamente apreendidos para a massa. III) A tradição

  6. PGR-CC

    Parecer n.º 4/2026

    Relator: Eduardo André Folque da Costa Ferreira

    prova da titularidade do direito, seja para o defender ou reivindicar de terceiros, seja para o alienar (n.º 1 do artigo 9.º), o que implica respeitar o trato ... declaração de vontade do usucapiente, acompanhada por declarações de ciência de terceiros, que deve ser qualificada como ato jurídico não negocial e submetida ao n.º 2 do artigo

  7. TRG

    1679/19.5T8BRG.G1

    Relator: PEDRO MAURÍCIO

    real, por força de um conluio com o declaratário, com a intenção de enganar terceiros. IV - A verificação da simulação depende da verificação cumulativa dos seguintes requisitos: 1) o pacto ... efeitos do negócio jurídico simuladamente celebrado; e 3) o intuito de enganar terceiros. V - Estes requisitos devem ser alegados e provados por quem pretenda prevalecer-se da simulação

  8. TRE

    2751/24.5T8PTM.E1

    Relator: ELISABETE VALENTE

    Sumário: O intuito de enganar terceiros verifica-se com a intenção de criar uma aparência: intenção essa, adita-se, necessariamente revelada pela divergência entre a vontade real e a declarada