496 resultados nos descritores e sumários · 888 no texto integral

  1. TRCcitado por 16

    154/12.3TBMGR.C1

    Relator: MARIA INÊS MOURA

    cada um, em que medida impunham uma resposta diferente da que foi dada pelo tribunal “a quo” a cada um dos concretos pontos que pretende ver alterados. 2. A resposta ... dada pelo tribunal sobre factos que não foram alegados pelas partes e que não integram a causa de pedir, é excessiva, pelo que tais factos não podem ser considerados

  2. TRCcitado por 18

    889/10.5TBFIG.C1

    Relator: MOREIRA DO CARMO

    factualidade assente podia no entanto ser objecto de alteração: ou porque o tribunal de 1ª instância na sentença alterava o facto especificado, com base no art. 659º ... então vigente; ou porque o tribunal de recurso oficiosamente anulava ou ampliava a factualidade a considerar, à sombra dos arts. 712º, nº 1 e 4, do CPC, então vigente

  3. TRCcitado por 7

    86/17.9YRCBR

    Relator: ARLINDO OLIVEIRA

    julgamento do recurso interposto contra a sentença homologatória da partilha sempre caberá ao Tribunal da Relação. 2. Relativamente às decisões interlocutórias cuja recorribilidade está expressamente prevista – como se trata ... competência em razão da hierarquia para o conhecimento do recurso delas interposto cabe ao tribunal de 1.ª instância, como resulta das previsões legais que regulam as decisões interlocutórias

  4. TRCcitado por 9

    52/12.0TBMBR.C1

    Relator: MOREIRA DO CARMO

    tarefa de defesa, imputável ao transgressor -; e do princípio da colaboração com o tribunal - por razões análogas, mas reportadas ao julgador. 5. Sendo de rejeitar, também, interpretações complacentes ... objecção de relevo pois a exigência de formalismo nada tem de extraordinário, como o tribunal constitucional já sinalizou; e na 4ª interpretação não divisamos ofensa da exigência de proporcionalidade, pois

  5. TRCcitado por 4

    125/08.4TASPS.C1

    Relator: MOURAZ LOPES

    todos os casos de erro não notório, na apreciação da prova de que o tribunal de recurso se aperceba na reanálise dos pontos de facto especificados pelo recorrente ... princípio da livre apreciação da prova não é posto em causa quando o Tribunal funda a sua opção probatória de forma sustentada e justificada, de um modo consistente

  6. TRCcitado por 18

    37/11.4TBMDR.C1

    Relator: ANTÓNIO BEÇA PEREIRA

    tribunal da Relação pode aditá-lo a estes. II - Os recursos são um instrumento processual para reapreciar questões concretas, de facto ou de direito, que se consideram mal decididas ... não para conhecer questões novas, não apreciadas e discutidas no tribunal a quo, sem prejuízo das que são de conhecimento oficioso

  7. TRGcitado por 4

    438/07.2PBVCT.G1

    Relator: PAULO FERNANDES DA SILVA

    termos do artigo 340.º, n.ºs 1, 3 e 4, do CPP, o Tribunal ordena a produção da prova tida por necessária, legalmente admissível, adequada, de obtenção possível ... tidos por relevantes, não justifica tal nulidade, mas antes a reapreciação da matéria por Tribunal superior, no âmbito do respectivo recurso, para isso servindo designadamente este. V – Quando a escuta

  8. TRCcitado por 8

    161/03.7GAMIR.C2

    Relator: MARIA JOSÉ NOGUEIRA

    mesma, aquele não deve ser objecto de despacho de admissão e de apreciação pelo tribunal superior. A admissão do recurso e a apreciação do mesmo, nessas circunstâncias, são prematuras, ocorrendo ... circunstância que obsta ao conhecimento do mesmo, no tribunal de recurso, qual seja a de o arguido julgado na ausência não se mostrar notificado da sentença em causa contra

  9. TRCcitado por 6

    107/17.5PBCVL.C1

    Relator: BELMIRO ANDRADE

    reprodução da gravação dos depoimentos, no tribunal de recurso, como instrumento de garantia/comprovação da genuinidade dos mesmos e da eventual divergência entre o conteúdo material do depoimento prestado ... Como instrumento de reprodução, a gravação apenas permite corrigir erros de “audição” do tribunal recorrido. III – A gravação (como instrumento de garantia da genuinidade dos depoimentos) nada adianta quando

  10. TRCcitado por 3

    1058/08.0TACBR.C1

    Relator: BRÍZIDA MARTINS

    acordo com o estabelecido no n.º 4 do preceito acima referido. 3.O tribunal de recurso só poderá censurar a decisão do julgador, fundamentada na sua livre convicção ... ilógica e inadmissível face às regras da experiência comum. 4.Na apreciação da prova, o tribunal é livre de formar a sua convicção desde que não contrarie as regras comuns

  11. TRCcitado por 2

    888/04.6TAVIS.C1

    Relator: EDUARDO MARTINS

    referência vaga e imprecisa da matéria de facto que se pretende seja reapreciada pelo Tribunal da Relação. 2. Uma vez que o tribunal de recurso não vai rever a causa ... afirmada, quando, do texto da decisão recorrida, decorrer, por forma evidente, que o tribunal, na dúvida, optou por decidir contra o arguido 6. O julgador, alicerçando-se em factos certos

  12. TRGcitado por 3

    96/10.7TBCHV.G1

    Relator: RAQUEL REGO

    questões de conhecimento oficioso, é sempre lícita a sua apreciação pelo tribunal de recurso, ainda que não tenham sido decididas ou sequer colocadas na instância recorrida. II - O despacho saneador ... apreciação a eventual preterição de litisconsórcio necessário passivo, não ocorre caso julgado, podendo o tribunal ad quem apreciar essa invocada excepção. III – Constitui comodato a ocupação de um prédio

  13. TRCcitado por 3

    1560/11.6TACBR.C1

    Relator: VASQUES OSÓRIO

    tribunal de recurso deve pronunciar-se sobre todas as questões de conhecimento oficioso; 2.- Os poderes de cognição dos tribunais superiores em matéria de indagação e aplicação do direito ... pese embora o arguido se tenha conformado com esse segmento da decisão, pode o tribunal ad quem conhecer desta questão, não suscitada no recurso do Ministério Público, revogando a sentença

  14. TRCcitado por 3

    935/10.2TBMGR.C1

    Relator: PEDRO MARTINS

    dizer que a excepção apreciada não procede, ao contrário do que foi decidido pelo tribunal recorrido, não existem questões que tenham que ser conhecidas no tribunal de recurso

  15. TRCcitado por 3

    137/10.8GASBC.C1

    Relator: MOURAZ LOPES

    proferida oralmente nos termos do artigo 389º-A do CPP, cabe aos serviços do tribunal recorrido, antes do envio do processo ao tribunal superior, proceder à transcrição da sentença

  16. TRCcitado por 3

    2493/08.9PCCBR.C1

    Relator: BRÍZIDA MARTINS

    pena de violação do dito princípio. 3.A dúvida que há-de levar o tribunal a decidir pro reo tem de ser uma dúvida positiva, uma dúvida racional que ilida ... certeza contrária, ou, por outras palavras, ainda uma dúvida que impeça a convicção do tribunal. 4.A legítima defesa tem por requisitos, como claramente decorre do artigo