57 resultados nos descritores e sumários · 463 no texto integral

  1. TRCcitado por 2

    1486/04.0TBAVR.C1

    Relator: GARCIA CALEJO

    Estabelece o artº 231º, nº 1, do CPC que as pessoas colectivas e as sociedades são citados ou notificados nas pessoas dos seus legais representantes. IV – Acrescenta ... deste preceito que as pessoas colectivas e as sociedades se consideram ainda pessoalmente citadas ou notificadas na pessoa de qualquer empregado que se encontre na sede ou no local onde

  2. TRCcitado por 2

    281/08.1TBVNO.C1

    Relator: HENRIQUE ANTUNES

    acto jurídico de voto, por intermédio de apenas um deles com quem a sociedade deve contactar (artº 222º, nºs 1 , 2, 3 e 4 do CSC). II - No caso ... são nulas e não simplesmente anuláveis. VI - A exigência de que a vontade da sociedade de levar à apreciação de um tribunal um qualquer direito ou interesse legítimo seja exteriorizada

  3. TRC

    875/11.8T4AVR.C1

    Relator: JORGE MANUEL LOUREIRO

    modificação resultem prejuízos sérios para o trabalhador. VII – O Título V do Código das Sociedades Comerciais (CSC) disciplina a matéria referente às sociedades coligadas, considerando como tais as sociedades ... relação de simples participação, as sociedades em relação de participações recíprocas, as sociedades em relação de domínio e as sociedades em relação de grupo (artº 482º CSC). VIII - Apesar

  4. TCONSTsó sumário

    91-0368

    Relator: VITOR NUNES DE ALMEIDA

    Portugal, EP - PETROGAL" em pessoa colectiva de direito privado , sob a forma de sociedade anonima, por força do Decreto-Lei n. 103-A/89, de 4 de Abril, passou a reger ... Estatutos anexos a esse diploma e ainda pelas normas de direito privado aplicaveis as sociedades anonimas. XI - Nos termos da conjugação do artigo 3 dos Estatutos, preceito que estabelece

  5. TRC

    83940/18.3YIPRT.C1

    Relator: SÍLVIA PIRES

    Relativamente aos negócios celebrados por uma sociedade com outras sociedades das quais os seus administradores são sócios, não é suficiente que um dos administradores da sociedade seja sócio maioritário ... sócio ele poder vir a ser reflexamente beneficiado com o contrato celebrado pela “sua” sociedade com a sociedade da qual é administrador e de se encontrar numa posição

  6. TRC

    142/19.9T8FND-B.C1

    Relator: BARATEIRO MARTINS

    Acionando-se garantias reais e/ou pessoais prestadas por sociedades a dívidas de outras entidades, compete/basta a quem invoca (normalmente, a sociedade que as prestou) a nulidade de tais garantias ... parte do art. 6.º/3 do CSC. II – A circunstância da sociedade que prestou as garantias estar em melhor situação para provar a não verificação de alguma das duas

  7. TRE

    1091/13.0TBVRS-A.E2

    Relator: RUI MACHADO E MOURA

    prevista no art. 6º, nº 3, do C.S.C., consiste na limitação da possibilidade das sociedades comerciais de prestarem garantias a dívidas de outras entidades, excepto em caso de justificado interesse ... próprio da sociedade garante, ou no caso de se tratar de sociedade em relação de domínio ou de grupo. - Não estando definido na lei o que constitui o justificado interesse

  8. TRC

    1093/09.0TBTMR.C1

    Relator: TELES PEREIRA

    registo, o desconhecimento de tal facto por quem interpõe uma acção contra uma sociedade anteriormente declarada insolvente pode-lhe ser imputado (ao A. desta acção), quanto às consequências processuais induzidas ... prévia declaração de insolvência) é conhecida no processo; II – A citação de uma sociedade no local da sede por via postal, assenta a presunção da existência aí de uma estrutura

  9. TRCcitado por 1

    477/03.2TBVNO.C3

    Relator: CARLOS MOREIRA

    adequação com a atuação posterior que pode clamar tal abuso. 3 - Assim, se a sociedade recusa, ilegalmente, a presença de notário na assembleia requerida por sócio, a anulação desta daí ... postura contraditória e, bem assim, violação do seu dever de dar preferência à sociedade na cessão da quota, pois que estes factos nada têm a ver ou não estão diretamente

  10. TREcitado por 1

    802/09.2TBSLV.E1

    Relator: FRANCISCO XAVIER

    norma do n.º 1 do artigo 412.º do Código das Sociedades Comerciais não resulta qualquer forma de sanação da nulidade das deliberações do Conselho de Administração por falta ... deliberação em causa. II. De acordo com o artigo 403.º do Código das Sociedades Comerciais, a destituição de qualquer membro do conselho de administração é livre

  11. TRE

    2156/17.4T8STR.E1

    Relator: ALBERTINA PEDROSO

    Atenta a regra da livre destituição consagrada pelo legislador, ao abrigo da qual a sociedade pode livremente, e a todo o tempo, destituir um administrador, na configuração do regime ... justa causa para a cessação antecipada do mandato releva apenas para saber se a sociedade deve ou não indemnizar o administrador destituído, ou, dito de outro modo, a justa causa

  12. TRC

    335/09.7TJCBR-B.C1

    Relator: MOREIRA DO CARMO

    Pedida, por um dos sócios, a declaração de nulidade de uma sociedade irregular, e declarada judicialmente a mesma, tal sociedade entra em liquidação; 2 Requerida a liquidação judicial da sociedade ... partilha do activo patrimonial existente; 3 Por isso, não pode o sócio de sociedade irregular pedir a prestação de contas ao sócio administrador dos bens e interesses dessa sociedade

  13. TRC

    3957/17.9T8LRA.C1

    Relator: ARLINDO OLIVEIRA

    voluntária, mas a atribuição de poderes de representação nunca lhe pode ser imposta pela sociedade, estando apenas dependente da vontade do sócio. 3.- A sanção aplicável à violação do direito ... pelo qual todo o sócio tem direito a obter informações sobre a vida da sociedade, nos termos da lei e do contrato, e, de modo mais específico, nos arts.288

  14. TRG

    5557/18.7T8VNF.G1

    Relator: JORGE SANTOS

    concretos pontos questionados em sede de recurso. - A convocação da assembleia geral de uma sociedade anónima como resulta da lei (art. 377º, nº 2, e 167º ... mande atender. - No artigo 58º, nº 1 alínea b) do Código das Sociedades Comerciais sanciona-se com a anulabilidade a deliberação social em que o direito de voto é exercido

  15. TRE

    2311/21.2T8STR-E.1

    Relator: ANABELA LUNA DE CARVALHO

    falta, acautelar a substituição, pela via judicial ou, por alteração do contrato de sociedade, ou por deliberação de eleição dos gerentes, pondo esta termo à nomeação judicial que eventualmente tenha ... lugar. 5 - Não está previsto no regime das sociedades por quotas qualquer regulação quanto às reuniões de gerência, devendo atender-se à regra do artigo

  16. TRE

    65/22.4T8LGA.E1

    Relator: TOMÉ DE CARVALHO

    normas imperativas. 3 – A convocatória e forma de realização da assembleia geral de uma sociedade anónima é disciplinada no artigo 377.º do Código das Sociedades Comerciais, a qual deve ... artigo 167.º do mesmo diploma. 4 – É certo que o contrato de sociedade pode exigir outras formas de comunicação aos accionistas e, quando sejam nominativas todas as acções

  17. TRE

    1601/19.9T8STR-A.E1

    Relator: MANUEL BARGADO

    são os que integram a esfera jurídica do sócio, por força do contrato de sociedade, sendo inerentes à qualidade e estatuto de sócio e dirigidos à proteção dos seus interesses ... direito que visa realizar através da ação se alicerce no contrato de sociedade; c) que com o pedido formulado vise a proteção de um qualquer dos seus interesses sociais

  18. TRG

    5099/23.9T8GMR.G1

    Relator: PEDRO MAURÍCIO

    seus requisitos legais são: 1) que, com a restituição, a situação líquida da sociedade não fique inferior à soma do capital e da reserva legal; 2) que o sócio ... deliberação dos sócios; 4) e que não tenha sido declarada a insolvência da sociedade. XII - A compra de empresa pode concretizar-se através da aquisição directa do estabelecimento ou através

  19. TRG

    6954/19.6T8GMR-C.G1

    Relator: JOSÉ AMARAL

    omissão, o verdadeiro estado económico-financeiro da empresa, deturpa, por acção, as contas da sociedade, fazendo constar do lado do activo (nas “disponibilidades”) valores inexistentes. IV. Facto (contabilidade fictícia ... facto (era tão só gerente de direito) – a circunstância da gerência de facto da sociedade insolvente ser exclusivamente exercida por terceiro é irrelevante, pois sendo o apelante o sócio gerente