31 resultados nos descritores e sumários · 215 no texto integral

  1. TRCcitado por 6

    347/10.8PATNV.C1

    Relator: BELMIRO ANDRADE

    partindo de um facto certo, inferir, por dedução lógica, um facto desconhecido. 2.- As presunções de facto - judiciais, naturais ou hominis – fundam-se nas regras da experiência comum. 3.- Para

  2. TRC

    1567/10.0TBVIS-C.C1

    Relator: MOREIRA DO CARMO

    não conseguirem impor decisão diversa, por destituídos de força probatória material plena; 5. As presunções judiciais são (nos termos do art. 349º do CC) ilações que o julgador tira ... próprios dados da intuição humana, pode o julgador de facto fazer uso de tais presunções para firmar determinada factualidade; 7. Para efeito de qualificação da insolvência como culposa

  3. TRG

    1065/03.9TBBRG.G1

    Relator: JORGE TEIXEIRA

    presunções judiciais não são, em bom rigor, genuínos meios de prova, mas antes meios lógicos ou mentais ou operações firmadas em regras de experiência, baseadas nas máximas da experiência ... princípios da lógica ou nos próprios dados da intuição humana. II- Por isso, as presunções apenas são admissíveis para integração ou complemento da factualidade apurada nas respostas do tribunal

  4. TRC

    1053/10.9TJCBR-K.C1

    Relator: BARATEIRO MARTINS

    CIRE, consagra nas alíneas do n.º 2 presunções (absolutas) de insolvência culposa e nas alíneas do n.º 3 presunções (relativas) de insolvência culposa, e não meras presunções relativas ... culpa grave, o que esvaziaria a utilidade destas presunções. Nos termos da interpretação supra efectuada deste preceito (186.º/3 a) do CIRE), presume-se a insolvência culposa quando

  5. TRG

    2320/11.0TBGMR-A.G1

    Relator: CONCEIÇÃO BUCHO

    factos em que o n.º 2 do artigo 186º do CIRE funda as presunções nele estabelecidas, são comportamentos dos administradores do insolvente que não seja pessoa singular. 2. Estão