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PLANO DE ATIVIDADES 2015
Notas Introdutórias
A planificação anual das atividades deste órgão do Estado para o ano de 2015 privi-
legiou como horizontes finalísticos o aperfeiçoamento do serviço prestado ao cidadão e o
reforço da divulgação institucional.
Em 2014 foi possível concretizar a alteração ao Regulamento Interno que rege a ati-
vidade provedoral, designadamente, em matéria de apreciação de queixas, com o aprimo-
ramento dos fluxos de trabalho. Também neste ano materializou-se a estrutura organiza-
tiva de apoio ao Mecanismo Nacional de Prevenção, sublinhando-se deste jeito a auto-
nomia das funções desempenhadas pelo Provedor de Justiça enquanto Mecanismo Naci-
onal de Prevenção e deu-se início à realização de visitas aos locais onde se encontram pes-
soas privadas da liberdade.
Por conseguinte, concretizadas as linhas estratégicas para o ano de 2014 – em que se
procurou conformar a organização interna às novas exigências de atuação do Provedor de
Justiça – é agora tempo de dar maior realce a um pilar fundante deste órgão do Estado: a
confiança reforçada da relação institucional com o cidadão.
Este plano de atividades foi elaborado dentro de um espírito de unidade de todo o
ordenamento funcional do Estado, de acordo com as orientações generalizadas de con-
tenção orçamental e financeira, e é composto por cinco capítulos:
Capítulo I - Missão e atribuições;
Capítulo II - Eixos estratégicos;
Capítulo III - Objetivos operacionais e atividades previstas;
Capítulo IV - Recursos;
Capítulo V - Considerações finais.
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Capítulo I
Missão
A missão de uma instituição reflete a sua razão de ser e concretiza-se nas atividades
que oferece à comunidade para satisfazer necessidades relevantes.
O Provedor de Justiça é, de acordo com o seu Estatuto com consagração constitu-
cional e em lei ordinária1, o órgão do Estado que tem por função principal a defesa e a
promoção dos direitos, liberdades, garantias e interesses legítimos dos cidadãos, assegu-
rando, através de meios informais, a justiça e a legalidade do exercício dos poderes públi-
cos.
O Provedor de Justiça, para além da atividade tradicionalmente atribuída a esta fi-
gura, é a única Instituição Nacional de Direitos Humanos portuguesa, acreditada com
estatuto “A” pelo Comité Coordenador das Instituições Nacionais para a Promoção e
Proteção de Direitos Humanos (ICC), o que lhe confere um papel fulcral na efetivação do
sistema nacional de direitos humanos e na sua articulação com os sistemas universal e
regional de direitos humanos.
O reconhecimento da importância da intervenção do Provedor de Justiça e da sua
experiência levou a que - mais recentemente e por força de Resolução do Conselho de
Ministros - tenha assumido a qualidade de Mecanismo Nacional de Prevenção, no âmbito
do Protocolo Facultativo à Convenção contra a Tortura ou outras Penas ou Tratamentos
Cruéis, Desumanos ou Degradantes. O recorte jurídico-internacional dos mecanismos
nacionais de prevenção impõe aos Estados contratantes a obrigação de garantir a sua au-
tonomia. Por conseguinte, a atividade do Provedor de Justiça na qualidade de Mecanismo
Nacional de Prevenção encontra-se inscrita em um plano de atividades próprio.
1 Cf. artigo 23.º da Constituição da República Portuguesa e n.º 1 do artigo 1.º da Lei n.º 9/91, de 9 de abril que apro-
vou o Estatuto do Provedor de Justiça.
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Atribuições
Gabinete:
Prestação de apoio direto e pessoal ao Provedor de Justiça.
Assessoria:
Coadjuvar o Provedor de Justiça no exercício das suas funções específicas.
Direção de Serviços de Apoio Técnico e Administrativo:
Assegurar o apoio técnico e administrativo ao Provedor de Justiça e seu Gabinete e à
Provedoria de Justiça em geral.
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Capítulo II
Eixos estratégicos
Tendo sempre por horizonte matricial o desenvolvimento da missão do Provedor
de Justiça na promoção e na proteção dos direitos fundamentais, estabelecem-se, para o
ano de 2015, os seguintes eixos estratégicos:
- Aperfeiçoamento da qualidade, da eficácia e da eficiência do serviço prestado ao cidadão
a) Concretização de um novo Sistema Informático
O novo sistema informático constitui um relevantíssimo instrumento para o apri-
moramento dos procedimentos desenvolvidos pelos serviços de apoio ao Provedor de
Justiça, seja em uma dimensão de backoffice, mas também no que respeita à tramitação das
queixas e de outras comunicações dirigidas pelos cidadãos ao Provedor de Justiça.
A atividade do Provedor de Justiça, naquela que é a sua vertente mais expressiva e
volumosa – a instrução de procedimentos com vista à apreciação das questões que lhe são
colocadas pelos seus concidadãos – tem registado ao longo dos anos um aumento pro-
gressivo e substancial que determina a criação de um novo modelo de gestão informática
dos procedimentos, pois que o atual sistema já não responde às necessidades deste órgão
do Estado.
A tarefa de aperfeiçoamento do sistema informático teve já início material no ano
de 2014, encontra-se atualmente em fase de ajustamento e, de acordo com a calendariza-
ção aprovada, está prevista a sua entrada em pleno funcionamento no final do primeiro
trimestre de 2015.
Saliente-se que a materialização deste novo sistema informático e a revisão do Re-
gulamento Interno (ocorrida em 2014) contribuem para melhorar a qualidade do serviço
prestado por este órgão do Estado ao cidadão. Com estes dois novos instrumentos pro-
move-se a celeridade, a eficácia e a eficiência dos procedimentos, visando-se alcançar ga-
nhos significativos de produtividade.
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Importa ainda neste particular ponto salientar que a entrada em funcionamento do
novo sistema informático será acompanhada da formação dos colaboradores do Provedor
de Justiça, habilitando-os com os conhecimentos indispensáveis à sua adequada e eficiente
utilização.
b) Atualização dos conteúdos e elaboração da versão em língua inglesa do sítio eletrónico
Em um tempo que é marcado pela facilidade de acesso à informação pela utiliza-
ção de tecnologias de informação, é premente dar-se atenção aos meios de comunicação
institucionais, designadamente, o do sítio eletrónico. A reconhecida importância deste
veículo comunicacional e a procura incessante de informação por parte do cidadão, justi-
fica não só a constante atualização dos conteúdos das diversas páginas do sítio eletrónico,
mas também a progressiva melhoria da apresentação desses mesmos conteúdos.
Para além disso, e uma vez que a arquitetura tecnológica do sítio eletrónico prevê
que este comporte também uma versão em língua estrangeira, a concretização do eixo
estratégico enunciado convoca a elaboração e a apresentação on line dos conteúdos nessa
versão. Tendo em consideração que a língua inglesa é uma das línguas com vocação uni-
versalista, por ser aquela mais comummente utilizada pelos cidadãos e pelas instituições
internacionais, o sítio eletrónico, no ano de 2015, passará a ter uma versão em língua in-
glesa.
- Reforço da confiança institucional e aprofundamento da cultura de uma instituição aberta à co-
munidade
a) Comemoração do 40.º aniversário do órgão do Estado Provedor de Justiça
No ano de 2015 o Provedor de Justiça comemora 40 anos ao serviço da democra-
cia, do Estado de Direito e dos direitos fundamentais dos cidadãos. Percebendo os sinais
dos tempos e a hipercomplexidade das relações sociais, escolheu-se como ideia forte para
presidir a estas comemorações, o seguinte mote: “40 anos com o Cidadão”. Esta ideia espe-
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lha, de um jeito intenso e inequívoco, a dimensão próxima e pessoal que marca indele-
velmente a relação que se estabelece entre o Provedor de Justiça e o cidadão.
Para evocar esta data, o Provedor de Justiça gizou um conjunto de iniciativas que
se concretizarão ao longo do ano de 2015 em todo o território nacional. As iniciativas
delineadas comungam do mesmo sentido matricial de fortalecimento dos laços inquebran-
táveis que unem o Provedor de Justiça à comunidade, assumindo-se como instituição
aberta e próxima de cada um e de todos os seus concidadãos. O reforço dessa proximida-
de manifesta-se em uma atuação dinâmica e pró-ativa materializada em ações de divulga-
ção institucional, através das quais este órgão do Estado dá a conhecer ativamente ao ci-
dadão as suas áreas de intervenção.
Para efeitos de divulgação das comemorações do quadragésimo aniversário, o sítio
eletrónico terá uma página exclusivamente dedicada à realização das iniciativas programa-
das e que decorrem do trabalho desenvolvido pela comissão criada para prestar apoio ao
Provedor de Justiça na preparação, na organização e na coordenação das comemorações
dos 40 anos. Foi ainda criada uma outra comissão com a missão específica de realizar uma
cuidada investigação sobre o papel do Provedor de Justiça na sociedade portuguesa dos
últimos 40 anos, culminando o seu trabalho com a publicação de uma monografia.
Algumas das iniciativas previstas visam densificar os protocolos celebrados com
diversas instituições (v.g. protocolo com a Associação Nacional de Municípios, com o Mi-
nistério da Educação e Ciência), antevendo-se a possibilidade de estabelecer novas pontes
de colaboração institucional com outros organismos públicos.
b) Boletim Informativo
Já em setembro de 2014 o Provedor de Justiça divulgou o primeiro boletim infor-
mativo, publicação que se mantém no ano de 2015. Este boletim digital tem uma periodi-
cidade quinzenal e visa divulgar as atividades realizadas por este órgão do Estado. Os seus
destinatários são não só organizações nacionais, mas também internacionais, razão pela
qual – relativamente a estas últimas – é também elaborado em língua inglesa.
Este meio de comunicação é um importante veículo da atividade do Provedor de
Justiça, justificando-se plenamente a sua continuidade.
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- Aprofundamento da atividade do Provedor de Justiça em matéria de cooperação internacional
A particular qualidade de Instituição Nacional de Direitos Humanos reconhecida,
no seio das Nações Unidas, ao Provedor de Justiça de Portugal determina um contínuo e
intenso labor no sentido de realização de iniciativas de promoção e de defesa dos direitos
humanos, em estreita articulação com instituições internacionais homólogas.
Paralelamente, e no segmento de cooperação internacional, importa realçar a ne-
cessidade de desenvolver esforços conjuntos com organizações internacionais constituídas
em redor da figura do Provedor de Justiça.
a) Rede de Provedores de Justiça, Comissões Nacionais de Direitos Humanos e demais Institui-
ções de Direitos Humanos da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (abreviadamente designada
por Rede de Provedores de Justiça da CPLP)
Em 28 de maio de 2013 foi formalmente criada, através da Declaração de Lisboa, a
Rede de Provedores da CPLP que, ab initio, tem como membros o Provedor de Justiça de
Angola, a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão do Brasil, a Comissão Nacional
para os Direitos Humanos e a Cidadania de Cabo Verde, a Comissão Nacional dos Direi-
tos Humanos da Guiné Bissau, o Provedor de Justiça de Moçambique, a Comissão Naci-
onal dos Direitos Humanos de Moçambique, o Provedor de Direitos Humanos e Justiça
de Timor Leste e, finalmente, o Provedor de Justiça de Portugal.
A criação desta instituição veio alargar o âmbito de intervenção no espaço lusófo-
no, estreitando-se os laços entre países que comungam de uma mesma língua e em que os
seus membros instituidores estão investidos da missão de concretização da cultura de di-
reitos humanos. Apesar da sua recente criação, mostra-se agora indispensável levar a cabo
iniciativas de dinamização da própria Rede, não somente entre os seus membros, assegu-
rando-se assim a sua continuidade, mas também com outras organizações que prossigam
idênticas finalidades. O Provedor de Justiça de Portugal está fortemente empenhado em
impulsionar a atividade da Rede de Provedores da CPLP, através da apresentação de pro-
postas aos restantes membros, com o fito de assegurar a regular e contínua atividade da
Rede.
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b) Formação no âmbito dos direitos humanos
A dimensão finalística de promoção dos direitos humanos deste órgão do Estado
que decorre, desde logo, da atribuição do Estatuto “A” pelo Comité Internacional de Co-
ordenação das Instituições Nacionais dos Direitos Humanos (ICC), manifesta-se de um
jeito particularmente inequívoco em iniciativas de cariz formativo que toquem toda a pro-
blemática dos direitos humanos.
Em este horizonte, decorreu entre os dias 8 e 12 de dezembro de 2014, em Dur-
ban, na África do Sul, uma ação de formação, intitulada “As Formas de atuação do Provedor de
Justiça”, para colaboradores do Provedor de Justiça de Angola e do Provedor de Justiça de
Moçambique. Esta iniciativa foi executada por dois servidores deste órgão do Estado,
levada a cabo em parceria com a Associação dos Ombudsman e Mediadores Africanos
(AOMA), o Centro de Investigação das Provedorias de Justiça Africanas e a Universidade
Queen Margaret, de Edimburgo, e teve o apoio do Departamento de Relações Internacio-
nais e Cooperação da República da África do Sul.
Atendendo ao êxito desta iniciativa, expresso na vontade manifestada pelos parcei-
ros de dar seguimento a esta colaboração institucional, projeta-se, para o ano de 2015, o
desenvolvimento de ações formativas que contribuam intensamente para o melhoramento
da prática provedoral.
No âmbito de cooperação bilateral, encontra-se prevista uma ação de formação pa-
ra Assessores do Provedor de Justiça de Cabo Verde. Esta ação será executada na primei-
ra quinzena de fevereiro, nas instalações deste órgão do Estado e com a duração de 8 (oi-
to) dias, abarcando diversas temáticas relacionadas com a atividade provedoral, designa-
damente, a de apreciação de queixas.
Tendo em consideração a importância que o Provedor de Justiça dá à atividade
formativa, continuar-se-ão a desenvolver esforços, junto de instituições homólogas e de
instituições internacionais de direitos humanos, de colaboração e de promoção de ativida-
des para capacitação técnica dos colaboradores daquelas entidades.
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c) Projetos Twinning e Projetos Taiex
No último trimestre do ano de 2014, o Provedor de Justiça – em parceria com a
Defensora del Pueblo de Espanha – candidatou-se a um projeto twinning que visa a capacitação
técnica dos colaboradores da Comissão Nacional de Direitos Humanos de Marrocos. Ultra-
passada a fase de pré-seleção, a candidatura foi apresentada à Comissão Nacional de Direitos
Humanos de Marrocos, aguardando a decisão final sobre qual a candidatura escolhida para
desenvolvimento do projeto twinning.
O Provedor de Justiça encontra-se, também, a colaborar com a Alemanha em um
projeto twinning para o Azerbaijão. Esta colaboração traduziu-se já na indicação de
short-term experts para participação em atividades formativas dirigidas a colaboradores do
Provedor de Justiça do Azerbaijão.
O Provedor de Justiça, à semelhança do que sucedeu no ano transato, mantém a
sua disponibilidade para colaborar com instituições homólogas europeias e com as dos
países africanos da bacia do mediterrâneo em novas candidaturas a projetos taiex.
d) Federação Iberoamericana de Ombudsman (FIO)
O Provedor de Justiça, na qualidade de Vice-Presidente do Conselho Reitor da Fe-
deração Iberoamericana, apresentou propostas que visam a afirmação da língua portugue-
sa na promoção dos direitos humanos no espaço iberoamericano. A primeira proposta
consubstanciou-se na tradução dos textos constitutivos da Federação, assim como das
principais decisões dos seus órgãos; e a segunda na criação da versão portuguesa do sítio
eletrónico da FIO (PortalFio), a par da versão espanhola. Estas propostas mereceram o
acolhimento no seio do Conselho Reitor, tendo-se condicionado a última das menciona-
das propostas à obtenção do indispensável financiamento.
A tradução dos principais documentos teve o seu início no final do ano de 2014,
prevendo-se a conclusão da primeira fase no primeiro trimestre do ano de 2015. Durante
o ano de 2015, dar-se-ão os passos necessários ao desenvolvimento do referido projeto de
criação da versão portuguesa do sítio eletrónico.
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A tudo isto acresce a participação regular nas diversas iniciativas programadas seja
no âmbito dos órgãos da FIO, seja no âmbito do trabalho desenvolvido pelas quatro re-
des temáticas desta organização internacional em que o Provedor de Justiça está represen-
tado (Rede sobre as Mulheres, Rede sobre as Crianças e Adolescência, Rede de Comuni-
cadores da FIO e, a mais recentemente criada, Rede sobre Migrantes e Tráfico de Seres
Humanos).
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Capítulo III
Objetivos Operacionais - Atividades
GABINETE
Objetivos operacionais Atividades
Publicitação da atividade do Provedor de Justiça, no âmbito das
diversas atribuições que lhe estão cometidas, designadamente en-
quanto Instituição Nacional de Direitos Humanos
Divulgação da instituição
no domínio nacional e Desenvolvimento de todos os protocolos celebrados
internacional
Participação em conferências, encontros, seminários e outras ações
que promovam o conhecimento da atividade desenvolvida pelo
Provedor de Justiça
Participação na Comissão de apoio ao Provedor de Justiça na pre-
paração, na organização e na coordenação das comemorações do
40.º aniversário
Informação e apoio à decisão do Provedor de Justiça
Elaboração do plano anual de atividades
Elaboração, tradução e divulgação do relatório anual do Provedor
de Justiça à Assembleia da República
Apreciação das decisões de arquivamento e de indeferimento limi-
nares das comunicações dirigidas ao Provedor de Justiça
Elaboração do Boletim Informativo
Elaboração de estudos e pareceres
Resposta a pedidos de informação, questionários, e outras solicita-
Assessoria geral ao ções, nacionais e internacionais
Provedor de Justiça
Tratamento e desenvolvimento da informação no tocante à área
de cooperação internacional
Elaboração dos contributos do Provedor de Justiça, enquanto
INDH, quer no plano internacional, para os órgãos dos Tratados e
outras entidades de direitos humanos, quer no plano nacional,
designadamente, enquanto observador junto da Comissão Nacio-
nal de Direitos Humanos
Atualização do sítio eletrónico do Provedor de Justiça
Coordenação do desenvolvimento do projeto do novo sistema
informático de gestão processual
Planificação e execução de ações de formação no âmbito dos direi-
tos humanos
Divulgação da informação à comunicação social
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No domínio da cooperação internacional estão previstos para o
ano de 2015 as seguintes atividades:
UNIÃO EUROPEIA:
● Reunião da Rede de Provedores de Justiça da União Europeia
● Reunião anual da FRA com as INDH
CONSELHO DA EUROPA:
● Fortalecimento da cooperação estabelecida com o Comissário
para os direitos humanos e os demais Provedores e INDH euro-
peus
COMITÉ DE COORDENAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES NACIONAIS PARA
A PROMOÇÃO E PROTEÇÃO DE DIREITOS HUMANOS (ICC):
● Reunião Anual e Assembleia Geral do ICC e reuniões dos gru-
pos de trabalho
REDE EUROPEIA DE INSTITUIÇÕES NACIONAIS DE DIREITOS
HUMANOS (ENNHRI):
● Reunião Anual e elaboração de contributos no âmbito da ativi-
dade desta instituição
FEDERAÇÃO IBEROAMERICANA DEL OMBUDSMAN (FIO):
● Conferência Anual e Assembleia Geral
● Reuniões do Conselho Reitor
Cooperação Internacional
● Participação nas reuniões e iniciativas promovidas pelas quatro
Redes Temáticas
ASSOCIAÇÃO DE OMBUDSMAN DO MEDITERRÂNEO (AOM):
● Conferência e Assembleia Anual
REDE DE PROVEDORES DE JUSTIÇA, COMISSÕES NACIONAIS DE
DIREITOS HUMANOS DA CPLP:
● Prosseguimento das ações e iniciativas promovidas pela Rede
● Participação em reuniões
ASSOCIAÇÃO DOS OMBUDSMAN E MEDIADORES AFRICANOS
(AOMA) E O CENTRO DE INVESTIGAÇÃO DAS PROVEDORIAS
AFRICANAS:
● Desenvolvimento de ações de formação
Bilateral:
● Ações de formação bilateral com Provedores de Justiça e ou
INDH da CPLP
● Concretização de “projetos twinning”, através de prévia elabora-
ção de candidatura e participação em “projetos taiex”
INSTITUTO INTERNACIONAL DO OMBUDSMAN (IOI):
● Participação nas reuniões e iniciativas promovidas pelo IOI
INSTITUTO EUROPEU DE OMBUDSMAN (EOI)
● Participação nas reuniões e iniciativas promovidas pelo EOI
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ASSESSORIA
Direitos ambientais, urbanísticos e culturais – Unidade Temática 1
Objetivos operacionais Atividades
Realização da triagem e do encaminhamento interno, bem
como a apreciação preliminar de comunicações dirigidas ao
Provedor de Justiça
Tramitação e instrução de procedimentos abertos de maté-
rias relativas aos direitos ambientais, urbanísticos e culturais
Melhoria na qualidade do serviço
prestado ao cidadão Realização e promoção de ações de formação que se mostrem
necessárias e adequadas aos assessores, designadamente sobre:
o novo Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação; o
novo Código de Procedimento Administrativo; e o novo Re-
gime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial
Participação na Comissão incumbida de realizar um estudo
sobre o papel do Provedor de Justiça na sociedade portuguesa
dos últimos 40 anos com vista à publicação de uma monogra-
fia
Colaboração na elaboração e tradução do relatório anual do
Provedor de Justiça à Assembleia da República
Colaboração na divulgação da atividade do Provedor de Justi-
ça, nomeadamente enquanto Instituição Nacional de Direitos
Humanos
Colaboração com o Gabinete do Provedor de Justiça na elabo-
ração de respostas a pedidos de informações, questionários e
outras solicitações
Apoio geral
ao Colaboração na elaboração do Boletim Informativo
Provedor de Justiça
Colaboração na atualização do sítio eletrónico do Provedor de
Justiça
Realização de inspeções que se revelem necessárias à salva-
guarda dos direitos dos cidadãos
Realização de reuniões de concertação com os departamentos
municipais de urbanismo e de ambiente (ou com os departa-
mentos jurídicos) de Lisboa, Porto, Braga e Vila Nova de Gaia
Elaboração de estudos e pareceres
Participação em ações de formação, conferências, seminários e
colóquios
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Direitos dos contribuintes, dos consumidores e dos agentes económicos – Unidade
Temática 2
Objetivos operacionais Atividades
Realização da triagem e do encaminhamento interno, bem
como a apreciação preliminar de comunicações dirigidas ao
Provedor de Justiça
Melhoria na qualidade do serviço Tramitação e instrução de procedimentos abertos de maté-
prestado ao cidadão rias relativas aos direitos dos contribuintes, dos consumido-
res e dos agentes económicos
Realização e promoção de ações de formação que se mostrem
necessárias e adequadas aos assessores
Participação na Comissão de apoio ao Provedor de Justiça na
preparação, na organização e na coordenação das comemora-
ções do 40.º aniversário
Colaboração na elaboração e tradução do relatório anual do
Provedor de Justiça à Assembleia da República
Colaboração na divulgação da atividade do Provedor de Justi-
ça, nomeadamente enquanto Instituição Nacional de Direitos
Humanos
Colaboração com o Gabinete do Provedor de Justiça na elabo-
ração de respostas a pedidos de informações, questionários e
outras solicitações
Colaboração na elaboração do Boletim Informativo
Apoio geral
ao Colaboração na atualização do sítio eletrónico do Provedor de
Provedor de Justiça Justiça
Realização de inspeções que se revelem necessárias à salva-
guarda dos direitos dos cidadãos
Realização de reuniões com entidades e organismos da Admi-
nistração Pública, nomeadamente, com os Conselhos Direti-
vos do Instituto da Segurança Social, I.P. e do Instituto de
Gestão Financeira da Segurança Social, I.P. (conjuntamente
com a unidade temática 3) e com as Direções de Serviço da
Autoridade Tributária e Aduaneira
Elaboração de estudos e pareceres
Participação em ações de formação, conferências, seminários e
colóquios
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Direitos sociais - Unidade Temática 3
Objetivos operacionais Atividades
Realização da triagem e do encaminhamento interno, bem
como a apreciação preliminar de comunicações dirigidas ao
Provedor de Justiça
Melhoria na qualidade do serviço Tramitação e instrução de procedimentos abertos de maté-
prestado ao cidadão rias relativas aos direitos sociais
Realização e promoção de ações de formação que se mostrem
necessárias e adequadas aos assessores
Participação na Comissão de apoio ao Provedor de Justiça na
preparação, na organização e na coordenação das comemora-
ções do 40.º aniversário
Colaboração na elaboração e tradução do relatório anual do
Provedor de Justiça à Assembleia da República
Colaboração na divulgação da atividade do Provedor de Justi-
ça, nomeadamente enquanto Instituição Nacional de Direitos
Humanos
Colaboração com o Gabinete do Provedor de Justiça na elabo-
ração de respostas a pedidos de informações, questionários e
outras solicitações
Colaboração na elaboração do Boletim Informativo
Apoio geral Colaboração na atualização do sítio eletrónico do Provedor de
ao Justiça
Provedor de Justiça
Realização de inspeções que se revelem necessárias à salva-
guarda dos direitos dos cidadãos
Realização de reuniões com entidades e organismos da Admi-
nistração Pública, nomeadamente, com os Conselhos Direti-
vos do Instituto da Segurança Social, I.P. e do Instituto de
Gestão Financeira da Segurança Social, I.P. (conjuntamente
com a unidade temática 3), com a Direção do Centro Nacional
de Pensões e a Direção da Caixa Geral de Aposentações
Elaboração de estudos e pareceres
Participação em ações de formação, conferências, seminários e
colóquios
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Direitos dos trabalhadores – Unidade Temática 4
Objetivos operacionais Atividades
Realização da triagem e do encaminhamento interno, bem
como a apreciação preliminar de comunicações dirigidas
ao Provedor de Justiça
Melhoria na qualidade do serviço
prestado ao cidadão Tramitação e instrução de procedimentos abertos de ma-
térias relativas aos direitos dos trabalhadores
Realização e promoção de ações de formação que se mos-
trem necessárias e adequadas aos assessores
Participação na Comissão incumbida de realizar um estudo
sobre o papel do Provedor de Justiça na sociedade portugue-
sa dos últimos 40 anos com vista à publicação de uma mo-
nografia
Colaboração na elaboração e tradução do relatório anual do
Provedor de Justiça à Assembleia da República
Colaboração na divulgação da atividade do Provedor de Jus-
tiça, nomeadamente enquanto Instituição Nacional de Direi-
tos Humanos
Apoio geral Colaboração com o Gabinete do Provedor de Justiça na
ao elaboração de respostas a pedidos de informações, questio-
Provedor de Justiça nários e outras solicitações
Colaboração na elaboração do Boletim Informativo
Colaboração na atualização do sítio eletrónico do Provedor
de Justiça
Elaboração de estudos e pareceres
Participação em ações de formação, conferências, seminários
e colóquios
Colaboração na concretização e desenvolvimento do Sis-
tema Informático de Gestão Processual
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Direito à justiça e segurança – Unidade Temática 5
Objetivos operacionais Atividades
Realização da triagem e do encaminhamento interno,
bem como a apreciação preliminar de comunicações
dirigidas ao Provedor de Justiça
Melhoria na qualidade do serviço prestado Tramitação e instrução de procedimentos abertos de
ao cidadão matérias relativas ao direito à justiça e segurança
Realização e promoção de ações de formação que se
mostrem necessárias e adequadas aos assessores
Participação na Comissão de apoio ao Provedor de
Justiça na preparação, na organização e na coordenação
das comemorações do 40.º aniversário
Colaboração na elaboração e tradução do relatório anual
Apoio geral do Provedor de Justiça à Assembleia da República
ao Colaboração na divulgação da atividade do Provedor de
Provedor de Justiça Justiça, nomeadamente enquanto Instituição Nacional
de Direitos Humanos
Colaboração com o Gabinete do Provedor de Justiça na
elaboração de respostas a pedidos de informações, ques-
tionários e outras solicitações
Colaboração na elaboração do Boletim Informativo
Colaboração na atualização do sítio eletrónico do Pro-
vedor de Justiça
Realização de inspeções que se revelem necessárias à
salvaguarda dos direitos dos cidadãos
Elaboração de estudos e pareceres
Participação em ações de formação, conferências, semi-
nários e colóquios
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Direitos, liberdades e garantias; saúde, educação e valorações de constitucionalidade –
Unidade Temática 6
Objetivos operacionais Atividades
Realização da triagem e do encaminhamento interno, bem
como a apreciação preliminar de comunicações dirigidas ao
Provedor de Justiça
Tramitação e instrução de procedimentos abertos de matérias
Melhoria na qualidade do serviço relativas aos direitos, liberdades e garantias, saúde, educação e
prestado ao cidadão valorações de constitucionalidade
Realização e promoção de ações de formação que se mostrem
necessárias e adequadas aos assessores
Participação na Comissão incumbida de realizar um estudo so-
bre o papel do Provedor de Justiça na sociedade portuguesa dos
últimos 40 anos com vista à publicação de uma monografia
Colaboração na elaboração e tradução do relatório anual do
Provedor de Justiça à Assembleia da República
Colaboração na divulgação da atividade do Provedor de Justiça,
nomeadamente enquanto Instituição Nacional de Direitos Hu-
manos
Colaboração com o Gabinete do Provedor de Justiça na elabo-
ração de respostas a pedidos de informações, questionários e
outras solicitações
Apoio geral
ao Colaboração na elaboração do Boletim Informativo
Provedor de Justiça
Colaboração na atualização do sítio eletrónico do Provedor de
Justiça
Realização de visitas a estabelecimentos prisionais, de saúde e de
educação, bem como inspeções que se revelem necessárias à
salvaguarda dos direitos dos cidadãos
Elaboração de estudos e pareceres
Participação em ações de formação, conferências, seminários e
colóquios
Colaboração na concretização e desenvolvimento do Sistema
Informático de Gestão Processual
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N-CID
Núcleo da Criança, do Idoso e da Pessoa com Deficiência
Objetivo geral Melhorar a qualidade do serviço prestado às crianças, às pes-
soas idosa e às pessoas com deficiência
Objetivos operacionais Atividades
Atendimento das chamadas recebidas nas Linhas da Criança,
do Idoso e da Pessoa com Deficiência (resposta, encaminha-
mento, proposta de abertura de procedimento)
Realização de diligências pontuais em processos que tenham
por objeto direitos das crianças e jovens, dos cidadãos idosos
e das pessoas com deficiência, quer tenham sido abertos por
sugestão do Núcleo, quer a solicitação dos serviços
Participação, em representação do Provedor de Justiça, na
Comissão Nacional de Proteção das Crianças e Jovens em
Risco e nos seus grupos de trabalho
Prestar apoio geral ao Provedor
de Justiça Colaboração, sempre que se justificar, com as unidades temá-
ticas em ações inspetivas em matéria de direitos das crianças,
das pessoas idosas e das pessoas com deficiência
Colaboração com o Gabinete do Provedor de Justiça na ela-
boração de respostas a pedidos de informações, questionários
e outras solicitações
Colaboração na elaboração e tradução do relatório anual do
Provedor de Justiça à Assembleia da República
Colaboração na atualização do sítio eletrónico do Provedor
de Justiça e dinamização da Página do Provedor Amiga das
Crianças
Organização de um Encontro Nacional de Linhas de Apoio
Colaboração nas ações externas de divulgação da atividade do
Provedor de Justiça e, em especial, dos serviços telefónicos
gratuitos - Linha da Criança, Linha do Idoso e Linha da Pes-
Divulgar a atividade do
soa com Deficiência - designadamente junto de entidades
Provedor de Justiça
com responsabilidade na área do apoio social
e os meios de acesso
Operacionalização do Protocolo com o Ministério da Educa-
ção, designadamente levando a efeitos ações de divulgação
em estabelecimentos de ensino
Celebração do Dia Mundial da Criança (1 de Junho)
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Direção de Serviços de Apoio Técnico e Administrativo
Objetivos operacionais Atividades
Garantir e aperfeiçoar o apoio
Colaboração na elaboração do Relatório anual do Provedor de
técnico e administrativo ao Gabi-
Justiça à Assembleia da República
nete do Provedor de Justiça e à
Assessoria
Melhorar o funcionamento da
Inserção, no sítio eletrónico, da documentação relativa à ati-
organização e qualidade do serviço
vidade processual e editorial do Provedor de Justiça
prestado
Assegurar a coordenação dos re- Atualização na área da formação
cursos humanos
Manutenção e controlo orçamental, assegurando o equilíbrio
entre a receita e a despesa, de acordo com as orientações da
Consolidar os processos de plane- DGO e da AR
amento, orçamento e aprovisio-
namento Conservação e manutenção do edifício na vertente da segurança
e utilização funcional
Atendimento dos cidadãos que se dirigem à Provedoria de Justi-
ça e assegurar o serviço informativo dos queixosos
Desenvolver e aperfeiçoar a rede
de conhecimentos e as novas tec- Apoio administrativo na tramitação processual
nologias da informação e comuni-
cação Manutenção e funcionamento do sítio eletrónico do Provedor
e de Justiça, tratamento do sistema informativo e apoio informáti-
Colaboração na divulgação externa co ao Gabinete e Assessoria
da instituição Colaboração na concretização e desenvolvimento do Sistema
Informático de Gestão Processual
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Capítulo IV
Recursos
Recursos Humanos
O Provedor de Justiça tem atribuições e competências que exigem uma elevada
capacidade técnica dos seus serviços. Contudo, o novo paradigma de gestão, agora orien-
tado essencialmente para o desempenho profissional de excelência, requer uma forte
adaptabilidade dos recursos humanos.
O Gabinete do Provedor da Justiça é formado pelo Chefe do Gabinete, três Ad-
juntos, quatro Secretárias e dois Colaboradores especializados. À Provedoria de Justiça
cabe a tarefa de prestar o apoio técnico e administrativo necessário à realização das atri-
buições do Provedor de Justiça. Para tal, é a Provedoria de Justiça dotada de serviços
compostos pela Assessoria e pela Direção de Serviços de Apoio Técnico e Administrati-
vo2.
A Provedoria de Justiça, no campo dos seus serviços operacionais, conta com o
quadro de quarenta Assessores e seis Coordenadores, divididos por seis unidades temáti-
cas.
Nos serviços instrumentais (Direção de Serviços de Apoio Técnico e Administrati-
vo) existem quarenta e quatro trabalhadores em exercício de funções, pertencentes à car-
reira técnica superior, assistente técnica e assistente operacional, e distribuídos pelas dife-
rentes áreas: administrativa, processual, financeira, relações públicas, documental e infor-
mática.
2 Cf. artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 279/93, de 11 de agosto, na redação introduzida pelo Decreto-Lei n.º 195/2001,
de 27 de Junho.
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Recursos Financeiros
O orçamento do Provedor de Justiça para 2015 é de 5.019.880,00 €. As despesas com
pessoal continuam a ter um peso claramente dominante dadas as atribuições da institui-
ção.
Despesas correntes 4.972.880,00 €
Despesas de investimento 47.000,00 €
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Capítulo V
Considerações finais
O plano de atividades que, ora, se apresenta evidencia, por um lado, a consolidação
da matriz referencial gizada por este órgão do Estado – e já inscrita no plano de atividades
do ano de 2014 – que se corporiza no fortalecimento da relação de confiança reforçada
com o cidadão. Por outro lado, no ano de 2015 comemorar-se-á o 40.º aniversário da ins-
tituição Provedor de Justiça e, por isso, as iniciativas evocativas deste momento reves-
tem-se de especial simbologia por que, através delas, se reafirmará uma das dimensões
essenciais da natureza do Provedor de Justiça: a sua profunda ligação ao cidadão e à co-
munidade.
A concretização deste plano de atividades exige – estamos bem certos disso – uma
cuidada gestão dos recursos disponíveis, otimizando-os de forma a alcançar ganhos signi-
ficativos de eficácia e de eficiência na prestação do serviço ao cidadão.
Estamos fortemente convictos de que a execução deste plano de atividades contri-
buirá – com a mesmíssima intensidade - para o aprofundamento da cultura de direitos
humanos, pilar da democracia e do Estado de Direito.
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